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1. Uma vez apenas


Fic: Temporada de Caça *Cap.05 on/ Faça uma autora feliz COMENTE!!!!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap. 01 - Uma vez apenas


N/A: Aviso a todos Eu não sou dona dos personagens eles pertencem a JKR e nessa one-shot tem partículas do livro 6, creio que todas as pessoas na face da terra (pelo menos quem gosta de Harry Potter) já tenham lido. Esse é o meu sonho sobre o que eu gostaria que acontecesse a Harry e Ginny tenho fé e faço votos à JK que ela não mate o quarteto fantástico, e tenha algo que fale sobre o que acontecera com eles.

Aviso 2:Esse capítulo contém cenas NC-17.

Um beijo a todos que me apóiam e comentam minhas fics.


Ginny estava só na residência dos Weasley’s, Rony partira com Harry e Hermione À caça dos Horcruxes - o trio faziam visitas algumas vezes, quando pressentiam que tinham de aparecer para não dar às vistas do ministério ou despertassem a desconfiança de Voldemort e seus asseclas – Sr. e Sra. Weasley estavam a serviço da Ordem; Gui e Fleur estavam em seus trabalhos e os gêmeos já não moravam a muito n’a Toca. Esses eram mais um dos dias em que a ruiva pensava no por que aceitara o conselho de Harry e permanecera na casa dos pais, ela havia terminado suas tarefas e sentada junto à janela olhada o tempo.

-É quase natal... – Suspirava a garota e seu semblante mostrava toda a decepção que sentia em pensar nas festividades que sempre eram a alegria da casa. – Não hora pra ficar assim... afinal não sei quando virão aqui novamente. – Dizia a garota pra si mesma, tentado se convencer que teria um natal como o último onde todos estavam reunidos e fora muito alegre.

Durante seus devaneios ela ouvira na porta da cozinha um som que lembrava claramente alguém aparatando, a garota olhara para o relógio e vira que não era nenhum de seus irmãos ou pais; ela pegou a varinha e sacando ela fora até a porta da cozinha e se encostara próxima à janela para poder ver quem estava do lado de fora. Ginny pensava freneticamente – “Se for um comensal só sairei daqui morta...” – Pensava ela. A garota avistou um jarro próximo a ela e pegou rapidamente deslizou para o outro lado a porta o mais silenciosamente possível ergueu o jarro e esperava ansiosamente o visitante misterioso que esperava do lado de fora.

O estranho abria a porta vagarosamente e Ginny respirava o mínimo possível e quando ela arremessou o vaso em direção à cabeça do estranho ela foi segurada pelos pulsos, com os olhos fechados ela tentava se libertar quando ouviu a voz grave já tão conhecida, que mudara pela maturidade.

-Ginny, sou eu...acalme-se. – Dissera Harry segurando firme.

-Harry?... Que susto Harry... Por que você não me chamou do lado de fora, ficou calado nem ... – Ela fora interrompida ao ser abraçada pelo moreno.

-Estava com saudades. – Dissera o moreno abraçando-a.

Ela ficara desarmada com o abraço do moreno, ela o abraçou enlaçando o pescoço do rapaz.

-Mas o que aconteceu para eu receber tamanho sinal de afeto, sendo que você me disse que não poderia mais me namorar? – Dizia a ruiva olhando dentro dos olhos verdes do rapaz.

Ele acariciava o rosto dela olhando-a como se quisesse gravar cada detalhe do rosto alvo de Ginny.

-Não sei ao certo, hoje estávamos onde eu morava com meus pais, olhava cada detalhe dela e me lembrava de você, seu sorriso quando conversávamos nos jardins de Hogwarts, o natal aqui como nos divertimos. – Dissera o moreno com um sorriso sincero.

-Isso não era motivo pra você apartar aqui sem mais nem menos...

-Eu não agüentava mais sonhar em te abraçar, te acariciar... – Disse o rapaz pegando uma das mechas ruivas da garota - ...sentir seu cheiro e seu toque. – ele finalizou beijando os cabelos de Ginny.

-Hummm... Harry você sempre vai me ter ao seu lado mesmo que você tenha me expulsado dela. Afinal você é amigo do meu irmão. – Dissera a ruiva tentando se convencer que seria melhor para os dois, assim não se feririam mais tarde.

