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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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Visualizando o capítulo:

3. A Little Less Conversation


Fic: Uma Casa, Dois Bruxos, Uma Paixão (R/Hr - NC17) - novo recado nos comentários (14/07)!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NA: Gente a NC desse capítulo é um pouquinho mais pesada que a anterior. Tentamos não fazer nada vulgar, mas melhor avisar para aqueles que não gostam. Agora, vamos à fic!
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Capítulo 3: A Little Less Conversation

Elvis presley - Less Conversation



Ron acordou cedo no dia seguinte. Foi difícil levantar já que na noite anterior tinha conversado com Harry e Mione até tarde. Havia bebido muito, estava cansado e a cabeça pesava mais do que o normal sobre o seu pescoço. Depois de um tempo amaldiçoando os amigos por terem deixado a conversa ir até tão tarde – afinal eles sabiam que Ron teria que trabalhar no dia seguinte – levantou-se.

- P... que pariu – reclamou Ron – Como pude deixar aqueles dois me embebedarem?!

Sorriu internamente, afinal os três estavam juntos novamente. Tudo estava no lugar certo. Menos a cabeça de Ronald, que insistia em latejar. Tomou banho, engoliu uma poção anti-ressaca. Ele tinha certeza que não seria o suficiente para curar completamente a ressaca que sentia, mas melhoria um pouco e ele poderia pelo menos agüentar até o final do expediente. Aparatou – atrasado – para o trabalho.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Mione acordou bem mais tarde. Procurou o amigo pela casa e não o encontrou. Ela também estava com a cabeça doendo, sabia que tinha passado dos limites, resolveu tomar banho para aliviar a dor. Durante o banho pensou em Ron no trabalho e sentiu pena do ruivo, ela certamente não conseguiria trabalhar naquele dia. Deu graças a Merlim por estar de férias.

Depois de uma leitura rápida do Profeta Diário e de tomar um café forte, resolveu que ia cuidar de Ron. Tentaria se redimir pela noite anterior. Passou a preparar um delicioso almoço para o colega, depois de anos de convivência, sabia que nada animava mais Ron do que comida.

Quando estava na metade do preparo, teve a idéia de procurar por Ronald e perguntar que horas pretendia chegar para o almoço.

- Que merd... – xingou Ron com a voz cansada ao ver a cabeça de Mione na lareira de seu escritório.

- Oi Ron! Que cara de ressaca. – gritou Mione (ou pelo menos assim pareceu para o rapaz).

- Como conseguiu o pó de flu especial que dá acesso à minha lareira Hermione? – perguntou o rapaz fechando os olhos, como se quisesse impedir a voz da amiga de penetrar em seu cérebro.

- Molly. – respondeu a jovem com simplicidade.

- Certo. E o que deseja? Estou trabalhando, sabe?! – perguntou Ron com ligeira impaciência. Estava realmente mal-humorado naquela manhã.

- Quero saber que horas você pretende chegar para o almoço. Estou preparando uma refeição reforçada e gostaria de me programar.

- Almoço? Refeição reforçada? Pra que isso Mione? – Ron estava começando a ficar realmente de mau humor. Ela tinha interrompido seu trabalho para isso?

- Resolvi me redimir por ter te embebedado no meio da semana. Achei que um bom almoço seria ideal...

- Não vou almoçar em casa Hermione. Não tenho tempo. Sempre almoço no refeitório do Ministério.

A garota pareceu murchar. Mas logo abriu um sorriso e falou:

- Ainda bem que resolvi perguntar, não? Assim posso guardar a comida para o jantar. Que horas você deve chegar?

-Não sei Mione – mas ao ver a amiga abrir a boca para falar, resolveu acrescentar – Depois das 19 horas, não sei te dizer com precisão.

- Ok! – disse a jovem sorrindo – O jantar estará na mesa por volta das 20h30. Tenha um bom dia de trabalho Ron!

Assim que se despediu, Mione fez o feitiço que preparava o almoço parar e, com outro toque da varinha, garantiu que tudo fosse guardado até a hora de voltar a cozinhar. Foi para o quarto, se trocou e resolveu trabalhar na pesquisa para o seu próximo livro.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Eram 19h45, Ron estava no saguão do Ministério, preparando-se para ir pra casa, quando ouviu uma moça bonita se aproximar com um sorriso no rosto.

- Ronald Weasley – falou Parvati – Como está?

- Bem! Muito Bem! Melhor agora que encontrei com você. – falou o rapaz retribuindo o sorriso – O que faz aqui?

- Tive que passar para dar uma palavrinha com o chefe da Seção de Adivinhação. Nada sério. E você? Tão tarde e ainda no trabalho?

