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7. Culpa


Fic: De Olhos Bem Fechados


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 7 - Culpa





Um raio de luz invadiu o quarto pela janela entreaberta, iluminando a cama.
Rony acordou, mas não abriu seus olhos. Tinha tido um sonho tão doce...Não queria acordar nunca mais dele. Para que, afinal de contas? Não havia nada para ele se acordasse.


Tinha sonhado com ela...Há muito atrás era apenas com ela que sonhava, mas até mesmo seus sonhos tinham desistido e isso não acontecia em anos...Mas na noite passada tinha sonhado com ela.


Sua presença tinha sido tão viva que talvez...O sonho tinha sido real? Não, era impossível.


Sentia ainda seu toque, seus lábios nos dele, o doce perfume de sua pele...Não, não poderia ter sido...real? Poderia?


Devagar a noite anterior voltou em sua memória por completo...Sim, tinha sido real. Ele e Hermione...tinham...


Um sorriso se formou em seus lábios e uma felicidade que ele nunca antes tinha sentido o invadiu. Ela amava ele. Os dois se amavam e ele estava junto dela, finalmente.


Quem sabe agora poderiam finalmente ser felizes verdadeiramente. Completos afinal. Poderiam começar do zero ou não...Não fazia diferença porque estariam juntos.


Ainda de olhos fechados, ele tateou o outro lado da cama, procurando ela, querendo a abraçar. Mas não encontrou ninguém.


Os lençóis estavam frios.


- Hermione? - suspirou, suplicando por ela.


- Volte a dormir, Rony. - era a voz de Hermione.


Ele abriu os olhos e viu que ela já tinha levantado e se vestia, com pressa.
Rony levantou também, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa, Hermione jogou suas calças:


- É melhor você se vestir, se vai levantar. - disse e desta vez Rony não conseguiu ignorar o tom frio.


Ainda um pouco confuso, Rony se vestiu, sem deixar de observa-la. Agora ela penteava seu cabelo, ainda muito armado, e estava de costas para ele. Não importava como ela estava, para ele Hermione estava sempre perfeita.
Sorriu para si mesmo, mais uma vez. Parecia um bobo, com um sorriso de ponta a ponta, mas não importava. Não se sentia tão bem em anos.
Será que ela estava assim também?


Agora Hermione se olhava no espelho, e ele observava seu reflexo, mas não conseguia compreender a expressão que estava em sua face.
Depois de vestir a calça ele se aproximou de Hermione colocando suas mãos em volta da cintura dela, a beijando suavemente no pescoço.


- Rony...Não.


Ele parou, sentido. Suas palavras tinham soado tão sérias e frias...Onde estava o doce de sua voz que ele tinha ouvido antes? O que tinha acontecido?


Lentamente ele a largou, sentindo que o toque dele também a incomodava.
E antes que ele pudesse perguntar o que estava acontecendo Hermione rapidamente se afastou. Ficou parada por alguns segundos, e Rony teve esperança que ela iria voltar para perto dele, mas ao invés disso continuou a se arrumar, o ignorando totalmente. Agora ela murmurava para si mesma e foi com alguma dificuldade que ele conseguiu entender o que dizia:


- O que foi que eu fiz...Onde que eu estava com a cabeça!


Rony agora tinha passado de confuso para preocupado. Temia que...Não, ela não ia voltar atrás! Não podia! Iria ignorar tudo que tinha acontecido? Ela mesma fora quem tinha desejado aquilo, não foi? Ela não ia...Claro que não...!


Provavelmente só estava sem graça com a situação...


- Rony. - ele virou para ela, saindo de seus pensamentos - Vamos...Vamos só esquecer que isso aconteceu, ok?


O choque dele foi tão grande que ele podia jurar que suas pernas tremeram:


- Como assim...Esquecer? Esquecer para quê? O que está acontecendo? Estava tudo bem ontem! O que há com você?


Ela ficou em silêncio por um tempo, mostrando surpresa da reação dele.


- O que há comigo? O que... - ela suspirou - Rony...Você tem idéia do que fizemos? Do erro que cometemos?


Ele não respondeu. Ele tinha idéia do que eles tinham feito. Antes daquela noite, ele acreditaria que aquilo teria sido um erro. Mas agora...Agora ele tinha certeza que ela amava ele e que a noite passada tinha sido sincera. Não tinha sido um erro.


- Nós nos amamos! O que há de errado nisso!?


Ela riu:


- Que romântico!


O coração dele gelou...O modo como ela disse aquelas palavras...


- E o Harry, Rony? E o seu melhor amigo?


À menção do nome fez Rony olhar para o chão...Tinha se esquecido...Completamente de Harry. Como pôde?


