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2. Enfim em casa


Fic: Os Encantos da Fênix


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Vamos indo que no caminho eu conto pra vocês o que aconteceu hoje.

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Cap. 02
Enfim em casa


Entraram no carro, Hermione no volante, Rony no passageiro, Harry e Gina atrás. Rony foi reclamando do modo que Hermione dirigia, durante os 15 minutos iniciais da viagem e só parou quando ela perguntou se ele queria ir dirigindo. Ele é lógico negou e Gina o mandou se calar.

A viagem foi tranqüila, Harry contou tudo o que tinha acontecido naquela manhã e todos ficaram surpresos com a crise de consciência da tia de Harry. Eles falaram sobre muitas coisas, contaram a Harry dos preparativos do casamento e Gina expôs toda a sua frustração por ter que usar um vestido escolhido por Fleur, para ir ao casamento e o pior, o vestido de Gabrielle, irmã de Fleur seria igual ao seu e sua irritação aumentou quando Rony contou que a irmã de sua cunhada, não parava de perguntar quando ele (Harry) iria chegar.

Para acalmá-la, Harry discretamente enlaçou sua mão na da garota e fez-lhe um carinho com os lábios, murmurando em seu ouvido que tinha certeza que ela ficaria maravilhosa. A garota sorriu e beijou-lhe a mão que segurava a sua.

Chegaram a Toca, cerca de 2 horas depois. A senhora Weasley estava os esperando pro almoço e estava impaciente com a demora, apavorando a todos dizendo que tinha acontecido alguma coisa. Assim que desembarcaram do carro, a matriarca correu para verificar se estavam todos inteiros, com uma atenção especial a Harry.

- Ah! Querido, você está bem? Está tão abatido.

- Vamos entrar e comer, você precisa se alimentar.

Ao entrar na casa, Harry pode reparar para sua alegria que tudo estava exatamente do mesmo jeito, como adorava aquele lugar e aquelas pessoas.

Alem da Sra Weasley, estavam na casa, Fred e George, Gui e Fleur, Gabrielle e depois Harry percebeu que entravam na casa mais algumas pessoas, entre elas Alastor Moody, Tonks com seus cabelos cor-de–rosa e Remo Lupin, provavelmente sua guarda. Andou em direção ao maroto que lhe deu um abraço apertado e perguntou se estava tudo bem.

- Melhor agora Remo. – Harry respondeu correndo os olhos pela casa e parando em uma linda ruiva que conversava animada com Tonks.

- Vocês se acertaram? – O maroto perguntou com um olhar divertido.

- Não sei, precisamos conversar.

- Então faça isso e não a perca, ela é muito valiosa pra ser jogada fora, entendeu?

- Disso eu sei, mas é mais complicado que isso Remo, eu tenho medo de perdê-la, eu tenho medo que “ele” a tire de mim.

- Ela sabe se defender, confie nela. - E saiu passando a mão nos cabelos de Harry os despenteando ainda mais.

A Sra Weasley chamou todos pra almoçar no quintal da casa, onde haviam duas grandes mesas prontas os esperando. Após o almoço, as meninas foram ajudar a matriarca na cozinha, os bruxos mais velhos foram resolver coisas da Ordem, Fred e Jorge voltaram pra loja no Beco Diagonal, Gui e Fleur e Gabrielle – para a alegria de Gina, pois a menina ficava o tempo todo puxando papo com Harry - foram com eles pra resolverem mais alguns detalhes do casamento e Harry e Rony resolveram jogar xadrez enquanto descansavam da viagem.

Quando elas voltaram da cozinha, chamaram os rapazes pra darem uma volta nos jardins da Toca, Rony queria jogar quadribol, mas Gina tinha outra coisa em mente e Hermione percebeu as intenções da amiga e logo o dissuadiu da idéia.

Saíram em direção ao bosque e logo se separaram.

Harry e Gina sentaram-se embaixo de uma árvore perto do riacho, estavam meio sem jeito ainda, mas resolveram que era a hora de conversarem, para resolverem como seriam as coisas dali pra frente.

- Eu nem sei por onde começar. – Harry começou um pouco encabulado.

