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9. A Ordem da Fênix - 3ª Parte [F


Fic: Ela sempre preferiu o Rony - Com capa! Aviso postado! Não desistam! Eu não desisti!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Aisha N/E: Evy

Duas garotas receosas aparecem e eis que Aisha tropeça em alguns objetos não identificados no Largo e um barulho ensurdecedor é ouvido.

N/E: Aahhhh – parara abruptamente abafando o grito - Shiiiiiiiiiiiiiiiii... Desse jeito, eles vão ouvir a gente! – dizia segurando a marota.
N/A: Foi mal... Tropecei...
N/E: Hunft...
N/A: Tá, vai na frente!
N/E: *olha desconfiada* Ok, se vir a acontecer alguma coisa, eu te mato depois.
N/A: Isso se você sobreviver não é? – sorriso maléfico.
N/E: Ah, cala a boca!

As suas começaram a se aproximar da porta do que Evy levantara o braço para impedir que Aisha prosseguisse, a garota sacou a varinha e começou a andar cautelosamente até o aposento.

N/E: -Ahá! –exclamava a garota pulando no meio da sala rodando a varinha em movimentos ridículos de impedir alguma coisa – Tudo limpo, pode vir.

Aisha entrava um pouco receosa e desabara numa poltrona.

N/A: Mas é claro que não iria ter nada, são 3:30 da madrugada, provavelmente, todos estão dormindo, logo que ninguém iria se preocupar em nos azarar... Tente vir aqui umas 4 da tarde, aí sim, estamos ferradas...
N/E: Ferradas ou não vamos aos comentários...
N/A: À vontade...

Remulu black: Mais um fã? x] Yeass!! Estamos felizes que você tenha gostado da nossa fic... Er... Foi mal a demora mas finalmente tá aí o novo capítulo.
Natália Cristina: Umas das 4 melhores fic’s q você já leu? xD Que bom!! Estamos muito contentes que você tenha gostado tanto assim... Bem, acho que todas queremos um Rony pra nós né? Ele é sim, muito fofo e nós amamos ele =]. Uma fic dos marotos? Bem, eu (Evy) amo/doro fic’s dos marotos... Depois eu dou uma passadinha lá ok? Esperamos que goste desse novo capítulo...

Ana Cecília: Promessa? Er... Foi mal, mas é que não dava tempo mesmo de escrever... Sempre tinha algum problema... Mas finalmente saiu! Tá aí o novo capítulo, esperamos que goste x].

thais Weasley Malfoy: Ham... hehehe... Foi mal mesmo a demora... Mas finalmente estamos aqui não é? Bem, que ótimo que você achou nossa fique perfeita =], esperamos realmente que você goste desse capítulo e foi mal a demora de novo =).

Bruna Perazolo: Sabe... Será que você ainda acompanha a nossa fic depois de milhões de anos sem postar? Foi mal! Ham... Nós também achamos (ou melhor, queremos) que o Sirius volta no 7º livro... Mas só depende da J.K. né... Mas se dependesse da gente... ^^’ Ah... Foi mal de novo pela demora... Mas é que não deu messssmooo... Esperamos que você goste dessa ultima parte da ODF =].

bernardo: Hum... Valeu! Tomara que você goste desse novo capítulo =).

Ma Simões: Poxa... Ficou preocupada com a gente? *olhos brilhandos* Com a gente, ou com a fic hein? Uahsuhasuhsa brincadeirinha... Well... Que ótimo que você ama a nossa fic =]. A gente fica mega feliz de ler uns comentários assim... Bom... Mas... Sabe o que que é... *coçando atrás da cabeça* Não era um supppeerrrrr problemático e horrível problema... Mas de qualquer forma... Era um problema que impedia a gente de escrever hehehe, mas mesmo assim, depois de meses de espera o capítulo novo chegou! ALELUIA! E tomara que você goste dele também... Apesar de não ser muiitto grande por ser a parte final e talz... Mas bem, que você goste =).

carina granger: Que bom que você gostou ^^’ tomara que goste desse também e continue acompanhando a fic!

Fla Weasley Malfoy: Foi mal a demora... Tomara que goste da última parte da ODF =].

Borboleta: Poxa... Malz a demora... E... Melhor fic que você já leu? Uau... Valeu mesmo... e os elogios... Sabe, a gente adora coments assim ^^’ tomara que você goste desse novo capítulo =).

Betynha G. Weasley: o.O’ Foi mal messsssmooooo a mega demora... Hum se aquele foi emotivo, o que diria desse... Parte final, mas mesmo assim, próximo capítulo muita comédia de novo! Não que esse não tenha... Mas tem muitas partes amor/amizade =]. Acredite... Fomos fiéis ao livro... Bom, DE JEITO NENHUM A GENTE PENSO EM MATA VOCÊS! A gente tava hiper preocupada com vocês! Mas é que tava difícil pra escrever... Daí que melo tudo e a gente demoro anos pra atualiza... Mas bem, o que importa é que estamos aqui agora... Tomara que goste =].

Sonia M. Weasley: Ahh que bom que você tá gostando da fic ^^’, well... Quanto as imagens... A gente acho elas pela net afora, em um monte de sites e blog’s e flog’s e mais log’s por aí =].

Srtª Lara:Hem, hem, o que dizer do seu comentário? Bem, foi óóóóóóóóteeemoooo e pra compensá-lo eu já fiz um comentário de 5,5 folhas pra você! Então! Acho que foi respondido de bom tamanho... Ah!! Thanks thanks thanks por dar os avisinhos básicos aqui na fic... Foi de grande ajuda! E foi mal você não estar na N/A mas é que mal sobra tempo pra responde os coments ’... Bem, tomara que cê goste da parte que cê num leu aushasuhshau.

Mania do Potter: Nomes ridículos? *Aisha com os olhos cheios de lágrimas e Evy chorando de rir* Mas eu escolhi com tanto carinho... *Evy rindo muito ainda*. Beeeemmmmm... Sobre a Gina e o Malfoy, você descobrirá aí em baixo... Sobre o Hagrid... Ham... Quem sabe nos próximos capítulos e os momentos entre os filhos da Hermione e do Rony, da Gina e do Harry, acho que não vão acontecer porque meio que a fic se passa numa noite... o.O’ a gente sabe, nem parece mas é tudo na mesma noite... hehehe, todos estão contra nós? Todos pedindo atualização?? Bem, FINALMENTE ela chegou! =] ÊÊÊÊÊêêêêê (coro de vivas!) E... Sabe... Er... – pausa pra chupar uma bala de menta - haushasuhsah
muito legal isso ^^’. Valeu pelos big-ultra-mega coments! E que você continue acompanhando a nossa fic e que goste desse capítulo! – Pausa pra responder o merchã: Assimmmmmmm a gente tá meio lotada de fic pra ler mas assim que der a gente passa na sua sim =].

Marina L. Aguilar: A mais perfeita de todas xD Valeu!!! Foi mal a mega demora mas tomara que você goste desse capítulo!

rhu weasley grint: A gente fica muito feliz que você tenha gostado da nossa fic! Só pede desculpas pelar super demora, mas que você continue acompanhado a fic de mais duas R/H fanática! E T/L também (lembra a Evy ^^’).

Clara Slytherin: Foi mal a demoooooorrrrraaaa!!! Tomara que você goste desse novo capítulo =].

Fêe: Sério??? Valeu mesmo!!! Bom, eu (Srtª Evy) também sou uma hiper fã dos marotos... ^^’ Tomara que você goste desse capítulo e foi mal a demora...

Srta. Grint: ATUALIZAMOS! Foi mal a demora! Esperamos que você goste desse capítulo =]. J.K Júnior’s? *UAU* Que isso... uahsuhsasauu quem nos dera ;) Noites de insônia? Oh Merlin! Pronto! PRONTO! ATUALIZADÉRRIMA!

Fabiana Potter: Sabe, a gente já falou mas seus comentários deixam a gente realmente envaidecida... E a gente adora essa frase que você coloca no final! Desculpa mesmo a demora, e tomara que você não tenha esquecido da nossa fic x]. See you later alligator, not if I see you fisrt crocodille.

Bruninha Granger: Ham... Se esqueceu daquele comentário? Heheheh o que diria deste? Putz ow... Malz mesmo a demora, esperamos que você goste desse novo capítulo =].

Jujubalândia: É, faz um tempãooooooo mesmo... E foi muito mal messsssmoooo... Tomara que você goste do capítulo ^^’.

Mariana Vieira: Nhá... Tem problema não! Intimidade... *.* Tudo blz =]. E a gente tá hiper feliz que você tenha achado nossa fic perfect... Foi mal a demora mas a gente espera que você goste desse novo capítulo.

Patoloko: Saudades *.* Que bom! Foi maaaaaalllllll mas finalmente o nwe cap. Chegou =].

Sany Evans: Demoro pacas, mas chego ^^’. Tomara que você goste do novo capítulo =].

Lili N.: No orkut *.* Eba! Ausuhasuh que legal! E a gente tá feliz que você tenha gostado =]. Foi mal a demora mas que você também goste desse capítulo.

