Antes de qualquer coisa: Capítulo não recomendável para menores de 18anos
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Capítulo inspirado na fic “Uh! A Serie”
Capítulo 1
Hermione Potter fitou com amargura a linda, e certamente cara, aliança entre seus dedos.
Havia casado, numa cerimônia bruxa, àquela tarde. Fora linda. E, comparado a sua beleza, era em igual proporção falsa. Agora se encontrava em lua de mel, trancada no banheiro... Despindo-se do pudor e orgulho antes de encontrar Harry na sala adjacente (no quarto).
O mundo onde vivia era uma maldosa comédia que encenava com graça. Ela sorriu sem emoção, seu casamento era sua maior farsa.
Chegara ao cúmulo de propor casamento a alguém que, há muitos anos, só tinha em comum consigo o desejo da revanche... Alguém que, aparentemente, não reconhecia mais.
Estava enganando pessoas que amava, e sabia que, mais tarde, as faria sangrar. Ainda assim, isto não a fez parar quando pôde o fazer.
-Hermione? Posso falar com você?
-Oh querida tem de ser agora? – ela indagou observando Norah, a costureira que contratara, e suas três assistentes darem os últimos reparos no vestido de noiva – bem, não era um vestido tradicional , mas era o vestido que usaria no casamento - em seu corpo.
-Tem. É só um minuto – ela assentiu, com um gesto fez as mulheres pararem e desceu do pedestal, a seguindo.
-O que foi, Lily?
Sem rodeios, a jovem começou: - Promete que não vai magoá-lo? – Hermione paralisou. – Promete não feri-lo outra vez?
-O-outra vez?
-Sim – murmurou desviando o olhar. - Você sabe o que foi minha mãe para ele – Hermione assentiu, aliviada pelo assunto não se tratar dela ter magoado a Harry. – Por favor, Hermione... Você promete?
A morena a olhou nos olhos. – Eu prometo – Lílian abriu um belo sorriso e, pela primeira vez, e para surpresa de Hermione, a abraçou. – Nós seremos muito felizes – disse, afastando-se sem jeito.
-Seremos sim, meu bem – a morena retrucou, acariciando seu rosto.
Não acreditava que havia feito aquela promessa. Ainda menos que olhara nos olhos de Lily com uma falsa sinceridade.
Pôde ver a confiança da menina transpassar no abraço que lhe dera, fora a primeira vez que Lílian se aproximara espontaneamente para lhe oferecer um afago. E Hermione sabia o quando aquele gesto era importante.
Mas quando pensava no porquê de estar se prestando àquela encenação, lembrava da razão de estar colocando a confiança que Lily ou Melissa, sua filha, tinham em si em risco.
Era vingança e o desejo de tornar tão miserável àqueles que a feriram. Torná-los nada, seres medíocres, sem auto-preservação, sem paz de espírito, sem amor-próprio como, um dia, ela estivera. Mesmo que, para isso, precisasse passar por cima de sua moral.
A morena se perdeu em pensamentos.
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“Tudo sempre vem à tona e, um dia, as máscaras caem. Você não pode esconder uma mentira por muito tempo...” Um sorriso amargo enfeita meu rosto enquanto relembro meu passado, já não tenho sensibilidade para derramar lágrimas.
Eu pensei que tivesse amigos de verdade. Eu pensei que conhecia as pessoas ao meu redor... Mas a verdade sempre vem bater a porta.
Fui ingênua. A única amiga que tinha era a imagem que eu via refletida no espelho. Eu mesma.
Veja um exemplo... Ginevra Molly Weasley. A querida, doce e ingenuamente espevitada, Gina Weasley.
Minha melhor amiga, ou melhor, a pessoa que eu intitulava, sincera e carinhosamente, assim. Acreditava que aquela mulher fosse a personificação de um anjo em terra... Pobre de mim – perdoe-me a ironia, zombar do passado é praticamente um hobby -, era um anjo caído.
Acreditava que havia encontrado a irmã que nunca tive naquela menina ruiva, com sorriso sem-jeito... Mas a verdade, é que Gina se encaixa completamente naquela frase antiga “o lobo em pele de cordeiro”.
Doçura e ingenuidade eram características que nunca tivera... Ela aprendera, e muito bem, no entanto, a imitá-las... Para, a principio, ganhar a atenção dos pais. Depois, conseguir o que bem entendesse deles e dos irmãos... E por fim, para ganhar a confiança das pessoas a sua volta para que, quando viesse a precisar, tivesse uma legião de amigos leais que a pudessem socorrer sem hesitar.