- Muitas coisas para fazer. Mas, agora, agradeço o acumulo de trabalho, que fez eu me atrasar e assim encontrar com você. – falou com um sorriso torto se formando nos lábios.

A mulher se aproximou do ouvido do ruivo e falou:

- Ah! Eu também agradeço ao seu acumulo de trabalho. Parece que você está tenso. Não quer ir à minha casa, tomar um vinho e relaxar?

Em menos de 30 segundos aparataram na casa de Parvati. Conversaram sobre banalidades. A taça de vinho de Ron permanecia intacta sobre a mesa. A moça já havia bebido 2 taças quando se deu conta desse fato.

- O vinho não é de seu agrado Ronald?

- Não Parvati. Não se trata disso, é que hoje não estou com vontade de beber. – disse Ron enquanto se ajeitava no sofá – Mas me conte Parvati, você continua solteira?

Parvati se levantou do sofá e foi levar as taças e a garrafa para a cozinha, enquanto falava:

- Ah sim. Solteira! E você Ron, ainda sozinho?

- Solteiro Parvati. Sozinho nunca!

A moça voltou para a sala se sentou ao lado de Ron e comentou:

- É realmente uma pena que não tenha gostado do vinho. Tinha guardado para uma ocasião especial.

O rapaz colocou sua boca perto do ouvido de Parvati e sussurrou:

- Mas tenho a impressão que não foi para bebermos vinho que você me chamou para visitar sua casa.

A garota nem tentou parecer brava, apenas gemeu baixinho ao escutar a voz rouca daquele homem em seu ouvido.

Ela adorava a voz de Ron, desde a primeira vez que tinha ficado com o rapaz, alguns anos após o término da escola em uma noite de bebedeira, havia descoberto que aquele ruivo era capaz de deixá-la completamente entregue. Não eram namorados, não eram apaixonados, apenas duas pessoas que se descobriram compatíveis na cama. Sempre que ficava com Ronald sabia que teria uma noite inesquecível. Ele seria cavalheiro, só faria aquilo que ela permitisse e a deixaria tranqüila e relaxada. Gemeu novamente sentindo a proximidade dos corpos e com o pensamento no que estava por vir.

Ronald percebeu o gemido e continuou falando, enquanto baixava sua mão do ombro da garota para seu seio.

- Parvati, não geme assim que você sabe que eu perco o controle.

Após outro gemido, Parvati acrescentou:

- Mas não é essa a intenção, Ron?

- Você realmente quer me ver perdendo o controle?

- Ah... eu realmente quero ver você perdendo o controle...

Ron colocou sua mão no pescoço de Parvati e a puxou para um beijo longo e sensual, mordeu levemente seu lábio inferior o que fez a garota dar um gemido baixo. A mão do ruivo deslizou pelo pescoço da jovem causando leves arrepios, lentamente a mão percorreu seu rosto até alcançar o topo da cabeça de Parvati, empurrando-a levemente para baixo. Quebrando o beijo, Ron murmurou:

- Vai Parvati, você sabe exatamente o que eu quero e sabe fazer como eu gosto.

Parvati escorregou do sofá e se postou de joelhos entre as pernas do rapaz, abrindo a calça com habilidade. Acariciou o pênis de Ronald ainda sobre a cueca, fazendo com que o mesmo arqueasse as costas e se empurrasse em direção a boca dela. Riu e lentamente retirou a última peça de roupa de Ron. O membro já estava ereto e pareceu crescer ao primeiro toque dela. O segurou perto da cabeça, passando o dedo levemente sobre a glande, deslizou sua mão até a base, apertando com força, fazendo Ron gemer em aprovação.

Repetiu a operação por alguns minutos e quando o rapaz já achava que ela realmente não iria fazer o que ele desejava foi surpreendido pela língua da moça acariciando cuidadosamente a cabeça de seu pênis. Ele soltou um gemido rouco e direcionou a cabeça de Parvati para que o colocasse inteiro na boca. Ela não atendeu prontamente e continuou brincando com a língua sobre a glande de Ron, apreciando o gosto que dela saía. Sem pressa começou fazer movimentos com a boca e com a língua da base até a ponta do membro. Ronald gemia a cada movimento, guiando a cabeça da garota para que ela se movesse exatamente como ele queria.

- Isso, Parvati... Assim...

A garota continuou a fazer movimentos circulares com a língua enquanto movimentava suas mãos pelo membro de Ron. O colocou quase inteiro na boca e deslizou uma de suas mão para testículos do rapaz, apertando-os e acariciando-os. Ronald gemeu longa e roucamente quando sentiu a mão de Parvati brincando naquele local.

