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5. Acidente


Fic: Nas Ondas da Paixão


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Capítulo Cinco – Acidente

- VOCÊ O QUÊ??? – Cho gritou e levantou da mesa, atraindo toda a atenção dos clientes, que a olhavam como se ela fosse uma maluca.
- Cho, por favor, senta na mesa. Está todo mundo olhando... – pediu Harry em voz baixa. Ele sabia que ela teria uma reação parecida quando anunciasse sua decisão. Depois de muito pensar desde que Gina foi embora, ele resolveu que seria melhor para ele e para Cho.
A garota voltou-se a se sentar, a contragosto, e encarou Harry como se fosse assassiná-lo com os olhos. As pessoas voltaram suas atenções no almoço.
- Você pode me dizer que brincadeira é essa? – sibilou venenosa.
- Não é brincadeira nenhuma. Estou falando muito sério. – Harry sustentava o olhar dela.
- Mas... por quê? - tomou um gole de suco. – Você não me ama mais?
Amar... ele não sabia bem o que sentia por Cho, mas fora o suficiente para aceitar namorar com ela. Amar mesmo ele amava a... não, não queria pensar nela. Pelo menos, por enquanto.
- Cho, você sabe o quanto gosto de você. Mas não dá mais.
- Está terminando comigo por causa daquela Weasley, não é? – Harry tentou falar, mas Cho o cortou. – Ah, qual é? Harry, você acha que eu não percebo o que rola entre vocês dois? Quando ela desamarrou o biquíni naquele dia, foi pra te provocar! Eu sei! Ninguém me contou! Eu percebi!
- Cho...
- Parece que essa praia está fazendo um complô para vocês voltarem, já que o Potter e a Weasley formaram o “casal mais lindo de South Beach” e a cobra da Chang veio e estraga tudo!
- Cho, não é nada disso...
- Quer saber... – levantou-se da mesa e pegou sua bolsa. – Vai para os braços daquela Weasley! E quem está terminando esse namoro, sou eu!
Saiu do restaurante como um furacão. Harry suspirou e pediu a conta. Quase um ano de namoro jogado fora. Sim, jogado. Porque ele se sentia um crápula. Não devia ter brincado com os sentimentos da menina daquele jeito. Ele a namorava, mas não sentia aquela sensação de mundo girar. Ele só sentira isso com Gina. No fundo, ele sabia, estava terminando por causa dela. A ruiva ainda era dona de seu coração e ninguém mudaria isso.
A raiva de Cho só fez aumentar quando Harry terminou o namoro. Sua vontade era na casa daquela ruiva e matá-la. Mas não o faria. Sorriu venenosa. Colocaria seu plano adiante e assim finalmente, tirar a ruiva de seu caminho.
Harry dirigiu até a casa de Rony. Precisava desabafar. Sabia que ir à casa de Rony era se deparar com uma certa ruivinha. Seu coração pedia para vê-la e resolver aquela situação. Sua cabeça mandava esperar, já que ele havia terminado um namoro não fazia nem uma hora. Seria canalhice dele. E não seria justo nem com Cho e nem com Ginny.
Ginny estava no escritório de seu pai, mandando um e-mail para Kurt. Os dois continuavam amigos e foi com entusiasmo que Kurt contara que ficara noivo de uma estudante de medicina e a convidou para o casamento. Gina o parabenizou e deixou o pedido em aberto.
Saiu do escritório quando ouviu vozes vindo da sala. Uma voz era de Rony e a outra era de... sentiu seu coração bater e, não resistindo à curiosidade, ficou no corredor para ouvir.
- Como é que é? Repete. – era Rony.
- Isso mesmo. Acabou. – Acabou? Acabou o quê? Gina aguçou a audição para ouvir melhor.
- É definitivo?
- É.
- E como a Cho ficou? – um alerta rondou a cabeça de Gina e um fio de esperança cresceu. Então, Harry havia terminado com Cho. Não pôde deixar de sorrir. Seus olhos brilharam. Sentiu-se novamente como uma adolescente que ouve do garoto amado que gosta dela.
Por outro lado, sentiu pena de Harry. Ele devia estar arrasado, mesmo que sua voz parecesse estar tranqüila. Cho devia estar uma pilha!
Não precisou ouvir mais nada foi para seu quarto enquanto dentro dela iniciara uma batalha.
“Concentre-se no Campeonato, Gina”.
“Por enquanto”.
- Você tem certeza que ela é de plástico? – perguntou Cho analisando a prancha.
- Parece ser autêntica, mas ela não agüenta as ondas mais fortes. – respondeu o vendedor. – E não passe muita parafina, pois pode grudar e você não conseguirá surfar direito.
- Interessante... – os olhos de Cho brilharam com interesse. Nem parecia que tinha terminado um namoro há dois dias. Claro que foi se consolar com suas amigas, mas logo estava contando sobre o plano e pedindo a colaboração delas, que não hesitaram em ajudar. A que recebera uma pranchada de Luna parecia a mais empolgada. – Vou levar.
