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27. Acertando as coisas


Fic: Quatro faces - H.Hr - D.G


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cap.27_

Harry estava na cabeceira da cama do amigo, que dormia tranqüilamente. Hermione, perto da janela, tinha os olhos vermelhos e inchados e ainda fungava ocasionalmente. Só no hospital, quando viu a expressão da enfermeira que os atendera, ela se dera conta do que estava acontecendo. Até então, estivera anestesiada. Depois disso, não conseguia mais parar de chorar.

Harry examinava os próprios joelhos quando Gina, Dumbledore e Minerva entraram na enfermaria. Gina com os olhos tão vermelhos quanto os de Hermione. Dumbledore com um terrível ar de arrependimento. Harry achou que nunca vira o diretor daquela maneira antes.

Dumbledore ignorou totalmente Hermione e Harry. Foi diretamente para a cama da Rony e examinou-o com a varinha e com uma expressão muito séria. Mione levantou-se e abraçou Gina voltando a chorar. Gina acompanhou-a nisso. Minerva estava com os lábios contraídos, o que indicava que estava zangada.

_Mas o que diabos você tem na cabeça, Potter? Já é a segunda vez. Será que você não vai sossegar enquanto não fizer algo realmente grave acontecer aos seus amigos.

_Não foi culpa dele, Minerva. _Dumbledore corrigiu calmamente virando-se para eles. _Não dessa vez. _e encarou Harry, com os olhos tristes. Harry não ficou com dó. Se ele tivesse acreditado em Zacharias, nada disso teria acontecido. _Aceita um café, Harry. Precisamos conversar.

Harry ficou muito tentado em dizer que não achava que ele fosse acreditar no que ele tinha para dizer, mas ficou curioso para saber o que Dumbledore queria falar. Em silêncio, saiu da sala. Dumbledore o seguiu e fechou a porta atrás de si.

_Ele está bem, Harry. _ele afirmou, caminhando pelo corredor. _Não precisa se preocupar.

_Não tenho muita certeza. _Harry respondeu com maus modos. _O que aconteceu com ele? A enfermeira não quis nos contar. Foi a queimadura na mão que o deixou assim?

_Não foi só a queimadura, Harry. Mas para ter certeza do que aconteceu exatamente, eu preciso que você me conte o que aconteceu enquanto vocês estiveram fora.

Sem muita vontade, Harry pôs-se a narrar tudo o que acontecera na caverna. Desde o troll até o derretimento inexplicável da taça. Dumbledore prestava atenção em cada palavra que ele dizia. No fim, ele olhou-o e comentou cansado: _Sinto muito por não ter acreditado, Harry.

Harry não queria ouvir desculpas. Não precisava delas. Se quisesse palavras abria um dicionário e as lia. Palavras não serviam, porque ele tinha certeza de que quando Dumbledore precisasse confiar novamente nele, ele não confiaria.

_Mas acho que posso explicar o que aconteceu com Rony e com a Taça de Helga.

Dumbledore fez uma pausa e Harry ergueu as sobrancelhas, indicando que ele podia começar.

_Voldemort projetou tudo aquilo para manter as pessoas longe da taça. Se, de alguma maneira, alguém conseguisse chegar até ela e toca-la, um buraco negro imediatamente se abriria, tragando-a para dentro e mantendo-a protegida. Mas Voldemort era muito precavido. Se alguém conseguisse, mesmo assim, pegar a taça, ela queimaria a mão de quem quer que fosse, fazendo-o soltá-la. Se a pessoa insistisse em não fazer isso e agüentasse a dor, então a taça começaria a sugar toda a sua energia, até não restar nada.

A essa altura alcançaram a cafeteria. Dumbledore pegou dois copos de café e deu um a Harry. _E por que não aconteceu isso com o Rony? _ele perguntou curioso.

_Aconteceu. _Dumbledore respondeu sentando-se em uma mesinha. Harry sentou-se a sua frente _Não foi a queimadura que deixou Rony daquele jeito. Foi esse feitiço da taça.

_E porque a taça... Porque Rony sobreviveu?

_Porque entre toda a energia que ela sugou dele, a taça encontrou algo que ela, há muito tempo não via. Algo que sua primeira e legítima dona prezava muito nas pessoas. Essa virtude do sr Weasley chocou-se com toda a magia negra que Voldemort colocara no objeto. A taça ficou sobrecarregada. E a coisa que Helga mais prezava acabou vencendo, fez a taça derreter e evitou que Rony perdesse toda sua força vital. Ele só ficou muito fraco.

Harry parecia intrigado. Dumbledore sem dizer nada, levantou-se e jogou seu copinho plástico fora. Harry virou-se na cadeira pronto para fazer-lhe uma pergunta, mas Dumbledore foi mais rápido.

