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15. Adolescentes em Ebulição


Fic: Desencontros


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Capítulo 15: Adolescentes em Ebulição
Levou algum tempo até Harry descer das nuvens onde fora parar com a chegada de sua mãe. Já haviam arrumado toda a mudança e uma agradável rotina já se restabelecera na nova casa dos Potter. Lílian acordava seu filho, o mandava para a escola e em seguida se encaminhava para o pequeno consultório que o doutor Granger mantinha num cômodo ao lado de sua casa. Quando retornava do trabalho - muito menos estressante que o exercido no hospital em Londres - Harry já estava esperando por ela, quase sempre em companhia de seus amigos.
Então, cinco dias depois de se mudar para Bourghill, Lilly não achou nada demais ter que auxiliar Phillipe na enfadonha tarefa de verificar o estoque de materiais até um pouco mais tarde do que o que pretendia. É claro que não era isso que tinha em mente para aquela noite. Afinal imaginara fazer um jantar especial para comemorar seu aniversário junto com Harry, mas esses imprevistos eram os chamados “ossos do ofício”.
Percebeu que as luzes do sobrado onde morava estavam apagadas assim que chegou a sua frente e acreditou que seu filho tivesse saído para acompanhar Ginny até em casa, ou mesmo que ele estivesse passeando pela cidade, graças à melhora do tempo nos últimos dias. Só esperava que ele se comportasse...
Fechou a porta da frente atrás de si e pendurou o casaco no mancebo que ficava ao lado antes de acender as luzes. Contudo antes de se aproximar do interruptor elas se acenderam e um grito a sobressaltou.
- SURPRESA!
Lílian não conseguiu evitar que seus olhos se enchessem de lágrimas ao ver todos os seus novos amigos ali. Molly e Arthur foram os primeiros a cumprimentá-la, seguidos pelos amigos de Harry, os Granger (pelo menos agora ela entendia o porquê de Phillipe ter pedido para que terminasse a arrumação sozinha) e finalmente, Harry.
Os dois pares de olhos cor de esmeralda se encontraram, brilhando felizes, e muito mais importante do que o pequeno pacote que ele entregou foi o abraço apertado que Harry lhe deu. Lily tinha certeza de que não esqueceria aquele momento nem que se passassem mil anos. Depois de todas as preocupações e incertezas que sentira nos meses anteriores, estava ali, naquela cidade onde apesar do país estar em guerra, ainda podia sentir um pouco de paz, junto com seu filho, seus novos e sinceros amigos. Só faltava uma coisa para a felicidade dela ser completa. Uma coisa não, uma pessoa. James. Esperava realmente que ele pudesse cumprir sua promessa de reunir-se a eles no mês seguinte. Abraçou Harry mais forte, tentando com isso apagar a ponta de tristeza que surgiu por não ter seu marido ali ao seu lado e depois o soltou com um enorme sorriso.
A noite corria bastante agradável e Lily nem se perturbou por sua irmã ter ignorado completamente a data de seu aniversário. Na verdade era até melhor assim. Preferia desejos sinceros de felicidade do que as palavras falsas que Petúnia provavelmente pronunciaria se aparecesse. Mal acabou de pensar no assunto quando a campainha tocou, fazendo as conversas irem diminuindo automaticamente. Com um suspiro foi atender a porta, imaginando a cara que sua irmã faria quando a visse, mas quando viu o funcionário do correio parado do outro lado da porta seu coração falhou uma batida. Sentia a tensão de todos atrás de si, observando-a e murmurou:
- Sim?
- É a senhora Lílian Potter?
- Sou sim.
- Telegrama para a senhora.
Lílian percebeu que sua mão tremia quando a elevou para apanhar o envelope das mãos do rapaz. Harry se aproximou e ficou ao seu lado, tão ansioso quanto ela. Telegramas noturnos normalmente eram portadores de más notícias. Principalmente naqueles tempos. Agradeceu ao funcionário com um sussurro e tentou verificar o remetente antes de abrir, sem muito sucesso. Notou que Harry fechava a porta atrás dela assim que voltou para dentro da sala e tentando ignorar os olhares atentos de todos rasgou, vacilante, o envelope, tirando dali um pedaço de papel.
Seus olhos correram pelas palavras ali impressas com uma rapidez impressionante. Só quando começou a relê-las é que soltou o ar que havia prendido sem perceber e relaxou. Olhou para as pessoas na sala e balbuciou:
- É de James.
- Foi meu pai que mandou? - Harry perguntou, tentando ler o telegrama por sobre o ombro da mãe, mas sem conseguir, pois ela se voltara para ele e o abraçara.
- Seu pai está bem.
- Eu posso ler?
- É que... - Lily soltou-se do filho e olhou dele para o papel durante alguns segundos, hesitante. Com um sorriso sincero concordou e passou o papel para ele, voltando em seguida para junto de Molly e Elizabeth com as quais estava conversando.
Harry leu as poucas linhas do telegrama e não conseguiu impedir-se de ficar constrangido. O que deu nele para fazer uma coisa daquelas? Sentindo o rosto queimar, dobrou novamente o papel e colocou-o sobre o aparador, embaixo do presente que dera para sua mãe. Assim que chegou perto dos amigos estes o encararam visivelmente curiosos.
- O que foi, Harry? Que cara é essa? - Hermione questionou sem se conter.
- Nada.
- Nada é que não é, conta logo. - Ronald falou ficando de frente para o amigo.
- Eu sou um idiota mesmo. - Murmurou Harry sem prestar atenção às perguntas dos amigos.
- Isso a gente já sabe faz tempo, o que queremos saber é o porquê dessa sua cara. - Emendou o ruivo, fazendo Hermione bufar.
- Ron!
- O que? Você também não quer saber?
- Francamente...
Ginny rolou os olhos para a discussão iniciada entre seu irmão e Hermione, segurou o moreno pelo braço e afastou-se um pouco dos outros. Com um toque gentil no rosto do rapaz, fez com que Harry - que até então encarava os próprios pés ignorando o bate-boca dos amigos - a olhasse.
- Por que você está assim?
Os olhos verdes relancearam no rosto da namorada e ele murmurou, voltando a olhar o chão.
- O telegrama era particular, eu não devia ter insistido pra ler.
- Por quê?
- Tinha coisas pessoais...
- O que estava escrito afinal?
Quando Harry falou, sua voz não era mais alta que um sussurro.
- Era mais ou menos assim: "Ruiva, sinto muita falta sua, do seu cheiro e dos...", bem... - ele pigarreou sentindo-se corar novamente - "...dos seus beijos. Queria estar ai com você. Com amor, James."
- E o que isso tem de mais?
- Na verdade nada... e tudo. Só que é estranho, né?
- O que?
- Eles são meus pais e estão falando em beijos e bem... - Harry olhou diretamente para os olhos de Ginny - eu também te chamo de ruiva... Eu me senti invadindo a privacidade deles...
- Sabe que você fica uma graça assim constrangido? - Ginny arrulhou o mais perto do ouvido dele que o decoro permitia.
Os olhos de esmeralda faíscaram e ele limpou a garganta antes de se afastar um pouco e dizer:
- Alguém quer um copo de suco?