- Harry, eu entendi as suas intenções, só não acho justo você decidir sobre o nosso futuro. Está claro pra nós dois que o que a gente sente, é muito maior do que um simples namorico e não dá pra acabar assim.

- Eu sei, mas eu não sei o que fazer, você não vai poder ir com a gente e de qualquer jeito vamos ficar separados. E se eu morrer? – ela tentou interromper, mas ele com um gesto de mão pediu que ele esperasse - E se demorar muito pra voltar? Não é justo te deixar aqui me esperando, você tem que seguir com a sua vida.

- Nunca mais fale uma coisa dessas entendeu! Você não vai morrer, as coisas vão ser difíceis, mas você não vai morrer. – ela passou a mão no rosto dele carinhosamente – Harry é isso que você não está entendendo. Quem tem que decidir se vai te esperar ou não, sou eu. E entenda, mesmo você me deixando, eu nunca iria te deixar. Eu te esperaria de qualquer maneira. – Ele não agüentou e derramou a 1ª lágrima – Nós vamos ficar juntos de qualquer maneira, nem que seja escondido, já que você tem tanto medo de me expor como sua garota – ela disse isso com uma olhar maroto que o iluminou.

- Eu não sei Gin...

- Harry, você não me ama?

- Claro que amo, mais do que você possa imaginar, e é por isso mesmo que eu tenho medo.

- Nada vai me acontecer, eu sei me cuidar.

- É, já ouvi muito isso hoje – disse passando a mão nos cabelos.

- Então porque você não acredita? Que saco! Pare de me tratar como criança e me trate como mulher. Eu sei do que Vo..Voldemort é capaz, ou você já se esqueceu que eu passei o meu 1º ano na companhia dele. – estava rubra de nervoso, e Harry ficou impressionado de vê-la dizer o nome do bruxo que todos temiam.

- Você está ciente de que ele vai tentar te usar pra me pegar, ele sabe que o meu fraco são as pessoas que eu amo, e você, o Ron e a Mione são os primeiros da lista.

- Sei, e nem por isso o Ron e a Mione vão ficar trancados em casa.

- Gin, você ainda não pode fazer magia fora da escola, o Ministério não está muito feliz com a minha falta de esclarecimentos e com certeza quando souber que não vou voltar pra escola, vai vir atrás de mim. Andei conversando com a Mione e ela acha melhor pedirmos apoio ao pessoal da Ordem, vamos conversar com o Remo e o Moddy e decidir o que fazer, mas você não vai poder ir com a gente, e tem outra, os seus pais ainda não sabem de nada e duvido que vão permitir que você vá de qualquer maneira.

- E se a escola não reabrir? Eu não quero ir pra Beauxbatons, é muito longe e a gente não ia poder se ver nem nos feriados. – falou com uma voz chorosa e apertou ainda mais a mão dele.

- Calma ruiva. – Disse carinhosamente afagando seus cabelos. – Não vamos sofrer por antecipação.

- Mas eu já estou avisando, vou fazer o maior escândalo, eu não quero ficar tão longe de casa assim. – abraçou com força e encostou a cabeça na curva do pescoço de Harry. Ele prendeu a respiração por senti-la tão perto.

- E como nós ficamos então? – ele perguntou em um sussurro em seus ouvidos. Ela levantou a cabeça e o encarou.

- O que a gente tem que decidir é quem poderá saber de nós dois. Acho que aqui em casa não tem problema, e algumas pessoas mais próximas da Ordem também.

- Uma porque eu nunca ia conseguir convencer o Lupin, ele percebeu logo quando chegamos.

- É a gente vai ter que tomar cuidado pra não dar bandeira.

- Isso vai dar um trabalho... Mas o que eu não faço pela minha ruiva.

- Então, você é oficialmente “meu”? – disse se levantando e puxando-o pela mão.

- Sou todo seu. E você é só minha – enlaçou-a pela cintura e estreitou-a em seus braços, beijou sua testa, nariz e roçou levemente seus lábios nos dela. Sentiu-a estremecer ao toque, olhou bem nos seus olhos e beijou-a com todo o amor que sentia.

