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5. Quero-te.


Fic: Desejo, DHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ele sentiu uma mão quente tocar-lhe o ombro. Virou-se temendo que se tratasse de Pansy ou Parvati. Sorriu ao ver a dona de uma juba castanha a morder o lábio inferior.
- Granger?
- Eu preciso falar com você.
Ele pareceu um pouco perdido.
- Agora?
- Não, não agora. Tenho aula de Aritmancia daqui a dois minutos. Hoje à noite, às oito. Na última sala do quarto andar. Fica em frente à uma tapeçaria com dragões.
- Certo. Já vou sem roupa, Granger? - Disse, erguendo uma sobrancelha e sorrindo.
- Não, pode ir vestido que eu me encarrego de tirar suas roupas lá. - Ela respondeu, séria, deixando-o a se questionar se ela estava sendo totalmente sarcástica ou se aquilo tinha uma ponta de verdade.
Às oito em ponto ele encaminhou-se, apreensivo, à sala combinada. A sala consistia numa espécie de depósito, com armários antigos, carteiras velhas e algumas pilhas de papiro. Encontrou a garota sentada em uma das escrivaninhas.
- Olá, Granger.
Ela o olhou, parecendo divertir-se com a situação.
- Achei que não viria.
- Seu escravo sexual está sempre à sua disposição. Vesti até a tanguinha de leopardo.
Era nessas horas que ela amava o sarcasmo dele.
- Vamos, desembuche qual é o assunto que me trouxe até aqui.
Ela o olhava, com a mesma excitação de quando ia responder uma pergunta nas aulas.
- Foi uma atitude muito desesperada usar amortentia, Malfoy. Achei que confiasse mais no seu poder de sedução.
- Do que está falando, Granger?! Eu sequer te dei algo para comer.
- Realmente não me deu algo para comer, só deixou uma barra de chocolate cair no banheiro. - Ela sorria, debochada.
- Hm... Eu achei mesmo que tinha três barras, e não duas... Sim, era minha, mas definitivamente não tinha amortentia nela. E você teria que ter me visto logo após comer o chocolate.
- Eu te vi. Assim que saí do banheiro. Lembra? Demos um encontrão, que aliás, deve ter sido proposital, não é? - A face dela mostrava irritação. - Agora eu fico tendo esses sonhos esquisitos, esses pensamentos bobos. Parvati me disse que eu falei seu nome ontem à noite, enquanto dormia... Tive que dizer a ela que sonhei que estávamos brigando.
- Ontem à noite?
- Sim, por que?
- Ora, ora, ora. Granger, mesmo que eu tivesse te dado a tal poção, o que eu não fiz, o efeito teria passado há... uns seis dias. A duração da amortentia é de apenas uma semana.
Ela se calou, recriminando-se interiormente por ter esquecido esse detalhe. Ele caminhou até ela, mais sedutor do que nunca. Aquele ar convencido o tornava ainda mais sexy. Com as mãos na cintura dela e os lábios muito próximos dos da garota, ele disse:
- Admita, Granger, que você me quer. Que sente minha falta... Aposto que aquele Weasley babaca não é capaz de te satisfazer. Hein? - Roçou os lábios nos dela. Ela fechou os olhos, suspirou. - Ora, deixe de ser orgulhosa e diga que me deseja. - Agora ele beijava delicadamente a região abaixo da orelha direita.
O orgulho dela já havia sido atirado na sarjeta mesmo, não faria muita diferença se ela o jogasse num bueiro, faria?
- Está bem, é verdade.
- O que, Granger? - Suas mãos, ligeiramente frias, caminhavam pelas costas dela.
- Eu te quero. - Ela disse num sussuro inaudível caso sua boca não estivesse tão próxima do ouvido dele.
O garoto tomou-lhe os lábios, com paixão. Ela correspondia com ainda mais entusiasmo. As línguas enroscavam-se, exploravam cada canto que pudessem alcançar. As mãos dela perdiam-se na cabeleira loura. As dele, uma na nuca, outra na cintura da morena.
Ela então enlaçou-o com as pernas. Ele enlouqueceu. Adorava sentir o corpo dela clamar por mais contato com o seu. Mas foi somente quando sentiu as mãos quentes dela a desabotoarem sua camisa, que ele foi ao delírio.
- Diz mais uma vez que me quer. - Ele gemeu, no ouvido dela.
- Eu te quero! - Ela disse, enquanto suas mãos passeavam pelo peitoral nu do sonserino.
Ele passou a desabotoar a camisa dela, sem desgrudar dos lábios da garota. Atirou a peça de roupa ao chão e encaminhou-se ao fecho do sutiã. Livrou-a da lingerie preta rendada e desceu suas mãos até a cintura da morena, gesto que fez com que ela guiasse as mãos dele até seus seios.
Ele os acariciou longamente. Então partiu para a saia de pregas, que retirou com a ajuda dela. A garota, que o prendia com as pernas, teve que soltá-lo para que ele pudesse tirar-lhe a calcinha. As mãos dele percorreram toda a extensão das coxas da menina, que desabotoou a calça dele. Ele beijou-lhe o pescoço e abaixou a calça, jogando-a longe com um movimento dos pés. Ela colocou a mão por dentro da cueca do loiro, apalpando seu pênis longo e já completamente duro. Ele gemeu. Ela mordeu o lábio inferior do garoto e a sua orelha esquerda. Ele a puxava para mais perto de si. A menina abaixou a roupa íntima dele e contou com um sorridente Malfoy na tarefa de livrá-lo da peça.
- Me faz tua. - Ela pediu. Pedido que foi prontamente atendido.
O garoto a penetrou, com calma. Ela gemeu. Trançou novamente as pernas nas costas dele, fazendo com que o pau dele entrasse completamente dentro de si. Iniciaram um movimento de vai e vem numa sincronia perfeita. Transpiravam desejo, paixão, prazer. Os lábios perdiam-se e encontravam-se. As mãos percorriam todos os lugares que podiam alcançar.
Ele levantou-a da escrivaninha, levando-a até a porta, onde apoiou o corpo de curvas perfeitas. O movimento continuava, intenso. Ele com as mãos nas nádegas dela fazia com que as estocadas fossem cada vez mais fortes. Gemiam muito. Gozaram juntos, num orgasmo maravilhoso.
Após recuperar o fôlego, ela recolheu as roupas do chão e algumas peças de cima dos móveis e vestiu-se. Beijou-o na boca e saiu.

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