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17. Idéias meio estranhas!


Fic: A MAIOR AMIZADE DO MUNDO


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Devidos aos apelos da Vivi por orkut, eu decidi atualizar aqui mais cedo. Escrevi tudo agora, porrrtanto deculpem-me por qualquer coisa!
Beijo e Vivi, obrigada por me acompanhar nesta árdua trajetória :D

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- Weasley, amor da minha vida! – ironizou Draco Malfoy, naquela terrível manhã de quinta-feira. Gina estava chateada, pensando em como não perder a aposta proposta por um certo loiro.

Até aquele momento a ruiva estava calma, sentada em uma poltrona. Mas com a perturbadora chegada de Malfoy, retesou-se.

- Malfoy, desamor da minha vida. – ela se deu o trabalho de responder, embora um tanto quanto indiferente dele estar ali.

- Parece triste. Potter, não é? – adicionou Draco, para irritá-la. – Ele tem muita capacidade de entristecer as pessoas.

Gina riu.

- Você é gay? “Ai, o Potter me entristece porque não me dá o amor que eu mereço”... Nossa, Malfoy, tinha certeza que sua fama toda era falsa...

Draco aceitava qualquer coisa, menos que o chamassem de homossexual. Ele não era, e Gina sabia muito bem disto.

- Idiota. – retrucou.

- Gay. – ela falou, movendo-se na poltrona.

- Burra! – ele adicionou, dando um passo para frente, certificando-se que Gina enxergava seus lábios se mexendo em cada palavra.

- Gay. – ela repetiu, com um assobio.

- Sem criatividade. – Gina levantou, ficando a um palmo do rosto de Malfoy. Ela quase podia sentir a raiva borbulhando de cada partícula do corpo dele.

- GAY! – gritou pela última vez, tornando-se ofegante.

Draco olhou bem para os olhos castanhos da menina. Poucos fios de seu cabelo vermelho berrante estavam grudados em sua boca, por causa da fina camada de batom que Gina estava usando. Ela os afastou rapidamente, ao sentir o olhar do garoto. Ele abaixou o rosto em um centímetro, para ficar da altura dela.

Então, aconteceu. Algo na memória humana é engraçado. Minutos parecem horas, horas parecem segundos e segundos podem parecer uma eternidade. No pouco tempo em que Draco fixou seu olhar na boca de Gina, ela pôde perceber o quão disposta estava a beijá-lo. Então, ele deu mais um passo. Estava perto. Nojentemente perto. O loiro se inclinou e encostou sua boca voraz nos lábios carnudos da garota.

Gina não resistiu. Pelo contrário, aproveitou. E sentiu-se como poucas vezes se sentira com Harry. Desejada. Desejada por um menino gostoso.

Malfoy se afastou antes que perdesse o controle da situação. Mordeu o lábio superior e sorriu vitorioso depois. Até que o beijo da ruiva não era de deixar a desejar.

- Vá para o inferno. – Gina disse, calculista.

- Receio que não aceitem gays no inferno. – ele respondeu, igualmente
calculista.

“Ah, então era por isso”. Tudo para provar que ele não era gay. A corrente elétrica que percorreu o corpo da menina fora uma mera ilusão de prazer? Mas ele pareceu sentir algo também. Algo malicioso.

Gina deu de ombros, fingindo que pouco se importava com a resposta de Draco.

- Aceitam qualquer tipo de criatura. – respondeu simplesmente.

- Já percebi que teve uma conversa com o Diabo.

- Nossa, com certeza. Até tomamos um chazinho amigável! – a ruiva disse, com dose perceptível de sarcasmo na voz.

- Aposto que ele te adorou. Se você não conseguir conquistar o Potter, ele é um bom marido... Só que depois você terá que ir para o inferno... Eu posso até te dar uma forcinha neste último caso. Morte não é problema para mim.

- Eu vou conseguir reconquistar o Harry. E, caso não consiga, já estarei no inferno muito antes de morrer, pois terei que sair com um trasgo feito você.

- Um trasgo que você acabou de beijar. – disse Draco, sorrindo provocante. Gina corou.

- Ora, seu... Como se atreve? Você que me beijou!

Malfoy apenas soltou uma baforada de deboche.

***
- Aula de adivinhação, Harry! – saudou Hermione, logo ao descer para o Salão Comunal e ver o novo suposto ‘namorado’ cochilando no sofá central. – Já está atrasado!

Ele bocejou.

- Bom dia para você também, Mione.

- Onde está o Rony?

- Foi se encontrar com a Luna, para compensar ontem.

Hermione suspirou, antes de completar.

- Vamos logo, então! – ralhou.

- Já vou, já vou, sua estressada. E por que a repentina vontade de querer ir para aulas de adivinhação? Você odeia esta matéria!

A garota sorriu, desmanchando em Harry qualquer resquício que houvesse que um dia morreria.

A sensação de estar com Hermione se alastrou para o resto do dia. Inclusive naquela aula de adivinhação.

- Bom-dia, alunos. – exclamou a Profa. Tralawney, pois, infelizmente, os dois não tinham tido a sorte de tomarem aulas com Firenze.

- Bom-dia, sua morcega velha maluca. – cochichou Harry, fazendo graça para a amiga.

- Hoje vamos aprender a adivinhar o futuro com poções. – a mulher excêntrica continuou, fazendo brotar ingredientes e caldeirões em cima da mesa de cada um. – Podem começar. E não demorem tanto, pois hoje é dia treze e quem for o décimo terceiro a se levantar morrerá na décima terceira hora.

