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13. Muito choro, desculpas e suspe


Fic: Obsessão Por Você - AVISO POSTADO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap.12: Muito choro, desculpas e suspense...

- Burro, idiota, insensível, loiro aguado...-murmurava Hermione, enquanto se debulhava em lágrimas.

Depois da briga com Malfoy, ela se encaminhara para o banheiro da Murta-que-Geme a fim de ficar sozinha...Se sentou no vaso sanitário de um dos últimos boxes do banheiro e abriu o maior berreiro de sua vida. Enquanto ela se preocupava em xingar Malfoy de todos os nomes possíveis, ia batendo com força na porta do boxe, tentando descontar sua raiva...Uma visão totalmente lastimável. Pelo menos, se você for considerar que quem estava se descabelando por um garoto era a própria Hermione Granger. Ah, como ela se detestava por estar fazendo aquilo!

- Bruto, ignorante, inescrupuloso, estereotipo do capeta!-xingou ela, tentando secar as lágrimas que insistiam em cair.

Hermione meteu a cabeça no meio dos joelhos, se segurando pra não começar a berrar quando ouviu uma voz tremendamente animada em sua frente dizer:

- Meu Merlin, se não é a menina peluda! Você ainda tem um rabo, querida?

Hermione levantou o rosto para encarar a dona do banheiro, que estava com o rosto translúcido sorridente pra dentro do boxe, atravessando a porta.

- Vê se some, criatura!-gritou Hermione, em voz chorosa.
- Credo, com essa voz deve ter um mesmo ainda!-brincou Murta, entrando por completo no boxe e se sentando no ar.

Hermione se pôs a chorar ainda mais alto.

- Que horror! Tudo bem que um monte de garotas choronas vem pra cá descarregar suas lágrimas, mas você na acha que está exagerando um pouquinho?-perguntou Murta, sendo sincera.
- Por que raios eu estou chorando?-perguntou Hermione pra si mesma, ignorando a fantasma-Ele é um idiota! Ele foi rude, foi bruto, então por que raios eu estou chorando por ele, Merlin!?!
- Ah, você está chorando por causa de um garoto? Quer me contar o que está acontecendo? Sabe, eu sou uma ótima ouvinte...E sempre tenho bons conselhos sobre essas desilusões amoro...-estava dizendo Murta, quando Hermione a interrompeu.
- Ah, cale a boca! Você está morta, não pode saber de nada!-gritou Hermione.
- Puxa, não precisa ser tão direta! Só estou tentando ajudar!-gritou Murta em resposta, com sua voz normal de choro.
- Ai, maldito Malfoy!-disse Hermione, batendo um dos pés no chão.
- Malfoy? Draco Malfoy?-perguntou Murta, se interessando e se aproximando do chão de forma que ficasse a altura do rosto de Hermione.
- Você...O conhece?-perguntou Hermione, secando as lágrimas, olhando interessada para a fantasma.
- Ah, sim! Nunca falei com ele, mas já o vi no banheiro dos monitores...Ele é uma graça!-disse Murta, sorrindo.Hermione fechou os punhos com força sem se dar conta-Ah, querida, não se sinta a maior condenada do mundo! De dez garotas que vem pra cá por semana pra chorar, oito choram por causa desse garoto! Elas dizem que ele é a criatura mais linda do mundo e eu tenho que concordar, se você quer saber!
- Lindo? Aquele garoto é a pior e mais nojenta criatura desse mundo e do outro...Ele é sujo, ele é ignorante, ele é grosso, ele é...-começou Hermione.
- Se ele é tudo isso, por que você está chorando por ele?-perguntou Murta, sem entender.

Então, Hermione caiu em si. Ela estava se fazendo aquela mesma pergunta durante aqueles últimos minutos molhados sem se preocupar com a resposta, mas agora que outra pessoa (ou o que fora uma pessoa) estava lhe fazendo a mesma pergunta, ela não soube o que responder. É mesmo, por que ela estava chorando? Por que ela estava se sentindo tão mal por ter brigado com Malfoy? Por que, de repente, ela queria que ele aparecesse e dissesse que tudo tinha sido brincadeira e que ia ficar tudo bem?...Por que raios ela estava chorando por Draco Malfoy?

