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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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10. Desespero


Fic: Descobrindo os Prazeres da Vida NC18


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: A partir daqui começa as partes novas da fic, que eu escrevi já na versão pós-hog... Se vc não leu os outros caps. na versão nova, leia agora e depois leia esse cap.!! Se não vc vai ficar meio perdido... Vlw e desculpa qlqr coisa!! BjO, Tha.

Capitulo Dez – Desespero

“No, you don’t know what is like, when nothing feels alright – Não você não sabe como é, quando nada parece bem...”
Welcome to my Life – Simple Plan

Harry e Cho saíram do quarto abraçados e voltaram para a mesa onde agora não havia ninguém. Os dois perderam a noção do tempo e, provavelmente, os outros haviam se cansado de esperá-los. Eles também resolveram ir embora. Andaram pelas ruelas e travessas do Beco e trocavam sorrisos e olhares a toda hora.

- Sabe, Cho. – começou Harry. – Acabei de perceber que você foi a primeira garota que beijei e agora eu tive a minha primeira vez com você...

- E eu fico muito feliz por isso... – disse ela, sorrindo – Sempre gostei de você. Até quando o Cedrico era vivo.

- Você nunca o esqueceu, não é?

- É difícil. Ele foi o meu primeiro cara também. Além de ser o chefe do grupo naquela época.

- Ahn... E o que achou de mim? – perguntou Harry, divertindo-se.

- Pra sua primeira vez... Nota nove. – disse ela. Harry ergueu as sombracelhas.

- Bom saber... – observou ele. – Escuta, Cho, eu tenho que ir. Aparece lá no meu escritório qualquer dia. – completou antes de aparatar em seu quarto. Harry não queria encontrar Hermione. Apesar dos momentos bons que passaram juntos, ele ainda não conseguia encará-la normalmente.

Harry estava tão envolvido em seus pensamentos que teve uma surpresa ao constatar quem estava deitado em sua cama. Ou melhor, quem estava deitada em sua cama. Isabel estava lá, e em uma pose bem provocativa... Mantinha uma perna meio dobrada e a outra esticada, cada uma com distancia da outra. Ela segurava a cabeceira da cama com as duas mãos, como que se apoiando.

- Demorou, garanhão. – disse ela, sorrindo. – Se divertiu com a Cho? Acredito que sim.

- Sim, me diverti. – disse ele. Harry tirou o casaco e o pendurou na cadeira de sua escrivaninha. – O que faz aqui, Bel? – perguntou ele.

- Vim te contar a pequena conversa que tive com a Granger.

- Falou com Hermione? O que ela disse?

Isabel contou-lhe toda a “discussão” que tiveram.

- E eu acho melhor você ir falar com ela e resolver isso o mais rápido possível. – terminou Isabel, piscando um olho e aparatando. No exato instante, Hermione entrou docemente pela porta do quarto.

- Olá – disse ela, com carinho. – Eu já te contei a novidade do dia? – perguntou ela.

- Que terminou com o Rony? – perguntou Harry, indo até a porta e encostando-a. Voltou-se para ela de novo.

- As noticias correm mais rápido do que eu esperava. – disse ela.

- Isabel me disse. – explicou. A mulher apenas permaneceu em silêncio. – Mas me diga qual foi o motivo do fim de um relacionamento tão estável... – brincou ele.

- Não sei. – Hermione entrou na brincadeira – Acho que o motivo tem olhos verdes, é alto, forte, lindo...

- Continue... Eu adoro quando as pessoas falam das minhas poucas qualidades. – disse ele.

- A Cho também fala sobre as suas qualidades? – perguntou Hermione. Harry gelou. Mas, afinal, ela não poderia saber, poderia?

- Não... – respondeu, cínico.

- Mas ela as aprecia muito bem. – continuou Hermione. - Depois de ver o ‘desentupidor de pia’ em que vocês estavam hoje à tarde eu quase tive dúvidas...

- Aquilo foi um desafio. Do jogo, você sabe... – explicou-se novamente.

- O desafio era se matarem asfixiados? – perguntou Hermione, irônica.

- Está com ciúmes? – perguntou Harry, com cara de cachorro sem dono.

- Estou sim, mas não mude de assunto. – disse ela, séria.

- Isso significa que a Srta. também gosta de mim?

- Pode ser, mas...

- E a Srta. aceitaria namorar comigo?

- Precisa responder?

Harry sorriu e se aproximou de Hermione. Estava feliz. Afinal, não seria nenhum sacrifício namorar Hermione. Eles ficaram muito próximos. Tão próximos que seus narizes se encostavam, misturando as respirações descompassadas. Harry puxou Hermione para si e a beijou apaixonadamente. Com ela, era tudo diferente. Ele não podia simplesmente agarrá-la. Mas não se importava, pois os beijos dela eram calmos e bons...

- Eu... Aposto que você... Ficou morrendo... De inveja da Cho... – dizia ele, entre os beijos. – Aposto que também quer um beijo daqueles, de dez minutos...

- Posso tê-los a hora que quiser agora, não é, Potter? – perguntou ela, sorrindo para os olhos verdes.

