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8. Limites da amizade.


Fic: Não me provoque Potter! [HarryxDraco]


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Cap. 8 Limites da amizade.

A luz invadia o cômodo, sorrateira, discreta, quase como cuidadosa, para não despertar os dois corpos, que pareciam desmaiados pela maneira que estavam sobre a cama. Harry foi o primeiro a acordar. Seus olhos estavam pesados e tentavam a todo custo se manterem fechados. Espreguiçou-se, todo o corpo estava dolorido, cansado. Apesar disso, sua mente parecia relaxada, calma. Nunca se sentiu tão bem disposto e com tanta preguiça ao mesmo tempo. Virou-se e encontrou o causador daquela paz, que a tanto não sentia.

Draco parecia estar em um sono profundo. Seus olhos estavam totalmente fechados, e seu rosto exibia uma expressão que se misturava entre satisfeita e cansada. Os cabelos estavam espalhados e chegavam a cobrir-lhe os olhos, era uma criatura quase angelical. Estava deitado de bruços, e o lençol branco usado pelos dois, estava agora, em boa parte, enrolado nas suas pernas. Harry não resistiu à tentação de admirá-lo enquanto dormia.

Levantou-se com cuidado, desnecessário, porque o loiro parecia estar ferrado no sono. E começou a se vestir. Já tinha sido suspeito demais os dois passarem a noite fora, o quanto antes ele voltasse para a grifinória, melhor. Suas roupas estavam em estado deplorável, já que tinha passado a noite toda, esparramadas pelo chão. Executou alguns feitiços que sabia mais ainda assim, apesar da melhora, sua camisa estava abarrotada, e continha alguns botões perdidos por aí. Nesses trajes não tinha como negar, que ah! Sua noite tinha sido... Boa O que lhe salvava era a veste negra, cujo ele vestiu por cima de toda essa bagunça.

Subiu na cama novamente, engatinhando, ainda cuidadoso. Pensou que antes de ir embora, tinha que se despedir de Draco. Imaginou a cara do loiro quando ele acordasse e não o encontrasse lá. Quer dizer... Se acordasse. Riu-se com esse pensamento. A verdade é uma, ele passaria a manha, e quem sabe o resto do dia, só admirando o jeito de como Malfoy dormia. A forma de que como suas pálpebras estavam cerradas, a boca entreaberta, a expressão tranqüila, a respiração leve... Ta chega. Isso já é demais. Ele estava realmente gostando de Draco Malfoy.

Agora estava muito perto do rosto do loiro. Podia sentir a respiração dele junto a sua. Aquele perfume único que aquela pele tão branca exalava... Tudo que em torno dele girava tinha uma áurea entorpecente, delirante. Deu-lhe um beijo na testa, tímido. Não houve sequer uma reação, então Harry começou a espalhar beijos como esses por todo o rosto do rapaz. Que franziu o cenho ainda de olhos fechados, mostrando claramente que não estava disposto à acordar. Virou o rosto para o outro lado e continuou dormindo.

- É mesmo uma garotinha mimada... – sussurrou Harry baixinho, mais para ele mesmo do que para Draco.

- Eu ouvi isso. – a voz do loiro foi abafada pelo travesseiro. Harry riu, deitando-se ao lado dele, e esperando ele se virar.

- Só assim pra você acordar é? – Disse ainda em tom divertido.

- Potter! Quem em plena sã consciência acordaria cedo depois de uma noite... – ele não terminou. Se por vergonha, ou qualquer outro motivo Harry não saberia dizer. Draco virou para encará-lo e agora, realmente, as palavras pareceram ficar engasgadas.

Draco se prendeu ao brilho daquelas íris verdes mais uma vez. E Harry sorriu, tanto pela reação do loiro, quanto pela sua própria. O efeito que uma troca de olhar tinha sobre eles era algo místico, e muito forte. Não saberiam explicar, mas era como se em cada desenho de uma íris houvesse uma explicação, um dizer, um sentimento. Traduzido, unicamente, por eles.

O loiro estendeu a mão para tocá-lo, para acreditar que aquilo tudo era real. Que a noite toda que tinha passado, cada sensação, sentimento, queria ter a certeza de que aquilo tudo tinha deveras acontecido, e que se repetiria. Quando percebeu já tinha fechado os olhos e se aproximado do moreno. E quase pode senti-lo sorrir, antes de aquele caloroso contato preencher-lhe os lábios. E o mundo sumiu outra vez.

Finalmente se separaram. Harry sentia os músculos da face doloridos, de tanto sorrir. Seu sorriso insistia em permanecer em seu rosto. Seu coração estava em paz, tudo parecia simples, ali, e ao mesmo tempo, uma paixão avassaladora corria entre suas veias, fazendo-o perder o controle, muitas vezes. Mas o mundo não era só essa torre e Draco, uma hora eles teria que sair desse sonho, e a realidade esperava, pronta para atacá-los, lá... Do lado de fora.

- Já foi estranho demais agente passar à noite fora, é melhor agente ir. Eu pelo menos... Tenho que ir. – Draco bufou, mas não impôs qualquer objeção, sabia que Harry estava certo. E bem, ainda se recusava a dizer que sentiria sua falta.