- Eu...Eu não sei.-disse ela, devagar olhando pro chão.
- Xi, você é aquele tipo de garota apaixonada mal resolvida?-perguntou Murta.
- Não, quer dizer...Eu não estou apaixonada.-respondeu Hermione devagar.
- Todas vocês falam a mesma coisa.-disse Murta, balançando a cabeça negativamente. Estranho como aqueles óculos lembravam os óculos de Sibila Trelawney-Sabe, garota, o que você tem que fazer em primeiro lugar é aceitar que gosta do tal Malfoy. Nesse estado de “não estou apaixonada” ele nem vai olhar pra você! E se ele olhar, terá que pagar umas promessas pra Merlin, porque esse garoto é muito disputado, sabia? É meio difícil ele reparar justo em você!-terminou a fantasma, com as mãos na cintura.
- O que?-perguntou Hermione, um tanto assustada-O que você está falando? Eu não estou apaixonada!
- Ah, meu Merlin, essa aí não tem jeito. Quer saber, que continuar assim, continue! É você que está perdendo a vida e não eu!-respondeu Murta, dando de ombros, mas depois parando como se desse conta do que acabara de falar-Quer dizer, eu não posso perder a vida...Ai!-então a fantasma começou a falar coisas sem sentido com a língua enrolada e atravessou a porta do boxe do banheiro, deixando uma Hermione confusa pra trás.

Hermione desviou os olhos da porta e se pôs a pensar no que a fantasma tinha dito. Certo, ela se sentia totalmente idiota por estar considerando algo que Murta-que-Geme tinha dito, mesmo fazendo sentido. Só podia ter enlouquecido mesmo. Depois de um bom tempo ali, ela tomou a iniciativa, se levantando, pegou a mochila e saiu do banheiro ignorando os berros descontrolados da fantasma que tinha se escondido em seu boxe particular.

“Chega disso! Quando a hora chegar, o Malfoy vai ouvir umas poucas e boas de mim. Ah, se vai!”pensou Hermione, enquanto se encaminhava para a torre da Grifinória.”Será que o que ele disse era verdade, mesmo?”considerou Hermione, parando no meio do corredor em que estava.

A contra gosto, ela sentiu as lágrimas voltarem a se acumular em seus olhos. Sem ter o que fazer, saiu correndo para a Grifinória, mais respectivamente para o dormitório feminino para poder chorar em paz...Oras, só porque ela daria uma lição no loiro não significava que não tinha o direito de chorar!...Pedir aquilo era demais, mesmo para Hermione Granger. A ferida tinha sido muito profunda e doía muito, mesmo para ela.

*


O vento gelado batia forte em seu rosto, mas Draco não parecia se importar. Não devia estar se importando mesmo, para estar no campo de quadribol voando em um frio abaixo dos 10ºC, mas esses não são pontos pra serem considerados agora. Mas, pelo menos, todo aquele vento estava acalmando-o de alguma forma. De repente, deu uma guinada forte pro chão e pousou, jogando a vassoura pra longe com força. Começou a andar em círculos, chutando a neve, espalhando-a por todos os lados. Estava nervoso, tremendamente nervoso. Não por causa do que acontecera no escritório de Dumbledore. Na verdade, naquele exato momento, ele nem se lembrava mais da conversa que tivera com o diretor. Estava nervoso pelo o que tinha acontecido depois da tal conversa. Era como se passasse um filme sem nexo em sua cabeça sem parar lembrando-o de toda aquela manhã. Primeiro, a cena de êxtase de uma certa garota recebendo uma rosa, depois a cara dela assustada por causa de uma cobra, depois o choro, depois o espanto e finalmente o desapontamento enquanto dizia que iria desaparecer da vida dele pro resto da eternidade.

Sim, ela mesma, Hermione Granger.

E a cada parte do filme, o loiro se sentia diferente. Primeiro feliz, depois preocupado, piedoso, nervoso e finalmente triste. Quando o filme acabava, ele passava a se sentir um completo inútil. Devagar a raiva começou a se tornar uma tristeza profunda, com uma pontada de orgulho dolorida. Ah, por que ele tinha feito aquilo?

- Eu sou uma besta mesmo!-xingou-se ao se sentar na neve.-Por que eu falei aquilo? Merlin, por que eu me comportei daquele jeito? Ela ficou tão desapontada, tão chateada, tão...Perdida.-murmurou Draco, agora deitando na neve branca.

Ele fechou os olhos, revendo o filme mais uma vez. Se o vissem daquele jeito, com certeza achariam estranho. Draco Malfoy deitado na neve, sujando seu uniforme e com a cara exposta a um vento gelado, sem se importar? Impossível! Mas, bem, ele realmente não parecia se importar. Não, ele se importava sim, estava se sentindo um completo idiota...Se odiava por se sentir assim!

- Eu fui um retardado! Ah, eu SOU um retardado! Ela nunca vai me perdoar! Ela vai me odiar pro resto da vida! Ela...Ela nunca mais vai querer olhar na minha cara! Ah, como eu sou BURRO!-gritou Draco, se sentando de novo e segurando a cabeça com as duas mãos, enquanto sentia seus olhos arderem por debaixo das pálpebras-Ai, Granger...Me desculpa! Mer**, eu não queria! Ah, não adianta, ela nunca mais vai querer dirigir uma palavra a mim! Pó***, eu coloquei tudo a perder!