Vez ou outra retirava o pênis da boca e dava suaves lambidas no local em que sua mão trabalhava, arrancando mais gemidos do rapaz. Com ligeira impaciência, Ron puxou a cabeça da garota para cima com o intuito de que ela voltasse a tê-lo inteiro na boca. Parvati não se sentiu intimidada pelo gesto do rapaz e continuou torturando-o com suas mãos um tanto vagarosas e sua língua ainda acariciando os testículos.

Voltou sua boca para a glande e deixou sua língua fazer movimentos longos e demorados ali, descendo até chegar à base.

- Hum, Parvati...

Ron gemeu e Parvati sabia que ele logo chegaria ao clímax.

Apesar de seus esforços, a garota não pode concluir com o que tinha em mente. Com um movimento brusco o rapaz afastou o rosto dela de seu membro pulsante e com um sorriso malicioso e os olhos brilhando, disse:

- Sua boca é muito talentosa, mas não é nela que quero gozar hoje.

Ronald segurou Parvati pelos ombros fazendo com que ficasse de pé, e ordenou:

- Tire sua roupa!

Parvati obedeceu e retirou a calça jeans e a blusa, ficando só de calcinha.

Ainda sentado, Ron observou a cena, deixou seus olhos percorrerem as curvas de Parvati e a observou tremer sob seu olhar. Longos minutos depois mandou:

- Aproxime-se!

Ela se aproximou e postou-se de pé em frente ao rapaz ruivo sentado no sofá. Ron escorregou suas mãos pelas coxas da moça e coloco-as entre suas pernas. Parvati olhou para Ron surpresa por ele a fazer permanecer de pé, mas satisfeita em ver que o sorriso malicioso ainda estava presente no rosto do rapaz.

Lentamente afastou suas pernas, dando passagem para a mão do rapaz, que delicadamente passou os dedos sobre sua calcinha. Ronald gemeu ao constatar, mesmo por cima do tecido, que ela estava úmida e pronta. Parvati olhava para os olhos de Ron e sentia os dedos do rapaz fazerem movimentos lentos por cima da peça.

Ron passou a provocá-la com leves toques, sempre ameaçando romper a barreira da calcinha entre os dedos e a intimidade da garota. Sem avisos e com um movimento rápido, Ronald penetrou um dedo na intimidade de Parvati. A garota afastou ainda mais as pernas e gemeu baixinho ao sentir este inesperado toque. A outra mão de Ronald subiu para os seios, tocando e apertando seus mamilos.

Ron aproveitou a oportunidade para penetrar mais um dedo, no mesmo instante colocou seu dedão sobre o clitóris de Parvati e começou a fazer movimentos circulares. Ela gemia cada vez mais e mais alto e Ronald permanecia no mesmo ritmo, penetrando a garota e massageando seu clitóris. Tão rápido quanto começou os carinhos, Ron parou, Parvati olhou para ele incrédula. “Como ele podia parar agora?” Pensou a garota. O rapaz pareceu ler os pensamentos dela.

- Quer que eu continue? –falou Ron com um olhar malicioso – Terá que pedir!

Parvati continuou a olhar para ele, decidida a não pedir. Ron voltou a massagear o clitóris da garota, muito lentamente, a fazendo gemer. Enquanto fazia isso, disse calmamente:

- Vamos Parvati, você quer que eu continue. É só pedir!

Parvati, não podia mais agüentar aquela tortura, ela realmente queria que o rapaz prosseguisse com as carícias.

- Não pára Ron...

- Ah Parvati, você pode fazer melhor que isso. Vamos... Mostre o quanto quer...

- Por favor, Ron... Não pára... Por favor...

- Bem melhor – disse o rapaz e na mesma hora voltou a fazer movimentos com os dedos, cada vez mais rápidos e fortes.

Os movimentos rápidos do rapaz não pararam e em pouco tempo ele sentiu a garota tremer e vibrar.

- Ron.... Isso foi... –gemeu Parvati.

- Parvati, a little less conversation a little more action …*

- Já que insiste... – disse Parvati, empurrando Ron com suas mãos, de modo que o rapaz encostou suas costas no sofá, enquanto Parvati se postou em cima do rapaz, fazendo com que o membro pulsante ficasse logo abaixo dela.

- Ah... Assim não... – disse Ron, enquanto virava a garota de costas para ele. Lentamente, segurando nos quadris da moça fez com que ela se abaixasse sobre ele, penetrando-a vagarosamente. Parvati gemia a cada centímetro conquistado pelo membro de Ronald. – Assim... – disse Ron, com um sussurro roço de excitação.