Doce Gina... Sonsa Weasley.
A garota crescera, aparecera... E já não bastava apenas ser a queridinha dos “amigos”. Queria mais, sonhava alto. Não morreria como uma “Weasley pobretona” como diziam os sonserinos, que ela se divertia em desprezar.
Não havia ainda esquecido o mais difícil de seus caprichos infantis... Harry James Potter. A sua “doçura” e “timidez” não pareciam atingir ao rapaz. Ele quase prontamente a ignorava. Isso deveria deixá-la – lhes brindo com um sorriso torto. – raivosa. Tentara usar a fórmula do “ignorar e enciumar”, Harry, no entanto, parecia imune a sua artimanha.
Mas, por fim, pusera – e, pensando bem, talvez até desonestamente, com um filtro amoroso... - suas garras em Harry. Objeto - sim, quase um bibelô. - de seu desejo (não digo “apresso” ou “afeto”, pois apenas por si ela o tinha). Talvez “obsessão” seja a palavra mais correta para distinguir o “sentimento” daquela ruiva por Harry.
Infelizmente, não pude perceber a intenção real do “amor ideal” que Gina, em muitas ocasiões, me descrevera. Não pude reparar quando Harry Potter deixou de ser pessoa para se tornar posse... Porque acreditava sinceramente que a ruiva pudesse ser a mulher ideal para Harry. Que o amasse incondicionalmente e que o pudesse sustentar quando o moreno insistisse em cair.
Sem que me desse conta, fui o perdendo. A nossa amizade (minha e de Harry), sempre tão forte, tão pura, de algum modo, ia ficando frágil a proporção que ele mais tempo ficava com ela e não conseguimos reparar a tempo, para variar...
Depois disso, precisávamos apenas de um pequeno sopro para nos afastarmos de vez. Gina percebeu.
Descobri, não faz muito tempo, que era ela quem encobria meu marido em suas traições. Fora ela que fizera Harry descobrir sobre as traições, sabendo que ele, cedo ou tarde, me contaria... E ela tinha plena convicção de que eu não acreditaria em uma palavra sequer das quais ele me disse. E estava certa.
Calculara e ponderara friamente cada detalhe de seu plano sórdido. E, com amargura admito, que sem falhas... Ela nem ao menos se envolvera na questão, ficava apenas se divertindo, sádica e intimamente, com o que via, de uma distância segura.
A ruiva fizera tudo isso com o intuito de me afastar de Harry – sabia o quando éramos orgulhosos. - e, brilhantemente, conseguira...
Quando soube seu plano, não consegui entender porque a Weasley me queria distante de Harry, mas tive a impressão que logo iria descobrir... Tão logo. E estava certa. Mas esta é outra história.
Aquela mulher, a quem via como uma irmã, nunca chegou a ser amiga de ninguém. Era muito egoísta para conseguir olhar a volta. Para perceber que não era a única que tinha “problemas”.
Esta sim... Era Gina. Minha falsa, invejosa, egoísta e sempre me querendo pelas costa, melhor amiga.
Diversas vezes me perguntei “O que você entende por traição?”, como resposta imediata, me vinha o nome “Ginevra Weasley”.
E fora por ela que escolhi Harry com meu marido, assim como é por ela que farei com que ele obtenha a guarda permanente de seu filho mais novo. E, em parte, é por ela que desejo... ‘atormentar’ Ronald Weasley.
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Deixando as ponderações do quanto aquilo era errado e das conseqüências que, mais tarde, viriam, ela voltou a colocar o anel e respirou fundo antes de abrir a porta a sua frente, enchendo-se de valor.
“Quanta estupidez, nervosa como uma colegial virgem” a morena ponderou virando os olhos ao perceber que mordia o lábio inferior. Lá estava ele, completamente alheio ao seu nervosismo. Aquilo apenas a fazia sentir-se pior.
Harry estava recostado à cama, havia retirado o paletó do smoking, assim como a gravata. Os cabelos, como sempre, desordenados, sua atenção presa a um roteiro de excursão oferecido pelo hotel.
Hermione olhou para si mesma, mais uma vez. Estava... singela, nada comparado a lingerie escandalosa que usara nas núpcias com Ron. E, provavelmente, nada comparável a Gina.
Harry apenas a olhou quando sentou-se à cama. Parecia sombrio.
