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17. Tempo de Decisão


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


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Capítulo Dezessete – Tempo de decisão

“Take your sweet, sweet time
Tome seu doce, doce tempo
I’ll be here when you change your mind
Eu estarei aqui quando você mudar de idéia
Take your sweet, sweet time
Tome seu doce, doce tempo
I’ll be here for you baby, anytime
Eu estarei aqui para você, a qualquer hora”

Take Your Sweet Time – Jesse McCartney



- Só quero te dizer uma coisa, Gina. Vai ser muito difícil para mim, mas se o Potter não te quiser, o que eu tenho certeza que vai acontecer... Não volte aqui. Por mais que eu te goste, não vou aceitar ser sua segunda opção. – Draco olhou-a tão profundamente que seus olhos marejaram. – Terá que escolher, Ginny. Ou fica comigo de uma vez, ou vá embora e nunca mais volte a me procurar.

Gina sentiu uma falta de ar, e percebeu que era porque não respirava. Olhava perplexa para Draco, que parecia decidido a manter sua palavra. “Terá que escolher, Ginny”, ele dissera. As palavras ecoavam em sua mente quando ela conseguiu abrir a boca para falar algo.

- Eu não sei, Draco.

- Eu sei que está confusa, mas escute... O Potter não te ama como eu amo. Ele não vai te escolher, Ginny. Eu vi nos olhos dele que sente desejo por você, mas aposto toda minha fortuna que não passa disso.

E, para Draco Malfoy apostar sua fortuna, ele tinha que realmente acreditar naquilo. Ou seria uma estratégia para que ela achasse que não tem a mínima chance com Harry?

- Draco... Eu e Harry já tivemos uma espécie de namoro antes, mas não passou de algumas semanas, com toda aquela história do Voldemort. Eu gosto muito dele, tanto quanto gostava na época, e quero tentar mais uma vez. Quero viver tudo o que não pude viver antes, por sua causa e por causa de Voldemort.

- E se você não ficar com o Potter vai ficar se perguntando como teria sido para o resto da vida... acertei? – ele ironizou.

- Pare com suas ironias, Malfoy. Detesto isso. – ela largou-se na poltrona em que antes ele estava, vendo que o loiro ficara claramente incomodado por ela ter dito seu sobrenome.

- Olha, Gina. Não vamos chegar a lugar nenhum discutindo deste modo. – ele respirou profundamente. – Você pode dormir aqui esta noite, os elfos arrumarão um quarto para você num instante. Como você deve imaginar, vou lançar feitiços anti-aparatação. Não se sinta ofendida com meu gesto, apenas pense que é para o seu próprio bem, para que você fique consigo mesma e pense a respeito disso...

Gina o encarou por alguns segundos, concordando com a cabeça em seguida. – Tudo bem, Draco. Eu fico aqui esta noite... Bem longe do seu quarto, pelo que me parece.

- Você mesma diz que o sexo não resolve tudo. Não quero que uma noite de prazer comigo te influencie na sua decisão. Quero que me escolha pelo que sente.

- Você mudou, Draco. Para melhor. – ela sorriu. Gina levantou-se da poltrona e passou os braços em volta do pescoço do loiro. – Eu queria poder ter o melhor de cada um de vocês.

- O melhor sou eu. Não há absolutamente nada em mim que possa ser substituído por algo que Potter tenha.

- Você não tem jeito, Dra... – ela sorriu e depositou um beijo na bochecha do loiro, indo em direção a porta.

- Ginny, só mais uma coisa. – ele pediu, ao que ela voltou-se para ele.

- Sim?

- Do mesmo modo que você me perdoou quando eu te fiz aquilo, a Granger pode perdoar o Potter... Só queria que você pensasse nisso.

Sem dizer mais nada, ele saiu da sala, deixando uma Gina estática para trás. E havia uma certa verdade nas palavras do loiro, como ela teve que admitir para si mesma.