---xxx---
Harry estava terminando de abotoar a camisa do pijama quando ouviu uma leve batida na porta do seu quarto, antecedendo a voz de sua mãe.
- Posso entrar?
- Claro mãe - ele respondeu com um riso.
- Eu só vim te dar um beijo de boa noite e também agradecer. Eu realmente adorei a festa.
- Não precisa mãe.
Lily deu um beijo no rosto do filho, afagou os cabelos rebeldes e caminhou em direção à porta do quarto. Já ia se despedir quando ouviu Harry a chamando.
- Mãe?
- O que, amor?
- Eu queria pedir desculpas.
- Pelo que, meu bem?
- Por ter insistido em ler o telegrama do papai... - Admitiu sentando-se na cama e abaixando a cabeça, envergonhado.
- Não precisa Harry.
- É que era pessoal, eu não devia me meter e... - O rapaz continuou, a despeito das palavras da mãe que se sentara ao seu lado.
- Harry. - Lílian ordenou, ao mesmo tempo que sorria e segurava o rosto do filho com as mãos fazendo-o encará-la. - Não precisa ficar assim por causa do telegrama. Não tinha nada ali que você não pudesse ler.
- É que foi... estranho.
- Não mais do que ver seu próprio filho namorando, posso garantir. - Ela concluiu com uma sobrancelha levantada enquanto o rosto de Harry se tingia de vermelho. - Pensou que eu não tinha percebido?
- Não... é que...
- Tudo bem, Harry. Eu acho que você fez uma excelente escolha.
- Hum, certo... - Ele respondeu desviando os olhos novamente para o assoalho, enquanto Lílian continuava:
- Mas acredito que você não irá escapar de ter uma "certa conversa" com o seu pai quando ele chegar.

---xxx---

Harry entrou na cozinha naquela manhã de quarta-feira ainda sonolento. Ficara estudando até tarde para um teste que a professora Granger faria (e que ele sabia que não teria nenhum tipo de benefício por ser amigo da filha dela), e acabara por perder a hora. Jogou-se na cadeira e debruçou a cabeça na mesa para cochilar enquanto sua mãe lhe servia a caneca de leite.
- Ficou até tarde acordado?
- Hum hum - concordou.
- E conseguiu?
- Consegui o que, mãe?
- O presente da Ginevra. Não foi por causa disso que você ficou acordado?
Lílian perguntou colocando um prato com uma grossa fatia de bolo na frente do filho junto com uma generosa caneca de leite. Harry bocejou, tirou os óculos e esfregou os olhos com as costas da mão antes de recolocá-los e olhar para sua mãe com ar cansado.
- A senhora se enganou, mãe. O aniversário da Ginny é só em agosto.
- O que eu esperava? Afinal ele é filho do James... - A ruiva murmurou para si mesma com enfado enquanto se sentava na frente do filho e se servia de uma xícara de chá. - Você sabe que dia é hoje, por acaso?
- Quarta-feira. Dia do teste de inglês.
- E também dia catorze de fevereiro.
- E dai?
- Homens! Não importa a idade, sempre agem da mesma maneira... - Ela suspirou antes de concluir. - Hoje é dia de São Valentim.
- Dia de São... - Rapidamente o olhar confuso com que Harry olhava para a mãe foi substituído por um assustado. - Merda!
- Harry!
- Desculpe mãe, mas o que eu vou fazer? Eu tinha esquecido do dia dos namorados... - Ele pareceu pensar um pouco e depois sorriu incerto. - Talvez a Ginny também tenha esquecido.

