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2. Capítulo II


Fic: Black Love


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Narcisa Black.


Capítulo II



Belatriz fechou a porta, sem conseguir deixar de sorrir presunçosa. O primo estava em sua mão novamente. O que não era muito sábio levando em conta o que acontecera da ultima vez que isso aconteceu, há três anos.

Mas seus pensamentos foram interrompidos por uma voz grave.

-- Posso perguntar o que você fazia aí até essas horas, ou seria muito imprudente?

Tiago Potter ficou olhando enquanto a mulher virava. Cabelos longos, lisos e negros. Porte majestoso. Olhar penetrante e expressão de constante chacota. Vestida com um elegante vestido verde escuro tomara que caia, deixando os ombros magros e as belas e bem torneadas pernas a mostra.

Era como ver o amigo Sirius Black usando saias...

-- Pottinho. – comentou ela num tom muito irritante. – Eu me lembro daquelas férias que você foi passar no Largo Grimmauld há muitos anos atrás. Você pode ter crescido um pouco, mas tenho certeza que por dentro continua o mesmo bebe chorão, não é franguinho?

Tiago ergueu as sobrancelhas. Não era para menos, há anos aquele apelido não mais lhe cabia. Agora, com seus 1,83m e costas largas, o homem não era bem o que poderia ser chamado de frango. Revirou os olhos.

-- Ora, Belatriz. Você é mesmo imprestável.

Ela sorriu, mas ele percebeu que não era um sorriso nem bonito, nem caloroso. Ela pareceu hesitar por cerca de três segundos, possivelmente perguntando-se se deveria questionar o que o homem faria. Em seguida, deu as costas e Tiago observou-a emergir dentro de um quarto.

Potter ponderou alguns segundos, ele poderia entrar no quarto de Sirius e ter uma boa conversa, também ficando seguro das tentações. Mas a simples visão de um certo corpo esguio e branco, o fez tomar sua decisão.

Ele sabia que ela não estava no quarto de Mafoy, escutou a conversa entre ela e a mãe, que disse que seria imprudente revelar que os dois já estavam fazendo sexo antes de casar. Enquanto caminhava, o moreno quase soltou uma risada enquanto lembrava-se desse comentário obtuso. Tratavam Narcisa como se fosse uma criança inofensiva.

Ele abriu levemente a porta do quarto em que imaginava que ela estivesse não só por puro instinto. Ele sabia que Narcisa provavelmente escolheria o maior quarto, por mais que fosse deitar-se sozinha.

E sem duvida, ao abrir a porta sem barulho, lá estava ela, deitada e dormindo tranqüila.

Ele entrou no quarto e trancou a porta ao passar. Admirou-a dormindo. Os lençóis de seda eram cor-de-rosa choque, o que destacava tremendamente a forma feminina de pele alva que dormia de bruços na enorme cama.

Por alguns segundos, ao ver o tom claríssimo da pele da mulher, ele se lembrou de Lílian. Tentou tirar essa imagem da cabeça, doía lembrar-se dela. Ele sabia que o que sentia pelas duas era diferente e em nada se assemelhava, por Narcisa era uma obsessão, puro desejo de vê-la arfar sobre suas caricias, uma maldade tendo em visto que ele sabia que Narcisa estava sob o controle total de sua mão. Por Lílian, apesar de todas as complicações que ela insistia em formar, ele sentia amor. Simples e pulsante. Amor que preenchia seu peito e deixava um vazio quando ela o abandonava, assim como fizera.

Os cabelos longos de Narcisa estavam espalhados pelo travesseiro, feitos de um loiro quase branco. Ela estava tão frágil, tão desprotegida, e tão mulher dentro daquela camisola roxa, que apenas a visão quase fez com que se excitasse.

De repente, como se do nada, seus lábios rosados se entreabriram e a voz saiu melosa.

-- O que temos aqui... meu voyeur predileto. Você demorou para aparecer. – ela disse, ainda de olhos fechados, porém denunciando que ela tinha total noção de que era atentamente observada.

Ele sorriu apenas de leve, com o canto dos lábios, Narcisa sabia que Tiago sempre tivera certo gosto por olhar.

-- Bonsoir blanche – saudou-a em francês, como sabia que Narcisa gostava. (N/A: para quem não sabe, Blanche significa Branca em francês.)

Ela ergueu levemente a cabeça do travesseiro abrindo os chocantes olhos azuis, um sorriso malicioso no canto dos lábios.

-- Não vai vir me dar um abraço, Tiago?

-- Não vim até esse covil de cobras que você chama de lar para um abraço, Blanche.

Ela sorriu mais uma vez, dessa vez por inteiro. E ergueu-se da cama, a camisola de seda curta ondulava nas coxas, ela andou na sua direção, graciosa e enlaçou-lhe a nuca ao abraçá-lo.

