Capitulo três
Hermione não sabia bem o que a havia acordado. Mas sabia que ouvira algo e então continuou deitada, apenas ouvindo o silêncio, imaginando se havia sonhado com algum barulho ou algo assim.
Foi aí que ela ouviu de novo. Era o choro de um bebê ouvido ao longe. Era a filha de Harry Potter. Estava acordada e, pelo visto, algo a incomodava.
Que horas deviam ser? Ela olhou o relógio... Quase meia-noite. A qualquer momento Harry ou, se ele não tivesse chegado em casa ainda, Santos iria até o quarto de Lílian.
Ela continuava chorando e Hermione não parou para pensar ao pular cama, colocar o roupão e dirigir-se ao corredor.
Parou em frente à porta onde o choro parecia mais alto. Hesitou por um momento, mas logo em seguida abriu a porta.
Hermione mal registrou a decoração do quarto, envolto em uma luz fraca. Sua atenção estava toda voltada para o bebê inquieto.
— Pobrezinha. — Ela pegou a criança no colo e apoiou-a contra o ombro fazendo carinho em suas costas. — Vamos ver. Você está com fome? Fez xixi? Está com cólicas? — Ela apoiou a bochecha na cabecinha da pequena. — Ou as três coisas?
Aos seis meses de idade, será que ela ainda tomava uma mamadeira antes de dormir? Devia haver uma tabela com os horários do bebê comer em algum lugar. Mas não havia nada à vista.
— Ok, pequena. Vamos trocar a fralda e ver se isso ajuda.
Hermione ouviu um som e virou-se em direção à porta. Foi aí que ela viu Santos.
— Eu a ouvi chorando pelo monitor e vim o mais rápido que pude. — ele disse.
Ela deitou o bebê e trocou a fralda de Lílian, falando docemente com ela.
— Pronto anjinho. Mas se ao menos você pudesse falar, saberíamos se está chorando por um dente que está nascendo ou por dor de barriga.
— Pode deixar, que eu assumo — disse Santos.
Ela lançou um olhar desconfiado para Santos.
— Porque você acha que deve assumir ou porque duvida da minha habilidade para lidar com o bebê?
— Pelo contrário, você parece ter muito jeito com crianças. Lílian até parou de chorar — elogiou ele.
O bebê soltou um arroto satisfeito de repente e Hermione sorriu.
— Quer arrota mais, querida? — E aí veio mais um arroto. — Ela toma mamadeira antes de dormir? Eu não achei nada dizendo os horários em que ela deve comer. — Passou o dedo carinhosamente sobre a bochecha do bebê.
— Provavelmente porque a última babá não fez uma tabela com os horários — respondeu Santos secamente.
Obviamente, babás era um assunto delicado naquela casa.
— Dei uma mamadeira a Lílian por volta das oito horas. E acho que depois disso ela dormiu até as cinco da manhã.
Mas essa noite não. Coitadinha dela. Sem uma mãe para niná-la r com um pai ocupado demais, sempre preocupado em aumentar sua fortuna...
— Algum problema, Santos?
É só pensar no diabo que o diabo aparece...
— Lílian está tendo problemas para dormir — explicou Santos.
Harry tirou o paletó, colocou-o sobre a cadeira, afrouxou a gravata e arregaçou as mangas da camisa.
Os olhos cor de mel de Hermione acompanhavam seus movimentos. Ele era realmente muito atraente. Alto... ombros largos, aquele olhar e os traços do rosto. Era lindo de morrer!
— Desculpe. Atrasei-me — disse Harry.
Terá sido sua imaginação ou ela viu uma troca de olhares breve entre Harry e Santos?
— Obrigado por sua preocupação — agradeceu.
“Mas você pode ir agora? Era o que ele parecia ter vontade de dizer. Ela achou muito estranho, mas a verdade era que ela queria ficar ali um pouco mais. Era tão bom segurar um bebê... Quase que em uma união silenciosa, o bebê aninhou-se nela. Hermione aproximou o dedo da boca dela e Lílian parecia querer sugá-lo.
Os olhos de Harry estreitaram-se.
— Deixe-a comigo. — Ele olhou para o relógio. — Acho que não vai fazer mal nenhum dar outra mamadeira para ela agora.
— Pode ser que ela volte a dormir sem tomar outra. — Sem poder reter o bebê por mais um pouco, ela estendeu os braços entregando-o para o pai.
