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7. Enfim sós. - Atenção NC17 -


Fic: Não me provoque Potter! [HarryxDraco]


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Cap. 7 Enfim, sós.

Bem a ansiedade é uma sensação infinitamente pequena e insignificante comparada à situação de Draco. Faltavam aproximadamente quarenta e cinco minutos para à meia noite, horário combinado. E ele já estava na torre. Ah! Essa torre esconde segredos que talvez nem nosso amado diretor conheça. Lógico, todos os alunos já subiram nela, já estudaram nela. O que ninguém sabe é de uma “entrada” na tal torre. Esta ficava oclusa por uma tapeçaria lindíssima, e era tão pequena que, realmente, quem olhasse ia ter certeza que se tratava de um simples armário de vassouras.

Mas Draco sabia, que aquela, era a entrada para um quarto, grandioso quarto. Quando descobriu, lhe disseram que já foi um esconderijo antigo, e que à muitos anos era usado nos momentos de guerra e crise. Bem, agora ele é também muito usado, em sua grande parte por sonserinos, porém, obviamente, para outros fins. Draco queria ter tempo para preparar alguma coisa, pelo menos imaginar o que iria fazer, dizer. Era muita coisa para uma pobre cabeça loira pensar.

Chegou como já foi dito, muito adiantado. O intuito era de se preparar, mas passados cinco minutos ouviu passos se aproximarem. Seu estômago gelou temendo uma detenção. Sabia! Madame Norra deve tê-lo seguido. Draco amaldiçoou-a baixinho.

- Falando sozinho? – ouviu à voz da pessoa que subia, dizer, em um tom divertido, mas a voz era trêmula... Bem, aquele som era tão eternamente inconfundível para a audição de Draco. Mas ao invés de alívio, a presença de Harry trouxe à tona todas as suas inseguranças.

- Chegou cedo... – disse ele displicente. Do modo como falavam, pareciam que haviam combinado uma reunião de estudos.

Ele estava sem graça, Harry podia sentir isso. Ele poderia ter se segurado um pouco mais não é? Francamente chegar meia hora antes do combinado... Achou que se chegasse antes poderia se preparar, ou ao menos se aquietar um pouco, nunca imaginava que o loiro já estava a sua espera. O mais bizarro, é que Harry não sabia o que ele ia dizer ou fazer. A torre não era dos lugares mais seguros, para qualquer coisa. Ele tinha certo receio, pequeno, mas tranqüilizou-se com o “comemorar” no bilhete que deixara claro as intenções do loiro.

Eles estavam à uns metros consideráveis um do outro. Nenhum tinha a coragem, ou a segurança para iniciar uma aproximação. O loiro pensava com os seus botões, “Você o convidou não é? Faça alguma coisa! Se mexa! Se aproxime...” Ele como um bom garoto, e obediente que era, ouviu a voz da razão. Foi se aproximando, pouco a pouco, lentamente. E agora tentava relaxar, não tinha porque estar tão tenso. Potter queria o mesmo que ele não é? Mas o que ele queria afinal?...

- É... Eu sei. – disse o moreno finalmente, somente para dizer alguma coisa.

Draco o encarou, pois até então mirava o chão com absurdo interesse. Oh! Aqueles olhos, ninguém nunca vai conseguir imaginar o efeito deles. É algo, é uma sensação que só se pode sentir quem já o encarou. E agora tinha uma confusão de sentimentos tão explícita nesse olhar, que o tornava ainda mais atrativo. Foi descendo, com o olhar, mirando cada parte, detalhe, do rosto do grifinório. Tudo nele era um espetáculo único, cada linha de expressão lhe traduzia o espírito, sempre inesperado...

Ele foi se aproximando a passos lentos do moreno. Um passinho, dois, três. Quando se deu conta estava muito próximo, podia sentir a respiração, já acelerada, do grifinório, e ouvir seu descontrolado coração querendo arrebentar-lhe o peito. Ah, ele sabia o que queria, nada nunca foi tão claro. Queria provar, e sentir cada pedaço daquela pele sobre a sua. Já tinha sentido isso antes, mas nunca com tanta clareza, certeza, e intensidade. Tocá-lo tornou-se uma necessidade, como se precisasse disso para sobreviver. Tudo naquele corpo parecia chamá-lo, convidá-lo para o pecado.