O rapaz ainda com as mãos no quadril de Parvati fez com que ela se levantasse e começou movimentos lentos e ritmados. Ela gemia a cada nova estocada, o que fazia com que o rapaz aumentasse a velocidade e a ferocidade com que penetrava a garota. Ronald deslizou suas mãos pelas costas da moça e a postou sobre os seios, abraçando suas costas e deixando que ela ditasse o ritmo.

Pouco depois, Ron sentiu Parvati contrair ao redor de seu membro, trêmula, e gemer mais alto do que tinha gemido até então. Em seguida, sabendo que não mais precisava esperar, o rapaz gozou com um gemido rouco, apertando a garota contra seu tórax, segurando os seios de Parvati.

Após o orgasmo, Parvati relaxou seu tronco sobre o de Ron e virou a cabeça para ele, procurando seus lábios, os dois sorriram e se deixaram ficar ali, abraçados até que suas respirações normalizassem. Ron resolveu tomar um banho antes de ir pra casa e ao chegar à sala, encontrou Parvati, devidamente vestida, encostada na janela da sala. Dirigiu-se à garota, deu um leve beijo nos lábios e falou:

- Parvati, preciso ir. Amanhã tenho que trabalhar cedo, estamos com alguns problemas no departamento e não posso chegar atrasado dois dias seguidos. Espero te encontrar em breve. Certo?

- Claro, na verdade eu também tenho que ir dormir. Vamos combinar de reunir a velha turma da Grifinória qualquer dia.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron aparatou em casa por volta da uma da manhã, estava feliz e relaxado. Olhou para a mesa e viu que estava arrumada, teve que pensar por alguns minutos até se lembrar que Mione estava morando com ele e que tinha combinado de estar em casa por volta das 19h para jantar. Procurou pela amiga, mas encontrou a sala vazia. Pensou um pouco e resolveu ir ao quarto dela, tinha que se desculpar e, conhecendo Hermione, sabia que ela deveria estar muito brava.

Ficou um tempo parado na porta do quarto dela, pensando no que dizer e em como se desculpar. Decidiu por contar a verdade, afinal ele era um homem solteiro e tinha necessidades, ela tinha que entender. Bateu e não obteve resposta, bateu outra vez e mesmo assim ela não respondeu. Chamou pela amiga:

- Mione, sei que está ai, abre a porta. Preciso me desculpar com você.

Não obteve resposta e tentou abrir a porta e viu que estava trancada. Começou a se irritar, ela não podia ignorá-lo daquela forma. Sem pensar muito, aparatou dentro do quarto de Mione.

- Sabe Ronald, quando alguém não responde quando batem em sua porta provavelmente é porque não quer falar com a pessoa – disse Hermione, sem nem mesmo levantar os olhos do livro que tinha na mão.

-Posso saber por que você não quer falar comigo?

- Hummmm... Deixe-me pensar... Eu falei com você as 11h30 da manhã e você me informou que estaria em casa por volta da 19h para jantar comigo, eu fiquei preparando um jantar delicioso para você a tarde inteira e você chegou BEM depois das 19h e nem me mandou uma coruja para avisar que iria se atrasar. Não me incomodo se você teve que trabalhar até tarde...

- Eu não estava trabalhando Mione – interrompeu Ron.

- Mesmo assim, você deveria ter me avisado, eu poderia ter marcado outra coisa. – a garota ainda não gritava, mas já era possível sentir uma leve alteração no volume de sua voz.

- Mione... Desculpe-me pelo que fiz, vamos conversar, tenho certeza que se souber o que aconteceu vai me entender. Mas não vai começar a gritar. Por favor.

- Gritar, eu não vou gritar! Eu não costumo gritar! – falou Hermione fechando o livro com violência e se colocando de pé.

- Não! Imagina...

- Escute aqui, Ronald, se você veio até o meu quarto para me aborrecer, faça o favor de se retirar – gritou a garota.

- E começou.... – Ron estava cansado, não queria brigar, tinha ido até lá se desculpar, mas a amiga nunca cooperava. Era sempre assim desde os tempos de Hogwarts, qualquer coisinha e ela começava a berrar.

- Começou o que, posso saber? Eu fiquei a tarde inteira cozinhando, me sentindo culpada por ter te feito beber durante a semana, pensando em qual comida você gostaria mais. Falei com Molly para descobrir receitas, me preocupei em arrumar a mesa e em escolher um bom vinho. E você nem teve a decência de me avisar que não vinha. Achei que era um atraso normal, resolvi te fazer mais um agrado, supondo que você voltaria cansado do trabalho eu arrumei a cozinha, a sala, seu quarto...