Quando se sentiu abraçada estremeceu, seu coração parecia que ia sair pela boca e o de Harry não estava muito diferente do seu, derreteu quando ele começou a beijar seu rosto, “Deus como isso é bom”, pensou quando ele lhe roçava os lábios e fixava seus olhos no seu, depois disso se perdeu em um beijo que traduzia tudo o que estavam sentindo naquele momento.

Harry encostou-se a arvore para ficar na mesma altura da namorada e puxou-a para si, encaixaram-se perfeitamente e beijaram-se novamente.

...------...

Um pouco distante dali um outro casal os observava. Rony estava quase indo interferir no beijo quando Hermione o impediu.

- Ron, eles estão se entendendo, deixe-os. Eles precisam disso.

- Mas Mione, eles terminaram, não podem ficar fazendo isso, quero dizer, depois vai ser pior pra Gina.

- Eles terminaram, mas não deixaram de se amar, ou você acha que o Harry não está sofrendo com tudo isso. Ele a ama Ron, e isso, se tratando do Harry é muito sério. Por favor, não interfira. – falou em um tom que acaba com a discussão.- Imagine se fosse com você, o que você faria? – perguntou olhando em seus olhos. Ele pensou um pouco.

- Eu não sei o que faria, já que não posso impedi-la de ir conosco. – seus olhos brilhavam e sentia-se extremamente encabulado. Tinha acabado de se declarar pra Mione. Ela o olhou assustada e quase não acreditou no que ele havia dito. Ele estava dizendo que gostava dela, “ah Merlim, só posso estar sonhando”.

- É, eu também não sei o que faria, já que não posso te impedir de ir – eles se olharam por uns minutos e Rony se aproximou dela, colocou uma das mãos no rosto dela e a outra posicionou na cintura, puxando-a para mais perto, ela prendeu a respiração, mas deixou-se levar. Então ele beijou-a lentamente, sentido cada momento daquele simples encostar de lábios. Ela derreteu-se em seus braços, não estava acreditando que finalmente eles tinham se acertado. Rony aprofundou o beijo, fazendo suas línguas dançarem em perfeita harmonia. Não estava acreditando que tinha se declarado para Mione e era recíproco. Nossa, adorava essa garota e estar com ela em seus braços era um sonho.

...------...

Harry sentia-se completo com ela em seus braços, não queria e não iria perdê-la de maneira alguma. O cheiro dela, a pele macia, o toque delicado, tudo nela era maravilhoso, parecia um anjo tamanha paz que lhe transmitia. Sentiu ela se aninhar ainda mais em seus abraço, e sentiu em arrepio quando ela alcançou sua pele por baixo de sua camiseta. Ela acariciava sua cintura e ele foi perdendo o controle gradativamente, quando percebeu, estava com uma das mãos também debaixo da blusa da namorada, acariciando-lhe as costas e a outra precionando-lhe a nuca, aprofundando mais o beijo.

Gina não acreditava que eles tinham finalmente se entendido, ficou com medo de que ele não voltasse atrás de sua decisão, mas precisava tentar. Aconchegou-se ainda mais em seus braços sentindo aquele cheiro bom que ele tinha. Harry estava mais forte, não era mais aquele menino magricela que cresceu demais. Estava forte e bonito, na verdade o que veio em sua cabeça quando o viu foi que ele estava era “muiito gostoso”, mas envergonhou-se só de pensar.

Como era bom ficar em seus braços, se sentia protegida e plena. Aquele definitivamente era o seu lugar. Queria senti-lo pra provar a si mesma que não estava sonhando, e num gesto um pouco mais ousado, escorregou suas mãos por baixo de sua camiseta e começou a acariciar sua cintura. Sentiu-o estremecer e beijou-o com urgência. Estava satisfeita por sentir as reações que provocava nele. Quando sentiu a mão dele subir por suas costas, de baixo de sua blusa, soltou um lamento, ainda com os lábios grudados no do amado e deixou-o aprofundar o beijo.

Quando finalmente finalizaram aquele “amasso”, estavam ofegantes e totalmente vermelhos. Colaram as testas e ficaram se fitando por algum tempo. Até que ele resolveu quebrar o silêncio.

- Sabe, - disse passando a mão nos cabelos dela – se continuarmos assim, eu não respondo pelos meus atos... Você me deixa completamente sem controle.