-E quem disse que te expulsei? Eu lhe afastei como já lhe disse antes... não resistiria se eu acordasse e viesse a saber que você estaria morta. Pois Voldemort vai utilizar qualquer método para me pegar. E não quero nenhum de vocês feridos... principalmente você... minha vida acabaria mesmo que nessa batalha eu vencesse. – Disse o rapaz acariciando os lábios da ruiva.

-Então você não deveria estar aqui Harry, ele vai querer saber o que você faz aqui sozinho em uma casa velha caindo aos pedaços... você não acha? – Disse a garota fazendo um amplo movimento mostrando a casa.

-Que a prudência vá as favas... – Disse Harry segurando o rosto da garota e lhe beijando calidamente e logo seus beijos pediam passagem com sua língua exigente, Ginny permitira a passagem.

Harry beijava-lhe cada vez mais e a ruiva nada fazia para o impedir, a única coisa que lhe vinha à cabeça era que aquele momento jamais acabasse, ela sentia que suas pernas ficavam bambas e com a sensação que caia em um buraco sem fundo, de repente sentia que estava sendo levada a algum lugar. O moreno a pegara no colo e a levava para um dos sofás que estavam na sala.

-Você ta ficando louco. – Disse ela rindo, ao ser depositada ali delicadamente.

-Não to ficando... desde que me descobri apaixonado pela irmã do meu melhor amigo, vi que já era uma batalha perdida. Não quero ter de abrir mão de você, mesmo precisando afastar você de mim. Vou viver nessa eterna encruzilhada... enquanto pelo menos eu for alvo de Lord Voldemort, eu a amo Ginny... muito... não esqueça disso – Disse ele encostando a cabeça no colo da garota acariciando-a.

Eles ficaram ali naquele sofá durante o que pareciam ser horas, conversando sobre o que acontecia no período em que Harry, Rony e Hermione ficavam fora, como tentavam encontrar os Horcruxes, como eles não encontravam absolutamente nada às vezes. E ginny contava as coisas que aconteciam no meio da família, como Gui estava se saindo no casamento do Fleur...

-Ah sim, eu não te contei... mas... bom vou lhe dizer de uma vez só assim você pode brigar logo. – Ele tomou ar e falou de uma vez só - ... Estou fazendo trabalhos para a Ordem e ... – mas a garota nem chegou a completar a frase, Harry se levantara do sofá e começara a reclamar antes mesmo que ela pensasse em algo para responder.

-Quem permitiu que vocÊ entrasse para a Ordem? Gin... eu me separei de você justo para que você não corresse riscos... e o que você faz? Entra para a Ordem? Ficou louca? E quem deu autorização p’ra você? Pois até onde eu saiba nenhum menor pode fazer parte e... – Ele falava freneticamente e ginny atacou-lhe com uma almofada.

-CALADO! Quem disse que eu preciso de autorização de alguém? Você me conhece bem demais Harry para saber que não aceitaria que papai nem mamãe se metam em minha vida. Eu entrei na ordem sim, se você terminou nosso namoro para que eu não corresse risco eu não to nem ai... Você se lembra que eu lhe disse que não me importava? Eu continuo lhe dizendo... isso não me importa nem um pouco Harry, quero ajudar e vou...

Ela se aproximou dele e continuou:

-Harry não dê esse ataque de nervos – ela gracejou com o rapaz - ...e você ainda fica mais bonito assim nervoso. E você me conhece, vou fazer parte da Ordem sim e esta decisão foi aceita pelos meus pais e não tem como eu voltar atrás... mas... – ela iria jogar com as cartas que tinha – se você permitir que eu lhe ajude nas buscas dos Horcruxes... bem... você me teria por perto e saberia no que estou me metendo, não? – Disse com ar inocente.

-Então esse é o seu jogo? Fazer chantagem comigo para que eu aceite que você vá comigo? Gin... é perigoso. – Disse com ar cansado.

-Não é essa a minha intenção, quero estar próxima de você mesmo que seja como amigo. Quero te ajudar a ficar vivo até o final Harry, quero estar ao seu lado pro que der e vier. – Disse Ginny acariciando o rosto do rapaz, ele está áspero à barba estava crescendo era mostra que ele se tornara um homem... mesmo que por dentro já tivesse se tornado há tempos.