- Se eu fosse você não contava com isso. - Aconselhou Lily.
- Ah que ótimo - Harry murmurou exasperado - era tudo que eu precisava. Eu 'tô atrasado pro teste e ainda tenho que "inventar" alguma coisa pro dia dos namorados...
- Tem certeza de que ninguém comentou nada sobre isso com você nos últimos dias?
Harry perscrutou os olhos da mãe como se estivesse se afogando nos seus próprios. Lembranças de comentários resmungados de Ron sobre Hermione não estar dando folga pra ele, insinuações dos gêmeos sobre estar de olho bem aberto e algumas frases soltas ditas por Ginny começaram a finalmente fazer sentido em seu cérebro e ele só não se rendeu ao impulso de bater com a cabeça na parede até sangrar porque senão não chegaria em tempo na escola.
Incapaz de continuar seu desjejum, Harry terminou de se arrumar, pegou seu material, despediu-se da mãe (que na sua opinião poderia fazer uma cara menos "esse daí não tem jeito" em solidariedade) e correu pra escola. Chegou lá no instante que a sirene que indicava o início das aulas havia terminado de tocar e só conseguiu entrar na sala de aula porque era a professora Granger, pois, se fosse o professor Snape tinha certeza de que não teria tido permissão para entrar e amargado um enorme zero no teste.
Sob os olhares curiosos dos amigos ele se sentou no habitual lugar ao lado de Neville que cumprimentou-o com um gesto de cabeça. Não teve tempo nem de abrir a boca antes de receber as folhas da avaliação e foi incapaz de suprimir o suspiro desconsolado que brotou de seus lábios. Toda a matéria que estudara na noite anterior parecia ter ficado em casa dentro do livro, que acabara esquecendo. Teve vontade de chorar de aflição quando percebeu que além de questões de gramática e interpretação ainda teria que escrever uma redação.

---xxx---

Ginny esperou até o último segundo por Harry antes de finalmente ir para a sala de aula. Definitivamente algo havia acontecido, pois ele nunca faltava à escola e raramente se atrasava, ainda mais depois que ele havia se mudado e passaram a aproveitar aqueles minutos para namorar. Ainda não sabia se entregava logo o presente que comprara pra ele ou se esperava por um momento mais propício, contudo sabia que esse não era o momento de pensar naquilo, não quando estava prestes a fazer um teste de matemática.
Após um tempo sem fim - onde só pôde se preocupar com raios, diâmetros, catetos e hipotenusas - Ginny ouviu aliviada o aviso do intervalo. Correu até a quadra da escola, lugar onde normalmente encontrava Harry, mas quando chegou lá não o encontrou. Já ia se afastando quando reconheceu a cabeleira ruiva de Ron que vinha em sua direção, acompanhado de Hermione.
- Cadê o Harry?
- Ainda está lá fazendo a prova. - Informou Ronald abraçando a namorada.
- Ah... certo. - Bem, isso explicava. Pelo menos um pouco, pensou. Apalpou o pequeno embrulho que trazia no bolso do casaco e deu um leve sorriso. - Vocês acham que ele vai demorar?
- Pela cara desesperada dele eu acharia que sim, mas não acredito que a mãe da Mione vai deixá-lo ficar além do horário por muito tempo.
- É eu também acho que não. - Concordou a morena.
Mas Harry não apareceu para o intervalo. Quando Ginny foi verificar se ele ainda estava fazendo a prova, encontrou a sala já vazia. Procurou-o pelo pátio e a única pessoa que o vira fora Luna, e esta não ajudou muito ao informá-la que Harry havia passado como um vendaval pelo portão e sumido de vista na direção da rua principal. O que diabos estava acontecendo afinal?

---xxx---

Havia acabado de começar a aula, depois do intervalo, quando Harry desabou em sua carteira atrás de Ron, esbaforido. Por sorte a professora Sprout estava tão atenta aos papéis à sua frente que não reparou em sua entrada.
- Onde você estava?
- Eu tive que resolver um negócio. - Harry respondeu, evasivo, à pergunta que Ronald lhe fez sobre o ombro.
- A Ginny estava te procurando. - Hermione informou-o com o olhar duro.
- Depois eu falo com ela.
Após a explanação da professora sobre algum assunto tão interessante que sua mente não conseguiu absorver nem mesmo uma sílaba, os pensamentos de Harry foram interrompidos por Neville, que perguntou-lhe preocupado.
- O que você vai dar para Ginny?
- Só uma lembrancinha, por quê?
- Por nada. - O colega pensou durante poucos segundos antes de continuar num sussurro. - Eu comprei um par de brincos para Luna e queria ter certeza de que fiz bem.
- Garanto que ela irá adorar, Neville. - Hermione se manifestou com um sorriso.
- Não sabia que você e Luna estavam namorando. - Ron disse, curioso.
- Mais ou menos. - Neville admitiu corando. - Com sorte hoje a gente engrena. E você Ron. Quais são seus planos pra hoje?
O ruivo olhou furtivamente para a namorada que fingia descaradamente prestar atenção na aula e com um sorriso torto respondeu.
- Isso é uma surpresa.
Quando as aulas acabaram Harry parecia mais estar prestes a encontrar a morte do que a namorada. Provavelmente seria mais agradável "partir dessa para a melhor" do que desapontar Ginny. Mas ele não teve muito tempo para considerar a hipótese de se afogar no rio mais seriamente, pois a ruiva estava esperando por ele no pátio com uma expressão preocupada. Harry afastou-se de Ron e Hermione e seguiu na direção dela.