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Um estalo forte foi ouvido ao que Hermione aparatou em seu quarto, pelo que ela pensava ser a ultima vez na vida. Talvez o estalo da aparatação tenha acordado o individuo deitado em sua cama, que se sentara de um pulo ao ouvi-la chegar.

- Mione! – ele, agora de pé em sua frente, a fitava.

Hermione, agora sem mais lágrimas nos olhos ou soluços na garganta, simplesmente respirou fundo e se desviou dele, conjurando uma mala. Com um só aceno de varinha, toda sua roupa, livros, e todas as suas coisas estavam na mala – magicamente ampliada – enquanto Harry a observava.

- Ron está em casa? – ela perguntou, com indiferença.

- Acho que o ouvi chegar a pouco... Mione, escute, eu ainda não disse tudo que tinha para te dizer e...

- Basta, Potter. – ela o olhou, cansada, após um longo suspiro. – Se eu esqueci de algo, por favor, peça para Rony me mandar por coruja, estarei na casa da minha mãe. Não quero falar com ele agora, para evitar o interrogatório. Tenho certeza de que eu e ele podemos conversar sobre isso longamente... daqui a uns dois anos, talvez.

A morena fechou a mala, e segurou-a com a mão livre.

- E quanto a mim?

- Seu cérebro pode estar seriamente danificado, mas acho que você sabe muito bem que eu quero distância. Não me procure, Potter. E, para encerar de uma vez por todas esse showzinho, vou responder à sua pergunta... Sim, pode ser que eu te perdoe, mas no momento isso está fora de cogitação. E, mesmo se eu o fizer, não vou querer ver a sua cara novamente. Vai ser melhor, acredite.

- Eu não vou desistir. – ele disse, quase em tom de desafio.

- Pois então não desista. Mas saiba, é uma batalha perdida...

Harry se aproximou dela, deixando seus rostos muito perto. Hermione corou – Deixa-me te mostrar uma lembrança? Prometo que será minha última tentativa.

Hermione ponderou; mas ficava cada vez mais difícil pensar com Harry tão próximo a ela. É mesmo a maior estupidez do mundo continuar amando aquele que te fez sofrer, mas ela sentia que demoraria mais do que gostaria para esquecer Harry Potter. E com ele por perto, não conseguiria nem em um milhão de anos. Era melhor acabar com aquilo de uma vez por todas...

- Muito bem, se isso o fará desistir de mim...

- Isso, espero, a fará ver que eu não quero mal algum a você. Muito pelo contrário. - Harry sorriu levemente. – Eu poderia simplesmente te contar o que aconteceu, mas talvez você não acreditasse. Mostrando a lembrança, você terá certeza de que é realmente o que aconteceu.

- Tudo bem, Potter, mas vamos logo com isso...

- Primeiro, tente entender o meu lado. Se me permite contá-lo... – ele parou, e esperou o assentimento de Hermione, que assim o fez. – No começo, quando Gina me procurou na minha festa de aniversário na Toca, eu ainda sentia algo por ela. Se não bastasse isso, ela se atirou para cima de mim, fazendo aumentar também o meu desejo. Acho que você sabe o que é isso, já que também me disse que sentia vontade de ser tocada...

Hermione corou. – Sim... Mas então tudo isso começou no seu aniversário? Já faz algum tempo.

- É. Continuando... Ela descobriu que eu ainda era virgem, e queria de todo jeito que eu perdesse a virgindade... Foi a Gina que mandou a Cho no meu escritório aquele dia. Só que a própria Gina não parava de me provocar, para depois dizer que não podia ser minha. Logo depois descobri que era por causa daquele ‘bendito’ grupo. À essa altura, eu estava tão louco por ela que faria qualquer coisa. E realmente fiz, sempre com o incentivo de Gina, me dizendo que só assim eu poderia tê-la.