-Gin... – Disse ele fechando os olhos para sentir mais os toques da mulher que amava, ele sabia que aquilo não daria em boa coisa. Ela o estava encaminhando por um caminho que não teria volta e o monstro que o moreno tinha em seu interior ronronava feliz com as carícias de Ginny. – Por... favor Gin... não faça isso... você está tentando me persuadir e não vai conseguir o que quer... – Dizia ele mais tentando convence-lo do que a ela.

-Veremos... – Dizia a ruiva beijando Harry, acariciando-lhe o peito e agora quem dava beijos exigentes era Ginny fazendo o rapaz delirar, ela começara a desabotoar as vestes do rapaz, ele tentava as duras penas conter a garota pedindo para que parasse. – Mas eu não quero e não vou parar Harry, à não ser que você olhe nos meus olhos e diga que não me quer. Vamos lhe desafio, diga que não me ama e não me deseja. – Disse a ruiva de queixo erguido olhando o rapaz nos olhos.

-Eu... não posso Gin, não posso dizer que não a amo, que não lhe desejo pois é o que mais quero é tê-la comigo todos os dias e as noites se eu pudesse... - ele tomou-a em um beijo ardente do qual ela muito esperava.

-Deixe que eu fique com você que eu lhe ame me deixe amá-lo, eu estou lhe dando a oportunidade de me ter nos seus braços e não diga que não quer pois sei que você me deseja tanto quanto eu lhe desejo, Harry. – ele voltou a beijar-lhe a levou no colo subindo as escadas com a ruiva.

Eles entraram no quarto de Ginny e o moreno depositou-a na cama carinhosamente beijava-lhe cada parte do corpo da garota deixando um rastro de fogo por onde lhe passava os lábios. Era uma experiência completamente nova para os dois; ele estava se deixando seduzir pelos aromas inebriantes do corpo de Ginny, o carinho que ela lhe dava era melhor do que qualquer coisa que havia vivido, ele estava completamente excitado com a ruiva lhe beijando e tocando todo corpo o seu corpo; para ela era algo que em seu íntimo já lhe cobrava extremamente por algo mais de Harry, ele se mostrava tenso por não querer magoá-la, principalmente por respeito a ela e a sua família na qual ela considerava um pouco sua também, eles haviam acolhido o moreno como um filho, o consideravam como tal nunca tiraram proveito por ser “o eleito” e sempre ficaram do seu lado fosse o que viesse. Ginny sabia que isso pesava fortemente em Harry, ele a amava não só por palavras naquele momento, ele a mostrava com atos.

Ginny com auxilio de Harry despiu-o. O moreno a despiu com carinho e beija-lhe a todo o momento, ele retirou a calcinha de Ginny e beijou-lhe começando dos pés seguiu até as panturrilhas e as coxas.

-Você é linda... E é minha. – Disse Harry beijando Ginny e pôs um de seus dedos na feminilidade dela massageando-a.

Ele a excitava e com o aumento de prazer que o moreno lhe proporcionava ela gemia, isso aos ouvidos de Harry era como música melodiosa e delicada.

Ela acariciava-lhe o tórax e beijavam-lhe todas as parte que podia, desceu a mão até a masculinidade dele e massageava, ao tocar-lhe Harry se arrepiava e soltou um gemido quase inaudível. Eles se acariciavam mutuamente, numa entrega total.

-Eu te amo, Gin... – Dizia o moreno quase num sussurro.

-Eu sei... por isso...te amo tanto. – Dizia Gin fazendo o máximo que podia para responder a frase com o mínimo de lógica possível.

Harry pôs Ginny acima dele e a encaixou perfeitamente sobre ele. A ruiva sentira primeiro a pressão de seus músculos, mas a excitação não a deixava raciocinar sobre os que sentia direito, a única coisa que seu raciocínio não-lógico era o de explorar o desejo de sentir cada vez mais sensações com Harry. A dança frenética dos corpos o encaixe perfeito. Ambos não agüentavam mais até que Harry se deixara conduzir pelos instintos e logo chegara ao ápice com Ginny e está já não agüentava tantas ondas que sentia passar pelo corpo.

