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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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8. Relatos de um diário, ameaças


Fic: Obsessão Por Você - AVISO POSTADO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:VIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!Já temos 29 coments!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Puxa, pessoal, muito obriaga por todo ocarinho e por toda atenção que vocês têm comigo e com a minha fic! OBRIGADA DE VERDADE!!!!!Ah, desculpe por estra tanto tempo sem atualizar...Por isso, dois caps novos pra vocês, ok? Agradecimentos especiais para:

*Nah Potter Malfoy:Puxa, que bom que a fic te conquistou! Depois de ter entrado várias vezes, espero que continue gostando da fic...Ainda tem muita coisa para acontecer com nossos pombinhos, viu? Valeu pelo coment! Beijocas.

*Patricia Malfoy:Oi, Pati! Posso te chamr assim, né? Obirgada por comentar e pelo elgio! Atualizada p/ vc, tá? Beijos.

*Lali/Andrayah:Minina, adorei o Andrayah!!!!!! Nossa, quanto love com a minha fic!!!Obrigada por comentar e continue lendo, viu? B-jão...Ah, não quero deixar niguém desesperado, tá? Não se suicide, please!

*Beatriz Granger Malfoy:Bia, sempre presente! Esquece, minina, eu sempre demoro mais...rsrsrs...Assim que der passo nas suas fics, tá? Beijocas, Bia!

*Mô:Tá aqui, tá aqui, tá aqui...Espero que goste. Beijos, fofa!

*Thati:Minha linda, artista do meu coração!!!!!!! Hum, ataque no próx cap, viu? ELES SÃO MUITO FOFOS!!!!! Ah, sobrte a última frase do Draquinho Perfeito Gostoso Malfoy....Acontece que logo depois que a Mione conta pra ele tudo o que está acontecendo com ela, ela pergunta se ele que ela está louca e a coisa loira perfeitosa diz que não. Por isso, só pra irritar, no fibnal do cap ele diz que acha, na verdade, que ela é maluquete msm...TIPO, NÓS KAWAIS, ENTENDE? É ISSO!!!Saudades suas, te adoro!

É ISSO PESSOAL, ESPERO QUE GOSTEM!!! AH, CADÊ OS MENINOS DAQUI, HEM?? MACHARADA, COMENTE!!!

Cap.7: Relatos de um diário, ameaças à parte

Hermione chegou a Torre da Grifinória. Ela sabia que o sinal para o almoço tocaria e que Harry e Rony a procurariam para saber o que ele tinha falado com Malfoy, mas ela não se importava com aquilo.Já não sentia fome, medo ou vontade de ver aulas...só queria saber o que havia naquele diário. Sentou-se em uma poltrona que estava ao lado da janela e abriu o diário. A 1ª folha tinha um enorme desenho do brasão da família Malfoy. Em uma letra rebuscada, estava assinado o nome Anthony Malfoy ao canto.

Ela virou a folha, encontrando o relato do dia 1º de setembro de 1947. A letra era pequena e espremida e um monte de anotações enchia os cantos da folha amarelada. Hermione pôs-se a ler:

1º de Setembro

Primeiramente, isso não é um diário, pois diário é coisa de maricas. Vou chamar isso aqui de...caderno de anotações.Bicho, eu vou parar de enrolar e começar a escrever de uma vez! Eu sou Anthony Malfoy, falando da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, 6º ano, 1º de setembro de 1955. Se alguém ler isso daqui uns 50 anos, é melhor saber realmente quem eu sou: um broto cheio da gaita, loiro e desejado, morou?
Hoje foi o dia em que voltei pra esse brejo. Resolvi começar o caderno hoje porque os acontecimentos que aconteceram realmente merecem ser contados e registrados. Eu não vou contar a caretice que foi a minha mãe chorando em plena estação, como se eu fosse um pivete...ela é de miolo-mole, morou? Quando eu me livrei dos braços da minha “mamy”, entrei no trem e achei uma cabina fazia lá pro fim. Foi só eu por as minhas maletas no bagageiro, a porta da cabina se abriu e aquela loca da Rúbia entrou e se pendurou no meu pescoço. Ela começou a passar aquela língua nojenta em mim dizendo que estava morrendo de saudades e etc, etc, etc...e ela estava usando um perfuminho francês barato, simplesmente horrível! Bicho, por acaso ela tava de miolo-mole quando compro aquilo? Bom, eu comecei a gritar e empurra-la, mas ela tava no maior grude, bicho!

