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30. CAPÍTULO 30 WW


Fic: WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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OLA PESSOAL GOSTARIA DE DEIXA BEM CLARO QUE A FIC NAO E MINHA E SIM DO CARLOS BERT SILVA QUE ME DEU AUTORIZAÇAO DE POSTALA AQUI NO FLOREIOS.



BEM, COMO TODO MUNDO SABE HP E CIA. NÃO SÃO MEUS OU EU JÁ TERIA MATADO O SNAPE E CORTADO O SEBOSO EM PEDACINHOS.



CAPÍTULO 30 WW

Rony e Hermione começaram o treinamento no Ministério da Magia. Nem sempre, contudo, no mesmo horário. Rony freqüentemente tinha que passar a noite na sede da Escola dos Aurores. O apartamento tinha três quartos, como os pais de Hermione tiveram o prazer de verificar. Um deles era usado constantemente por Gina ou Draco quando nos visitavam. Hermione e Rony dormiam juntos, é lógico, e geralmente eu dormia com eles.

Havia entre nós um sentimento de que nossa “relação especial” , como Hermione chamava, não duraria muito e estávamos aproveitando-a dentro do possível. Dobby aparecia constantemente para fazer a faxina do apartamento. Ficou bastante indignado quando eu e Hermione fizemos menção de pagá-lo pelo serviço. Insistiu que agora era um elfo livre e se quisesse trabalhar de graça para nós, teria o prazer de fazê-lo. Normalmente eu preparava todas a refeições. Rony e sua namorada queriam me impedir de fazer esse serviço, mas expliquei para eles que adorava cozinhar (o que era verdade) e realmente não tinha muita coisa para fazer. Comecei ler livros trouxas em profusão. Romances, ensaios históricos, biografias, poemas. Rony diz brincando que a convivência com Hermione está me estragando. Tenho me exercitado bastante também. Descobri que ginástica e corridas diminuem um pouco o desconforto das crises de dor, embora elas ainda se manifestem, de maneira insuportável às vezes. Sendo herdeiro das heranças dos meus pais e do meu padrinho Sirius, não tenho problemas com dinheiro, o que é uma benção, uma vez que os meus amigos ganham uma miséria de ajuda de custo paga pelo Ministério da Magia. Rony às vezes se sente mal pelo fato de ter quase todas as despesas pagas por mim. Digo que ele e Hermione são minha única família e que não me importo de ajudá-los.

Meus amigos insistem que eu deveria cursar uma universidade trouxa. Hermione sugeriu algo na área de Ciências ou de Humanidades, já que eu tenho me interessado tanto por História e Literatura. No momento não quero nada disso. Curto bastante o fato de viver sem nenhuma pressão ou as antigas urgências. O mundo bruxo pergunta através dos jornais onde o Escolhido teria se metido, uma vez que pouquíssimos sabem que perdi os poderes e praticamente ninguém sabe que moro num bairro absolutamente trouxa de Londres, num prédio totalmente trouxa.

É sábado e acordo sentindo os braços compridos de Rony em volta do meu tronco. Hermione chegou a pouco de um plantão na área de pesquisas da Escola e está no banho, como posso perceber pelo barulho do chuveiro da suíte. Eu Rony ficamos conversando até tarde sobre os treinamentos no quarto em que ele divide com a namorada e acabamos caindo no sono.

Hermione nos enlaça ao mesmo tempo ao se deitar e percebo, excitado, que está nua. Ela acaricia meu rosto e me beija com sua boca que tem gosto de chá de ervas e açúcar. Me perco no seu beijo e sinto Rony também me beijando o pescoço. Pouco depois, de lado, estou nu e dentro dela, enquanto Rony me penetra por trás depois de usar uma poção lubrificante com muito cuidado. Os movimentos sincronizados, acaricio os seios de Hermione enquanto Rony, eu sinto, está próximo do auge. Ele diz que me ama. Hermione me beija e também está próxima do orgasmo. Os dois me declaram o seu amor quando explodem em êxtase. Demoro um pouco mais para gozar e quando isso acontece seguro minha amiga com todas as minha forças, enquanto Rony continua colado às minhas costas. Essa proximidade e a sensação que ela desperta faz o meu gozo mais forte e mais arrebatador. Quase imploro para que nunca me deixem. Quase. Percebendo o quanto seria injusto rogar por isso, sufoco minha súplica em beijos molhados e urgentes.