Momentos mais tarde Harry e Ginny estavam deitados juntos na cama da garota, ele a tinha muito próximo e seu semblante era o mais calmo que Ginny pudesse imaginar... ele cochilava ao seu lado enquanto ela fazia notas mentais do que acabara de acontecer dentro daquelas quatro paredes, ela não sentira todas as dores e arrependimentos que imaginava sentir ao ouvir tantos comentários sobre a tão fadada “1ª vez”, fora diferente eram sentimentos se encontrando algo inimaginável, talvez por que ambos se desejavam.

Ginny se levantara cuidadosamente para não acordar o rapaz que dormia um sono leve, se enrolara na toalha e fora tomar banho. Harry despertara ao passar à mão ao seu lado e não sentira a presença de ninguém no quarto. Ele se levantou e vestiu-se.

-Ginny? – O garoto saiu do quarto falando baixo, na espreita de que aparecesse qualquer pessoa da família Weasley. Mas a casa continuava vazia.

O garoto chamou mais uma vez até que ela atendeu.

-Oi? Pensou que eu tivesse fugido, bonitão? – A garota riu da cara de alívio ao ver o rosto sorridente.

-Então quer dizer quer voltamos? –Perguntou o garoto sorrindo.

-É acho que sim, mas se você me abandonar aqui juro que arrumo um novo mais rápido do que uma partida contra a lufa-lufa. – Disse a garota fazendo graça.

-Nem pensar. – Dissera o moreno. – Depois de todos os problemas que já passamos... eu quero ficar com você sempre.

-Então vou poder ir?

-Não. – Disse o moreno com um sorriso.

-Não? Puxa Harry eu aqui me esmerando para você me deixar lhe acompanhar, faço uma coisa especial por você...

-Por isso aconteceu aquilo antes?

-Aquilo o que? Transamos? – Disse ela desinibida.

Harry corara quanto às palavras de Ginny soara uma coisa de carne uma coisa calculada ou até mesmo crua.

-Eu não transei com você Ginevra Molly Weasley... eu fiz amor com você. Eu te amo e já lhe disse isso. – Disse de forma séria dando uma sacudida nela pelos braços.

Ginny ficara sem ação, falara de forma grosseira e percebera tarde demais que falara besteiras e não conseguiu segurar as lágrimas ante ao que Harry lhe dissera.

-Desculpe. – Foi a única palavra que conseguira dizer.

-Não chore, por favor. Não era minha intenção magoá-la. – Disse tristemente.

-Não me magoou, eu fiquei feliz pelo que disse, não saberia como falar que “fizemos amor” e não soar meloso, essas palavras saídas da boca de uma mulher sai sentimental demais.

-Eu não acho, pra mim o que fizemos é a extensão do que sentimos um pelo outro. – Disse o moreno abraçando a ruiva.

-Eu o amo, sabia. Você é a pessoa mais especial do mundo. – Dissera a ruiva.

-Eu sei “o eleito” tem de ser especial. – Disse marotamente.

-Não por ser “o eleito”, pra isso não é absolutamente nada, mas sim pela pessoa que você é Harry, é gentil, generoso, se dispõe pelos amigos e capaz de se sacrificar pelos outros.

-Você assim me engrandece demais, Ginevra. – Disse o moreno.

-Só uma coisa. Não me chame de Ginevra ta? Eu odeio ser chamada de Ginevra e você sabe disso. – Disse a ruiva com cara de zangada.

-Eu sei sim, mas eu gosto de te deixar assim com esse rostinho lindo aborrecido assim... você fica linda assim. – Disse o moreno sorrindo beijando-lhe a curva do pescoço alvo da garota.

-Não vem me enrolando não... quero saber... vou poder ir com você ou não?

-De novo Ginny? Não. Não pode. – Disse Harry visivelmente aborrecida.

-Mas Harry... não faça assim... me deixe ir com você... – Suplicava-lhe Ginny.

-Não Ginny... - Continuou o rapaz segurando-lhe o rosto da ruiva – não vou lhe perder pra ninguém. – e concluiu inclinando-se para lhe beijar e a garota desviara.

-Você já tomou a sua decisão? Eu também vou tomar à minha... Vou continuar trabalhando para a Ordem. E se for para algo perigoso melhor ainda.

-Ginny, por favor... não faça isso, eu já perdi meus pais, padrinho... mas não quero perder você. – Disse ele se aproximando da garota.