O loiro olhou pro céu, como se pedisse para que o tempo voltasse pra trás. Começou a nevar, e Draco se lembrou da noite em que beijara Hermione a força. E se lembrou também de como a garota tinha reagido. Tinha sido doce, e tão diferente dos outros beijos que ele já tinha dado em outras garotas. Mas Hermione não era uma garota qualquer. Hermione era especial, era diferente, era...

- Ela é linda!-murmurou Draco, pra si mesmo.

O cheiro de Hermione começou a envolvê-lo,e Draco deitou na neve novamente, com os olhos fechados. Aonde será que ela estava agora? Será que ela estava chorando? Será que ela estava na aula? Não, pior...E se ela estivesse com Weasley? E se, de repente, a garota resolvesse ir atrás do ruivo? Draco se levantou de um salto ao pensar em Hermione e Rony juntos.

- Não...Qualquer coisa menos isso!-pediu ele, ficando um pouco desesperado.

Pegou a mochila e a vassoura e começou a andar de volta ao castelo, enquanto tentava tirar uma cena patética de Rony agarrando Hermione e a prendendo contra parede se aproveitando de seu estado...”Engraçado! Isso é mais adequado pra mim e não pro Weasley!”pensou Draco, deixando um meio sorriso aparecer em seu rosto. Sem nem pensar em ir para as aulas da manhã, se dirigiu para o dormitório e se enfiou debaixo de um chuveiro quente. Estava tentando se decidir sobre o que fazer. Será que Hermione o ouviria se ele lhe pedisse desculpas? Espera um instante...Desculpas? A pontada de orgulho apertou o peito do loiro, que afastou a idéia na hora da cabeça. Não, pedir desculpas estava fora de cogitação! Ele tinha que fazer Granger voltar pra ele de uma outra maneira...

Sedução? Presentes? Não, isso funcionaria com qualquer outra garota, mas não com Hermione Granger. Ela era tão orgulhosa quanto ele e não se deixaria dobrar pelo loiro tão facilmente. Então, o que?

- Merda, estava tudo indo bem! Eu tinha que abrir minha boca e estragar tudo!-reclamou o loiro, saindo do banho.

Draco encarou o próprio reflexo no espelho. Sua testa estava enrugada, formando um sulco no meio das sobrancelhas grossas e claras. Ele se aproximou da pia e ficou olhando pro reflexo, enquanto pensava. Acabou por se cansar. Não tinha como dobrar Hermione com nenhuma das maneiras convencionais e aceitáveis para uma garota normal...O jeito seria improvisar alguma coisa na hora. Draco foi se vestir, pensando sobre aquilo.

Estranho, ele estava nervoso. Um estranho frio na barriga o atacou e ele se sentou na cama se sentindo desconfortável. Pensando bem, deixaria aquele encontro para o almoço. Ou talvez pro jantar...

*


Hermione abriu os olhos devagar ao ouvir as vozes de suas colegas de quarto.

- Ah, ela está aí!-murmurou uma voz surpresa.
- Oras, e onde você queria que ela estivesse, Parvati?-perguntou outra voz, um pouco mais fina que a outra.

A garota abriu os olhos por completo, desgrudando o rosto do travesseiro úmido de lágrimas. Hermione bocejou, enquanto se sentava na cama.

- Oi, meninas!-disse ela, com um sorriso triste no rosto.
- Ah, Mione, mas que carinha, amiga! O que houve? Você estava chorando?-perguntou Parvati preocupada se sentando na cama da menina.
- Eu...-começou Hermione, mas foi cortada por Lilá.
- Chorar faz mal pra pele, sabia? Isso ajuda a envelhecer mais rápido, Hermione! E, vamos concordar, você tem que ter uma pele de bebê por causa daquele seu namoradinho lindo!-suspirou a loira, enquanto tirava Mione da cama e a arrastava para o banheiro-Ah, foi tão fofo quando ele jogou a mochila naquele bicho só pra ele tirar as atenções de você! Ah, e foi tudo tão horrível, não é?
- Lilá, está assustando a menina!-reclamou Parvati, puxando Hermione de volta pra cama.
- Não, Parvati! Ela precisa tomar um banho e passar uns cremes pra tirar essa cara de Maria sofredora, não é, Hermione? Solte-a, Parvati! Eu já disse!-reclamou Lilá, puxando-a pelo outro braço.