- Essa história ainda é pouco convincente ao meu ver. Se ela quisesse realmente você, teria dado um jeito. E não é possível que o seu sentimento pela Gina tenha o deixado tão cego, Harry. Quero dizer, você tem livre arbítrio, afinal.

- Talvez você apenas não tenha sentido algo tão forte assim para entender. Era como se eu estivesse obcecado, Hermione. Sonhava com ela o tempo todo, a beijava o tempo todo, pensava nela na outra parte do tempo... Só que, como você mesma observou, Ginny não sentia esse ‘amor’ na mesma intensidade. Descobri isso há algum tempo, quando meu relacionamento com você se mostrou tão diferente, cheio de carinho, e ao mesmo tempo desejo, amor... Percebi que não era a Gina quem eu amava, não era ela quem eu deveria amar.

“Bem, tive uma conversa com a Gina, e disse a ela que não queria mais, que tinha me apaixonado por você.” Ele continuou. “E que eu não podia ficar parado enquanto via coisas acontecerem com a mulher que eu amava, como o que o Malfoy te fez. Você já tinha sofrido demais, e não merecia que eu te decepcionasse tanto.”

- Não se saiu muito bem nessa, Potter. Se queria tanto quanto diz me deixar livre de decepções, não devia nem ter começado isso, como já lhe disse. – Hermione comentou.

- Não me julgue agora. É essa conversa que tive com a Gina que eu vou te mostrar. Por favor, olhe bem para mim durante a lembrança, e veja se acha que eu estava mentindo.

Harry conjurou uma penseira sobre a escrivaninha de Hermione. Colocou sua varinha ao lado de sua cabeça e puxou um fio prateado – a lembrança.

- Mione... lembra quando nós estávamos tomando café e Gina pediu para falar comigo hoje, mais cedo? – a morena fez que sim. – Vou te mostrar esta conversa. E depois te conto o que sucedeu a ela...

(N/A: Para melhor compreensão, Harry e Hermione ‘do passado’ serão expressos com aspas. Exemplo: “Harry” levantou-se da mesa. Isso quer dizer que o Harry da lembrança fez isso. ;P)

Harry segurou a mão da (ex)namorada e mergulharam juntos na Penseira. Caíram no chão da cozinha, onde “Harry” e “Hermione” comiam. Ao ver aquela imagem, os olhos de Hermione enegreceram e se entristeceram. Logo, Gina chegou ao cenário.

- Harry, posso falar com você um segundo? – perguntou ela. “Harry” concordou com a cabeça. Harry pôde ver, desta vez, que “Hermione” os olhara desconfiada.

- Venha – ele disse, guiando Hermione até o quarto de Gina antes que a ruiva trancasse a porta.

- Conversou com a Isabel ontem? Era isso que você estava querendo, não? – eles viram Gina perguntando. Harry e Hermione ficaram em um canto do quarto.

- Sim, era... Foi bom falar com ela. – “Harry” respondeu - Como foi com o Malfoy?

Gina respirou fundo. – Ah, nós conversamos e eu acabei o perdoando...

- Outra vez, Gina? – “Harry” parecia cansado. – Não se cansa de perdoá-lo? Assim ele nunca vai tomar jeito...

- Eu não sei explicar, Harry. Eu o odeio tanto, mas ao mesmo tempo... – ela se calou.

- O ama? – arriscou “Harry”, com um sorriso fraco.

- Não!... Eu ia dizer que... – ela tentou se explicar, mas Harry colocou o dedo indicador em frente aos lábios, num sinal para que ela se calasse.

- Eu não estou aqui para ver uma sessão de amassos, não é? - perguntou Hermione, quase num resmungo.

- Não... – disse Harry, rindo.

- Não esconda isso de si mesma, Gina. – “Harry” dizia. - Eu posso sentir que você o ama pela sua respiração.

- Harry... Não diga bobagens! Eu amo você, não entende?