Pôde porque amava Hermione, porque ela estava sofrendo...Porque ela o amava, e não Harry. Porque Harry tinha se esquecido dele também quando se casou com Hermione.


Rony sentiu uma raiva antiga subir a tona, um rancor que guardara a sete chaves. Harry sabia que Rony amava Hermione, mas não se importou. Por que ele tinha que se importar com ele agora?


- Ele não tem nada a ver com isso! - gritou Rony, cheio de raiva.


Hermione não se mostrou abalada:


- Não? Talvez isso tenha então!


Rony sentiu algo bater contra sua face, algo frio. Hermione tinha jogado sua aliança de casamento nele:


- Eu sou casada com Harry! Ele tem muito a ver com isso, Ronald! E ele é o seu melhor amigo! Como pode trair ele assim? Como eu pude?! - lágrimas começaram a escorrer pelos seus olhos e ela virou de costas para ele.


- Vocês não se amam, Hermione!


- Como você pode ter certeza?!


- Tenho certeza por causa da noite passada!E porque eu amo você e você me ama!


Ela se virou e ficou em silêncio. Os segundos que se passaram pareciam doer na pele dele:


- Eu...Eu não te amo, Rony. Eu estava apenas confusa...Foi minha culpa. O erro foi meu, isso nunca deveria ter acontecido. Desculpe.


Ele ficou estático. Mas então riu, ela só podia estar brincando:
- Você não está falando sério, não?


- Sinto muito.


Ela não estava brincando. Se ela não amava ele então porque tinha dormido com ele? De repente Rony percebeu o quanto tinha sido feito de idiota. O quanto ela tinha usado ele. Rony tinha apenas sido um consolo, apenas um passa-tempo até que Harry voltasse a satisfaze-la:


- Sente...muito? - a sua risada agora era sarcástica - Você sente muito? Não, Hermione! Eu sinto muito! Sinto por ter sido tão idiota! É claro que você não me ama! Só a idéia já parece absurda! Você só me usou! Todo aquele choramingo "Ai, Rony! Tô tão sozinha"!


Ela não mostrou nenhuma reação, mas pegou sua varinha:


- Não devemos nunca mais falar sobre isso, entendeu, Rony? Nunca. Vamos esquecer que isso aconteceu.


- Com prazer! Bem, então eu acho que é isso, não? Espero que tenha aproveitado o show, senhora! Será que posso pedir uma gorjeta? Não? Então cai fora!


Ela olhou nos olhos dele.Era um olhar que parecia mostrar amor e que quase o fez mudar de idéia e impedir que ela fosse. Mas ele se segurou, ainda amargo e assim ela partiu.


Rony estava sozinho. De novo.


Parece que o destino tinha puxado o tapete dele mais uma vez.


Ele sentou na cama, olhando o lado vazio onde horas antes Hermione havia deitado.


Sentia raiva...O jeito com que ela tinha usado e jogado ele fora! Por que tinha beijado ele? Por que brincou com os sentimentos dele assim? Não bastava não amar ele?


Um soco atingiu a cama.


Ele devia ter parado, não devia ter deixado aquilo acontecer...Na hora tinha tentado parar...Achava que aquilo não era certo...Mas então não conseguiu resistir a ela...


Ele não devia ter deixado aquilo acontecer!


Mas aconteceu. E agora a merda já tinha se espalhado...Não adiantava se lamentar!


Ele se levantou, decidido em esquecer tudo aquilo, como Hermione tinha sugerido. Se ela não queria nada com ele, que seja...Ele não ia mais ficar correndo atrás dela como um cachorrinho, não senhor!


E quanto a Harry? Que ela cuidasse dele! Rony ia cuidar da própria vida. Ia embora.


Sairia da Inglaterra o mais rápido possível, iria para os Estados Unidos. E principalmente, ia esquecer ela, nem que precisasse de um feitiço de memória!


Decidido, começou a arrumar uma mala. Foi então que viu a aliança que Hermione tinha jogado nele.


Ela ia querer de volta, pensou um tanto amargo. Rony pegou a jóia e colocou em um envelope. Depois, decidiu acrescentar uma nota também.


Ele foi até Pichi, que estava dormindo feliz em sua gaiola:


- Pichi...Acorda, coruja!


Pichi bateu suas asas animadamente, adorava qualquer tarefa:


- Leva isso para a Hermione.


A corujinha pegou o envelope pelo bico e saiu pela janela.


Ficou observando até Pichi desaparecer totalmente no horizonte. Com um suspiro, voltou a arrumar a mala.