_Foi a fidelidade, Harry. Foi a fidelidade que ele demonstrou a você e a sua amizade, que o manteve vivo. _Harry sorriu _Você tem um grande amigo naquela enfermaria. _e saiu da sala deixando Harry sorrindo para seu copinho de café.

***

Rony continuou na enfermaria do St Mungus, depois de todos voltarem para a escola. Dumbledore achava que era melhor ele não ser removido de onde estava. Draco achava que estava começando a ficar neurótico, pois não conseguia tirar da cabeça a possibilidade de ter sido Lucius se vingando de Gina em seu irmão. Por fim, desistiu de pensar dessa maneira e convenceu-se de que essa devia ter sido mais uma das aventuras idiotas de Harry Pottinho.

Mione estava passando muito pouco tempo na sala comunal da grifinória. Tão pouco tempo que fora a última a saber de que Gina e Draco haviam terminado. De alguma forma, a história vazara. Bom, era Hogwarts. A história sempre vazava.

_Mas porque foi que você não me contou? _ela perguntou indignada a Gina, depois de ouvir um grupo de segundanistas comentando isso na biblioteca.

Gina deu de ombros, despreocupada. _Você tem tanta coisa com o que se preocupar, Mione. Não queria perturba-la com essa besteira. _Mione mordeu o lábio, preocupada, e ficou encarando a menina. Gina arqueou as sobrancelhas. _Não fique me olhando com essa cara. Eu estou bem.

_E eu estou com vontade de dar um soco naquele idiota.

Gina riu. _Só não diga eu avisei, Mione. Sério, de resto tudo bem. Estou ok.

_Não vou dizer. Quem sou eu para dizer algo assim? _Mione perguntou com um sorrisinho triste _Bom, qualquer coisa, você sabe onde me encontrar, Gina. _e pisco para ela. _Até mais.

E saiu da sala. Harry ergueu os olhos do livro sobre quadribol que lia. Depois do acontecido, Mione ocasionalmente sumia e ele estava realmente curioso para saber aonde ela ia. Pensou em perguntar para Gina, mas desconsiderou logo a hipótese. Se Mione ainda fosse a mesma Mione, ela mesma diria, ele não precisaria perguntar para outros.

Tentou ler o livro por mais algum tempo, mas não adiantava. A quem ele estava tentando enganar? Hermione não saía de sua cabeça. Nunca. Dia e noite, ela invadia seus pensamentos e se recusava permanentemente a sair de lá.

Era um sábado abafado e ele se sentia sonolento. De repente, sentiu vontade de ver alguém. Um amigo. Alguém que conseguira passar por cima de algumas dificuldades que surgira entre a amizade que tinham. Sentiu vontade de ver Rony.

Ele devia estar se sentindo muito aborrecido, sozinho no hospital. Resolveu vê-lo. Não via nenhuma dificuldade nisso.

Com sua capa da invisibilidade, foi até Hogsmeade e, através de flu, para o hospital. Não teve dificuldades em passar pela enfermeira atendente, ainda mais porque, não tendo certeza de poder estar lá, ele passara por ela com a capa de invisibilidade. Tirou a capa da invisibilidade quando chegou no corredor e, sem bater à porta, entrou no quarto do amigo.

Rony lia, aborrecido, um livro da escola. Quando ouviu a porta rangendo, ergueu os olhos e deu um sorriso aberto e animado:

_Harry! _ele exclamou fechando o livro com força e colocando-o de lado _Achei que você nunca ia vir me ver!

Harry sorriu e fechou a porta. _Bem, errou.

_Eu queria mostrar uma coisa para você. _ele comentou enquanto Harry ia até sua cama e sentava-se em uma cadeira. Rony abriu a mão machucada. _Olha. _ele comentou sorrindo orgulhoso, exibindo a palma da mão, atravessada por uma fina marca horizontal _Eu ganhei uma cicatriz.

Harry riu. _Agora você vai ver que elas não têm graça nenhuma.

_Eu gosto dela. _Rony respondeu olhando pensativamente para a mão aberta.

_E então? O que você estava lendo?

_Ah, isso? _Rony fechou a cara, puxando o livro da mesa de cabeceira _Hermione trouxe para eu ficar em dia com a matéria. _isso pegou Harry de surpresa. Rony pareceu não perceber. _Eu disse para ela que se era para ficar no hospital, então eu merecia pelo menos um descanso, mas não. Você sabe como é a Hermione.

Um frio tomou conta de Harry. _Hermione tem vindo visitá-lo?