- Pois não se controle – sorriu marota. – Eu não vou me controlar e vou aproveitar cada milímetro do que é meu.

- Você fala isso, porque não terá seis ruivos raivosos em cima de você.

- Há Harry, deixa que com os cabeçudos dos meus irmãos eu resolvo. Sabe, sei ser bem persuasiva quando quero.

- Então quer dizer que posso aproveitar cada milímetro do que é meu também? – Cuidado com o que fala Srta Weasley, você e nem mesmo eu, sei do que sou capaz. – disse em um tom de brincadeira provocativo.

- Então Sr. Potter, teremos que descobrir juntos, e tenho certeza que eu vou adorar.

- Não conhecia esse seu lado “assanhadinho”, e confesso que estou adorando.

- Seu bobo, isso não é assanhamento, isso é paixão, é amor. Eu confio em você e sei que se eu tenho que descobrir com alguém, você é essa pessoa. Ele olhou-a ternamente e acariciou-lhe a bochecha com o polegar.

- Obrigado pela confiança, prometo fazer tudo que estiver ao meu alcance pra te fazer feliz. Embora não saiba o que fazer. – a última frase saiu como um sussurro nervoso.

- Vamos deixar a coisa rolar, está bem. – ela disse tentando acalmar um Harry um tanto apreensivo e beijou-o carinhosamente.

Após o beijo ele ficou olhando-a, decorando cada traço do rosto de Gina, que corou com a intensidade de seu olhar.

- O que foi ruiva, está com vergonha de que? Provocou-a.

- Seu bobo! Com você me olhando dessa maneira, você queria o que? – Ele riu despreocupado.

- Ué, não posso te admirar? Acho que daqui.- fez uma cara pensativa - Vamos ver, uns 3 dias, eu já sei decor quantas sardas tem nesse seu rostinho lindo. – disse acariciando-lhe o rosto. Ela riu encabulada e beijou-lhe a mão.

- Eu te amo tanto sabia, e nem acredito que estamos assim, juntos. Sabe do que mais senti falta nesse tempo que ficamos separados? Dos seus olhos, que me aquecem e me acalmam tanto. – Num gesto delicado, tirou seus óculos e beijou seus olhos carinhosamente. – Sonhei com eles quase todos os dias...- Ahh! Em falar em sonho, você disse na carta que também sonhou comigo. O que você sonhou? - ele estava tão entorpecido com o gesto da garota que demorou pra processar o que ela havia lhe perguntado. Quando entendeu, corou furiosamente.

- Ah Gina, sonhei varias coisas. – falou desviando o olhar. Gina sorriu divertida pelo rubor do namorado.

- Que foi Potter, está com vergonha de quê? – disse repetindo a provocação do namorado. Ele ficou mais envergonhado do que já estava, se é que isso era possível, mas entrou na brincadeira dela.

- Bom, as coisas que sonhei com você posso até te mostrar, mas acho que os seus irmãos não iam ficar muito felizes se vissem. – levantou a cabeça e viu Ron e Mione vindo na direção deles. – E acho que aquele ruivo ali – e apontou pro amigo – me mataria. Ela riu.

-Mas eu vou querer saber de cada detalhe. - sorriu marota e deu um selinho no namorado, virando em seguida e encostando-se nele. Ele abraçou-a pela cintura e encostou o queixo no ombro da namorada, enquanto os amigos chegavam.

- Será que dava pra vocês pararem com esse agarramento. – Falou um Rony, em tom brincalhão, mas Harry conhecia o amigo e sabia que ele estava meio aborrecido.

- Eu não posso abraçar a minha namorada? Perguntou no mesmo tom, mas sabia que Ron entenderia perfeitamente o que ele estava querendo dizer.

- Ai nossa, que bom! – exclamou uma Mione muito feliz – Até que enfim vocês se resolveram. - Gina não pode deixar passar o fato de Rony estar segurando firmemente a mão de Mione.

- É e vejo que não fomos só nós que nos acertamos. – Falou apontando para as mãos deles. A reação foi instantânea, os dois coraram violentamente e se olharam, foi Ron que decidiu falar.

- É, então...-disse passando a mão livre nos cabelos – Eu e a Mione estamos juntos.