---xxx---

Ronald estava planejando aquilo há dias. Esperava que tudo saísse perfeitamente. Primeiro porque se esforçara para isso e também porque Hermione não merecia nada menos que a perfeição. Respirou fundo e começou a subir os degraus de madeira que levava para a casa em cima do carvalho. Tinha quase certeza de que Hermione desconfiava o que ele havia preparado já que não fez nenhuma pergunta quando se dirigiram para lá depois da escola.
Abriu a porta do alçapão de entrada e pediu que ela esperasse apenas um minuto antes de subir. Rapidamente acendeu o lampião e ajeitou as poucas flores que conseguira encontrar, em cima da toalha que fazia as vezes de mesa.
- Pode subir. - Falou pela abertura, ouvindo-a subir em seguida. - Mas feche os olhos.
- Francamente, Ron. Como você espera que eu consiga terminar de subir e entrar, de olhos fechados?
-Vem Mione. - Ele continuou, ignorando as reclamações dela. - Quando chegar aqui em cima eu te ajudo.
Hermione engoliu uma reclamação e terminou de subir com os olhos semicerrados. Não que acreditasse que seu namorado não fosse ajudá-la a subir. Confiava nele. Contudo a curiosidade em ver o que ele preparara era ainda maior.
Quando finalmente sentiu o toque gentil de Ron em sua mão, ajudando-a a erguer-se, relaxou e sorriu. Esperou que ele finalmente a autorizasse a abrir os olhos com uma ansiedade cada vez maior. Os olhos castanhos brilharam como cobre incandescente ao ver o esmero com que o pequeno cômodo fora arrumado. As tábuas de madeira do assoalho estavam mais limpas do que ela jamais vira, tinha um lampião pendurado num gancho do teto, iluminando-os - já que as janelas continuavam fechadas - e deixando visível a toalha colocada sobre o chão junto com algumas almofadas arrumadas de encontro à parede. Em cima da toalha um prato com alguns sanduíches e uma garrafa com suco, além de um jarro com algumas flores e um pequeno ursinho de pelúcia com uma fita amarela enlaçando seu pescoço.
- Feliz dia dos namorados.
A voz baixa de Ron logo atrás dela fez seu corpo estremecer involuntariamente. Virou-se devagar encontrando-o com o corpo quase colado ao seu. Engoliu em seco e seu coração acelerou quando ele a abraçou e colou os seus lábios com ardor. As línguas se provaram e provocaram até que ambos arfassem extasiados.
No momento seguinte, sem descobrir realmente como, estavam recostados nas almofadas, os corpos o mais próximos que as camadas de roupas que vestiam permitiam. Mas isso não era verdadeiramente um problema. Não quando as mãos percorriam seus caminhos sobre os tecidos, despertando os sentidos e os desejos.

---xxx---

- O que aconteceu com você de manhã cedo? - Ginny perguntou assim que Harry se aproximou.
- Nada. Perdi a hora, só isso.
- E no intervalo?
- Tive que resolver um assunto.
- Ah, certo... - ela observou-o olhar para os próprios pés, evidentemente incerto sobre o que fazer. - Então?
- Então o que? - Harry estreitou o olhar, realmente confuso.
- Você vai ficar ai parado ou vai me acompanhar até em casa?
Ela definitivamente não ia facilitar as coisas para ele.
- Er... - O rapaz passou a mão pelos cabelos, rebelando-os ainda mais. - Eu tinha pensado em darmos um passeio na minha bicicleta. O que acha?
- Legal.