-Não Harry, eu compreendo você, eu o amo do jeito que você é mas você não vai poder me por nessa redoma em que está fazendo pra mim. Eu irei, vou fazer todo o possível para poder te ajudar, e podermos ter uma vida normal, um relacionamento normal. Você acha que quero está vida pra mim? Você terminou comigo uma vez, Você veio me procurar hoje, eu não vou abrir mão de você de novo entenda. – Sentou-se exasperada em um banquinho próxima ao banheiro.

-Tá legal Ginny, vamos fazer um teste... – Suspirara dando-se por vencido – você irá comigo, mas se houver algum perigo e eu disser para você ir embora você irá está bem?

-Não. Não vou fazer isso. Se tiver que morrer quero que seja ao seu lado. – disse ela beijando-lhe a face.

-Se eu tiver que morrer... que seja para salvar a sua vida, meu amor. – Disse o rapaz com os olhos marejados, sua consciência começara a montar uma cena onde ele via sua amada morta aos seus pés.

-Não vou morrer antes de lhe dar filhos. – Disse Ginny sorrindo

-E eu espero que estar vivo para ver isso. – Disse Harry de forma sombria.

-Jamais fale uma coisa dessas. Você vai ficar vivo, pra mim. – Disse ela com um sorriso cálido.

O sorriso de Ginny fazia o corpo e alma de Harry se encher de emoção, ele não tinha armas para aquele sorriso maduro e ao mesmo tempo infantil, fazia qualquer pessoa principalmente aquele moreno sorrir e pensar que sempre haveria um dia sol para todos.

-Tá legal, Gin – Disse colando os lábios nos dela - ... Eu vou ficar vivo pra você. Jamais esqueça ... também não me deixe esquecer. – Disse sorrindo.

-Deixa comigo... agora devo me vestir, não? Pois se alguém chegar e me ver só de toalha... pode ter certeza que não desconfiar... terão é certeza que você não anda fazendo boa coisa aqui. – Disse a ruiva matreira.

-Por isso estou indo embora. – Falou sério.

-Como é? Você ta indo embora? Não, não vai. – Disse ela se aproximando.

-Espere meus pais chegarem... você me prometeu... não vai sair do meu... lado. – Disse estranhamente deprimida olhando dentro das íris verdes do rapaz.

-Eu sei... mas eu pensei em vir para o jantar com seu irmão e Hermione. – Disse olhando dentro dos olhos da garota – creio seria mais difícil de acreditar que algo esteve acontecendo se eu chegar com os dois na minha cola. Você não acha?

-Tá certo. Sei que você acha melhor não saberem sobre nós.

-Eu não disse isso, de maneira nenhuma... mas acho que seus pais ficariam decepcionados não só comigo, mas com você também, não somos de confiança estando juntos. Não me responsabilizo pelo que pode acontecer se continuarmos assim agora, principalmente por você estar assim tão convidativa. – Dizia o rapaz com os olhos brilhando olhando o colo de Ginny nu e o seguia as íris pelas mãos e o nó da toalha da ruiva.

-Nem pense em mais nada, meu caro. Está anoitecendo e se quer chegar para o jantar é bom que vá logo. – Dizia Ginny atentando contra o bom senso que estava nesse dia não muito em ordem, ela deslizava as mãos pela toalha fazendo o moreno estreitar os olhos como um leão espreitando a caça.

Ele dera a volta nos calcanhares e saiu sem dar nenhuma palavra. Fazendo um som estranhamente oco pelas escadas. Ginny virara a esquina do corredor e foi pega de surpresa por um beijo.

-Acha que esqueceria? – Disse Harry descendo as escadas e passando pela porta e ouvindo um crack do lado de fora.

A garota subiu a escada, muito mais alegre do que imaginara, seu dia começara completamente normal e se transformara no seu sonho mais íntimo... voltara com Harry e o convencera a leva-la com ele.

Ela olhara novamente pela janela e vira a neve caindo do lado de fora. – O natal está chegando... - Disse com um sorriso maroto no rosto e correra para o quarto teria que preparar o jantar para os pais e prováveis ‘convidados surpresas’.


N/A: Bom galera esse é o primeiro capítulo... já podem ver desde o primeiro capítulo que a coisa vai ficar preta, né? Leiam também minha outra fic. “A vida Continua” está ficando bem legal. Bjos a todos principalmente aqueles que apóiam as fics e sempre comentam. Bjos a todos.

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