_Ela apareceu muitas vezes depois do acidente. Minerva vinha com ela no começo. Depois ela começou a vir sozinha. Para ver como eu estou. Esse tipo de coisa. _Rony comentou casualmente _Eu pensei que vocês tivessem vindo juntos...

_Ela está aqui?! _Harry perguntou surpreso. Por que ela não o chamara?

_Ela foi até a enfermaria intensiva. Ela sempre passa lá quando vem me ver. _então franziu a testa _Vocês ainda não resolveram... Aquele assunto, não é?

O humor de Harry mudou um bocado quando Rony falou que Hermione ia várias vezes vê-lo. Levantou-se da cadeira e foi olhar pela janela. _Agora você não se importa mais, é?

Rony pareceu sem graça. _Vocês são meus amigos. E eu vejo todo dia como vocês estão se sentindo. E você está sendo cabeça dura, Harry. Snape já disse que a poção só durava uma noite.

Harry virou-se de repente. _Como você sabe?!

_Toda a escola sabe. _então apontou para um quadro _Sabe como é, as paredes têm ouvidos. _a menina de vestido rendado no quadro, girou os olhos inocentemente, fingindo que nem estava prestando atenção no que eles estavam falando _Eu pensei que ia morrer, Harry. E me dei conta de que vocês foram a melhor coisa que aconteceu na minha vida. _Harry inclinou a cabeça, com um sorriso terno _Eu quero que vocês sejam felizes.

_Enfermaria intensiva, você disse? _Rony fez que sim com a cabeça. Harry bufou _Aposto que ela foi ver o Lockart. Típico. _e virou-se para sair _Acho que vou busca-la. Está na hora de irmos.

_Acho que você está com ciúme. _Rony gargalhou da cama, mas Harry pareceu não ouvir. Apenas saiu do quarto fechando a porta atrás de si.

Caminhou lentamente pelos corredores. Aquilo parecia tão típico de segundo ano. Lembrava-se com clareza da menininha que defendia obstinadamente o professor Lockart e que guardava um cartão dele embaixo do travesseiro. Por que aquilo não o incomodara na época? Por que ela ir visitá-lo, agora, o deixava com o estômago tão embrulhado?

Fora por aquela garotinha que ele se apaixonara sem perceber? Quanto da antiga Hermione ainda existia nela?

Ele não sabia dizer. Eram respostas que não estavam ao seu alcance. Há algum tempo não conversava direito com Hermione e já não sabia dizer se ela mudara tanto quanto ele julgava que sim.

Nesse momento, abriu a porta da enfermaria, e o que viu não foi uma garotinha babando o ovo de um professor arrogante e convencido.

Hermione estava sentada de joelhos dobrados no chão, lendo para Alice e Frank Longbotton, que pareciam presos a cada palavra que ela dizia.

Harry parou na soleira da porta, surpreso demais. Ele não lembrara dos pais de Neville. Mas Hermione não esquecera. Era incrível como eles a olhavam com admiração. Era incrível como ela parecia diverti-los. Hermione era incrível.

Harry encostou a cabeça no batente da porta, e uma enfermeira parou atrás dele. _É sua amiga? _ela perguntou olhando intrigada para onde Harry olhava.

_É... Minha noiva. _ele respondeu hesitante.

_Muito gentil da parte dela vir aqui visitá-los, sabia? _a enfermeira comentou casualmente _O filho aparece muito pouco, porque estuda em um colégio interno. Somente a mãe dela vem vê-los.

_Ela é... Muito gentil. _ele respondeu ainda a admirando.

_Você é um rapaz de sorte. _e entrou, para guardar alguns frascos em um armário. _Lembre-a de comer alguma coisa. Ela sempre perde a noção do tempo quando vem aqui. _e voltou para fora da enfermaria.

Harry ainda olhou para Hermione mais alguns minutos. Para os movimentos graciosos. Para o jeito meigo e gentil. E concluiu o que ele tanto se perguntava. Ela não mudara. Ela evoluíra, mas não mudara. Ela continuava a mesma garota meiga, decidida, forte inteligente. Ela ainda era a mesma Hermione que ele sempre conhecera e amara. Ele não tinha dúvidas.

_Hermione? _ela chamou docemente da porta. Mione interrompeu a leitura surpresa e ergueu a cabeça do livro _Quer um... Café? Acho que você está precisando.

_Eu... _ela parecia realmente surpresa _Eu já vou terminar Harry. Só... Uns minutos, por favor.

Harry fez que sim com a cabeça. _Ok. _e saindo, sentou-se no chão para espera-la.

Hermione não demorou muito mais para sair. Harry levantou-se do chão rapidamente. _Acho que aceito um café, Harry. _ela comentou receosa.