Na verdade era mais que legal. Ginny adorava sentar no quadro da bicicleta e ficar entre os braços de Harry. As pernas dele tocando suavemente as suas coxas, a forma como ele apoiava o rosto em seu ombro com a desculpa de poder enxergar melhor o caminho e que fazia com que ela sentisse ainda mais o perfume que ele emanava.
Foram caminhando até a casa dele onde ela esperou na calçada até que Harry apanhasse sua bicicleta e tentou não corar ao sentir o frio na espinha ao se acomodar. Era o seu primeiro dia dos namorados!
Atravessaram a praça da cidade e também a ponte, seguindo pela trilha que levava ao lago. Inesperadamente Ginny apertou o freio pegando Harry de surpresa e quase fazendo com que caíssem da bicicleta.
- O que foi?
- Para onde a gente 'tá indo?
- Eu pensei em irmos até a casa da árvore. Por quê?
- Nós não podemos ir para lá. - A ruiva disse taxativa.
- Não?
- Não. O Ron preparou uma surpresa pra Mione lá. Não sabia?
Não, ele não sabia. Seu rosto deve ter evidenciado toda a frustração que sentia pois Ginny o perscrutou com os olhos cor de âmbar atentamente. Ela desceu da bicicleta, ficou de frente para ele - que acabou por desmontar também - e unindo as sobrancelhas e cruzando os braços falou:
- Você tinha esquecido o dia de hoje, não é?
- Isso é uma pergunta?
- Pelo visto é uma afirmação.
Harry olhou da garota para o chão e de novo para ela, coçando a nuca desconfortável.
- Eu não sei o que houve. Juro! - Ele lançou a ela um olhar suplicante. - Eu simplesmente nem me dei conta...
- Quando você descobriu? - Ginevra fazia um enorme esforço para não sorrir diante da expressão desconsolada dele.
- Hoje de manhã, no café - confessou. - Eu estava atrasado para o teste e ela me falou.
- O que você fez no intervalo?
- No intervalo... - Ele pegou uma caixinha no bolso esquerdo do casaco e estendeu para ela. - Pra você.
- Oh. - Ela fitou o presente em sua mão, perdida na beleza das cores do papel que o embrulhava.
- Eu sai assim que pude da prova e fui comprar isso pra você. - Observou-a incerto. - Você está com raiva de mim?
- Claro que não, seu bobo. - A ruiva riu, chegando mais perto. - Eu tinha quase certeza que você tinha esquecido.
- Uhm... Sério?
- Claro. - Ginny riu. - Quando a gente se reunia e as garotas falavam sobre o dia de são Valentim, os outros garotos ficavam logo encabulados e procuravam mudar de assunto e você não.
- Eu ficava como?
- Você continuava com esses olhos verdes sobre mim, me fazendo querer ficar sozinha com você... - Ela enlaçou-o pelo pescoço, com um sorriso traquinas nos lábios.
- Ginny... - Harry alertou, estreitando-a em seus braços.
- O que? Vai me dizer que não é verdade.
- É, mas não precisa ficar me relembrando isso. Ainda mais agora.
- Agora o que?
-Agora que estamos sozinhos. - Ele murmurou de encontro ao ouvido dela, provocando ondas de tremor percorrerem a coluna da garota.
- Sozinhos, mas no meio da trilha. Pode passar alguém a qualquer momento.
Harry afastou o rosto do dela e com um sorriso torto explicou.
- Por isso eu pensei em irmos para a casa da árvore.
- É, mas lá já está ocupado.
O rapaz pensou um pouco e coçou a nuca, passando depois a mão pelos cabelos novamente antes de falar.
- A gente pode voltar para minha casa ou então ir para o lago.
- Acho que não iam gostar se nós ficássemos sozinhos na sua casa. - Ginny sentiu sua face queimar, somente de cogitar as coisas que poderiam fazer se estivessem na casa dele, sem ninguém para atrapalhar.
- Quem não ia gostar? - Harry perguntou abraçando-a novamente e provocando-a com beijos no pescoço.
- Hum, deixa eu ver. - Ela empurrou-o o suficiente para que ele a encarasse. - Meus pais, sua mãe, meus irmãos...
Ele a soltou imediatamente e fez uma careta.
- Bem lembrado. Então só nos resta a faia na beira do lago. - Os olhos de Ginny brilharam e ela sorriu deixando-o curioso. - O que?
- Foi lá que a gente se conheceu.
- Então é o lugar perfeito.
Montaram novamente na bicicleta e rumaram para o lago o mais rápido que conseguiram. Sentaram-se encostados na velha árvore e ficaram observando por um instante o brilho fraco do sol de inverno na superfície da água. Ginny retirou do bolso o embrulho que trazia desde manhã e entregou-o a Harry que a abraçou.

- Você não abriu o meu.
- Deixei para abrirmos ao mesmo tempo. - Ela explicou, pegando a caixinha que ele lhe dera.
Devagar começaram a abrir os presentes e em seguida olharam-se surpresos com a inesperada coincidência: duas pulseiras em forma de corrente, uma somente um pouco mais larga que a outra.
- Acho que isso é o que chamam de sintonia. - Harry gracejou.
Ginny pensou em dizer que achava na verdade que era amor, mas considerou que talvez ele pudesse ficar assustado, então apenas sorriu em resposta. Pegou a pulseira que dera a ele - comprada com o dinheiro que Percy lhe enviara - e segurando o braço do rapaz colocou-a no lugar, sentindo os dedos formigarem quando encostara na pele dele, que fez o mesmo com ela, transformando o formigamento em arrepios ao roçar em seu braço com as mãos depois de prender o fecho.
As mãos de Harry acabaram por tomar rumos diferentes, uma segurando em sua cintura e a outra puxando Ginny para si pela nuca, até que as bocas se encontrassem num beijo apaixonado que logo se multiplicou em muitos outros.