Ana Carol Murta: Sabe de uma coisa... Às vezes a demora por atualização é boa porque assim surgem leitores silenciosos da nossa fic. Estamos pensando seriamente em demorar muito mais... BRINCADEIRINHA! Foi mal a big demora! E a gente torce pra que você goste desse novo capítulo xD.

lila black: Nuuuuuuuu quantos coments! EBA! AMAMOS ISSO X]. A gente sabe como é chato esperar tanto... E foi mal mesmo a demora mas é que não deu pra escrever messsssmooooooo... Valeu por todos os comentes e que você goste desse novo capítulo também.

N/A: Gente desculpa a demora, eu sei que eu falei que não ia mais demorar... Mas essa vida de vestibulando não é fácil. Com vocês...

Capítulo 9: A Ordem da Fênix Parte 3:

-Primeiro os mais velhos! – Fred e Jorge tomavam a dianteira.

-Então deixem o Sirius e o Remo passarem! – Lino brincava.

-O que você quer dizer com isso? – Sirius levantava uma sobrancelha.

-Se você não sabe, não sou eu que vou dizer! – Lino aderia à moda de falar a famosa frase dos amigos.

-Beleza! Enquanto as moças discutem, eu vou! – Tonks brincava, passando as mãos pelos cabelos rosa-chiclete e tomando a frente.

-NÃO Nimpha! – Sirius a impedia – Quer dizer, pode ser perigoso...

-Ai que bonitinho, o meu priminho preocupado comigo... – ela sorria – Agora beleza, vamos parar de fingimento Sirius, eu sou uma auror treinada, o que pode ser perigoso?

-A casa é minha, então eu vou! – Hermione passava à frente.

-NÃO Hermione! – Sirius a impedia – Quer dizer, pode ser perigoso e você não é uma auror treinada...

-Sirius, eu lutei na maldita Guerra, tive três filhos, o que pode ser perigoso? – a morena indagava.

-Tudo bem, eu me sinto no dever de ir, afinal, cheguei atrasado... – Dino intrometia.

-Não Dino... – Sirius o impedia, mas não completara a frase.

-Ah, deixa ele ir... – disse Harry que estava suspeitando da atitude do padrinho – Quer dizer, ele chegou atrasado e pode ser perigoso...

-Nada disso! – Fred interrompia.

-Esse fedelho vai tirar a nossa glória? NUNCA! – Jorge completava.

-E cá entre nós, - Lino palpitava – nada pode ser perigoso para os criadores das Gemialidades Weasley! – Sirius limitou-se a dar de ombros.

Saindo para os fundos da casa, todos com as varinhas na mão, Fred, Jorge e Lino na frente.

Podia-se ouvir a respiração de cada um, tamanho era o silêncio, andavam todos pé ante pé, esperando por algo realmente assustador...

-Ah, pelo amor de Merlim! – Gina quebrava o silêncio – Isso está ridículo... Um bando de bruxos que venceram uma guerra, andando em fila indiana, dá até pra ouvir aquelas musiquinhas de suspense dos filmes trouxas como nossa trilha sonora!

-SHHHH! – Rony acabara de tapar a boca da irmã com uma das mãos – Fica quieta Gininha, nunca se sabe o que se espera em um beco deserto na calada da noite!

-Ron, não é um beco deserto, é apenas o quintal da nossa casa – completava Hermione – e não é a calada da noite, são 9 horas da noite!

-Vocês três querem calar a boca? – Neville sussurrava.

Rony fez cara de compenetrado, Hermione engoliu uma resposta e Gina revirou os olhos. Todos continuaram no mesmo estado de alerta, até que chegaram perto de um monte de latas de lixo, e um gato preto passou por entre elas:

-Ah, então era você? – Gina pegava o gato no colo fazendo voz de quem conversa com bebês – Mione, de quem é esse gato?

-Eu não faço a mínima idéia, deve ser de rua, não tem nem coleira... – Ela explicava.

-Então agora você é meu! – Gina continuava com sua voz de falsete – Não é meu amor?

-Por mim, tudo bem! – Harry concordava.

-Eu estava conversando com o gato! – Gina lançou um olhar de esguelha para Harry, depois abriu um sorriso maroto – Tô brincando amor! – e depois deu um selinho no marido.

-É, parece que o humor de alguém realmente melhorou! – Rony brincava.

-Espera aí, - Dino cortava o clima de descontração e se intrometia – vocês vão me dizer que esse gatinho fez aquele barulho?

-Detesto admitir, mas o fedelho tem razão! – Jorge comentava.

-Desculpa aí velho, pra tá me chamando de fedelho! – Dino se impacientava.

-Velho não fedelho, experiente! – Fred completava defendendo o irmão.

-Ei! – Angelina dava um beliscão em Fred e outro em Jorge – Eu e minha amiga Alícia estamos muito interessadas em saber que experiência é essa!

-Ah, minhas caras, as coisas de praxe... – Jorge lançava um olhar sedutor para as duas.

-Se vocês querem saber mais detalhadamente, leiam o Manual do Solteiro à venda nas Gemialidades Weasley e escrito por nós! – Fred completava a fala do irmão sorrindo estilo cafajeste.

-Ahhh! – Alícia acabara de dar um gritinho indignado – Você ouviu isso Angelina, eles ainda tem a cara de pau de escrever um livro chamado “O Manual do Solteiro” – frizou a última palavra como se cuspisse nela.

Mas Angelina não ouviu pois já estava estapeando Fred, o que foi a deixa para Alícia começar a espancar Jorge.

-Ei vocês, - Lino chamava atenção – o que quer que tenha feito o barulho já deve ter sumido com vocês fazendo essa barulheira. – Os quatro se comportaram, Fred iluminou um ponto mais a frente, nada se movimentou, então Jorge deu um chute em uma lata de lixo pra extravasar a raiva de não ser o herói da noite.

E eis que uma bolinha amarela rolou de perto das latas de lixo:

-Ei, o que é isso? – Harry perguntava.

-Parece uma bolinha amarela... – Dino falava.

-Mas sabe tudo esse menino! – Harry ironizava baixinho para ninguém ouvir, mas todos é claro, ouviram.

-Isso é meio óbvio né? – Rony falava com sua sutileza.

Os gêmeos e Lino se aproximaram da bolinha para ver do que se tratava quando uma fumaça roxa com cheiro de perfume barato e loção pós barba envolveu os três.

-Não acredito que você ainda tinha dessas guardada! – Remo se debatia de tanto rir.

-Não me subestime meu caro amigo... – Sirius sorria maroto pelo canto dos lábios.

Quando a fumaça se dissipou, a gargalhada foi geral: Fred estava todo espalhafatoso vestido de drag queen, Jorge de pitibicha e Lino de “bofe”. Eles olharam um pra cara do outro e caíram na risada também.

-Ai, você tá um arraso querida! – Fred falava para Jorge.

-Sai daqui mocréia! – Jorge entrava na brincadeira – Sai porque eu já tô de olho nesse gatinho! – disse abraçando Lino, no que todos riram mais ainda.

-Calma babes, tem gatinho para todas! – Lino engrossou a voz, não agüentando todos riram de novo. – Agora, fala sério, que droga é essa?

-Cortesia marotas! – Remo ainda olhava para os três cheio de lembranças, mas foi Sirius que ria abertamente sua risada canina que fez com que eles entendessem.

-Não acredito que fomos pegos por Sirius Black! – Fred se indignava.

-Nem eu! – Jorge complementava.

-Mas será que dá pra alguém explicar o fio da meada? – Neville se interessava.

-Aluado, faça as honras. – Sirius falava animado.

-Essa bolinha, foi usada pelos marotos nos tempos de Hogwarts pra dar um troco em alguns sonserinos... Diga-se de passagem Snape, Lúcio Malfoy e outros idiotas. – Remo completava – Foi uma invenção nossa, e o melhor de tudo é que dura duas horas e não tem contra feitiço! – Remo se deliciava com a cena.

-Ahh, que bonitinho, quer dizer que eles vão ter que ficar assim por duas horas? – Rony ria da cara dos gêmeos.

-Beleza, agora dá pra me explicar como o Sirius pôs essa bolinha aqui, e fez o barulho se ele ficou o tempo inteiro lá dentro? – Tonks perguntava.

-Simples, pra criar o barulho, eu usei um feitiço não verbal, agora já o caso da bolinha... É um segredo de mestre, afinal eu sou Black, Sirius Black! – terminou ele piscando o olho.

-Ai gatão! – Fred pulava em cima de Sirius, acompanhado de Jorge e Lino, no que os quatro caíram no chão e todos começaram a rir novamente.

-Ei, Lino, você é o bofe, o que você está fazendo aqui? – perguntou Jorge se segurando pra não rir.

-Ciúmes chéri... – Lino entrava na brincadeira.

-Já chega dessa baboseira, - Angelina ajudava eles se levantarem – não pensem que eu me esqueci das experiências do Manual do Solteiro!

-Ah, cunhadinha, agora você já sabe as experiências deles, - Rony brincava – finalmente eles resolveram assumir a verdadeira identidade.

-Cala a boca Roniquinho! – Fred dizia – E vamos entrar porque esse vento aqui está acabando com o meu cabelo! – terminou em uma voz de falsete arrancando mais risadas dos presentes.