Em silêncio, eles seguiram até a cafeteria, e sentaram-se em uma mesinha redonda no canto do salão. Harry pegou dois copos de café forte e levou-os até a mesa.

Mais silêncio constrangedor por alguns minutos. Harry só conseguia encara-la. Ela só parecia capaz de responder ao olhar.

_Por que você não me chamava para vir com você? _ele quebrou o silêncio de repente.

Hermione balançou a cabeça em dúvida e olhou para baixo. _Eu não sei, Harry. Às vezes parecia que... Que você não me queria mais por perto...

_Hermione, eu amo você. _Hermione ergueu a cabeça bruscamente _Eu nunca deixei de amar. _uma expressão embasbaca surgiu no rosto da menina. Sua boca entreabriu-se _Eu... _Harry suspirou _Eu só posso dizer que sinto muito, Mione. Eu sinto muito por ter sido teimoso. Eu sinto muito por não ter aceitado que você é um ser humano e que tem todo o direito de errar e de consertar seus erros. Eu sinto muito por ter tentado fugir disso, mas eu a amo e se você puder me perdoar... _A expressão de Hermione não mudara _eu ainda quero me casar com você. Eu... Você quer se casar comigo, Mione?

A expressão embasbacada transformou-se em um rosto meigo e em um sorrisinho doce. Ela inclinou-se por cima da mesa e selou os lábios do garoto com um leve beijo. _o que você acha? _ela perguntou ao se afastar.

Então Harry sentiu como se um peso que ele andara carregando pelas últimas semanas fosse aliviado. Sua vida pareceu encher-se novamente de alegria. Os céus pareceram ganhar mais cor. De repente, seu corpo pareceu se encher de calor.

_Acho que o meu café está sem açúcar. _ele respondeu olhando para o copinho com um sorrisinho irônico. Hermione riu.

_Ah, é? _então ela entrelaçou sua mão na dele _Vou tentar fazer um melhor que esse quando formos casados. _Harry sorriu para ela. _Então, me conta, Harry, quantas pessoas você andou salvando por aí, nos últimos tempos?

Harry deu de ombros. _Não sei se salvei alguém. Mas eu fui salvo da melhor maneira que poderia ser.

Hermione ficou sem entender isso.

***

Véspera do dia dos namorados. O castelo todo esperava ansiosamente pela visita a Hogsmeade no dia seguinte. O castelo todo, menos Gina Weasley e Draco Malfoy.

Draco não via graça alguma na visita. Ainda estava de castigo por ter batido em Winter, portanto não poderia nem sair do castelo. E a perspectiva de passar o dia dos namorados sozinho, no castelo, não era nem um pouco animadora.

Gina ia visitar o povoado, mas apenas porque Emma insistira muito. Colin ia com Lucy, e Emma não queria segurar vela. Se Gina fosse, ela teria, ao menos, com quem conversar.

Harry e Hermione também não iam ao povoado. No lugar disso, já haviam combinado de ir ver Rony no hospital. Harry levou um jogo de xadrez para jogar com ele. Mione um livro para ler aos Longbotton.

_Vocês têm certeza que querem passar seu primeiro dia dos namorados juntos com um doente no hospital? _Rony perguntou surpreso enquanto Harry abria o tabuleiro na cama.

_E deixar você aqui, olhando para as paredes? _Hermione perguntou tirando um grande livro da mochila. _Vejo você depois. _e, dando um selinho em Harry, virou-se para sair do quarto.

Gina estava muito aborrecida. Emma não demorara a achar entretenimento no povoado. Ela era rápida. E Gina, sem que ninguém percebesse e afogada em nostalgias e vontade de quer ter tido a chance de passar um dia desses com Draco, separou-se deles, vagando sozinha pelas ruas mais vazias.

Draco pretendia dormir até muito tarde. Talvez quando acordasse, o dia já tivesse acabado e ele não fosse obrigado a ficar olhando para o teto, tediosamente. Mas, antes mesmo do almoço, uma coruja negra bateu na janela, impedindo-o de continuar dormindo.

Draco levou alguns segundos para reconhecer o bicho. Pulou da cama instantaneamente quando o fez e correu para o trinco da janela. “Mais essa agora” _ele pensou enquanto a coruja entrava, largava a carta na cama e saía novamente.

Esperando mais uma série de ameaças, Draco abriu a carta e começou a lê-la.