- Está bem, mas lembre-se: ela não suporta ondas...
- Tá, já sei! – Cho fez um gesto para o vendedor fechar a compra. Sorriu diabólica. Gina Weasley estaria com os dias contados naquele campeonato.
- Não deixe que a onda te domine. Você tem que dominá-la! – disse Harry, enquanto Gina se equilibrava na prancha.
- Como se eu não soubesse, Harry. – a ruiva girou os olhos. Harry estava a tratando como se fosse iniciante.
- Desculpe. Força do hábito.
- Sei. – ela sorriu. Depois que terminou o namoro, Harry trabalhou com afinco na loja de surfe, que estava vendendo como água e Ewan não estava dando conta do movimento. Quando tinha uma brecha, o moreno corria para a praia e observava Gina treinar. Não resistiu e pediu para ajudá-la. Ela hesitou por um momento, afinal, ele havia terminado um namoro recentemente e ser visto perto de uma garota já era motivo de fofocas. Acabou aceitando. Só que Harry entrou na pele de um professor de surfe para principiantes.
Ambos travavam uma batalha interminável dentro de si. Enquanto queriam correr para os braços um do outro, algo dizia para esperar. Harry não sabia que Gina tinha conhecimento do rompimento do namoro, já que a garota nunca falava de Cho. Harry queria contar, dizer que tinha terminado por causa dela, mas tinha que esperar.
Harry aproximou-se de Gina por trás, que sentiu seu coração disparar ao se deparar com o calor que aquele corpo forte exalava. Harry, por sua vez, não pôde deixar de inalar o perfume floral de Gina.
- Endureça os músculos do braço... – Harry disse não mais que um murmúrio e endireitando os braços de Gina.
- Eu já sei, Harry... – a voz de Gina estava falha por causa daquela voz rouca e ela se amaldiçoou por isso.
Sentindo que não podia segurar mais, Harry mandou tudo às favas e, com uma mão, fez Gina virar o rosto para ele. Estavam muito perto. Podiam sentir o hálito um do outro. Os braços de Gina escorregaram para o corpo.
Harry colocou uma das mãos na cintura de Gina, que sentiu todo o seu corpo arrepiar. Encarou aqueles lábios com gosto de morango. Lábios que sentira saudades de saborear.
Gina fez um enorme esforço para não virar-se e enlaçá-lo pelo pescoço. Permaneceu estática, esperando.
“Sai daí, sua tonta! Ainda não é o momento...” Gina ignorou aquela vozinha quando os lábios de Harry estavam a milímetros dos seus.
Harry inclinou-se e fechou os olhos. Gina fez o mesmo. Seus lábios estavam quase se tocando...
- Olha só! Mal terminou comigo e já está caiu nas garras da Weasley! – a voz irritante de Cho fez os dois se separarem assustados e completamente envergonhados.
- O que você quer, Cho? – Harry tentou-se recuperar depois daquele “pequeno momento”. Gina esperou que o rubor das faces dela desaparecesse. Não daria aquele gostinho para Cho. Não mesmo!
- Queria ver se minha teoria estava certa. E não menti. – tirou os óculos e os olhou com reprovação. – Vocês estão mesmo juntos. Ganhei a aposta.
- Cho, não é nada disso que está pensando... – Gina tentou falar, mas foi interrompida por Harry.
- E se for, Gina? – a garota o olhou, espantada. – Eu não devo mais satisfações para ela! – olhou para Cho com raiva.
- Finalmente, você foi sincero. – disse Cho irônica. – Fiquem juntos. Vocês se merecem! – e saiu.
Gina estava completamente envergonhada e não conseguiu encarar Harry.
- Você não devia ter falado aquilo.
- Não sei por quê. Eu não tenho mais nada com ela.
- Mas vocês terminaram o namoro recentemente. Não está certo! – pegou a prancha. – Obrigada pela ajuda, Harry. Tchau! – foi embora depressa, deixando um Harry confuso.
Cho chegou no carro e encarou Marieta, que sustentava uma prancha na mão. Olhou e viu Gina correndo.
- Vai lá. – Marieta sorriu e foi.
Gina estava andando apressadamente pelo calçadão, tentando conter as lágrimas. Acordou para a realidade quando alguém trombou com ela.
- Desculpe. – pediu a garota envergonhada, abaixando-se para pegar sua prancha.
- Tudo bem. – Gina murmurou e também pegou sua prancha. Estava tão atordoada. O quase beijo, a aparição de Cho povoava sua mente,
- Você está bem? – perguntou a garota com quem trombara.
- Estou, obrigada.
- Desculpa novamente.
- Não faz mal. – Gina foi embora. A garota deu um sorriso triunfante e olhou a prancha. Realmente era igual. Olhou para o lado e viu que Cho sorria. O plano estava funcionando. Faltava a última parte.
Gina não tinha a mínima idéia de que “sua prancha” lhe causaria problemas.

