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16. Malfoys não sabem amar?


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Dezesseis – Malfoys não sabem amar?

Assim que Gina colocou seus pés na imensa casa de Draco, um elfo doméstico veio para guiá-la até a sala de estar, onde provavelmente o loiro estaria.

Draco sentava-se de costas para a porta da sala, e simplesmente mandou o elfo doméstico sair de lá antes de levantar-se e encarar Gina. Ele tinha um sorriso caloroso no rosto, porém a ruiva mantinha uma expressão dura.

- Ginny – ele a cumprimentou e indicou o sofá com a cabeça.

- Estou bem em pé – ela retrucou. – Draco, eu só vim até aqui por um motivo. Para que você saiba que eu vou deixar o grupo, vou deixar tudo para trás... Quero ficar com o Harry.

O loiro fechou bem os olhos, tornando a abri-los no momento seguinte – Gina... Não pode estar falando sério.

- Pois estou. Você sabe que é dele que eu gosto de verdade, sempre gostei. Foi meu primeiro amor e acho que será o ultimo.

- Ruiva, ruiva... Ele não te quer mais. A Isabel esteve aqui há poucos minutos e me contou que o Potter está apaixonado pela Sangue-Ruim. Ele contará toda a verdade para ela, se já não o fez a essa altura...

Gina sorriu – Eu contei a ela antes que ele pudesse fazê-lo. A Hermione nunca vai perdoá-lo, o que deixa o caminho livre para mim.

O sorriso de Draco sumiu – E depois você fala que eu sou cruel e insensível. Olhe só o que você está fazendo por “amor”, Gina. Agora há de me compreender.

- Eu ainda não posso acreditar que tudo o que fez comigo foi por amor, Draco. Você me fez sentir suja, impura. Senti-me tão abandonada, porque não podia contar nada a ninguém. Sofri por muito tempo, afinal sempre sonhei com a minha primeira vez de um modo especial. Você destruiu um pedaço da minha vida.

- Só me arrependo de tê-la forçado. – ele suspirou e aproximou-se de Gina, passando de leve os dedos na face rosada da ruiva. – Depois, quando você me perdoou e nós dormimos juntos, não foi especial? Não me redimi naquela noite?

Gina fechou os olhos ao contato com a pele fria da mão do loiro. O toque a fez lembrar-se da noite em que ela e Draco fizeram amor de verdade, e não somente sexo. Com certeza, fora por causa daquela noite que Draco conquistara seu perdão...

A ruiva estava no corredor, esperando que chegasse a hora do encontro marcado. Ela olhou no relógio mais uma vez, e constatou que ele estava atrasado; Não havia mais nada a fazer ali. Talvez ele apenas quisesse fazê-la de boba outra vez. Mas ela não permitiria. Aliás, não sabia nem o porquê de ter aceitado o convite dele para conversarem.

Gina estava virando no corredor em direção a Sala Comunal da Grifinória quando ouviu passos apressados às suas costas e sentiu o braço ser segurado de maneira possessiva. Virou-se e contemplou o rosto de Draco, iluminado pelas chamas dos lampiões. O cabelo louro escorrido dele estava bagunçado e a testa um pouco suada, ele correra para chegar até ali.

- Está atrasado, Malfoy – ela informou, o mais fria que conseguiu ser.

- Perdoe-me, Ginny. – ele disse, soltando a mão do braço dela. – O Snape me pediu para supervisionar uma detenção... Mas consegui deixar a Pansy no meu lugar.

- Você não precisa se explicar. – ela respondeu. – Pelo menos não por
isso.

A respiração dele tornou-se ofegante – Quero conversar com você, mas num lugar mais reservado.

- Da ultima vez que ouvi isso não foi muito bom. – lágrimas inundaram os olhos azuis de Gina – Eu não sei porque vim, sinceramente. Não temos mais nada a conversar. Só peço para que não volte a me procurar. Meu irmão anda perguntando o que aconteceu comigo...

- Não vou deixa você em paz até que me ouça. – ele disse, prepotente. – Preciso te explicar.

- Já sei de tudo, muito obrigada pela sua consideração – o tom de voz da ruiva foi aumentando – Já sei que você e o Miguel me usaram! Os dois só se aproximaram de mim por causa dessa droga de grupo, e só queriam se aproveitar da minha “inocência”. E você só estava pensando em si mesmo, no seu umbigo! Não acredito que haja uma explicação plausível para tudo isso que me convença!

Nas ultimas palavras, Gina já estava praticamente gritando com ele no meio do corredor. Draco, pela primeira vez, abaixou os olhos, reconhecendo a culpa. Ele tornou a encará-la alguns segundos depois e viu que ela ainda tinha fúria no olhar.

- Escute, ruiva... Não podemos ter essa conversa aqui. Venha comigo. – ele segurou a mão de Ginny e esta, sem resistir, o seguiu pelos corredores. Deu-se conta de onde estavam indo ao chegarem no sétimo andar e então parou de segui-lo.

- Eu não vou entrar aí com você. – a porta da Sala Precisa estava materializada em frente a eles, e parecia que Draco já tinha pensando em levá-la até lá.