- Juntos como? Estão namorando ou não? Porque me desculpe Ron, mas do mesmo jeito que você protege a Gina eu vou proteger a Mione e não vou permitir que você a enrole. – Gina apertou seu braço, apoiando o namorado, e olhou para amiga que estava um pouco assustada com a reação do amigo, mas estava adorando tudo aquilo. Ron por sua vez estava pegando fogo agora. Harry estava o colocando contra a parede e ele iria ter que assumir seu relacionamento com a amiga, ou melhor, namorada. Não que ele não quisesse, mas ele não era muito bom sob pressão. Apertou mais a mão de Mione e ela acariciou a mão dele com o polegar dando-lhe apoio.

- Nós estamos namorando, o que já devería estar acontecendo há muito tempo. – Mione pulou no pescoço do então namorado e encheu-o de beijos, enquanto Harry e Gina se divertiam com a cena. Quando se soltaram, Ron encarou a irmã e o amigo.

- Como vocês vão fazer isso, o que decidiram? Perguntou sério e os dois começaram a explicar o que haviam decidido.

- Temos que tomar cuidado, ninguém pode desconfiar, pelo bem da Gina – disse uma Hermione decidida. – Mas tenho certeza de que tudo dará certo.

Conversaram mais um pouco e ouviram ao longe a Sra Weasley os chamando para tomar o lanche da tarde.

Enquanto lanchavam e conversavam, a Sra Weasley os interrompeu.

- Harry querido, quando terminar quero que vá comigo a um lugar, certo?

- Claro, estou quase acabando. - percebeu quando os outros três que estavam na mesa se olharam com cumplicidade, mas não perguntou nada.

- Acabaram de comer e Harry chamou a matriarca que estava nos fundos da casa. Ela entrou e pediu que a acompanhasse, os outros três foram logo atrás deles, subiram em direção aos quartos indo à direção oposta ao quarto de Rony, ela abriu uma porta e pediu que ele entrasse e o que ele viu, o fez perder o fôlego, Havia uma faixa em cima da cama escrita “Seja bem vindo à família Weasley” e toda a sua bagagem já estava arrumada no quarto que era pequeno, mas aconchegante, tinha uma cama, uma escrivaninha, um guarda-roupa e um pequeno banheiro, a gaiola de Edwiges já estava pendurada e ela parecia muito feliz em seu novo quarto. Uma vontade enorme de chorar lhe abateu, ele nunca teve uma demonstração de carinho tão grande – eles estavam lhe dando um quarto para morar na casa que tanto gostava e se sentia bem e com a família que ele adotara como sua – uma lagrima escorreu de seus olhos e uma Sra muito emotiva abraçou-lhe.

- Esse quarto é seu e todos ficaremos muito felizes se você decidir ficar conosco. Eu e Arthur te amamos como nosso 8º filho, e queremos muito que você fique aqui para que possamos tomar conta de você.

- Eu...Nem sei o que dizer, nunca ninguém fez uma coisa dessas pra mim antes, eu...

- Olha Harry, não dava pra você continuar no quarto dos gêmeos com aquele monte de tralhas que tem lá e o quarto do Ron, estava muito apertado pra vocês dois. – Gina disse apertando sua mão e lhe passando confiança.

- É querido, e depois que vocês terminarem a escola, você vai ficar mais bem instalado.

- Muito obrigado - disse abraçando a matriarca – Eu nem sei como agradecer o que vocês estão fazendo por mim, mas tem uma condição. Vocês vão me deixar ajudar nas despesas, porque eu como demais, e dois Rony’s em casa ninguém agüenta. Todos riram e Harry começou a explorar seu quarto.

- Foi Gina que cuidou da decoração, eu só contribui com a força física, e com o pôster, - indicando um pôster dos Cannonsno mural em cima da escrivaninha,- disse Rony, animadamente.

- Espero que tenha gostado da cor, achei que você gostaria – disse Gina manhosamente. Ele olhou-a com carinho e respondeu.

- Adorei, está tudo perfeito. Mas de súbito, lembrou-se de quem aquele quarto pertencia, olhou para a Sra Weasley meio sem jeito e perguntou.