Parecia que havia mais gente para prestigiar o a Etapa Feminina. E não era mentira. Havia cem pessoas a mais do que na semana anterior. Homens que sustentavam cartazes apelativos foram repreendidos pela coordenação do evento. As meninas estavam loucas para verem suas amigas arrepiarem nas ondas.
Luna escutava, pela enésima vez, os conselhos de Neville. O mesmo de sempre: cuidado e concentração. Luna estava cansada, mas não interrompia o namorado por nada neste mundo. Ele estava a incentivando e ela, mentalmente, agradecia por isso.
Gina olhou o casal como uma ponta de inveja. Como queria ter um namorado para lhe dar apoio! Passou mais uma mão de parafina na sua prancha (a terceira). Estava nervosa, apesar de todos os treinos daquela semana.
- Nervosa? – Hermione se aproximou.
- Nem um pouco. – a amiga riu da ironia da ruiva.
- Não se preocupe. Você vai se sair bem. Você treinou bastante. Vai dar tudo certo.
- Tomara... – Inconscientemente, Gina olhou para os lados, procurando por Harry. Ele estava conversando com Lewis Morrison. Sorriu. Ele lhe dera vários conselhos e Gina os seguiria à risca.
- Então... quando vocês vão reatar? – Hermione despertou Gina de seus devaneios.
- Hã... do... do que você está falando?
- Oras, Gina, de você e do Harry! Por que você acha que ele terminou o namoro?
- Não sei... – a ruiva deu de ombros, tentando conter as batidas do coração. Será que era por aquilo? Não queria se iludir novamente.
- Tá, finjo que acredito! – Hermione revirou os olhos e Gina parecia cada vez mais envergonhada. – Ande! Vai se preparar! – Gina agradeceu pela cunhada ter encerrado aquele assunto e se afastou, tentando apagar aqueles pensamentos da sua mente.
As meninas não fizeram feio nas ondas e superaram. Luna arrasou e conquistou 500 pontos disparados, o que a colocou na liderança. Quando saiu da água, foi abraçada e girada pelo ar por Neville, que gritou. “Essa é minha garota!”
- E agora, a última competidora: a bicampeã Gina Weasley! – aplausos frenéticos eram ouvidos da arquibancada e Harry não hesitou em mostrar seu entusiasmo.
Gina parecia mais calma. Respirou fundo e se lançou na água. Não muito longe. Alguém a olhava com um sorriso diabólico.
As ondas pareceram colaborar com Gina, que não desperdiçou uma. Faltava pouco para alcançar o tricampeonato.
Não demorou muito quando uma enorme onda se fez e Gina não perdeu tempo indo em sua direção.
Ao se erguer na prancha, sentiu uma estranha movimentação e um barulho de algo quebrado. Olhou e ficou desesperada: sua prancha estava partindo ao meio. Não deu tempo de fazer nada. Em poucos segundos, as duas partes da prancha se separaram e Gina caiu na água, sumindo no meio da onda.
- A prancha quebrou!! – gritou Hermione indo para beira da praia, com Rony e Harry ao seu encalço. Todos olhavam, procurando um sinal de Gina, que ela surgiria de repente. Passou alguns segundos. Nada.
- GINA!! – Harry gritou e todos seguiram seu exemplo. Até o locutor tentou chamá-la pelo microfone.
Sem pensar duas vezes, Harry se lançou na água, não dando tempo para os salva-vidas entrarem em ação.
O impacto da queda e a força da onda impulsionaram Gina para o fundo, impedindo-a de ir para a superfície. Estava afundando rápido quando sentiu sua cabeça ser atingida por alguma coisa dura. Perdeu completamente os sentidos.
Harry mergulhou e procurou Gina quando viu a garota boiar, desmaiada. Tomou-a nos braços e dirigiu-se para a superfície. Foi quando notou um enorme corte na testa da garota.
Chegando na areia, Harry tentou reanimá-la, mas foi em vão. Hermione tinha as mãos na boca e estava se contendo para não chorar. Rony abraçava a namorada, tentando reconfortá-la, mas também estava visivelmente chocado.
- Ela está ferida... – Harry anunciou. - Alguém chame uma ambulância.
Em poucos segundos, a ambulância, que ficava na porta, em causa de acidentes. O médico examinou Gina, enquanto todos esperavam aflitos. Fez um sinal com a cabeça e os enfermeiros imobilizaram Gina e colocaram-na na maca.
- Nós vamos levá-la. – anunciou ele, enquanto os enfermeiros encaminhavam a maca para o carro.
- E muito grave? – perguntou Luna visivelmente preocupada.
- Não temos certeza. Mas ela teve um ferimento leve na cabeça e tomou muita água. Precisamos examiná-la para termos um diagnóstico mais preciso.
- Posso ir com ela?
- Você é parente?
- Irmão.
- Tudo bem.
- Não! – Hermione se adiantou. – Rony, avise seus pais. Eu vou com eles.
- Mas...
- Nada de “mas”. Vá! – virou-se para o médico: - Sou a cunhada dela. Posso acompanhar.
- Claro. Mas vamos logo! – Hermione entrou na ambulância e partiu. Rony, preocupado, não pensou duas vezes e foi para casa avisar os pais.
- Como uma prancha tão boa quanto a da Gina pode ter quebrado? – Luna não entendia. – Ela é forte para qualquer tipo de onda.
- Não era a prancha da Gina. – disse Harry e Neville e Luna viraram-se para ele, surpresos. Harry segurava um dos pedaços da prancha partida que a onda empurrou para a areia. Quando Gina foi erguida na maca, Harry visualizou o objeto boiando na superfície.
- Como você sabe? – Neville perguntou.
- Fui eu que fiz a prancha da Gina, eu me lembro muito bem. E não é ela. Olhe. – Neville analisou a prancha e concluiu que o amigo tinha razão. – Esta é feita de plástico duro, fazendo parecer com que seja autêntica. E olhem. – mostrou a mão branca. – Ela está grudenta. E prancha não pode ser assim.
- Alguém trocou a prancha, então? – concluiu Luna. – Mas... quem?
Harry sabia muito bem quem seria capaz de algo assim, mas não disse nada. Precisava confirmar. Ter certeza.
Não muito longe, Cho comemorava o sucesso do seu plano com as amigas.