- Gina... Eu tomei uma decisão e quero que você entenda bem o porquê de eu fazer isso. – a ruiva assentiu, para que “Harry” prosseguisse – Nossos sentimentos não são o que nós pensávamos. Nem nunca foram. O que eu sinto por você, e acredito que é recíproco, não é amor de verdade.

- Claro... Claro que são, Harry! – ela berrou – Não te entendo!

- O que sinto por você e vice-versa pode ser paixão, desejo, qualquer coisa, menos amor. – “ele” admitiu. – Todas as suas atitudes me fazem acreditar que você ama o Malfoy e não a mim.

- Mas... Eu... Harry! – Gina ficou emburrada.

- Eu e você ficarmos juntos seria insistir num erro! – disse “ele”, sorrindo. “Harry” passou os dedos na face dela, lentamente.

- Não sei porquê, mas tenho a impressão de que você está sendo gentil demais com ela - reclamou Hermione. – Pessoas normais não terminam relacionamentos assim...

- Não se esqueça de quê eu gostava dela... E de que ela é a irmã do meu melhor-amigo. Não queria que as coisas ficassem ruins entre nós. - Harry esclareceu.

- Não, Harry, você não pode fazer isso! – continuava Gina, histérica. - Por quê? – ela perguntou, levantando-se de repente.

- Quando conversei com a Bel, percebi que não nos amamos! Ela me ajudou a ver o que eu realmente quero. – disse “Harry”.

- Eu sabia! – desesperou-se Gina. Ela começou a andar de um lado para o outro do quarto, passando a centímetros de onde Harry e Hermione estavam. Parecia realmente furiosa.

- Gina...

– Ela encheu a sua cabeça pra você não ficar comigo...

- Ah, Gina...

- E depois ficar com ela...

- GINA! – berrou “Harry”. – Se acalme. E pare de falar bobagens...

- Mais não é possível que alguém tão inteligente quanto você caia no joguinho dela... – Gina continuava a mirabolar explicações para o que estava acontecendo.

- Gina! A Isabel está com o Miguel, não temos nada a ver...

- Mas então... Por quê? – ela perguntou, “o” encarando. Uma lágrima escorreu a face de Gina.

- Eu me apaixonei por ela. – disse “Harry”.

- Quem? – perguntou Gina, suspirando. – Cho, Kris ou... – ela não completou a frase. Gina deu um sorriso sarcástico.

- Hermione. – completou “Harry”. – Me apaixonei, Ginny. Não pude evitar.

Gina começou a rir, porém de desespero. Ela então começou a gargalhar incessantemente, até ficar vermelha e sem ar. “Harry” a observava, assim como Hermione, sem entender.

- A... A Hermione? – perguntou Gina, chorando de rir. – Está louco.

- Por quê? Para mim não parece loucura. – “ele” se manteve sério.

- Por favor, Harry... – ela ainda ria, embora começasse a ficar mais calma – Você gostando dela é tão... Difícil de imaginar.

- Quem diria, não é? Foi minha melhor amiga durante tanto tempo... Pode até ser difícil de acontecer, mas impossível não é. A prova é que está acontecendo.

Harry observou atentamente a expressão de Hermione ao ouvir “suas” palavras. Ela parecia estar quase sorrindo, embora lutasse consigo para não fazê-lo.

- Você ‘tá me zoando, não é? – continuou Gina.

- Quando eu digo que amo a Hermione? Não. – “Harry” disse, simplesmente. Desta vez, Hermione sorriu, de fato.

Gina ficou séria, de repente. - Harry... Pense bem nisso. Acho que você está imaginando coisas. Eu passo na sua sala no almoço pra sairmos juntos e a gente conversa melhor, está bem?

Uma névoa envolveu Harry e Hermione, e eles viram-se no quarto da morena novamente.

- Ela realmente passou na minha sala... – disse Harry. – E eu continuei afirmando que não queria mais nada com ela. Por isso ela veio e contou toda a verdade a você.

- Harry... – ela começou. – Com certeza a sua ‘explicação’ sobre os fatos mudaram um pouco o meu ponto de vista. Mas...