Lílian protestou na mesma hora voltando a chorar.
Hermione ficou com o coração apertado, mas resistiu à vontade esmagadora de voltar a aninhar a criança no peito.
— Eu diria que vocês duas se deram bem — observou Harry surpreso.
Um elogio? Será que ela devia admitir que tinha prática com crianças?
— Eu fiz uma matéria sobre os efeitos da guerra causados em Kosovo – disse ela.
Poucas pessoas sabiam que ela tinha tratado de crianças também, ajudado em hospitais e cuidado delas até que uma equipe treinada chegasse ao local para dar a assistência necessária.
— Mas você teve a oportunidade de ir embora e mesmo assim resolveu ficar? — continuou ele. — Com pouca comida, tendo de dormir e um colchão no chão...
Ela ficou surpresa. Ele não podia saber daquilo a não ser que...
— Ninguém entra na minha casa sem ser investigado — informou ele.
“Ninguém?” — Ela pensou.
— Ninguém.
Deus... Era só disso que ela precisava, alguém capaz de ler sua mente.
Lílian chorou mais alto em protesto.
As mãos de Hermione coçaram querendo pegar a menina novamente no colo para a ninar, mas ela sabia que não tinha o direito de fazer isso. Afinal, ele era o pai da criança.
— Boa noite — ela disse educadamente.
— Obrigado. — Não parecia haver cinismo em sua voz e ela voltou o rosto para Harry ao chegar na porta.
— De nada.
Foi sugestão de Hermione que e a parte três da entrevista fosse gravada no escritório de Harry Potter... Ou biblioteca, ela não sabia muito bem como ele chamava aquela sala, fora da empresa, em que a maioria das decisões de negócios eram tomadas. A sala de trabalho dele.
— Imagino que não vá demorar muito para aprontar o equipamento — quis saber Harry.
— Já estou acabando. Enquanto isso você e a Mione podem rever as perguntas — sugeriu Ted.
— Mione? É assim que te chamam no trabalho?
— É.
Hermione estava tentada a perguntar sobre Lílian, se ela havia dormido bem, enquanto seguia Harry até a sala, mas achou melhor não falar nada.
Havia uma mesa grande, cadeiras confortáveis com botões de couro, fax, computador, impressora. Era um escritório muito bem equipado. E tão bem decorado quanto o resto da casa.
Ela olhou as perguntas em sua prancheta e depois ficou analisando a luz da sala.
A luz natural parecia boa.
— Acho que podemos começar com você sentado na escrivaninha. Após algumas perguntas, pode se levantar e andar até as estantes de livros. — Ela olhou para Ted. — Você podia vir acompanhando com a câmera Ted. — Ele fez que sim com a cabeça. — Então, podemos concluir com Harry sentado em uma dessas cadeiras. Acho que vai ficar bom assim.
Em poucas horas eles terminaram o trabalho. E então poderiam arrumar as coisas e ir embora. Outro trabalho cumprido. Bem, ainda havia a parte trabalhosa da edição pela frente. Ted já tinha filmado a parte externa do prédio, alto e moderno da empresa de Potter.
Seguindo as instruções detalhadas, não haveria, tomadas externas da casa onde ele morava, e nenhuma referencia sobre sua localização. Também não mostrariam seus carros e tampouco seu jato particular.
Harry Potter poderia ter facilmente se tornado um milionário esbanjador. Mas, em vez disso, ele fazia de tudo para proteger sua privacidade e, principalmente, a de sua filha.
— Hoje de manhã focalizaremos sua iniciativa em fazer caridade, como e por quê você fundou a instituição, suas contribuições, realizações e os objetivos dela.
Hermione sabia quase tudo isso, pois tinha feito uma pesquisa completa sobre o assunto. Profissionalmente, o interesse da mídia estava no homem, sua formação e seu sucesso. A caridade, normalmente, era deixada um pouco de lado.
No entanto, sem dúvida a paixão de Harry Potter pelo assunto era verdadeira e ela acabou conversando mais tempo com ele sobre isso do que havia planejado.
Era do conhecimento geral que a corporação Potter fazia doações a crianças carentes, dando-lhes um lugar onde elas podiam fazer refeições, dormir, praticar esportes e brincar. Havia pessoas para orientá-las, bem como ex-meninos de rua que sabiam o que era aquele tipo de vida.
— Sua contribuição deve ser muito significativa. Você poderia nos dar uma idéia mais ou menos do valor dela?
