CAPÍTULO 13 – “I will place the moon within your heart”
Hermione bateu levemente na porta. E seu coração dava saltos enormes em seu peito. Ela ouviu perfeitamente os passos do professor vindo até a porta o que apressava ainda mais seus batimentos.
Snape abriu a porta, olhou profundamente nos olhos dela e sorriu. Hermione quase desmanchou com aquela demonstração inesperada de carinho depois de tanto tempo. Então ele a puxou subitamente pelo braço para dentro das masmorras e fechou a porta.
"Severus, eu... passei, eu consegui... eu..." Ele a segurou pelos braços interrompendo-a com um beijo ardente, profundo, saudoso, por Mérlin, perdidamente apaixonado.
Snape sentia a garota estremecer em seus braços enquanto a apertava e invadia sua boca com a língua. Ele não pretendia assustá-la, mas quase 3 semanas sem poder tocá-la quase o haviam tirado do sério. Ele chegara ao ponto de tomar a poção que ela preparara, pois não se julgava capaz de levantar no dia seguinte após uma noite repleta de sonhos com a garota.
Hermione estava perdida nas sensações que ele lhe despertava. Nem em sonhos imaginara que seria assim. E mesmo nas noites insones das últimas semanas, quando se tocara em silêncio sob as cobertas, o que sentira não se comparava à realidade de ter o corpo de Severus grudado no seu.
Snape interrompeu o beijo, respirando pesadamente. Segurou-lhe a cabeça com as duas mãos e olhou-a nos olhos. "Hermione..." disse ele sério, olhando para os lábios avermelhados pelos seus beijos. "Alguém sabe que você está aqui?" quis saber ele preocupado.
Ela fez que não com a cabeça. Ele continuou na mesma posição. "Você sabe para onde isso vai nos levar, não sabe?" peguntou." Ela assentiu.
"Hermione, quero que você saiba que, em qualquer momento, pode desistir... este não é um caminho sem volta... você me entende?" pediu ele carinhoso.
"Sim, Severus... eu sei... mas sonhei com este momento..." ela sussurrou. Ele soltou-a e, estendendo a mão para que ela a segurasse, conduziu-a para seus aposentos particulares. Hermione o seguiu cegamente. Severus pegou a varinha e lançou um feitiço para trancar a porta.
No quarto, Snape a fez sentar-se na borda da cama alta. Sentando-se ao seu lado, segurou-lhe a mão entre as suas. Olhando-a fixamente, perguntou "Eu sei que você já é maior de idade... que já esteve com rapazes... Krum, Weasley... e isso não me importa." completou sério.
Hermione fez menção de falar mas ele a silenciou colocando um dedo sobre seus lábios. "Deixe-me terminar" ele pediu, "é importante". Ela concordou.
"Hermione, quero fazer amor com você. Não sou um adolescente, sou um homem e vou tratá-la como um homem trata uma mulher" falou suavemente, olhando-a em busca de suas reações. "Não quero assustá-la ou ferí-la... preciso saber se está disposta a ter uma relação adulta..."
Hermione não aguentava mais. Onde ele queria chegar?
"Severus, sim... quero fazer amor com vc... é o que mais quero." murmurou ela.
Ele respirou fundo e ainda segurando sua mão aproximou o rosto de seu ouvido. "Hermione, diga-me, eu serei o primeiro a tocá-la desta forma?" ele sussurrou em seu ouvido.
"Sim..." ela disse num fio de voz. "Nunca estive com ninguém até este ponto... nunca senti nada parecido ao que sinto por você..."
Severus riu baixinho em seu ouvido, sua respiração acariciando sua orelha sensível. "Bom, muito bom saber que serei o primeiro a conhecer os mistérios do seu corpo. O primeiro a beijar cada centímetro da sua pele..."
Hermione sentia vontade de chorar. Nunca imaginara que Severus pudesse ser tão terno como estava sendo com ela.
Dando-lhe um beijo nos lábios, Severus inclinou-se mais sobre ela, fazendo com que se reclinasse sobre os travesseiros que adornavam a cama. "Eu já volto... " disse levantando-se e seguindo para uma porta, que Hermione imaginou ser o banheiro.
Severus voltou um minuto depois com um frasco contendo um líquido azulado. Ele sentou-se ao seu lado e ofereceu-lhe a poção. "É uma poção contraceptiva... eu mesmo a preparei." explicou diante da confusão dela.