- Shh – disse o moreno, colocando o indicador na frente dos lábios de Hermione. – Pense bem sobre o assunto...

- Como se eu não tivesse pensado...

- ... e me encontre daqui a uma semana naquela casa, onde tivemos nossos primeiros momentos de prazer. – ele propôs.

Hermione corou mais uma vez, lembrando-se do quão maravilhoso havia sido. Mesmo assim, ainda estava magoada demais com Harry. Mesmo depois de tê-lo visto enfrentar Gina e dizer que amava Hermione e não a ela.

- Eu vou pensar... – ela disse, fazendo um feitiço flutuante na mala. – Tchau, Harry.

E, sorrindo, ela desaparatou.

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Gina entrou na luxuosa suíte preparada para ela. Os lençóis brancos e o perfeccionismo em cada detalhe do ambiente a lembravam o quarto do próprio Draco. Entrou no banheiro, e viu que os elfos já haviam deixado a banheira cheia e coberta de espuma; Precisava mesmo daquele banho.

As ultimas palavras do loiro antes de se despedirem ainda martelavam seu mente. Com certeza, ele tinha razão, de um jeito assustador. Gina queria poder aparatar e conversar com Harry. Afinal, havia uma chance de que ele a quisesse de volta. E se ele não quisesse, ela ficaria com Draco. Mas o menino Malfoy – como sempre - fora duas vezes mais rápido, pensando em lançar o feitiço anti-aparatação. A ruiva teria que decidir entre os dois homens de sua vida: amor contra paixão e desejo.

Era certo que ela gostava muito de Draco, mas o que sentia por Harry era como... ela não sabia explicar. Simplesmente precisava tê-lo; questão de honra. Não podia deixar Hermione ficar com alguém que ela fora apaixonada a vida toda, decididamente não.

Por outro lado, seria pior se Hermione estivesse com Draco, por exemplo. No dia em que vira Draco tentando violentar a ex-melhor-amiga, um ciúme que Gina desconhecia a possuiu. Ver Draco com outra, que não fosse do grupo, a deixara enciumada – e mais do que ela deveria ficar. Seria um sinal?

Gina saiu do banho, ainda pensativa. Vestiu uma peça de roupa que ela sabia ter pertencido à Narcisa, a mãe de Draco. Era uma camisola vermelha, quatro dedos acima do joelho. O decote era o mais sedutor que ela jamais havia visto. Ao ver como encaixava-se perfeitamente ao seu corpo, tomou uma decisão. Aquela noite serviria, sim, como um modo de decidir seu destino.

A ruiva, vestida apenas com a provocante camisola vermelho-sangue, saiu do quarto e seguiu pelo corredor até a porta principal do andar: o quarto de Draco. Uma noite com ele seria seu modo de decidir; seu modo de saber se agüentaria ficar sem o loiro.

Gina bateu à porta. Que a prova começasse...

Continua?

N/A: PERDÃO.
Acho que esta é a palavra que mais saí da minha boca quando posto um capítulo, certo? Bem... desta vez não é pela demora, e sim pela escassez de coisas decentes no capítulo. Sei que está chato, sei que está melodramático, mas o próximo será melhor. O próximo tem a decisão da Gina, a decisão da Hermione...

Ah! Eu falei há uns dois capítulos que seriam mais três ou quatro capítulos até o final. Mas parece que a fic resolveu criar vida própria e os três ou quatro capítulos finais acabaram virando cinco ou seis. Eu sei o que eu tinha dito, mas eu acabei escrevendo, escrevendo e deram mais. Perdoem-me por mais essa...

Obrigada mesmo pelos comentários! Pelas reclamações quanto à demora, por tudo... E, se o capítulo tiver erros, desculpem, fiz na pressa... sem beta. ;D Mas espero sinceramente que tenham gostado.

Beeeeijocas,
Tha Potter Malfoy.

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