- Rúbia, me solte! Sua boko-moko, será que dá pra para de passar a língua no meu pescoço?...SAI!
- Por que você ta assim, Anthony? Você num fico com saudades da sua garota papo-firme aqui, não?
- Papo-firme? Ah, qualé, eu dei graças a Merlin por me livrar um pouco de você, Parkinson!

Bicho, essa menina é muito rapa fora...ela fez biquinho, rebolou e quando eu comecei a considerar o quadril que ela tem [só que tem um rosto tão feio, pobre dos filhos que ela for ter (isso se ela achar algum doido pra casar com ela), como se eu realmente me importasse] os meus dois guarda-costas apareceram. Marcus e Brutus estão parecendo cada vez mais com homens pré-históricos. Cal e July chegaram pouco depois, então começamos a conversar. Bicho, não tem um prafrentex naquele povo além de mim, dá pra acreditar que eles conseguiram passar toda a viagem falando sobre as férias???
Na metade da viagem, eu fui dar uma volta pelo trem para dar uma espairada, mora? Quando eu tava passando na frente do banheiro, eu fui atropelado por duas locas. Na verdade foi uma só que me atropelou, ela me surgiu do meio do nada, me empurrou, eu a segurei pra evitar cair e nós dois fomos pro chão...teria sido horrível se a garota não usasse uma blusinha e uma mini-minissaia (esse foi realmente o melhor invento dos trouxas)...realmente, eu adorei aquele bafafá!!! Bicho, aí foi coisa de cinema: meus olhos se encontraram com aqueles olhos cor-de-mel. Nós ficamos parados uns segundos quando eu ouvi a outra garota atrás da gente dizer:

- Christine, você vai ficar aí com o Malfoy ou vai voltar comigo pra cabina?
- Sutcliffe!!!!-esse berro foi meu...bicho, dá pra acreditar que eu estava em cima de Christine Sutcliffe? Aquela grifinória songa-monga, ai, me dá nojo só de lembrar.

Eu me levantei de supetão, e ela também, então começou a me passar uns sermões (você não olha por onde anda, Malfoy?) e depois saiu batendo o pé...por que alguém tão odiosa e nojenta precisa ter um quadril daqueles, sabe, eu até teria alguma coisa com ela se ela não fosse uma Sutcliffe detestável (e um belo de um avião, valha-me Deus)!!!
Ah, bom, nós chegamos em Hogwarts e teve todo o fala-fala daquele velho fora do século XX, o “diretor” Dippet. Bom, não vou contar nada sobre o jantar porque não agüentei ver Marcus e Brutus comerem como dois porcos e Rúbia escorregando a mão pra minha coxa, então vim para o dormitório...e chegamos ao momento presente. E...eu estou pensando em Sutcliffe. Ela está realmente mudada, não só no corpo (que é perfeito) mas na atitude também, mora? Ah, poxa, eu não sei..espera, estou pensando em Christine Sutcliffe? O que há comigo...bicho, eu realmente preciso comer alguma coisa, vou fazer um plá na cozinha e dormir, eu sou um Malfoy, não posso pensar em uma Sutcliffe nojenta!
Por que ainda estou escrevendo? Puxa, isso vicia, bicho, certo, vou parar agora...parei...parei...mas que coisa, PAREI!”


O relato terminava ali, Hermione virou a folha e leu algumas linhas do que Anthony havia escrito no dia 2...só constatou que Christine era amiga de Alex Weasley e Mark Potter...nossa, aquilo era realmente estranho, quem eram Alex Weasley e Mark Potter? A garota raciocinou um pouco naquilo e chegou a uma conclusão: se Anthony era avô de Draco, Alex e Mark poderiam ser os avôs de Rony e Harry! E se ela estivesse certa, todos os outros poderiam ser avôs das pessoas que conhecia..ou seja, Rúbia Parkinson poderia ser avó de Pansy, e Marcus e Brutus de Crabbe e Goyle...ou, aquilo era realmente muito sério!

