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1. fotos de familia (editado)


Fic: My Little Windmill - escrevendo finalmente


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cap 1

“Tem uma vela queimando
No mundo esta noite
[...]
E um coração está partido
Outra oração inútil
Tem milhões de lágrimas
Que vão encher um mar de dor
Às vezes eu fito para fora da janela
Meus pensamentos vagueiam no espaço
Às vezes eu me pergunto se existe um lugar melhor
[...]
Muitas cinzas estão espalhadas
Muitos rios correm secos
Às vezes seu céu é o inferno
E você não sabe o porquê.”
(Aerosmith - Fallen Angels)


Ela chegou à sala adornada com flores e olhou ao redor, havia Malfoys mal-encarados de um lado e alguns “amigos” do Draco do outro lado do corpo que descansava em cima de uma alta e bonita cama de mármore coberta com uma tampa de vidro. Ela foi para o lado dos amigos e sentou-se ao lado de Harry.

_ Cadê o Draco? – ela perguntou esquadrinhando a sala com o olhar.

_ Hum... Ele foi lá pra fora... Acho que o clima não o deixou respirar da mesma forma que está me sufocando... – ironizou apontando o “lado Malfoy” que agora a olhava com nojo e resmungava coisas como “sangue ruim!”, “como teve coragem?!?”, “desprezível!” – Ah, não liga não, Mione, eles são assim mesmo! Você sabe...

_ É... Sei! – já se acostumara com aquilo. Na época em que a guerra estava no auge foi o que ela mais ouviu e já não ligava mais... Não tanto quanto antes – Vou lá fora falar com o Draco... – ela levantou-se saindo.

No meio da guerra contra Voldemort, Draco fora até eles e pedira proteção em troca de toda a informação que ele tinha sobre Voldemort, informação essa que salvou muitas vidas e livrou a ordem de grandes armadilhas. Mas, ele nunca contou porque fez tudo aquilo, nunca sequer tocou no assunto. A única coisa que todos sabiam era que ele havia pagado um alto preço: fora proibido de ver a mãe.

– Draco... – ,chamou com cuidado.

_Oi... – estavam no jardim da mansão Malfoy. Ela o encontrara sentado embaixo de uma grande árvore em frente a um lago artificial. Sentou-se ao lado dele e esperou. Não sabia o que falar. – Sabe, geralmente, quando se chega ao enterro da mãe de uma pessoa se falar coisas como “meus pêsames” pra ela... - falou arrogante como sempre.

_ Só achei que não era a coisa certa a se dizer. Sabe, é muito clichê! Mas, se você faz questão: Meus Pêsames... – falou fazendo cara de triste e tom de deboche. Ele a encarou dando um sorriso triste e voltando a olhar para o lago. –Como você conseguiu o corpo de sua mãe para fazer o enterro? Que dizer, seu pai não tinha te proibido de voltar a qualquer uma das mansões e de ver sua mãe? E agora você está dentro de uma com o corpo dela...

_ Essa mansão pertencia à minha mãe, ela a deixou pra mim junto com tudo o que pertencia a ela... Digamos que quando se vive como um Malfoy se sabe muitos segredos de família, e... Digamos também que chantagem faz parte do “pacote Malfoy”... – explicou levantando-se – Tenho que voltar... – ela olhou para ele se afastando. Estava mais gentil com ela, e isso não era algo comum. Normalmente ele teria respondido alguma coisa como “você é muito curiosa, Granger!” ou “isso não é da sua conta...”. Porém, hoje ele tinha respondido às perguntas como se realmente eles se dessem bem. Embora ele ainda a tratasse pelo sobrenome ela o chamava de Draco porque sabia o quanto ele odiava o sobrenome Malfoy. Mas, só por isso!

Ela continuou sentada ali, de frente para o lago pensando. Draco sempre fora fechado, arrogante, insensível, preconceituoso e fraco. No entanto, desde que chegara à Ordem ele havia mudado. Ainda continuava fechado e um pouco arrogante, mas estava mais forte e havia perdido o preconceito. Parecia estar satisfeito com a escolha que fizera, porém, às vezes, parecia nervoso e preocupado, como se algo de muito ruim estivesse pra acontecer. Estivera assim nos dias de precederam a morte da mãe, e quando soube pareceu aliviado e calmo. Como se tivesse acabado de sair de uma tormenta. Havia algo de muito estranho na morte de Narcisa Malfoy e Hermione queria saber o que era.

Ela levantou-se do chão e começou a caminhar de volta à estufa de vidro onde se realizava o velório. Ao entrar percebeu que Draco conversava nervosamente com três pessoas que ela, infelizmente, conhecia muito bem.

*******

Ele levantou-se começou a andar de volta à antiga estufa de sua mãe. Estava triste pelo fato de ela ter morrido, mas aliviado, pelo menos assim ela não sofreria mais. Ainda não conseguira chorar e, por mais que quisesse aliviar dor que sentia, sabia que ali não era lugar nem hora para isso.

Foi tomado por um cheiro de rosas e terra molhada, os preferidos da mãe. Deixou-se ficar no portal por alguns instantes, apenas sentido o cheiro que tanto lhe lembrava a mãe. Mas logo avistou duas figuras imponentes que haviam acabado de entra no local e que vinham em sua direção.

_ Draco, precisamos conversar! – sua tia Bellatriz falou o agarrando pelo braço.

_ Meus pêsames pra você também, tia – debochou arrancando o braço da mão dela.

_ Nós não estamos aqui de brincadeira, moleque!

_ Olha aqui, está é a minha casa e eu não sou mais o moleque que vocês mandavam titia! – sibilou colocando um excesso de deboche e nojo na última palavra.