— Não, não posso.
— Mas estamos falando de milhões? — persistiu Mione, que acabou ouvindo a resposta arrastada e irritadiça dele.
— Acho que já respondi a essa pergunta.
— E você participa ativamente dos assuntos relacionados à instituição?
O olhar dele parecia inquieto.
— Eu me importo bastante com ela.
Ela fez um sinal para Ted e encerrou a entrevista. Já passava de meio-dia, quase uma da tarde, e ela sentia que realmente devia ir embora logo.
A química sexual daquele homem a incomodava e inquietava. Ela não queria, não estava gostando... Mas estava achando impossível ignorar aquela tensão.
— Nós exibiremos o telefone de sua fundação e ele ficará na tela por um tempo enquanto os créditos são mostrados.
Harry levantou-se da cadeira.
— Obrigado. Eu gostaria de ver a fita dessa manhã. — Ele dirigiu-se até a porta, abriu-a e ficou ali.
— Ted mostrará a fita a você.
Isso daria tempo a ela para checar suas mensagens e levar as malas para baixo.
— Hermione.
Ela parou e ficou zonza só de mirar os olhos deles. E não pôde evitar reparar novamente na altura dele e na largura de seus ombros. O cheiro gostoso de roupas limpinhas com um toque leve de perfume invadiu as narinas dela e de repente Hermione percebeu a própria dificuldade em manter a respiração regular. “Meu Deus, que homem era aquele, ela pensou”.
— Há algo que eu gostaria de conversar com você.
“Hum... Droga! Ele devia querer cortar umas das perguntas dela ou fazer uma edição com a qual ela não concordaria e eles acabariam discutindo novamente. Com certeza seria alguma exigência desse tipo”.
— Aqui? Agora?
Ted estava desmontando o equipamento com a agilidade de quem tem muita prática.
— Por quê? Você não quer conversar aqui?
“Não estou confortável com a sua presença, pensou ela. Nem um pouco confortável na verdade.”
Ted foi até a porta e Hermione viu a expressão em seus olhos ao passar pela sala.
O ataque era normalmente a melhor forma de defesa.
— Você tem alguma reclamação a fazer?
— Pelo contrário. Tenho um pedido a lhe fazer.
Que bom que não era nenhuma reclamação. O nó em seu estomago afrouxou um pouco.
— E que pedido seria esse?
— Sei que você tem alguns dias de folga após esse trabalho... — ele começou a explicar-se.
“Será que havia algo sobre a vida dela que ele ainda não sabia?”
“Harry Potter só precisava dar alguns telefonemas... Ou que alguém fizesse isso por ele”.
— Tenho. — Ela havia planejado alugar alguns filmes e pôr a conversa com os amigos em dia. Curiosa, disse: — Se você pudesse explicar melhor...
— Você aceitaria ficar aqui por mais alguns dias tomando conta de Lílian até que a agência consiga nos arranjar outra babá?
Ela respirou fundo, e olhou-o demonstrando surpresa.
— Você está brincando não está?
— Não, estou falando sério — disse ele fazendo com que as sobrancelhas dela se erguessem.
— Mas eu não tenho nenhuma qualificação como babá — observou ela.
— Mas minha filha gostou tanto de você.
— Ela apenas gostou de receber um pouco de carinho e afeto, mas duvido que seja algo pessoal.
— Não, ela gostou de você — repetiu ele com firmeza. — Tenho certeza disso. E é por isso que estou lhe fazendo essa proposta.
— Mas você mal me conhece, Harry.
Ele deu um sorriso cínico.
— Pelo contrário. — “Não havia sido difícil descobrir coisas sobre ela. Sua idade, local de nascimento, os lugares em que trabalhou, onde morava”. — Seu pai trabalha para uma empresa de petróleo cujos escritórios ficam no Oriente Médio, e você vê seus pais todo ano. Tem um irmão, Alex, que é dois anos mais velho que você. Ele ocupa um cargo importante ligado à engenharia e mora em Hong Kong. você foi casada por algum tempo — continuou ele, observando como os olhos dela ficaram assustados. — Teve que enfrentar um divórcio complicado e colocou uma ação contra seu ex-marido. Você não tem namorado, raramente sai com alguém... — Ele a olhou fixamente. — Quer que eu continue?
Ela fechou os olhos por um momento para disfarçar a raiva que ameaçava seu autocontrole e abriu-os novamente.
— Essa investigação constitui invasão de privacidade, sabia?
