NA¹: Eu de novo! Obrigada, obrigada por cada comentário! *-* xD Fico feliz que estejam se divertindo, digamos assim.
Mas eu queria esclarecer algumas coisas, que deixei passar. Acabei por esquecer de por as datas... E tudo parece correr, quando não é bem assim
Vejam... Harry e Hermione brigaram antes de suas filhas mais velhas nascerem.
As meninas nunca se encontraram, logo vocês saberão mais porquê.
Ron se separou de Hermione quando Melissa tinha 6. E Harry e Gina se separaram quando Lily tinha 9 anos.
Anos depois, Hermione já re-estabelecida financeira e emotivamente (assim como ciente, por fim, de todas as coisas que Ron fez, assim como Gina), ela decide que é a hora da revanche e só então procura Harry.
Então, há o encontro deles, isto mais ou menos em Maio. Eles discutem o assunto (não sei, mas talvez mostre em flash-back, mais tarde).
Hermione conhece Lily.
Eles se casam depois que Mel finalmente conhece em Harry, em junho (quando ela entra de férias em Hogwarts).
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Esses trechos lembram-me esse capítulo...
Quero saber se você tem um novo amigo
Que ama você como eu amei
E que também vai te proteger
E te dar o que eu não te dei
(...)E quando percebi que não foi demais
Era muito tarde pra voltar atrás
Pra te dar o que eu não te dei
(Me odeie – Reação em cadeia)
-E não é que estou obcecada com esta música?
Capítulo 2
O toque da realidade lhes atingiu pela manhã. Não era agradável.
Casados. Eles eram marido e mulher agora.
E tudo, por Merlín, tudo aquilo era uma armação. O casal tinha prazo de validade, ou melhor, aquela “sociedade” curiosa o tinha.
¨¨**¨¨
-Está na hora de voltarmos.
¨¨**¨¨
Itália
Harry e Hermione encontravam-se na varanda de seu quarto, à mesa. Com o costumeiro silêncio, tomavam café.
Provavelmente as meninas ainda dormiam, era cedo... A mulher sorriu um tanto triste ao pensar nelas.
Melissa e Lílian eram primas, mas nunca haviam convivido, por conta do desentendimento anos atrás entre ela e Harry. E por conta da estranha decisão de Lílian não freqüentar Hogwarts. A morena franziu o cenho, ponderativa. Até onde sabia, Lily tinha aulas particulares.
No entanto, o que a deixava feliz, era que as meninas havia simplesmente, e com uma facilidade pueril, tornado-se inseparáveis. Isto a aliviara de montes.
Batidas na porta foram ouvidas, ela não ergueu a vista mais entretida nos pensamentos. Ela ouvia distraidamente Harry agradecer ao seu mordomo.
-Senhora... Seu jornal.
Era o profeta diário. Harry adquirira a assinatura para ela. Para que pudesse se informar. Já que, desde que se separara de Gina, abdicara de Londres, de seu emprego, de sua vida naquele lugar. Do mundo mágico, ou parte dele, melhor dizendo.
-Obrigado Vicent – disse sem ao menos olhá-lo.
-Deseja mais alguma coisa? – o homem indagou, deixando sobre sua mesa o jornal.
-Não, obrigada. Pode ir – ela olhou com curiosidade a primeira página do periódico. Havia nela uma grande foto de Harry com o dizer “Por onde andará Harry Potter?”
Deixando a xícara de café de lado, trouxe para si o jornal.
“Harry Potter, 33, nunca mais foi visto desde o fim escandaloso de seu casamento com Ginevra Weasley, 32, há cinco anos” dizia o roda-pé da fotografia.
Ela sorriu, finalmente erguendo a vista para o homem a sua frente. – Talvez seja a hora do filho pródigo retornar a casa – comentou meio zombeteira.
¨¨**¨¨
Sentiu antipatia. Simplesmente. Do tipo que quando os olhos batem, você sabe, somente sabe, que não tolerará muito daquela pessoa. Não era seu costume, mas ela em especial a desagradava...
Como poderia entrar ali como se fosse soberana? Quem era aquela mulher? E por que conseguira entrar na mansão?
Hermione franziu o cenho.
