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6. A doença Inesperada


Fic: Antes era só um amigo...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 6 - A doença Inesperada
As férias de verão começaram. E Hermione foi pra casa dos seus pais. Neste momento ela estava sentada em sua cama analizando algumas propostas de emprego, mas, seus pensamentos estavam muito longe de todos aqueles papéis, eles estavam em uma cena que aconteceu à 7 meses atrás, quando um certo ruivo a beijou.
Ela sonhava com essa cena todas as noites, e lamentava não ter tido tanta coragem para deixar aquilo acontecer novamente, e nem ter dado a Rony a oportunidade de tocar nesse assunto. Ela queria que aquele momento único ficasse para sempre em suas lembranças. Não somente em lembranças, ela queria Rony para ela, só pra ela.
A única pessoa que ela tinha certeza que sabia disso era Gina, afinal era a única amizade feminina de Hermione. E foi muito engraçado ver Gina dando pulinhos de alegria quando Hermine contou que tinha beijado Rony. "Sabia que uma dia isso iria acontecer", foi assim que Gina falou quando Hermione contou a ela.
Mas, derrepente Hermione ouviu um CRAK, e isso era com certeza barulho de alguém aparatando, foi até o corredor, mas não precisou abrir a porta, ela já estava aberta. Hermione então resolveu que havia imaginado o som e fechou a porta do quarto, porém quando a fechou levou um susto com quem estava ali atrás.
Era Dobby.
Mas ele estava com as roupas mais estranhas que Hermione já o tinha visto até agora. Usava uma calça jeans preta, uma blusa social verde-limão, três pares de meia por cima da calça e um sapato azul-celeste.

- Dobby trouxe um recado pra menina Hermione - ele sorria exultante - Um recado de Harry Potter, senhorita.

Hermione riu quando Dobby, que estava morando com Harry na casa dos Weasley, se curvou pra ela fazendo com seu nariz absurdamente grande tocassse o chão.

- Então - disse Hermione - Qual é o recado?
- Harry Potter diz pra senhorita estar na Toca às 8 horas da noite de hoje. - falou o elfo se curvando mais uma vez - Disse ele que vamos ter um jantar de comemoração.
- Obrigada, Dobby. Diga a ele que eu estarei lá. - mas derrepente Hermione se lembrou de uma coisa - Dobby... Harry ta pagando a você pra trabalhar na Toca?
- Sim senhorita... Dobby gosta de receber o ordenado dele... Mas, Dobby tem que ir. Dobby tem que ajudar a sra. Weasley com o jantar - ele fez mais uma reverência e desaparatou.

Hermione, muito contente, resolveu deixar para analisar todas aquelas propostas de emprego mais tarde, quando estivesse com mais cabeça. Pois neste momento ela estava pensando em como ficava tão boba todas as vezes que sabia que iria ver o Rony, dessa vez não foi diferente...
***
Quando às seis horas foram se aproximando, Hermione resolveu deixar Rony em segundo plano, mas sempre em primeiro, sabe..., deixaria ele de lado por um momento, mas se arrumaria pensando nele.
Encontrar-se com ele depois que terminaram a escola, para eles poderem conversarem em paz era tudo que ela estava querendo.
Ela também ainda não havia esquecido de um certo loiro que conhecera na festa do Ministério, que depois soube por Harry que se chamava Théo Newman, ele era um ano mais velho que Harry, trabalhava no Ministério da Magia da Bulgária, acabara de pedir transferência para o ministério Britânico. "Pra que quer saber tanto" perguntou Harry a ela com um sorriso maroto no rosto, "Por que você está tão interessada?".
Durante o banho ela ficou REALMENTE pensando porque seria que estava tão interessada. Talvez fosse porque ele era um homem interessante. Vestiu uma roupa simples, mas bonita. E às 19:30, aparatou na Toca tentando imaginar o que estaria para acontecer assim que ela batesse na porta da cozinha... Tudo o que ela imaginou não chegava aos pés do que estava por vir...
***
Ela mal chegou perto da porta e ela foi aberta por Harry, que naquele momento estava sorrindo radiante. Hermione imaginou que tudo isso seria o amor, já que ele e Gina tinha reatado o namoro no mesmo dia em que aconteceu...