“Draco
Você é um idiota.
De marca maior.
Se você pensou, realmente, que terminar com aquele verme ia saciar a minha ira, só posso dizer que você não me conhece. Isso não é o suficiente nem para o Lord, nem para nós, comensais.
Só nos contentaremos quando aquela ruivinha miserável der seu último suspiro.
A propósito, Draco, alguns comensais vão dar uma passadinha em Hogsmeade. Tem alguém lá que eles querem ver.
Espero que tenha dado adeus a ela.
Idiota.
Lucius”

Draco socou a porta do armário com força, desesperado e sem saber o que fazer. Pegou sua varinha, e saiu correndo do quarto. Precisava chegar em Hogsmeade o mais rápido possível.

Mesmo desesperado, Draco se forçou a pensar congruentemente. Ele não podia sair. Estava de castigo. Como ele podia chegar a Hogsmeade, se não podia sair do castelo.

Então lhe ocorreu: Pirraça.

***
***

Gina encarava, de braços cruzados, a vitrine de uma loja de doces, enfeitada de cupidos, corações e uma série de outras coisas que incentivavam o consumismo desenfreado no dia dos namorado (ao menos era o que ela pensava, já que não tinha um namorado). Pessoas passavam apressadas por ela e, dentro da loja, alguns casais trocavam ternas carícias e beijos.

Gina achava que aquela era uma ótima seção de tortura. Excelente para se castigar por ter sido tão idiota a ponto de se apaixonar por Draco Malfoy.

Lembrou-se dele e seus olhos se desfocaram ligeiramente. A imagem de Draco estava começando a surgir em sua mente quando, repentinamente, ouviu vários estalidos fortes de pessoas aparatando. Antes que tivesse tempo de se virar e ver quem era, alguém agarrou com força seus cabelos ruivos e, muito grosseiramente, puxou-os, puxando o pescoço da menina para trás.

_Surpresa. _uma voz áspera murmurou em seu ouvido, enquanto vários fios de cabelo davam adeus ao seu couro cabeludo. Gina fez uma careta de dor e a mão que a segurava, soltou-a e jogou-a rudemente no chão. Ela, desequilibrada, caiu sentada na calçada. Várias pessoas corriam e gritavam pelas ruelas do povoado. Só então Gina se deu conta do que estava acontecendo.

Pessoas de capas negras, capuzes e máscaras agrupavam-se em volta dela. Era um ataque. De comensais. E, ainda que não soubesse exatamente o porquê, ela era o alvo.

_Cara feia não nos assusta, doçura. _o homem resmungou friamente e um arrepio percorreu a espinha de Gina. Ela já ouvira aquela voz uma vez. No ministério. _Espero que você saiba porque estamos aqui.

Gina nem teve tempo de assimilar metade do que o homem dissera. No minuto seguinte, o mundo pareceu perder o sentido, sua cabeça pareceu se encher de fogo e seu corpo pareceu estar sendo atravessado por milhares de agulhas finas e pontudas. Ela só queria morrer.

Gritou com tanta força, que achou que suas cordas vocais poderiam se romper a qualquer momento. De algum lugar ao longe, ela ouviu uma voz que ela conhecia muito bem. Dizendo algo muito parecido com “deixem-na em paz”.

Mas ela tinha certeza que era um delírio causado pela dor. Draco não podia ter saído do castelo, de qualquer forma.

Ou talvez pudesse. Por que no momento seguinte, a dor cessou e, quanto Gina ergueu os olhos, encontrou os comensais a sua volta olhando, surpresos para um ponto acima de sua cabeça.

Com um certo esforço, Gina virou-se para ver o que estava ali. Precisou apertar os olhos, para enxergar contra o sol. Mas não havia dúvidas. Draco Malfoy estava parado ali mesmo, com a varinha em punho e com o rosto não muito amigável.

Por alguns minutos, os Comensais pareceram petrificados. Então, de repente, caíram na gargalhada, todos ao mesmo tempo.

_Você está louco? _um deles perguntou com uma voz zombeteira _Você acha que, sozinho, pode mesmo vencer seis dos melhores comensais da morte de Lord Voldemort?

Então, Draco arqueou uma das sobrancelhas e deu um sorrisinho irônico e enviesado. _Mas quem disse que eu vim sozinho? _e olhou sugestivamente, com o mesmo sorrisinho, por cima dos ombros dos comensais. Primeiro eles se entreolharam, depois receosamente, viraram-se para trás.

Mas não havia nada ali.

_Mas o quê... ?_sem entender, viraram-se novamente para a frente, a tempo de ver, Draco Malfoy, filho de Lucius Malfoy, correndo ladeira abaixo com uma ruiva balançando precariamente em um dos ombros.

Eles teriam rido, se não tivessem ficado tão furiosos.

Draco sabia que não tinha tempo. Certamente, os comensais já estavam atrás dele. Mas, bem, ele ainda era Draco Malfoy. Ele conhecia todas as ruelas e esconderijos daquele povoado. Quantas tardes ele já não passara com garotas em becos desertos? Quantas vezes ele já não tivera que se esconder rapidinho de namorados ciumentos que apareciam de repente de sabe-se lá onde?