- Você não vem? – Tinha um tom de súplica nessa pergunta? Era o que Draco pensava, sorriu, e respondeu sincero.

- Nem pensar. Não pretendo levantar tão cedo. Meu corpo ‘ta todo dolorido... Você acabou comigo ontem. – Disse em tom de brincadeira, virando-se para o travesseiro, erguendo o braço em sinal de derrota. Harry riu balançou a cabeça.

- Você é quem sabe, eu preciso ir. – Harry já estava se retirando.

- Pode deixar que eu te acho por aí Potter... – Harry sorriu mais uma vez, e foi embora. Draco realmente gostava de usar o seu sobrenome, não?


[x]

- Oi Harry. – Rony cumprimentou-lhe com um bocejo, parecia realmente entediado.

Harry tinha acabado de entrar na sala comunal quando Rony se dirigiu a ele. O ruivo estava olhando para o teto, largado em uma cadeira qualquer, era o tempo livre da grifinória. Livre para ele, porque Hermione parecia absorta em uma redação. E foi só quando ouviu a voz do garoto responder, é que levantou os olhos encarando-o.

- Bom dia. – Harry tinha a intenção de se trocar, tomar um banho e tudo mais, mas a preguiça falou mais alto, estava realmente pensando em matar essas aulas da manhã.

- Harry, onde você estava? – a pergunta teve um tom mais sério do que Hermione tinha planejado usar. Rony parou de fitar o teto e olhava para o amigo, curioso.

Harry suspirou, ele realmente não tinha vontade de mentir para os amigos. Além de não merecerem ele não queria esconder. Pelo menos deles, que são tão íntimos. Não tinha a menor vergonha do que sentia, apesar de temer, pela reação dos outros. Não tanto por ele, porque estava acostumado a ter gente suficiente julgando-o, mas por Draco. Não queria que ele sofresse. Mas a opinião dos amigos também lhe assustava um pouco, porque a deles, ele respeitava, tinha medo, pois tinha muito a perder. Porém esconder, de nada lhe adiantaria. Respirou fundo era a hora de contar.

- Gente... Preciso falar com vocês. – Ele disse essa frase em quase um murmúrio, olhando para o chão.

Tinha certeza do que sentia, mas o medo da reação dos amigos... No final o que valeria mais? Ele jogaria fora uma amizade de anos, por um romance que ele nem sabe se vai durar? Draco valeria tanto à pena?

- Diga Harry, estou ouvindo. – disse Hermione, apesar de ainda estar olhando para sua redação. Rony encarava o amigo, mas sem muito interesse.

Harry demorou uns bons minutos para decidir falar, foi necessário Hermione parar suas anotações e encorajá-lo a fazê-lo.

- Vamos Harry, diga. – O amigo olhou-a nos olhos. Foi naquele momento que Hermione percebeu que a coisa era muito mais séria do que ela imaginava. Poderia escrever um livro sobre o que cada olhar de Harry significaria. No momento era um misto de preocupação, medo.

- Bem. – suspiro. – Eu passei a noite fora. – disse como se fosse uma notícia muito reveladora. Rony riu.

- Cara isso nós já sabemos. Você passou com alguém? – a pergunta do amigo soou tão displicente que ele teve ainda mais receio de respondê-la.

- É essa a questão, passei. – Rony sorriu divertido, e ia fazer uma piada a respeito. A expressão séria do amigo fê-lo mudar de idéia.

- E eu e Rony podemos saber quem é? – A conversa estava calma, e tomando o rumo certo. Se Harry continuasse a ser cuidadoso, e escolhesse bem as palavras não haveria problema.

Mas me digam como dizer em palavras sutis: “Eu passei a noite com Draco Malfoy, na Torre de Astronomia”. E isso relevando os detalhes, lógico.

- Harry é alguém que agente não gosta? – O ruivo agora tinha mudado de postura. Percebeu que Harry estava realmente preocupado.

- É. – Bem, eles estavam fazendo o trabalho pelo grifinório. Não sabia se isto facilitava ou tornava tudo ainda mais estranho. – Na verdade, nenhum de nós gostava, é... Da sonserina.

- Não falou muita coisa não é? Afinal acho que todo mundo que a gente não gosta é da sonserina. – Disse Rony rindo. Olhou para Hermione para ver se a garota concordava com ele, e ela o fez com a cabeça. Mas estava com um ar muito estranho.

Hermione parecia nervosa... Impaciente. Desde que começara aquela conversa estaria pensando em quem Harry falava. Muitas pessoas vieram a sua cabeça, Gina, por exemplo, foi uma delas. Mas foi logo descartada por motivos óbvios. Quando Harry começou a tomar tanto cuidado com o que falava e como falava a garota tornou-se apreensiva. Não só pela notícia, mas também pelo amigo. As pessoas que agora ela imaginava, nenhuma lhe convinha. E não sabia porque, e sempre tentava jogar para longe esse pensamento, mas uma certa doninha voltava a perturbá-los... Ela começou a ficar irritada com o próprio pensar. Aquela demora de Harry só piorava as coisas. Até que ela não agüentou.