- O QUE? Você não fez isso, né? – interrompeu Ron, agora ele aos berros.

- Isso o que?

- Você não mexeu no meu quarto? Mexeu?

- Ronald, aquilo estava uma bagunça. Você deveria me agradecer. Fiz para te ajudar.

- Quem te deu o direito de mexer nas minhas coisas?

- Ron, eu sou sua melhor amiga! Que droga! Resolveu agora ficar cheio de segredos. Eu só arrumei o seu quarto!

- Só? Só? Você só pode estar louca! Nunca lhe dei esse direito Hermione. Nunca! Nem nos tempos de Hogwarts eu te dei o direito de mexer nas minhas coisas. – gritou Ron, enquanto abria a porta com violência e se dirigia para o seu quarto.

- Já sei o que você está tentando fazer Ronald. Você está tentando desviar do assunto principal. Está fazendo toda essa cena para não ter que admitir o seu erro. – falou Hermione seguindo o homem.

- Não estou desviando de assunto nenhum. Já pedi desculpas por não ter vindo jantar e não ter te avisado. Tive alguns contratempos. Encontrei uma velha amiga e acabei perdendo a noção do tempo. Desculpe-me por isso. Mas você não tinha o direito de entrar no meu quarto! E onde estão os pergaminhos que estavam em cima dessa minha mesa Hermione?

Ronald não mais gritava, mas falava baixo, as palavras saindo por entre os dentes. As orelhas dele estavam tão vermelhas que pareciam estar em carne viva e ele tinha seus olhos semicerrados. Mione conhecia aquele estado e sabia que era muito melhor que o amigo estivesse gritando.

Hermione teve que admitir que talvez tivesse passado dos limites, mas não ia dar o braço a torcer para ele. Ela nunca perdia uma discussão com Ron e essa não seria a primeira.

- Estão onde deveriam estar. Organizados dentro das gavetas. Não sei como você conseguia trabalhar no meio daquela bagunça. Coloquei por ordem de data.

- Você não fez isso! Você não pode ter feito isso! Fiquei meses trabalhando com aqueles papéis, tentando estabelecer um padrão entre os fatos e agora todo o meu trabalho... Não, não, não... Você não pode ter feito isso.

A expressão do homem tinha mudado novamente. De uma raiva latente para um visível desespero.

“Eu não posso bater na Mione, eu não posso bater na Mione!” - Era isso que Ron pensava o tempo todo, tentando controlar todas as emoções que sentia.

- Ronald, pare de drama!

- Hermione, por favor, saia daqui!

- O que?

- Hermione, você é minha melhor amiga, eu realmente não quero me descontrolar com você. Não quero mesmo! Portanto, saia da minha frente! – as últimas palavras saíram aos berros.

Mione, nem precisou de um terceiro pedido. Saiu do quarto e foi para cozinha dizendo:

- Vou estar lá embaixo lendo, no momento que se acalmar vá me procurar. Precisamos conversar.


~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Ron sentou na sua cama, colocou as mãos na cabeça e respirou fundo. Precisava se acalmar. Precisava resolver o que fazer agora que o trabalho de meses estava acabado.

Claro que sabia que não tinha perdido tudo, ainda tinha suas anotações, ainda tinha as informações essenciais, mas, mesmo assim, muito havia sido perdido e ele teria que pensar em um jeito de acelerar o processo. Não podia desperdiçar mais tempo naquele projeto.

Levantou e resolveu ver o tamanho do estrago. Abriu a primeira gaveta de sua mesa e viu alguns pergaminhos, organizados por data, como havia dito Hermione. Na segunda gaveta encontrou mais pergaminhos na mesma situação. Respirou fundo, pensou um pouco mais e percebeu que não poderia fazer nada naquele momento, teria que voltar para o escritório e ver as anotações que tinha deixado por lá, só então decidiria por onde começar a trabalhar.

Dirigiu-se ao banheiro de seu quarto, resolveu tomar mais um banho para acalmar toda a raiva que sentia. Era difícil acreditar que há menos de uma hora estava se sentindo feliz e relaxado.

Sabia que Hermione não tinha feito por mal, mas mesmo assim era difícil não ficar bravo com a amiga.

“Poxa, a Mione às vezes parece que não pensa. Nem parece a aluna mais inteligente que já passou por Hogwarts. Como ela resolve mexer no trabalho dos outros?” - Pensou Ron enquanto se ensaboava – “Mas eu acho que exagerei quando gritei para ela sair da minha frente. Afinal, ela é minha melhor amiga. Decididamente temos que conversar se vamos morar juntos. Estabelecer regras e limites para os dois. Também preciso me desculpar decentemente por ter a feito esperar por tanto tempo hoje.”