Draco era mestre em atalhos e esconderijos em Hogsmeade. Rapidamente, chegou em um de seus preferidos. Uma casa abandonada, com janelas escurecidas de poeira e móveis velhos cobertos com lençóis. Ninguém ia até ali. Não que ele soubesse.

_Você está bem? Tudo ok? _ele perguntou colocando-a no sofá arrebentado do lugar e apalpando de leve seus pulsos e braços, vendo se não tinha nada quebrado.

Gina piscou algumas vezes, como se estivesse confusa. Então, arregalou os olhos e pulou do sofá.

_Seu maldito! Desgraçado! _ela começou a xingar dando tapas estalados no braço do garoto _Você fez isso! Você os mandou até aqui!

_Virgínia, pára! _ele tentou segurar seus pulsos _Você está sendo insana! Se eu os chamei aqui, por que eu salvei você?

Gina desistiu de bater nele. Sentou-se e abriu os braços, exasperada. _Eu não sei, ok? Eu nunca sei! Eu simplesmente não consigo entender você! Nunca!

Draco estreitou ligeiramente os olhos, como se tentasse alerta-la. _Não tente entender. Só... Só fique fora do caminho, um pouco, ok? Eu vou chamar algum professor para escoltar você de volta a escola. _e virou-se para sair da casa.

Gina pulou rapidamente do sofá. _Ah, não vai! Não vai mesmo! _e prostrou-se diante da porta. Draco deu um suspiro entediado _Comensais me atacaram sem motivo aparente. E, de repente, você, que é filho de um deles e que há algum tempo não queria me ver nem pintada de ouro, aparece e me salva. Você não sai daqui enquanto não me der uma explicação plausível, Malfoy.

_Você não entenderia. _ele respondeu secamente e tentou passar por ela. Ela barrou seu caminho.

_Por que você não tenta?

Então ele explodiu. Simplesmente, explodiu. Tudo que ele sentira nos últimos tempos, sua preocupação com a garota, a paixão que ele descobrira e, ainda assim, precisou manter contida, a frustração por ver que ela não ligava, explodiu. Ele segurou a garota pelos ombros e sacudiu-a ligeiramente.

_Você quer mesmo saber porque eles atacaram você? Porque alguém contou para eles que nós estávamos saindo. Quer saber porque eu passei todo o meu tempo seguindo para você para todo canto que você ia? _ele sibilava cada vez mais perto de seu rosto _Porque todos os dias eu recebia uma coruja do meu pai com informações suas e com ameaças. Que saber porque eu terminei com você? Quer mesmo? Porque ele ameaçou matar você. E que saber porque eu enfrentei, feio um idiota, seis comensais para salva-la? _então ele soltou-a e deu um passo para trás. _Porque eu amo você. _então se virou e foi até a janela, apoiando um braço na parede e repousando nele a cabeça.

Gina tentava digerir tudo isso. Em quanto disso ela devia acreditar. Não conseguia pensar que era mentira, porque ela vira tudo acontecendo. As coisas se encaixavam. Draco seguindo-a. Draco salvando-a. E, se tudo isso era verdade, então Draco a amava. Seu coração palpitou no peito.

_Draco, as coisas não precisam ser assim. _ela murmurou baixinho, caminhando lentamente até ele.

_Certamente que não. _ele respondeu voltando a assumir o ar arrogante de sempre _Você não precisa correr riscos, porque não vai mais estar comigo. Você só precisava ficar longe de circulação um tempo. _Gina contraiu o rosto de horror _Sabe, só até eles esquecerem, você fica trancada em Hogwarts. Eles não podem entrar lá.

_Mas... Eu quero estar com você. _ela respondeu tentando se aproximar. Draco deu um passo para trás. _Draco, pára. Eu não me importo. Se for para correr riscos, eu quero corre-los ao seu lado.

_Você não vai correr riscos longe de mim.

_Eu vou! _ela retrucou com a voz esganiçada _Você viu o que aconteceu. Você terminou comigo pensando que ia isso resolver o problema, mas eles acabaram de me atacar.

Draco não soube o que responder. Com um ar triste, ele sacudiu a cabeça. _Você não entende? Se nós ficarmos juntos, eles não vão descansar enquanto não acabarem com a gente. Eles vão nos perseguir até o fim do mundo.

_Eu não me importo.

_... Nós vamos viver sobressaltados. Essa não é a vida que eu quero para você.

_Eu não me importo.

_Você vai correr risco de morte todo o tempo. Você pode, simplesmente, acordar uma manhã e vê-los do lado da sua cama.