Lembrou do olhar que Hermione lhe dado antes de partir. Mas novamente o ressentimento o impeliu a esquecer.


Ele ia embora, para longe de tudo aquilo. Mesmo se não conseguisse parar de ama-la, ia tentar.




***





Harry lentamente abriu a porta de sua casa. Estava cansado, mas pelo menos daquela vez não iria trazer trabalho para terminar. Quem sabe podia usar esse tempo para ler algum jornal.


Talvez dessa vez Hermione estivesse de bom humor.


Porém ao entrar ele não encontrou ninguém. Olhou para o relógio, já eram mais de onze horas da noite.


"Talvez ela esteja fazendo plantão... Nada para eu me preocupar, com certeza"


Harry se sentou no sofá mais próximo e começou a ler O Pasquim. Porém não conseguiu se concentrar na leitura.


Seu dia tinha sido no mínimo diferente...Nunca tinha imaginado que ia encontrar Cho depois de tanto tempo. E descobrir que ela ainda possuía sentimentos por ele.


Depois do encontro no pub ele tinha a acompanhado para seu hotel...Os dois estavam um tanto sem graça, e com razão.


Caminharam em silêncio, evitando contato visual. Foi apenas quando chegaram na frente de onde ela estava hospedada, que tiveram coragem de conversar.



***




- Bem...Chegamos.


- É...


Silêncio. Cho passava a mão em seu braço, sinal claro de vergonha. Harry evitava seu olhar e chutava o ar:


- Eu...Eu quero me desculpar, Harry. Minha atitude foi totalmente inapropriada...


- Tudo bem, eu entendo.


Mais silêncio.




***




Harry olhou para o relógio, interrompendo a lembrança. Quase meia-noite.



***




- Tem certeza que o seu assistente vai cuidar de tudo?


- Percy é excelente. Ele não vai ter problemas em cuidar do problema dos meteoros chineses.


- Espero que sim. Vai ser minha culpa se não conseguirmos resolver.


- Não se preocupe. Ele vai cuidar de tudo. Às vezes acho que ele é quem deveria ser o ministro.


- Não seja bobo, Harry! Todos querem você como ministro!


Harry deu uma risada um pouco desajeitada:


- Nem sempre o que todo mundo quer é o melhor para se ter.




***




Ele olhou mais uma vez para o relógio...Meia noite e meia...Seria melhor ver como ela estava por flú?


Era melhor não, Harry não queria atrapalhar.



***




- Então é isso...Tchau, Harry.


- Espero não ter te magoado, Cho. Se magoei, não foi minha intenção. Eu sou casado agora.


- Eu sei...Você não fez nada de errado, Harry. Foi minha culpa. Eu estava confusa, mas agora não estou mais.


Os dois se despediram e antes de entrar no Hotel, Cho disse mais uma coisa:
- Tchau, Harry! Seja feliz!


E assim ela saiu da sua vista, e talvez para sempre.



***




Pareciam palavras bobas, no entanto elas o fizeram pensar. Ser feliz. Talvez a única meta inatingível. O que era ser feliz? Era ter um momento de plena felicidade? Era a soma de vários pequenos momentos? Era o passado? O presente? O futuro?


O que era ser feliz para ele?


Seus anos em Hogwarts, pelo menos os três primeiros e mais a metade do quarto...Tinham sido felizes. Ele tinha certeza disso. Mas depois...Memórias felizes ficaram cada vez mais difíceis de recuperar. Cenas da guerra iam e voltavam com mais freqüência que ele desejava.


Por fim, Voldemort foi destruído...


E agora...Ele merecia uma vida feliz, uma vida perfeita. E ele tinha uma.


Será?


Harry olhou para o relógio por última vez antes de cair em um sono profundo e se deixar levar por sonhos de tempos distantes.


Era uma hora da manhã.




***





Eram cinco horas e quarenta e três minutos.


Hermione estava parada na frente da porta de sua casa por quase dez minutos. Não sabia se entrava ou saia correndo para bem longe dali.


Não sabia o que fazer.


Agora, provavelmente, Harry devia estar acordando ou então já tinha acordado...O que será que ele pensou? Será que ele desconfia? Será que...


O que ela tinha feito, por Deus?


Como ia conseguir encarar ele agora? Não tinha coragem para isso. Seus olhos a trairiam...Seus olhos revelariam...


Mas...Talvez ele nem se importe...Talvez ele nem note.


"Pare, pare! Ele é o Harry... Ele é seu marido e seu melhor amigo! Ele se importa!"


Não era justo...O que tinha feito fora tão errado...Ainda não acreditava que poderia fazer algo tão...


Ainda não conseguia entender nem por um segundo, como tinha simplesmente ignorado tudo e caído nos braços de Rony...Ela não era assim!