---xxx---

O primeiro dia de março amanheceu como um sábado glorioso. Ronald se remexeu entre as cobertas e sorriu. Seu décimo sexto aniversário. Era praticamente um homem! 'Tá... Nem tanto, ele pensou com uma careta. Mas quem sabe num futuro - de preferência não tão distante - Hermione não o ajudava com aquele "detalhe"?
Mais animado com aquele pensamento o ruivo se levantou, espreguiçando o corpo esguio lentamente. Trocou de roupa e quando chegou na cozinha foi recebido com alegria por seus pais, sem falar do abraço "quebra-costelas" de sua mãe.
- Feliz aniversário, Ronald. - Arthur Weasley depositou um presente em frente ao filho depois que ele se sentou à mesa.
- Obrigado pai. - Falou agradecido após ver a nova roupa que ganhara.
Ron aproveitou para desfrutar das benesses de estar aniversariando e de sua mãe não deixar que os gêmeos aprontassem com ele, para descansar o resto da manhã à espera de seus amigos para o almoço de comemoração. Perto do meio dia Harry e sua mãe chegaram e a senhora Potter imediatamente foi ajudar Molly com as comidas, enquanto o rapaz ia se sentar ao lado do ruivo na sala e lhe entregava uma caixa.
- Espero que sirva. - Intrigado, Ronald abriu a caixa com cuidado até conseguir ver o par de sapatos que ali descansava, com o qual fora presenteado.
- Caramba! Valeu, cara. - Os dois amigos se abraçaram ligeiramente e Ron em seguida experimentou o calçado novo.
Quando Hermione chegou, junto com os pais, encontrou Harry e Ronald entretidos num jogo de xadrez. Depois do almoço (que teve direito a bolo de aniversário de sobremesa acompanhado de um desafinado "Parabéns pra você" cantado por Fred, George e Harry) enquanto os adultos apreciavam um cálice de xerez, os jovens sentaram no quintal, conversando.
Contudo Ron estava impaciente. Nenhum dos assuntos chamava sua atenção. Seu único pensamento era para a caneta que Hermione lhe dera de presente. Não pelo objeto em si, (afinal para que ele precisava de uma caneta-tinteiro nova se a dele ainda estava inteira?) mas pelo fato da namorada ter avisado que aquele era um presente de seus pais e que o dela ela lhe entregaria depois, quando estivessem a sós. Desde então, sempre que sua mão tocava na caneta, que guardara em seu bolso, ele se lembrava da surpresa que ganharia, formulando inúmeras hipóteses para o que seria.
A oportunidade de saciar sua curiosidade surgiu tão logo seus irmãos mais velhos resolveram dar uma volta pela cidade, aproveitando a carona dos Granger no meio da tarde. Como a mãe de Harry também decidiu voltar para casa de carro, seu pai retornara para a estação de trem logo depois do almoço e sua mãe decidira tirar um cochilo - merecido após tantos afazeres logo pela manhã - Ron, Hermione, Harry e Ginny viram-se subitamente sozinhos.
Não dando importância para o fato de que com isso deixaria sua irmã sozinha na sala com Harry, o ruivo perguntou num sussurro à Hermione se aquele seria um bom momento para ela lhe entregar a surpresa.
A principio ela olhou para ele assustada, como se tivesse sido apanhada em flagrante delito. Depois mordeu o lábio inferior e torceu as mãos, incerta. Fechou os olhos e respirou fundo. Em seguida levantou-se e com uma expressão impassível - que Ronald podia assegurar que não estava ali um segundo antes - perguntou em voz alta:
- Ron, você me empresta aquele livro que te falei?
- Ahm? - Que livro? Ela não ia lhe dar um presente surpresa, o que esse tal livro a ver com isso?
- AQUELE que está lá no seu quarto. - A morena insistiu, enfatizando as palavras com um erguer de sobrancelhas.
- Ah! Certo... - Seu burro, é só pra despistar. - Er... Você me ajuda a procurar? Eu não sei bem onde guardei.
- Claro. - Ela respondeu rolando os olhos para o namorado. Depois virou-se para a cunhada que ouvia distraída o que Harry lhe cochichava perto do ouvido e perguntou: - Vocês se importam de ficar aqui esperando enquanto a gente procura o livro?
- Ahm? Nós? Absolutamente! Podem ir, nós não vamos sair daqui. - Ginevra falou com um sorriso angelical que em nada transparecia o que ela pretendia fazer tão logo ficasse sozinha com o namorado.
Ronald e Hermione subiram as escadas com cuidado até chegarem ao quarto dele. Entraram e o ruivo fechou a porta atrás de si, evitando fazer barulhos desnecessários e acabar acordando sua mãe. Ele observou a namorada andar de um lado para o outro, resmungando enquanto encarava o assoalho e retorcia as mãos novamente num gesto nervoso.
- Hermione. - Ron chamou-a, fazendo com que ela parasse de súbito e olhasse em sua direção parecendo um pouco assustada.
- O que?
- Tudo bem? - Perguntou genuinamente preocupado. - Se você quiser pode deixar o que quer que seja a surpresa, para outro dia...
- Não! - Ela guinchou arregalando ainda mais os olhos e completando em algo mais que um sussurro. - Tem que ser agora, senão eu desisto.
- Desiste de que, Hermione? O que você está pensando em fazer?
- Ron, você gosta de mim?
- Gosto. - O rapaz franziu a testa, intrigado. Onde ela queria chegar com aquilo?
- De verdade mesmo?
- Claro Mione, já disse que gosto demais de você.
- 'Tá. - Ele deu um passo na direção dela que recuou e impediu-o de continuar espalmando a mão à frente. -Não. Sente.
- Ok. - Concordou e sentou-se na cama.
- Você me acha... bonita? - Hermione perguntou sentindo seu rosto corar.
- O que você quer com tudo isso, Mione? - Definitivamente as perguntas que ela estava fazendo não pareciam vir dela e não ajudavam para que ele entendesse o que ela pensava em fazer.
- Responde, vai. - A jovem suplicou.
- Hermione você é a garota mais bonita que eu conheço. - O rosto dela enrubesceu e percebendo isso Ronald deu um sorriso de canto antes de continuar. - Você pode me contar agora para que tudo isso?
- É que eu queria te dar de presente algo... especial. Algo diferente.
- O que voc... - As palavras de Ron sumiram quando ele viu Hermione trancando a porta de seu quarto com a chave e depois se virar para ele com um sorriso tímido enquanto retirava o suéter que vestia. - Mione?
- Você gostaria de me... olhar?
Se ele não estivesse atento em cada movimento que ela fazia, provavelmente nem teria se dado conta de que ela falara, tão baixo era o tom que usara.
- Eu 'to te olhando, Hermione.
Ela riu levemente e rolou os olhos, um pouco mais confiante.
- Eu estou falando de OLHAR. - Esclareceu abrindo o primeiro botão de sua blusa.
- Olhar, tocar... - Murmurou Ron percebendo no ato ao que ela se referia.
- Tocar não!
- Mas Mione...
- Só olhar. Promete?
- Qualquer coisa que você quiser. Juro. - As orelhas dele começaram a avermelhar e algumas partes de seu corpo latejavam, de antecipação. - Você não faz idéia o quanto eu sonhei em... te ver assim.
- Faço sim... - sorriu abrindo mais um botão. - Ou então não teria pensado em te dar esse "presente".
Hermione fechou os olhos e devagar terminou de desabotoar a blusa que usava. Retirou-a de uma vez antes que desistisse e quando reuniu coragem para fitar o rapaz à sua frente o que viu a deixou encabulada e ao mesmo tempo extasiada.
O olhar de admiração com que Rony mirava a parte agora coberta somente pelo delicado sutiã, fazia sua pele arder de vontade de se deixar tocar. As íris de cobalto escureceram até alcançarem um azul profundo e podia ver pela respiração arfante dele que seu coração estava acelerado. Assim como o dela. A consciência do desejo tornou tudo mais difícil. Mesmo que as mãos dele estivessem cerradas sobre a cama, Hermione quase conseguia senti-las sobre seu corpo, tocando a pele de sua cintura, subindo devagar pelo seu colo, alcançando seus seios e deixando-os rijos.
Não conseguiu se mover, nem protestar quando Ronald se aproximou e fez menção de quebrar a promessa de não tocá-la. A única reação de seu corpo foi ofegar. Mas ele não a tocou. Permaneceu com sua mão a milímetros de sua pele, que mesmo assim se arrepiava só com a proximidade. Depois de um tempo nessa tortura, Hermione apanhou a blusa que descansava sobre a mesinha, fazendo Ron reclamar num sussurro e chegar ainda mais perto.