Ela bebeu a poção rapidamente e devolveu o frasco a ele. Snape usou a varinha para colocar o frasco sobre uma mesa no canto do quarto. Hermione piscou aturdida. É claro! A adolescente boba e inexperiente não pensara em previnir-se de uma possível gravidez. Se bem que não se importaria em ter lindos bebês parecidos com Severus...
Ele sorriu apaixonado. "Agora, minha linda bruxinha, vamos viajar juntos e descobrir o prazer que nos foi negado por tanto tempo..." disse inclinando-se sobre ela. Ela fechou os olhos enquanto ele a beijava novamente os lábios, e sua língua explorava aquela deliciosa boca pequena e fazia acrobacias com a língua dela. Enquanto isso, ele lhe acariciava as pernas e suas mãos frias subiam pelas coxas macias e muito brancas da menina, entrando por baixo da sua saia pregueada, apertando-a provocativo.
Ela soltou um leve gemido em resposta e passou as mãos pela nuca dele, aprofundado mais o beijo, passeando os dedos pelos seus cabelos, causando-lhe arrepios.
Snape começou a desfazer o nó da gravata da menina, dando pequenos beijos em sua boca à medida que cumpria sua tarefa. Em seguida abriu os botões da camisa branca e expôs o sutiã simples, que escondia parciamente os seios alvos de Hermione. Severus podia ver os mamilos túrgidos se projetando sob o tecido, pedindo para serem acariaciados. Ele desceu os lábios pelo pescoço e pelo colo delicado, parando sobre os seios, mordiscando-os sobre o tecido do sutiã. Hermione gemeu e arqueou as costas em resposta ao seu toque.
Ela mergulhou as mãos nos cabelos negros dele e segurou-lhe a cabeça de encontro ao peito. Precisava sentí-lo. Snape obedeceu o pedido mudo e afastando o tecido do sutiã cobriu-lhe um mamilo com a boca quente, sugando lentamente.
Hermione gemeu mais alto e levantou os quadris da cama. Severus, que estava parcialmente inclinado sobre seu corpo, ajeitou-se para ficar sobre ela, cuidando para não pesar sobre o corpo frágil. A nova posição lhe permitia o acesso mais fácil e confortável ao seio que devorava com os lábios. Ele sugou o mamilo com mais força e mordicou delicadamente a pele retesada. As mãos de Hermione puxaram seu cabelo sem perceber e ele riu baixinho com o abandono dela.
Severus alternou as carícias para o outro seio e Hermione já não controlava os movimentos do seu corpo. Depois de algum tempo, Severus terminou de tirar a camisa da garota, lançando-a no chão do quarto. Beijou-lhe a barriga, deslizou a língua sobre o umbigo e traçou o contorno do cós da saia, deixando um rastro molhado.
Enquanto isso, deslizava as mãos pelas pernas de Hermione, subindo perigosamente pelas coxas e segurando-a pelas nádegas firmes, apertando-a contra si. Severus estava lutando para se controlar. Desejava-a demais, porém estava disposto a passar a noite acariciando-a, mesmo que não atingisse sua própria satisfação.
Ele deslizou as mãos para a parte interna das coxas e subiu-as até o tecido da calcinha. Hermione deu um gritinho e tentou fechar as pernas, mas ele a impediu com um movimento firme porém delicado. "Não lute... abra-se para mim e permita que eu sinta o seu calor... deixe que eu sinta seu cheiro... deixe-me ver o quanto você está pronta para mim..." disse ele roucamente, enquanto acariaciava-lhe o sexo sobre o tecido da calcinha.
Snape levantou-lhe a saia para poder observar o corpo de Hermione. Ela se contorcia de desejo e mantinha os olhos fechados, numa expressão de intensa concentração. Ele a acariciou sobre a calcinha em movimentos ritmados até que o tecido ficou completamente molhado pelo sinal de seu desejo. Afastando o tecido da calcinha para o lado com uma das mãos, ele acariciou-lhe o sexo exposto com a outra, deslizando os dedos sobre a pele excitada e úmida. Snape não queria assustá-la com carícias muito ousadas, pelo menos não na sua primeira vez. Ele afastou a mão que a tocava, mas Hermione em desespero segurou-lhe o pulso, pedindo "Não pare... Severus, não pare".
Ele manteve a mão sobre o sexo dela sentindo-o pulsar. Passou a movimentá-la para cima e para baixo evitando tocar diretamente no centro de seu prazer. Hermione se contorcia e em um destes movimentos descoordenados, um dos dedos de Snape acidentalmente penetrou no sexo dela superficialmente. Ele fechou os olhos imerso na sensação de sentir-se dentro dela. Hermione, despreparada para o prazer que o toque dele desencadeara, gemeu alto. Snape, ouvindo-a, retirou o dedo e deslizou sobre ela para alcançar-lhe a boca.