A etapa feminina do Campeonato fora adiada até que Gina estivesse bem. Toda a sua família se encontrava na sala de espera. A Sra. Weasley chorava, amparada pelo marido, e Rony tinha a cabeça baixa e era consolado por Hermione. Harry não estava lá. Disse que tinha que fazer algo antes. Todos estranharam, mas deixaram para lá. Gina era mais importante naquele momento.
O médico sai da sala e todos se levantaram imediatamente.
- Como ela está, doutor? – perguntou Rony.
- Bem, era o que eu supus. Gina sofreu uma leve pancada na cabeça e engoliu muita água. Ela vai ficar bem. – disse antes que a Sra. Weasley soltasse um gemido. – Mas terá que ficar em recuperação. Durante um mês.
- Isso quer dizer...
- Que Gina não poderá participar do campeonato. Sinto muito, mas será bom para ela se recuperar sem agito nenhum.
- Podemos vê-la? – perguntou Molly Weasley.
- Podem. Apenas meia hora. Entrem.
Hermione se afastou para que os pais e o irmão de Gina entrassem no quarto. Olhou para porta da entrada, esperando que Harry entrasse por ela. Onde ele estaria? Por que não estava ali, junto com Gina, algo que ele queria mais que tudo?
- Olha só que vem vindo, Cho. – a oriental ergueu os olhos e viu Harry se aproximando. Levantou-se e lançou o seu melhor sorriso, que desmanchou ao ver o olhar assassino do ex-namorado.
- Acho que precisamos conversar. Em particular.
Continua...
N/A: Primeiramente, um bom 2008 a todos, cheio de paz e realizações. Segundo, desculpem a demora, mas já tinha avisado que só retornaria depois do ano-novo. Coincidentemente ou não, fui para praia. Acredite, tentei encontrar inspiração para o desfecho, mas (modesta) ele estava pronto antes de eu viajar. Então, aguardem o último capítulo. Será que Harry e Gina reatarão? Aguardem...

Bjos da Juh.


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