Hermione se sentia uma boneca na mão das duas, enquanto era puxada para a direita e para a esquerda. Estava tão triste, que nem ralhou com as duas garotas que finalmente a soltaram para discutirem sozinhas. Hermione devagar foi para o banheiro e fechou a porta, deixando as duas colegas pra trás e trancou a porta antes que elas a abrissem, coisa que tentaram segundos depois sem sucesso. Deixou-se ficar encostada naquela porta fria por muito tempo, olhando para a parede oposta do banheiro. Durante o choro, ela havia adormecido sem querer. E sonhou. Sonhou com uma coisa terrível. No sonho, ela via Draco sendo consolado por ninguém menos ninguém mais que Pansy Parkinson por ter brigado com ela e depois...Bem, o depois fazia os olhos de Hermione voltarem a marejar.

- Ah, por que me sinto assim!?!-perguntou ela, nervosa indo se olhar no espelho.-Caramba, estou horrível!-murmurou ela, observando a cara amassada e os olhos inchados e vermelhos de tanto chorar-Por que estou tão preocupada se Malfoy foi ou não procurar a vaca da Parkinson? Eu não tenho nada a ver com isso e, eu não me importo mesmo! Claro que eu não me importo, quero mais que aquele loiro EXPLODA!-disse ela alto, tentando se convencer de que não sentia dor nenhuma no peito.

Nervosa, arrancou o uniforme amassado e entrou debaixo do chuveiro. Involuntariamente, começou a pensar no que o loiro podia estar fazendo naquele momento...”Por favor, que ele não esteja com a Parkinson! Ele pode estar com qualquer uma, até com Gina, mas não com a Parkinson, Merlin!” pensou Hermione, se arrependendo em seguida. Não gostaria de ver Draco com ninguém, ninguém mesmo! Saiu do banho, mentalizando aquela idéia e vestiu um novo uniforme.

Agradeceu a Merlin por Lilá e Parvati terem ido embora. Era hora do almoço e Hermione decidiu ir almoçar para depois assistir as aulas da tarde. Ela não sabia se veria o loiro ou não, e se teria coragem de falar com ele ou não, mas precisava descer. Antes de tudo, precisava comer, senão acabaria ficando doente. Enquanto descia as escadas que levavam ao salão comunal da Grifinória, resolveu que também iria se certificar que Draco não estava com Parkinson. Ultrapassou o quadro da Mulher Gorda e desceu as escadas em espiral devagar, sentindo além da tristeza um novo sentimento, que lhe queimava a garganta...Não, Draco não podia estar com ela! Dando-se conta do que estava sentindo, Hermione parou no meio da escada.

Espere, o que ela estava pensando? O que era aquele sentimento estranho? Seriam...Ciúmes? Não, ciúmes estavam fora de cogitação! Mas, e se fosse?

- Ai, é melhor eu parar de pensar nisso!-resmungou Hermione e terminou de descer as escadas, pedindo agora que o loiro não aparecesse. Tinha a leve impressão que não conseguiria falar nada se Draco lhe pedisse desculpas!

*


Draco desceu as escadas do dormitório da Sonserina, passando as mãos pelos cabelos molhados por causa do banho quente. Ia totalmente absorto em seus pensamentos em relação à briga que tivera com Hermione. Ia tão absorto, que estava quase na parede falsa que servia como porta para a casa quando sentiu um grande peso se jogar sobre suas costas:

- Ai!-exclamou o loiro, virando pra trás pra ver quem era.
- Oi, querido!-exclamou Pansy, dando um selinho estalado no loiro-Não ouviu que eu e as meninas estávamos te chamando, não?-perguntou a morena apontando para sua turminha de amigas reunidas nas poltronas logo ali.
- Ai, Parkinson, me solta!-reclamou Draco, ignorando o cumprimento das garotas, e se desvencilhando dela.
- Draco!Puxa, é assim que você me trata? Eu estava tão preocupada com você!-respondeu Pansy, colocando as mãos na cintura e fazendo biquinho-Ah, mas eu sei porque você está me tratando desse jeito! É por causa daquela sangue-ruim da Granger que acha que é sua namorada! É, eu sei de tudo isso, viu? Ah, mas aquela criatura sem classe vai ver só o que vou fazer com ela! Quem ela pensa que é pra...-dizia a morena muito rápido, com sua voz esganiçada.
- Pansy, me faz um favor?-perguntou Draco, colocando a mão em cima da boca da garota.
- Claro, querido, o que você quiser!-sorriu Pansy, segurando a mão dele.
- Cala essa boca! Por Merlin, sua voz me irrita!-respondeu o loiro, se soltando dela e saindo pela porta, visivelmente nervoso.

Pansy observou a parede se fechar ocultando Draco.