Lentamente passou a mão, acariciando, o rosto do rapaz. Que fechou os olhos. Sua expressão agora, apesar de ansiosa, era terna. Confiava no loiro, e queria-o com o mesmo ardor. Então, como uma dança sincronizada os lábios se uniram. Oh! O universo é resumido em pontos. Simplicidade, calor, desejo. O que um unir de bocas pode provocar não é mesmo? As línguas começavam lentas, tímidas. Mas a necessidade de maior contato, de deslize, fazia-as acelerar o ritmo, delirante.


Harry estava tão obcecado com cada movimento que aquela boca poderia ter que sequer notou que o loiro caminhava em direção à pequena entrada. Espalhafatosamente eles entraram, isso se deu ao fato de eles se recusarem de se separar. Por esse mesmo motivo, está explicado à relevância de Harry em relação á mobília do quarto. Só pode sentir a cama macia, embaixo das suas costas, mas não tão macia quanto a pele daquele sonserino.

Draco estava se mostrando urgente, alucinado. Afogava Harry em seus beijos e era gratuitamente correspondido. Suas pernas estavam uma de cada lado, ele se mantinha sentado no tronco de Harry. As roupas realmente estavam começando a atrapalhar. Os preliminares foram tão diretos, que mal foi possível distingui-los. Ele abaixou-se, e agora era possível sentir o encaixe perfeito dos troncos, e agora sua boca, distribuiu beijos, mordidas, por todo o rosto do rapaz. Parando em um ponto crítico: Pescoço.

Harry sentiu que estava em outra dimensão, os espasmos de prazer percorria seu corpo, em cada pequena mordida, beijo leve, chupão que Draco dava em seu pescoço. Cada toque atiçava-lhe mais os sentidos. Ele chegou ao ponto em pensar que ia enlouquecer, estava delirando, nunca havia sentido nada igual. Sequer comparado à isso. Enquanto provocava a pele do rapaz, as mãos ligeiras de Draco despiam-no, libertando botão por botão, com exagerada paciência.

Livrando-se da camisa tudo se tornou ainda mais quente. Draco agora percorria suas mãos por todo o dorso do rapaz, sorrindo ao vendo contrair em um arrepio. Admirava cada contração cada curva daquele tórax invejável, perfeito. Seus olhos brilhavam de cobiça, sua boca sentia a necessidade de provar-lhe, Draco estava tomado pela insanidade. O ataque ao peito nu de Harry foi selvagem, denunciava que cada partícula do seu corpo se contorcia de desejo. Harry sorriu, ele parecia o subjugado, mas Draco estava enfeitiçado, por si só.

Mas o moreno não ia continuar na passividade por muito tempo. Tratou de segurar a mão de Draco, apesar do prazer que elas lhe estavam proporcionando. Sentou-se, trazendo Draco para mais perto de si. O loiro enlaçou seu quadril, estando no colo do moreno. Harry deixou-se admirar o sonserino um instante, a visão era deslumbrante. Não via nada em volta, seu único ponto de visão era Draco. Seus cabelos tão simetricamente alinhados estavam despenteados, caindo-lhe sobre os olhos. Estes estavam com o brilho mais inexprimível que alguém poderia interpretar. Aquele mar acinzentado reunia-se, traduzindo-se em uma única palavra: Desejo. O rosto mantinha aquela mesma perfeição nas expressões, cada traço de Draco parecia ter sido desenhado, mas sem dúvida essa noite elas estavam especiais. Contorciam-se, e deixavam-se levar por um sorriso. A frieza abandonara seu rosto e o calor se mostrava presente através das bochechas do sonserino, coradas.

Era o paraíso no céu, cada parte daquele corpo. E ele estava bem ali, disponível, não só nas mãos, como no colo de Harry. Que após essa anotação, pôs-se atacar o sonserino. No sentido literal na palavra. Arrancou-lhe a camisa, estourando todos os botões, e tratou de conhecer cada parte daquele tórax, branco, perfeito, e nesse único momento: Quente. As mãos acompanhavam as carícias, ousadas, da boca. Que deslizava por cada curva, provocando Draco, e ouvindo dele o som de satisfação. O loiro gemia, entregue, mas cada carícia parecia realmente uma provocação. E era.

