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5. Dia-a-dia Grifinório


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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...A Vida Continua...



Cap. 5
Dia-a-dia Grifinório



- Gostei da sra. Malfoy. Achei ela interessante. E você Gina?

Harry estava almoçando em sua casa com a esposa que preparava o almoço para a pequena Lily que brincava na sala. O Auror estava cansado, segunda feira era um dia horrível no trabalho. Parecia que toda comunidade mágica escolhia esse dia para fazer suas denuncias, (aparentemente infundadas) contra possíveis seguidores das Trevas que provavelmente era um de seus tantos vizinhos.

Gina continuava virada para o fogão, mas computou mentalmente o comentário. Não havia gostado nem um pouco do súbito interesse de uma Malfoy por seu marido. Respondeu sem se virar.

- Achei ela bastante bonita, mas por trás da educação refinada deu pra notar a arrogância típica dos Malfoy. E se ela casou com o Draco é por que não é flor que se cheire.

- Achou mesmo isso? – ele perguntou alheio as intenções da esposa.

- Você não? – perguntou sondando.

- Não. – respondeu inocentemente. – Ela me lembrou a Narcisa Malfoy.

- Mãe, pai! Chegou! O Alvo mandou uma carta de Hogwarts!

Lily entrou na cozinha correndo. Seus olhos brilhavam e ela agitava uma carta que havia acabado de abrir. Gina colocou a comida na mesa e tirou a carta das mãos da filha para ler.

- James não mandou nada outra vez – Harry comentou enquanto Gina lia a carta pra si – Esse menino está ficando muito relaxado... E ai Gina? Pra que Casa o Alvo foi?

- Grifinória. A Rose também. “Estamos muito felizes de estarmos na Grifinória como vocês...” etc e tal. Curiosos pelas aulas... enfim... parece estar tudo norm...

Normal ela ia dizer. Parou. Seus olhos esbugalharam quando leu (e re-leu) a mesma frase da carta tentando captar a mensagem. Harry ficou logo curioso.

- O que foi Gina? Primeiro dia em Hogwarts e ele já está aprontando? – falou divertido. Ela balançou a cabeça negativamente.

- Harry... você não vai acreditar em qual Casa de Hogwarts o filho do Malfoy ficou.

- Qual? Lufa-Lufa? – perguntou já rindo.

- Grifinória!


*****

- Grifinória?! Hahaha, eu não posso acreditar nisso, hahhaha, ele foi para...

- Rony, você quer por favor se controlar.

Hermione estava sentada no sofá confortavelmente lendo a carta que a filha havia mandado da escola logo que acordara. Aliais, havia parado de ler para observar Rony que se contorcia no sofá com falta de ar de tanto rir ao saber que o garoto Malfoy havia ido para Grifinória. A esposa esperou pacientemente ele se acalmar.

- Eu sinceramente não vejo a graça Rony.

- Como não Mione!? Imagina só a cara do Malfoy quando souber disso – ele parou um momento se deliciando com a visão – Daria todo o ouro de Gringotes para dar a noticia a ele.

- Pois eu, sinceramente estou muito feliz por eles. Isso mostra que o menino não herdou o preconceito do pai. Talvez eles ainda tenham futuro... – Rony pegou um bloco de notas e uma pena sobre a mesa de centro. – O que está fazendo Rony?

- Vou escrever uma carta.

- Uau. Vejo que a ida de sua filha para Hogwarts realmente mexeu com você hein – comentou divertida – Vai escrever para Rose?

- Quê? Não, vou escrever para o Draco. Você sabe onde estão morando?

- Para quê você vai escrever para o Malfoy? – ela perguntou fechando a cara.

- Mione, sempre esperei uma chance dessas pra rir da cara dele, você acha que eu vou deixar passar em branco o fato de o filhinho dele ter ido parar na cova dos leões?

- Ronald Weasley, você não ousaria fazer isso.

- Mas Mione...

- RONALD!

Rony abaixou a cabeça.

- Posso escrever para o Harry? – falou baixo.

Hermione riu com a obediência do marido e respondeu com carinho.

- Pode. Pra o Harry pode.

