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3. A Carta sem Remetente


Fic: Obsessão Por Você - AVISO POSTADO!


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Cap.2: A Carta sem remetente

O dia estava quase amanhecendo, por isso, Hermione decidiu sair da agonia da insônia, levantar e se arrumar para mais um dia de aula. Na noite passada, finalmente, havia admitido para si mesma que estava assustada com aquela situação.

Ainda era muito cedo, e quase tomava café. Aquilo não deixou Hermione triste, ultimamente as pessoas andavam olhando para ela com muita pena. Talvez as profundas olheiras que ela tinha desenvolvido naqueles quase três meses de aula fosse a razão dos olhares. Mas a felicidade da garota não durou muito tempo, pois logo o salão começou a se encher. Foi por Deus, Harry e Rony terem chegado, ela detestava que a olhassem daquele jeito.

- Bom dia, Mione. Puxa, você está com uma cara péssima!-foram as primeiras palavras que Rony lhe disse.
- Obrigada, pelo apoio, Rony. Bom dia, Harry. Preciso conversar com vocês. É urgente.-disse ela aos dois amigos.
- Tudo bem. Vamos lá pro jardim, então.-disse Harry para ela sorrindo. Ao seu ver, a amiga estava estudando demais.

Os três estavam quase na porta do salão quando Draco Malfoy apareceu com seus dois capangas e disse, sarcástico:

- Bom dia, Potter. Bom dia, Weasley. Granger, realmente você não devia descer quando estiver com essa cara de zumbi. Você já assusta quando está com a cara normal imagine agora. Tome cuidado para não fazer um pivete do 1º ano ter um enfarte quando cruzar com você!
- Foda-se, Malfoy!- disse Hermione passando decidida por Malfoy e descendo os degraus de pedra que davam no jardim.
- Que boca suja, Granger!-gritou Malfoy, enquanto Harry e Rony acompanhavam Hermione, rindo. Eles sabiam que a amiga havia adquirido naquele sexto ano uma paciência muita curta e a mania de xingar Malfoy sempre que o via. E eles haviam gostado bastante daquela mudança, o problema era que a garota andava mais estressada do que nunca.

O trio andou silencioso até chegarem a árvore costumeira em frente ao lago. Quando se sentaram em cima da neve de Dezembro, Harry perguntou:

- Então, desembucha Mione. O que foi?
- Isso aí, o que você quer falar pra gente?-perguntou Rony.
- Preciso da ajuda de vocês. Estou realmente assustada agora.
- Assustada com que?-perguntou Rony, interessado.
- Meninos, vocês devem ter percebido que eu ando meio rude e cansada nos últimos tempos.
- Com toda certeza, o Malfoy foi o que mais percebeu.-brincou Rony e Harry sorriu.
- Exato, eu não sou assim. Não sou rude desse jeito, mas é que estou me sentindo sufocada.
- E o que está acontecendo?-perguntaram os dois juntos.
- O mesmo que aconteceu com Harry ano passado. Acho que estou tendo visões, quer dizer, sonhos muito estranhos, mas é como se fossem reais.-Harry fez uma careta e Rony levantou a sobrancelha esquerda - Isso mesmo que vocês ouviram.
- Que espécie de sonho, Hermione?-perguntou Harry.
- Harry, eu sonho que estou em um quarto. Um quarto sem porta. Eu estou parada bem no meio dele. Ao meu lado, tem uma cama coberta com uma manta vermelho-sangue. Na verdade, todo o quarto é decorado em preto e vermelho-sangue. Há uma lareira a minha frente e eu sei que o quarto tem uma prateleira de livros atrás de mim, apesar de não vê-la. Eu uso um desses vestidos coloniais vermelho e meu cabelo está preso numa espécie de coque. E no sonho, eu sinto uma angústia muito forte e eu choro muito. Ah, claro também sai sangue da minha boca, como seu eu estivesse machucada e esse sangue escorre pelo meu pescoço. Mas eu sinto que não estou sozinha. Eu sinto que e tem alguém naquele lugar, sinto que fui me encontrar com alguém. Então, um homem fala que eu finalmente fui ao seu encontro e quando me viro para ver quem é, um ar frio entra pelo meu corpo e eu acordo.-tinha sido difícil, mas ela finalmente tinha desabafado.