_Eu não me importo.

_Mas eu sim! _ele berrou para ela _Como você acha que eu ia me sentir se um dia eu soubesse que, por minha culpa, algo de mal aconteceu a você. Como você acha que eu ia me sentir se um dia eu a visse... _a palavra seguinte pareceu dura de ser dita _Morta. Você não tem medo disso?

_Não. Eu não tenho medo de morrer! _ela gritou obstinada. Draco passou as mãos pelo cabelo, cansado.

_Ok, ruivinha, então vamos mudar um pouco a situação. E se um dia você acordasse e não me encontrasse. Virgínia? Se me encontrasse morto? Você não tem medo disso?

_É claro que eu tenho medo de acordar um dia e vê-lo morto ao meu lado. _ela respondeu com algumas lágrimas indo aos olhos. _Mas a possibilidade de não vê-lo é muito pior.

Draco sentiu seu coração quebrar em mil pedacinhos. Por um lado queria protege-la. Por outro queria toma-la nos braços e nunca mais deixa-la sair dali. Ela parecia tão frágil naquele momento. Tão linda.

Nesse meio tempo, ela chegou bem perto dele. Engoliu em seco e ficou na ponta dos pés. _Eu amo você, Draco. Quando você me falou tudo aquilo na sala de monitoria, eu acreditei. Só que... Era medo. Não era desconfiança de você. Era medo de me machucar. Por que eu nunca gostei tanto de alguém quanto eu gosto de você. Se tiver um medo que eu tenho, Draco, é esse. Eu não tenho medo de feitiços e azarações. Isso é superável. Eu tenho certeza que juntos nós podemos proteger um ao outro. _Então ela aproximou ainda mais seu rosto do dele. _Eu só tenho medo por amar você demais. Medo de sofrer por esse amor. _ela baixou a voz para um sussurro _Nunca mais faz isso. Nunca mais me afaste de você.

Draco não resistiu mais. Em um impulso, ele passou seus braços em volta de sua cintura e a abraçou-a com força. Nunca mais a deixaria. Não importava o que acontecesse. Se eles queriam machuca-la, teriam bem mais dificuldade agora. Porque agora, ele estava ali para protege-la.

Ficaram por alguns minutos abraçados, até que Gina, olhando por cima do ombro forte do garoto, viu algo estranho na calçada. _Draco, por que tem pessoas estranhas olhando para cá?

Draco virou-se rapidamente. Gina não reconhecera quem estava na janela, porque eram alguns comensais sem máscara. Mas Draco não os confundia.

_Droga! _ele exclamou enquanto os comensais puxavam suas varinhas e as apontavam para a parede da casa e abraçando Gina novamente. Servindo de escudo humano, ele empurrou-a para o chão e abaixou-se atrás dela, protegendo-a totalmente com o corpo.

Depois disso, a única coisa que se ouviu foi uma forte explosão. Um clarão iluminou toda a sala e Gina sentiu a parede atrás de sim explodir. Pedaços de tijolos voaram para todos os lados. Mas Gina continuava protegida, sentindo o calor confortável que emanava do corpo de Draco.

Mas calor ainda não era o suficiente para salvar uma vida.

E os comensais entraram na casa.



NA... agradecimentosssss...

kamikinha, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK menina vc eh a melhoooooor kkkkkkkkkkk pular da cadeira ^^ huhuhahuahuaha... aaah fico mto mto mto feliz com seus elogios. Mto mto mto obrigada msm rsrsrsrs... áaaahh eu naum ia conseguir matar o Rony. Eu adoro ele tbm ^^ ele eh bobo hauahuahua, mas eu gosto msm assim S2 ... e Draco, bem nem falo nada hauhauhauhauha soh babo :P .... ei to postando aki rapidinho, pra ir correndinhu lah na sua fic ler, q eu vi q vc postou hauhauhauha.... Mtsss bjsssssss

Ricardo, chegooooooou, o cap q eles voltam chegou!!! Ah eu sei q naum ficou akelas coisas q se diga, puxa q lindo q ficou, mas eu naum kis ser mto melosa ^.^ Espero q vc tenha gostado msm assim. (espero msm rsrsrsrs) Comenta contando o q vc achou, tah? Bjsssssssss

jack, tah aí... hauhauahauh eu soh despistei despistei, mas no final tinha bem pouco a ver neh? ~~ (autora envergonhada) hauhauhauauha... Claaaro, Harry eh o herói neh? Harry eh o cara, Harry eh o (opa, autora limpando baba, eca) ... hauhauahuahuhaa Olha dei um jetinho de postar sim hehehe... Matei aula hj na facul, olha q feeeeeio ~~ rsrsrsrs... Mas espero q vc tenha gostado :D Comenta, sim? Bjsssssssss