- Vai me dar um abraço ou vai ficar aí me olhando? - perguntou Harry sorrindo para ela. Ela estava com tanta saudade do amigo que o abraçou com todas as suas forças de uma maneira que podia jurar que estava quase sufocando-o.
- Dá pra você soltar o meu namorado? - Gina apareceu atrás do Harry sorrindo. Hermione a abraçou também.
- Como estão vocês? - perguntou ela com um sorriso radiante.
- Estamos todos bem. Vejo que você também - respondeu Gina admirando a amiga.

Hermione sorriu.

- E o resto do pessoal? Qual é o motivo do jantar? Alguma coisa especial? Ou é...
- Calma, Hermione. Desse jeito você nos deixa loucos com tanta pergunta - disse Gina interrompendo o bombardeio de perguntas de Hermione, e aproveitando a distração de Harry com um barulho vindo da cozinha - O "pessoal" que você perguntou está no quarto dele trocando de roupa - o comentário de Gina fez Hermione corar.
Como Harry não ouviu o que Gina tinha dito, respondeu:
- O resto do pessoal está lá dentro, o motivo do jantar nem eu sei, mas Gui pediu pra eu te chamar. E a última pergunta eu respondi na segunda... - terminou ele ofegante - Não sei como vocês duas conseguem falar tão rápido...

Hermione e Gina entraram ainda rindo de Harry, que olhava pra elas procurando a graça no que tinha dito.
O resto da família Weasley estava na sala. Gui e Fleur, Carlinhos e a namorada Mariana Phelps, Sr. e a Sra. Weasley, Fred e Jorge, Percy e Penelope, mas tinha alguém naquela sala que não era da família, e isso se notava de longe, pois nem de longe aqueles cabelos loiros pareciam os ruivos da família...

- Olá Hermione! - disse Théo dando um beijo na bochecha de Hermione - Está tudo bem com você?
- Oi Théo! - respondeu ela corando um pouco pelo beijo - Estou ótima e você?
- Estou bem!

Hermione cumprimentou o resto da família Weasley e se sentou ao lado de Gina que começou a jogar piadinhas sobre Hermione e Rony, e, Hermione e Théo.
Ela não sabia o que estava mais estranho: se era o fato de Rony não ter descido, ou então foi a senhora Weasley levando a comida dele no quarto, e que quando voltou disse a eles para não perturbarem o Roniquinho, ou se foi o anúncio de Gui dizendo que...

- Fleur está grávida.
- Grávida?!? - a senhora Weasley estava pasma com a notícia - Mas você tem certeza né? Quer dizer... Não é só uma suposição?
- Non senhorra Weasley - disse Fleur sorrindo - Gui e eu decimos contarr só quando tivéssemos cerrteza. E nós já a temos.
- Que ótima notícia - gritou a senhora Weasley - Arthur, nós vamos ter um netinho!!! - agora ela literalmente estava dando pulinhos na cozinha.

Todos parabenizaram aos futuros papais. Hermione deu um beijo em Fleur e um abraço em Gui, eles mereciam toda aquela felicidade, e se dirigiu à varanda dos fundos, que era o lugar onde melhor dava pra ver a janela do quarto de Rony.
Sentou-se em um banco de jardim, e ficou olhando pra janela do quarto dele imaginando o momento em que ele apareceria ali e ela o pediria para descer. Ficou muito tempo sentada naquele banco ou assim lhe pareceu até que ela ouviu um barulho vindo da mesma porta de onde ela havia saido, mas não era aquela pessoa que ela estava esperando, não era Rony, era Théo.

- Posso sentar aqui com você? - perguntou ele.
- Sem problemas.
- Foi uma pena você ter saido tão cedo da festa no Ministério aquele dia, você realmente perdeu uma ótima festa! - comentou ele.
- Tenho certeza que pra onde eu fui, foi bem melhor que qualquer festa - ela tentou dizer isso sem parecer arrogante ou coisa parecida, mas pela cara do Théo... Ela não conseguiu - Desculpe - murmurou ela inaldivelmente.

Depois dessa tremenda "furada" que ela cometeu eles conversaram amigavelmente. Ele fazia perguntas sobre ela, e ao mesmo tempo fazia comentários sobre a vida dele. Ela surpreendeu duas vezes Gina olhando para eles da janela da sala, mas não ligou, afinal eles não estava fazendo nada de mais. Até que ela olhou o relógio...