"Calma... está tudo bem..." sussurrou antes de tomar-lhe os lábios num beijo apaixonado. Severus pegou a varinha na mesa da cabeceira enquanto a beijava e murmurando um feitiço, fez as roupas restantes dela desaparecerem. Não queria perder um minuto sequer sem tocar aquele corpo.
Ele, porém continuava completamente vestido, com as calças extremamente apertadas devido ao seu estado de excitação. Hermione começou a desabotoar os botões de suas vestes e riu. Ele a olhou sem entender.
"Sempre pensei em desabotoar as suas vestes... botão por botão..." ela riu novamente e ele levantou a sobrancelha. "Severus... porque tantos botões?" perguntou rindo.
Ele virou os olhos e sussurrou em seu ouvido "Para vc desabotoá-los Srta Granger... pensei que as sabe-tudo grifinórias fossem mais espertas..."
"Vai descontar pontos da minha casa, professor?"
"Não Srta. Granger... a única coisa que vc vai perder hoje é a sua... inocência..." ele disse insinuante. "Hoje eu só quero lhe dar muito prazer..." completou excitado, agarrando-lhe os cabelos e beijando-lhe a boca.
Hermione, desajeitada, conseguiu por fim, abrir as vestes de Severus e frustrada encontrou uma camisa branca sob elas. Gemeu em desespero. Por Mérlin, Severus vestia roupas demais. "Severus... por favor, me ajude..."
Ele a olhou, antes de voltar a beijar-lhe os seios. "O que você quer, Hermione?"
"Suas roupas... tire-as... não consigo... roupas demais..." ela balbuciou perdida nas sensações que ele lhe proporcionava.
Severus sentou-se na cama e arrancou o resto de suas vestes. Quando estava desabotoando a calça, olhou-a. Ela fez que sim com a cabeça. Ele removeu as botas junto com as meias e retirou a calça, ficando apenas com a cueca negra. Hermione podia ver seu membro sob o tecido e ele não fez nada para esconder seu desejo. Inclinando-se novamente sobre o corpo macio, Severus beijou-lhe e esfregou sua ereção nas coxas dela. Hermione abriu mais as pernas e ele encaixou-se entre elas, de modo que cada movimento ritmado dele colocava o membro rígido em contato com o sexo úmido dela.
Severus gemeu. Ergueu-se sobre ela para olhá-la nos olhos. Ela os mantinha fechados e a boca entreaberta, que a língua rosada vez por outra umedecia.
"Hermione..." ele chamou. Ela abriu os olhos enevoados de prazer. "Olhe para mim..." pediu enquanto pressionava os quadris contra os dela, simulando os movimentos do ato sexual que tanto desejavam. Ela o olhou apaixonada e enlaçou-lhe os quadris com as pernas. Tentou tirar-lhe a cueca com os calcanhares, mas não conseguiu. Snape riu diante da tentativa frustrada. "Minha bruxinha está com pressa?" zombou ele, sem parar de se mover.
Hermione não podia responder, as sensações lhe inundavam por completo. O roçar ritmado do membro ereto contra seu sexo a estava enlouquecendo. Snape segurou-lhe as nádegas firmemente, levantando-lhe os quadris da cama. Pressionou-se mais fortemente contra ela, fazendo um movimento circular com os quadris.
Snape removeu a cueca com um gesto da varinha. Sua boca encontrou o pescoço sensível de Hermione. A língua deslizou até o ombro delicado. Mais uma vez Snape ondulou os quadris contra ela apertando-a e fazendo-a sentir toda a extensão de seu membro, agora livremente pressionado contra seu sexo.
Hermione gemeu e Snape posicionou-se sobre ela. Olhou-a louco de desejo, dando-lhe tempo para decidir se era isso mesmo que queria. "Hermione, não posso esperar mais..." gemeu ele. Ela passou as mãos nos cabelos negros, úmidos de suor. "Também não posso esperar para sentir você dentro de mim, Severus."
Ouvindo essas palavras, Snape penetrou-a lentamente. Seu membro deslizou para dentro do sexo úmido e quente de Hermione, que ficou tensa de repente. Severus beijou-lhe os lábios, mergulhou o rosto em seu pescoço e falou "Calma... não vou machucá-la" ele fazia movimentos de vai e vem com os quadris, sem penetrá-la por completo. "Quero você demais, minha bruxinha... deixe-me ter você... deixe-me mergulhar no seu corpo..." pediu ele.
