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14. A Dura Verdade


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Quatorze – A Dura Verdade


“When everything feel like the movies, yeah you bleed just to know you’re alive – Quando tudo parece como nos filmes, você sangra só para saber que está vivo”
Iris - Goo Goo Dolls



- Você volta para almoçar comigo? – perguntou Hermione, dando um pedaço de queijo branco para ele na boca.

- Claro. Eu posso tentar preparar um almoço especial para você. Acho que já sei o que vou fazer... Mas é surpresa. – disse Harry, após mastigar. Ele dava uma torrada para Hermione quando Gina entrou na cozinha.

- Harry, posso falar com você um segundo? – perguntou ela. Harry fez que sim e a acompanhou até o quarto da ruiva, sem perceber que Hermione os olhava desconfiada.

- Conversou com a Isabel ontem? Era isso que você estava querendo, não? – perguntou Gina, quando se trancaram no quarto dela.

- Sim, era... Foi bom falar com ela. – ele comentou - Como foi com o Malfoy? – Harry perguntou.

Gina respirou fundo. – Ah, nós conversamos e eu acabei o perdoando...

- Outra vez, Gina? – Harry não se surpreendia. Não mais. – Não se cansa de perdoá-lo? Assim ele nunca vai tomar jeito...

- Eu não sei explicar, Harry. Eu o odeio tanto, mas ao mesmo tempo... – ela se calou.

- O ama? – arriscou Harry, um sorriso fraco.

- Não!... Eu ia dizer que... – ela tentou se explicar, mas Harry colocou o dedo indicador em frente aos lábios, num sinal para que ela se calasse.

- Não esconda isso de si mesma. Eu posso sentir que você o ama pela sua respiração. – disse Harry.

- Harry... Não diga bobagens! Eu amo você, não entende?

- Gina... Eu tomei uma decisão e quero que você entenda bem o porquê de eu fazer isso. – ela assentiu, para que ele prosseguisse – Nossos sentimentos não são o que nós pensávamos. Nem nunca foram. O que eu sinto por você, e acredito que é recíproco, não é amor de verdade.

- Claro... Claro que são, Harry! – ela berrou – Não te entendo!

- O que sinto por você e vice-versa pode ser paixão, desejo, qualquer coisa, menos amor. – ele admitiu. – Todas as suas atitudes me fazem acreditar que você ama o Malfoy e não a mim.

- Mas... Eu... Harry! – ela advertiu.

- Eu e você ficarmos juntos seria insistir num erro! – disse ele, sorrindo. Harry passou os dedos na face dela, lentamente.

- Não, Harry, você não pode fazer isso! Por quê? – perguntou Gina, levantando-se de repente.

- Quando conversei com a Bel, percebi que não nos amamos!

- Eu sabia! – desesperou-se Gina. Ela começou a andar de um lado para o outro do quarto.

- Gina...

– Ela encheu a sua cabeça pra você não ficar comigo...

- Ah, Gina...

- E depois ficar com ela...

- GINA! – berrou Harry. – Se acalme. E pare de falar bobagens...

- Mais não é possível que alguém tão inteligente quanto você caia no joguinho dela... – Gina continuava a mirabolar explicações para o que estava acontecendo.

- Gina! A Isabel está com o Miguel, não temos nada a ver...

- Mas então... Por quê? – ela perguntou, o encarando. Uma lágrima escorreu a face de Gina.

- Eu me apaixonei por ela. – disse Harry. E sentiu um grande alivio por dizer a verdade, por tirar aquilo das costas... E, por incrível que pareça, não se sentia culpado. Sabia que era o melhor a se fazer.

Gina ficou calada. O que ela poderia dizer? Estava perdendo quem ela amava – ou pensava que amava. Ela não podia deixar por isso mesmo... Lutara tanto por Harry, estava pronta para se entregar a ele e ele vinha com essa? Ah, pelo amor de Merlin.

- Quem? – perguntou, suspirando. – Cho, Kris ou... – ela não completou a frase. Seria tolice demais; seria apunhalar-se. Gina deu um sorriso sarcástico.

- Hermione. – completou Harry. – Me apaixonei, Ginny. Não pude evitar.

Gina começou a rir, mais de desespero do que de alegria. Como poderia ficar alegre? Ela então começou a gargalhar incessantemente, até ficar vermelha e sem ar. Harry a observava, sem entender.

- A... A Hermione? – perguntou ela, chorando de rir. – Está louco.

- Por quê? Para mim não parece loucura. – ele se manteve sério.

- Por favor, Harry... – ela ainda ria, embora começasse a ficar mais calma – Você gostando dela é tão... Difícil de imaginar.

- Quem diria, não é? Foi minha melhor amiga durante tanto tempo... Pode até ser difícil de acontecer, mas impossível não é. A prova é que está acontecendo.

- Você ‘tá me zoando, não é?

- Quando eu digo que amo a Hermione? Não. – Harry disse, simplesmente. Aquilo começara a ficar chato para ele.

Gina ficou séria, de repente.

- Harry... Pense bem nisso. Acho que você está imaginando coisas. Eu passo na sua sala no almoço pra sairmos juntos e a gente conversa melhor, está bem?

Por mais que soubesse que não mudaria de opinião nem em uma manhã nem em mil anos, Harry concordou com a cabeça. E ele e Gina voltaram para a sala.

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Harry mal conseguia se concentrar no trabalho. Tudo que via à sua frente eram pergaminhos e mais pergaminhos sem o menor sentido.
E então, ele desistiu.

A hora do almoço não tardou a chegar e ele já estava saindo de sua sala quando viu uma bela jovem com seus brilhantes cabelos ruivos se aproximar dele sorrindo.

- Olá, Harry... – ela cumprimentou. Harry respondeu com um sorriso. – Podemos entrar na sua sala um instante?

Harry, meio a contragosto, aceitou. Não queria discutir com a ruiva; pelo menos não por enquanto. Gina sorriu e sentou-se sobre a mesa dele, que ainda estava cheia de papéis. Ela cruzou as pernas de modo a suas coxas ficarem quase inteiramente à mostra sob a mini-saia e jogou os cabelos para trás de forma sedutora. Ela estava o provocando.

- E então, querido... Pensou bem? - ela perguntou, molhando os lábios lentamente em seguida, com um movimento sensual usando a língua. Era como se ela jogasse um feitiço paralisante em cima de Harry.

Mas ele não queria ficar com ela; não podia ficar com ela. Depois de tudo ainda tinha que guardar um pouco de si e de sua dignidade. Isso pra não falar de Hermione... Ela não merecia. Não mais do que tudo pelo que já tivera que passar. Decidiu, então, que faria de tudo o que pudesse para evitar Gina, pois, quanto mais longe dela, mais fácil seria resistir à tentação.

- Não havia o que pensar, Gina. - respondeu ele, depois de um tempo.

- Eu sabia - ela sorriu. - Você finalmente percebeu a burrada que iria fazer! - ela se levantou e andou até ele, envolvendo-o num abraço quente.

- Não, Gi. Olha... Eu gosto muito, muito mesmo, de você. Mas...

- Mas nada! - exclamou Gina, aproximando seu rosto do dele e tocando-lhe os lábios, quentes. Harry não teve como não se entregar.

Antes que pudesse controlar seus movimentos, seus lábios já distribuíam beijos pelo colo macio de Gina e lambiam parte de seus seios volumosos. Depois voltavam para o seu pescoço, e mordiscara sua orelha, com desejo. Como desejava ter aquela mulher...

- Diz que me ama, vai, Harry... – sussurrava Gina, fazendo Harry voltar à realidade e parar, de repente.

- Não, Gina. Não te amo... Não mais. – ele disse, e logo depois pôde sentir o peso das próprias palavras. Gina o encarou e havia decepção em seu olhar, mas também havia ódio.

- Harry... Nós vivemos tantas coisas juntos. Não pode simplesmente acabar assim. – ela disse, uma lágrima escorrendo por sua face.

- Sinto machucá-la, Gina. Mas é melhor se machucar agora do que depois. E, além disso, você ainda pode ficar com o Malfoy. – respondeu Harry.

- O que faz você pensar que eu quero alguma coisa com ele? – explodiu Gina. Ela se esquivou de Harry e olhou pela ‘janela’ da sala dele.

- Todos já perceberam, Gina. Esqueça tudo que ele te fez, como você sempre faz, por um acaso, e tente dar uma chance a vocês. – aconselhou ele.

- Eu não quero o Draco, Harry. Por mais que eu sinta algo inexplicável por ele, eu não posso e nem quero amá-lo. Eu quero você. Você é o que eu sempre quis.

Gina voltou-se para ele. Andou até Harry e segurou a mão dele, ainda com a expressão chorosa. Passou os dedos dele pela sua face, sentindo leves arrepios na pele.

- Me prometa que serei sua algum dia. – pediu Gina.

- Isso é uma coisa que eu não posso prometer. – disse. Gina o lançou seu ultimo olhar de desprezo antes de se arrumar e aparatar.


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Hermione não se sentira disposta para trabalhar naquela manhã, por isso ficara em casa. Mas pretendia, após o almoço, ir até seu escritório. Estava esperando Harry para almoçar, conforme eles haviam combinado.

Estava folheando uma revista na sala quando Gina entrou pela porta da frente, com um sorriso um tanto quanto falso. E era muito claro que ela havia chorado. Gina falou ‘oi’ para Hermione e foi para o seu quarto. Logo depois, ouviram-se barulhos e Hermione foi atrás dela.

- Gi? – perguntou ela, batendo na porta.

- Entre, Hermione.

Hermione abriu a porta e viu o quarto todo bagunçado. Gina havia jogado todas as suas roupas no chão, as coisas da escrivaninha estavam destruídas e a ruiva chorava, sentada em sua cama.

- O que houve aqui? – perguntou Hermione, parecendo assustada.

- Está feliz agora, sua traidora? – gritou Gina. Hermione abriu a boca em espanto e olhava a outra como se estivesse louca.

- Do que está falando?! – perguntou Hermione.

- Quem te vê até pensa que você é santa... Mais eu sei que você sempre quis isso! – berrou Gina – Sempre quis roubar o Harry de mim!

- Eu tinha certeza de que vocês tinham alguma coisa. – disse Hermione, sentando-se na cama também.

- E MESMO ASSIM FÊ-LO SE APAIXONAR POR VOCÊ! – gritou Gina, com ódio. - Mesmo sabendo que a sua melhor amiga gostava dele...

- Mas ele não gosta mais de você, Gina... Ele me disse que gostava de mim.

- MENTIRA! O Harry sempre me amou... E agora não quer mais saber de mim por sua culpa! Mas ele me paga...

A porta foi aberta rapidamente e elas viram Harry entrar - O que é que está acontecendo aqui? Ouvi os gritos...

- OLHE SÓ QUEM CHEGOU! – gritou Gina, sorrindo cinicamente. – Quem sabe agora você não possa explicar o porquê de eu estar assim para a sua querida namoradinha?

Harry ficou boquiaberto, parado à porta. – Por que eu poderia?

- Eu vejo que você andou tendo aulas de canalhice. – disse Gina.

- Gina... Por que está falando assim com o Harry? – perguntou Hermione – O que ele te fez?

- Devia perguntar o que ele te fez. – disse Gina, sorrindo. Harry a encarou, com raiva no olhar.

- O que quer dizer com isso? – perguntou Hermione. – Se está se referindo à vocês dois, eu já imaginava.

Foi como se um balde de água fria caísse sobre a cabeça de Harry; Como assim, já imaginava? “Mais é claro, seu burro” , pensou ele.“Como pôde subestimá-la? Ela é uma das bruxas mais brilhantes e inteligentes que você já conheceu. Jamais poderia enganá-la.”.

O silêncio que Harry fez foi suficiente para que Hermione soubesse que era verdade. Ela ergueu a cabeça e os encarou.

- Jamais pensei que você pudesse fazer isso comigo, Harry... Me trair desse modo. Com a minha melhor-amiga.

- Hermione... Não pense que... – disse Harry, após alguns segundos de tensão entre os três.

- Se ainda fosse só isso você poderia perdoa-lo, Hermione. – Gina o interrompeu. Harry lançou-lhe um olhar desesperado. Ela não podia contar tudo...

- Ah, tem mais? – perguntou Hermione. – Tenho que parar de me surpreender, então.

- Não há mais nada, Hermione. Vamos esquecer isso e ir almoçar? – perguntou Harry.

- Se você tá pensando que eu vou deixar por isso mesmo, está muito enganado! Se eu não vou ficar com você, ela também não vai! Eu não vou deixar você ser feliz nunca! – exclamou Gina, entre dentes.

- Pare com isso, Gina. Está sendo infantil.

- Vamos ver se a Hermione acha que eu estou sendo infantil por querer bancar a dedo-duro com vocês. – respondeu a ruiva, amargamente.

- Será que, ao invés de ficarem me fazendo sentir cada vez mais humilhada, não poderiam me contar a verdade de uma vez por todas?

Gina sorriu, triunfante. - Por onde começar...

- Gina, por favor... – pediu Harry.

- Por favor digo eu, Potter. – disse Hermione, fria. Harry sentiu que não tinha mais como impedir; Gina contaria tudo. E ele perderia sua chance de ser feliz. – O que você sabe que eu não sei, Gina?

- Muitas coisas, querida. Lembra-se da Cho e da Kris? Também deve se lembrar da Isabel...

- Sim, eu as conheço. Mas não entendo onde quer chegar. – disse Hermione. Harry suspirou; estava perdido.

- Agora só falta você me dizer que acha que elas são só amiguinhas do Harry. – riu Gina.

- Você sabe muito bem que eu não sou tão ingênua. Sei o que eles deviam fazer juntos... – disse Hermione. Então ela também sabia disso. “Muito bom, Potter. Isso é ótimo”, pensou Harry, rindo de si mesmo.

- Então deve saber que, é claro, que ele te trai, não só comigo, mas também com elas.

- Que eu saiba, Harry se encontrava com elas antes de nós namorarmos. – disse Hermione, serena.

- Então pergunte a ele o que ele fez ontem à tarde. – Gina sorria, divertida. Mas não estava se divertindo. Era um sorriso frio e gelado; Hermione virou-se para Harry e o encarou durante muito tempo.

- Não preciso nem perguntar se é verdade, pois a sua expressão te entrega. – ela disse, depois de um tempo.

- Mione... – começou Harry.

- Eu, sinceramente, nunca me decepcionei tanto na minha vida toda.

- Você pensa que é só isso? – interrompeu Gina. – Eu tenho tanta pena de você, Hermione. Devia ter lhe contado antes...

- Além de traída, o que mais eu sou? – perguntou Hermione, sentindo que não poderia agüentar mais.

- Eu te classificaria como ingênua, traída, enganada e, principalmente, usada. – disse Gina. Hermione suspirou; Harry fechou os olhos, sentindo seu mundo desabar. – Sim, querida amiga. Você foi mais do que usada. O que ele te fez é algo que eu jamais conseguiria perdoar.

- Acabe logo com isso, Gina. – disse Hermione.

- O que você pretende, afinal? – explodiu Harry. – NÃO VAI GANHAR NADA COM ISSO, a não ser o meu desprezo! Deixe-me ser feliz, Gina!

- Eu não vou voltar atrás. – disse Gina. – Hermione... Ele nunca te amou. Só se aproximou de você porque eu quis. Ele fez tudo isso por mim. Por isso é que eu não entendo porque ele não me quer mais...

- Por que você iria querer que ele se aproximasse de mim? – Hermione não conseguia entender.

- Essa é a pior parte... – disse Gina, fazendo cara de penalizada. – Eu posso ser expulsa por te contar isso, mas ele precisava dizer que te amava para te conquistar. Era uma prova pela qual ele devia passar para entrar no grupo.

- Grupo?

- Eu, e agora o Harry, fazemos parte de um grupo, como uma sociedade secreta. E, neste grupo, nós nos reunimos para termos prazer sexual com os outros integrantes. Eu disse do grupo para o Harry e ele quis entrar...

- Não foi assim. – Harry se manifestou, depois de um longo tempo sem falar. – Você praticamente me obrigou, me seduziu a entrar. – ele continuou, admitindo que o que a ruiva dizia era verdade.

- Tanto faz. O que importa – disse Gina – é que você quis entrar. E para entrar, é preciso passar por uma prova. A prova dele era levar você para a cama, Hermione.

Continua...


N/A: Oiee! Ah, gente, me desculpem³ mesmo pela demora, mas esse capítulo, vamos combinar, era o mais esperado (depois da nc HH). Então tinha que ter uma certa demora, se é que me entendem...
Espero, sinceramente, que vocês tenham gostado. Vou tentar não demorar tanto no próximo. (Os comentários também contam nessa parte). xD
Até mais,
Thaís Potter Malfoy.

N/B: Aqui é Tami Granger*, irmã dessa pessoa super-ultra-mega-hiper-power perfeita que escreve essa fic!^^ Estou substituindo nesse cap. minha filhada Re, que beta a fic, mas anda sumida! Espero que não tenha mais nenhum erro no cap., e se tiver, peço desculpas! Ahh... E comentem, pessoal, porque a Thá dedica muito tempo para essa fic, ou seja, ela merece uma retribuição! XD É só isso! Beijos!

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