Ron nunca imaginou que iria ficar tão feliz com um presente que não pudesse nem mesmo tocar. Quando se deu conta do que Hermione pretendia, sentiu um verdadeiro pânico invadindo-o. UAU!!! Foi tudo que sua mente formulou durante vários segundos. Sentiu a garganta ressecar, o sangue correr mais rápido e se acumular em certas partes de seu corpo. Cerrou os punhos controlando-se para não levantar de um salto e agarrá-la.
Ela não havia posto a parte de cima da combinação, ele constatou admirando cada milímetro da renda do sutiã que cobria a pele da namorada. Queria tocar cada parte que via, sentir o calor da pele dela em contato com a sua e depois, quem sabe, refrescá-la com a umidade de seus lábios. Não via a hora de poder abrir o fecho da lingerie, devagar, e descobrir - em todos os sentidos - finalmente os dois montes singelos que eram os seios de Hermione.
Sem conseguir manter o controle que prometera ter, aproximou-se dela e fez menção de tocá-la, parando apenas no último instante quando um ínfimo resquício de sanidade o lembrou de que Hermione havia confiado nele. Mas como se ela pudesse sentir o que lhe passava pela cabeça, o corpo dela se arrepiou visivelmente e os mamilos enrijeceram, pressionando o tecido que os escondia.
O ruivo sentiu-se latejar e finalmente o pouco controle que ainda exercia sobre si mesmo acabar. Mas ao mesmo tempo em que se movia ainda mais para perto, Hermione se virou e começou a se vestir fazendo-o suspira desconsolado.
- Hermione...
- É melhor a gente descer antes que sua mãe acorde.
Com os dedos trêmulos, ela começou a fechar a camisa, de costas para ele. O rosto de um vermelho profundo encarando o chão. Não tinha coragem nem para se mover quanto mais para olhar diretamente para Ronald. O que ele irá pensar de mim agora? Pensou levemente arrependida.
Ronald não mais se conteve. Envolveu-a em seus braços, virando-a gentilmente para si. Levantou o rosto de Hermione com a ponta dos dedos, de forma delicada, notando o embaraço que ela sentia. Em seguida encostou seus lábios nos dela, num beijo carinhoso.
- Eu te amo. - Sussurrou em meio ao gesto, realmente agradecido pelo que ela fizera.
Estreitou-a em seus braços, trazendo-a para ainda mais próximo e fazendo ao mesmo tempo com que ela percebesse o efeito que causara, e que ainda era evidente. Ficaram ali ainda durante alguns minutos até que uma porta batendo os alertou para a possibilidade, não tão remota, de serem apanhados.

~~~xx~~

N/B(Pam): Nossa! Eu amei esse capítulo! Não só porque o dia dos namorados alegrou meu coração, mas porque você Pri, consegue fazer o capítulo tomar vários rumos diferentes, sem se perder na história. Coisa de mestra né!? Sabe, eu prefiro o dia dos namorados simples, igual ao do Harry e da Gina... já sobre um presente de niver... não sei se teria a coragem da Hermione! hahahaha O Rony nunca que esperava isso né?? Tadinho do garoto, quase teve um ataque! huahuauha Amooo você! Beijooo
N/B Paty: Ai que capítulo mais lindo e suspirante *-* Todos felizes, curtindo o dia dos namorados e o niver da Lily e do Rony!!! Só festa!!! Amei, amei, amei... mas não vejo a hora do Sirius e do James chegarem (suspira). Agora mana eu to com medo, e se eu fosse os leitores ficaria tb (cara de desconfiada) Tá tudo muito bem, tudo muito bom, tudo feliz demais... hauahauahau... Mudando de assunto, eu adorei a surpresa da Mione pro Rony, e como sempre ele é tão tapado que só conseguiu entender quando ela já tava sem blusa praticamente kkkkkkkkkk... tudo bem não me bate, o Rony é assim mesmo e vc mana acho que é uma das poucas pessoas que sabe captar perfeitamente como ele é, tb acho que é experiência própria né? hihihi... Beijos amore e eu adorei esse capítulo só Love rsrsrs... Te amo irmã que Deus me permitiu escolher!


N/A: Amores!!!! Desculpem a demora. Acho que é a primeira vez que eu demoro mais de um mês para atualizar... E garanto que não foi por que quis. Eu estive bastante ocupada ajudando a minha mãe que está doente... A fic entrou na segunda fase que ao contrário do que a maioria previu, não acredito que seja assim tão atribulada... Bom isso se tudo ocorrer como eu imaginei, não é?