De repente, Hermione se lembrou da folha que anotara o que sabia sobre todo aquele mistério no dia anterior, ela e Malfoy a haviam jogado em sua bolsa na pressa de escapar de Filch...ela abriu a bolsa rápido, estava tudo uma confusão mas ela conseguiu encontrar o pedaço de pergaminho, absurdamente amassado, mas ainda assim legível. O sangue havia manchado as anotações que diziam a respeito de Malfoy e o nome dele brilhava de forma estranha, ela passou a mão pelo nome dele, mas a tinta estava seca e o sangue também, e mesmo assim o nome brilhava.

- Depois eu descubro o que aconteceu, é melhor eu registrar o que sei antes de qualquer coisa.-disse ela pra si mesma.

Pegou a pena e escreveu:

5- As visões estão acontecendo quando eu e Malfoy entramos em contato com alguma coisa que pertenceu a Anthony Malfoy, seu avô, este foi apaixonado por Christine Sutcliffe.

6- Eu acho que Anthony era amigo dos avós de Parkinson, Crabbe, Goyle, Zambine e Bulstróide. E, que Christine era amiga de Alex Weasley e Mark Potter, que talvez sejam avôs de Rony e Harry.

7-Eu preciso falar com Malfoy urgentemente!


Hermione olhou para o que acabara de escrever e refletiu um pouco antes de voltar sua atenção para o diário. Iria ler o que estava escrito no dia 3 de setembro quando ouviu dois gritos de alívio.

- Hermione!!- gritaram Harry e Rony do buraco da Mulher Gorda ao vê-la.
- Olá, meninos!-disse ela, sem tirar os olhos do diário e continuando a ler o relato sarcástico de Malfoy sobre as aulas de Adivinhação.
- “Olá, meninos”?-perguntou Rony se sentando do lado dela.- O que está fazendo aqui? Por que não foi pra aula? Você saiu com o Malfoy e não apareceu mais, onde vocês foram? O que ele queria com você?- o ruivo disse tudo aquilo muito rápido. Aquela hora, Harry estava sentado do outro lado de Hermione e dizia “Isso mesmo” a cada pergunta de Rony. Ela olhou pra Rony e sorriu, fazendo-o ficar vermelho e perguntou:
- Rony, qual é o nome do seu avô?
- É..ah? Hermione, não mude de assunto!-disse Rony, nervoso.
- Isso mesmo! O que você tem, Hermione? Está diferente...o que o Malfoy fez com você?-perguntou Harry, mostrando-se ainda mais nervoso que o amigo.
- Harry, eu estou ótima, OK? Eu e Malfoy precisávamos falar sobre algumas coisas da monitoria, nada que realmente importa e ele não fez nada comigo, está bem? –disse ela olhando Harry, depois voltou-se para Rony-Então, Rony, qual é o nome do seu avo?
- Por que você quer saber?-perguntou ele desconfiado.
- Apenas curiosidade. Então, qual é?
- O meu avô materno se chama...
- Não o materno, Ron, quero saber o nome do pai de seu pai!
- Certo, ele se chama Alexander, mas todos nós o chamamos de Alex, por que?

Hermione arregalou os olhos castanhos diante da revelação, aquilo podia dizer que ela estava certa...agora era perguntar a Harry mas ela desconfiava que ele não soubesse.

- E como se chama o seu avô paterno, Harry?
- Hermione, por que você acha que eu sei o nome dele? Se esqueceu que toda a minha família está morta? Não tem ninguém que possa me dizer o nome dele...mas, afinal por que você quer saber?
- Já disse que é só curiosidade, que coisa!-disse Hermione, nervosa. Ela fechou o diário de Anthony com violência e levantou da poltrona, pegando a bolsa e tudo que lhe pertencia ali. Harry e Rony se olharam, desconfiados, afinal, por que a amiga estava se comportando daquela forma???
- Hermione, aonde você vai?-perguntou Rony.
- Para a biblioteca.
- E você não vai almoçar? Você não tomou nem o café, Hermione, você vai acabar passando mal desse jeito.-repreendeu Harry vendo ela se dirigir para o buraco da Mulher Gorda.
- Quando eu tiver fome, eu vou ao salão e como...e não me esperem, não vou para as aulas hoje.-disse ela, num tom nervoso de quem encerra a conversa.

Alguns segundos depois, e o quadro se fechou deixando os dois garotos a ver navios.