Des yeux qui font baiser les miens,
Olhos que fazem baixar os meus.

Un rire qui se perd sur sa bouche,
Um riso que se perde em sua boca.

Voilà le portrait sans retouche,
Ai está o retrato sem retoque.

De l'homme auquel j'appartiens
Do homem a quem eu pertenço.


-- Quem disse que vai ganhar mais do que isso?

Sem responder, Tiago deslizou uma das mãos pela cintura dela puxando-a fortemente, colando os corpos. Depois aproximou seu rosto, fazendo com que a loira sentisse o peso da sua respiração.

O olhar fixo e a expressão séria, tão rara e incomum no rosto dele, deixavam claro que ele não estava ali para brincadeiras tolas, nem joguinhos de sedução.

Sua mão da cintura dela, passou a deslizar pelas costas, exigente. Ele abaixou os olhos dos olhos dela deixando os lábios passearem pelo pescoço alvo.

Narcisa Black fugia dos padrões rígidos e hipócritas impostos pela família nos braços dele, enquanto Tiago Potter fugia da falta que os braços de outra mulher lhe faziam...

-- Puxa, eu senti saudades. – a voz dela saiu trôpega enquanto ele passava os dentes pelo seu pescoço.

Quand il me prend dans ses brás,
Quando ele me toma em seus braços.

Il me parle tout bas,
Ele fala baixinho.

Je vois la vie en rose!
Vejo a vida cor-de-rosa!


-- Pensei que garotas lindas e ricas não sentissem saudades de seus amantes.

Ela projetou o lábio inferior, fazendo biquinho por ser contrariada.

-- Não sentem. Pelo menos Belatriz não deve sentir.

O comentário fez com que ele se separasse dela, encarando-a bruscamente.

-- Pare com isso Narcisa. Você não precisa ser melhor do que Belatriz em tudo. Você é mais linda e mais gostosa.

-- Ela não acha isso, para começo de conversa.

Ele puxou-a com força de encontro a seu corpo, tentando não estremecer de imediato. Em seguida, puxou seus cabelos, fazendo-a inclinar a cabeça e sussurrou:

-- Não é ela quem tem que achar mesmo.

Narcisa soltou um gemido, era impossível discutir com Tiago Potter quando ele botava alguma coisa na cabeça, e ela já devia saber disso.

-- Isso é desvantagem.

Ele riu de leve, observando enquanto a loira virava e andava em direção a cama. Ela jogou-se ali, imersa no meio de lençóis de linho muito cor-de-rosa, encarou-o.

Ah, Narcisa sabia o quanto ele gostava de olhar, e abusava disso. Agora ela fazia expressões sensuais. Observou enquanto ela ergueu a mão e chamou-o para juntar-se junto a ela com um movimento de dedo.

Tiago hesitou por um momento, mas os olhos de Blanche já ardendo de desejo foram suficientes para que seus hormônios tomassem o comando do seu corpo, fazendo-o caminhar até a cama, tomando os lábios de Narcisa em um beijo ardente.

Ele separou os lábios dos dela, a fim de admirar seus olhos. Então, para sua surpresa. Os olhos azuis tão melosos, tornaram-se verdes vivos, inteligentes e doces. Ele sentiu seu coração parar de bater por um segundo, para em seguida bater rapidamente.

Os cabelos quase brancos de Narcisa, espalhados pelos lençóis, tornaram-se ruivos, cor de acaju, cor de fogo. Ele balançou a cabeça, lembrando-se nitidamente da sua ruivinha. Saiu de cima de Narcisa, sentando-se na cama e metendo a cabeça entre as mãos, os cotovelos apoiados nos joelhos. Ele não podia fazer isso com Narcisa. Não podia enganá-la dessa maneira. Deitar-se com ela, pensando em outra mulher. Na mulher que ele amava, com todos os seus defeitos e qualidades.

Narcisa sentou-se, levemente surpresa. Aproximou-se de Tiago, passando a mão pelos seus cabelos desarrumados.

-- Tiago...? O que foi que acont...

-- Me desculpe, loira. – falou abruptamente, erguendo a cabeça e encarando-a sob as lentes dos óculos. – Não posso mais fazer isso com você.

-- O que?! – ela ergueu-se, os olhos em chamas. Narcisa Black não parecia nada inofensiva quando contrariada. – Como assim? Tiago, o que está acontecendo? – e antes que ele pudesse se pronunciar, ela interrompeu. – É ela não é mesmo? A cenoura. A sangue-ruim!

Tiago ergueu se chofre, agarrando fortemente o braço de Narcisa, e sacudindo-a, exclamou.

-- Não chame Lílian de sangue-ruim!

Narcisa encarou-o, com medo. Os cabelos platinados bagunçados, fios caindo em seu rosto. Ela silenciou, e não falou nada quando ele soltou-a.