— Deixe-me fazer uma correção — afirmou Harry. — Eu chamaria de ação essencial de proteção.
— Sua proteção — observou ela.
— E a da minha filha — complementou ele. — E de todos que moram aqui em minha casa.
Eles ouviram um choro de bebê próximo a eles. Ao se virarem, encontraram Santos com Lílian em um dos braços e uma mamadeira na outra mão.
O coração de Hermione derreteu ao ver o rostinho do bebê com o punho fechado na boca. Ela era um acriança linda, parecia um anjinho, mesmo quando estava chorando.
Harry pegou a filha no colo e começou a dar de mamar a ela, que sugava o bico da mamadeira avidamente. Parecia estar com muita fome.
Hermione moveu-se involuntariamente em direção ao bebê e, em seguida, parou.
— Ela está mamando rápido demais. Por isso não conseguia dormir, estava faminta.
— Alguma sugestão? — perguntou Harry.
— Seria bom ter um outro bico de mamadeira, um que não a deixasse mamar assim tão depressa — sugeriu Hermione.
— Vou até a farmácia mais próxima e comprarei alguns desse — disse Santos dirigindo-se ao corredor.
O telefone tocou na mesa-de-cabeceira e Hermione fez um gesto para que ele deixasse Lílian com ela enquanto atendia ao telefone.
“Meu Deus, ela era uma coisinha linda! Tinha o cabelo preto do pai e sua pele era tão macia quanto a pétala de uma flor”.
Hermione parou de escutar a voz de Harry, só prestando atenção ao bebê em seus braços e tentando fazer com que Lílian mamasse mais devagar.
Em pouco tempo a mamadeira estava vazia e Hermione encarregou-se de fazê-la arrotar, percebendo que Harry já havia desligado o telefone.
O silêncio parecia ser uma entidade tangível quebrado por ele minutos depois.
— Quanto você cobrará para ficar cuidando de Lílian? — Ele somou uma boa quantia ao valor já oferecido.
Ela olhou-o fixamente.
— Não me insulte tentando insinuar que minha decisão depende do dinheiro que você vai me pagar — disse ela.
— O dinheiro é sempre um fator importante — argumento ele cinicamente, com o sotaque de Nova York bem enfatizado enquanto analisava a forma competente com que Hermione cuidava de sua filha. Elas realmente pareciam se dar bem.
Mas e aquela integridade toda dela? Será que era sincera? Ou ela estaria apenas atuando, fingindo? E por que será que ele deveria se importar? O bem-estar de Lílian era sua preocupação número um. E Lílian sem dúvida gostava de Hermione.
Droga, ele teria que viajar para Melbourne na manhã seguinte para uma reunião importante. Na pior das hipóteses, poderia deixar a filha em uma creche durante o dia e voltar para buscá-la no último vôo da tarde. Mas sua filha sempre fora agitada, desde seu nascimento, e já havia tido tantas babás... Ele odiaria ter que tirar Lílian de sua casa, mesmo que por um dia apenas. A alternativa era pedir a Santos e Maria, a faxineira, que se revezassem para cuidar dela.
— Por favor. — Era sua última tentativa de convencê-la a ficar.
Foi o suficiente. Duas palavrinhas apenas.
— Seria tão ruim assim para você?
“Ficar mais alguns dias perto dele? Era pior do que ele seria capaz de imaginar”. Mas havia apenas uma respostas que ela poderia dar tendo aquela neném linda no colo, e com aquele cheirinho bom de bebê invadindo suas narinas.
“É só por alguns dias, pensou ela”.
— Posso ficar, sim.
— Muito obrigada. Santos preparará seu almoço mais tarde. Assim você terá tempo de pôr Lílian para dormir antes de almoçar — disse ele.
Ela também precisava dizer a Ted que não iria embora com ele e teria de explicar o porquê disso.
— Então ele gostou de você, hein?
Ted fizera parte da equipe em kosovo. Não havia aprovado sua decisão de ficar mais tempo lá, da mesma forma que não aprovava agora.
Ele acariciou suavemente o rosto dela.
— Senhorita Hermione, defensora dos pequeninos. — Passou o dedo sobre o lábio dela. — Cuide-se, hein, mocinha.
— Claro, sempre.
O sorriso dele mostrava um afeto verdadeiro.
— Bom, eu vou embora. Nos falamos em breve, então.
— Claro.