Concluiu o banho, se vestiu e saiu do quarto descendo as escadas indo em direção a cozinha.

~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

¬- Hermione? – chamou Ron assim que entrou na cozinha.

- Mais calmo? – perguntou garota sem olhar para ele – Resolveu conversar como adulto?

- Olha Mione, antes de você começar outra vez me deixe falar uma coisa. Desculpe-me por não ter comparecido ao jantar. Sei que nada justifica eu não ter te avisado, que eu devia ter te enviado uma coruja. Esqueci, fiquei entretido com outras coisas e não me lembrei do que tínhamos combinado. Como já disse, me desculpe por isso. – falou o rapaz.

Hermione ouviu tudo sem se virar para olhar pra Ron. Ficou levemente curiosa com o que teria entretido tanto o amigo, mas ainda tinham que conversar. Ela já o tinha perdoado pelo atraso, mas estava extremamente magoada com as palavras que o rapaz tinha dirigido a ela durante a briga.

Ronald sabia disso, conhecia a garota fazia muito tempo, sabia, também, que tinha que se desculpar por suas palavras e resolveu falar tudo de uma vez para acabar logo com aquilo.

- Mione, olha para mim. – pediu o rapaz – por favor – acrescentou enquanto se sentava à mesa ao lado dela – Preciso falar mais uma coisa, mas preciso que você olhe para mim enquanto falo.

A garota levantou os olhos em direção ao amigo e disse:

- Pronto, estou olhando. Fale.

- Desculpe-me por ter gritado com você agora a pouco. Desculpe-me por ter mandado você sair do meu quarto e da minha frente daquela maneira. Fui realmente grosseiro e sei disso. Estou arrependido por ter agido desta maneira. – a garota permaneceu em silêncio apenas o encarando e ele prosseguiu – Preciso que você me perdoe. Por favor.

Hermione fechou os olhos lentamente e respirou fundo. Estava se controlando para não chorar. Odiava brigar com qualquer pessoa, principalmente quando a pessoa era importante para ela.

Ron continuava olhando para a moça, mesmo que esta estivesse de olhos fechados. Aguardava uma resposta. Fechou os olhos e pensou “Isso vai ser mais difícil do que pensei.” Mal acabou este pensamento sentiu a mão de Hermione nas suas.

- Está tudo bem Ron. Claro que eu te desculpo, você sabe que não consigo ficar brava com você. Mas, por favor, não volte a gritar comigo da forma que fez hoje.

- Não vou. Prometo – garantiu o rapaz – Mas acho melhor estabelecermos limites, já que vamos morar juntos. Não concorda?

- Claro. Você começa. Qual são os seus limites? – perguntou Hermione sorrindo.

- Certo, minha primeira regra é: nunca mais arrume meu quarto ou mexa nos meus pergaminhos, por mais bagunçados que estejam. Aquilo é meu trabalho e ninguém pode ter acesso a ele.

- Por que Ron? Não gosto de tantos segredos, parece que não confia mais em mim. – falou a garota.

- Mione, você é a minha melhor amiga desde que eu tenho 11 anos. É, junto com Harry, a pessoa que eu mais confio no mundo. Tenha sempre certeza disso. Mas não posso te contar do meu trabalho ou te deixar ter acesso aos pergaminhos que falem dele. Simplesmente não posso. Esta uma das condições impostas para se tornar um inominável. Por favor, entenda isso.

- Deve ser difícil viver assim – comentou Hermione – Sozinho, sem poder comentar com ninguém que você confia como foi seu dia de trabalho.

- É, é muito difícil no começo. Mas depois você se acostuma, sabe?! E por um lado é muito bom, porque desta forma eu estou fazendo uma coisa só minha. Meu trabalho é só meu, eu faço o que tenho que fazer sem poder contar com a ajuda de ninguém e sou bom nele. Isto é uma sensação incrível, principalmente para alguém que tem 6 irmãos e cresceu tendo como melhores amigos o menino–que-sobreviveu e a aluna mais brilhante que já passou por Hogwarts. – falou Ron calmamente.

Hermione sorria para o amigo. Entendia seu ponto de vista agora.

- Sabe Ron, você cresceu. – falou ela em tom de descrença – Certo, a primeira regra já foi colocada e eu entendi. Prometo cumpri-la. Mas eu posso entrar no seu quarto quando você estiver lá, certo?