-Harry James Potter – a voz era doce, porém firme e decidida, assim como potente. – Io fino a tollerare che non mi há invitato ao suo matrimonio, eu até tolero que não tenha me convidado para seu casamento – disse ao encontrá-lo. – Ceminonia intima, sapete - ela gesticulou, como só pessoas daquela terra sabiam o fazer; virando os olhos. - Ma, come potrebbe?, mas como pôde? – indagou fingindo indignação.
Harry ergueu a sobrancelha. – In primo luogo, Buon giorno, signorina Canciani – ele disse, meio debochado, num italiano perfeito, ainda que sorrisse genuinamente. Seus olhos, em verdade, brilharam com a chegada da beldade à sua frente. Esta que sob o tom dele estreitou a vista para, ao instante, sorrir calorosa e afetuosamente.
-Buon giorno, cari - falou, segurando as mãos dele nas suas, erguendo-se na ponta dos pés para beijar-lhe o rosto; ela era alta, mas nada em comparação a Harry, ela parecia frágil entre os braços dele. E voltou a encará-lo de forma séria. – Se não tivesse um certo contatti que me informasse, partiria sem me avisar? – indagou parecendo desapontada.
O moreno apertou levemente suas mãos e suspirou. – Obviamente que não. Eu não poderia o fazer, mesmo que quisesse.
Ela escondeu um sorriso e fez beicinho. – Não é o que me pareceu, Potter. Ma, Sapete, eu o mataria se não o fizesse.
Harry ergueu a sobrancelha ao perceber o tom dela, estava a debochar. – Cassandra, querida... Não faça drama.
Sem mais, eles riam.
Hermione apenas observava a cena. A mulher com quem Harry conversa era alta, tinha a pele bronzeada e seus cabelos castanhos tinham mexas mais claras, do sol.
Usava um vestido simples ou, ao menos, pretendia que o fosse... Porque, suas pernas eram as mais longas que já vira e o vestido parecia não comportar toda ela... Não era como se fosse vulgar, ela só tinha demasiada perna para um minúsculo vestido (a quantidade do vestido era inversamente proporcional ao tamanho das pernas).
Tinha os olhos azuis mais brilhantes que já vira, sorriso sensual e, em suas palavras, ela despejava afeto e reconhecimento. Olhava para Harry como se este fosse o homem mais interessante do lugar. A morena suspirou, ele o era.
Ela o ouviu vagamente. - Deixe-me apresentá-las. Cassandra, esta é minha esposa Hermione – Harry estendeu sua mão. - Hermione, esta é Cassandra Cancioni, minha amiga.
-A melhor amiga que você teve um dia – Cassandra corrigiu afetando um sorriso superior.
Harry riu. – Sim, sim, a melhor amiga que já tive e terei um dia – ele se voltou para a mulher dos olhos azuis. – Está bem, assim?
Cassandra sorriu satisfeita e assentiu. – É bom que nunca se esqueça, Potter.
Agora, entretanto, Hermione odiava a si mesma. Sua melhor amiga. Ela amaldiçoou os irmãos mais jovens dos Weasley mentalmente.
-É um prazer conhecê-la, srta. Cancioni.
-É todo meu. E, por favor, chame-me de Cassandra – a mulher disse sorrindo belamente. - Allora voi è la donna che incarcerato il cuore di Harry? – indagou, analisando-a. -Oh scusami – disse ao observa que Hermione não entendera nada de suas palavras. Ponderou por um instante. – Então você é a mulher que aprisionou o coração de Harry?
-Foi o que ele disse? – Hermione indagou sorrindo pra Harry. Este estreitou a vista para ela e voltou-se rapidamente para Cassandra e depois, novamente para Hermione; será que ele era o único que percebia a ironia no tom dela e no olhar?
-Siete qui! – era a voz de Lily, vinha das escadas. E parecia entusiasmada.
-Ciao Lily!
A garota praticamente flutuara pelas escadas; em instantes, estava abraçando afetuosamente Cassandra. Com tanto carinho que Hermione sentiu uma ponta de inveja... Lily não era daquelas pessoas que distribuía abraços facilmente, ela era como seu pai: reservada e um tanto quanto arredia. Não oferecia seu coração com facilidade, mas quando o fazia, era por inteiro. Não é preciso dizer que quando era traída a confiança que ofereciam, ficavam destroçados.
-Eu avisei para ser mais rápida ou o perderia – Lily comentou meio zombeteira ao observar que Cassandra voltara seu olhar para Hermione. Então, voltando-se para Hermione, Lilian sorriu com suavidade. – Agora é Hermione que detém a maior parte de nossos corações.