-Aham, - Gina maliciava – vai dizer que ele não tá é com medo que alguém passe pela lateral da casa e olhe para o quintal!

Já acomodados dentro de casa, ninguém agüentava olhar para os três e não rir:

-Ei bebê, - Gina conversava com o gato – como será que eu vou chamar você? Que tal Bolinho da Meia Noite?

-Que tal Se Mate? – Rony ironizava.

-Cala a boca Ron, o gato é meu e eu vou dar pra ele um nome decente. – Gina ralhava.

-Aham, deu pra perceber! – o ruivo mais novo continuava – Mas vem cá Babushka! – e eis que o gato saltou do colo de Gina e foi para perto de Rony.

-Babushka? – a ruiva não acreditava – Que porcaria de nome é esse? Eu não acredito que agora ele não vai mais atender por outro nome E A CULPA É TODA SUA!

-Estamos quites maninha – Rony respondia – a minha coruja só atende pelo nome idiota de Pichitinho, graças à você, agora seu gato tem um nome legal e original.

-E bem bobão! Babushka? – Gina ainda brigava.

-Tudo bem, tudo bem, agora que o gato da Gina já foi batizado, vamos encerrar essa discussão e continuar o nosso 5º ano! – Hermione voltava ao assunto.

DING DONG! DING DONG!

-Eu acho que hoje a gente não vai conseguir terminar nossas memórias! – Hermione virava os olhos – Já que ninguém – ela indicava Ron com os olhos – se dispôs a abrir a porta, eu vou né? – e saiu pela sala.

A morena abriu a porta com um enorme sorriso, mas ele murchou na mesma hora:

-Ah, é você? – ela disse desanimada.

-Hermione, querida, - a mulher passou pela porta com um “sorrisão tenho 32 dentes” empurrou a morena e foi entrando – cadê o Rony?

DE VOLTA À SALA:

-Rony! – a mulher falava espalhafatosamente – Sabe o que é? Eu ouvi um barulho e fiquei preocupada com você... – ela já se instalara no lugar que era de Hermione, começou a passar a mão pelo rosto do ruivo – Não aconteceu nada com você não é mesmo Ron?

-Err, não... – Rony respondia sem graça.

-Hem-hem! – Hermione se mostrava presente – Parece que eu perdi o meu lugar...

-Ah, não se preocupe querida, eu tenho certeza que você tem uma cadeira ali na cozinha... – a mulher indicava o lado de trás com a cabeça, virou para o lado e deu de cara com Harry – E você deve ser o cunhadão... O Ron sempre fala de você... Nossa, mas você é bem mais bonito do que eu imaginei...

-E eu sou a Gina, irmã do Rony, esposa do cunhadão! – a ruiva se apressava – E você quem é?

-Mariedgite Blane, ao seu dispor, eu sou vizinha do Ron – ela continuava a sorrir - Ah, Rony, não faz essa carinha, o seu cunhadão é bem bonito, mas você é muito mais bonito do que ele!

-Hem-hem! – Hermione continuava – Mariedgite, o que você está fazendo aqui? – ela custava a se controlar.

-Eu já disse meu bem... Fiquei preocupada, afinal a casa de vocês podia estar sendo assaltada e podia ter acontecido alguma coisa de ruim com o Rony... – ela falava sem parar, olhou para a frente e viu Fred, Jorge e Lino – Nossa, e quem são vocês? Sabe, eu acho o máximo isso, tem que ser assim mesmo sabe, tem que se assumir!

-Nã... – Jorge tentava se explicar, mas a mulher tagarela já interrompia.

-Nossa, quanto charme...– ela olhava em direção à Sirius - Rony, quem é aquele moreno ali de olhos azuis? Me apresenta... – ela sorria mais ainda.

-Esse é Sirius Black, - Hermione cortava a mulher com a raiva já notável em sua voz – agora, se não se importa a gente estava no meio de uma confraternização particular e...

-Nossa, que demais! – ela falava sem parar – Então espera aí que eu vou lá em casa telefonar para minhas duas melhores amigas virem correndo pra cá, elas adoram uma festa, e Ron, não fica com essa carinha tá, esse morenaço é bem bonito também, mas você é o mais lindo de todos!

-Mariedgite, você não estava de saída? – Mione praticamente a expulsava.

-Tchauzinho gente, - ela piscava para Rony – até daqui a pouco! – e saiu porta a fora.

-O que foi isso? – Gina chocava-se.

-A propósito, - só a cabeça de Mariedgite aparecia na soleira da porta – adorei o seu cabelo – terminou apontando para Tonks.

-É a Mariedgite, a nossa vizinha de frente, ela tem um xodó pelo Rony e tem a cara de pau de ficar flertando com ele na minha frente! – Mione explodia – E o pior de tudo, é que esse bosta frita aqui, não faz NADA!

-Mas Mi, o que eu posso fazer? Ela fica falando, falando e falando e não dá tempo pra mim falar nada, e aí...

-E aí se ela te desse algum tempo o que você faria Ronald Weasley? – ela indagava.

-Bem, eu... – ele se atrapalhava – eu diria que, eu diria que... Quer dizer, você sabe, aquilo o que eu sempre digo quando ela vai embora...

-Estou com fome? – Hermione lembrava.

-Eu não digo sempre isso! – ele respondia.

-Sempre você diz isso! Ah, francamente Rony! – ela virava os olhos – Essa mulher é insuportável, ela só sabe falar com você, é como se eu nem estivesse aqui, aliás, era como se não tivesse ninguém aqui além de você, do cunhadão e do morenaço! Quanta educação...

-Hermione, - o ruivo a interrompia – eu diria que, um Weasley reconhece o outro... – ele falava dando um sorrisinho, ela franziu a testa, mas logo já estava abraçada com o marido e sorrindo.

-Sabe, - Sirius falava em tom sério – eu também acho muito legal essa coisa de assumir... – todos na sala já seguravam risinhos – Eu tinha um amigo, um velho amigo, que nunca quis assumir o seu verdadeiro lado...

-Bons tempos aqueles, bons tempos! – Remo sorria ao lembrar de Tiago.

-Nada disso! – Fred interrompia – A gente não está assumindo nada!

-Ahh, pelo amor de Merlin, vamos voltar ao 5° ano, antes que aquela oferecida volte... – Hermione puxava assunto.

-Você acha que ela vai ter coragem de voltar? – Angelina falava.

-Ela tanto volta, que ainda trás as tais amigas! – Mione finalizava.

-É cunhadinha, - Jorge brincava – parece que você entrou bem com as loiras né? Primeiro a Luna que tinha uma quedinha pelo Rony, depois veio a Fleur, a Lilá e agora a sua vizinha...

-Mas eu prefiro as morenas... – Rony tentava parecer casual.

-Ah, que bonitinho! – Hermione pulara no pescoço do marido e começara a dar beijinhos estalados na bochecha dele.

-Bom, já que é para voltar ao 5º ano, bem teve aquela hora em que a Umbridge quase me pegou conversando com o Harry na lareira... – Sirius falava.

-E a gente ainda descobriu que foi ela que machucou a Edwiges... – Harry falava com um brilho maníaco no olhar.

-Sabe, já está passando da hora da Gina falar do Malfoy! – Luna soltara de uma vez.

-Mas isso não tem nada a ver com o assunto! – Gina dava desculpas.

-Ordem cronológica dos fatos Gina! – Hermione instigava – Não é possível que ele esperou o ano inteiro para investir alguma coisa...

-Está bem! – a ruiva engoliu em seco – Uma hora isso vai ter que sair, então que saia na hora certa... Agora...

-Sabe, isso é meio relevante não é? – Harry interrompia – Não tem muito a ver com a trama principal...

-Só porque não aconteceu com você! – Gina soltava a língua, na verdade, ela entendera tudo errado, Harry não queria era ouvir algo relacionado à sua esposa e Draco Malfoy.

-Não é nada disso Ginevra! Mas se você não sabe, não sou eu que vou dizer! Vai em frente, conta pra todo mundo a sua grande aventura amorosa! – ele finalizava com cara trágica.

-Bom, a gente estava voltando de um treino de quadribol, e tinha começado a chover todo mundo da Grifinória já estava de volta ao Castelo e eu fiquei pra trás... Foi quando eu estava saindo do vestiário que tudo aconteceu...

“Draco Malfoy tinha ficado esperando o pessoal da Grifinória sair e uma certa ruiva, exatamente quem ele estava esperando ficara para trás, era a oportunidade perfeita. Assim que viu a silhueta da ruiva aparecer na porta do vestiário, Draco correu ao seu encontro, enquanto ela estava de costas fechando a porta o loiro tampou os olhos dela e sussurrou em seu ouvido:

-Advinha quem é?

-Com essa voz de taquara rachada, esse cheiro azedo e essa mão fria, só pode ser Draco Malfoy! – ela rebatera.

-Nossa, mas como estamos agressivos hoje, Foguinho!

-Não me chame de Foguinho! Sua doninha quicante!

-Sabe ruiva, essa de doninha já perdeu a graça faz tempo! Bem que você podia ser mais original, eu ouvi isso esse ano no vagão do Expresso!