Hermione relaxou e Snape aproveitou o momento para penetrá-la completamente. Ele sentiu a resistência de sua virgindade romper-se e ela soltou um gritinho de surpresa. Snape parou por alguns momentos, profundamente inserido dentro dela. Hermione respirava ofegante.
Quando ele percebeu que ela não sentia dor, pois apertava-lhe as nádegas com as mãos, como que pedindo para que se movesse, Snape retirou o membro de dentro dela parcialmente. Lançando-se sobre seu corpo, ele a penetrou profundamente mais uma vez.
Hermione agarrava-se a ele com os braços e pernas. Snape mergulhara o rosto na curva de seu pescoço, enquanto a penetrava num ritmo lento e delicioso. Os gemidos invadiam o quarto. A respiração ofegante de ambos saindo com dificuldade. Hermione tentava acompanhar seus movimentos, mas sua inexperiência a tornava desajeitava. Snape nem percebia. Sua bruxa era deliciosa.
A língua dele deslizou até o ombro delicado. Mais uma vez Snape ondulou os quadris contra ela apertando o membro dentro dela. Mordeu o ombro macio com força. Hermione gritou. Ondas de um prazer avassalador a assaltaram. Segurou a cabeça de Severus contra si, enquanto sentia seu sexo pulsar num orgasmo intenso.
Snape movia-se, sentindo o sexo dela pulsar, apertando seu membro. Não podia aguentar mais. Penetrava-a num ritmo intenso até que o orgasmo o fez jogar a cabeça para trás e soltar um gemido alto. Hermione sentiu a evidência do prazer de Severus dentro de si. Seu sêmen quente a invadia, enquanto ele ainda se movia, imerso em um prazer que o deixara tonto e o fizera mergulhar novamente a cabeça na curva de seu pescoço.
Ela sentia vontade de chorar. Nunca pensara que pudesse ser assim. Ela fizera amor com Severus Snape. Tinha-o dentro de si e sobre si, saciado em seus braços. Hermione riu em meio às lágrimas. Valera à pena voltar à Casa dos Gritos naquele dia. Tinha Severus de volta e agora ele era todo seu.
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O título do capítulo faz referência à música “As the world falls down” (David Bowie)
There's such a sad love
Deep in your eyes.
A kind of pale jewel
Open and closed
Within your eyes.
I'll place the sky
Within your eyes.
There's such a fooled heart
Beatin' so fast
In search of new dreams.
A love that will last
Within your heart.
I'll place the moon
Within your heart.
As the pain sweeps through,
Makes no sense for you.
Every thrill is gone.
Wasn't too much fun at all,
But I'll be there for you-ou-ou
As the world falls down.
Falling.
Falling in love.
I'll paint you mornings of gold.
I'll spin you Valentine evenings.
Though we're strangers 'til now,
We're choosing the path
Between the stars.
I'll leave my love
Between the stars.
As the pain sweeps through,
Makes no sense for you.
Every thrill is gone.
Wasn't too much fun at all,
But I'll be there for you-ou-ou
As the world falls down.
Falling
As the world falls down.
Falling
As the world falls down.
Falling.
Falling.
Falling.
Falling in love
As the world falls down.
Falling.
Falling.
Falling.
Falling.
Falling in love
As the world falls down.
Makes no sense at all.
Makes no sense to fall.
Falling
As the world falls down.
Falling.
Falling in love
As the world falls down.
Falling.
Falling
Falling in love
As the world falls down.
Enquanto o mundo desaba
Há um amor tão triste
Profundamente em seus olhos.
Um tipo de jóia pálida
Aberto e fechado
Dentro de seus olhos.
Eu colocarei o céu
Dentro de seus olhos.
Há um coração tão enganado
Batendo tão rápido
À procura de sonhos novos.
Um amor que durará
Dentro de seu coração.
Eu colocarei a lua
Dentro de seu coração.
Enquanto a dor varre,
Não faz sentido nenhum para você.
Toda emoção se foi.
Não era tão divertido mesmo,
Mas eu estarei lá para você
enquanto o mundo desaba.
Caindo.
Se apaixonando.
Eu pintarei suas manhãs com ouro.
Eu rodarei com você na noite dos namorados.
Embora nós fossemos estranhos até agora,
Nós estamos escolhendo o caminho
Entre as estrelas.
Eu deixarei meu amor
Entre as estrelas.
Enquanto o mundo desaba.
Caindo.
Se apaixonando
Enquanto o mundo desaba
Caindo.
Caindo
Se apaixonando
Enquanto o mundo desaba.
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