-- Você a ama. – falou finalmente, enquanto retirava os fios de cabelo da face. – Realmente a ama.

Não fora uma pergunta, mas mesmo assim ele sentiu que precisava responder.

-- De todas as maneiras possíveis. – disse, sem hesitar.

-- Então. – ela ergueu o queixo, de forma arrogante. – Por que está aqui?

Ele suspirou, voltando a sentar-se, dessa vez na poltrona.

-- Eu não tenho sido honesto com você, Blanche. – ele encarou-a. – Me desculpe. Por te usar. Não era o que eu pretendia... Mas tente entender, eu amo Lílian desde os meus quinze anos. – ele sorriu tristemente. – Eu a amo, desde sempre. Narcisa, amo aquela mulher desde quando eu descobri o que é uma mulher.

O olhar da loira a sua frente demonstrava arrogância, e profundo desagrado.

-- Ela me deixou. Mas não dessa maneira. Nós nos desentendemos novamente, mas é algo passageiro. Você sabe como sempre é.

Narcisa deu-lhe as costas, os braços ao redor do próprio corpo. Era verdade, ela sabia. As brigar dele e daquela sangue-ruim sempre eram passageiras. Ela sabia que o homem que a tinha entre os dedos, amava outra. Sabia que ele sempre voltaria para a cenoura.

-- Vou indo, loira. Desculpe-me. Mesmo.

Ele ergueu-se e foi em direção a porta do quarto, quase sem acreditar em sua estupidez. Mas então Narcisa correu para ele, grudou-se nele, as mãos em seu peito.

-- Não! – sussurrou ela, os olhos suplicantes. – Por favor, não vá. Eu não me importo! Não me importo. Ame-a! Mas não me deixe! Fique comigo. Só hoje.

--Narcisa. – ele encarou-a dentro dos olhos, sério. -- Case-se com Lucio. Tenha um filho dele. Eduque-o. Olhe em seus olhos, e sinta o calor. Amor.

-- Eu sei o que é o amor! – exclamou ela.

Tiago suspirou, ele sabia que a mulher o amava, ela nem precisava dizer nada. Ele simplesmente sabia.

-- Sinto muito, Narcisa. Você é fabulosa, não chore, certo? – ele beijou-a na testa e desvencilhou-se de seus braços.

Narcisa, mordendo o lábio, observou o homem ir até a porta do quarto e passar por ela.


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Tiago andou pelo corredor, absorto em seus pensamentos. Fora uma loucura ir até Narcisa. Agora ele despertada nela toda aquela antiga obsessão novamente. Só Merlin sabia como ele odiava magoá-la. Mas pensar em Lílian, como sempre o acalmou.

Ele ainda andava pelos corredores, entretido em seus próprios pensamentos, pensando no que faria em seguida, provavelmente uma visita a Sirius, quando ouviu bicadas insistentes na enorme janela mais próxima.

Ergueu os olhos, e para sua surpresa, viu uma coruja um tanto quanto conhecida. Grande, inteira negra, os olhos cor de uísque.

-- Jules! – exclamou, reconhecendo a coruja de Lílian.

Andou em passos rápidos para a janela, e finalmente abriu-a, sentindo o ar frio perfurar-lhe os pulmões. Pegou a carta do bico de Jules, e ignorou o olhar de desagrado que ela lhe lançou.

-- Sinto muito, garota. Você não vai poder passar a noite aqui. É a casa dos parentes de Sirius, sabe. Pra começo de conversa, se você os conhecesse nem estaria pensando na possibilidade de querer. – ele sorriu. – Mande um olá para minha ruiva. – completou, enquanto fechada novamente a janela.

Não agüentando mais de expectativa e apreensão, abriu a carta ali mesmo, deparando-se com a letra caprichada de Lílian.

Meu querido,

Desculpe-me. Por tudo que lhe falei na ultima ocasião em que nos vimos. Foi muito errado dizer aquilo que disse a você. Eu acredito que você me ama, Tiago Potter. Pensei no que você disse, e você têm razão: Se não me amasse, se não quisesse somente a mim, você não teria me pedido em casamento.

Acontece que eu ainda acho absurdo você, o garanhão de Hogwarts, me amar, totalmente. Assim como eu o amo. Venha me encontrar, voltei para casa. Volte, se ainda me quiser.


Sua,
Lílian.


Ela também lhe enviara uma foto. Ele analisou-a. Fora na noite em que a pedira em casamento. Lílian estava com aquele vestido perolado, de alcinhas. Um vestido que passaria despercebido por ele em qualquer outra mulher, mas que nela parecia absurdamente irresistível. Ela ria, e enrolava uma mecha dos cabelos.