Mais tarde ainda nos divertimos na banheira da suíte que foi ampliada através de magia. Como é dia de folga de ambos e, fato raro, no mesmo dia, nos dedicamos a várias formas de sexo a três. Agora a pouco Hermione me cavalgava enquanto fazia Rony gozar usando sua boca. Pela terceira ou quarta vez nessa manhã o ruivo gozou e agora ele e a namorada se empenham para que eu tenha um novo orgasmo. Como já estávamos cansados, estou deitado confortavelmente de costas, apoiado em Hermione que me beija e me acaricia, enquanto Rony trabalha com as mãos no meu pênis. Agora a banheira parece uma pequena piscina e toma a maior parte do banheiro e alguns ingredientes mágicos fazem a água ficar deliciosamente morna e perfumada, cheia de bolhas e espumas.

- Oh, céus, vou gozar de novo! – anuncio.

Os dois intensificam mais ainda os carinhos e atinjo de novo o orgasmo abraçado e embolado aos meus amigos, beijando-os com paixão e depois repouso entre os braços de Hermione, que tem também as pernas em volta do meu tronco. Acho que dormiremos a tarde inteira.

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O inverno está de volta a Londres. Volto para casa, muito agasalhado e a cabeça baixa, evitando que o frio congele os meus olhos. Estamos em pleno mês de novembro e eu espero, paciente como um malévolo sonserino que fui um dia pelo Grande Dia. Cometi uma pequena trapaça quando enviei a Hermione Granger e Rony Weasley os formulários anunciando sua admissão na Escola de Aurores. Toda a segunda fase do treinamento, de praticamente dois anos, será realizada na Escócia. Num regime de quase internato. Um feitiço eficiente eliminou essa informação dos formulários. Um feitiço para confundir lançado discretamente numa das minhas visitas ao “Trio de Ouro” fez com que qualquer menção a ida para a Escócia fosse ignorada pelo casal.

Sim, é um feitiço relativamente difícil, mas não para um filho de um Comensal da Morte. Esse é o meu Trunfo e vocês entenderão o porque. Antes que todos comecem a achar que voltei a ser aquele ser maléfico e ardiloso, entendam os meus argumentos: Imaginemos que Rony e Hermione soubessem que teriam que se ausentar do seu querido amigo, que realmente precisa ter alguém que cuide dele, pelos menos em alguma parte do dia. Como bons grifinórios leais que sempre foram, iriam desistir da carreira. Harry se sentiria péssimo por isso, pois sempre achou que a amizade com ele era um peso para o casal. Teríamos Rony e Hermione frustrados profissionalmente e Harry arrasado.

Minha amiga Gina Weasley sempre disse que gostaria de cuidar do Harry. Mas ela agora está prestes a se profissionalizar no quadribol e isso significa uma vida de viagens constantes. Como ela poderia ter tempo para o moreno?

- Você sabe que eu desistiria de tudo para ficar com o Harry – ela me disse um dia desses quando tomávamos um chá no meu apartamento.

- Eu sei, garota. Mas, pense, o que o nosso amigo acharia disso – expliquei calmamente – Você acha que o Harry iria querer que você desistisse do quadribol por causa dele?

- Não, acho que não – ela disse de maneira sombria.

Contei para a ruiva a minha pequena trapaça, esperando que ela fosse me xingar ou me azarar com algum feitiço bastante doloroso. Para minha surpresa, seus olhos castanhos brilharam e ela riu muito, me deixando um tanto confuso.

- Sabe, Draco – disse a garota depois que controlou o acesso de riso – Nós grifinórios freqüentemente queremos fazer a coisa certa, mas muitas vezes não temos a coragem de ir até o fim para fazer o que tem que ser feito.

- Não acredito que uma Weasley esteja elogiando uma trapaça – disse, fingindo indignação.

- Não a trapaça – a ruiva me explica – mas a vontade de fazer a coisa certa, mesmo agindo errado. Eu acho realmente que você merece o Harry.

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Às vezes cruzo com o casal pelas imediações do Ministério da Magia. Apenas nos cumprimentamos, uma vez que geralmente estamos muito atarefados. Vez ou outra o nosso horário de almoço coincide e esticamos um pouco mais a conversa. Falamos do trabalho, com o Weasley às vezes falo de quadribol e normalmente falamos de Harry.

O moreno agora sempre corre num parque a alguns quarteirões do seu apartamento. Três vezes por semana ele se exercita numa academia. No intervalo entre essas atividades ele lê, cozinha, lê de novo, ouve músicas, geralmente velhas canções que falam de amor e de esperança. Hermione me diz que ele nunca esteve tão tranqüilo. Os exercícios físicos, descobriu, diminuem as crises de dor por razões que nem Paul Chi sabe explicar. Mas não acabaram com elas.

Hermione diz que Harry às vezes fica triste sem motivo e olha o vazio da janela do apartamento. Quase grito para ela que ele precisa de mim e eu quero cuidar dele e fazê-lo feliz.

No almoço de hoje, finalmente conversamos a sério. De alguma forma Hermione (sempre ela) rompeu o feitiço para confundir e me cobra pela trapaça. Rony Weasley está furioso. Provavelmente acha que voltei a ser o trapaceiro dos tempos de Hogwarts. Explico a ambos os meus argumentos. Os mesmos que havia mencionado no começo. Que eles precisariam seguir com sua vida profissional. Que Harry não se conformaria de se julgar um peso na vida dos amigos, como a própria Hermione havia me dito uma vez. Que eu amava Harry.

Quando eu declarei isso, Weasley me lançou um olhar estranho e perguntou muito sério:

- Você realmente ama o Harry, Malfoy?

- Tanto que até dói, como dizem os trouxas – digo com toda a sinceridade.

- Temos mais três meses com ele – conclui o ruivo com uma tranqüilidade que me surpreende – Depois vamos deixá-lo nas suas mãos. Mas você não vai forçar nada.

- Draco – me diz Hermione com bondade – O Harry pode vir a se apaixonar por você. Só queremos que você não o force a tomar uma decisão.

- E se você o machucar de alguma forma – conclui Weasley, colocando uma boa dose de ameaça na voz – Eu vou estripar você vivo antes de matá-lo.

Engoli em seco. O sujeito pronunciou a ameaça com todo o jeito de que iria realmente cumpri-la. Hermione, para amenizar o clima, me abraçou e beijou quando nos despedimos. Mas sussurrou no meu ouvido de maneira ameaçadora:

- Se você me decepcionar, eu vou fazer coisa muito pior do que o Rony.

E sorrindo docemente, afastou-se na companhia do namorado. Bem, esse é o relacionamento mais sob ameaças que já tive o prazer de estabelecer.

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Depois de outra das suas crises, Harry dorme como um anjo. Distraído, acaricio seus cabelos negros rebeldes. Não vai ser fácil desistir dessa maravilhosa proximidade com ele. Harry foi meu grande amigo, meu irmão mais querido e finalmente meu amante. Draco é um tonto por imaginar que eu e Hermione não perceberíamos a sua trapaça. O idiota esqueceu que tenho um pai e um irmão que trabalham no ministério. Sabíamos que a fase final do treinamento dos aurores seria na Escócia em regime integral. Apenas queríamos dar tempo ao tempo. Cogitamos inclusive não completar a Escola de Aurores se chegássemos a conclusão que Harry precisaria de nós. E faríamos isso sem problema. Com a mesma decisão que ele teve quando enfrentou “Você-sabe-quem”.

Fico um pouco irritado e levemente nauseado quando imagino Harry nos braços do Malfoy. Tudo bem, o cara melhorou bastante e Hermione diz que ele realmente ama o nosso amigo. E não duvido da capacidade da garota que eu amo de “ler” os sentimentos das pessoas. Deve ser apenas ciúme. O gozado é que nunca tive ciúme dele junto com Hermione. Não sei se por aquilo tudo que partilhamos em matéria de sentimento. Mas, e se Harry não gostar da doninha albina? Particularmente não o acho nada demais, mas e Hermione e Gina dizem que ele é bonito. Sei lá. Sinceramente, fora o Harry que é realmente bonito, nunca reparei muito em garotos.

Sou tirado dos meus devaneios por um leve movimento do moreno. Eu o beijo, enquanto ele se ajeita na cama e me olha nos olhos. É aquele olhar de “vou lhe dizer algo absurdamente importante”.

- Vocês vão partir, não é mesmo? – ele me pergunta muito sério.

- Não se você não quiser – respondo. Não adianta nada tentar enganá-lo a essa altura.

- Eu não faria nada que pudesse prejudicar você e a Mione, Rony. Você sabe disso.

- E se eu disser que você nunca nos prejudicou? Que nós amamos você e...

- Eu sei disso, Rony – Harry me interrompeu – Mas vocês precisam seguir com suas vidas. Eu ficarei bem. Prometo – ele diz e me puxa para mais um beijo.

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MUITO BEM, ESSE É O PENÚLTIMO CAPÍTULO DA FIC. VOCÊS PODERIAM PORTANTO MANDAR UMAS REVIEWS SIMPÁTICAS, CERTO? BEIJO GRANDE!

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