- Por Merlin! Já são 11 horas! - disse ela se levantando - Me desculpe mas eu tenho que ir pra casa.
- Espera! - falou Théo se levantando também. Ela reparou que ele não era tão alto quanto Rony, e que os olhos dele não perfuravam os dela como os do Rony... Afinal o que ela estava pensando... Ele NÃO era o Rony - Eu vou entrar com você, Mas antes - ele segurou as mãos dela, "Que estranho!" pensou ela, já que ela não gelou igual acontecia quando Rony segurava as suas mãos, "Francamente, Hermione, ele não é o Rony" pensou ela se censurando - Eu queria... - ele se aproximou o bastante pra ela pensar se queria fazer aquilo, até que finalmente...
- Hermione.
- Ronald - disse ela sorrindo pro ruivo - Pensei que você não fosse descer e...
- O que você está fazendo aqui fora com ele? - perguntou ele apontando para Théo.
- Nós só estavamos conversando - respondeu Hermione - Na realidade nos despedindo, que eu já estava indo pra casa.
- Então eu vou deixar vocês se despedirem em paz. Não quero atrapalhar.
- O que quer dizer com isso Ronald? E... - ela olhou pra ele com a expressão mais indigesta que ela conseguiu fazer, e se sentou novamente. “ Ele está tendo um ataque de ciúmes logo agora... Como pode ser tão insensível ao ponto de não ver quem eu gosto de verdade... E não ver que desde o momento em que eu o conheci eu sabia que seríamos amigos pra sempre, quem sabe até muito mais que amigos? Eu tive a certeza do que poderia acontecer depois daquele beijo, por que não podemos 'viver felizes para sempre' como nos contos de fadas? Afinal quando estou perto dele me sinto como uma donzela em perigo e ele é o meu cavaleiro da armadura brilhante...”
Théo sentou-se ao lado dela e a envolveu com seu braço esquerdo.
- Tá vendo o que você fez? - falou ele muito ríspido com Rony - Você conseguiu aborrecer a Hermione!
- Dá pra você nos dar licença? Eu quero conversar com ela sozinho! - Rony já estava com as orelhas muito vermelhas, sinal de perigo. Ele puxou a varinha e ficou girando ela entre os dedos.
- Não vou deixar você sozinho com ela! - exclamou Théo. - Você vai acabar fazendo com que ela...
- Afinal quem você pensa que é pra agir assim com a Hermione? Eu sou amigo dela já faz muito tempo, e eu a am... - ele parou sua fala assim que Hermione o olhou nos olhos.
- Ronald - começou ela tentando manter a voz, ele já estava começando a deixá-la irritada - Diga logo o que você quer, porque eu tenho que entrar e me despedir do pessoal pra poder ir pra casa. Meus pais já devem estar preocupados.
- Eu queria falar com você. Pode ser, ou ele vai ter que ficar também? - disse ele indicando Théo com a cabeça. Faíscas vermelhas saíram da ponta da varinha.
- Não fale assim com Théo - retrucou ela puxando a varinha também, mas a mantendo apontada para baixo.
- Eu falo do jeito que quiser, e com que quiser - respodeu ele alterando ainda mais a voz.
- Você é patético, Ronald! - disse ela andando em direção a ele.
- Ótimo, então! É assim que você pensa?

Hermione olhou pra trás, mais especificamente o banco onde Théo estava sentado, percebeu que ele estava um tanto desconcertado por presenciar uma briga daquelas.

- É Ronald. É exatamente assim que eu penso.

Ela caminhou um pouco para longe de Théo e Rony foi atrás dela.

- Eu acho melhor deixar vocês em paz! Tudo bem por você Hermione? - perguntou Théo olhando para ela. E a menina só precisou confirmar com a cabeça.

Quando Théo entrou novamente n'A Toca Hermione resolveu ignorar Rony e ver onde aquela história iria dar, ficando então de costas pra ele e de frente para a porta onde Théo tinha acabado de entrar.