_ Draco, use do bom senso: o que você está fazendo com aquele bando de traidores e sangues ruins? – havia um tom de súplica e esperteza na voz da tia, e ele logo percebeu. – aquela casa imunda já foi a respeitável mansão Black, mas hoje não passava de um covil pra aquele cachorro imundo e aquele bando de traidores do sangue e sangues-ruins! Não é lugar para um Malfoy.

_ Aquele “covil” foi o que eu chamei de lar até hoje e aquele cachorro e o bando de “sangues-ruins” e “traidores do sangue” foram quem me deram abrigo e proteção! Quanto ao nome Malfoy, não se preocupe, não o uso mais! – rosnou com raiva tentando controlar a voz – Então limpe essa sua boca antes de falar deles, “vadia de Voldemort”!

_ Olha como você fala comigo, seu moleque – a morena ordenou segurando-lhe novamente pelo braço e ameaçando dar-lhe um tapa no rosto.


_ Que foi? Não gostou de lembrar que você só está viva por que dava para ele? – ele puxou o braço com força – Ou eu errei de amante? Você também queria pegar o Sirius, não é? Mas, ele não ficaria com uma mulher tão nojenta quanto você!

_ Como você se atreve, garoto? Você é muito petulante!

_ Que foi? Não gostou de saber que sua mulher te traia e só casou com você por interesse? – debochou – Agora vão embora! Esse é o enterro da minha mãe! Tenham, ao menos, consideração!!! – ele estava ficando com raiva. Como eles tinham coragem de entrar ali depois de tudo o que fizeram? – vão embora ou eu expulso vocês daqui!

_ Draco, nós somos seus tios e ela era minha irmã! – ela sentenciou baixo.

_ É, mas você não pensou nisso quando fez o que fez, não é? – a raiva começava a dominá-lo – É culpa de vocês e do meu pai ela ter morrido! Agora sumam daqui ou eu vou ter o maior prazer em deixar os aurores aqui presentes prenderem vocês e os jogarem em Azkaban! – sentenciou apontando para os vários aurores ali presentes que os observavam.

_ Você vai se arrepender, moleque! – foi o que ele ouviu antes deles saírem porta afora.

Draco sentia um misto de alívio e preocupação depois de enfrentar os tios. Gostou do que fez, mas sabia que nunca mais teria paz.

*********
Dois meses depois...

_ Harry, vocês não podem fazer isso, é suicídio! – Hermione tentava desesperadamente convencê-lo.

_ Mione, você mesma sabe que mesmo depois da morte de Voldemort ainda existem muitos comensais fazendo atrocidades por aí. A gente tem que detê-los! –ele implorou.

_ Então, eu vou com vocês!

_ Não, não vai! – retrucou – Mi, por favor, entenda: eu sei que você enfrentou trilhares de Comensais comigo e com o Rony, mas nós não estamos levando ninguém que não seja Auror, e você é enfermeira e preparadora de porções do St. Mungos. Entende? –ele suplicava pelo bom senso dela.

_ Droga, Harry, e eu como fico? – choramingou – Vai você, o Ron, a Luna e a Gina, com quem eu fico? – era verdade que todos estavam morando juntos desde a guerra, como forma de proteção. E era verdade também que ele ainda não havia pensado nisso.

_ Está bem, me pegou... – suspirou derrotado – Mas vou pensar em algo... – ponderou a encarando. Ela tinha água nos olhos preocupados – Oh, Mione, não faz isso não... – suplicou sentando ao lado dela na cama e a abraçando. – É pro seu bem, juro! – sussurrou dando-lhe um beijo na testa.

_ Pro meu bem?!? – ela brigou rouca – Como pode ser pro meu bem se eu vou morrer de preocupação com os meus amigos? Droga, Harry! – ela se abraçou ainda mais ao amigo chorando baixo.

Às vezes, quando as pessoas sentem muito medo de algo, elas não contam pra ninguém, com medo que, ao falar sobre aquilo, se torne verdade. Assim era Hermione, ela sentia tanto medo de ficar sozinha novamente que ela não falava sobre aquilo. Mas, nunca conseguia esquecer ou superar o medo.

Ela não conseguia suportar a idéia de ficar sozinha novamente. Passara toda a sua infância como a menina esquisita que fazia coisas assustadoras, e mesmo com todo o apoio que seus pais lhe davam, não era a mesma coisa que um amigo. Quando foi para Hogwarts e conheceu o Rony e o Harry sabia que havia finalmente encontrado os seus amigos. E, desde então, ela não se sentia mais sozinha, rejeitada ou esquisita. Sabia que sempre ia tê-los quando precisasse de ajuda ou apoio. Por isso não queria deixá-los ir atrás dos comensais, sabia que eles estavam fracos, mas eles estavam com raiva e ódio e ela sabia do que uma pessoa é capaz quando esta com ódio. Iriam todos pra cima de Harry e Rony, sem se importa com os outros. E, mesmo sabendo que eles eram bruxos excepcionais, temia por eles.

(N/A: TA, EU ADOREI SABER Q VCS GOSTARAM, E MESMO RECEBEMDO SO 2 COMENTES :( EU ACHO Q GOSTARAM, E TO POSTANDO O RESTANTE, MAS O CAP 2 SO VEM COM MAIS COMENTES, OK?

QUERO AGRADECER A PRI POTTERMANÍACA E A ANNA FLETCHER, VALEU GAROTAS E CONTINUEM ME DIZENDO O Q ACHAM!!!!

BJUM, ATE O CAP 2!!!

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