*


Draco estava sentado em frente à lareira já fazia quase meia hora. Estivera pensando sobre tudo que Hermione lhe dissera naquela manhã, tentando achar uma solução mais lógica do que aquela que ele havia dado a garota, mas não conseguiu pensar em nada. Agora estava de olhos fechados, descansando o cérebro e a visão, quem sabe daquele modo encontra-se uma resposta pra tudo aquilo.

“Mas, por que você se incomoda, ela é apenas uma sangue-ruim que anda delirando e precisa ser internada! Por que você está se afundando nessa besteira?”-perguntou uma voz no fundo de sua cabeça.

“Não acho que ela está delirando, na verdade, por mais estranho que isso possa parecer, alguma coisa me diz para ir fundo nisso tudo...”

“E pra que? A Granger não presta, ela é uma víbora que vai acabar te ferrando, pense nisso, Draco Malfoy”.

“Estou pensando, e acho que é exatamente o contrário, a Granger parece mesmo precisar da minha ajuda... e eu devo considerar o beijo que ela vai me...”

O pensamento de Draco foi interrompido quando sentiu lábios frios se encostarem nos seus. O garoto abriu os olhos de supetão e empurrou quem quer que fosse pra trás com força. Pansy Parkinson caiu no chão e reclamou:

- Draco, o que é isso?
- Parkinson? Pelo amor de Deus, o que pensa que estava fazendo?-perguntou ele, colorindo o rosto de um vermelho furioso.
- Ah, querido, pensei que estava dormindo e fui te acordar...não precisa me tratar desse jeito. O que deu em você? Já sei, foi a Granger, não foi? O que ela fez com você, hem? Você não apareceu à manha inteira e..-disse a garota, se levantando e impedindo Draco de se levantar.
- Cale-se, Parkinson! Mas que p****, nunca mais faça isso, ouviu bem? Eu estava pensando e você me fez perder o fio da meada, sua inútil! Anda, sai da minha frente e não aparece hoje pra mim nem pintada de ouro!-gritou ele, tirando a garota de sua frente e subindo as escadas que davam no dormitório masculino.
- Mas, Draco...

Ele bateu a porta do dormitório com força, deixando Pansy lá embaixo. Ela começou a chorar e pensou logo em subir e tentar acalmar Malfoy quando ouviu outro berro dele, lá de cima:

- Quem foi o filho da p*** que fez isso???

Pansy não entendeu o motivo de Draco ter dito aquilo e subiu para ver o que estava acontecendo. Ao entrar no dormitório, seus olhos negros se arregalaram. A cama de Draco estava coberta de pétalas de rosas mortas que exalavam um cheiro horrivelmente enjoativo. O garoto, por sua vez, pegou um envelope preto que havia sido posto em cima de seu travesseiro e o abriu. Primeiramente, o pergaminho estava vazio, mas logo foi se enchendo de palavras em tinta prata. De olhos arregalados, Draco começou a ler o conteúdo da carta:

Prezado Malfoy,

Creio que sabe quem lhe escreve, por isso não vou me identificar. Quero apenas saber o que tu fazes com a minha amada? Quero que fique longe dela, tu não merece sequer um daqueles lindos olhares. Pare de confundir a cabeça dela, seu perverso, não a faças sofrer mais do que já sofres.
Digo-lhe isso, porque se ela derramar sequer uma lágrima por tua causa, juro que se arrependerás para o resto da vida, vida a qual amaldiçoarei e que perseguirei até não mais existir. Ofereço-lhe estas pétalas mortas com mais todo o ódio que tenho por ti, e que estas representam o que colocarei em seu túmulo no dia em que finalmente acabar com tua vida.
E neste dia, serei eu que secarei as lágrimas daqueles tão lindos olhos, e não tu como sei que queres...e serei eu que beijarei seus lábios, tirando o sabor de morte que você está a colocar neles. E, isso não é motivo para te preocupares, pois logo ela te esquecera, te esqueceras para o resto da eternidade.

Lembre-se de minhas palavras, daquele teu inimigo desde já...


A mão dele se fechou com força sob a carta, amassando-a. Pansy se aproximou de Draco e perguntou:

- O que foi, Draco? O que estava escrito aí?