A fitava sem emoção e Hermione não teve certeza se ele realmente a enxergava, ainda que seu olhar estivesse fixo no dela.
-Essa situação é dispensável. Qualquer que seja o motivo pelo qual está se dispondo a isso – ele disse franzindo o cenho. – Você não precisa se tornar minha esposa, eu posso encontrar uma outra solução quanto a meu problema com Gina – elucidou lentamente. Mas Hermione sabia que, para ele, não havia solução melhor. – Pode desistir – Harry suspirou. - Você deveria desistir. Agora
Hermione riu quase divertida, ela soltou os cabelos e perpassou a mão por eles. Não chegara tão longe para recuar. – Você quer desistir? – indagou desprendendo o laço de seu robe. – Então o faça agora, Potter.
O homem a fitou com raiva. Só desejava que... Aquilo era um ato insano, tolo e desvairado.
-Então, eu espero que não se arrependa mais tarde – redargüiu num murmúrio em tom perigoso, a tomando pela cintura de modo que Hermione precisava se erguer, ajoelhar-se na cama. O rosto dele tão perto que ela pôde sentir suas palavras.
-Eu não vou – contrapôs quando seus lábios se roçaram.
Como eles puderam ficar ofegantes somente com palavras mal-criadas e um toque?
-Não vou simplesmente tomá-la – Harry sussurrou em seu ouvido. – Você compreende? – continuou beijando o ponto abaixo de sua orelha.
Hermione assentiu levemente, enquanto sentia sua face afogueada, sua boca entreabrir e fechava os olhos devagar. Ela gemeu ao sentir os lábios dele ao encontro de seu pescoço, instintivamente deslizando uma de suas mãos sobre o cabelo desorganizado do homem. De seu marido.
Quando a boca de Harry encontrou finalmente a sua, logo após ter o bastante de seu pescoço, ele não foi gentil ou calmo ou cuidadoso... Hermione pôde sentir que ele queria lhe machucar, talvez para fazê-la se arrepender.
Ela quebrou o beijo e o fitou por largos segundos, tocou sua face com uma das mãos e o trouxe para si, suavemente. E tornou a tocar a boca dele. Lenta, gentil... Como num suspiro. Delicadamente. E Hermione sentiu um prazer inefável ao reparar que ele aceitara, que entendera o gesto. Fora mais devagar, a explorando, conhecendo.
A morena ofegou quando Harry a apertou contra si, sem desespero ou instinto possessivo. Ele o fez de uma maneira gostosa... que fazia o corpo dela tremer de necessidade ou antecipação. Ele fora... zeloso.
Cada uma das mãos dele pousou ao lado de seu pescoço, os polegares acariciando suas bochechas. Encontraram seus ombros, apertaram-na levemente e deslizaram por suas costas. Entrando em contato com cada centímetro dela enquanto seus lábios ainda conheciam-se. Desfez o laço bem feito às costas da mulher.
Ela ergueu os braços e Harry retirou sua camisola.
Então a morena soube que não se importava por estar semi-nua diante daquele homem. Harry a admirava. Não a fazia sentir-se exposta, não era como se quisesse cobrir-se e preservar-se. Senão, estranhamente, todo o contrário. Era a sensação oposta que lhe atingiu ao se deixar ver. Proteção.
Hermione fechou os olhos, enlaçando-o pelo pescoço, uma de suas mãos perdidas no cabelo dele, aspirando seu perfume.
Harry a colocou deitada na cama. Tornou a beijá-la da maneira como ela lhe mostrara. Mordiscou seu lábio inferior e, depositando um curto beijo em seus lábios entreabertos e inchados, Harry recorreu com a boca seu queixo, garganta, mordiscou seu ombro, beijou seu colo e afagou com a boca seus seios. Jogando, atormentando-a...
Hermione estava tão perdida em êxtase e gemidos guturais que tentava sufocar, que abriu os olhos de imediato, cheia de surpresa, ao sentir o toque íntimo de Harry em seu ventre, ultrapassando com destreza o fino tecido de sua roupa interior.
Fora de tom, ela corou violentamente ao reparar que Harry não despregara os olhos de si. Mordeu o lábio inferior.
E ela perdeu o ar com uma pequena exclamação sob o toque de Harry, este sorriu. Meio comprazido meio desafiante ao observá-la lutar contra as próprias reações de seu corpo.
Aproximou a boca, um sorriso torto adornando-a, do ouvido dela. – Hermione? – ela cravou suavemente as unhas na pele dele para demonstrar que o ouvia. – Eu posso parar... se quiser – murmurou, ainda que seus dedos, definitivamente experientes, não se afastassem da carne dela.
A morena ofegou e engoliu em seco outra vez. “Como Harry pode ser tão controlado?” Ela pensava. Só então percebeu que ele ainda estava completamente vestido. “Que safado!”. Daria um jeito nisso, assim que sua cabeça voltasse da viagem que estava dando e pudesse pronunciar palavras com concordância verbal, ou, ao menos, pudesse pronunciar palavras... Provavelmente demoraria menos. Afinal, no momento, não poderia esperar muito de seu cérebro que certamente derretera a instantes atrás com a tortura desconcertantemente encantadora que Harry lhe dispensava.
-Hermione?
Ela tinha mesmo que decidir?
Harry afastara seus dedos mágicos e a morena gemera em protesto, erguendo as cadeiras de encontro aos dedos dele outra vez.
-Hm... Isto é um “não”?
Hermione o fitou, disposta a repreendê-lo, mas nem pôde conter um sorriso enquanto arfava e arquejava e estremecia. Fechou os olhos pressentindo a chegada do clímax.
-Abra os olhos, querida –Harry pediu, beijando-lhe a boca. A mulher o obedeceu.
E o moreno pôde vê-la se expandir. Ela o agarrara no intuito de aplacar a sensação de estar sendo queimada de dentro para fora, acalmar-se dos espasmos, libertar-se de seu corpo tremente e lutando para respirar. Se deixou ficar, presa a ele – segurando-o -, até sua respiração se estabilizar.
-Harry... – ele se afastou para encará-la, a respiração carregada dela estranhamente o entorpecia.
Sem mais uma palavra, a mulher girou o corpo de modo que pudesse estar sobre ele. Logo, Hermione se dispôs a retirar a ‘blusa’ que ele usava. Não vira sequer um pedaço do seu corpo. Harry fora muito controlado e desprendido enquanto a tocava e aquilo simplesmente não saia de sua cabeça.
“Quanto autocontrole...” Ela o fitou de soslaio por um momento, umedecendo os lábios. Então sua boca encontrara o tórax de Harry. Não pôde negar, o arfar dele a agradara. “Interessante... Senhoras e senhores, quanto ao senhor autocontrole, ele não é imune a toques...”, Hermione sorriu consigo mesma.
Hermione moveu-se devagar sobre o corpo dele, para tornar aos seus lábios. Harry estava mais ativo, seus beijos estavam mais fortes, apesar de não terem o intuito de machucá-la. Ela cortou o beijo, deixando o “marido” confuso e contrariado, as mãos dele segurando sua cintura. Mas a morena tinha seus próprios planos.
A mulher deslizou sensualmente para baixo, beijando-o em cada parte da pele exposta dele. Postou a mão em seu peito e traçou uma rota até sua calça, para logo depois cobrir o caminho com os lábios.
Assim que alcançou a calça, voltou a fitá-lo, Harry estava rígido e com ares de sufoco. Ao instante, suas mãos agiram, desabotoando-a, assim como abrindo seu fecho-éclair... Logo, o homem também encontrava-se despido.
Curiosa como só ela o podia ser, Hermione acariciou superficialmente seu membro. Harry reagiu imediatamente e a morena o fitou provocativa enquanto suas mãos envolviam-no. Provocou, acariciou... Harry tratava de não perder o controle. E Hermione não ficou satisfeita por ele ainda estar controlando a respiração, respirando fundo e expirando, como se estivesse a adquirir regência. Ela franziu o cenho contrariada.
Estreitando a vista, ela o chamou. Quando Harry a encarou, Hermione sorriu levemente, sua língua ao encontro dele. Viu quando o olhar dele perdeu o foco e sorriu quando ele resmungou algo e cerrou as mãos com força. Ainda insatisfeita, ela aceitou com a boca seu membro. Harry a fitou como se estivesse com dor, apesar do prazer estampado em seu olhar, a surpresa em sua vista ela nunca iria esquecer... Assim como a respiração acelerada dele a agradava muitíssimo. O ofegante que estava, suado e maravilhoso.
Em algum momento e ela não estava certa de quando, ele a impediu de continuar. A trouxe para si – deixando-a sobre si - e a beijou de um modo urgente e vibrante, Hermione perdera o ar somente com ele. O homem a aferrava contra si e seus corpos juntos lhe proporcionavam intenso calor.
Harry parecia não se saciar nunca com seus lábios... Mas a morena encontrava-se sedenta e necessitava muito mais que beijos do corpo dele. Ofegante, ela ergueu seu corpo, enquanto trocava beijos curtos com Harry, e com uma das mãos o guiou para si. Aprofundou o beijo quase com ferocidade e submergir o corpo novamente. Ela foi abalada por um arrepio assustador e pensou, por um instante, que perderia a consciência enquanto sentiu o tempo parar e o mundo atrás de si explodir. Seus lábios colados a impediram de gritar e ela viu a si mesma repetir os movimentos anteriores.
Hermione abriu os olhos e encontrou os verdes dele - Não se mova ainda – ela sussurrou em sua boca, acariciando com as mãos o cabelo dele, afastando-o do rosto dele. A morena moveu-se sobre ele de maneira compassada, Harry a segurava firmemente pela cintura enquanto obrigava-se a apenas beijá-la.
Devagar, as mãos dele tornaram a encontrar seu corpo. Elas deslizavam por toda ela sem deter-se.
A mulher encontrava subjugada aos seus toques. Seus lábios, seu corpo, sensíveis demais. Ela sentia mais que bem o contato entre eles.
-H-harry, por favor...
Ele simplesmente sabia o que fazer. E de algum modo, o fez delicadamente. Então, Harry encontrava-se sobre ela, dentro dela. Hermione agarrara-se mais ao homem, suas bocas não se deixavam, assim como suas mãos não encontravam descanso.
No momento em que sentiu Harry investir contra si com um gemido gutural, Hermione gritou despregando a boca da dele. Quando o encarou, Harry já fixava seus olhos verdes, tão escurecidos, nos dela. Estava sério e respirava com dificuldade, como ela. Movendo-se sobre ela, com ela.
A morena podia sentir o palpitar de seu coração misturando-se ao dela. Aquilo era mágico...
E quando tudo tornou-se mais frenético, Hermione sorriu embevecida. Acompanhando-o naquela dança sensual.
Só por um instante, o rosto dele mergulhou nos cabelos dela. O dela encontrando-se com seu pescoço. Ofegaram involuntariamente.
A união de seus corpos agora era mero detalhe, enquanto numa redoma – aquela que era, no momento, aquela cama, aquele quarto de hotel - a mente dele tocava a dela, experimentava. E pôde sentir o que ela sentia. Aquilo era a magia em sua forma primordial.
Conectaram-se.
E foram atingidos por algo que lhes engolfou e afogou como somente o mar poderia fazer. Atingidos impetuosamente pelo desejo e prazer do outro... Presos e submissos ao contato, atrelado às sensações. Por fim, foi como se houvesse um tufão e relâmpagos ressoaram em suas peles. E eles foram um.
De verdade.
Quando o turbilhão de frenesi e efervescência apaziguou o casal – agora definitivamente, sob as leis bruxas: senhor e senhora Potter – recostaram-se na cama satisfeitos por o fazerem.
A cabeça de Hermione sobre um braço de Harry, enquanto com a mão dele afagava preguiçosa e distraidamente a nuca dela.
A morena piscou os olhos tentando manter-se acordada por mais alguns instantes; foi inútil. Sonolenta, ela suspirou profundamente e, fechando os olhos, seu braço foi ao encontro do corpo do homem, e ali permaneceu. Super-protetor, possessivo, procurando manter contato. Isto era necessário para ver o real que era aquele corpo ao seu lado, também para lembrá-la que com aquele passo, seu plano já estava em marcha. E que não havia mais volta. Ou assim ela preferia pensar.
Ela murmurou algo ao se aconchegar mais ao corpo dele, depositando um beijo no ombro de Harry. Ele já havia caído no sono...
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(continua)
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Então... minha primeira Nc-18 (Yasmin feliz da vida, apesar de tudo).
Ela ficou meio estranha, né? Não sei, acho que falta algo. Um “sei-lá-o-quê” que não pude prever. Um coisa que pudesse transpassar em cada linha o calor e o frisson que os personagens sentiam ao momento. Talvez uma dose extra de imprudência e paixão.
Talvez, bem, tenha faltado Paixão. Mas isso foi inevitável... Afinal, era apenas um contrato, em forma de casamento. Não muda o fato deles terem sido compelidos, obrigados a executarem o “ato”. Era uma condição para que Hermione se tornasse “legalmente” a senhora Potter.
Conseguem entender? Eu nunca consigo me expressar bem...
De toda forma: espero que tenham curtido, não sei se haverão outras (Nc’s) porque... bem, não sou muito hm, criativa quanto a essas cenas.
Desculpem-me os erros.
E façam uma autora feliz: comentem exaustivamente. xD
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Mais uma coisa... estou com um novo profile, um que eu e Luma (Black) fizemos pra os desafios que propomos uma à outra: http://fanfic.potterish.com/userinfo.php?ident=58287 - caso queiram dar uma olhada... Logo postares duas fics.^^
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Ana Lívia, é uma tática que aprendi com Maquiavel rsrsrsrs xP.
Que bom que funciona, espero que curta bastante este capítulo e que comente, se não for pedir demais... xD
Obrigada! =*
Lílian Granger Potter, rsrsrsrs fico muito feliz que tenha curtido, moça!
Acho que terá de esperar por ela se abrir... Hermione é orgulhosa demais e talvez Harry nem tenha a intenção de ouvi-la. Quando ela apareceu do nada pra ele, não foi exatamente um “seja bem-vinda e fique a vontade para deixar minha vida de cabeça pra baixo” que ela viu no olhar dele.
Harry pôde querer parecer indolente, mas a ferida ainda prossegue lá, logo você vai perceber que eles já não são mais os mesmos. Nem poderiam ser... Cada qual têm um objetivo e precisam um do outro pra cumpri-lo, não significa que terão aquela amizade de volta num piscar de olhos. Ou quando um “desculpe-me” sair dos lábios dela...
Jan Potter, bem ela tinha de convencê-lo de algum modo não é? E ela se sentiu mal por ter feito assim também. Não é insensibilidade, Hermione apenas quer chegar a um determinando objetivo. Não é exatamente a amizade de Harry que ela quer, mas ela não vai reclamar se conseguir ela como um bônus... rsrsrs. Ela sabe que Harry é um aliado poderoso, e talvez, para o que ela precisa – ou acha que precisa – Harry seja fundamental.
Espero que goste da fic ^^
Josy, moçoila! Tudo bom? Espero que curta ainda mais ^^ E sobre o tal acordo... você só saberá com o correr da fic rsrsrs. Não posso adiantar nada. =x
xD
Atualização on. Beijo!
Carol Miranda, Harry não queria chamar atenção pra si, além disso porque ele daria um ataque de raiva? Ele não sente ódio da Hermione, ele sente remorso. E a indiferença dele para com ela, pode ter certeza, machuca mais. Porque o oposto do amor, não é o ódio.
Sim, o Ron é um safado, ou melhor, foi... Espero que tenha gostado do capítulo!
Luxúяiα Blαck, que bom que curtiu Canela! xD
E vou continuar sim, espero que tenha gostado do capítulo. E sim, o Ron foi um sacana. Mas talvez tudo tenha volta rsrsrs.
Aninha Granger Snape, Obrigada. Espero que continue acompanhando a fic. Atualizada! Beijo.
.:Joana:., Obrigada^^ Atualizada! xD
=*
Fernanda Destro, apesar de ela não ter acreditado nele, Harry ainda a considerava sua melhor amiga... Mas sim, ele permanece magoado. Não digo que ele a amou de alguma forma mais... como dizer, “homem e mulher”, não naquela época, primeiro porque, bem... Cada qual estava casado. Além disso, a Hermione era a esposa de seu melhor amigo.
E é... rsrs, os Weasley não estão lá essas coisas aqui não. A principio, o intuito da Hermione é conseguir se vingar de Ron e de quebra da Gina... que como pôde ver nesse capítulo, tinha tanta culpa no cartório quando o irmão.
Acho que nem demorei, hm? ^^
Espero que curta!
Hynara, fico feliz que tenha gostado xD
Thalita Lima, sim, Harry estará muito arredio pra confiar totalmente na Hermione a principio... A Hermione tem uma filha, Melissa, da idade da filha do Harry. E Harry tem dois filhos, Lílian e o mais novo, Gregory.
E eles têm (Harry e Hermione, respectivamente) 33 e 34 anos. ^^
Flávia Marques Carneiro, bem, a Lily quis ficar com o pai. E como ela tinha "idade" pra escolher, foi permitido.
E cmo ele vai se portar... logo, logo você vai ver ^^
Espero que curta!
Obrigada mesmo gente por todos os comentários!
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