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12. Ódio e Paixão


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo Doze – Ódio e Paixão


“It’s like I’m the one you love to hate – É como se eu fosse a pessoa que você ama odiar”
Shut up! – Simple Plan



Gina se surpreendeu ao sentir a mão fria de Draco a puxar para dentro do quarto dele, e por isso ela foi sem resmungar. Na verdade, ela estava esperando por aquilo. Queria uma explicação dele. Por quê ele tentara estragar tudo? Por quê ele estava fazendo aquilo com ela?

O barulho da porta batendo atrás dela a despertou. Gina então encarou Malfoy como se nunca tivessem se visto. Ele andava de um lado para o outro do quarto luxuoso, esperava que ela dissesse algo.

- O que quer de mim? – perguntou a ruiva.

- Precisa dizer? – disse, frio.

- Se você quer sexo, vou logo avisando que...

- É claro que não, Gina. Nem mesmo Draco Malfoy pensa em sexo numa hora dessas... – ele se exaltou.

- O que é então?

Draco respirou fundo. Era duro pra ele fazer aquilo.

– Quero me desculpar.

- Se desculpar? – disse Gina, incrédula. Será que estava delirando? Ou ele é quem estava?

- Eu sei que a Sangue-Ruim é sua amiga, mas você mesma me disse outro dia que não a suportava mais... – ele tentou encontrar palavras, disse tudo lentamente.

- Não acredito que vai me pedir desculpas por isso... Eu estou me lixando pra Hermione! Ela que se exploda! – gritou Gina. Não agüentava mais sufocar a angustia que sentia. Era como um mau-pressentimento, pois tudo estava dando errado.

- Mas então...por quê ficou tão brava comigo?

- Como se fosse novidade! – ela continuou berrando - Pensa que eu não sei que você fez aquilo pra que o Harry não entrasse no grupo?

- Ok... E se eu tiver feito? – perguntou ele, voltando à frieza habitual. Ele não conseguia se manter sóbrio com Gina gritando daquele jeito.

- Só prova o quanto eu fui burra em perdoar você! – ela provocou. – Sabe, Draco... Eu pensei que nós pudéssemos nos dar bem... Mas acho que a gente só se entende na cama, e assim não dá! – ela disse. Gina estava pronta para abrir a porta quando ele a segurou pelo braço.

Olhos nos olhos, eles ficaram muito próximos. O suficiente para um sentir até as batidas do coração do outro. Mas os olhares estavam carregados de raiva e ressentimento. Gina, porque achava incrível o jeito que Draco a fazia odiá-lo e amá-lo ao mesmo tempo; Draco, porque era difícil admitir que Gina gostava de Harry.

- Acho que está na hora de termos uma conversa que há muito estamos adiando. – ele disse.

- Na minha opinião, já resolvemos tudo que tínhamos pendente. – disse Gina, mais calma.

- Tem coisas que eu queria ouvir de você. E eu queria te dizer algo também.

Gina apenas continuou o observando.

- Gina... Eu não fiz aquilo com você porque eu sou cruel e sem sentimentos... Muito pelo contrário. Eu te obriguei a ficar comigo porque não queria que ficasse com mais ninguém – ele fez uma pausa – Ohh, Gina... Nos tempos de Hogwarts, você me fez sentir o que eu mais temia. Eu comecei a gostar de você de verdade.

Gina o encarava profundamente. E ela não disse uma só palavra, e nem queria; e nem podia. As palavras dele estavam tocando mais fundo do que ela gostaria que tocassem. O que seria aquilo?

Vendo a ‘não reação’ de Gina, ele prosseguiu.

– Indiretamente, foi pelo mesmo motivo que eu fiz isso hoje... Porque eu não suportaria perder você para o Potter.

- Como pode perder algo que nunca teve, Draco? – ela permanecia fria, apesar de balançada.

- Já é bastante ruim ter que dividi-la com o Miguel... Eu não quero que você seja dele, Gina! Não entende?

- Isso é uma obsessão, e não amor, se é o que você diz que sente.

- É só que... Ele é um babaca! – gritou Draco, perdendo o controle.

- Pois eu não acho. E a sua opinião não me afeta em nada. Aliás, ela não me interessa.

Draco passou a mão pelos cabelos exageradamente louros – Dói, Gina. Saber que você não me ouve dói muito.

- Você merece sentir dor. Tanta dor quanto eu senti quando vi você com a Hermione...

- Sentiu dor?

- Sim, pois eu achava que você tinha mudado. – respondeu.

- O que significa que você tinha esperanças... – ele sorriu, cheio de si. – Vamos, Gina. Admita que você é louca por mim e que estava com ciúmes.