Harry deitou-se sobre ele, e estava realmente decidido a enlouquecer Draco. Seus lábios haviam parado no mamilo do sonserino, e a língua, tão úmida, tão quente, fazia movimento circulares, lentos, inebriantes. Enquanto isso, a mão ágil do moreno, distribuía carícias, e cada uma delas chegavam a Draco como um estímulo, elétrico. Harry foi descendo, na mesma velocidade, passeando com a língua em cada músculo bem desenvolvido de Draco, este sentia que a qualquer minuto pegaria fogo. Harry abriu as calças do moreno, e Draco não estava em condições de protestar qualquer coisa.

A nova viagem se deu quando Harry libertou o loiro das suas calças. Aquela sim era a visão do paraíso. As pernas do sonserino eram grossas, brancas, torneadas. Cobertas por uma fina camada de pelos loiros. Subindo, Harry se depara com um objeto um tanto chamativo. De baixo da última peça de Draco, “escondia-se” o já, muito, excitado membro do loiro. As aspas vieram, porque era bem claro que o pênis do garoto fazia de tudo para mostrar-se presente. Estava tão ereto, que latejava, doloridamente. Harry deu uma última olhada, com um sorriso presunçoso para o sonserino. Draco não teve tempo de dizer, qualquer coisa, (não que o faria).

- Ah! Potter... – foi tudo que conseguiu produzir. Um gemido rouco, mas incrivelmente alto. O uso do sobrenome, por incrível que pareça, dava um tom mais excitante, as palavras divagavam pela sua sonoridade.

Harry apenas havia tocado com a sua, ousada, língua, a cabeça do membro do rapaz. Esse simples gesto fez Draco se contorcer e pronunciar aquele desesperado gemido. O garoto tremia, quase implorando por um novo toque. Mas Harry estava querendo incitá-lo. Deixá-lo a beira da loucura. Trocou a língua, pelo toque sutil dos seus dedos. Roçava levemente por toda a extensão do membro de Draco, que gemia, e se contorcia, agora, quase desesperado.

Harry sorria malicioso, estava deliciado com a expressão de prazer no rosto do loiro. Seus olhos estavam fechados, ele mordia o lábio inferior, seu corpo estava todo contraído, e parecia esperar ansioso pelo seu próximo gesto. Harry estava fazendo tudo lentamente, então Draco realmente se sobressaltou, urrando de prazer. O moreno havia abocanhado o pênis do garoto, de uma só vez, e agora sugava lentamente, fazendo movimentos de ir e vir. O contato da boca de Harry fez Draco pronunciar o mais humilhante e enlouquecido dos seus gemidos. Ele berrou, por assim dizer, de prazer. Estava entregue, segurava a cabeça de Harry, quase como um pedido para que ele aumentasse os movimentos. O que o moreno fez, com prontidão.

- Potter... Eu... – como era de se esperar ele não conseguiu terminar a frase. Harry sentiu um líquido tanto salgado invadir-lhe a boca. Engoliu, e logo foi puxado para um beijo. Tinha certeza que o tal do fôlego o abandonou nesse beijo. Foi o mais quente, sem dúvida. Draco estava entorpecido pelo prazer, abria os olhos devagar, e encontrou Harry, sorrindo para ele. Ah, ele tinha chego ao céu. E aquelas eram as estrelas mais lindas que já tinha visto. Eram verdes.

Em um movimento rápido ele ficou novamente por cima do grifinório. Que ria gostoso. Tudo estava em um clima de descontração, divertimento, calor. Era a experiência única, uma contemplação mágica. Draco abriu a calça do grifinório, e beijou-lhe os lábios mais uma vez. Harry percebeu que já estava totalmente nu só quando separou seus lábios dos de Draco. O moreno agora sorria malicioso para ele. Acariciava lentamente o membro de Harry provocando-o. Como uma doce vingança. Harry gemia, por enquanto, baixo.

- Malfoy... – disse em um murmúrio eloqüente. O frenesi das mãos de Draco estava lhe atiçando, cada músculo do seu corpo contraia, e ondas de prazer, e de desejo invadiam seu corpo.

Ele abriu os olhos, encarando o loiro. Que lhe sorriu mais uma vez. Draco queria enlouquecê-lo, da mesma forma como ele tinha feito. Mas foi só o encontrar daquele mar verde, que ele mudou de idéia. Os olhos de Harry brilhavam de luxúria, e quase imploravam pelo toque do loiro. Draco, não tinha, não conseguia não satisfazê-lo. Era dominado, pela intensidade daquele olhar. Começou a masturbá-lo com movimentos lentos, acelerando em intervalos precisos.

Bem a sensação de domínio o invadia agora, sentia o corpo de Harry tremer, e necessitar do seu toque. Era como se pudesse controlá-lo. Ah! Era uma boa sensação, que excitou ainda mais quando viu Harry chegar ao orgasmo. O sêmen escorreu por sua mão, e o ar entrava com dificuldade nos pulmões de Harry. Fechava os olhos, se deliciando um pouco mais com aquela sensação. Era um prazer, algo que ele nunca poderia expressar com palavras.

Abriu os olhos com lentidão, seu corpo parecia se acalmar, sua respiração voltava ao normal. Porém a primeira visão que teve, foi Draco, lambendo os dedos de forma insinuante, seu corpo reagiu quase instantaneamente. Puxou Draco para mais um beijo, sôfrego, e mais uma vez se sentiu quente, e tomado pela luxúria. Draco sorriu para ele, e agora se deitou sobre o moreno. Foi uma sensação única. As peles se esbarravam, trocavam e misturavam suas essências. O suor embalava o contato urgente dos corpos, tudo tinha um ar entorpecente...

Realmente Harry não tinha a intenção de se deixar dominar, tanto, por Draco. Mas não estava em condições de reagir a qualquer coisa. Estava vidrado nele, queria tê-lo por completo. Draco desceu suas mãos em direção a coxa do rapaz, foi massageando-a, até chegar a parte interna. Abriu com sutileza as pernas de Harry, e agora estava um tanto inseguro. Não saberia se deveria continuar. Então sentiu um calor absurdo apoderar-se de sua mão. A mão do moreno havia segurado a sua, e fazia com que a mão do loiro tocasse seu corpo, nas pernas, esbarrando nos genitais.

- Isso... Continue... – gemeu ele. Foi o suficiente para encorajar o loiro. Que admitiu, há muito tempo tinha vontade de fazer isso.

Passou o dedo vagarosamente na “entrada” de Harry. E sentia-o tremer de desejo. Sem o menor aviso introduziu um dedo, Harry urrou, de prazer e dor. E Draco gemeu junto com ele, aquilo era muito excitante. O segundo dedo foi o suficiente para fazer Harry acostumar-se com a dor, mas não satisfazer-se com o prazer, queria mais. Draco tirou os dedos e voltou a beijá-lo, um beijo de permissão.

Fazia com paciência, o grifinório virar-se de bruços. E ele estando ali, Draco se sentiu invadir, novamente, por aquela sensação de dominador. Tinha seu desejo, sua vontade, seu sentimento, traduzido ali, na forma e no corpo de Harry. Deitou-se sobre ele, e foi distribuindo beijos por toda a extensão do pescoço, mordia os ombros, com carinho, dedicação. Estava inebriado com aquele corpo, poderia ficar assim pelo resto da vida, essa era sua única certeza no momento.

Enquanto massageava as nádegas, volumosas, de Harry, penetrava lentamente no garoto. Ele ainda estava tenso, e no seu gemido podia distinguir, a dor, ainda presente. Mas Draco estava fazendo tudo com calma, preocupado só com o ritmo do rapaz. Logo estava por completo dentro do moreno, e se sentia quente, era deliciosa essa sensação. O desejo quase lhe formigava o sangue, era algo incontrolado. Percebeu que Harry também estava gostando, pois seus ombros estavam mais relaxados.

Os movimentos começaram lentos, pacientes. Apenas como um conhecimento. Logo o ritmo precisava ser aumentado para acompanhar a vontade. O embalo foi estabelecido, era único, recíproco. Os gemidos se uniam e a voz era única, o corpo era único, a alma estava unida. De repente o céu pareceu estar tão próximo. Era o ápice, os urros de prazer denunciavam que os dois amantes chegavam ao um orgasmo, longo, e intenso.

Não tinha como dizer algo nesse momento. As palavras não vinham, e o fôlego, também, não as acompanhavam. Draco tinha desabado sobre o moreno. E os dois tinham a respiração descompassada. Os corações, porém, era possível sentir, estavam sincronizados.Harry se virou admirando Draco. O loiro estava deitado sobre ele, que o enlaçava em seus braços, quase como uma proteção. Beijaram-se calmamente. Se a sensação pudesse ser traduzida em um ato de felicidade este seria simples:o riso. Não tinha sentimento melhor, do que esta felicidade de um coração apaixonado. Pode ser gerada e destruída tão facilmente. É um cristal frágil, e invejado. Precioso, e duradouro para quem o cativa.