-E você bem que podia ter mais palavra não é? Você me disse no Expresso que aquilo era só o começo! – ela tentava intimidá-lo.

-Sentiu saudades ruiva? Ou melhor, ficou esperando por mim... É, eu causo esse efeito nas mulheres...

-Não nessa mulher aqui! – rebatia.

-É mesmo? – ele se aproximava perigosamente, sussurrando e empurrando-a para dentro do vestiário.

Gina já estava prensada em um dos armários quando conseguiu recuperar a fala, ela não esperava um comportamento daqueles vindo de Draco Malfoy.

-Sabe Malfoy, o que seu pai diria se soubesse que seu filho, o herdeiro da fortuna dos Malfoys, está dando em cima de uma Weasley...

-Ele não tem que saber ruiva...

-E por que você não me chama pelo meu nome?

-Porque se eu te chamar de Gina, eu vou lembrar que você é uma Weasley!

-Ora seu... – e começou a estapeá-lo – Fique você sabendo que eu já tenho alguém e não preciso de um Malfoy na minha vida!

-Quem? – Draco sorria cinicamente – O Cicatriz?

-Não, não é o Harry!

-Ah, então você evoluiu, ou será que só está com outro porque percebeu que o Santo Potter nunca vai olhar pra você? – e continuava agarrando a menina.

-Eu, - ela lutava para se soltar – eu não gosto mais do Harry, e também nem sei porque estou me dando ao trabalho de te explicar isso! E eu prefiro mil vezes gostar dele, do que de você!

-Será mesmo Gina? – Draco ironizava cada vez mais próximo – Será que você consegue resistir a mim? Eu... duvido!

-Pois eu duvido que você resista à mim querido! – ela falava louca da vida – Simplesmente porque você é que tem me procurado! Alguma coisa eu causo em você!

-Sabe que você tem razão ruiva? – Draco empurrou Gina mais para cima do armário e a beijou, no começo ela ficou surpresa, mas depois começou a perceber quem estava beijando, como ele era bem mais forte, ela não conseguia se soltar, foi então que ela deu-lhe um chute bem dado nas partes baixas. Agonizando de dor, Draco levou as mãos bem na região afetada, soltando Gina imediatamente e tombando no chão:

-Isso – ele arfava – é golpe baixo!

-Literalmente falando não é Draquinho? – Gina limpava a boca com as costas das mãos – Mas quando se trata de um Sonserino, a gente joga com todas as armas, até jogo sujo é válido! Espero que tenha aproveitado muito desse encontro, porque eu não pretendo ter outros! Tchauzinho Malfoy!

E saiu deixando o loiro para trás morrendo de dor.


-Mas você disse que não tinha BEIJADO ELE! – Harry fazia mais drama.

-Mas não eu não beijei ele, ele me beijou! – ela deu uma risadinha ao ver a cara do marido, olhou profundamente em seus olhos e disse – E também, aquilo lá pra mim não foi um beijo!

-E o que é um beijo pra você Ginevra? – Harry estava sério.

-Isso! – Harry nem viu o que o atingiu, Gina o agarrara de jeito.

-Hem-hem! Eu acho que todo mundo já entendeu o que é um beijo e até onde eu sei, isso aqui ainda é a minha sala de estar e eu não quero presenciar uma sessão de amassos entre a minha irmã e o meu melhor amigo! – Rony falava bem alto para atrapalhar – Não concorda amor?

-Claro, amor! – a morena sorria – Gina, se você quiser, o quarto de hóspedes está arrumado!

-Hermione! – Rony a olhava com a cara de mais profundo desagrado.

-Vamos continuar com a história, - Dino intrometia – se esses dois deixarem é claro. – Ao falar isso, o casal se soltou, Harry com uma cara de concha para o ex-colega de quarto.

-Quadribol... – Angelina falava.

-Pra você também – Rony respondia.

-Malfoy... – Fred dizia.

-Não! Nós já passamos do Malfoy! – Alícia lembrava.

-Eu sei, mas vocês se lembram que da primeira vez que fui bater nele, três artilheiras me seguraram, agora que eu soube dessa história da Gina, ele merece apanhar duas vezes mais – Fred respondia.

-Falando em Malfoy, por onde ele anda? – perguntava Neville.

-Ahhhhhh, ele anda participando daquelas corridas de vassouras ilegais... – Luna dizia.

-Como corredor? – Remo se interessara.

-Nãooo, como aquele que faz as apostas – Luna falava novamente – quem corre é a Cho...

-Então aqueles dois se acertaram? – Lino perguntava.

-Quem quer saber do Malfoy? – Harry ironizava.

-E muito menos da Cho! – Gina completava.

-Beleza, mas alguém conseguiu bater no Malfoy? – Tonks perguntava.

-Eu consegui! – Harry e Jorge diziam vencedores.

-E exatamente por isso, os três foram expulsos do time de quadribol. – Hermione comentava.

-Os três? – Remo indagava – Mas não foram apenas Harry e Jorge que bateram nele?
-Sim, mas acontece que aquela louca da Umbridge expulsou o Fred também do time, porque os genes agressivos do Jorge poderiam ter passado para o seu irmão gêmeo. – Alícia respondia.

-Quanta babaquice... – Ron falava.

-Babaquice? E quem é que queria pedir demissão do time no dia seguinte? – Harry alfinetava.

-Lógico! Não foi você que foi uma grande bosta no jogo... E ainda por cima, era obrigado a ficar ouvindo aquela musiquinha... – Rony lembrava amargurado.

Enquanto Rony falava, Fred, Jorge e Lino murmuravam a música, cada vez mais alto em seus lugares.

-Ei, vocês querem parar? – Rony reclamava.

-Ei, ei ei – os três entoavam – WEASLEY É O NOSSO REI!

-Calem a boca... – Rony xingava.

-Weasley não pega nada... – os três continuavam – não bloqueia aro algum...

-Fiquem quietos vocês três! – Rony impacientava-se.

-Weasley nasceu no lixo... – continuavam rindo – sempre deixa a bola entrar...

-Por Merlin calem-se! – Rony ficava irritado.

-WEASLEY É O NOSSO REI!

-CALEM A BOCA! Fui eu quem salvou o time depois que vocês foram expulsos! – o ruivo estava com as orelhas vermelhas e já levantara do sofá.

Os três se calaram e olharam espantados para o ruivo mais novo.

-Calma maninho é apenas uma música... – Fred dizia.

-E além do mais não foi só você quem salvou o time – Gina resmungava.

-Mas poxa... – Rony já se sentara – essa música poderia ter me causado sérios traumas. Eu poderia ter problemas... Psíquicos...

-Beleza, na minha época, musiquinhas de escola traziam problemas psicológicos, não psíquicos... – Tonks dizia.

-É, isso aí mesmo, que eu quis dizer... Problemas... Psicodélicos – Ron tentava concertar no que todos riam.

-Psicológicos Ron –Mione corrigia.

-É, isso aí. Tudo a mesma coisa, e eu não sabia se eu tinha ficado mais nervoso pelo jogo, ou pelo beijo que a Hermione me deu de boa sorte... – Rony concluía recebendo uma almofada no rosto, da própria esposa.

-Ai finalmente alguém resolveu agir né? – Gina comentava.

-E depois dos problemas psíquicos, não, psicodélicos, quer dizer, psicológicos do Ron, o que aconteceu? – Remo perguntava.

-Ham... Acho que foi... Quando Hagrid voltou... – Hermione parecia pesarosa – E que aconteceu tudo aquilo... Com os gigantes...

-É... Sinistro aquilo... – Ron lembrava – e nós não descobrimos direito sobre aqueles machucados todos, porque a sapa velha da Umbridge chegou...

-Mas a gente acabou descobrindo que ele trouxe um irmão, o Grope – dizia Gina.

-E que a única pessoa fora o Hagrid que ele gostava era a Hermione. Como era mesmo que ele a chamava? – Harry comentava – Hermi? Hermini? Alguma coisa assim...

-É, Hermione sempre teve brutamontes em sua vida que nunca conseguiam falar seu nome direito... – Rony ironizava.

-É, e acabei me casando com um deles – Hermione alfinetava no que todos riam e Ron ficava com as orelhas vermelhas.

-Mas eu sempre dei conta de falar seu nome direito! – Rony se defendia.

-Mas não foi isso o que eu ouvi na Ala Hospitalar no 6º ano – Hermione falava.

-Tudo bem gente! Estamos no 5º! – Gina lembrava – e vamos voltar nele.

-Parece que começamos um período meio complicado não é? – Harry dizia com amargura – creio que agora vem aquela parte em que eu tive aquele sonho com a cobra do Voldemort.

-Perai! – Neville intrometia – eu pensei que você fosse o Homem da Cobra não o cara que sonhava com a cobra... – terminava Neville no que a sala caia em gargalhadas.

-É, acho que o negócio é de família mesmo - Sirius começava – o pai se transformava em um legítimo veado e o filho anda sonhando com a cobra do Voldemort... Tal pai, tal filho - cantarolava maneando a cabeça.

-Veado não! – Harry dizia – C-E-R-V-O!

-Mas sério, se não fosse o Harry, não queria nem saber o que poderia ter acontecido com papai. – lembrava Gina.