- Claro, e também quando eu não estiver lá, contanto que você não mexa nos meus pergaminhos. E quando eu estiver em casa no quarto, e não estiver trabalhando ou acompanhado, faço questão da sua presença ao meu lado.

Hermione riu do comentário e falou:

- O que nos leva a outra regra. Temos que ter um código para podermos saber quando o outro esta acompanhado. Pensei em colocar alguma coisa na porta. O que acha?

- É uma idéia. Até que pode funcionar, mas temos que concordar que as vezes não temos tempo de pensar em colocar alguma coisa na porta.

- Verdade... é melhor lançarmos um feitiço de imperturbabilidade.

- Ótimo – falou Ron. – Prometo também sempre avisar quando for me atrasar, para não te deixar esperando ou preocupada e você faz o mesmo.

- Perfeito. Queria propor mais uma coisa, mas não se trata de uma imposição e sim de uma sugestão.

- Pode falar Mione.

- O que acha de não deixar ninguém que não seja namorado ou namorada dormir aqui?

Ron levantou a sobrancelha com uma expressão de quem não estava gostando muito da idéia.

- Calma, não estou dizendo para não trazermos ninguém aqui, mas para que essas pessoas não durmam aqui. Entende? Não sei se será agradável encarar seus casos durante o café da manhã.

- Ah! Entendi. Tudo bem por mim. Eu geralmente não permito que elas durmam mesmo. – falou o rapaz rindo.

- Ron, não acredito que você trate as mulheres assim.

O tom da garota pretendia ser reprovador, mas ela não pode conter um sorriso.

- Mione, acredite, eu não sou um cachorro. Nunca enganei as mulheres que levei para a cama, sempre deixei bem claro quais eram as minhas intenções e o que pretendia. Se eu estou usando elas, elas estão fazendo o mesmo comigo. O que posso fazer se ninguém resiste ao charme dos Weasley.

- Eu resisto.

- Charlie discorda...

Mione sorriu levemente corada.

- Certo. Afinal, quem sou eu para julgar? – falou ainda sorrindo – Mas agora me conte quem estava usando você hoje que fez você chegar tão atrasado para o nosso jantar?

Ron se surpreendeu por a amiga saber o que ele estava fazendo sem ele nem mesmo ter comentado. Mas, afinal, aquela era Hermione, a pessoa que mais o conhecia depois de sua mãe.

- Parvati. Mas não é nada sério. Somos apenas o que chamam de amigos com benefícios.

- Entendo, também tenho alguns desses.


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* “Um pouco menos de conversa um pouco mais de ação.” – frase usurpada descaradamente da música do Elvis que dá nome ao capítulo “A Little Less Conversation“.

NA: Olá, olá!!! Cá estamos nós com o terceiro capítulo! Viram quem era a acompanhante de Ron. Imagina que nós íamos colocá-lo com a Lavender (vulgo Lilá). Como boas apaixonadas pelo Ron e pelo casal, nós também não gostamos dela.

Mas uma vez temos que pedir desculpa pela demora. Até que dessa vez foi mais rápido e talvez o próximo não demore tanto, mas tenham paciência, passou o carnaval e a vida volta ao normal, tudo vai ficar um pouco mais corrido.

O título do capítulo como já foi colocado ali do lado da tradução da frase, é uma música do Elvis Presley, muito boa! Ah, detalhe, nó não encontramos a versão que queríamos dessa música, vamos continuar procurando, mas resolvemos colocar essa versão que está ai assim mesmo, para que os que não conhecem a música passem a conhecer. Mas essa realmente não é a nossa versão preferida!

Temos muito a agradecer a todos que estão lendo, mesmo àqueles que não deixaram suas opiniões nos comentários. Agora vamos para a melhor parte, a resposta aos comentários:

Flávia Marques Carneiro: Imagina você não precisa agradecer, não é mais do que nossa obrigação tratar bem que lê e comenta por aqui! Sentimos muito que a fic tenha sido apagada, mas agora ela já voltou e prometemos novas emoções. Que bom que gostou dos títulos, é sem dúvida a parte mais difícil para nós duas. Que bom que gostou da NC do Charlie. Esperamos que tenha gostado dessa com o Ron. Beijos

Luiza Weasley: Aqui está a atualização! Esperamos que tenha gostado também dessa NC. Continue acompanhando e comentando, isso nos deixa muito feliz. Beijinhos