- Eu lhe avisei para não me provocar... – disse o sonserino como uma provocação. Harry riu, sua mão estava tranqüila e passeava entre os fios loiros de Draco.

- Ah! E eu fiquei muito tentado a fazer isso... – disse com aquele sorriso, único, carregado de malícia. Draco amava aquele sorriso.

- É, para quem dizia que ficava “sempre por cima” – Provocou, imitando a voz de Harry de maneira zombeteira, naquele fatídico jogo de quadribol.

-Ah Malfoy! Calhe a boca! – disse fingindo um ar sério. Mas riu logo em seguida. Bem a verdade era essa, tinha cedido, mas com certeza, a única coisa que não sentia no momento era arrependimento.

- Vem fazer calar. – respondeu infantil. Mostrando a língua, Draco ficou tão bizarro nessa situação que Harry não pode fazer nada se não rir.

- Com prazer... – disse ele malicioso, se aproximando de Draco.

- Ah, espero que sim... – disse ainda mais carregado de malícia. Harry riu mais uma vez, antes de beijá-lo com calor. Aquilo fora um convite? Não sabia. Mas uma provocação, isso com certeza.

Ele se sentou, trazendo Draco ao seu colo como havia feito antes. O detalhe que diferenciava agora, é que estavam nus completamente desimpedidos. A essa altura a excitação começara a crescer novamente, e o beijo que era um simples calar, tornou-se uma faísca, que dava início a uma perigosa chama, interminável.

- Não me provoque hein Malfoy... – sussurrou malicioso no ouvido do loiro. Lambendo-lhe o lóbulo logo em seguida, o gemido que ouviu em resposta era o estimulante necessário.

Voltou a beijá-lo, e seus beijos tornaram-se uma disputa de línguas, já dormentes, mas comandadas por uma força maior. Suas mãos apertavam as coxas de Draco, deixando marca de dedos, que ficariam por boas semanas. Tentava fazer com que as pernas do loiro se entrelaçassem na sua cintura, mas o próprio pareceu sentir essa necessidade. A própria passividade do loiro, era ativa.

O loiro arqueou o corpo e logo depois foi sentando, em cima do membro de Harry. O espasmo de prazer percorreu os dois corpos ao mesmo tempo, como uma liga magnética. Draco fazia seus movimentos lentos, mas era óbvia a satisfação de estar daquele jeito. Ele logo pareceu se acostumar.

Empurrava o corpo para cima, e descia lentamente em seguida, sentia Harry invadi-lo e essa era uma sensação enlouquecedora. Seus braços se entrelaçavam o pescoço de Harry, e desistiu de manter os olhos abertos, o prazer transformara tudo em um borrão difuso de cores. Ele coordenava o próprio ritmo, que até então era lento. Harry mordia-lhe o lábio, por onde escapava um gemido audível, recíproco.

As mãos do moreno estavam na cintura de Draco. E foram elas e ajudaram o loiro a acelerar os movimentos, quando o desejo pareceu se tornar insuportável. Os dois estavam em uma movimentação frenética, inebriados com as sensações. Draco sentia em cada invadida, o membro de Harry tocar-lhe em um local sensível, estimulante. O membro do sonserino roçava no peito de Harry, excitando os dois. O moreno estava tomado por uma sensação única, sentia o corpo de Draco o envolvendo, e poderia ficar assim uma eternidade.

Seu pênis latejava dentro do garoto, e não demorou em que os dois chegassem mais uma vez ao orgasmo, simultaneamente. Draco descansou a cabeça no ombro do parceiro, estando totalmente esgotado. Harry pendeu o corpo para traz trazendo Draco consigo. Os dois estavam exaustos, e o coração de cada um parecia não querer desacelerar. O cheiro de pecado, de sexo, invadiu-lhes nos sentidos, e ficaria guardado na memória, durante uma vida.

A noite que pareceu eterna, e que permaneceria acesa durante uma eternidade. A noite, onde uma provocação tomou conta de dois corpos, enlouqueceu duas mentes, uniu duas almas, e apaixonou dois corações.

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