Rony se levantou e levando o papel e a pena foi para a mesa da cozinha escrever para o amigo. Ela sorriu sozinha na sala.

- Esses dois não vão crescer nunca.


*****


O professor Binns flutuava suavemente pela sala enquanto continuava seu monólogo longo e chatíssimo sobre a tão famosa Revolta do Doendes. Alvo aproveitou o tempo livre (considerando que a aula não devia ser levada em consideração) para folhear os livros na espere pelas próximas aulas. Não sabia bem porque, mas seu pai insistira que ele devia ler com muita atenção o livro 1000 Ervas E Fungos Mágicos, em especial a parte que falava de Aconicos e Benzoas.

Rose no entanto fazia o possível para prestar a devida atenção a aula, mas já estava se tornando impossível. A voz baixa e tranqüila do fantasma parecia meio hipnótica, a menina tinha certeza que mais alguns minutos e ela dormiria na sala de aula.

Scorpius rabisca um pequeno pedaço de pergaminho distraído. Ainda não tivera coragem de escrever ao pai contando que havia ido para a Grifinória. Na verdade, estava morrendo de medo de lhe dizer. Pensou seriamente se devia escrever mantendo o fato em segredo, mas acabou descartando a idéia. Talvez fosse melhor escrever contando tudo a mãe, deixaria que ela se virasse para explicar ao pai onde ele fora parar... O que será que Draco faria quando soubesse? Será que seria capaz de expulsa-lo de casa? Sua mãe não deixaria...

A aula transcorreu mais rápido do que esperavam e logo estavam livres para a aula que tanto esperavam: vôo.

Os jardins estavam tranqüilos e a professora ainda mais linda do que no dia da seleção. Podia-se dizer que rabo-de-cavalo, calça e blusa colada combinavam com a esportiva professora que apareceu na aula já sorrindo amigavelmente.

- Boa tarde! Eu sou a professora Cho Chang e serie a instrutora de vôo. Espero extrema atenção e obediência nesta aula para evitarmos acidentes desagradáveis.

A professora continuou falando por mais alguns minutos para uma turma silenciosa. Quando finalmente chegaram a parte prática da aula, descobriram que voar era algo muito complicado. Mesmo os que se saíram bem por já possuírem vassouras em casa tiveram uma certa dificuldade para acompanhar as instruções da professora.

Pouco antes do término da aula, enquanto praticavam equilibro fazendo a vassoura ficar parada no ar a pouco mais de meio metro do chão, a professora Parkson veio do interior do castelo, com cara de poucos amigos para falar com a prof. Chang.

- Ainda demora essa aula Cho? – sua voz tinha um tom de tédio.

- Não muito. Você quer falar comigo?

- Não, mas Minerva quer.

- Tudo bem então. Vou terminar aqui e subo para falar com ela.

- Certo. Só não vá perder muito tempo com... – Parkson olhou para Alvo e Rose que estavam mais próximos a Chang – com certos alunos... que não merecem atenção.

- Obrigada pelo conselho, mas tenho certeza que todos os meus alunos merecem toda a minha atenção Pansy. – Chang respondeu de forma tranqüila.

- Se você diz... – Parkson deu as costas com desagrado e foi embora.

Cho Chang fechou a cara vendo Pansy Parkson se afastar. Desde que a sonserina começou a lecionar em Hogwarts, ela tratava os grifinórios de forma diferenciada, pior e mais cruel que outras casas. Quando Vicktorie Weasley começou a estudar na escola alguns anos antes, as coisas se tornaram piores. Pansy marcava a menina, descontando pontos a toa e dando detenções infundadas. A chegada de James Potter foi algo incrível: Parkson conseguia ter mais raiva do garoto do que de Vick, que ela acabou por deixar de lado.

Cho não podia culpa-la quanto a isso. James realmente dava muito trabalho.Ela Cho mesmo, já havia dado varias detenções a ele por diversas razões: andar pelo Castelo a noite, maltratar colegas menores, implicar com sonserinos. Mas Cho não poderia aceitar que agora Pansy direcionasse sua raiva para Alvo Potter e Rose Weasley, afinal, Chang simpatizara com os dois a primeira vista, ainda na mesa de Grifinória no dia da seleção.