Jana: Nossa menina, você tem o comentário guardado no seu e-mail, que pessoa mais organizada. Como dissemos pra Flávia você não precisa agradecer por termos avisado por e-mail, nós que temos que agradecer a você por ler e comentar. Por enquanto estamos dando conta de escrever e corrigir, mas provavelmente logo vamos precisar alguém para betar, pode ter certeza que assim que isso acontecer nós gritamos pela sua ajuda. Aquela parte em que o Charlie fica apenas olhando para ela também é a nossa preferida. Quanto aos outros membros da família Weasley, logo eles vão aparecer e você mata a saudades da melhor família do mundo literário. Os gêmeos também vão aparecer, eles não tinham uma cena específica, mas depois do pedido vamos tentar criar algo a altura dos dois. Achou essa NC tão boa quanto a primeira? Depois deixa um comentário com as suas impressões. Beijos

Aninha Granger Weasley**: O Harry? Não, ele é casado com a Ginny e muito bem casado. O Ron não faria isso com a irmã. Esperamos que você tenha gostado da Parvati. Depois nos conte se ela foi uma das pessoas que você pesou. Certo? Você quer dez Charlies pra você? É, nos também queremos, se bem que o Ron não deixou a desejar, né?! Alias, a Mariazinha Weasley, uma das meninas que comentou perguntou se você não da um dos seus 10 Charlies pra ela. E ai? Obrigada por comentar, não deixe de deixar sua opinião depois, hein?! Beijos

Liz Negrão (LiLi): ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus!!! Eu, Tita, que é quem está digitando aqui, não estou acreditando que você comentou!!!! Não sabe a honra que é ter uma das minhas autoras preferidas escrevendo na nossa humilde fic. Parabéns sempre pelo seu trabalho. Ficamos, as duas, muito felizes por você ter gostado e ter achado o português impecável e a narrativa boa. O Charlie é realmente apaixonante, mas achamos que todos os Weasleys são. É o sangue! A NC desse capítulo é um pouquinho mais pesada que a do último, né?! Gostou mesmo assim? Tentamos fazer algo mais quente, mas sem ser vulgar. Deu certo? Por favor, depois deixe as sua opinião, ela é muito importante para nós duas. Beijos

Isa Mar: Que bom que você achou, mas caso isso aconteça novamente manda um e-mail para a gente que uma de nós duas te manda o linck pra fic. Ok? Viu só. Não foi com a Lilá, mas foi com a melhor amiga dela. Gostou? Como já dissemos, vamos tentar colocar uma ceninha com os gêmeos, mas não da pra prometer nada. A fic já tem seu enredo pré-definido, mas vamos fazer um esforço para encaixar aqueles dois. O Ron e a Mione juntos? Bom, isso só nós duas sabemos. É como diz o resumo, façam suas apostas. Você acha que os dois conseguiriam morar juntos sem acabar um nos braços do outro? Beijos

Mariazinha Weasley: Já deixamos a pergunta pra Aninha se ela te dá um dos seus 10 Charlies. Esperamos que sim, mas caso ela não concordar, você não acha que o Ron também serve? Gostou do capítulo? Não temos idéia de quantos capítulos vão ser, mas a fic não vai ser muito pequena, não! Ficamos muito felizes em saber que está acompanhando. Muito obrigada! Beijinhos

Alexandre: Esse comentário vai ser respondido apenas pela Tita, afinal é você! Ah! Feliz demais por você ter encontrado e principalmente por ter comentado, sei que você nunca faz isso. Mas de qualquer forma, se você continuar comentando eu prometo mandar alguns capítulos por e-mail pra você! Viu que fizemos mudanças no capítulo? Gostou? A Mitana também quer muito te conhecer, portanto trate de abandonar a Itália e voltar para o Brasil! A saudades as vezes é insuportável, sabia?! Mas logo, logo nós estamos juntos. Você está certo a Nc que você quer ver vem lá pelo quinto ou sexto capítulo. Amo muito! Mesmo! Pra sempre! Beijos e mais beijos.

ANINHA POTTER: Olá! Que bom que achou a fic muito boa! Sim, vão existir cenas quentes do Harry e da Ginny! Mas a gente não sabe quando, elas estão sendo planejadas. Continue acompanhando, certo? Muito obrigada por ter comentado. Beijos


Por enquanto é só pessoal (eta NA longa). No próximo capítulo, provavelmente, não terá NC, mas ele é bem divertido! Já está quase pronto, mas como resolvemos mudar algumas coisas, talvez demore um pouquinho.

Beijos para todos!

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Comentários: 1

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Enviado por Mi Granger em 28/12/2011

O Ron está descontrolado... rsrs


Não tem jeito. Vejo partes em que os dois estão e espero, esperançosamente, que aconteça algo... RonMione é meu casal preferido *-*


ótima o capítulo. Estou aguardando o próximo :)

Nota: 5

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