- Uhn... Er... Hermione? - pelo tom de voz que ele estava usando, ela pôde identificar o quanto inseguro ele estava - Eu não gosto de ver você e esse cara juntos...
- Com quem eu falo ou deixo de falar não é da sua conta Ronald, aliás, nada do que eu faço é da sua conta - ele a tinha deixado com os nervos a flor da pele, e só ele era capaz de levá-la a extremos dessa maneira. Só ele era capaz de fazer seu coração esquentar de amor e gelar de ódio, não exatamente ódio, mas um amor infinito querendo se deixar extravazar de qualquer maneira. E maneiras de se extravazar só existem duas: com beijos de tirar o fôlego ou com brigas memoráveis. Hoje, pelo jeito que a conversa começara, eles MAIS UMA VEZ iriam seguir a segunda opção, afinal, raiva que ela estava era tão grande que estrapolava qualquer limite de sanidade que poderia ter.
- Mas ele não me inspira confiança - disse ele em tom de desabafo - Só está aqui hoje porque além de ser amigo do Harry, também é amigo do Gui e... - ele foi interrompido por Hermione.
- Fala logo o que você quer, Ronald! - ela já estava impaciente.
- É que.. Er... Uhn... Eu queria te pedir - e foi interrompido mais uma vez, não por Hermione, mas por um estalo muito alto - Ouviu isso? - perguntou ele a Hermione. Mas ela pareceu não ouvir, nem a pergunta dele e nem o estalo, estava com seus pensamentos em outro lugar. " Ele vai me pedir alguma coisa... Será que ele vai fazer O pedido, ou só UM pedido..." Só a menção da palavra "PEDIR" de Rony faz Hermione pular de alegria por dentro, só por dentro, no coração, no caso, A PAIXÃO. A paixão que ela nutria por ele queria que ela se pendurasse no pescoço de Rony e o beijasse até que um deles desmaiasse sem ar, mas a razão dela não permitiria. Não iria deixar que ela fizesse isso sem antes liberar toda raiva que ela estava sentindo naquele momento.

- Hermione? Você ainda está aí? - perguntou Rony segurando no braço dela e a a liberando de seus devaneios, fazendo a menina gelar por completo.

Um outro estalo dessa vez mais próximo tirou a concentração de Hermione e fez Rony desviar os olhos e soltar a mão do braço dela.
Era Harry.

- Mione, a Sra. Weasley quer falar com você - disse ele dirigindo-se a amiga.
- OK. Tô indo - ela já estava entrando, mas não se impediu de ouvir Harry chamando Rony pra uma partida de Snap Explosivo com ele, o Théo e os gêmeos. Mas Rony disse que preferiria ficar sentado ali um pouco.

Ela entrou novamente na cozinha d'A Toca e viu Théo e os gêmeos subindo para o quarto da "dupla" para mais uma partida de Snap Explosivo com Harry, que estava indo logo atrás deles, Gina e Arnoldo (o mini-pufe da ruiva) brincando sentados em um canto da cozinha, os outros já tinham ido embora, provavelmente enquanto ela estava discutido com Rony, mas ela foi andando em direção a Sra. Weasley que estava sentada em uma cadeira mais ao canto tricotando supostamente um par de sapatinhos para o 1º neto.
Quando Molly viu Hermione, sorriu, se levantou e indicou a porta da sala para que elas pudessem conversar melhor. Na sala da Toca não havia ninguém. As duas sentaram-se no sofá, e a senhora Weasley começou a dizer:

- Hermione, quando você começa a trabalhar?
- Ainda não decidi onde, mas... Todas as propostas que eu recebi tem início em 1º de Outubro, por quê Sra. Weasley?

A Senhora Weasley ainda hesitou, mas disse por fim:

- Eu sei que talvez não seja a melhor hora para te pedir isso - ela respirou fundo - Eu sei também que você pode não querer mas... Eu gostaria que você ficasse aqui durante esse mês, sabe? Pelo menos até o dia 11 do mês que vem, que é...
- Quando Gina faz dezessete anos - completou ela - Eu sei - acrescentou.
- É... e bem - continuou a ruiva-mãe - Também tem o aniversário do Harry...
- Tudo bem, Sra. Weasley - disse Hermione - Eu venho pra cá.
- Pensei que você não fosse querer vir por causa...
- Do Ronald? - a interrompeu Hermione.
- Bem.. É... - disse a sra. Weasley - Eu vi vocês discutindo lá fora. E só pra constar: vocês berram feito dois cantores de ópera, só que sem a mínima afinação, diga-se de passagem - terminou ela sorrindo pra Hermione.