- Ah, vocês viram isso?-perguntou ela, com voz chorosa enquanto se sentava em uma das poltronas.
- Claro!-disseram as sonserinas à sua volta.
- Ah, é tudo por culpa daquela grifinória vagabunda!-gritou a morena, batendo com força o pé no chão.
- Com certeza!-exclamaram as meninas juntas, como robozinhos.
- O que foi que eu perdi?-perguntou alguém atrás da poltrona de Pansy.

A morena se virou para encarar uma linda sonserina. Ela era morena, com cabelos bem negros até seus ombros, combinando com os olhos azuis-escuros. A boca da garota era bem vermelha, contrastando com sua pele branca. Era uma beleza diferente. Um rostinho de anjo com muita esperteza no olhar. A famosa Agatha Ryme.

*


Hermione estava na mesa da Grifinória, sentindo o olhar de todos sobre si. Harry, Rony e Gina estavam sentados mais ao meio da mesa e ao verem a expressão dura e o olhar triste da amiga, acharam melhor nem falar com ela. Rony pessoalmente, achava que a garota podia jogar um prato em cima dele depois de tudo o que acontecera naquele dia.

Hermione, porém, nem reparara naquela atitude dos amigos. Estava sentada, comendo bem devagar e lendo o Profeta Diário ao mesmo tempo. Ok, ela sabia que aquilo não era certo, mas seu estado de ânimo estava tão ruim que ela seria capaz de pegar uma vassoura e sair voando por aí. Suspirando, depois de não ver nada de interessante nas primeiras páginas, a garota levantou o rosto e girou o pescoço, sentindo seus ossos estalarem. Foi aí que viu um certo loiro entrando no Salão.

Vários rostos (principalmente femininos) se viraram para observar Draco entrando, mas ele sequer olhou pros lados. Andava decidido na direção de Hermione, sem desgrudar os olhos dela. Ele realmente não sabia o que falar pra ela, mas sabia que não pediria desculpas. Desculpas, nunca!

Hermione, por sua vez, abaixou o rosto voltando sua atenção ao jornal. Estava decidida a ignorar o garoto o mais que pudesse. Se necessário, levantaria e iria embora. O loiro deu a volta na ponta da mesa em que ela estava sentada e sentou na frente dela, sério. Hermione virou o jornal no caderno de esportes.

- Oi.-disse ele, seco.

Ela levou uma colherada de purê na boca, sem demonstrar a mínima reação. Draco olhou um pouco decepcionado para ela.

- Você está realmente nervosa comigo, né?

Hermione enrolou a ponta de seu cabelo com dedo, bebendo um pouco de seu suco de uva.

- Bom, não importa, não pense que só porque está com essa cara de besta que vou te pedir desculpas.-retrucou o loiro, irritado.

A menina sequer suspirou ao ouvir daquilo. Virou o jornal no caderno de economia.

- Sim, porque eu sei e você sabe que eu estou certo. Eu só estourei, só isso, é irracional você ficar nervosa desse jeito.

Os olhos castanhos de Hermione percorreram as novidades da música. Draco bufou.

- O que deu em você? O gato comeu sua língua por acaso? Será que dá pra você dizer alguma coisa? Será que dá pra você gritar? Explodir ou abrir um berreiro? Qualquer coisa!-reclamou o loiro.

Hermione começou a cantarolar, bebericando seu suco. O loiro meteu a mão em cima do jornal com força, sentindo seu rosto queimar. A garota nem se mexeu.

- Ah, Granger! Para com isso! Está me machucando! Você sabe que não devo explicações a você, nem desculpas. Isso é infantilidade! Olha pra mim, por Merlin! Vamos, Hermione!-disse o loiro, exasperado.Por que ela não olhava pra ele?- Hermione...Ah, me desculpa! Eu fui um idiota! –disse ele, sem pensar.

Naquele momento, a menina levantou os olhos e o encarou, com a boca entreaberta. Os olhos de Draco estavam límpidos como Hermione nunca os vira antes.

- Eu sou um idiota!-murmurou o loiro, olhando-a nos olhos-Me perdoa, Granger!

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, até que se levantou pegou a bolsa e seu jornal, e saiu andando. Draco ficou sem reação, onde a garota estava indo afinal? Então, Hermione se virou e perguntou:

- Você não vem?

