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13. O Melhor Caminho


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Treze – O melhor caminho...


“And for the last night I lie; Could I lie with you? – E pela ultima noite eu minto; Poderia me deitar com você?”
The Jetset Life is Gonna Kill You – My Chemical Romance



- Mas acredito que não seja por isso que você queira falar comigo.

- Não, realmente não é. – admitiu Harry.

- Então conte-me.




- Podemos ir para outro lugar? – perguntou Harry. Isabel assentiu.

- Venha. – ela disse, pegando na mão de Harry e os aparatando.

Foram parar numa sala bem decorada e arejada. As paredes brancas transmitiam uma certa tranqüilidade a Harry. Os móveis eram todos sofisticados, e via-se que o dono da casa era adepto a tecnologia trouxa, pois havia um enorme aparelho de televisão de ultima geração.

- Essa é minha casa – explicou Isabel.

- É muito bonita. Logo se vê que você tem bom gosto. – disse Harry.

Isabel sorriu e segurou a mão dele, o guiando até um grande sofá, também branco. Sentou-se de frente para ele e disse:

- Quer desistir, não é?

- Como você sabe? – Harry espantou-se. Será que ele era tão transparente?

- Eu já suspeitava. – ela admitiu.

- Como, se nem eu mesmo sabia? – ele ergueu uma sombracelha.

- Suspeitei porque estava claro que você estava encantado pela Gina e por todas nós. Mas não estava gostando da Gina a ponto de ferir alguém que você tanto gosta. Principalmente depois do que aconteceu hoje.

- É. Eu percebi que não quero isso pra ela. – disse Harry; Isabel segurou a sua mão e sorriu.

- Eu realmente quero que você seja feliz, mesmo que eu não posso mais “brincar” com você.

- Tenho certeza de que podemos continuar nos vendo. – ele também sorriu.

- Sabe, eu acho que vai ser melhor assim. Você vai ter que agüentar os berros da Gina, mais vai ser melhor para os dois no final.

- Acha que ela vai ficar muito brava?

- Tenho certeza. Ela acha que te ama.

- Acha? – perguntou Harry, intrigado.

- Está tão óbvio, Harry. É só você prestar atenção. A Gina ama o Draco. E acredito que, mesmo os dois desmentindo sempre, a recíproca é verdadeira.

- Tem razão. Um romance meu com Gina nunca poderia dar certo; por vários motivos. Aliás, não sei até hoje como me apaixonei por ela. Foi de uma hora para outra.

- Como você mesmo diz, isso é uma paixão. Jamais duraria a vida toda. – ela suspirou por um momento. – Olha só, eu aqui falando de amor. Como se eu entendesse muito disso. – ela riu ironicamente.

- Nunca amou alguém?

- Já tive vários casos e tal, mais nunca gostei mesmo de alguém.

- Nem mesmo do Miguel?

- Não sei ainda. Estou meio que... Vendo até onde isso vai. – ela explicou, sonhadora. – Mas, me diga você, como é amar alguém?

Amando. Ele estava amando. Era complicado aceitar o novo sentimento. Só podia dizer que ele era muito bom.

- Eu não sei dizer. É só... Amar. Saber que estar ao lado daquela pessoa vai valer a pena. Você vai sentir isso um dia. – disse Harry, dando nos ombros. Ela sorriu. – Só que eu não sei o que fazer, Bel. Eu quero tanto ficar com Hermione, mas não sei se ela me perdoaria se eu contasse a verdade.

- Se você contar a verdade a ela, tem chances de que ela te perdoe. Mas se ela ouvir pela boca de outra pessoa...

- Então eu devo contar a ela?

- Acho que deve. Quando você tiver certeza de que ela pode te perdoar, conte.

- Tomara que ela me perdoe. Eu é que não me perdoarei nunca. – suspirou Harry.

- Você é tão diferente dos outros, Harry... Eu gosto do seu jeito. – ela disse.

Com um sorriso maroto no rosto, Isabel aproximou-se dele e, segurando sua nuca, o puxou para um beijo. Harry se embriagou com o perfume forte e envolvente que emanava dos cabelos negros da bela mulher à sua frente e deixou-se ser beijado; um beijo quente e profundo. As mãos dela puxaram-no pela camiseta para mais perto de si. Depois, Isabel parou de beijá-lo, deslizando suavemente até seu pescoço e deixando Harry excitado com a sua respiração forte.

- Harry... – ela murmurou bem próximo a seu ouvido, ainda o puxando forte. – Posso te ter de verdade?

Harry ficou surpreso por ela ter feito a pergunta. Na verdade, era ele quem estava se preparando para fazê-la. Vendo que ele não reagia, Isabel prosseguiu:

- Olha, eu sei que você ama a Hermione, e eu não pretendo fazer nada para destruir o relacionamento de vocês. Eu só queria te dar uma despedida, já que nó...

Harry a calou com um beijo. Pôde ouvi-la gemer quando seus lábios se uniram novamente, como se soltasse uma exclamação de felicidade. Ele alisou as costas dela enquanto ela continuava a repuxar sua camiseta, agora mais forte do que antes.

- Eu sei de tudo isso, Bel... – Harry se afastou dela momentaneamente para dizer – E concordo plenamente.

Isabel deu um leve sorriso e voltou a beijá-lo, mas intensa do que antes. Ela estava de olhos fechados, percorrendo toda a região do peitoral de Harry com as mãos, que já se encontravam dentro da camisa dele. Harry parou de beijá-la rapidamente e jogou longe a própria camisa, voltando a beijá-la logo em seguida.

As mãos de ambos estavam rápidas, deslizando agilmente pelo corpo do outro. Harry desviou o caminho até a orelha de Isabel para mordiscá-la, excitando a mulher. Ela gemia em seu ouvido de maneira estimuladora e murmurava seu nome baixinho. Então Harry tirou o vestido vermelho que ela usava de uma vez só; depois a beijou na boca novamente.

Isabel começou a puxá-lo para cima, fazendo com que eles levantassem do sofá. Harry apenas a acompanhou, sem parar o beijo, que ficava cada vez mais quente. Isabel tateou uma porta de madeira escura quando eles chegaram à parede e, quando achou a maçaneta, fez Harry ver onde estavam: na cozinha.

Era uma cozinha ampla e tão branca quanto a sala. Na parede oposta a eles havia a pia, a geladeira e o fogão. No centro, uma mesa com quatro lugares. E na parede atrás deles havia alguns armários e um balcão.

- Uma das minhas fantasias é transar na cozinha. Mas ninguém nunca quis realizar meus desejos. – explicou ela, fazendo cara de coitadinha e logo o enlaçando pelo pescoço mais uma vez. Harry ficou ainda mais excitado com o lugar onde teria Isabel; nunca imaginara fazer aquilo, nem mesmo em seus sonhos mais inusitados.

Isabel se afastou dele repentinamente, fazendo Harry ficar confuso. Ela mantinha um sorriso enigmático, quase maligno. Então, a morena terminou de se despir e se ajoelhou no chão, em frente a Harry. Os dedos dela desabotoaram a calça jeans de Harry com uma agilidade inacreditável. Logo, as calças e a cueca estavam no chão. Era claro que ela já estava muito acostumada com aquilo.

Isabel segurou a cintura de Harry e levou os lábios ao membro pulsante, que emanava desejo de tão ereto, e Harry foi levado por uma onda de prazer quando ela passou a língua por toda a sua extensão. Os pêlos pubianos dele se arrepiaram ainda mais quando ela escorregou as mãos da cintura para os testículos, massageando-os em movimentos leves.

Ainda lambendo o pênis de Harry, ela colocou a cabeça para dentro de sua boca, e agora fazia movimentos circulares com a língua; demonstrava uma habilidade perfeita. Voltou as mãos para a cintura de Harry e começou a puxá-lo para frente, de modo a seu membro entrar quase todo dentro da boca dela. Harry até fechara os olhos para sentir melhor tudo que aquele simples ato proporcionava, chegando ao máximo de seu prazer. Ele sentia que não podia mais agüentar...

- Humm... – exclamou Isabel, quando Harry gozou tudo na boca dela. – Eu já te disse o quanto eu adoro leite quentinho?

Ela sorriu maliciosamente e se pôs de pé.

Harry a puxou para perto de si, e pôde sentir o volume dos seios dela em seu peito, o que o excitou novamente. Eles se beijaram perigosamente e Isabel se afastou bruscamente outra vez. Ela andou até o centro na cozinha, onde havia a mesa, e subiu em uma cadeira. Depois, sentou-se sobre a mesa, com os pés apoiados na cadeira e as pernas abertas exageradamente. Inclinou-se para trás e apoiou as mãos na mesa, provocando Harry.

- Vai ficar aí olhando?

Nada que ela pudesse dizer teria o excitado mais o que isso. Harry sorriu e foi ao encontro dela. Dando impulso na mesma cadeira, ele apoiou as mãos na mesa e empurrou-a para trás, fazendo-a ficar sob ele, deitada. Harry foi descendo e distribuindo beijos por todo o corpo até chegar ao órgão dela.

Ajoelhou-se na mesa e, encarando Isabel, meteu os dois dedos médios para dentro dela lentamente. Ela revirou os olhos e elevou um pouco as costas, quase se contorcendo em prazer. Harry, sem tirar os dedos, começou um movimento frenético de um lado para o outro, levando-a a loucura.

Ficaram alguns segundos assim até que Harry decidiu que era a hora. Ele retirou os dedos de Isabel e massageou o clitóris dela por alguns instantes. Os gemidos que ela soltava pediam para que ele não parasse nunca, mas Harry não deu atenção, pois sabia que os gemidos que viriam em seguida seriam bem mais prazerosos do que esses. E então ele se inclinou e a beijou uma última vez antes de se posicionar e penetrar Isabel com uma só estocada.

Ela gritou em resposta e começou a ofegar enquanto Harry retirava seu membro para penetrá-la mais uma vez. A cada vez que ele fazia isso, a velocidade e o ritmo aumentavam, assim como os gemidos altos de Isabel. Harry estava tão concentrado no movimento que não sentia os braços doerem por terem que suportar todo o peso de seu corpo. Aliás, ele não conseguia sentir mais nada que não fosse o enorme prazer que aquele vai-e-vem lhe dava.

Harry queria prolongar ao máximo aquele momento tão bom. Ele aumentou ainda mais o ritmo, forçando seu membro para dentro da vagina de Isabel. Harry só pararia até que ela atingisse o melhor de seus orgasmos, o que não demorou muito para acontecer. Ele sentiu um liquido umedecer seu pênis e deixar a entrada mais fácil e gostosa. Só conseguiu dar mais duas fortes estocadas até que também gozasse.

Harry soltou o corpo sobre ela, tentando não fazer muito peso, e fechou os olhos. A exaustão tomou conta dele e ele quase se entregou a um sono profundo se não fosse Isabel empurrá-lo para o lado e quase derrubá-lo da mesa.

- AI! – exclamou ele.

- Você é pesado, Harry. – ela explicou. – Vem, vamos pro quarto.

Ela se levantou e os guiou pelo corredor até um majestoso quarto. Então os dois se largaram na enorme cama de casal e adormeceram.


*~*~*~*~*~*~*~*~*~*


Harry abriu a porta do quarto de Hermione silenciosamente, trazendo uma bandeja com frutas, sucos e torradas, mas Hermione estava tão concentrada lendo seu relatório que não percebeu.

- Olá, meu amor. – disse ele, com um sorriso enorme. Hermione ergueu a cabeça e sorriu.

- Oi, Harry... – ela respondeu – Pra mim? – apontou para a bandeja.

- Eu tinha certeza de que você iria ficar trabalhando até tarde da noite. – ele disse, sentando-se na cama dela, depois de deixar a bandeja próximo a ela, em cima da escrivaninha, onde Hermione estava trabalhando.

- Harry, está tudo bem? – perguntou ela, uma sombracelha erguida. – Você nunca foi de fazer essas coisas...

- Pensa isso porque nunca havia sido minha namorada antes. – ele piscou um olho. Hermione sorriu e pegou uma pêra da bandeja, mordendo-a. – Gostou da surpresa?

- Amei. – ela disse, após terminar de mastigar. – Obrigada.

- É só isso que eu vou receber? Um “obrigada”?

- Sabia que tinha segundas intenções! – ela exclamou, apontando o dedo para ele.

- Ah, mais não custa nada dar um beijinho de agradecimento no seu namorado... Afinal, ele teve todo o trabalho de arrumar esse lanche pra você. – pediu Harry, com cara de cachorro sem dono.

Hermione murmurou algo como “chantagista” antes de se levantar da cadeira em que estava e sentar-se no colo dele, unindo seus lábios aos do moreno. A língua de Harry pediu passagem e ela não hesitou em permitir. Ele começou a passar a mão pelas costas dela e Hermione cravou as unhas nos cabelos despenteados...

Era um beijo calmo, sem pressa. Harry não tinha pressa para amá-la. Aliás, ele descobrira que tinha a vida toda para isso. Aquele era o último beijo que envolvia a mentira que ele criara...

Hermione segurou a nuca dele e o puxou para mais perto de si e, com a outra mão, o abraçou forte. Ele lhe passava uma incrível segurança. Aprofundaram o beijo e Harry colocou a mão por dentro da blusa de Hermione, alisando suas costas.

- Eu te amo. – disse Harry, ao se separarem. Pela primeira vez ele conseguia dizer aquilo sem culpa. Ele sentia que aquele era o momento certo para contar a verdade, por mais que fosse magoar Hermione.

Eles voltaram a se beijar calmamente, após um sorriso breve de Hermione. Harry, que ainda estava com uma das mãos por dentro da blusa de Hermione, levou-a até a cintura da mulher e começou a mordiscar levemente os lábios dela. Hermione gemeu entre os beijos e, quando ele se sentiu seguro, Harry levou uma das mãos para a barriga de Hermione, subindo até poder acariciar um de seus seios, apertando-o levemente.

- Você é bem gostosinha, Granger...

A lembrança do que acontecera naquele dia mais cedo despertou Hermione e ela parou de beijar Harry no mesmo instante. Numa reação estranha, levantou e afastou-se de Harry o mais rápido que pôde. Ela colocou uma das mãos tapando a boca e foi até a janela de seu quarto, ficando de costas para Harry.

- O que foi? – perguntou Harry, preocupado. Ele se levantou e tentou se aproximar dela.

- Me desculpe, Harry... Eu não... Quando você me tocou, eu me lembrei do Malfoy e...

Uma dor muito forte invadiu Harry. Gina lhe dissera que ele era o culpado por tudo aquilo... E era verdade. Tudo de ruim que acontecera na vida de Hermione era culpa dele. Absolutamente tudo.

Ele não queria que ela sofresse mais do que já estava sofrendo. Então era melhor poupá-la da dura verdade por mais algum tempo. E se ela não desconfiasse de nada, talvez ele nunca contasse... Só queria vê-la feliz.

- Shh. – disse Harry, colocando uma das mãos sobre o ombro direito dela. – Eu é que tenho que me desculpar. Não devia ter feito isso, sabia que você estava passando por um momento difícil...

Hermione virou-se para ele.

- Eu sei que eu tinha prometido que nós iríamos ficar juntos hoje, mas não me sinto mais segura em relação a isso... – ela começou, os olhos mirando os sapatos dele.

- Não precisa se explicar. Eu decidi que não quero te forçar a nada, nunca. Agora teremos a vida toda pra isso, ok? – disse ele, sorrindo. Hermione ergueu a cabeça e o encarou, sorrindo em resposta. – Posso dormir aqui com você?

- Mais é pra dormir mesmo, Sr. Potter.

- Claro que sim. Acha que eu pensaria em outra coisa mais divertida e excitante do que dormir?

Hermione sorriu e sentou-se novamente em sua escrivaninha, voltando ao trabalho enquanto Harry a observava da cama.


~*~*~*~*~*~*~*~




N/A: Mil desculpas, mais uma vez, só pra variar. Sei que demorei, sei que vocês querem me matar. Mas pensem pelo lado bom: a fic está terminando, esse foi um dos caps. finais e vocês não mais terão que esperar pelos capítulos (Além de se livrarem dessa autora chata xD).
Acho que a fic só terá mais três ou quatro capítulos. Como vocês viram, o Harry quer contar a verdade. Muaháhá! *faz cara de maquiavélica*.
Quero comentários! Muitos comentários! Aproveitem que está terminando e sugiram coisas (qualquer coisa, desde posições do kama-sutra até cenas romanescas) e expressem-se. Uma autora ficará muito feliz com isso!
Bjinn, Tha.




N.B.: bléééé.

a culpada aqui também é a re que não entra mais no pc pra betar.

mas aqui tá o capítulo pessoas.

comentem;

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 24/10/2013

Putz!

Nota: 5

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