O garoto não respondeu, apenas pegou a varinha e lançou um feitiço que fez as pétalas desaparecerem de sua cama. Ele alisou a carta em cima do criado-mudo, a dobrou e guardou no bolso da capa. Pansy insistiu na pergunta e teve como resposta um empurrão de Draco, que saiu batendo o pé do dormitório...estava decidido a tirar aquela história a limpo, e o quanto antes.

*


Hermione já estava a um bom tempo na biblioteca, sentada na mesma mesa que estivera no dia anterior. Já estava quase terminando de ler o diário e não tinha chegado a nenhuma conclusão além de como Anthony e Christine tinham se apaixonado. Pelo o que o garoto relatara, eles começaram a se envolver pois alguém estava perseguindo a garota e ela por sua vez, acabou por pedir auxílio para Anthony...e acabaram se apaixonando. E aquela era uma paixão forte, realmente muito forte. Anthony às vezes dizia alguma coisa sobre o caso, mas nada de esclarecedor. Na verdade, o loiro parecia saber quem perseguia a garota, mas não escrevia o nome do cujo.

Ela parou para pensar um pouco. O diário em vez de mostrar uma luz no fim do túnel para ela entender tudo o que estava acontecendo, parecia apagar as únicas velas que iluminavam o seu tortuoso caminho. Respirou fundo algumas vezes, a fim de sugar todo o ar presente a sua volta e voltou a leitura. O dia era 24 de dezembro de 1955, e o relato era mínimo. Pelo o que estava escrito, haveria um baile à fantasia naquela noite e Christine iria lhe fazer uma surpresa. O garoto iria vestido como os grandes lordes medievais e apesar de saber que a roupa da namorada tinha algo a ver com a sua, não fazia idéia do que realmente era. E assim, o relato terminava com o garoto dizendo que iria se arrumar para o baile.

Hermione foi passando as páginas sem encontrar mais nada escrito, pelo jeito Anthony devia ter aposentado seu diário naquele dia. Nem mesmo no último dia de aula, havia lago escrito. Mas no dia 1 de Julho de 1956, havia um enorme título que dizia “Meu ano com Chris”. A garota esboçou um sorriso e virou a página, deixando-se surpreender. Todas as páginas, até o final do diário estavam repletas de fotos e desenhos de Christine.

Christine?

Na verdade, fotos de Hermione. A menina olhou perplexa para tudo aquilo, sem acreditar no que via. Como Malfoy tinha conseguido todas aquelas fotos? Afinal, ela sabia se reconhecer me fotos, e aquela garota que ria e apontava nas fotos era ela, e não Christine. Principalmente porque Hermione se lembrava de ter tirado aquelas fotos! Qual não foi a sua surpresa ao encontrar na penúltima página do diário, uma foto sua, vestida com o uniforme da Grifinória e abraçando alguns livros...foto que Colin havia tirado no final do ano passado. Nervosa, ela fechou o diário violentamente e disse pra si mesma:

- O Malfoy me paga! Como pôde brincar dessa forma comigo? E como ele conseguiu todas essas fotos? Eu sabia, alguma coisa estava me dizendo que isso não ia prestar e que ele só estava querendo brincar comigo...ah, como fui BURRA! Ah, mas ele vai ter que explicar direitinho essa história, ou eu não me chamo Hermione Granger!

E levantando, saiu da biblioteca batendo o pé.

*


O dia foi péssimo e frio para certos sonserino e grifinória. Draco decidiu voar um pouco no campo de quadribol, depois de gritar com muitas pessoas e encontrar cartas ameaçadoras como a primeira por todo lugar que ia e em tudo que mexia, desde livros a escadas em que passava e encontrava um envelope preto preso no corrimão. Ao levantar vôo em sua Firebolt, sentiu-se um pouco mais livre. Todas as cartas que encontrara estavam seguras em seus bolsos. É, por um momento Draco refletiu e viu que voar era a única coisa que podia dar-lhe aquela sensação de liberdade, segurança e tranqüilidade, tudo de uma só vez. Mas quando sentiu seus ossos começarem a enrijecer por causa do frio, achou melhor voltar ao castelo. E assim o fez, com sua cabeça agora ocupada por Hermione. O que ela estaria fazendo naquele momento?