- Há há há, com certeza será eu. – ironizou Harry mais uma vez, provocando risos discretos em Hermione novamente.
A bruxa virou de costas e sentou-se em sua mesa no centro da sala, olhando em uma bola de cristal. Às vezes, dava exclamações assustadas, outras murmurava: “Pobre Potter”...

Harry achava engraçado, pois tantas e tantas vezes Tralawney havia dito que ele morreria! E até hoje, ele ainda estava vivo, por Merlin.

- Professora, faremos que poção? Não teremos instruções? – perguntou Hermione, rompendo a concentração da mulher.

- Não, não terão. Podem fazer o que quiserem com qualquer ingrediente. Mas só podem usar no máximo oito coisas diferentes. – ela pontuou.

- Sabia que era maluca, eu sabia! – Hermione sussurrou, estupefata com o fato de que o que Tralawney estava pedindo era que os alunos tacassem oito ingredientes de sua escolha em um caldeirão e fizessem qualquer poção para prever o futuro.

Harry começou a picar raiz-forte. Odiava poções, e ter que fazê-las em uma aula de adivinhação era muito pior. Colocou sua raiz no caldeirão, seguido de muitas pétalas de margaridas, que exalavam um perfume delicioso. Depois, adicionou suco de caule à mistura e começou a mexer. A poção agora tinha um ar rosado muito suave, mas, incrivelmente e apesar das flores, fedia a estrume. “Dez vez para a direita, duas vezes para a esquerda e blábláblá... MEU DEUS, VAI EXPLODIR!”, ele pensou ao ver seu líquido se tornando azul-marinho. Acrescentou mais flores. A poção permaneceu azul escuro. “Ah, que droga!”. Então, Harry colocou um pouco de ossos moídos dentro do caldeirão e, magicamente o que antes era feio se tornou bonito. Quer dizer, a poção azul se tornou vermelho vivo. Ele resolveu parar por aí, pois achou que tinha encontrado uma mistura agradável e nem tão mal cheirosa.

Depois de que todos estavam com suas próprias poções, Tralawney passou de mesa em mesa lendo o que significavam. Na de Hermione (tom verde claro), ela comunicou que a garota teria muita calmaria interior nos dias seguintes. Na de Harry, por sua vez, disse que ele enfrentaria mares tortuosos, pois o vermelho indicava sangue. “E eu que pensei em amor. Patético!”, Harry murmurou para si mesmo. Hermione ouviu e deu risada.
Quando a professora os liberou, o garoto da cicatriz achou ótimo. Estava louco para encontrar Rony (que não tinha aparecido ainda) e estava ainda mais louco para sair daquela sala escura e claustrofóbica de Adivinhação.

Para a hora do almoço, Rony finalmente deu o ar da graça.

- Aleluia, irmãos! Por onde esteve, Rony? – Harry queixou-se.

- Descobrimos coisas sobre a horcrux. Digo, a Luna não sabe que o diamante é uma horcrux, mas me contou uma história dele. A história não foi nada de extraordinário, pois nós já a conhecemos – sobre Ravenclaw usar e aquilo tudo -, mas Luna me disse algumas coisas curiosas sobre Cho Chang.
Harry sentiu seu coração acelerar. Eram da vida dele que estavam tratando. Da vida dele e de seus amigos.

- O que foi! CONTE LOGO! – Harry exaltou-se, desesperado.

- Luna apenas me contou que Cho passa a maior parte do tempo lamentando sobre sua família e chorando pelos cantos, murmurando frases desconexas sobre Draco Malfoy. – Rony respondeu, dando ênfase ao nome de Draco, de maneira sugestiva.

- Você não acha que...? – Harry disse.

- Impossível! – Hermione exclamou.

- Mas como?! – Harry falou mais uma vez.

- Não importa como, mas acho que Draco Malfoy está aqui em Hogwarts tentando levar o diamante para fora. E quem está ajudando-o é Cho. Mas ela está sendo obrigada, pois Malfoy está ameaçando sua família! Não faz sentido?

- Infelizmente sim. – decretou Hermione.

O cérebro de Harry viajava a quilômetros dali, em velocidade. Malfoy? Ali, procurando pela mesma coisa que ele? Ou pior, quase encontrando? Ou pior ainda, já em posse, prestes a entregar a Voldemort?
Era uma idéia estranha. Muito estranha.

***
- Com licença, Malfoy, vou sair daqui. Não consigo respirar o mesmo ar que você. – Gina comentou, saindo do dormitório feminino, em direção a biblioteca. Ela já tinha descoberto o que fazer com Harry. Ia dar à ele uma poção do amor. Digo, ela jamais gostaria de estragar um romance entre Harry/Hermione, mas aposta era aposta e ela não gostava de perder.
Ela não ia perder. Não enquanto fosse uma ruivinha determinada chamada Gina Weasley, determinou para si mesma, sorrindo marotamente. Harry Potter ia ser dela de novo. “Não há ganho sem perda”, disse, para parar com martírios.


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N/A: Medo da Gina, muito medo, medo intendo :X~
AHUAHAUIHSUIAHSAUI O.O'
desculpa ficar tanto tempo sem att. Mas tah aí, saiu finalmente!
AAAAAAH! E eu tinha escrito duas páginas, só que chutei a tomada e acabei perdendo tudo. Merda! Mas reescrevi e foi esta porcaria que saiu. Em todo caso, achei mais justo com vocês atulizar agora.
beijos ;*

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