Ainda sorrindo pelo comentário de Molly, ela ficou por um instante imaginado o escândalo que ela e Rony estavam fazendo, Hermione continuou mais séria:

- É que aquela ameba ruiva às vezes me tira do sério - e vendo a expressão da sra. Weasley pelo modo com o qual ela chamou o seu filho acrescentou - Me desculpe sra. Weasley, mas é que o Ronald me irrita... - ela percebeu que Molly sorriu quando ela disse isso. - É sério - acrescentou.
- Sabe, Hermione - começou Molly ainda sorrindo - Eu acho que o Rony nunca te irritou de verdade. E que as implicâncias dele com você, suas "irritações" com ele e todas essas brigas de vocês são apenas uma máscara, uma forma que vocês usam para camuflar a realidade. E essa realidade, querida, é uma só: vocês se amam. Se amam e só precisam aprender a deixar de fugir disso. O amor é uma coisa muito grave para ficar escondido dentro da gente, Hermione... - concluiu ela se levantando - Espero você no sábado - disse ela indo em direção aos quartos e deixando Hermione sentada no sofá com essa nota enigmática.

Como em Terra Rony poderia amá-la? Como aquele legume insensível, com os mesmos sentimentos de uma ameba, com o emocional tão forte quanto o de uma panqueca, poderia nutrir por ela um sentimento tão forte quanto o amor? Mas ela não era a pessoa certa para contestar isso. Ela deveria somente acreditar e se sentir feliz, pois já que a Sra. Weasley que sabia muito da vida, e conhecia Rony como ninguém, disse que ele a amava, quem era ela pra duvidar?

Hermione já tinha se levantado para ir embora, muito mais feliz do que já esteve. Tinha deixado para se resolver com Rony quando voltasse pra Toca no sábado, dando tempo assim, pra Rony refletir um pouco também. Caminhando lentamente até a cozinha para se despedir quando ouviu um berro vindo dos jardins, a voz que ela reconheceu ser de Gina. Ela saiu correndo pela cozinha foi até os jardins chegando lá viu Gina ajoelhada no chão com...

- RONY - berrou Hermione assim que ela viu o ruivo caído no chão, com cortes profundos no rosto e no corpo, deitado em uma poça de sangue, desmaiado. Ela correu mais ainda e se ajoelhou ao lado de Gina, que assim como ela tinha lágrimas nos olhos. A ruiva tinha feito parar de sangrar, provavelmente por um feitiço, e agora tinha retirado o casaco azul de linho que usava e estava limpando o sangue do rosto do irmão. Nesta hora a sra. Weasley apareceu mas só de ver o filho da varanda desmaiou ali mesmo. Harry no entanto que estava jogando Snap Explosivo com Fred, Jorge e Théo, no quarto dos gêmeos, pareceu ter o pensamento mais óbvio do que fazer em uma hora dessas. Pegou uma velha lata no chão da Toca, apontou a varinha pra ela e murmurou "Portus", a lata brilhou azul por alguns segundos e vibrou ruidosamente na mão dele por um tempo, então tornou a se imobilizar. Virou-se para os outros e disse:

- Fred, Jorge, Gina vocês podem ficar e reanimem sua mãe, quando ela estiver bem a leve ao St. Mungus, Théo você vem comigo, o Rony é muito pesado pra eu levar sozinho, e Hermione se você quiser ficar com eles, fica, se não é melhor ir pra casa, vai ser melhor pra você - completou Harry olhando pro rosto sem cor da amiga.
- Você acha que eu vou ficar? - interpôs a ruiva - Até parece que não me conhece!
- Eu vou com vocês também - protestou Hermione.
- Então tá - ele sabia que não adiatava discutir com elas, a teimosia das duas já era grande quando sozinhas, juntas então nem se fala - Vamos. Quando eu contar até três. Ahhh - disse ele virando-se para os gêmeos novamente - Seu pai teve que voltar ao Ministério. Avise a ele onde nós fomos.

Enquanto Harry falava Hermione segurou a mão de Rony, tinha um pedaço de papel amassado, ela pegou, dobrou e o colocou no bolso, resolveu que, o quer que fosse poderia ficar para outra hora. Já que agora Rony era mais importante.

- Hermione - chamou Harry por ela, a chave de portal já estava brilhando, ela colocou a mão ali no último instante. Sentiu a costumeira sensação de estar sendo puxada para trás pelo umbigo, girando. Até que seus pés tocaram o chão impecavelmente limpo do St. Mungus.

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