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7. “EI, EI... VOCÊ MESMO, GOSTOSA


Fic: A Complicada Vida de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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7 – “EI, EI... VOCÊ MESMO, GOSTOSAAA!”

Alguém de vocês sabe uma forma bem fácil, mas ao mesmo tempo cruel de matar dois irmãos de uma vez só? Se souberem liga para mim. