FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

29. CAPÍTULO 29


Fic: WITH A LITTLE HELP FROM MY FRIENDS


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

OLA PESSOAL GOSTARIA DE DEIXA BEM CLARO QUE A FIC NAO E MINHA E SIM DO CARLOS BERT SILVA QUE ME DEU AUTORIZAÇAO DE POSTALA AQUI NO FLOREIOS.



BEM, COMO TODO MUNDO SABE HP E CIA. NÃO SÃO MEUS OU EU JÁ TERIA MATADO O SNAPE E CORTADO O SEBOSO EM PEDACINHOS.



CAPÍTULO 29

Paul Chi determinou finalmente que Harry não precisava mais ficar no Refúgio. Como estava bem melhor, não havia mais necessidade de permanecer naquele clima gélido da Finlândia. Como bons grifinórios que eram, portanto confusos e indecisos, o “Trio Maravilha” passou horas discutindo para onde iriam com Harry. Nem pensar na casa daqueles trouxas desgraçados que prendiam o coitado debaixo da escada quando ele era criança. Pensaram na Toca (precisa ser um Weasley para batizar a casa dessa forma!), mas depois chegaram à conclusão que seria melhor um lugar mais perto do St. Mungus, uma vez que o moreno precisava fazer vistas periódicas ao hospital. Embora Rony e Hermione tivessem sido aprovados nos testes de aparatação, Harry não tinha mais poderes.

Harry não tinha mais poderes! Essa frase martelava a minha mente. Provavelmente eu iria me matar se estivesse no lugar dele. Decidimos que só as pessoas muito próximas seriam informadas sobre esse fato. Não precisávamos de adeptos de Voldemort aproveitando-se da fraqueza dele para se vingar do “garoto que sobreviveu”. Não que eu acreditasse que existiam ainda muitos por aí hoje em dia. Mas nunca se sabe.

Quando os visitei, o casal grifinório estava contente com o fato de poder ingressar na Escola de Aurores. Weasley iria ingressar no corpo de combate e investigação, enquanto Hermione iria para a área de pesquisas. Discretamente olhei Harry e ele parecia realmente feliz com o sucesso dos amigos. Haviam decidido que morariam em Londres, a poucas quadras do St. Mungus e do Ministério da Magia, onde o casal em breve iniciaria o curso. Depois de infindáveis discussões, ficou decidido que Harry pagaria o aluguel do apartamento. O casal tentou protestar, mas ele disse que era o mínimo que poderia fazer pelos amigos depois de todo o tempo em que cuidaram dele. Passariam alguns dias na Toca e depois algum tempo com os pais de Hermione, antes de se instalarem no apartamento.

E, é claro, agüentariam toda a presepada do ministério que queria transformar Harry num santo. Se hipocrisia matasse...

Eu estava presente com a minha melhor roupa bruxa quando Harry recebeu a Ordem de Merlin. Ainda com dificuldade para andar, ele subiu até o palco improvisado no Ministério da Magia, com ajuda dos amigos e recebeu a condecoração. Para surpresa e constrangimento de muitos, homenageou Dumbledore, Simas Finnigan e outras pessoas que faleceram na guerra e criticou duramente, embora de maneira indireta, os que não acreditaram imediatamente no perigo representado por Voldemort e aqueles que eram preconceituosos demais para reconhecer o verdadeiro inimigo. A última frase foi dita com o olhar fixo no ministro Whitehouse, que se mexeu desconfortavelmente na cadeira. O prêmio de cinco mil galeões oferecido a ele pelo ministério foi doado a uma instituição presidia por Molly Weasley que ajudava as vítimas da guerra contra o Lorde das Trevas. Por fim, agradeceu especialmente aos amigos Hermione Granger, Rony Weasley e Draco Malfoy. Sim, vocês ouviram bem, Draco Malfoy, ou seja, eu!

Houve uma ovação gigantesca, ao fim da qual, de novo amparado pelos amigos, Harry desceu do palco, sendo beijado na face por Hermione, que tinha os olhos cheios de lágrimas. Depois, uma multidão de ruivos de várias idades e tamanhos o abraçou. Por fim, Gina Weasley, cada vez mais bonita, deu-lhe um grande beijo na boca, arrancando assobios e mais aplausos dos presentes. Eu olhava pesaroso a cena. Quem precisava de Draco Malfoy, tendo tanto amor? Aí me lembrei que tinha um pequeno trunfo. Como bom sonserino que era, tinha O Trunfo.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Draco, muito bonito com roupas casuais de trouxas apareceu na casa dos Grangers numa bela noite. Estávamos há uma semana na casa dos pais de Hermione e eu já estava sem jeito com a amabilidade do casal. De alguma maneira eles sabiam que eu era uma espécie de herói do mundo mágico. Ficavam muito preocupados com as minhas crises de dor, que se manifestavam nas horas menos apropriadas.

Draco foi extremamente simpático com os Grangers, revelando que estava realmente mudado. Nunca o imaginei tratando bem os trouxas.

- Venha aqui, Harry – disse-me Rony, me puxando para junto dele.

- Pode sentar perto do Rony sem medo – explicou-me Hermione – Meus pais já foram dormir – cochichou ela.

Rony me beijou e começou a massagear minhas costas e meus ombros. Havia pontos que quando tocados, diminuíam minha dor. Hermione havia estudado algumas técnicas orientais trouxas para lidar com dores crônicas e as havia ensinado ao namorado. Como o ruivo tinha mais forças nas mãos, sua massagem era normalmente mais eficiente. Tenho notado que Rony se esmera em demasia em cuidados e carinhos comigo quando Draco está por perto. E isso parece perturbar um pouco o loiro. O que ele sente por mim?

Afastando o ar de contrariedade que por um momento anuviou seu rosto, ele abriu um belo sorriso e disse:

-Vocês não gostariam de ir para uma praia na França?

- Praia? França? – repetiu Rony, alternando massagem nos meus ombros e beijos no meu pescoço.

- É, Weasley – explicou Draco impaciente – Entre as várias propriedades que eu herdei, há uma casa no sul da França. Numa região litorânea, com uma praia freqüentada só por bruxos.

- E como iríamos para lá? – quis saber, muito interessado. Nunca havia estado em uma praia. Os meus amáveis tios me deixavam com a Sra. Figg quando viajavam com o Duda.

Draco já havia providenciado tudo. Havia uma chave de portal em sua residência em Londres. Os burocratas do ministério, segundo ele, ficaram encantados em permitir uma viagem de veraneio do Escolhido. Ficou decidido que passaríamos os últimos três dias, antes de Rony e Hermione começarem o treinamento no Ministério, na França.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

Na verdade, Harry, Hermione e o Weasley não sabem que eu tive que mover céus e terras para providenciar essa chave de portal para ir até a França. Poderíamos viajar do jeito trouxa, mas eu não achei que seria legal, com Harry ainda tendo crises. Rolou até um discreto suborno ao imbecil que liberava as chaves. Bem, é verdade que ele ficou encantado em providenciar uma chave para o Escolhido. Mas nem por isso ele deixou de aceitar a propina.

Mas você merece, querido. Imaginem que o pobrezinho nunca tinha estado numa praia. Providenciei alojamentos confortáveis para todos e elfos domésticos que se esmeravam em atender todos os pedidos de Harry, a quem os elfos consideram herói e Hermione, que eles julgam uma espécie de santa padroeira. Os dois ficam muito constrangidos com o agrado das criaturas, mas Rony se divertia muito, pedindo guloseimas diversas, mesmo com as broncas da namorada.

No segundo dia na França, calor escaldante, Harry foi de novo atingido pela dor, que praticamente o paralisou. Ele fica muito constrangido em depender dos outros. Imagino que a dor seja brutal. Chi disse que é como se o cérebro reagisse tardiamente aos cruciatos recebidos. Ele tenta se fazer forte. À tarde insistiu para que Rony e Hermione fossem até o mar, enquanto ficou estirado numa confortável cadeira de praia na varanda da residência. Imaginando que o amigo estivesse melhor, o casal correu pela areia, saltitando feliz.

- Está doendo muito, não mesmo? – perguntei, sentando no chão ao lado dele e acariciando seu rosto.

- Como se eu fosse morrer – sussurrou o moreno, uma lágrima descendo pelo rosto, que ele enxugou rapidamente.

- E os remédios? – perguntei, penalizado pelo seu estado.

- Eu já tomei todas as poções. Tenho que esperar que elas façam efeito. Só isso, esperar – me disse com esforço.

- Harry, quer que eu chame Rony e Hermione?

- Não – disse ele – Deixe os dois se divertir um pouco. Você... poderia ficar comigo? – perguntou timidamente.

- O tempo que você quiser – respondi. “Até o fim da eternidade”, pensei.

Foi aí que toda a máscara de Harry Potter caiu por terra. Ele desceu da cadeira de praia estendida, se ajoelhou no chão ao meu lado e me abraçou como se dependesse daquele abraço para sobreviver. Ali não estava o “garoto que sobreviveu” ou “O Escolhido”. Estava sim um rapaz da minha idade, sem podres mágicos, com dores que fariam a maior parte das pessoas gritar de agonia. Tudo por ter livrado a cara do maldito mundo mágico. E ele chorava silenciosamente, não querendo preocupar os amigos.

Nunca amei tanto Harry como naquele momento. As ondas de dor que sacudiam e maltratavam seu corpo tão magro ainda, impediram de ouvir quando eu prometi que cuidaria dele, que faria tudo que estava ao meu alcance para impedir que ele continuasse sofrendo.

Quando Hermione e Rony voltaram do mar, molhados e corados por causa do sol estancaram na entrada da varanda ao ver Harry, agora dormindo, praticamente no meu colo. Sem dizer nada, Rony o segurou gentilmente e o carregou sem esforço para dentro de casa. Hermione sentou-se ao meu lado, me abraçou e me deu um beijo gentil na face. Era um amor de garota, sem dúvida. Ela deu um sorriso muito doce e disse, acariciando meus cabelos:

- Sem dúvida você merece o Harry, Draco. Farei tudo para que ele perceba isso. Por você e por ele.

Feliz como poucas vezes na vida, retribuí o abraço, sabendo que tinha conquistado a melhor aliada possível para chegar até o coração do “garoto que sobreviveu”.

XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

PESSOAL, FALTAM POUCOS CAPÍTULOS PARA O FIM DA FIC, MANDEM REVIEWS, PÔ!

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.