-E se papai não tivesse ido para o St. Mungus, nós ainda não teríamos visto Gilderoy todo pirado – Rony dizia rindo.

-Todo pirado? – Fred indagava – Como eu não vi isso?

-É! Nós o vimos antes de vermos os pais do Nev... – Rony parara abruptamente e olhara para o garoto – Desculpe Neville.

-Ah não, sem problemas Ron... – Neville sorria amigavelmente.

-Ham... E eles andam melhorando? - Harry tentava melhorar a situação.

-Muito – Hermione dizia profissionalmente – é claro que ainda não estão totalmente curados, mas o progresso já é muito visível...

-Eu não vejo nada de errado com meus sogros – Luna comentava.

-Ham... Acho que depois do hospital houve aquela feliz notícia, quando Snape... – Harry começara.

-Ah sim! – Sirius se fazia presente – o ensebado ataca novamente... Deixe que eu conte Harry, houve mais antes daquela conversa com você na cozinha...

“Molly Weasley e Sirius Black estavam na cozinha conversando sobre a AD, ao que parecia, a matriarca dos Weasley não queria que Rony tomasse partido na Armada e queria também que Harry e Hermione percebessem o quanto aquilo poderia ser perigoso. Foi quando Snape chegou para avisar a Harry que lhe daria aulas de oclumência, Molly deixou os dois “inimigos” sozinhos na cozinha:

-Black, se não se importa eu quero conversar com o Potter sozinho! – Snape soava bem desagradável.

-Ah! – Sirius coçava a cabeça com ar de quem está pensando no assunto, por fim deu um sorriso e retomou a palavra – Pois eu me importo sim! Tudo o que você tiver para falar com o Harry, pode falar na minha frente, afinal sou o padrinho dele e se eu não estiver de acordo nada feito!

-Desculpe senhor onipotência, onipresença! – Severo continuava com a língua mordaz – Mas creio que se o senhor não estiver de acordo, isso não vá fazer diferença alguma, porque isso é um acordo entre mim e Dumbledore o que não incluí você!

-Pois eu acho que você está precisando de outra lição, a última que te dei não parece ter sido suficiente! – Sirius rodava a varinha nas mãos.

-Pois parece que você só sabe ser corajoso quando está com a sua varinha! – Snape despejava.

-Pois pelo menos eu sei usar uma varinha! – Almofadinhas encara o outro com um brilho débil nos olhos.

Harry chegara a cozinha, onde os dois estavam sentados olhando em direções opostas e uma carta aberta na mesa. Ao que parece aquele era o comunicado de Dumbledore dizendo que Harry teria aulas extras com Severo, Sirius não estava nada feliz com isso, muito menos o Seboso.

Após esclarecerem a Harry o que de fato estava acontecendo, e mais algumas ofensas diferidas a Harry, Sirius e Snape começaram a se xingar e soltar coisas desagradáveis um ao outro, foi quando ambos perderam a paciência e apontaram as varinhas um para o outro, nisso, a família Weasley e Hermione entravam na cozinha com um Sr. Weasley completamente curado
.

-E depois disso, papai aprendeu a nunca se envolver com medicina trouxa! – Gina soltara.

-Mas Gina, a medicina trouxa está muito desenvolvida. Pensa bem, olha como eles se viram sem mágica... – Hermione começava.

-Amor, - Rony falava – depois você marca uma hora pra vocês duas discutirem sobre os avanços da medicina...

-Sabe, depois disso veio o Natal não é? – Luna perguntava.

-Não Lú – Neville falava – O Natal foi quando eu fui visitar meus pais...

-Mas eu preciso dizer que eu ganhei um presente maravilhoso do Rony, um presente que eu nunca imaginei que ele me daria... Um perfume muito bom! – Hermione sorria com um brilho no olhar.

-Eu não acredito nisso, Rony você deu um daqueles perfumes pra ela? – Fred soava chocado.

-Mas você é mesmo um insensível! – Jorge imitava a cunhada.

-Será que dá pra alguém me explicar o que foi que eu perdi? – Mione questionava.

-Simplesmente, é que um tio distante nosso, o tio Jonfrey, fabrica perfumes – Gina explicava – ou seja, o Rony pegou o perfume e te deu, não foi nada assim demais!

-Mas é claro que foi! – Rony se indignava – O tio Jonfrey me disse que aquele perfume era especial, que era pra dar pra alguém que eu me importasse muito, que eu sempre estaria com essa pessoa de uma forma ou de outra! Então eu dei pra Hermione, posso não ter gastado nada, mas foi de coração!

-Ai que lindo Rony! – Hermione pulara no pescoço do marido e começara a agarrá-lo novamente.

-Falando em presentes, - Harry falava – foi muito engraçado receber aquela agenda de deveres da Hermione, pelo menos no começo, porque depois “Vá fazer seus deveres seu preguiçoso!” – ele imitava a agenda – já estava meio chato, ah, claro também não poderia esquecer do Sirius e o espelho de duas faces...

-Esse espelho era muito útil quando eu estava em Hogwarts – Sirius lembrava – Tiago e eu usávamos um desses para nos comunicarmos. Engraçado que você nunca usou o seu não é Harry?

-Quando eu fui usar, já era tarde demais! – ele lamentava.

-Pelo amor de Merlin! – Gina revirava os olhos – Menos drama Harry, menos drama.

-Beleza, depois disso tudo! – Tonks falava – Teve aquela fuga em massa de Azkaban e todo mundo praticamente jogando a culpa no...

-Em mim! – Sirius completava – Era tão chato ser o mal da sociedade bruxa, quando na verdade eu não era... Chegava até ser engraçado, afinal me colocavam tão fodônico que eu me achava mais do que Voldemort!

-Ai menos Sirius – Gina sorria – Bem menos, quase nada!

-Ai agora é demais! – Rony falava – Hermione escreveu para Rita Skeeter marcando um encontro com ela, a entrevista bomba que sairia no Pasquim!

-Espera um pouco! – Harry falava – Vocês pularam o meu beijo com a Cho!

-Mas você já contou isso pra todo mundo! – Gina se irritava.

-Mas são as ordens cronológicas das coisas amor, ordem cronológica! – ele respondia.

-Tá bom, mas antes que vocês dois comecem uma nova briga, vamos voltar ao 5° ano, porque todo mundo já sabe que você beijou a Cho! – Alícia falou.

-Foi muito legal aquelas cartas... Depois que a entrevista saiu... – Fred falava – Um monte de lixo, mas engraçadas...

-É sente só o drama: - Jorge narrava – “Você não passa a impressão de ser um maluco, mas realmente não acredito que Você-Sabe-Quem tenha retornado, então não sei o que pensar!”

-Um completo desperdiço de pergaminho! – Lino recordava.

-Claro que o melhor foi a jogada mais sem cérebro da Umbridge! – Hermione explicava – Ela lançou mais um decreto idiota, proibindo as pessoas de se quer carregar o Pasquim... Isso foi ótimo, porque todo mundo que nem sabia da notícia começou a contrabandear a revista pra dentro da escola, transfigurando a capa e espalhando o conteúdo!

-Realmente, se você quer que uma coisa seja de conhecimento geral, proíba que ela se espalhe... – Remo concordava – Rapidinho todo mundo vai estar sabendo!

-Sabe, quando a Trelawney foi mandada embora, aquilo foi realmente desumano... – Angelina falava – Está certo que ela às vezes parecia meio charlatã, mas não era pra tanto!

-E aquela droga de Brigada Inquisitorial? – Rony comentava – Aquilo foi uma verdadeira merda!

-Ron! – Hermione ralhava – Olha o palavreado...

-Mas quando a Marieta dedo-duro contou sobre a Armada e Dumbledore deu aquela lição de moral na Umbridge, eu até arrepiei... – Gina confessava.

-Como foi mesmo que ele disse? – Neville relembrava.

-Eu me lembro como ele disse: - Harry assumia a palavra – “Está vendo? Está escrito Armada de Dumbledore, essa é a Armada de Dumbledore e não de Harry Potter; portanto se alguém vai embora, eu vou!” – ele lacrimejara um pouco lembrando do amigo – Foi algo mais ou menos assim...

-Calei! – soltou Lino Jordan – Cara, ele era O cara!

-Certo... Acho que depois temos... O que temos depois? – perguntava Luna confusa.

-Acho que agora foi o nosso show não é? – lembrava Jorge com o rosto iluminado.

-Certamente Jorge! – Fred completava.

-Não acredito que perdi essa – Sirius lamentava – seria ótimo ter a Umbridge na minha época!

-Diga isso por você! – Rony reclamava – Ela era insuportável!

-Cara, ninguém supera nosso pântano portátil – Lino se vangloriava.

-Pântano portátil? – Remo questionava.

-Ah sim, meu caro ex-professor – Fred assumia uma pose empreendedora – exclusividade nossa, com lama de verdade, plantas e até alguns diabinhos pantanosos, em vários tamanhos, a venda apenas nas filiais das Gemialidades Weasley...

-Sem contar com um monte de coisas que vocês falaram pra aquele monte de estrume – Rony ria só de lembrar – como foi mesmo?

