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4. Defesa Contra as Artes das Tre


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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...A Vida Continua...

Cap. 4
DEFESA CONTRA AS ARTES DAS TREVAS

- O que temos hoje Rose?

- Primeiro Herbologia. Depois Defesa Contra as Artes das Trevas, almoço, ai... deixa eu ver... História da Magia, então sim, Aula de Vôo. – Rose concluiu olhando o horário.

- Legal! Estou louco de vontade de estudar Defesa Contra as Artes das Trevas. – Alvo falou se servindo de pão.

- Eu também. Alvo, Herbologia é a disciplina ensinada pelo sr. Longbottom né? – ela comentou também se servindo de pão e um pouco de café.

- É sim. Acho que o dia vai ser muito bom.

- Não teria tanta certeza maninho.

Tiago sentou-se ao lado deles de forma despojada e pegou o horário das mãos de Rose. – Ih... vocês deram azar para o primeiro dia de aula heim.

- Porque James? – Rose falou já apreensiva.

- História da Magia é lecionada por um fantasma e é chatíssima! E quanto a DCAT... – ele deixou a frase inacabada para dar mais suspense.

- O quê que tem? – falou Alvo preocupado.

- Tem que... a professora é... é...

- É o que? – insistiu o mais novo.

- É um Inferi!

- O QUÊÊÊ? – não foram só Alvo e Rose que exclamaram, mas também Colin Creevel que sentava ali perto e deixou até cair a fatia de pão que segurava.

- Hahaha – James não conteve as risadas – vocês acreditaram...

- Porra James – disse Tiago passando a mão no cabelo assustado – isso não teve graça...

- Relaxa aí Al... eu tava só brincando. Mas se bem que...

Alvo levantou os olhos para ver o irmão que havia se levantado.

- Se bem que o quê James?

- Acho que seria melhor se ela fosse um Inferis! – disse como se pensasse alto. Diante do olhar indagador da prima completou – Está tudo bem Rose. Você vai ver na hora da aula...

Sem mais comentários rumaram para as suas aulas.

*

Scorpius achou difícil de se concentrar durante a aula de Herbologia. Não havia jantado por causa do susto de ter sido mandado para a Grifinória e não havia tomado café para não ter que se sentar a mesa com os outros grifinórios. Seu estômago reclamava! Teria que almoçar de qualquer jeito, nem que tivesse que sentar a mesa dos professores e dividir uma cocha de frango com a própria McGonagal, isso se quisesse ter algum desempenho na aula de vôo que seria a tarde.

Longbottom era um professor calmo. Começou a aula fazendo a chamada, ele fez uma pausa durante os nomes de Alvo Potter e Rose Weasley só pra sorrir para eles. Que absurdo! Também fez uma pausa no nome de Scorpius Malfoy, mas não ergueu os olhos para olha-lo. Continuou a chamada sem comentar.

A aula terminou mais rápido do que esperava. Finalmente teriam a primeira aula dentro do Castelo: Defesa Contra as Artes das Trevas!

*

Rose e Alvo entraram na sala que era decorada com várias figuras de torturas. Todas elas protagonizadas por Comensais da Morte. Uma coisa que fazia questão era de sentar em uma das cadeiras da frente.

- Rose olha.

A menina olhou para os alunos que seu primo estava apontando para ver com desgosto que aquela seria uma aula conjunta com o pessoal da Sonserina, que entravam de forma espalhafatosa, rindo alto e apontando os quadro na parede.

Scorpius sentou na banca ao lado da de Rose e Alvo. Guardou o material e colocou a varinha sobre a mesinha da cadeira. Alguém deixou uma mochila pesada cair ao lado dele assustando-o.

- Ei Zabini – disse uma das garotas da sonserina para o menino que colocara sua mochila ao lado de Scorpius. – Você não vai querer sentar ao lado de um grifinório vai? – perguntou rindo debochado.

- Claro que não Liz. – disse também rindo – Só estou deixando aqui para que meu elfo-doméstico tome conta para mim.

Todos os sonserinos começaram a rir. Scorpius não olhou para Zabini, continuava com postura reta olhando para frente. Depois que o sonserino deu as costas para ir sentar ouviu um barulho e se virou. Scorpius havia empurrado as coisas dele da banca para o chão.

- Você se acha valente é Malfoy? – puxou a varinha e apontou para ele – deixa eu te mostrar o que é valentia...

- Estou muito curiosa para descobrir.

Todos os alunos se viraram para porta da sala. A professora que acabara de chegar era uma mulher por volta dos 35 anos, cabelos pretos até os ombros e uma cara de mal que chegava a assustar. Vestia uma roupa preta simples e andava de nariz empinado. Era bonito, mas não simpática.

- Senhores, gostaria de saber o que se passa aqui.

- Bem professora, o Malfoy derrubou meu material no chão – disse Zabine apontando.