- Harry! Diga logo, quem é o garoto? – disse dando muita ênfase ao artigo. Rony e Harry empalideceram e encararam a grifinória ao mesmo tempo, por motivos diferentes, obviamente.

- Como é? – Rony pareceu engasgar, não tinha reação. Estava muito branco. Harry sentiu-se como se tivesse nu na frente dos amigos, foi a pior das sensações. Além de ter um segredo tão íntimo revelado, a expressão dos amigos, não aliviava em nada a sua situação.

- Então Harry, diga, quem é o tal? – a frase da garota soou ríspida, irônica. Harry encarou para ter certeza de que era ela mesmo quem falava.

- Malfoy. Draco Malfoy. – Disse agora a encarando nos olhos. Como um desafio. A expressão de Hermione logo se transformou em horror, junto com Rony, olhavam o amigo como se fosse uma aberração.

- O que? Você só pode estar brincando. – Rony no momento estava ficando vermelho, ele tinha vontade de gritar. A surpresa deu espaço a uma repulsa que ele não conhecia, junto de uma raiva desnecessária. Era uma traição, era uma esquisitice.

- Não, não estou. – Ele se levantou agora, seus punhos estavam cerrados.

Não sei o porquê das aparências. Não sei por que as palavras teimavam em divagar apenas com sutileza na provocação, na ironia. Harry e Rony estavam fervilhando de raiva, um indignado com o outro, e com um repúdio miserável. Para um, o amigo postado a sua frente era um ser irreconhecível. Rony se aproximou de Harry, seus olhos tinham uma tensão atroz, mas Harry, não se deixava intimidar.

- Você está maluco só pode... Nunca pensei que fosse dizer isso... Mas estou com nojo de você. – As palavras saíram cuspidas, com uma acidez incontrolada. Rony no momento queria feri-lo, talvez apenas para tentar alertar sobre a besteira que fazia.

- Que bom Ronald. Porque eu posso dizer o mesmo. – disse carregado de arrogância. Desviou os olhos para a amiga, em busca de qualquer coisa que pudesse lhe ajudar, não encontrou. Hermione estava atônita, e com seu calar, parecia concordar com que Rony dizia.

- Já está aprendendo não? O que mais aquela doninha ridícula te ensinou, além de empinar o nariz? – Com essa provocação Harry entendeu, que por mais que outro homem fosse um baque, o maior problema era que esse homem é Draco Malfoy.

- Harry... – Hermione pareceu querer interromper. Mas não teve força, ou simplesmente as palavras não saíram. Harry nunca se sentiu tão decepcionado com alguém.

- Você é ridícula... – as palavras saíram da sua boca. Ele estava querendo agredir, não se importava mais com que eles iriam sentir. Vira que toda essa preocupação não valeu à pena, eles não eram dignos dessa consideração.

- Cale essa sua boca imunda! – Berrou o ruivo para o grifinório, Harry não respondeu com mais um xingamento, fechou o punho e descarregou toda a sua agonia e desprezo no rosto de Rony. O golpe lhe atingiu uma área próxima dos lábios. Que sangravam.

- Não! – Hermione parecia em desespero, as lágrimas começavam a arder nos olhos, pedindo para cair. Até então a garota conseguiu impedi-las. Rony segurou o grifinório pelo pescoço, e tinha fechado o punho para atingi-lo também. Não demorou para que Harry sentisse um líquido quente lhe escorrer da boca, e uma área totalmente dolorida. Apesar do soco não reagiu.

- Para Rony! Para! Pelo amor de Deus! – a menina gritou, e tentava segurar o amigo, que espumava de tanta raiva. Os dois estavam machucados externamente, os três abriram uma ferida interna. Hermione já não conseguia não chorar. Estava em prantos, nunca tinha imaginado que tudo isso poderia acontecer, e realmente não o queria. Mas também... não podia fazer nada.

- Eu não acredito que andei com vocês durante todos esses anos. – O ódio dera espaço a uma mágoa, muito dolorida.

- Você queria que nós fizéssemos o que? – respondeu ríspido o ruivo, limpando o filete de sangue que escorria pela boca.

–Você queria ouvir um “parabéns”? –disse irônico. - Você tem que parar com essa mania de achar que todos devem sentir pena de você.

- Pena era a última coisa que eu esperava de vocês. E apoio era a única que eu queria. – Essas palavras, tiveram mais efeito do que qualquer dos xingamentos. Hermione ainda chorava, e os olhos dos dois garotos também pareciam lacrimejar, mas eles não dariam esse sinal de fraqueza. A menina foi em direção ao grifinório no intuito de abraçá-lo.

- Eu já disse... Não preciso da tua caridade. – disse frio, tirando os braços dela de perto e jogando-a no sofá. Ela ficou onde caiu, e Harry antes de ir embora pode ouvir um soluço, só que dessa vez teve certeza que não foi de Hermione...


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N/A: Barracão néah?Continuem comentando, que eu continuo postando ^^
Beijos. :)

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