Ele viu-se suspirando, o coração batendo rápido como o de um garotinho que acabara de ganhar seu primeiro beijo. Ele iria embora. Virou-se para o corredor que levava ao quarto de Sirius para informar ao amigo que estava partindo.

Ele entrou no quarto sem bater, esperando encontrar um Sirius dormindo. Pelo contrário, o amigo ainda trajava as roupas da noite, e sentado na janela, segurava um copo de uísque.

-- Hey, o que é isso? Virou alcoólatra?

Black riu, encarando-o por cima do ombro.

-- Pra me dar forças. Ou você acha que lidar com essa família é fácil?

-- Aah, bem. – Tiago suspirou, enfiando a carta e a foto de Lílian no bolso da capa e subindo no peitoril da janela com Sirius. – Achava que você dava conta. – ele balançou os ombros. -- Mas isso foi antes de conhecer Belatriz Lestrange. – um ar de riso transpassou o rosto de Potter.

Sirius riu e bebeu mais um longo gole da bebida.

-- A mulher me surta. E, da pra acreditar?? Mãe!

-- É, bem difícil de acreditar mesmo... isso é, pelo menos pelo o que você me contou dela. Ela nunca gostou de ninguém não é? – mas antes do amigo ter tempo de responder, Tiago emendou: -- Sirius, acho que vou embora.

Sirius tirou os cabelos dos olhos e riu.

-- Ninguém suporta, não é mesmo? Claro que você vai. Mas por quê? Algum motivo em especial? Ah, já sei. Está pensando em ir atrás de sua ruivinha, não?

Tiago sorriu e entregou a carta dela a Sirius, que leu em silencio enquanto bebia o uísque.

Ele sorriu de leve algumas vezes e em seguida entregou a carta novamente ao amigo.

-- Ora bolas, ‘garanhão de Hogwarts’? Lily esqueceu que me conhece?

Os dois se encararam, e imediatamente e como nos bons tempos, caíram na risada. Quando se controlaram, Sirius disse:

-- Olha, tudo bem. Volte para lá. Mas, traga-a aqui.

Tiago arregalou os olhos por trás dos óculos.

-- O que?! Sirius! Lílian é nascida-trouxa, lembra? Sua família nos mataria!

-- É provável. – concordou Sirius, sorrindo enviesado com uma piada que parecia só dele. – Mas, acontece que a casa é de minha avó, e ela não precisa saber que Lílian não é sangue-puro, precisa?

Sirius encarou Tiago, com o velho sorriso maroto estampado no rosto.

-- E voce acha mesmo que Belatriz e Narcisa não contariam? – Potter esboçou uma expressão de descrença.

-- Bom, Narcisa não contaria. – disse com convicção. – Talvez conte, por vingança. Black’s são vingativos sabe? Mas por outro lado, ela não iria querer te prejudicar sendo que é totalmente doida por você. Ela sabe que a família tem um dom de ser um pouco má.

Tiago silenciou por um instante, encarando o horizonte.

-- E quanto a Belatriz?

-- Ah, conhecendo Belatriz eu diria que ela vai sim ameaçar. E muito. – os olhos de Sirius brilharam. – A mulher é a deusa das ameaças e chantagens, e eu diria que ela sabe o que faz. Faz isso muito bem. Mas, graças a Merlin, meu caro Pontas... Pra falar a verdade, não a Merlin, infelizmente a meus pais. Enfim, você tem a mim!

Tiago riu.

-- Tá certo. Até parece. Você controla Belatriz?

-- Ninguém controla Belatriz. – Sirius sorriu para o amigo e sorveu o ultimo gole da bebida. – Digamos apenas que, eu posso mante-la ocupada.

Os olhos de Tiago brilharam com a perspectiva de uma nova travessura, como as do tempo de escola.

-- Combinado, vou buscá-la.

Sirius deu uma piscadela para o amigo, aprovando e observando Pontas aparatar com um estalo.

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N/A: Bom, aí está. Que começe a trama, então! Com essa entrada doida da Lily na história, acredito que ocorram 'várias reviravoltas, e eu preciso tomar bastante cuidado pra não sair do que eu pretendo pra cá. Ah, no próximo capítulo, terá Tiago e Lílian então, para alegria de muitos! E muito mais B², Lucca e Lestrange. C:

Sobre a música usada para "tema" da Narcisa para com o Tiago:

Velha pra caramba, pieeeeegas!... Mas linda! Para quem quiser saber, ouvir ou reconhecer (porque provavelmente todos já ouvimos ela em algum lugar ao menos uma vez) é La vie em rose! e a versão mais antiga, interpretada por Edith Piaff.

No mais, acho que é só isso.

Até o próximo! (onde eu respondo aos comentários!) Aliás, obrigada a quem comenta, continuem (:

Stay beautiful.

P.

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