-Pretende me deixar enciumada, signorina Potter? – indagou erguendo a sobrancelha, enquanto lhe fazia cócegas.
Lily riu, negando. – Nunca foi minha intenção. É apenas... fato – acrescentou lhe dando língua, enquanto afastava-se de suas mãos, postando-se ao lado de Melissa, que descera segundos depois de Lily, com muito menos entusiasmo, diga-se de passagem. – Deixe-me apresentá-las. Cassandra, esta é minha prima Melissa, e agora, irmã postiça! Mel, esta é Cassandra Cancioni. Cassandra foi praticamente uma mãe pra mim todos esses anos aqui.
Cassandra quase se derreteu em lágrimas, olhando orgulhosamente para Lílian. E sorriu para Melissa, abraçando-a.
-Er, prazer – Mel disse um tanto incomoda, ao afastar-se.
Melissa observou Lílian, que prosseguiu a conversa com Cassandra animadamente.
Pra Harry, que observava ambas com ternura. E emburrou.
Ela sabia, era infantil, mas... Era mais forte que ela. Afinal, não queria perdê-los. E, sabia também, era estúpido isso de “perdê-los”, nunca os teve. Acontece que agora, Harry e Lílian eram sua família também, assim como Gregory, irmão caçula de Lily, seu primo.
Harry era um exemplo de pai de verdade, e isto era importante para ela. E ele parecia gostar dela, sem esforço. Não lhe dava presentes caros todas as vezes que a encontrava; como se quisesse lhe comprar, mas ele realmente a ouvia. Se preocupava com ela verdadeiramente. Ele...
-O que foi, Mel? – Harry a despertou afagando seus cabelos, afastando sua franja de seus olhos. – Está divagando bem longe daqui, hum? – acrescentou, lhe oferecendo um sorriso divertido.
Ela riu. – Você não está lendo minha mente, não é Harry?
-Eu? – Harry apontou para si exageradamente. – Como pôde pensar isto de mim, querida?
-Não o fez não é? – perguntou desconfiada.
-Desde quando é necessário Legimância, se os seus olhos são tão ou mais transparentes que os de sua mãe? – indagou suavemente. Mel não pôde evitar, quando deu por si, já estava sorrindo.
... A conhecia. Ao menos, muito mais que seu pai. A deixava segura também, mas isso era o de menos. A jovem fitou sua mãe; Harry não a fazia chorar.
Harry sorriu de volta, como sempre sorria pra Lily.
A primeira vez que vira Mel fora no fim do ano letivo em Hogwarts (quase ao final de junho), quando Hermione a trouxe para a Itália para conhecer “seu futuro marido”, ele próprio.
Melissa analisara tudo e, em principal, ele. Não eram gestos para intimidar, era como se quisesse encontrar nele alguma coisa. Ele nunca soube o que era, mas ainda assim, ela havia achado; porque agora confiava nele. E era gratificante e assustador.
Harry nem queria imaginar quanto toda aquela farsa acabasse, ele preferia esquecer. Não poderia idear a si mesmo magoando Melissa ou Lily, muito menos a Gregory...
Suspirou e sorriu outra vez, forçando-se a olvidar.
Ainda faltava tempo.
¨¨**¨¨
Londres
Hermione observava detidamente um ponto distante do céu acinzentado de Londres pela vidraça, enquanto preferia ignorar o silêncio soturno que se fazia presente naquele lugar.
O silêncio, ela pensou, ajuda-me a pensar com maior clareza.
Afinal, precisava arquitetar um plano, definitivamente tudo deveria correr bem.
Estava na cidade, por fim. Haviam decidido voltar semanas depois do casamento; após a breve “lua de mel”. Hoje era o dia.
A distração do lado de fora já não surtia efeito. Observou Harry por um instante, indecisa de deveria ou não começar uma conversação – na verdade, indecisa quanto sua própria disposição para uma discussão.
Costumavam falar pouco, tocar-se menos ainda. Sentia-se surpresa de poder enganar sua filha e Lily, que era muito atenciosa.
Ele parecia perdido em algum canto de si mesmo, provavelmente se martirizando por aceitar aquele pacto estúpido. Ela mesma o fazia em um momento do dia; na maioria das vezes, pela manhã, quando acordava ao seu lado.