- Claro, meu amor... – disse ele, meio inconsciente. Harry sorriu para si ao descobrir que não seria tão ruim namorar a Srta. Certinha Granger...

- Sabe, eu decidi uma coisa hoje... – disse Hermione. Pela cara de Harry, ela prosseguiu – Eu acho que quero... Ter minha primeira vez com você porque sei que não vai me magoar. – ela disse, sorrindo. Embora sorrisse também, aquelas palavras pesaram em Harry...

- Quando? – foi a única coisa que ele disse.

- Quando você quiser... – disse ela.

- Hoje?

- Não. Tenho que terminar um relatório para uma reunião de amanhã. Um negócio indispensável. Quem sabe amanhã à noite? – propôs ela. Harry sorriu e a beijou novamente antes de Hermione sair, voltando para o seu quarto.

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Hermione mal podia acreditar. Harry era como um sonho com que ela esperava nunca ter de acordar. Ele sabia ser irresistível e charmoso, carinhoso e sedutor. Namorá-lo seria uma experiência da qual ela jamais se esqueceria. Agora que descobrira que gostava dele, não o largaria de jeito nenhum.

Hermione acordou com um sorriso inquestionável na manhã do Domingo, antes que os outros “amigos” acordassem, tomou café e foi até o seu escritório. Ela ainda não fazia idéia de quem era o seu cliente, mas deveria ser algo importante e urgente, sendo que o “desconhecido” estava pagando um alto preço para tê-la como sua advogava.

O sorriso em que ela estava quando acordou sumiu como fumaça quando o telefone de sua mesa tocou e o porteiro anunciou o Sr. Malfoy. Logo, a porta foi aberta e um loiro azedo entrou com o mesmo ar superior de anos antes. Mesmo Harry derrotando Voldemort e mandando todos os Comensais para cadeias mais seguras, os Malfoy ainda eram conhecidos por se envolverem com Magia Negra e práticas criminosas.

- Se eu soubesse que você era o cliente, nem teria me dado ao trabalho de acordar tão cedo. – disse Hermione, levantando-se de sua cadeira. Draco se aproximou dela, ficando a meio metro de distancia.

- Bom dia para você também, Granger. – disse ele, sorrindo.

- Vamos parar com a palhaçada. Retire-se, por favor. – disse ela. – Eu não quero perder o meu domingo vendo sua cara aguada ao invés de fazer coisas melhores. – completou. Hermione foi até a porta e a abriu.

- Aproveite, Granger. A minha companhia com certeza é melhor do que a do seu ‘namoradinho’. – debochou Malfoy. Hermione se assustou com um brilho estranho que havia no olhar dele. Draco foi até ela e fechou a porta.

- Pode ter certeza de que ele é mil vezes mais agradável do que você. – disse ela, em contra partida. – E como sabe sobre o nosso namoro?

- Londres inteira sabe sobre você e o Weasley... – disse Malfoy. Ela riu.

- Você não devia ser tão desinformado, Malfoy. – disse ela.

- Olhem só... A Sangue-Ruim já mudou de ‘amor’ – continuou ele, mas sem debochar. Malfoy estava com ódio, isso era bem claro. – Daqui a pouco serei eu.

- Nem em pesadelos você me vem à mente. – respondeu ela, séria. - Retire-se, por favor.

- Não. Eu estou lhe pagando muito bem. Tem certeza de que não vai querer prestar serviços a mim?

- Desde de que seja rápido. – concordou ela, finalmente. – Vamos ao que interessa. – Hermione foi até a sua mesa e sentou na cadeira. Malfoy continuou em pé, embora se aproximasse muito.

Vamos ao que me interessa ou ao que te interessa? – perguntou ele.

- Não entendi. – respondeu ela, intrigada com a expressão indecifrável que ele mantinha.

Num movimento rápido, Malfoy puxou sua varinha e convocou a dela. Depois, trancou a porta da sala e lançou um feitiço para que ninguém os ouvisse, enquanto Hermione parecia demasiado assustada para tentar reagir. O loiro ria maliciosamente e seus olhos brilhavam tanto que ela conseguia enxergar pura maldade neles.

- Se acalme, querida - disse ele, guardando ambas as varinhas no bolso de sua capa preta. – Prometo que, se você cooperar, não vai sentir dor. – Malfoy foi se aproximando de Hermione e está se levantou, com medo. Quanto mais se afastava, mas Malfoy se aproximava até que ela bateu na parede e não havia para onde fugir.

- Fique longe... – ofegou Hermione

- Não posso te tocar a distancia.

Hermione suava frio, tremia e ofegava. Aquelas mãos geladas passeavam pelo seu rosto, dando-lhe nojo. Ela tentava inutilmente se afastar de Draco, mas este era muito mais forte. Ela sentiu o nariz dele raspar no seu e então fechou os olhos o mais forte que pôde. Pressionava um lábio contra o outro, afim de impedir que um beijo acontecesse. Uma lágrima solitária escorreu a face de Hermione.

- Se você colaborar, vai ser a melhor transa da sua vida, eu garanto. – dizia Malfoy.

- Por que faz isso? O que tem contra mim? – perguntou ela, desesperada. Suas respirações já se misturavam de maneira angustiante.