- Eu já te disse o quanto você é patético? – ela revirou os olhos.

- Eu já te disse o quanto você é teimosa e orgulhosa? – ele alfinetou. Gina o lançou um olhar mortal.

Ela se virou para a porta novamente e a mesma coisa aconteceu. Só que desta vez, Draco a puxou pelo braço de um jeito tão forte e possessivo que ela foi parar na boca dele. Gina sabia que fora proposital, e agora estava fazendo tudo o que podia para não corresponder ao beijo que Draco tentava dar. O único problema era que ele tinha razão; ela não resistia a ele.

- Não... Faz...

Gina tentou empurrá-lo, mas ele era demasiado forte. Ela já estava começando a ceder, como ele sabia que ela faria. Em questão de milésimos de segundos, estavam em um beijo quente. Muito quente.

Ele tomou a cintura dela com uma das mãos, enquanto as de Gina já puxavam o seu pescoço para mais perto, fazendo a língua de Draco penetrá-la mais afundo, explorar cada canto de sua boca... Um calor subia pela coluna de Gina. Um calor que ela só sentia pelo famoso Draco Malfoy.

A mão dele deslizou por toda a extensão das costas de Gina, fazendo o calor se propagar ao resto do corpo, até que Draco colocou a mão por dentro da blusa vermelha que ela usava. Ao sentir o toque da mão dele em sua pele, Gina arrepiou-se toda e afastou-se dele, já que o ar faltava em seus pulmões.

- Você é um covarde... – ela sussurrou. Ele a encarou e se aproximou do seu pescoço. Beijou cada parte, levando a ruiva à loucura.

- Você é linda... – ele sussurrou ao pé de seu ouvido, após ter mordiscado levemente o seu pescoço.

Era por isso que ela não resistia; Ele conhecia todos os seus pontos fracos, sabia ser o mais gentil dos amantes e tinha um toque estonteante...

- Draco... – Gina suspirou.

Ele voltou e beijou-a sensualmente, ainda passando as mãos por suas costas. Habilmente, abriu o sutiã dela e levou as mãos aos seus seios. Gina parou o beijo e arrancou a própria blusa e o sutiã o mais rápido que pôde para voltar a beijá-lo. Ela mesma repuxava a camiseta do loiro, amassando-a toda e fazendo Draco sentir seu desejo de ser dele.

No intervalo entre os beijos ela também arrancou a camiseta dele e passou a apertar as costas do loiro tão forte que ela chegou a ficar arranhada. Gina já podia sentir em seu ventre o membro de Draco pulsar em igual desejo. Então ela levou as mãos macias até a calça dele e abriu o zíper e o botão rapidamente, urgente como o beijo que mantinham há vários minutos.

As mãos de Gina invadiram a cueca de Draco e logo acariciavam seu membro ereto. Draco soltou um gemido, parando de beijar a ruiva. Ele a abraçou e distribuiu beijos em todo o seu pescoço enquanto Gina começava a fazer movimentos frenéticos de cima para baixo, deixando Draco em êxtase.

Na necessidade de fazê-la sentir o mesmo, ele também escorregou as mãos para dentro da calça jeans de Gina, colocando os dois dedos médios dentro da vagina da ruiva. Ela soltou um gemido muito alto e começou a gemer descontrolada, enquanto Draco empurrava os dedos mais afundo. Ela também intensificou os movimentos, batendo cada vez mais rápido e forte.

- Gina... – ele sussurrou, ofegante. – Pára...

Ela obedeceu e o sentiu parar de masturbá-la. Gina ficou parada observando ele terminar de retirar as calças, o membro pulsante de prazer, e então ele a puxou para mais perto de si. Trocaram mais um beijo gritante e Draco empurrou Gina até a parede atrás dela.

Draco se inclinou até poder beijar os seios fartos e macios que Gina possuía. Ela estremecia a cada mordida, chupada ou lambida. Draco dizia alguma coisa que ela não pôde identificar, mas isso não importava... Tudo que ela queria agora era senti-lo dentro de si, como se os dois fossem um só. Só que o loiro não parecia ter pressa e continuou passando as mãos por todo o corpo dela e beijando e acariciando e lambendo seus seios...

- Draco... Anda... – ela pediu entre aos suspiros. Ele sorriu maldosamente e passou a beijar o pescoço de Gina.

- Você nunca ouviu falar em preliminares? – ele perguntou, quase num gemido. Era claro que ele mesmo não agüentava mais esperar. Ela o conhecia bem demais; Draco queria que ela implorasse.