Ele tinha Lily com a cabeça apoiada em um de seus ombros, dormindo tranqüilamente, abraçando-o pela cintura, suas pernas de lado. E Melissa do outro lado, com a cabeça em uma de suas pernas.
-Chegaremos em quarenta minutos – era a voz dele, surpreendendo-a. Assentiu por fim.
Estavam num dos carros de Harry, um magicamente “restaurado”. Lily e Mel simplesmente se recusaram a ir pra casa via chave de portal. Claro, era cabível depois de uma queda que as deixou completamente doloridas, feridas e descabeladas. Fora engraçado, até mesmo o ataque de Harry...
Hermione sorriu consigo mesma ao lembrar da expressão de horror de Harry ao observar um filete de sangue que corria da cabeça de Melissa. Não era grande coisa, ela a curara com apenas um movimento de varinha. Mas isso não evitou que surgisse seu lado superprotetor, ele praticamente entrou em pânico.
Depois disso, ele fez uma inspeção médica em cada uma das meninas. Minuciosa. Até ver por si mesmo que só estavam doloridas, que não haviam quebrado osso algum e, principalmente que, afora alguns arranhões, não sangravam.
-O que foi? – o homem indagou franzindo o cenho.
Hermione ergueu a sobrancelha, mas sorriu e negou com a cabeça. – Não é nada. Apenas... Não é nada.
Harry tornou a fitar as meninas.
Lily acordou minutos depois, com um sacolejo mais que brusco do carro. – Já chegamos? - sentando-se ereta, deslizando a mão nos cabelos.
-Falta pouco, carinho – Harry contrapôs.
Lily assentiu e, sorrindo, voltou-se para Hermione. – Adoro aquela casa. É bem espaçosa, mas aconchegante. Não é para menos, papai faz tudo ficar familiar – comentou. - Acho que vai gostar.
-Tenho certeza que sim.
Segundos depois, Lily postara-se ao seu lado. E agradecendo a Merlín pela companhia e conversa que Lílian lhe oferecia, partilharam de uma discussão animada até chegarem em casa.
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(continua)
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Não entendo praticamente nada (na verdade, nada) de Italiano, então me perdoem algum erro gritante na ortografia, na sintaxe...
ღDiany PaulaღMúmiaღ, *---* obrigadaaaaaaa. Rsrsrsr Tarja preta? Hauhauahuahauahu adorei! Mas, ai cara, que bom, que bom mesmo que curtiu!
Bem, a Lílian, a Melissa e o Gregory (filho mais novo do Harry), entram de gaiatos na história :/
Porque, na verdade, isso é mais que pessoal para a Hermione e também para o Harry – ele quer o filho consigo.
Mas quanto ao Harry, Hermione o escolheu por três motivos:
Um – ele é o homem mais famoso e poderoso homem do mundo bruxo. Ela não poderia pegar qualquer um e dizer tudo (que queria vingança) ou enganar alguém e casar-se com este (primeiro que levaria tempo. Segundo, ela estaria fazendo algo muito parecido ao que Ron fez a ela, enganando).
Dois – ela poderia contar seu plano a ele, assim como ele sairia “beneficiado” com o “pacto” proposto.
Três – Gina. -> essa eu deixa pra ponderações, porque... bem, logo você verá. xD
Quanto a consumação do casamento, moça, eles foram obrigados. Uma lei bruxa. Todos os casamentos para serem “casamentos” de fato, devem ser consumados.
E quem disse que os sentimentos de Harry podem ser atingidos assim? Com facilidade? Depois de tudo que Hermione o fez... É mais fácil ele a odiar profundamente, não que ele a odeie. Não ainda rsrsrs brincadeira (acho o.o xP)
Obrigada novamente! Beijo, espero que divirta-se de montes com essa fic. ^^
Ana Lívia, rsrsrsrs eu ia tirar essa parte, parecia tão fora do tom, ainda me parece. Mas gosto dela. Também me fez rir quando a escrevi pela primeira vez. ^^
Sim, era apenas um “negócio”. Ainda que não tenha sido, assim, um sacrifício eles o cumprirem, não é mesmo? Rrsrsrs
E a Gina, hehe, bem acho que de verde ela ficaria mais bonita xP hhauhauhaua
Beijo, moçoila! Obrigada pelo comentário, fico feliz que tenha se divertido ^^
Lílian Granger Potter, obrigada! Obrigada mesmo! Esse é um elogio e tanto pra mim (ainda suspiro com as antigas cenas de ET *--*).