-Pois eu me lembro bem como foi... – Neville contava – Era como na noite em que a Trelawney foi demitida, os estudantes parados junto às paredes formando um grande círculo; professores e fantasmas também faziam parte da multidão. Destacavam-se entre eles os membros daquela Brigada Inquisitorial, todos parecendo excepcionalmente satisfeitos e Pirraça que flutuava no centro observava Fred e Jorge com um ar inconfundível de quem havia sido encurralado.

-Neville, você se importaria de depois gravar uma propaganda mais ou menos desse jeito para a nossa Loja? – Lino anotava em um caderninho que tirara do bolso.

-Ahh... Sem problemas. – o moreno sorria.

-Tá, beleza... Mas será que vocês querem nos matar de curiosidade? Eu quero saber o que houve! – Tonks impacientava-se.

-Basicamente a Umbridge mandou o Filch pegar um documento que permitia açoitar os alunos como na época de mil seiscentos e lá vai bolinha... – Gina dizia.

-E aquela grande doente foi capaz de permitir uma coisa dessas! Que o Filch é um maluco masoquista pra não dizer sadomasoquista... Todo mundo sabe, mas daí a Umbridge concordar com isso? É uma grande merda total! – Rony se manifestava.

-Ahh! - Luna sorria e dançava uma estranha jinga – Agora vem a melhor parte: “Vocês vão aprender o que acontece com malfeitores na minha escola!” – ela imitava a professora.

-A Senhora sabe de uma coisa? – disse Fred dramatizando suas respostas para a bruxa velha – Acho que não vamos não! Jorge, acho que já passamos da idade de receber educação em tempo integral!

-É, tenho sentido isso também. – Jorge unia-se ao irmão na dramatização. – Está na hora de testarmos os nossos talentos no mundo real não acha?

-Decididamente. – Fred concordava. – Depois disso nós convocamos as nossas vassouras que estavam trancadas e elas vieram arrastando as correntes pelo chão, nós montamos e eu completei – ele encenava para Luna como se ela fosse a professora – Não a veremos mais.

-É, e não precisa mandar notícias! – Jorge completava. – Fizemos o nosso merchan... Ela tentou nos impedir com aquela patética Brigada dela só olhamos para Pirraça e dissemos: - Infernize ela por nós Pirraça!

-E eu que nunca tinha visto Pirraça obedecer ordem de nenhum estudante antes, vi ele tirar o chapéu e saudar os gêmeos fazendo reverência enquanto eles davam a volta no Salão sob aplausos e saiam porta a fora do Castelo. – Harry narrou com um brilho no olhar.

-Harry, você se importaria de gravar isso junto com o Neville? – Lino anotava mais uma vez.

-Err... – o moreno sorria sem graça – Eu, bem... não sei...

-Bem, - Sirius limpava a garganta – Meus discípulos cresceram – ele limpava falsas lágrimas nos olhos – Ah, como o tempo passa rápido, parece que foi ontem que eles estavam dando o Mapa do Maroto para o Harry...

-Sabe Sirius, - Remo dizia – Acho que eles estão prontos...

-Não Remo, não faça isso, não sei se posso... – Sirius dizia, no que ninguém estava entendendo nada.

-Você sabe que é preciso Sirius, e eu sei que você consegue, afinal você é Sirius Black! – Remo dizia dando um sorriso maroto.

-Já que é assim meu amigo, faça as honras, que estou muito emocionado. – Sirius dava um tom de brincadeira na voz.

-Vocês três – Remo assumia seu tom professoral, apontando para os gêmeos e Lino – ajoelhem-se sob o joelho esquerdo e juntem as pontas de suas varinhas – os três fizeram conforme o indicado, colocando as varinhas assim como os três mosqueteiros colocavam suas espadas - Eu, Remo John Lupin, concedo a vocês, Fred, Jorge e Lino, nesse momento, uma honraria jamais concedida antes, por seus feitos e por seus méritos, à partir de agora vocês estão ingressados no mais seleto grupo de desordeiros de Hogwarts, nos jovens mais intrépidos de que já se teve notícia, compostos antes pelos lendários Sirius Almofadinhas Black, Tiago Pontas Potter, Remo Aluado Lupin e Pedro Traidor Rabicho Pettigrew, vocês são à partir de agora, marotos honorários! – e da varinha de cada um saiu um brilho vermelho muito forte. – Passemos ao juramento... Acho que vocês já sabem de cor...

-Juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom! – Os três falaram em uníssono cheio de sorrisos, e o brilho das varinhas se tornou dourado.

-Agora a parte boa, Almofada, quer fazer as honras? – Remo sorria.

-Com muito prazer meu caro Aluado – Sirius respondia – passemos aos apelidos oficiais de vocês... – ele colocou a mão no queixo, abriu um sorriso de canto e disse – hmm... Errr... Não sei!

-E que tal se a gente se desse os apelidos? – Fred se inspirava – O meu, eu quero algo como Raposa, furtiva, esperta, voraz, astuta, rápida...

-Você tá mais pra bicho-preguiça – Angelina ria – do que pra um animal tão ativo quanto uma raposa...
-Eu quero o meu ligado a um leão... Imponente, bravo, corajoso, rei das selvas... – Jorge sonhava.

-Até que daria certo, - Alícia ria – porque comparando o rugido do leão com os seus roncos dá até pra confundir... Jorge o rei da Floresta...

-Nada disso! – Sirius falava – Quem disse que vocês têm essa liberdade? Oras, onde já se viu... Vamos lá... Vamos pensar em um bom apelido pra vocês...

-Sabe, eu acho que Mankinhas combinaria muito bem com um dos gêmeos... – Rony palpitava – Afinal, vocês só fazem macaquices!

-Ahh Roniquinho! – Fred falava – Nada feito!

-Não... – Sirius ria – Eu gostei! Mankinhas é legal. Então vamos por ordem alfabética né? Fred, você será o Mankinhas! – E todos começaram a rir da cara de Fred, que detestara o apelido.

-Só pra constar... – Fred falava emburrado – Eu odiei esse apelido!

-Bem vindo ao mundo do Roniquinho! – Rony ria de se acabar do irmão.

-Se o meu vai ser Mankinhas, o do Jorge tem que ser Nikito! – Fred zombava – Em homenagem aqueles miquinhos de jardim!

-Ei! – Jorge tacava uma almofada no irmão – Eu odiei isso também!

-Mas eu gostei! – Sirius falava – E agora só falta o Senhor Lino Jordan pra ganhar um apelido...

-E que tal Brásvalo Canadense? – Luna falava – Eu sempre achei ele com muita cara de Brásvalo.

-E o que seria um Brásvalo? – Hermione revirava os olhos.

-Pelúcios gigantes que podem ter cores variando de roxo berrante até amarelo chá! – Ela respondia.

-Então está decidido! Pompom será o apelido do Lino... – Sirius se acaba de tanto rir – E até que combina com as trancinhas rastafári que ele usa. – Ninguém mais agüentou, os três vestidos daquele jeito e com apelidos assim, ninguém merecia.

-É, realmente Mankinhas é melhor do que... Pompom! – e Fred já ria de novo.

-Ei amor, porque você está tão sério? – Gina acariciava o rosto de Harry que se quer riu das piadas.

-Isso é muito injusto! – Harry começou – Sabe, o Meu Pai era um maroto! O Meu Padrinho é um maroto! O Meu Ex-Professor de Defesa Contra a Arte das Trevas que me ensinou a fazer o feitiço do Patrono é um maroto! O Cara que traiu meus pais ERA UM MAROTO! EU TAMBÉM QUERO SER UM MAROTO NOVA GERAÇÃO COM APELIDOS BESTAS! – descarregou tudo de uma vez.

-Ixe... Acho que tem alguém com muito ciúme! – Dino se intrometia.

-Eu acho que não falei com você Dino Thomas! – Harry respondia seco.

-Calma Harry! – Sirius caia na gargalhada novamente – sabe, você está igualzinho ao seu pai quando tinha crises de ciúme... Mas agora falando sério... Harry, você acreditou mesmo nisso?

-É cara, tá certo que a gente faz muita bagunça, mas você acha mesmo que o Sirius ia deixar a gente virar Marotos? – Lino concordava – Isso tudo é só brincadeira...

-E além do mais você acha que a gente ia sair por aí usando esses apelidos? – Jorge zombava.

-NUNCA! – Fred concordava.

-Além do mais Harry, sua esposa tem muito mais comportamento Maroto do que você... Mas você sabe ser Maroto quando quer... É como você disse... Está no seu sangue, não tem como fugir... – Sirius continuava.

-E acima de tudo Harry... Você acha mesmo que ninguém tentou ser os Novos Marotos depois que a gente foi embora? Mesmo assim isso não vai adiantar nunca! – Remo sorria amigavelmente – Porque Marotos são só quatro... Quatro amigos que tiveram uma juventude alienada em um mundo em que tudo é possível, até mesmo nos momentos mais escuros, se souber acender a luz.

- Um lobisomem certinho até quando queria ser metido a CDF, - Sirius retomava a palavra - um cão charmoso, sexy e leal, um cervo apaixonado e um verdadeiro irmão e um rato comilão que por fim se mostrou um traidor. O Quarteto Fantástico...