Draco levantou e foi atrás de Mione, que voltara a caminhar. Estava completamente confuso, sem entender a atitude da garota. Ele a seguiu até o jardim cheio de neve. Hermione andava um pouco mais à frente, sentindo o vento gelado no rosto. Ela se sentou debaixo do velho carvalho. O loiro se sentou ao seu lado poucos segundos depois e perguntou, direto:

- O que foi?
- Nada.-respondeu ela, olhando para o lago congelado.
- Nada? Ah, Granger! Então por que está com essa cara? Você está furiosa comigo, né? Eu sabia que não ia adiantar te pedir desculpas, que você não ia me perdoar mesmo! Me desculpe, vai! Eu falei sem pensar, eu...-dizia Draco muito rápido, mas parou ao sentir o olhar congelante de Hermione em cima dele.
- Eu te desculpo.-disse ela, simplesmente, se voltando para o lago novamente.
- Ah...Certo.-disse o loiro olhando para ela.

Estava na cara que ela estava nervosa.”Não tinha como não estar, não é, imbecil?” disse uma voz em sua cabeça. O loiro ignorou aquela pergunta voltando seu olhar pro lago também. Ficaram em silêncio por vários minutos. O loiro sem saber o que dizer, preferiu ficar quieto. Hermione, pensando se sua atitude em trata-lo daquela forma estava certa, também resolveu ficar quieta. Finalmente, ela abriu a boca. Sabia que se não abrisse, acabaria chorando novamente.

- Eu te desculpo, mas isso não significa que não esteja chateada.
- Eu te entendo.-respondeu o loiro.
- E...Não dá pra tentarmos ter uma relação civilizada se você explodir comigo daquele jeito toda vez que tiver nervoso.-retrucou ela, olhando firmemente para ele.-Não tenho sangue de barata, Malfoy! Ou me trata do jeito que quero ser tratada ou paramos com toda essa loucura agora e vamos cada um pro seu lado.

Draco não soube na hora se foi o jeito de Hermione ter falado, ou se foi seu olhar firme, mas de repente, o loiro percebeu que tinha perdido tudo o que tinha conquistado até aquele momento. Era como se tivesse perdido Hermione. Como se ela estivesse escorregando entre seus dedos e ele não soubesse o que fazer para impedir isso...Draco se sentiu totalmente perdido.

- Malfoy? O que foi, se perdeu, é?-perguntou Hermione, ao perceber o quanto o garoto estava desatento.
- O que?...Ah, nada não, Granger! É, entendi, eu vou tentar me controlar daqui em diante, ok?-perguntou ele, passando a mão de leve no rosto da garota.

Hermione repeliu a mão de Draco, virando o rosto e disse, rude, sem olhar pra ele.

- Agora não, Malfoy! Por favor, ok?
- Certo, Granger, certo!-respondeu Draco tirando a mão do rosto dela.
- Agora...Será que você me dizer o porquê de ter dado todo aquele piti hoje de manhã?-perguntou Hermione, mudando bruscamente de assunto.
- Não.-respondeu Draco.
- Por que não?-perguntou ela, confusa.
- Porque eu não quero falar soube isso, Granger!-retrucou Draco, fechando a cara.
- Vai começar de novo, é?
- Não, não! Desculpa...Ai, é tudo culpa daquele velho esclerosado!-respondeu Draco, metendo o punho no chão.
- Está falando de Dumbledore?
- Você conhece algum outro velho esclerosado por aqui que não seja aquela anta barbada?
- Malfoy!-repreendeu Hermione-Não fale assim do diretor! Ele não te fez nada pra você estar falando desse jeito!
- Idiota, esclerosado, lesado, filho de uma...
- Malfoy!-disse Hermione alto.
- Ai, Granger não grita! Não basta aquele idiota falando do meu avô e você ainda começa a berrar...Faça-me o favor!-reclamou o loiro.
- Então foi isso? Dumbledore falou no seu avô?-perguntou Hermione, devagar, vendo se o loiro contava o que tinha acontecido pra ela.
- É...Foi.-resmungou Draco, olhando pra baixo.
- Por que não me conta o que aconteceu de uma vez?-resmungou Hermione em resposta, cruzando os braços.
- Você não vai desistir, não é?-perguntou Draco, um pouco irritado.
- Não, a não ser que você me conte.-respondeu ela.-Vai, Malfoy, desembucha!

O loiro ainda abriu a boca pra retrucar, mas acabou contando. Hermione ouviu tudo calmamente, interrompendo o loiro às vezes pra confirmar um detalhe ou outro. Quando Draco terminou, ela estava com a testa enrugada e mordiscando o lábio inferior de leve. O loiro estava ponderando em como ela ficava linda com aquela carinha preocupada quando Hermione abriu a boca.