Um grande beijo aos meus consultores Bernardo e Sally. Amo vocês. Bezinho espero que tenha ficado do jeito que você imaginou. Sally obrigada por tudo, tanto na vida virtual quanto na real. Bjks imensas.
Pam e Paty, mais que betas, vocês são minhas amigas e irmãs. Não é à toa que somos as 3P’s. Paty desculpe atrasar a chegada do Sirius, mas foi por uma boa causa não foi? Pam não vejo a hora de você chegar aqui, ou eu aí... O que acontecer primeiro, hihihi. Amo vocês. Beijos.
Obrigada a todos que estão acompanhando, comentando ou não. Bjks em todos
Sônia Sag: Mana você faz alguma idéia de como é ler os seus comentários? Não? Pois é algo divertido e emocionante. Você comenta de uma forma que nos faz rir a cada frase e também nos sentir orgulhosos do que escrevemos. Mas eu me sinto mais orgulhosa ainda de ter você como amiga. Obrigada pelo apoio nesses tempos difíceis. Te amo. Beijos.

Clara: Pode ficar tranquila que a fic ainda está longe de acabar. Pelo menos eu acho... A guerra só está começando. E o amor também. O projeto ao qual me referi é o 19 Anos lá do fórum Lumusmaximum. Obrigada pelo carinho. Bjks.

Aluada: Obrigada pela capa da segunda fase, amei. Esses casais tem ritmos diferentes, mas o mais importante é que eles se amam. Bjks

Tonks Butterfly: Obrigada pelo carinho querida. Realmente Rony e Mione sem brigarem não são eles. Bjks.

Gina W Potter: Não sei de onde vocês tiraram que algo de ruim vai acontecer... Será que é o fato de sempre acontecer algo ruim com ele? Ou estão me chamando de malvada??? Ó dúvida cruel, hihihi. Obrigada e bjks.

Luli S: Sim, a previsão é que a fic tenha 3 partes. A primeira mostrando a chegada do Harry, a segunda mostrando a adolescência e a terceira que é a ida pra guerra. Bjks

Sally Owens: Aí to começando a acreditar que eu sou a bruxa má, hihihi. Todo mundo tá achando que algo de ruim vai acontecer! Até tu, Sally Maria! Hahaha. Bom, mas eu acredito que essa seja uma fase de calmaria, mas nada garante que não haverão turbulências no percurso. Mil beijos mana.

Kelly: Como assim???? Quer dizer que você lia tudo e nem falava nada né? Já ajoelhou no milho??? Já? Então tá liberada, contanto que não deixe de comentar de agora em diante. AH eu também amei a cena das rosas em Depois do Funeral, ams eu sou suspeita, hihihi. Bjks

Charlotte Ravenclaw: É eu tenho que concordar que o Rony as vezes ME tira do sério... Mas quando eu vejo ele já aprontou, fazer o que, né? Bjks querida e muito obrigada.

Bernardo Cardoso: BEEEEEEEEE. Muito obrigada pelas dicas do capítulo. Espero que tenha saido a contento. Beijos.

Ana Potter: Obrigada pelo elogio. Bjks

Naty L Potter: Tá perdoada querida. Ah, os irmãos da Gina não são chatos. São superprotetores!!!Bjks

Luluh Black: Ah eu sinto essa vontade de chorar até hoje. Nem sei se um dia vai acabar... Que bom que você voltou à ativa. Bjks

Marcia M: Obrigada pelos inúmeros elogios. Fiquei superfeliz com eles, pode acreditar. Se eu já pensei em escrever um livro? E não é o que estou fazendo? Desencontros não deixa de ser um livro, não é? Bjks.

Mica Caulfield: Obrigada pelo carinho. Bjks

Jessica M Adams: Se vai ter NC mesmo não sei. Mas amassos e insinuações estão garantidos, hihihi. Obrigada pelo carinho e pode deixar que o Sirius e o James logo estarão aparecendo. Bjks

Guta Weasley Potter: Hahaha, ri muito com a história do ficão. Obrigada! O seu é que foi um comentarião! Bjks

Livinha: Mana o Sirius ficou pro próximo capítulo. Mas prometo que vai ser ainda melhor do que o esperado!!! Obrigada por tudo. Bjks

Anna Weasley Potter: Pois é tem sempre alguém pior. Por isso que eu acho que o Rony tem salvação, hihihi. Obrigada pelo carinho. Bjks

GabiW: As aulas já recomeçaram, filha? To com saudade, mas meu msn anda tão doido que eu vivo caindo e as vezes nem dá pra conversar direito. Bjks

Lanni Lu: Obrigada pelo carinho querida. Você acertou em cheio quando falou sobre o final feliz. Bjks

Georgea: Obrigada a você, mana querida, pelos elogios e por tudo mais. (Gente isso está pior que rasgação de seda, hahaha) Bjks e espero que tudo esteja em paz com você e sua família.

Patty Potter Hard: Obrigada querida. Bjks

Ninha: James e Sirius só no próximo. Mas esse valeu a pena também, não valeu??? Bjks

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