-Simplesmente, Marotos... – Remo finalizava.

Todos naquela sala ficaram em silêncio, Harry a beira de lágrimas, sabe-se lá se de vergonha pelo papelão, ou por vontade de ter vivido mais tempo em companhia daquelas pessoas, então finalmente ele recuperou a voz e disse:

-Me desculpe... – falava mais baixo e calmo - ... Pelo papel idiota que eu fiz... Eu só queria ter tido uma chance de viver essas coisas, de fazer ser diferente; Mas eu não tenho do que reclamar, afinal também tive o meu Trio Maravilha que se transformou no Quarteto Fantástico...

-E não se esqueça Harry, um Maroto é reconhecido principalmente por suas atitudes e pelo seu coração. – Remo terminou dando um abraço no ex-aluno, no que todos começaram a bater palmas.

-Tá legal! – Fred descontraía o ambiente – Já chega dessa coisa melosa... E pelos poderes à mim investidos eu declaro que todos nós que já aprontamos algumas poucas e boas naquela velha Hogwarts somos Discí... Seguid... Amigos dos Marotos! – mais aplausos de todos.

-Eu acho que a gente deveria voltar à contar aquela história sabe... Aquela que ficou lá atrás... Depois dos dois garotões fugirem... – Alícia dava um tom casual à conversa.

-Devo dizer que não foram só eles... – Lino sorria – Eu também tive a minha cota de traquinagens... Porque eu coloquei um pelúcio na Sala dela... E depois mais dois... E ela ficou louca da vida!

-Chegou até a pensar que fosse o Hagrid! – Hermione revirava os olhos.

-É... Hagrid... – Harry lembrava.

-Pelo menos ela deve ter tido muito trabalho de esconder aqueles milhares de anéis encarquilhados dos pelúcios... – Gina ria – Aliás esconder não né? Porque se ela escondesse eles com certeza achariam.

-Rony... – Tonks sorria – Beleza que o Harry tava caladão aquela hora porque tava com raiva mas e você? Por que de repente ficou tão quieto?

-Eu só estou me lembrando de uma coisa... – ele sorria – Quando os gêmeos fugiram eu fiquei morrendo de medo que mamãe me mandasse outro daqueles berradores... Que ela me culpasse por não ter segurado os gêmeos... Mas aí o Harry contou que ele que deu o dinheiro do tribruxo pra eles... Então a culpa era toda dele!

-Grande amigo você hein? – Harry ironizava. – Mas na verdade, o Rony ficou feliz foi pelo seu avanço... A Hermione tava muito preocupada com o que seria dos dois desordeiros dali pra frente e o que o Rony fez? – o moreno limpou a garganta e começou a imitar o amigo – “Se você tem que se preocupar com alguém preocupe-se comigo, porque na próxima carta da mamãe ela vai me culpar da fuga dos gêmeos!” Ou seja... Ele disse indiretamente pra ela pensar nele! E mais... Se preocupar com ele! – Harry terminou de forma dramática, no que Gina tacou-lhe uma almofada no rosto.

-Sabe, não é de se espantar que os dois fossem tão devagar, olha o que o melhor amigo deles fica observando... – Dino palpitava.

-Mas até que ele não tá errado! – Rony cortava o ex-colega – Sabe, é isso q esse psi como é mesmo? Psicólogos? Acho que é isso dizem! Como é mesmo? As nossas ações sempre refletem em nossos desejos mesmo que indiretamente.

-Uau! – Gina brincava – Mi, você foi mesmo uma benção pra essa criatura – apontava para o irmão – Rony citando psicologia trouxa? Maninho, você mudou muito hein?

-Sabe Gininha, - Rony alfinetava – Quando a gente cresce a gente vê que ter só um rostinho bonito e um corpão violão não é o suficiente, é preciso desenvolver o nosso conhecimento...

-Hmm... Desculpa aí oh corpão violão! – Gina ria do irmão.

-É, eu sei bem como é isso que o Rony disse. – Sirius se juntava ao assunto – afinal, eu passo o tempo todo por isso!

-Ah calem a boca vocês dois! – Hermione tacava uma almofada em cada um – Se não, daqui a pouco não terá espaço suficiente nessa sala pra todos e o ego gigante de vocês!

-Bem, voltando a história, - Harry se manifestava – foi aí que Hagrid nos apresentou ao Grope.

-É mas nós já passamos disso! – Rony simulava – Quer dizer... Foi nesse mesmo dia que eu fiz defesas mais do que espetaculares e finalmente o pessoal começou a cantar a minha música de torcida favorita! - E eis que todos juntam-se num coral entoando:

Weasley é nosso rei!
Weasley é nosso rei!
Não deixou a bola entrar!
Weasley é nosso rei!

Weasley defende qualquer bola
Nunca deixa o aro livre
Por isso que a Grifinória canta
Weasley é nosso rei!

Weasley é nosso rei!
Weasley é nosso rei!
Não deixou a bola entrar!
Weasley é nosso rei!


-E eu não acredito que vocês dois não viram aqueles lances! – disse Rony acusador para os dois amigos.

-Mas você sabe o porque Ron... – Hermione acariciava os cabelos do marido – Além do mais eu sempre soube que você conseguiria.

-Mesmo? – Rony bancava o incrédulo – Não foi o que me pareceu no nosso 6º ano...

-Ahhh!!! – Hermione revirava os olhos – Voltando ao 5° ano, chegou a parte mais importante da história toda... Os NOM’S.

-Foi uma grande bosta assistir aquele ataque covarde que o Hagrid e McGonagall sofreram, e o pior, a gente fazendo exame de Astronomia e não podia fazer nada! – Rony dava soquinhos no ar.

-Sem contar que depois disso tudo eu sonhei com o Sirius sendo atacado, e queria de um tudo ir salvá-lo. – Harry se manifestava.

-Mas a voz da razão te chamou não é mesmo Harry? – Hermione sorria – Ela disse para você verificar No Largo primeiro.

-Não sabia que você se chamava Razão agora Hermione, porque quem disse isso foi você! – Harry se impacientava – E ainda por cima não serviu de nada porque aquele elfo doente e nojento mentiu pra mim! E por culpa dele o Sirius morreu!

-Epa! – Sirius se tocava – Quem foi que morreu aí?

-Ah, você entendeu! – Harry extravasava a emoção de alguns anos atrás.

-Pois eu me lembro bem que na falta de Gêmeos Weasley, Harry Potter recorreu à Gina Weasley! – Gina sorria satisfeita.

-Na verdade Gininha, você que se ofereceu pra causar a distração! – Rony maquinava.

-Dá no mesmo! – a ruiva retrucava – E estávamos a Luna e eu inventando do Gás Garroteante que alguém espalhou pelo corredor! Isso me lembra do nosso sinal Bruxinha, - ela apontava para Mione – um coro em altas vozes de Weasley é nosso rei! Por que será hein?

-Bem, eu estava com pesar de não ter assistido ele na partida e além do mais ninguém ia desconfiar porque há pouco tempo a Grifinória tinha ganhado a partida, e vira e mexe todo mundo cantava isso! – a morena se defendia.

-Isso também me lembra o tanto que o Harry foi grosso comigo! – Gina cantarolava – Se fosse em outra época eu teria saído chorando e escrito no meu diário!

-Não acredito que você ainda escreva em um diário depois de tudo o que já te aconteceu Gina! – Rony bancava o irmão mais velho.

-Ronald, eu não sou idiota! – Gina falava tranqüilamente – Eu estou dizendo apenas que eu sairia em outra época e eu ainda escrevo em um diário, mas um diário trouxa, porque eu não confio mais em livros que pensam mais que eu!

-Isso me lembra quando fomos todos apanhados – Neville falava – eu estava apavorado, até tentei salvar a Gina, mas aquela Brigada Inquisitorial era mesmo uma droga!

-Lembram-se que aquela demoníaca de uma figa quis usar a Cruciatus no Harry? – Hermione temia.

-Ela o quê? – Sirius corara de raiva – Ainda bem que aquela verme teve o que mereceu!

-Foi exatamente nessa hora que ela confessou que os ataques dos dementadores foi tudo culpa dela! – Rony cuspia as palavras. – E a Mi, se mostrou mais uma vez brilhante, inventando que a gente queria falar com o Professor Dumbledore, pra dizer que a arma estava pronta... E mandou a velhota bem pra Floresta com o Grope...

-Mas o que ela encontrou foram os centauros! – Hermione ria malucamente – Aquela babacona chamou eles de Feras, bestas e mestiços, animais descontrolados... Queria o quê depois? Flores?

-Hermione, - Gina brincava – Rony está sendo uma péssima influência pra você...

-Não importa! – a morena sacudia os ombros – Só sei que o meu plano saiu melhor que a encomenda! Só que quase que a gente já era por causa da Umbridge, os centauros pensaram que estávamos com ela! Foi aí que Grope surgiu e nos salvou! Provavelmente Grope mataria todos os centauros e o Harry nem estava ligando pra isso!

-Claro que não! – Harry assumia – Eu tinha que decidir o que era prioridade e perder mais alguém seria tão doloroso que uma manada de centauros não seria nada!