- Eu tenho meus motivos...

Malfoy segurou firmemente o pescoço da morena e puxou-a para mais perto, unindo seus lábios. Ele empurrava sua língua contra a boca dela, quase a forçando a abrir. Mas Hermione não cedia. Ele então desceu os lábios até o pescoço dela, respirando o forte perfume e beijando toda a sua extensão enquanto desabotoava rapidamente a blusa branca de linha que a mulher usava. Malfoy segurou um de seus seios, ainda sob o sutiã, e os apertou.

- Você é bem gostosinha, Granger... – comentou ele, indo com os lábios em direção a boca dela novamente. Hermione não entendia o porquê dele fazer aquilo, mas sabia que boa coisa não era. O que Malfoy poderia ter visto nela?

O ódio de Hermione a fazia bufar de raiva e, numa atitude impensada, ela cuspiu no rosto do loiro. De repente, ele parou de ‘agarrá-la’. Levou as mãos ao rosto, limpando a bochecha esquerda e deu um sorriso vampírico.

- Adoro sexo selvagem – sussurrou ele, ao pé do ouvido de Hermione. – Se você tivesse me dito antes, eu já teria mudado minha abordagem.

Agora ele arrancava a blusa de Hermione com fúria e deixava marcas vermelhas em sua pele macia. Ela não sabia se gritava ou tentava impedi-lo. Mas, se gritasse, ela sabia que não iria ser ouvida. Acho melhor agir logo, ou então ele conseguiria o que queria... Hermione começou a socar o ombro de Malfoy com toda a força que tinha e ele ria gostosamente.

- Esses tapinhas só me excitam mais, Mione... – disse ele, lambendo longamente todo o colo da mulher até chegar em seus seios fartos. Hermione ficou com mais raiva ainda. Somente Harry e Rony a chamavam pelo apelido... As mãos dele deslizaram pelas coxas dela, passaram por suas costas e se apoiaram em seu pescoço enquanto ele tentava beijá-la novamente.

- Harry... – suspirou Hermione, sem querer. Mas foi maior do que ela.

- Então o Potter é o seu namoradinho... – disse Malfoy.

- Me solta, Malfoy... – suplicava Hermione. Ele lambeu um dos seios dela com vontade.

- Não agora que eu sei que o futuro corno é o Potter...

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- Você parece cansada. – disse Harry, adentrando o quarto da ruiva mais linda que conhecera. – Senti muito a tua falta. – Ele se sentou na cama, junto com ela.

- Também senti a sua falta... – disse Gina, aproximando-se para beijá-lo. Tocaram os lábios, mas Harry a afastou. – O que foi?

- Agora eu sou um homem comprometido... – comentou Harry, rindo. – Eu e Hermione estamos namorando. – disse ele, ao observar a expressão da ruiva.

- AH! – exclamou Gina. – Isso é ótimo! Algum avanço com a prova?

- Ela me disse que está ‘pronta’. – disse Harry.

- Você ficou com ela o dia todo ontem? – perguntou Gina, enciumada.

- Não. Fiquei com a Cho. – disse Harry.

- Dormiu com ela?

- Unhum. Parece que temos alguém muito ciumenta aqui... – disse Harry. Gina sorriu-lhe maliciosamente.

- Agora só falta tirar a virgindade da Mione e vamos nos divertir... – Ela o beijou novamente. – Ontem eu tentei fazer o Malfoy mudar sua prova, mas não consegui. – continuou ela.

- Passou o dia com ele?

- Acho que temos duas pessoas ciumentas aqui... – riram juntos.

- O que fez para ele mudar a prova? – quis saber Harry.

- Me vesti de mulher-gato e dei uma festinha particular para ele, com direito a chicotadas e tudo. – contou Gina. Harry fez uma cara de “não-estou-nem-ai”. – Quando estivermos finalmente livres pra fazer o que quisermos, eu prometo fazer uma festinha pra você também... Além disso, eu amo você e não o Draco.

- Também te amo. – sorriu ele. Gina se aproximou dele, mas se afastou novamente, hesitando. – O quê?

- E se a Hermione entrar? – perguntou Gina.

- Ela está numa reunião. Disse que é um negócio indispensável. – disse Harry.

- Espere um pouco... – sussurrou Gina, lembrando-se das palavras de Draco antes que ela voltasse pra casa. “Amanhã tenho um negócio indispensável” ele dissera, na noite anterior. – Oh, meu Merlin! Vai acontecer de novo! – disse Gina, levantando-se rapidamente.

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N/A: Aqui estou eu depois de duas décadas!! Espero realmente que tenha valido a pena todo o meu trabalho pra passar a fic pra pós-hogwarts!! Comentem, oks!? Desculpa pela demora, mas acho que o cap. 11 só o ano que vem!! Ahhh, e desculpem ter feito a Mione passar por isso, mas vcs vão entender... BjO, Tha.

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Comentários: 1

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Enviado por Camila Rosa em 16/05/2011

Não acredito! O Draco é um tremendo de um filho da puta!

E preferia o Cedric como presidente!

Oh glória!

 

Beijos

Nota: 5

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