Bem, quando não se quer ouvir, não importa se há um auto-falante ao seu ouvido. E o Harry... bem, o Harry bate o recorde em simplesmente fingir não se importar. Ele realmente não quer ouvir.
Como você disse, a falta de confiança dela destruiu o que era a base daquela relação antiga entre eles. Ele não quer ouvir as desculpas dela e ficar tentado a acreditar. Porque ele sabe, seria mais fácil engolir tudo que Hermione lhe dissesse (sendo verdade ou não) e reatar os laços de amizade com ela. Mas fica a dúvida: e se, quando ele tornar a confiar nela, Hermione fizer de novo?
Seria devastador. Não acha?
Beatriz Fernanda Alves Fuentes, putz eu fico radiante ao saber que curtiu! *-*
Ron e Gina são, ou melhor, foram bem inconseqüentes e cruéis mesmo. Basta saber o que eles são no momento... isso vai acontecer, logo. Creio. E, verdade, a Hermione não está sendo boazinha, porque, bem, ela decidiu que não nasceu pra ser otária rsrsrs. Mas até agora ela só está articulando, ponderando, armando... “fechando o cerco”, quase como num jogo de Xadrez. Mas quem disse que ela conseguira chegar ao “Xeque Mate”? Há ainda o outro lado.
Rsrsrs não tenha tanta pena do Harry, ele está nessa porque quer, ele também tem um objetivo: ter o filho mais novo consigo. E bem, o nosso moreno passaria por cima de qualquer um para conseguir isto.
Beijo! E acho que não demorei tanto né?
Jan Potter, verdade, mas eu diria que ela é “mesquinha” ou fora. Gostou da nc...? (toda sorrisos eu aqui) Obrigada!
Bem, se há essa possibilidade (Hermione magoar o harry outra vez)... não posso contar =x rsrsrsrs
Digamos apenas, por enquanto, que na vingança você nunca sai completamente “bem”. Quero dizer, não há como reaver o que se tinha, seja o respeito, a gratidão ou o amor que sentia por aquela pessoa que te decepcionou.
Então, ficam as perguntas: será que Hermione se sentirá bem depois de tudo? E ela chegará a fazer algo? E se o fizer, quais as conseqüências para o “casal Potter”? E quando tudo estiver resolvido, como eles farão para contar aos filhos, que acreditam que eles são um “casal feliz” que tudo não passou de uma farsa? E você tem total razão quanto ao “A vingança às vezes cega...” Será que Hermione se importa em magoar o Harry outra vez enquanto tem a cabeça voltada para a vingança?
Não percam o próximo capítulo... – nossa, eu sei, isso foi tosco... mas tudo bem. Espero que continue acompanhando a fic, apesar de mim. Rsrsrsrs. Um beijo!
Lorena Benni, ah (corando), valeu mesmo! Estava meio ansiosa ao postar essa Nc. E bem, quando a outra nc, só acompanhando pra saber (a) rsrsrs
Obrigada novamente! xD
hynara, é, os Weasley estão meio que mais egoístas – digamos assim - aqui.
Da Hermione? Bem, ninguém pode negar que ela mereceu um pouquinho desse “martírio” não é? Se ela tivesse confiado no Harry... Terei doído, sim... Mas muito menos do que sendo abandonada e descobrindo, depois, todos os podres do “marido perfeito” Ron.
E, quanto a “Meu marido...”, desculpe. Vou tentar ser mais ligeira... Estou devendo mesmo. Espero que antes de minhas férias está postando ao menos um capítulo mais.
Muito obrigada, espero que continue curtindo ^^! Beijo.
Jéssy Nefertari, logo, logo você verá xD. E espero que curta. Obrigada!
Teresa, hm, quem disse que não só foi sexo? Srsrsrs Ou melhor, não esqueça que aquele ato, por assim dizer, surgiu de um acordo. E porque, bem, eles são adultos e saudáveis. Rsrsrs.
Brincadeiras à parte, fico feliz que esteja curtindo!
Mas eu nem demorei tanto assim, moça o.o, só um pouquinho. Beijo!
Mia Rolim, obrigada, moçoila! Bem, e como ela atingira o Ron ainda é segredo rsrsrs, mas logo você saberá. Mas já pensou se ela realmente conseguirá se vingar? Hm...
xD Beijão!
Obrigada novamente, por todo e cada um comentário. |