-Bando! – Hermione corrigia.

-O quê? – Harry indagava.

-Não se refira à eles como manada! Porque os centauros não são animais! – A morena explicava.

-Ora francamente Hermione! – Fred interrompia a cunhada – Você está acabando com o clímax da história! Depois você funda o FAHC!

-FAHC? – Rony já ria só de pensar.

-É, o Fundo de Apoio à Humanização dos Centauros! – Jorge completava o irmão, no que a cunhada limitou-se apenas a tacar-lhe mais uma almofada.

-Bem, voltamos ao Castelo! – Harry narrava freneticamente – Foi aí que teve a briga...

-Briga? – Remo se interessava.

-É que alguém... – Neville acentuava a voz indicando Harry – Não queria que a gente fosse... Podia ser perigoso! E nós nunca deixaríamos ele pra trás!

-Não é qualquer um que ganhava nas discussões com o Harry no nosso 5º ano... –Gina lembrava.

-Pois eu é que não me esqueço daquelas respostas... – Rony opinava – Imagina o cara casado com ela, Merlin me livre! E o pior é que essa discussão durou até a gente achar os Testrálios e foi um custo pro Harry aceitar que eles iam.

-Custo? – Hermione franzia o semblante – Ah, francamente Rony! Foi um custo pra você aceitar que a Gina ia! Enfim, fomos...

-Muito bizarro voar numa coisa que não se vê! – Rony lembrava como um garotinho que acabara de saber que o Natal fora antecipado cinco meses. – Quer dizer, que não se via...

-Como assim, que não se via? – Angelina perguntava.

-Bem Angelina – Remo começava com ar professoral – Testrálios são criaturas um pouco complexas, apenas aquele que viu a morte de frente poderia vê-los... Bom, no caso, Rony ainda não havia visto a morte até seu 5º ano.

-E depois do que Harry disse, eu realmente fiquei um pouco contente por não vê-los... – Rony comentava.

-Resumindo e miúdos – Neville contava – a gente chegou no Ministério e foi direto pro Departamento de Mistérios procurar pela tal Sala das Profecias... A gente passou por aquele ovo que nasce, morre sei lá, por aquele tanto de vira tempo e mais um monte de bizarrices.

-Sei que eu usei o canivete que o Sirius me deu e ele já era, porque a porta não abria nem com Alohomorra! – Harry contava – Graças à Merlin Hermione estava lá e marcou as portas com um X de fogo, se não provavelmente estaríamos lá até hoje!

-Foi aí que chegamos na tal profecia marcada com o nome de Harry, descobrimos que Sirius não estava lá... – Hermione narrava.

-Grande descoberta não é mesmo? – Sirius entoava um tom brincalhão – Afinal, como eu poderia estar lá se eu estava em outro lugar?

-Sirius, isso é sério! – Harry cortava o padrinho – Foi muito doloroso te ver atravessar aquele arco para além do véu. Quando ouvi a voz de Lúcio Malfoy atrás de mim, mandando eu me virar, eu entendi na hora que era uma cilada!

-Grande descoberta não é mesmo? – Sirius entoava novamente um tom brincalhão na conversa – Ora Harry, pare de fazer essa cara brava, não precisa reviver de verdade todo o drama daquela noite!

-Foi aí que o Harry teve a idéia de quebrar as prateleiras pra que ninguém os ouvisse, e um monte de profecias foram quebradas, começamos uma corrida louca contra os comensais.

-Um daqueles babacas acertou Hermione em cheio... – Rony se lamentava – Foi muito perigoso, ouvi Madame Pomfrey dizer que se o feitiço não tivesse pego só metade nela, ela poderia ter morrido! E eu ainda fui estrangulado por um cérebro. Neville dançando com as pernas e ainda quebrou o nariz... É, estávamos de mal a pior.

-Bom, aí é que a Ordem chega né? – Tonks comentava – Beleza, e depois?

-Depois a gente continuou numa luta contra eles, e eis que a Bellatrix surge. Sirius lutou contra ela e... E...– Harry começava

-Não diga que eu morri de novo – Sirius continuava brincalhão.

-E aí que o Sirius atravessou aquele véu!– Harry falava com um brilho estranho no olhar – Eu percebi que ele não ia voltar e queria causar naquela monstra desgraçada tanta dor quanto eu estava sentindo... Lancei minha primeira Cruciatus... Me senti tão impotente, porque ela estava rindo de mim, do meu sofrimento e quando eu finalmente ia acertá-la... ELE apareceu! Ele, Voldemort... reerguido... E Dumbledore veio me salvar! – Harry ficara a beira de lágrimas – Voldemort ainda me usou como escudo, mas Dumbledore me salvou e aquele outro monstro desapareceu porque das lareiras começaram a surgir milhares de aurores e funcionários, todos viram Voldemort, incluindo aquele palerma do Fudge. Nós voltamos pro Castelo e pela primeira vez vi o meu mestre amigo chorar... Ele me contou toda a profecia, me explicou muitas coisas que na época eu não entendi direito, e que hoje eu sei que eu faria exatamente a mesma coisa se estivesse no lugar dele e gostaria que fizessem com os meus filhos e sei que é o que meu pai queria! Eu quebrei todo o escritório, queria extravasar a minha raiva, dor, angústia, me sentia enganado, queria feri-lo. Se eu soubesse que mais ou menos um ano depois eu estaria chorando a morte dele talvez eu não tivesse sido tão duro. – terminou deixando caírem algumas lágrimas.

-Cara, eu não conhecia esse lado da história... – Dino solidarizava com o colega.

-É Dino, muita gente não conhece! – Gina falava exausta pela expressão do marido – Aquela noite foi muito difícil pra todos nós, mas com certeza se o Harry não tivesse jogado tudo abaixo, provavelmente no ano seguinte ele estaria completamente fechado para o mundo, e essa era a última coisa que nós não queríamos.

-Depois disso nos encontramos na Ala Hospitalar – Hermione continuava – Harry me gelou porque eu toquei no assunto das Profecias, tá certo foi um mal passo, mas... Ninguém é perfeito!

-Espera! – Jorge ria – Hermione Jane Granger Weasley dizendo que ninguém é perfeito? Mas acabou-se o mundo!

-Eu nunca disse que alguém fosse perfeito. – a morena rebatia – E além do mais estava ruim pra todo mundo lá.

-Se estava ruim pra você, estava pior pra mim! – Harry recomeçava – Fui dar uma volta, porque não queria encarar a Umbridge em estado de choque no mesmo lugar que eu, queria que os centauros tivessem feito o serviço completo... Mas é como os trouxas dizem, vaso ruim não quebra fácil! Malfoy ainda me provocou, aquele Sebento viu e ia me tirar pontos pela reação mas McGonagall intercedeu e aumentou a pontuação da Grifinória. Tentei o espelho de duas-faces, mas não funcionou.

-Bem, isso me mostra a sua grande consideração quanto aos meus presentes... –Sirius enrugava falsas lágrimas – Quando eu disse à você para não abri-lo no Largo eu quis dizer “Abra-o no trem Harry” e não abra no ano que vem! Até porque eu estranhei o fato de você ficar me chamando para conversas na lareria já que tinha o espelho...

-Certo, mas foi quando eu finalmente vi o espelho, foi quando percebi de vez que Sirius não ia voltar! – terminou Harry melancólico.

-Ei! – Sirius interrompia – Quem não ia voltar? – deu aquele sorriso “tenho 32 dentes” – Oras anime-se Harry, eu estou aqui!

-É como os trouxas dizem... – Remo brincava – Vaso ruim não quebra fácil Almofada, e ainda bem que não!

-Foi aí que papai vendeu a matéria da Rita para o Profeta Diário, Harry voltou a ser o Menino-Que-Sobreviveu, a esperança do mundo mágico. Papai vendeu a revista e nas férias iríamos procurar pelos Bufadores de Chifres Enrugados. – Luna terminava.

-Hmm... – Tonks cantarolava – Acho que depois disso vocês voltam para casa certo? – como todos assentiram ela prosseguiu – Beleza, foi aí que nós da ordem fomos dar uma dura naqueles seus tios trouxas extremistas... Muito bom!

-E eu nem sabia o que dizer de vocês estarem lá do meu lado daquele jeito – Harry lembrava – sabe, naquele momento eu vi que tinha muito mais que amigos, vi que tinha uma família! – Então todos os que estavam próximos ao moreno o abraçaram e por fim já estava a sala inteira se abraçando, descarregando momentos de dor daquele dia que acabava de ser narrado e de muitos outros que vieram, marcados naquela sina, naquela Guerra, na vida de cada um.

E eis que da lareira irrompeu uma chama verde e de lá saiu ninguém mais ninguém menos que quatro pessoas para a surpresa e principalmente desagrado de Hermione ao ver uma pessoa em particular...

N/A: Vamos a algumas considerações: O Harry ficou meio emotivo mas é que ele precisava disso... Ele tinha que deixar direito esse passado para trás... Não ficou tão engraçado esse final mas é que o final do 5º livro é um dos mais emocionantes e seria meio que cortar um pouco o clímax da obra "fazer piada". Bjus e até o próximo!

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