- Mas e o Percy? Esse quarto era dele não era? A Sra Weasley respirou fundo.

- Não se preocupe com ele, quando ele vier e se vier, dormirá no galpão de Arthur, lá fora. – e indicou o velho galpão ao lado da casa. – Você merece esse quarto muito mais do que ele. – disse encerrando o assunto. – Meninos ajudem o Harry a arrumar as coisas dele que vou acabar de preparar algumas coisas pro jantar - e piscou o olho pras meninas.

- Você precisa de ajuda mamãe? – Gina perguntou, a mãe fez que não com a cabeça e saiu apressada, fechando a porta atrás de si.

Assim que a porta se fechou, Harry puxou Gina e abraçou-a.

- Você gostou mesmo, podemos mudar se você não tiver gostado de... – mas foi interrompida por um beijo apaixonado do namorado.

- E você ainda pergunta! É claro que eu gostei. Muito obrigado. – Disse dando um selinho em Gina e em seguida olhou para os amigo. – A todos, pelo carinho e consideração. Eu já tinha adotado a família de Ron como minha há muito tempo, assim como considero a Hermione minha irmã. – Mione o abraçou e deu um beijo estalado em sua bochecha.

- Eu também te considero o irmão que não tive Harry, e você merece isso e muito mais.

- Bom, vamos parar com essa melação e desfazer o malão do Harry? – Disse Ron, tentando esconder a emoção.

- É... Ron – Mione falou pegando em sua mão – Acho que o Harry não precisa da nossa ajuda pra desfazer o malão, podemos ir ajudar sua mãe, que deve estar precisando de ajuda, acho que a Gi dá conta de ajudar o Harry, não é Gi?

- Podem ir, eu ajudo o Harry. – disse entendendo a intenção da amiga.

- Ta, mas juízo vocês dois...- Ron disse franzindo as sobrancelhas. Gina encarou o irmão e murmurou.

- Não se preocupe, não faremos nada que você não faria – e deu um sorriso vitorioso ao ver as orelhas dele ficando vermelhas. – Ele bufou ao mesmo tempo em que foi puxado pra fora do quarto por Mione.

Harry riu e foi até onde seu malão estava, abriu-o e começou a tirar as coisas de lá de dentro. Enquanto acomodava seu material na escrivaninha embaixo da janela, Gina cuidava de suas roupas colocando-as em cima da cama, olhou indignada para o montinho que se formou, procurou por mais, mas não achou.

- Harry, cadê o resto das suas roupas? Você esqueceu?

- Não Gin, eu quis trazer só o que era meu, então não sobrou muita coisa.- disse apontando pro montinho – Acho que precisarei comprar algumas peças, quando formos ao Beco comprar os materiais.

- Acho que teremos que ir antes, ou você andará nu por aí. – sorriu marota – não que eu me importe, mas essa roupa aqui não vai dar nem pra uma semana. Podemos ir lá amanhã se você quiser. Mas temos que ver se algum dos adultos pode nos acompanhar, já que eles não vão deixar nós irmos sozinhos.

- Ah, se ninguém quiser ir eu não me importo de andar nu por ai. – disse em tom de brincadeira – Ainda mais com tanta gente de fora na casa.- Gina estreitou os olhos em direção ao namorado, sabendo perfeitamente que ele falava de Gabrielle.

- Ah, você não vai mesmo, nem que tenha que usar as minhas roupas. E outra coisa, eu que veja aquelazinha francesa perto de você, que eu faço um escândalo. – Ele riu divertido e enlaçou-a pela cintura.

- Não fica brava não, ruiva. Ela pode até ver, mas só você pode tocar, entendeu?

- Eu não quero nem que ela veja – disse manhosa.

- Você é muito ciumenta, sabia?

- Eu não sou ciumenta, só estou cuidando do que é meu. – abraçou-o pelo pescoço. – Eu queria ver se fosse o contrário, o que você ia fazer.

- Jogaria um azaração no indivíduo. Bem, você viu o que eu fiz com o meu primo hoje, agora, podendo usar magia, a coisa seria um pouquinho pior.

- E depois a ciumenta sou eu. Ele deu de ombros e apertou-a pela cintura.

- Só estou zelando pelo que é meu.

Continua...

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