"Eu estava confusa, só isso... Estava vulnerável... Só isso."


Tinha tido uma semana difícil em St.Mungos...Harry também estava cheio de trabalho...Era por isso. Só por isso.


Uma voz, talvez de Rony, talvez dela, ecoou em sua mente:


"Pare de se enganar, Hermione. Pare."


Ela tinha que se enganar...Se não, o que sobraria? Ela não sabia.


Ah, Deus...O que ela faria?


Não podia contar, isso tinha certeza. Nunca mais ia acontecer, nunca. Não havia necessidade de magoar Harry porque não iria se repetir. O que tinha acontecido não era importante...


"Não minta. Não faça isso, Hermione."


Ela precisava mentir...Se não mentisse...Tudo ia ser destruído.


"Já está destruído."


O que ela tinha feito? Como deixou que aquilo acontecesse?


Cinco horas e nove minutos. Ou ela entrava agora ou ficava para fora para sempre.


Hermione ainda não se movia. Pensava, refletia, sonhava, lembrava...Ainda não sabia o que fazer nem o que pensar...


Ela não se moveu. Mas a porta sim. Abriu-se rapidamente e dela saiu Harry, de varinha na mão e com a pressa de sempre.


Os dois se assustaram com o encontro repentino. Ela olhou diretamente para o chão, não conseguindo arranjar coragem o suficiente para fazer outra coisa. Ele, no entanto, sorriu ao vê-la:


- Fiquei preocupado. Onde você estava?


Ela ia abrir a boca para tentar conjurar magicamente uma resposta convincente, mas ele continuou:


- Espero que à noite em St.Mungos não tenha sido muito cansativa. Eu acabei dormindo no sofá te esperando - ele riu - Bem, preciso ir.


Ele lhe deu um beijo suave na bochecha e aparatou. Ela não sentiu nada, mais uma vez.


O que era aquilo?


Não era amor, com certeza. Como podia ser? Lá estava ela, cheia de culpa e tristeza, e ele simplesmente não enxergava nada?


Hermione entrou em casa, devagar. Observando ao seu redor. Lá estava o sofá, lá estava tudo como sempre estivera.Tudo igual, desde o chão até o teto. Nada havia mudado desde que tinha saído no dia anterior.


Nada. Nem mesmo Harry. Nada exceto ela.


Ao ver sua sala, arrumada e mobiliada perfeitamente, ela entendeu. Sabia agora porque Rony havia conseguido faze-la esquecer-se de tudo.
Seu erro, não fora apenas traição, não. Hermione cometera o maior erro de todos, tinha descoberto que amava outro, tarde demais.


Ah sim, ela amava Rony. Em todos aqueles anos, era ele quem a desafiava. Era ele que mostrava que se importava com ela em todos os sentidos, mesmo aqueles irritantes. Era ele que, mais que tudo, realmente amava ela também.


Mas agora...Era tarde demais. Harry era muito importante para ela. Não queria magoa-lo, não queria vê-lo triste. Ele não merecia.


Hermione sentou se no sofá que na noite anterior tinha servido de cama para Harry. Ela colocou suas mãos no rosto.


O que tinha feito? E o que faria agora?


Lágrimas corriam livres pelo seu rosto. Ela estava decidida.


Ia esquecer tudo. Rony, principalmente.


Ele nunca iria a perdoar pelo que tinha feito momentos antes...E era melhor assim, tornava tudo mais fácil. Era melhor ele a odiar. Porque eles nunca iam poder ficar juntos, não sem machucar Harry. E isso ela não poderia agüentar. Já bastava ela sofrer, era melhor que Rony não passasse por isso também.


E Harry...Nunca, nunca ia saber jamais sobre nada do que aconteceu. Ela não ia deixar.


Hermione ia tentar fazer daquele casamento o que todos queriam que fosse. Custe o que custar. Ia compensar Harry por tudo.


Ia garantir que ele fosse feliz, mesmo que custasse sua própria felicidade.




Nota: Well...E vocês acharam que ia ser fácil, não? Risos. Quem leu minha fan fic As Fases da Lua (propaganda? Imagina...), sabe do que eu sou capaz. Muhuahauhaua. As coisas estão ficando cada vez mais complicadas para mim e para os pobres personagens da J.K Rowling, usados e abusados por mim. Espero que ninguém tenha ficado decepcionado com o capítulo e me desculpe pela demora. A vida real é um saco, sabe?

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Comentários: 1

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Enviado por Fani em 24/05/2019
Meu Deus que sofrimento! Não aguento ver o Ron sofrendo assim
Nota: 0

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