A professora andou de forma altiva entre as mesas até ficar de frente a malfoy e o olhou nos olhos com uma cara de poucos amigos. Ele manteve o olhar.

- Sente-se Zabine. - Ele fez menção de argumentar, porem ela o olhou de um jeito que o fez calar-se e sentar – Como é seu nome garoto?

- Scorpius Malfoy. – falou com simplicidade.

- Scorpius... Malfoy... – ela repetiu o nome docemente – claro...

Ela deu as costas a ele e andou até a mesa dela onde se escorou antes de começar a falar encarando a turma.

- Artes das Trevas não é uma coisa contra a qual qualquer um possa lutar. Não pensem que é fácil ou que é uma questão de livros. Arte das Trevas é uma questão de talento! Se você não tem... que se dane, não vou ensinar a idiotas.

Com a afirmação ela pegou o diário de classe e começou a chamada.

- Alvo Severus Potter?

- Aqui.

Ela o mirou com tanta raiva que fez o menino pensar que de alguma forma a havia ofendido.

- Severus?! – ela falou indignada – como se fosse digno de ostentar este nome!

Alvo olhou para Rose em busca de auxilio, mas tudo que viu foi a prima de queixo caído. Olhou em redor e notou que todos pareciam meio admirados com a afirmação descabida da professora de DCAT.

- Bom... eh... vai ter que reclamar com meu pai que me deu esse nome professora... – respondeu como se fosse lógico que não era culpa dele se chamar Severus.

- Seu pai! Claro! Não pense que terá um tratamento diferenciado por ser fico do grande exibido Harry Potter! Eu sei que você não passa de um criancinha assustada e sem talento igual ao seu pai seu moleque arrogante!

- Mas eu não... – ele ia argumentar, mas levou um chute de Rose que acenou com a cabeça para que ficasse quieto.

A professora continuou a chamada, até que chegou a outro nome conhecido.

- Rose Weasley, ah, mais uma Weasley. E eu que achei que Hogwarts tivesse se livrado dos cabelos vermelhos de vocês... a última pelo menos era loira...

- Presente, professora. – embora que mantivesse os punhos fechados, ela não respondeu as provocações.

- Minha mãe é uma Weasley, portanto EU também sou. – Alvo disse com orgulho.

- Mais um motivo para eu duvidar de sua inteligência Potter. – a professora comentou olhando outra vez para o diário de classe.

- Ah sim... – falou com suavidade – Scorpius Malfoy...

- Aqui.

Ainda o olhando, ela sorriu para ele. Em seguida fechou o diário e mandou todos pegarem os livros.

*****

- Professora McGonagal, eu vim a Hogwarts para falar sobre...

- ...a ida de seu filho para a Grifinória. – ela completou em tom de tédio – já esperava que viesse sr. Malfoy.

Draco sentou-se mais para a frente na cadeira. Pandora cruzou as pernas relaxada. Havia acabado de chegar a escola e ido direto para a sala da diretora, onde agora conversavam. Por trás da cadeira de McGonagal, Dumbledore olhava a cena divertido enquanto Severus Snape analisava o casal que havia acabado de entrar.

- A senhora há de concordar comigo que isso não pode ficar assim.

- Porque eu concordaria com isso? – perguntou ainda calma.

- Porque ele é um Malfoy! Não pode ir para Grifinória...

- Ainda não vejo qual o problema.

- A senhora me escreveu hoje cedo porque sabia que eu não ia deixar barato!

- Eu lhe escrevi porque temi que o senhor não aceitasse e colocasse a culpa injustamente no menino.

- Ora, mas isso é incabível!

Ele olhou para a esposa que permanecia calada e o encarava como se dissesse eu-te-avisei.

- Isso é simplesmente impossível! Prefiro tira-lo de Hogwarts do que ver meu filho... MEU FILHO NA... Na... Grifinória! – falou com nojo da possibilidade.

- O senhor deve saber que a única possibilidade de refazer a seleção é muito improvável que funcione.

Ouvindo isso, Pandora descruzou as pernas e inclinou o corpo para a frente interessada.

- A senhora está me dizendo que existe então uma maneira de tirar Scorpius da Grifinória e fazer assim esse homem se aquietar? – Draco lançou-lhe um olhar mortal que ela preferia ignorar.

- Não. Eu disse que existe uma maneira de se refazer a seleção, mas isso não impede que o Chapéu Seletor o mande para a Grifinória outra vez, coisa que provavelmente acontecerá.

- Explique o que preciso fazer para ele ser re-selecionado. – Draco falou decidido.

******

- Alguma dúvida sobre as aulas de DCAT? – falou a professora com cara de que mataria quem ousasse levantar a mão.

Mas era blefe. Rose levantou e continuou viva.

- Tenho duas professora.

- Então fale de uma vez – falou impaciente.

- Primeiro, quando deixaremos as aulas teóricas e passaremos para a prática de magia?