Hermione, por sua vez, se encontrava naquele momento na Torre de Astronomia. A torre que só era usada à noite, foi o único lugar vazio e calmo em que ela conseguiu pensar para ir depois de encontrar pelo menos dez envelopes negros endereçados a ela pelo castelo, em todo lugar que ia. As cartas eram quase sempre iguais, juras de amor eterno e desejo de morte á aquele que dominava seus pensamentos e seu coração. Antes ela soubesse quem era esse alguém, já que a única coisa que ocupava que sua mente era Malfoy e seu coração; a insegurança de confiar nele. E ele com toda certeza não podia ser esse alguém. Ela já estava há muito tempo lá, parada sentindo a brisa gélida de Dezembro. O inverno não podia ser uma estação quente ou aconchegante, mas era com certeza a preferida de Hermione. Tudo ficava com uma beleza descomunal, coberto pela neve branca e o clima não podia ser dos melhores: frio e misterioso, como ela se sentia na maior parte das vezes. Na opinião da garota, era a única estação em que ela conseguia parar, pensar e relaxar em si mesma, entrar em contato com o universo. O verão, cheio de alegria e calor, o mais oposto do inverno, era terrivelmente horrível para ela. As pessoas todas felizes, rindo e nadando e usando roupas largas e frescas...ah, e sob um sol desconfortável e suando feito jumentas. Era sempre assim, todos tão felizes que não viam mais ninguém além de si mesmos! Antes fosse sempre inverno, para poder observar a neve cair durante uma tarde, enrolada no cobertor e sentindo o calor das chamas de uma lareira. Um vento forte bateu no rosto dela e seus cabelos esvoaçaram para trás. A garota fechou os olhos e sorriu. E ao abrir seus olhos, viu lá embaixo um certo loiro voltar para o castelo. E os problemas voltaram todos, junto da necessidade de falar com ele e pedir explicações.

*


Hermione tinha conseguido evitar todos e suas perguntas durante o restinho da tarde, pois voltou para o dormitório e lá ficou, abraçada a o diário. E quando Lilá e Parvati entraram para deixar o material e irem jantar, fingiu estar dormindo e não foi incomodada. Finalmente resolveu levantar e lavar o rosto. Os olhos inchados denunciavam que ela tinha chorado enquanto pensava em quem que estava lhe mandando aquelas cartas. Ela lançou um feitiço para desinchar seus olhos, mas não resolveu o vermelhidão e as já rotineiras olheiras. Hermione estava achando que elas tinham virado crônicas. Ajeitou o cabelo e o uniforme, pôs luvas, uma touca vermelha e o cachecol da casa.

“Pronto.”pensou ela”Agora, é só pressionar o Malfoy e ele vai ter que me dizer o que estava fazendo com as fotos”.

Ela saiu da frente do espelho, pegou o diário que deixara em cima da cama e desceu as escadas. Ficou feliz em não ver ninguém no salão comunal para olhar para ela, pelo jeito, toda a Grifinória tinha ido jantar. E, ao chegar ao Salão Principal, viu que estava certa. Na verdade, parecia que toda Hogwarts estava ali. Harry e Rony olharam para Hermione e quando foram sinalizar para ela ir se sentar ao lado deles viram que a garota começou a andar, com um ar decidido, na direção de Draco. Este estava dizendo para Pansy parar de ser grudenta quando a notou andar até ele. Naquele momento, todo o salão parou para olhar para ela. Quando estavam a menos de 5 passos de distância, Draco abriu a boca para falar algo e até parecia se levantar da cadeira quando a garota bateu com força o diário na mesa e disse a ele:

- Nunca mais pense que pode me fazer de idiota, ouviu bem? Tudo estava muito mais fácil antes de você se envolver. Ah, claro, ninguém além de um Malfoy poderia ter escrito tudo isso. Um monte de lixo que não me ajudou em nada, só pra adiantar.-terminou, ofegante e nervosa.

Draco a olhou, surpreso. Hermione nem lhe deu chance para dizer o que ela queria dizer pois a garota se dirigiu a para a porta do salão e saiu, acompanhada pelo olhar de todos. Confuso, ele olhou para o diário e o abriu folheando rapidamente. Ao chegar ao final, viu as fotos e se surpreendeu...o que aquilo estava fazendo ali??? Sem se importar com o resto dos alunos que estavam em volta, o loiro se levantou e saiu correndo do salão com o diário na mão, para encontrar Hermione no jardim.

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