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7. Cinco Anões.


Fic: Aventura no Brasil - Pós Horwarts... Ação e Mistério!


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CAP-7 – Cinco Anões







CAP-7 – Cinco Anões





Rio de janeiro.





 



Lina ainda não estava acreditando que Virgílio havia convidado-a para almoçar, apesar dele ser um dos poucos no Ministério que eram simpáticos com ela, nunca esperava uma atitude dessas, ele estava sempre cercado por mulheres bonitas. Quantas delas não gostariam, de estar no lugar dela.



Virgílio, tinha fama de conquistador, nunca teve uma namorada fixa, sempre trocando de par como quem troca de roupa. Nunca se apegou a mulher nenhuma.



Lina resolveu deixar de esses pensamentos tolos de lado, ele deveria estar querendo informações sobre as mortes no beco das garrafas, ele não era o melhor auror do ministério à toa, sabia como utilizar todos os recursos, inclusive seu charme para conseguir informações.



Ela também não era nenhuma garotinha ingênua que ia se derreter toda por um sorriso de Virgílio. Queria ser uma auror tão boa quanto ele e não ia dar essas informações, para ele resolve-lo antes dela e deixa-la com cara de boba no departamento.



Enquanto caminhavam pelas mesas do restaurante, Virgílio cumprimentou um grupo de mulheres numa mesa próxima, Lina ia reparando nas expressões delas, todas pareciam lhe dirigir um olhar de inveja e surpresa. Chegou até a ouvir uns cochichos do tipo: "Essa desengonçada com Virgílio? Ele deve estar fazendo caridade". Ela Não se aborreceu com isso, pelo contrario, achou até divertido.



O restaurante consistia num amplo salão com muitas colunas de mármore verde, as que terminavam num teto alto com o topo adornado por esculturas de flores, o teto era encantado para emitir uma fraca luz amarelada. Haviam Muitas mesas distribuídas pelo salão entre as colunas. Lina e Virgílio se sentaram numa bem afastada na parede oposta a entrada da cozinha.



Um elfo domestico, bem vestido veio trazer o cardápio, Virgílio e Lina pediram a refeição padrão do dia.



- E então Lina, como vai a vida fora do ministério? Não sei nada sobre você, as poucas vezes que conversamos é sempre sobre trabalho.



- Não há muito para saber sobre mim, meu caro, minha vida é quase só trabalho. Tenho me dedicado bastante ao ministério.



- Não acredito – Disse isso com um belo sorriso nos lábios – Ninguém vive só para o trabalho nem mesmo você minha cara.



- Minhas duas únicas ocupações são o trabalho e a saúde do meu avô – disse Lina se abrindo mais do que tinha planejado.



- Seu avô? Que pena, sinto muito por ele. É grave?



- É. - Lina estava com uma expressão muito triste – Mas eu não quero falar sobre esse assunto.



- Eu sei como é, lembro de como foi quando o meu pai morreu. – A expressão de Virgílio mudou, ficou carrancudo, mas rapidamente desfez-se a carranca e ele voltou a sorrir. – Parece que dividiremos o ambiente com pessoas ilustres.



Apontou para a parede direita onde uma grupo de oito pessoas havia acabado de aparatar.





Harry e Rony estavam nesse Grupo os outros eram o Ministro Osmar e seus cinco acessores:



Orlando Matias era baixo e gordo com a cabeça pontuda, tinha os cabelos brancos e compridos e uma barba curta, usava um gorro engraçado na cabeça que fazia ela parecer ainda mais pontuda.



Amélia Cardoso tinha altura média ,as bochechas estavam sempre muito vermelhas, o cabelo era negro e possuía unhas enormes.



Cândido Bonamigo era muito baixinho sua barba quase tocava o chão de tão comprida, tinha uma voz estranhamente grave, que não combinava nem um pouco com sua aparência.



Roberto Vaques era Negro de altura média, tinha uma barba curta mas bastante espessa que lhe cobria a boca toda, usava um turbante colorido e era o mais bem humorado de todos.