- Eu prometo que não vou fazer nada que você não queira. – ele disse, olhando-a nos olhos para mostrar-lhe que falava a verdade.

- Existem diversas maneiras de você fazer com que eu queira. – ela disse, ainda receosa.

- Vamos, Gina. Eu faço o Voto Perpétuo se você quiser. Não vou fazer nada com você se você não quiser, muito menos ministrar algo em você que faça você querer. Está bem assim?

- Jure que não vai me tocar também. – ela pediu, dando um passo a frente, em direção a ele. Draco, olhando assim, tão frágil e insegura, desejou não ter feito o que fizera para não perder a confiança dela.

- Não vou te tocar se você não quiser, Gi. Eu juro. – ele disse, ao que Gina assentiu com a cabeça. Então, ele abriu a porta da sala, e ambos entraram.

A sala estava bem diferente da sede da AD que Gina conhecia. Esta noite, ela tinha um confortável e aconchegante sofá em seu centro. Perto dele, havia uma mesa com fondue e chocolate quente. Lágrimas retornaram aos olhos dela, ao lembrar-se da vez em que dissera a Draco o quanto gostava de chocolate quente no inverno. E, ao que parecia, ele se lembrara também.

Draco parou ao lado da ruiva, observando enquanto ela olhava para o chocolate quente com os olhos lacrimejados. Ele segurou a mão dela e não encontrou objeção, então a guiou para o sofá, onde se sentaram de frente para o outro.

Draco molhou os lábios antes de começar a falar – Gina, eu sei que não vai adiantar eu te pedir desculpas, nem te mandar flores, nem dizer que estou arrependido. Só quero que me ouça e não se afaste de mim, porque é muito bom ter você por perto.

- Devia ter preservado nosso relacionamento, se é que ele existiu um dia, ao invés de ficar preocupado com suas transas diárias e com quantas garotas estão a sua disposição. – ela disse, soltando sua mão da dele.

- Eu juro que esqueci tudo isso! Gina, nunca pensei dizer isso, mas sinto algo aqui dentro – ele colocou a mão dela sobre seu peito, em cima do coração – por você. E eu não sei explicar, só sei que dói muito quando você não está. Quero que pare de doer.

Gina começou a chorar e o abraçou tão forte quanto podia, mergulhando o rosto no vale entre o pescoço e o ombro do rapaz – Também dói em mim, Draco. Mas agora dói por lembrar do que você me fez, e não porque você não está por perto. Queria que eu voltasse a sentir o que eu sentia antes por você. E queria que você não tivesse feito aquilo. Mas querer não é poder.

- Gina. Eu quero mudar o que você sente por mim, e para melhor. Quero mudar a má impressão que você sempre teve de mim, e agora mais do que nunca. E eu posso fazer isso se você deixar.

Draco Malfoy passou os dedos finos pelos cabelos longos e ruivos de Gina Weasley e a fez erguer a cabeça para encará-lo mais uma vez. O olhar da ruiva não era mais de tristeza, e havia um brilho diferente nele. Draco só desviou o olhar daquele brilho cativante ao perceber o quão perto a ruiva estava.

- Se você fosse tão carinhoso antes... Eu não pensaria duas vezes em perder minha virgindade com você. – ela disse, baixando os olhos para voltar a encará-lo em seguida – Por que teve que ser assim?

Draco inclinou-se para frente e tocou seus lábios nos dela. Gina permitiu a intimidade e inclusive aprofundou o beijo, voltando a sentir o gosto de menta fresca na boca dele. Separaram-se por um momento e se encararam até que Gina o puxou de volta para si e explorou toda a boca do sonserino. Ele, por sua vez, levou as mãos para o corpo da garota, alisou suas costas e também a puxou mais para perto.

Com poucos movimentos, Draco e Gina estavam deitados no sofá e suas mãos travavam uma luta árdua, assim como suas línguas, para explorar cada centímetro do outro corpo o mais rápido possível. O loiro desprendeu sua boca da dela para finalmente abocanhar o pescoço de pele alva à sua frente. Ele mordia levemente a orelha de Gina, e distribuía beijos por toda parte enquanto a ruiva ofegava.

- Eu vou fazer tudo ser perfeito, como você merece. – ele sussurrou no ouvido de Gina, e sentiu a ruiva arrepiar-se. – Eu prometo que você se esquecerá dos momentos terríveis que te fiz passar...

- Não fale agora, Draco. Apenas... Mantenha o ritmo.

Draco voltou a beijar-lhe o pescoço, desta vez descendo também para o colo da ruiva. Lançou um olhar para ela, como se pedisse aprovação para continuar e Gina sorria de um jeito que há muito tempo ele não via. Sendo assim, Draco desabotoou a blusa dela - que, por sinal, ele odiava, pois não marcava as belas curvas do corpo de Ginny – e colocou as duas mãos sobre os seios médios que a garota possuía.

Imediatamente, Gina soltou um suspiro e seus mamilos enrijeceram sob o toque tão frio e tão quente. Ela começou a gemer, à medida que o loiro passou a lamber e beijar com avidez os seios dela. Ela pôde sentir o volume das calças do amante crescendo, junto com o próprio desejo.