- Esqueça isso... – ela pediu – Me... Fode.

Draco deu-lhe mais um beijo rápido e ergueu a perna esquerda de Gina, a penetrando forte e de uma só vez. O grito que ela deu o estimulou de tal maneira que agora ela continuava gritando. Draco forçava seu corpo para dentro do dela o mais rápido que podia, gerando um prazer e um ritmo perfeitos.

Na intensidade das estocadas, ambos sentiram uma eletricidade percorrer todo o corpo e o orgasmo veio, inevitável, numa sensação incrível. Gina berrou quando sentiu o esperma quente de Draco invadindo seu interior e, logo depois, se deixou cair nos braços dele.

Draco a levou até a cama e se jogou lá logo em seguida. Deitou-se bem próximo à Gina, que tinha os cabelos suados espalhados pela cama. Se encararam.

- Esse não é o melhor jeito de resolver os problemas. Embora seja o melhor jeito de esquecê-los. – observou Gina, em voz baixa.

- Que problemas? – ele sorriu.

- Ás vezes você me intriga. – ela continuou. – É tão carinhoso comigo e depois é tão rude e grosseiro e...

Draco a calou com um beijo. Quando se separaram, ele manteve a mão repousada na cintura dela, pois os dois estavam de lado, um de frente para o outro.

- Eu não quero mais ser assim, se você não gosta. Você disse que não se importa com o que eu penso, mas eu me importo com o que você pensa.

- Draco. Eu gosto de você. Não queria deixar de ficar com você e por isso queria que o Harry entrasse no grupo. E hoje mesmo ele jogou isso na minha cara. Perguntou se eu não estava sendo egoísta. E reconheço que estou.

- Você quer dizer que não queria desistir de mim?

- Desistir não seria a palavra. Eu só não queria me afastar de você. Acho que tenho medo de assumir um compromisso sério com alguém.

- Gina, não abandone o grupo por ele. Ele não vai te fazer feliz. Ninguém vai te fazer feliz como eu faço.

- Se estiver se referindo a prazer físico, é a mais pura verdade. Mais estou começando a achar que a felicidade não é só isso.

- Estou dizendo, Gina, me ouça. O Potter não vai saber te dar valor.

Gina suspirou e se virou para cima, admirando o teto. O que era melhor? A felicidade ou a certeza da felicidade?

- Me perdoou? – ele perguntou, com um meio sorriso.

- Eu sempre o faço, não é, Draco?

Ele a puxou para mais perto e a abraçou, até que adormeceram.





Hermione estava tentando trabalhar; Não conseguia. Tudo passava rápido demais pela sua cabeça. A sua manhã havia sido horrível por dois motivos. O que Malfoy tentou fazer, é óbvio, era o motivo principal. Mas algo que a preocupava era os segredos que Harry tinha com Gina.

Eles – Harry e ela - sempre confiaram um no outro, como os amigos que eram. E agora ele tinha segredos com Gina. Ela não conseguia, por mais que pensasse, descobrir o que eles poderiam querer manter em segredo. Ainda mais dela, Hermione. Não havia nada que eles não pudesse contar a ela. Ou havia?

Ela bem que havia notado o jeito que Harry ficou mais furioso ainda ao saber que Malfoy abusara de Gina. Mas isso era natural, eles eram amigos. Então, o que explicava os olhares cúmplices e o ciúme que ela tinha certeza de ter percebido que Gina sentia?

A única explicação era que eles ainda sentiam alguma coisa um pelo outro – mesmo que fosse mínima. Harry ficara com ciúmes de Gina; Gina ficara com ciúmes de Harry. Tudo se encaixava.

Oh, Merlin... O que eles estavam fazendo com ela?

Era uma coisa que Hermione teria que descobrir.




N/A: Eu não sei como me redimir pela demora! Demorando menos, talvez... Me desculpem?
Esse cap. nem tá tãão grande assim, foi mais pra atualizar que eu postei. Obrigado a todos que comentaram e me desculpem mais uma vez – teve gente vindo aqui todo dia pedir atualização.
Grata, Thaís Potter Malfoy.
OBS.: Quanto mais comentários, mais rápido sai o próximo capitulo.




N.B.:comentem pessoas! a mamãe gastou seu tempo precioso nisso ao invéz de cuidar da re; u.u
bló bló! comentem, okay? ^^

Thaís: Hey! Eu gastei meu tempo nisso mais cuidei de vc! Você não é uma filha abandonada!
Renata: ^^ Mais mesmo assim eu tive que fazer minha mamadeira! A cozinha tá uma beleza!

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