Alzira Bertoia sempre vestia negro, era Baixa e magricela, com cabelos muito compridos e esbranquiçados meio sem vida, sua pele era morena e cheia de rugas seus olhos acinzentados, e a voz totalmente desafinada.



Todos viviam bajulando o Ministro tinham cargos de status, mas pouco importantes e queriam mante-los assim. Eram conhecidos como os cinco anões do Ministro pelo fato dele ser muito mais alto que todos.



O maitre do restaurante veio até eles, um bruxo muito bem vestido e penteado.



- Boa tarde Sr. Ministro, sua mesa está reservada, deixe-me acompanha-lo até ela.



A comitiva seguiu o maitre até uma mesa próxima a uma parede transparente que ia do piso até o teto e tinha toda a extensão do salão, ela era levemente inclinada.



Se sentaram e fizeram seus pedidos. A vista era magnifica, abaixo deles havia uma grande massa verde de arvores e mais ao longe podia se observar o mar, Harry percebeu que estavam em cima de uma colina ou morro.



Ele se surpreendeu quando um trouxa vestido de alpinista e com todo equipamento apareceu grudado a parede de vidro.



- Estamos dentro de uma rocha no alto de uma montanha, conhecida como Pedra da Gávea – disse o Sr. Bonamigo com seu vozeirão – Não é vidro, a rocha parece transparente para quem está aqui dentro, mas mantém seu aspecto natural para quem está lá fora. Esse trouxa nem desconfia que tem pessoas aqui dentro da pedra. O Restaurante pertence a minha família foi fundado pelo meu avô, mas quem o controla hoje em dia é meu irmão, uma pena ele não estar no pias no momento.



O alpinista parou em frente a eles se apoiou na sua corda e começou a cutucar o nariz. Rony fez uma careta.



- Muito engenhoso, mas tem seus inconvenientes, disse o Sr. Vaques e deu uma imensa gargalhada desproporcional a piada,



Harry e Rony se entreolharam desejando sair logo dali.



Enquanto o alpinista sumia acima do teto, dois elfos domésticos trouxeram as refeições.





Lina se virava á todo momento para observar a mesa do ministro, que estava atrás dela.



- Acha que eu devo ir até lá e tentar falar com o Potter?



- Acho que não seria conveniente, o ministro poderia se irritar, teremos uma chance melhor de falar com ele no jantar de hoje à noite. Tem certeza que ele pode realmente Ter informações relevantes para o caso?



- Acredito que sim. Queria falar com ele antes de apresentar meu relatório paro o Ferraz.



- Não sei o que ele pode saber sobre as atividades do Iaguara. De qualquer forma acho melhor você esperar até a noite.



Lina deu um sorriso de quem sabe mais do que está revelando e Virgílio percebeu isso, mas manteve-se calado, não ia ficar dando uma de curioso, essa menina era osso duro de roer, como dizia a sua mãe.



- Você acredita que o Iaguara ainda tem informantes no ministério? Afinal você pegou o Gustavo Linhares e o Rodrigo Menezes.



- É provável que ainda existam outros. Não conseguimos obter informações dos dois. Mas será muito difícil descobri-los agora, o Iaguara é muito ardiloso quase não deixa pistas, sabemos que alguém na prisão apagou a mente dos dois comparsas deles. Mas não dá para Ter certeza se foi gente do ministério.



- Sabe o que eu acho? Que tem gente graúda metida nisso, talvez o próprio Iaguara seja funcionário do ministério.



- Baseada em que você acha isso, garota?



- Só uma desconfiança, por que é tão difícil conseguir investigar o próprio ministério? Se não há nada a esconder, por que tanta burocracia, quando se trata de funcionários do ministério?



- Bom quanto a isso também, não vou dizer muita a coisa a respeito das minhas investigações – disse Virgílio com um sorriso malicioso – Acho que já está na hora de voltarmos para o ministério.



Virgílio pagou a conta e os dois partiram.





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