- A turma está dispensada. Guardem suas vassouras antes de irem.

Rose e Alvo se deixaram ficar por lá, sendo os últimos a guardarem as vassouras num baú com interior aumentado magicamente. A professora que estava concertando com a varinha alguns buracos no gramado se virou para ver Alvo olhando-a.

- Tudo bem Potter? – perguntou divertida diante do olhar do menino.

- A senhora fazia parte da Armada de Dumbledore? – perguntou inocentemente.

Cho Chang sentiu o estomago afundar lembrando de tão antigo acontecimento envolvendo Marieta e que ocasionou em seu rompimento definitivo com Harry. Se aquilo não tivesse acontecido, talvez o menino a sua frente fosse seu...

- Porque a pergunta? – indagou desconfiada.

- A senhora disse que conheceu meu pai em Hogwarts então... eu pensei... bem, meu pai costuma dizer que quase todas as pessoas de bem que ele conheceu em Hogwarts, ou era professor ou estava na Armada de Dumbledore.

Ela sorriu.

- Sim, eu participava da Armada de Dumbledore.

- Nossa! Isso quer dizer que a senhora era muito amiga de nossos pais né? – perguntou Rose.

Chang riu consigo lembrando que morria de ciúmes da mãe da menina.

- Mais ou menos Weasley. Vocês tem mais alguma pergunta?

- Desculpe por incomoda-la – Alvo se apreçou em dizer. – É que acho que a professora Parkson não gosta muito de mim.

- Não se preocupe Potter. Ela não costuma gostar de muita gente. Já visitaram Hagrid?

Os dois balançaram a cabeça negando.

- Porque não aproveitam o tempo livre para visitá-lo? Aposto que ele iria adorar receber o filho de Harry. Vocês já o conhecem não? – ambos confirmaram acrescentando que gostavam muito dele. – Bem, ele mora ali embaixo, naquela casinha junto ao canteiro de abóboras. Vão até lá, tenho certeza que ele tem um monte de histórias para vocês.

Sorrindo ela se afastou.




*****


Pai

Estou na Grifinória.

Scorpius.



Era uma carta pequena. Mais aprecia um bilhete. Mas o jovem loiro achava que nunca escreveria algo na vida tão complicado.

Prendeu rápido na perna de uma coruja qualquer e a deixou ir antes que se arrependesse de ter escrito.

Mas logo que a viu partir se arrependeu. Seu pai não entenderia.


Hey dad look at me
Think back and talk to me
Did I grow up according to the plan ?
And do you think I'm wasting my time doing things I wanna do?
But it hurts when you disapprove all along

(Ei pai olhe para mim
Pense no passado e me diga
Eu cresci de acordo com os seus planos?
E você pensa que eu estou desperdiçando o meu tempo fazendo coisas que eu gosto de fazer?
Mas machuca quando você desaprova tudo)



- Vejam só, se não é o garoto Malfoy.

Scorpius se virou para encarar a aluna da Sonserina que implicara com ele mais cedo. A garota tinha cabelos loiros e era muito bonita, mas sua cara demonstrava tamanho cinismo e deboche que para ele, olha-la se tornava algo muito desagradável.

- O que quer aqui? – perguntou de forma seca.

- Ei, o corujal não é seu sabia.

Em silêncio ele resolvel se retirar do ambiente que em sua opinião era pequeno demais para os dois. Quando passou pela garota, esta segurou-lhe o braço.

- Sabe Malfoy, acho você bem bonitinho – falou sorrindo. Ele ficou surpreso – Pena que você é da Grifinória né. Acho que não me apresentei direito, meu nome é Liz. Liz Skeeter. Talvez já tenha ouvido falar de minha tia. Ela é jornalista do Profeta Diário.

A garota deu esta informação como se anunciasse que era dona de todo ouro de Gringotes, mas era a primeira pessoa que falava educadamente com Scorpius e ele tentou fazer o mesmo.

- Bom, eu sou Malfoy. Scorpius Malfoy. Minha mãe era professora em Durmstrang e meu pai é Curandeiro. Antes minha mãe era Inominável e meu pai Comensal da Morte. E nenhum dos dois gosta de sua tia. Agora se me dá licença tenho que ir, tenha uma boa noite.