Rony finalmente ergueu a outra sobrancelha e Harry estava com a boca entreaberta. Até que Rony fala:

- Puxa, Hermione. E você sabe que quarto é esse ou de quem é a voz do homem atrás de você?
- Não, eu não faço a mínima idéia. Está se repetindo. Todas as noites. Desde que voltamos para Hogwarts e eu acordo e não posso mais dormir. Eu estou exausta. Estou assustada. Ontem à noite, eu acordei com gosto de sangue na boca e ela não estava sangrando. Isso está sendo muito real. Real demais.-disse Hermione, sentindo os olhos se encherem de lágrimas.
- Acalma-se, Mione. Você tem certeza que não sabe de nada? Nenhum indício do que esse sonho, ou essa visão possa ser?
- Não, nada, Harry. Eu pereço tão desesperada no sonho que eu simplesmente não reparo em nada. Mas não só porque estou nervosa, é também porque de alguma forma, eu já conheço aquele lugar. Parece que não há nada de novo nele que me faça prestar atenção. E eu não sei o porque de tudo isso.
- Talvez seja algum delírio, Hermione, ou alguma coisa que você leu e ficou impressionada?-perguntou Rony.
- Não é nada disso. Eu já tentei me lembrar e não há nada que possa ter relação com esses sonhos e eu me lembro de cada livro que já li, Rony, não me esqueceria se algum estivesse me influenciado assim. Sabem, não é um sonho comum, é alguma coisa muito mais real. Como se alguém tentasse me mostrar alguma coisa, como se seu tivesse que saber o porque desses sonhos.
- Isso é loucura, Mi. Não faz nenhum sentido.-disse Harry.
- Eu sei. É aí que entra o problema. Isso precisa ter alguma resposta lógica, afinal tudo tem uma resposta lógica. Então, porque justamente isso não te nenhuma. Sabem, acho que estou ficando doida.

Rony pareceu abrir a boca para falar alguma coisa, mas naquele instante o sinal da primeira aula tocou e Hermione disse que era melhor eles continuarem com a conversa depois. Aquilo havia se tornado uma coisa particular para ela e não queria arriscar que alguém (além de Harry e Rony) soubesse o que estava acontecendo.

*


O dia passou lento como o passar de um inverno para Hermione e pela primeira vez na vida ela não conseguiu prestar atenção em suas aulas.
A hora do jantar chegou e Hermione estava tão exausta que pediu para os amigos a deixarem ir dormir. Talvez no dia seguinte eles retomassem o assunto. Ela foi se arrastando para a torre da Grifinória e de lá, foi direto ao dormitório. Sem nem tirar o uniforme, ela se jogou em sua cama e fechou seus olhos. Para logo abri-los novamente. Acabara de se lembrar que teria que entregar um trabalho de Poções no dia seguinte e que nem ao menos abrira seus livros para fazer a tarefa.

Mecanicamente, abriu o livro de Poções já no capítulo certo, mas não foi no título “O Uso das Pinças de Aranhas em Poções de Memória” que seu olhar se prendeu. Havia uma carta, com envelope preto, presa naquela página do livro. Uma carta sem destinatário em remetente. Franzindo as sobrancelhas, Hermione pegou o envelope negro e o abriu. Dele retirou um pedaço de pergaminho igualmente preto e vazio de palavras.

- Mas que brincadeira sem graça é essa? De que me adianta um pergaminho sem nada escrito?-perguntou ela, para si mesma.

Em resposta, palavras em uma letra perfeita começaram a aparecer no pergaminho. Palavras escritas em uma tinta prata. Perplexa, Hermione começou a ler o bilhete:

Para minha amada estudiosa,

Tens sonhado muito comigo? Eu tenho sonhado com tu todas as noites deste inverno, deste ano, desta eternidade. Mas tu não me vês. O que faço para me notares? O que faço para que estes teus lindos olhos castanhos me vejam? Nem que seja por um único instante.
Escrevo este bilhete para lhe dizer, mais uma vez, o quanto te amo e o quanto sofro por tu me ignorares.
Lhe desejo uma boa noite e novamente lhe digo para vir me encontrares no lugar que já conheces. Sonhes com os anjos, minha amada.

Daquele que a amará pelo resto da eternidade e que espera que um dia me notes.


Hermione soltou o bilhete ao terminar de ler.

- Oh, meu Deus. O que é tudo isso? Quem escreveu isto? Quem escreveu isto para mim?

Confusa, Hermione leu e releu o bilhete sem entender de quem poderia ser. E naquela agonia, adormeceu. E logo o seu sonho inquietante voltou a sua memória, só que dessa vez, com uma nova surpresa.

N/A:Segundo cap postado, galera! O que estão achando de todo esse suspense? Comentem, por favor! Não se preocupem, logo o romance começa, tá? Tanto D/Hr quanto H/G,ok? B-jus e obrigada por estarem lendo!
Nath Malfoy!

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