Comentário: É maravilhoso sentir, a receptividade, apoio e carinho de vocês, agradeço mais uma vez, peço desculpas pela demora do capitulo e pelos possíveis erros ortográficos.
Sinto-me realmente abençoada por ter conhecido e hoje fazer parte ativamente deste mundo maravilhoso que é o HH, obrigada por me aceitarem como parte igual desta família “HH”.
O capitulo 4 chega no domingo, com certeza.
PONTAS DOLLS POTTER: Que bom que gostou do capitulo 2, espero que este capítulo também a agrade. E o casamento só vai ser no capitulo 6, mas o cinco já promete esquentar as coisas.
AMOR: Ah que bom que acha que a fic fica a cada capitulo melhor, eis o capitulo 3 e que este também a deixe satisfeita e ansiosa pela continuação. Obrigada pelo carinho e entusiasmo.
MILA HELCIAS: Obrigada por tantos elogios Mila e... noossa minha fic com prestigio, seria maravilhoso, mas não peço mais do que já tenho, tenho o carinho e incentivo de pessoas maravilhosas. Obrigada!
FAFA: O capitulo três é o ponto inicial para a real aproximação de Harry e Mione, o clima já está pintando, mais vai ser palpável no capitulo 5, não se preocupe pois ele não vai demorar a ser postado.
RAQUEL B.: Ai meu Merlin depois que li seu comentário meu ego inflou hehehe obrigado linda pelo apoio, elogio, incentivo, entusiasmo (gente entusiasmada não falta por aqui, graças a Deus!), mas a sua fic é 10000000000... E sim, dar vontade de agarrar e ser agarrada pelo Harry e não soltar mais, e olha que vc nem imagina o que eu preparo para a noite de núpcias...
MONALISA MAYFAIR: Que bom que gostou do capitulo 2 e torço para ter seu agrado em todos os outros capítulos, beijos e obrigada por fazer de mim, uma aspirante a quase escritora, uma pessoa tão feliz e mais tranqüila por não estar sendo rejeitada.
SÂMIA CARVALHO: Ei Sâmia o capitulo não pôde chegar mais cedo, mas... ele chegou e espero que te agrade e te prenda ainda mais a essa historia que ainda tem muita coisa pra acontecer.
O livro “Esposa por acaso” eu comprei numa promoção de livros nas lojas americanas, Editora HARLEQUIN BOOKS, Série PAIXÂO, Edição 22. Eu sigo praticamente a cronologia do livro só mudo o que destorceria a personalidade do Harry e da Mione que eu tenho na minha mente.
PINK POTTER: Maravilhosa, mana linda, linda, linda do meu coração! Não demorei a postar não né, foi dentro do prazo de uma semana que eu estipulei. E sobre a ação “beijos” eles só aconteceram no capitulo 5, mas prometo recompensar a todos com uma noite de núpcias bem quente.
ROBERT’S: Espero que este capítulo esteja muito bom para terceiro capitulo, e não vou demorar a postar não. Meu limite é uma semana. Beijos, beijos e beijos, obrigada por ler e ter a boa vontade de comentar sobre a fic. Obrigada!
LÍLIAN GRANGER POTTER: Que bom que está achando a história interessante, logo, logo a relação deixará de ser profissional para ser ardentemente pessoal. E sobre os errinhos, minha nossa Nayra, nem todo mundo é perfeita e maravilhosa como tú mulher, mim dê um desconto solidário, continue acompanhando a historia. Você sabe o quanto te acho maravilhosa e genial, você está na lista das minhas favoritas grandes escritoras de HH, graças a Deus essa lista cresce cada dia mais.
PAN POTTER: Ah! Também adoro fics HH e simpatizo com DG e RL, não gosto de ler fics onde Harry e Mione não são um casal, como costumo dizer, de carrasca já me basta a Senhora J.K. Rowling e sua idéia maluca que Harry e Hermione não podem ficar juntos porque seriam óbvios de mais, ai – ai sinto tontura só de pensar nisso e em outros comentários iguais a estes.
NAYARA SAMPAIO: Uhuuuuuuuuuuuuu, que bom que está adorando a fic e já postei o terceiro capitulo, espero que continue com toda essa empolgação. O livro é ótimo, tão bom que resolvi adaptá-lo a uma fic HH, pro Harry e pra Hermione, só o MELHOR!
AMOR: Eu acho que não demorei muito a postar não é? E peço encarecidamente que por favor, não me abandone!
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