“Seja educado com quem for educado com você”, o grifinório pensou enquanto descia as escadas do corujal. Sua mãe sempre lhe dizia isso.


*******



Pai

Estou na Grifinória.

Scorpius.




Alguns horas haviam se passado desde que Scorpius enviara a carta que agora se encontrava nas mãos de um Draco cabisbaixo que estava sentado em sua cama king-size ao lado da esposa. Scorpius usara poucas palavras. Nem uma explicação ou pedido de desculpas. Nada.

- Não vai dormir? – sua mulher perguntou com suavidade.

- Ela não vai ajudar Scorpius, Pandora. – sua voz denotava tristeza.

- Quem? A diretora McGonagal?

- A Granger.

A contra gosto Pandora também se sentou na cama. Draco não fora para o St. Mungos trabalhar depois que voltaram de Hogwarts e não parara de falar na tal reunião que teriam com a líder do Conselho de Pais. Sentada ao lado dele, pacientemente começou a fazer carinhos nas costas do marido.

- Meu bem, não precisa ficar preocupado. Tenho certeza que ela vai pensar bem a situação e decidir o que for melhor para nosso filho.

- Pan, se a Granger pensasse não teria se casado com um Weasley. Ela faz de tudo para piorar qualquer situação, ou então já teria tido o bom senso de livrar o mundo de sua desagradável presença e teria se suicidado. Ela está poluindo a terra com mais Weasleys! Só isso devia ser o bastante para lhe render um beijo de um dementador...

- Eu a vi na estação e ela me pareceu agradável.

- Você a viu na estação?

- Sim, a mulher simpática que estava ao lado de Harry Potter.

- Não. Aquela era a coluna da plataforma 9/2.

- Draco!

- Sério, Pan! Aquela imitação de bruxa é intragável. Tenho certeza que fará de tudo que estiver a seu alcance para piorar minha vida...

- Então não dê motivo. Faça ela ser o vilão da história.

- Como assim? – perguntou desconfiado.

- Ora, seja só um pai preocupado com o bem estar de seu filhinho que não está se adaptando a Grifinória. Para que isso não atrapalhe o desempenho de um pobre menino de 11 anos, fomos obrigados a pedir que essa boa senhora Granger... não Weasley... ah, tanto faz! Enfim, que essa boa senhora repense a situação dele. Ela é mãe! Tenho certeza que tem um coração e tanto...

- Acha que pode funcionar? – perguntou refletindo.

- Claro que sim. Scorpius é uma criança ainda... você podia até pedir para ela se colocar em seu lugar... Ele podia muito bem ser filho dela...

- Quê? Meu Scorpius? Filho daquela sangue-ruim metida a sabe-tudo e babona do Potter? Por Merlin, Pandora, ela casou com o pobretão burro e desqualificado do Weasley...

- Mudança de planos! – falou observando o marido que se calou – Faremos o seguinte na tal reunião, você não vai dizer uma palavra com a Hermione Granger ou Weasleu ou seja-lá-o-que-for, entendeu. Deixa que EU dou um jeito!

Impaciente ela se deitou na cama dando as costas para o marido emburrada.






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N.A.:
Desculpa a demora gente, mais minhas férias que haviam começado em dezembro acabaram essa semana então meu tempo (e minha disposição) complicou foi tudo. Mas semana que vem já devo ter me acostumado outra vez e volto a postar mais rápido.

N.A.2:
A música neste cap é Perfect do Simple Plan. Não me agrado dessa banda e detesto essa música mas devo reconhecer que ficou muito bem para Scorpius.

N.A.3:
Não se preocupem muito com o andamento do enredo, tenho tudo sobre controle por mais uns 5 cap. Só posso adiantar que num futuro próximo teremos uma passagem de tempo. Ah, queria dizer que perdoem o erro básico que cometi em outro cap. onde eu chamava Tiago e depois chamava James com o Potter mais velho. Vou permanecer em James.



comu do casal no orkut: Rose & Scorpius
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=42417492





~~~§~~~ Lara Malfoy ~~~§~~~

duvidas?! MSN!

dan_notalone@hotmail.com

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