- Não entendi.
- Como, não entendeu? Quer que eu te conte de novo?-perguntou Draco, sem entender.
- Não, Malfoy! Eu não entendi porque Dumbledore teve aquela atitude com você, quer dizer, sei lá, o diretor não costuma ser assim. Ele é sempre muito calmo, é...Sei lá, estranho você me contar que ele explodiu com você desse jeito.
- É, se você está dizendo, deve ser estranho mesmo...Filho da p***, como ele pôde falar do meu avô? E ainda mais achar que eu tenho alguma coisa com o tal feitiço! Tem um cara querendo me matar e eu ainda vou ter alguma cosia com o feitiço! É um esclerosado mesmo!-reclamou Draco.
- Talvez, Dumbledore pense assim por que...Por que talvez você realmente tenha alguma coisa a ver com o tal feitiço.-disse Hermione, dando de ombros.
- Tá insinuando o quê, ô criatura devoradora de livros?-perguntou Draco, fazendo Hermione dar um pequeno sorrisinho.
- Ah, sei lá, Malfoy. Seu pai é um comensal dito como íntimo de Voldemort...
- Ficou doida? Como pode falar o nome dele nessa altura?-perguntou Draco baixo, como se tivesse medo de que alguém estivesse ouvindo sua conversa.
- ...E você também não é nenhum inocente em artes das trevas, ouviu bem? E não faça essa cara, garoto, é só um nome!-se irritou ela no final.
- É o nome do Lord das Trevas, Granger!-censurou Draco.
- Ó, grande coisa, Malfoy!Vamos, me diga, você sabe de alguma sobre esse tal cara?
- Ah, qual é, Granger! Se eu soubesse, teria te contado já!-retrucou Draco.
- Mesmo?-perguntou Hermione, não se dando por vencida.
- É lógico, garota! Agora, vê se tire essa idéia da cabeça!-disse Draco, em tom de quem encerra o assunto.
- Ótimo, então eu vou embora. Nos vemos a noite.-respondeu ela, seca, se levantando.

Draco já ia retrucar quando o Profeta Diário de Hermione caiu na neve, se abrindo e revelando um envelope preto. Hermione olhou um pouco assustada de Draco pro envelope. O loiro, em resposta, o pegou e abriu, enquanto se levantava. As palavras prateadas não demoraram a aparecer:

Minha querida Christine,

Não sabes o quanto estou ferido com tudo o que aconteceu hoje. Fiquei tão desesperado ao ver meu feitiço, minha cobra avançar sobre ti, meu amor...Foi terrível, foram segundos de morte pra mim. Graças a Merlin, reverti o feitiço a tempo!
Vês, minha querida? Eu te salvei...Novamente...Estás viva por minha causa. E aquele idiota, ó meu amor, como pôde chorar por ele? Quando os vi brigando, pensei que viria até a minha companhia, buscaria os meus braços, os meus beijos, os meus carinhos...Mas não, tu fostes chorar por ELE! Por aquele que só a faz sofrer...
Por que não o deixa morrer, minha querida? Por que não o entrega pra mim de uma vez? Por que se prende tanto a essa criatura tão...Maldita? Entregue-o pra mim, meu amor, entregue-o para a Morte...
Christine, tu não mereces sofrer assim, querida. Guarde minhas palavras: eu te farei feliz, eu te farei amar, mas, se a mim não vieres, te farei morrer.
Sinto querida, mas só minha tu podes ser...De mais ninguém. E vou provar como isso é verdade. Guarde minhas palavras, meu amor. Carregue-as até a eternidade se for preciso, pois não sei o quão longe estás dela...

Com todo o amor do universo, para ti...


O loiro levantou os olhos acinzentados para Hermione. A garota parecia assustada. Com um gesto, arrancou o pergaminho negro das mãos dele e se pôs a ler. Draco observou, durante a leitura, os olhos da garota se encherem de lágrimas aos poucos. Quando ela finalmente terminou a leitura, olhou pra ele e disse simplesmente:

- Ele vai matar nós dois.

Draco a puxou e a abraçou com força. Hermione se pôs a chorar baixinho no ombro do loiro enquanto este acariciava seus cabelos. Ela fechou os olhos, e repetiu agora com tristeza:

- Ele vai matar nós dois.
- Não, não vai, Granger.-retrucou Draco, com uma força que não sentia no momento.-Não fique tão assustada com um pedaço de papel. Se esse cara é tão corajoso, por que não mostra o rosto pra nós dois, em vez de ficar nos ameaçando desse jeito? Pense nisso, Granger.
- Não tente se fazer de forte assim, garoto. Eu sei que está tão assustado quanto eu!-retrucou Hermione, apertando os olhos com força, enquanto era embalada pelo cheiro de menta do rapaz.
- Eu sei. Não estou dizendo que não estou assustado, Granger, porque eu estou. Mas não podemos ficar desse jeito, sabe, a gente precisa ser forte e tentar descobrir quem está escrevendo essas cartas. Esse cara é doido, Hermione, totalmente psicopata.
- Eu sei que é, Malfoy. Mas pense, ele pode até ser doido, mas é um doido muito inteligente e é poderoso também. Não é todo mundo que faz um feitiço de magia negra daqueles assim, ainda sendo um aluno.-disse Hermione, encostando a cabeça de leve no peitoral de Draco.
- Quem disse que é um aluno, Granger?-perguntou Draco. Ela se afastou na hora dele e o olhou nos olhos, fazendo um leve calor percorrer o corpo do garoto.
- Como assim? Você acha que...
- Granger, pode ser qualquer um! Não precisa ser um aluno! Olha, pode ser um professor, pode ser esse gigante doido, pode ser alguém que está escondido na floresta, pode ser alguém de Hogsmeade...É como eu disse, pode ser qualquer um!-disse o loiro.
- É, pode ser qualquer um.-concordou Hermione, voltando a abraça-lo.-Qualquer um...
- Está mais calma?-perguntou Draco.
- Estou.-respondeu Hermione, pousando seu olhar no pomar de abóboras que havia atrás da casa de Hagrid.
- Então, me diz, você quer ir assistir as aulas ou acha melhor nós não irmos hoje?
- Acho melhor nós irmos assistir as aulas...-disse ela vagamente, se concentrando em uma grande abóbora bem no meio do pomar.
- Certo...E você vai querer ir jantar hoje? Eu posso ir te buscar na escada da Grifinória, se quiser.-disse Draco, acariciando agora as costas dela com as mãos.
- Certo...-respondeu Hermione, vagamente sem tirar os olhos da abóbora.

A porta de trás da cabana de Hagrid se abriu devagar e dela saiu alguém com a capa da Sonserina. A pessoa, estava usando uma longa touca negra, que lhe escondia o rosto. Ela se virou e pareceu olhar para o local onde Hermione e Draco estavam abraçados. Involuntariamente, os pêlos de todo o corpo da garota se arrepiaram e seu coração acelerou. Hermione arregalou os olhos castanhos e os comprimiu em seguida, tentando enxergar melhor, já que estava um pouco longe da pessoa. A pessoa foi até o centro do pomar e se sentou na abóbora que antes era o centro das atenções daqueles olhos castanhos, e...Acenou. Uma dor forte se apoderou da cabeça da garota, e ela sentia como se sua cabeça fosse ser separada em duas partes.

“ Não feche os olhos, Hermione Granger, não feche os olhos!”-dizia uma voz na cabeça dela, mas a dor foi muito mais forte. No segundo que os olhos da garota piscaram, a pessoa sumiu.

- NÃO!-gritou ela, se soltando de Draco e se pondo a correr na direção da cabana de Hagrid.
- Hei! Granger!-gritou o loiro, sem entender e correndo atrás dela.

Hermione chegou pulando no pomar, e começou a correr entre as abóboras, sem encontrar nada.

- Não, não...Ah, meu Deus, não, por favor.

Draco a puxou pelo braço, fazendo-a virar violentamente pra ele.

- O que foi, Granger?Ficou doida?-perguntou o loiro, vermelho de tanto correr.
- Eu vi, Malfoy...Eu o vi!-disse ela, tentando se soltar do garoto que a segurava com força.
- Viu o quê? Viu quem?-perguntou o loiro, segurando-a agora pelos dois braços.
- Eu O vi, Malfoy! O cara, O DOIDO!-gritou Hermione pra ele.
- Como assim? Como sabe que é ele? Você viu a cara do cara?
- Não, eu não vi...Ele estava com uma touca, não deu pra ver quem era! Mas eu o vi! Ele acenou pra mim! Eu sei que é ele, Malfoy, eu juro que sei!
- Como sabe?-perguntou Draco.-Pode ter sido qualquer um, Granger!
- Mas, não era! Era ele, eu sei. Eu não sei como eu sei, mas eu sei que eu sei...Ai, minha cabeça!-reclamou ela, ficando tonta e se sentando em uma abóbora.
- O que foi?
- Quando vi o tal cara, senti uma pontada na minha cabeça terrível. Ai, mas que me***!-reclamou ela, enterrando a cabeça nos joelhos.
- Você tá gelada...Pelo jeito, era o cara mesmo, não é?-perguntou Draco, segurando a mão dela.
- O pior não é isso, Malfoy.-disse Hermione, levantando o rosto e o encarando.
- O que tem de pior?
- Era um Sonserino, Malfoy...Um Sonserino!-respondeu ela.

Draco arregalou os olhos, assustado, enquanto a garota o encarava tristemente.

N/A:Tadinha da Mi, né? Eu não queria estar no lugar dela...E vcs? Comentem, por favor!!!!!

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