Lílian, huahauhauhauahuhauha, aaah eu sei, vassouradas, pedradas e afins rsrsrsrsrs... Mas ooolha nem precisou cobrar: Eles voltaram! eeeeee... rsrsrsrs... aaah fico feliz q vc tenha gostado e mto obrigada pelas dicas ;) O negócio dos pontos finais eh mais uma mania msm... Eu axu q tenho problemas com vírgulas. Elas naum vaum mto com a minha cara e nem eu com as delas rsrsrsrsrs... Zuera, na verdd eu uso mais pontos finais pra dar um ritmo mais tenso, mais acelerado pra história... manias manias rsrsrsrs... Sim o próximo horcrux vem aí :> E a Gina, eu naum lembro... eu naum xeguei a comentar alguma coisa com vc no msn? Eu pensei q tinha comentado ... ^^ Hmmm vai ficar pra depois hihihih... Continua por aki dando opiniões tah? Mtsss bjsssssss

Gabriela, puxa puxa mto bom saber :D :D continua lendo tah? E qndo terminar me fala o q achou dela ;) Vlw por ler. Vlw msm. Bjssssss

Ahavene, aaah eu tbm axu kkkkkkkk o Rony eh bobo mas eh legal :D Aaaaahhh eu naum podia neh? Naum podia dexar ele morrer hauhauahuahuha... naum dava S2 rsrsrsrsrs... Serioooo? Quer dizer q vc axou emocionante???? (autora saltitando de felicidade) :D :D karaka fico felizona hauhauahuha... E aíiííí batante DG rsrsrsrsrs E eles voltando... o q achou? Seja sincera, fale tudooo rsrsrsrsrs... Queru saber o q axou hein... bjssssss

caroline, prontinhu, tudo arrumadinho, eles voltaram! eeeee! mas nem demorou tanto assim neh? Soh oq? uns dois cap? rsrsrsrsrsrs... aaaah eu naum ia conseguir matar o Rony naum hauhauahuha... Ele foi msm idiora em outros cap mas ele compensou indo atrás deles, neh? Mas conta, o q vc achou de como os casais voltaram? Vlw pelos elogios e por ler, viu? Bjssssssss

india, sim ação depois de mto drama hauhauhauhauha... aaahh eu naum ia msm conseguir matar ele hauhauha... Eu gosto dele S2 eu sei q naum parece pq eu fiz ele meio besta hauhauahuahuah, mas eu gosto sim S2 S2 S2 ... DG foi pokinhu noutro, mas nesse tem bastante ^^ Me conta o q axou de como eles voltaram, sim? Eu sei q Draco naum foi o cúmulo do romantismo, mas eu keria q ele tentasse resistir hauhauhaua... Sei lah... Me fala o q achou, tah? Bjssssssssssssssssss

sy, brigaaadaaaaa, vc acabou de fazer uma autora feliz :D :D :D Nhaaa continua lendo sim :D :D Ker saber o q vc achou desse... Bjsssssss

fafa.lily, hauhauahuah se reconsciliaram ^-^Eu sei q naum foi lah mto romântico ^^ mas eu espero q vc tenha gostado ^^ ^^ Comenta pra dizer oq achou, siiiiim? ^^ rsrsrsrs Bjsssssssssssss

caroline, brigada!!!! vlw msm. Vlw por ler, vlw pelos elogios. De verdd :D aaaahh naum demorei tanto, neh? rsrsrsrs Continua lendo, tah? Bjsssssssssssss

Luara, brigada :D Vlw por ler viu. Vc foi uma das primeiras a chegar aki hauhauhauha e vlw por naum ter desistido de miiiim hauhauhauha... Bjssssssss

larissa, nhaaaa agora eles se acertaram hehehe... e taí... rsrs eu naum podia matar o Rony... Naum conseguiria hauhauhauha... aaaah tah acabando mas kem sabe eu apareço com outra kkkkkkkkkk... aí depende, neh rsrsrsrs... do q as pessoas vaum axar dessa :D Postei rapidinhuuuu... rsrsrs Continua comentando, sim? Bjssssss


Aew vlw pra td mundo q le :D Mts bjs e..
aah
comenteeeeem

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Comentários: 1

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Enviado por Isis Brito em 04/08/2012

Ahhh... ^^"
Rony vivo...
Harry sempre um fofo, o cara perfeito, pedindo a mão da Hermione em casamento de novo... *-*
Draco e Gina juntos para sempre dessa vez... *-*

SIMPLESMENTE PERFEITO!!!!!!
(continuo a ler amanhã... xD) 

Nota: 5

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