- Quando souberem diferenciar uma varinha e um colega. Próxima pergunta.

- Qual seu nome professora?

- Pansy Parkson, tenho certeza que você já ouviu falar de mim não é.

- Eh... – Rose fez um esforço – esse nome não me é estranho.

- Já ouvi meu pai falar de você – Alvo comentou – mas não lembro o que disse.

- Claro – ela comentou. Mais uma vez sua expressão se tornou mais doce ao olhar para Scorpius – e você? Aposto que sabe tudo sobre mim não é, Scorpius...

- Não. – ele falou com sinceridade, balançando a cabeça para frisar bem a negação – Nunca ouvi falar da senhora.

Os olhos de Pansy ganharam imediatamente um tom avermelhado em sua expressão de fúria tal como as veelas quando estão com raiva. Fechou os punhos, rangeu os dentes. Olhou para Scorpius como se ele fosse uma barata que desejava muito eliminar.

- Está brincando comigo moleque? – não havia mais doçura nenhuma em sua voz.

- Não senhora – ele falou já temeroso – eu realmente nunca...

- SEU MOLEQUE INSOLENTE! VOCÊ NÃO É DIGNO DE OSTENTAR O SOBRENOME MALFOY!!! NÃO PASSA DE UM ESTORVO SEM SERVENTIA. DETENÇÃO! VOCÊ REALMENTE É DIGNO DE SER APENAS UM GRIFINÓRIO! SUMA DA MINHA FRENTE, I-M-E-D-I-A-T-A-M-E-N-T-E!

Scorpius quase não conseguiu colocar o material dentro da mochila, tamanha sua pressa de sair da frente da professora.

- E VOCÊS? ESTÃO OLHANDO O QUÊ? FORA DAQUI!

Sem pensar duas vezes eles se retiraram da sala seguindo os passos de Scorpius deixando a professora sozinha com seus pensamentos.



*****

- A senhora está dizendo que tudo que tenho que fazer é convencer o líder do Conselho dos Pais de que Scorpius merece uma re-seleção?

- Exato. Se for bem sucedido, a re-seleção será feita na hora, diante do líder do conselho, dos senhores e lógico de mim. Sem mais condições.

- E quando poderíamos ter essa reunião com o líder do conselho? – quis saber Pandora.

- Vocês tem 10 dias a partir da primeira seleção. Podemos fazer neste sábado.

Draco sorriu pela primeira vez desde que recebera a noticia aquela manhã. Era impossível para ele não lembrar de quando tinha 13 anos e seu pai que na época era o líder do Conselho de Classe conseguiu condenar um hipogrifo a execução por ter machucado Draco. Uma coisa aprendera com Lucius: tudo que se precisa ter é dinheiro e quase todos os seus problemas serão resolvidos. Afinal, não existem muitas pessoas não subornáveis.

- Tudo bem então, voltaremos no sábado.

- Ótimo. Vou passar seu caso para o conselho de pais.

Os dois se levantaram e dirigiram-se a porta.

- Foi um prazer conhece-la diretora, fiquei apaixonada por sua escola. – falou Pandora de forma amigável.

- Nos vemos no sábado professora.

Quando fechou a porta atrás de si, antes de descerem a escada da gárgula, Draco abraçou a esposa, deu-lhe um beijo no rosto e aconchegou-se sussurrando em seu ouvido.

- Esta reunião já está na palma de minha mão...

A mulher riu retribuindo-lhe os carinhos. Chegaram até a iniciar um beijo mais quente que foi interrompido pela porta da sala da professora que se abriu de repente. Eles se afastaram educadamente.

- Ah... ainda estão aqui... Estava mesmo indo atrás de vocês – Minerva olhou o casal com olhos bondosos – Devo informa-lo, Draco – a diretora fez questão de usar o nome dele com suavidade – de que quem preside o conselho dos pais... é Hermione Weasley.

- E... isso é... ruim? – Pandora perguntou ao marido.

Ele estava estático.

- Hermione Granger?!

- Hermione Weasley desde que se casou com Ronald Weasley senhor Malfoy. E sim, é ela. Bom, até o sábado não é mesmo.

A professora fechou a porta na cara de um Draco Malfoy em estado de choque.

- Draco... – Pandora se aproximou assustada com a súbita mudança do marido que estava até mais pálido – está tudo bem com você?

Ele não respondeu. Não podia ser. A filha dela estava no primeiro ano! Mas vindo da Granger era de se esperar... não, ela não.

- Merda! – pensou alto diante do olhar preocupado da esposa.






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N.A.:
Eu disse que ia concertar num disse! Confiem em mim! Comentem... preciso saber o que estão achando, porque vou ser sincera: muuuito felizinho pra o meu gosto.

comunidade do casal no orkut: SCORPIUS E ROSE
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=42417492


dúvidas? MSN!

dan_notalone@hotmail.com

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