Brutamente, mas sem deixar de ser carinhoso, Draco tirou sua camisa e, depois, sua calça, revelando o membro pulsante e ansioso para tomar o corpo de Gina; O único empecilho era a saia dela, que foi facilmente retirada de seu corpo com a calcinha já úmida.

Gina gemeu alto quando ele tocou sua vagina com a mão. Muito ágeis, os dedos de Draco massagearam o clitóris da ruiva. Ele começou devagar e a cada gemido que arrancava dela o ritmo de seus dedos aumentava. Fazia movimentos circulares e ele mesmo estava delirando ao ver a grifinória revirar os olhos de prazer.

- Oh, Draco. – ela ofegou – Ah... Eu quero sentir... Uhn... você.

Em resposta ao pedido, Draco enfiou o dedo médio dentro dela e o agitou freneticamente antes de colocar um segundo dedo e ouvir um uivo de prazer da parte de Gina. As mãos dela agarraram o sofá para conter a euforia e a sensação de êxtase enquanto Draco movia a mão para dentro e para fora de seu corpo.

Ele inclinou-se em direção a ela e passou a chupar seus seios e pescoço; Depois, tirou os dois dedos da ruiva e a penetrou de uma só vez, obtendo um grito em resposta. – Está doendo? – ele perguntou.

- Não – ela respondeu, com um sorriso e mantendo os olhos fechados.

Então, Draco começou a mover seu corpo para frente e para trás de forma lenta e prazerosa. Gina cravou as unhas em suas costas e puxou Draco mais para dentro, ao mesmo tempo em que empurrava o quadril em direção ao quadril dele, para aumentar o contato. As estocadas aumentaram de ritmo e, por fim, Gina soltou um gemido altíssimo, quase um grito, para depois atingir o orgasmo e receber o sémem do rapaz, que também atingira o auge de todo o prazer.

Lentamente, Draco saiu de cima de Gina, rolando para o chão e deitando-se lá. Gina fechou os olhos – Isso foi... Perfeito, Dra.

Draco sorriu ao ver que ela o chamara pelo “apelido” horroroso que arranjara para ele. Pelo menos, significava que ela não estava tão brava com ele. – Vai ser assim para sempre, Gi. Se você me perdoar pelo que fiz, é claro.

Gina abriu os olhos e o encarou. – Eu só perdôo se você me proporcionar momentos como esse sem nenhuma segunda intenção. Promete?

- Prometo. Sempre terei você por... Amor.


Gina acordou do “flashback” e voltou a encarar o loiro.

– Draco... Com você foi sempre maravilhoso. Só que agora eu tenho motivos para acreditar que só o sexo não vai nos manter juntos para sempre! Eu vou ficar velha e feia algum dia.

Ele riu do jeito dela – E então viveremos o resto de nossas vidas, juntos. Não mostrei inúmeras vezes o quanto te gosto nesses últimos anos?

- Sim, mas toda vez que nós brigamos, só nos entendemos depois de uma transa. E eu não quero que seja assim. Eu já lhe disse que sexo não resolverá nossos problemas.

- Acharemos um jeito, Ginny. Pare de dar essas desculpas e assuma que você também me ama! Nós podemos ser felizes, e você sabe disso, porque nós fomos felizes durante todo esse tempo antes do Potter resolver querer você de volta!

- Com o Harry é diferente! – ela gritou, perdendo a paciência com o loiro – Eu sinto algo por ele e é muito forte, Draco. Não dá para me enganar com um sentimento assim. Além disso, eu sinto que é amor de verdade. Como eu gostaria tanto dele sem termos transado se não fosse amor?

- É a sua maldita paixonite de adolescente, Gina! Vamos, supere esta fase, pelo amor de Merlin! E tem mais. Se você contou mesmo a Hermione, prepare-se. Ele não vai te perdoar... Nunca.

- Sim, ele vai. Eu sei que vai. – ela disse, um pouco insegura. Draco não acreditou em suas palavras.

- Só quero te dizer uma coisa, Gina. Vai ser muito difícil para mim, mas se o Potter não te quiser, o que eu tenho certeza que vai acontecer... Não volte aqui. Por mais que eu te goste, não vou aceitar ser sua segunda opção. – Draco olhou-a tão profundamente que seus olhos marejaram. – Terá que escolher, Ginny. Ou fica comigo de uma vez, ou vá embora e nunca mais volte a me procurar.

To Be Continued...

N.A.: Genteeee!
E aí, o que acharam do cap? Mil perdões se estiver meloso demais. Eu mesma odeio o Draco deste jeito tão não-Draco. Mas não sei, a única coisa que consegui escrever foi isso. Não que esteja tão ruim...
Bom, esta é, provavelmente a ultima atualização do ano. Considerem um presente de Natal antecipado. Se der tempo, eu tento escrever o próximo cap, que será – acho eu – mais H/Hr do que D/G.
Um beijo grande a todos que vêm aqui sempre e comentam. Não sabem como minha pessoa fica feliz!
Até a próxima, Thaís Potter Malfoy.

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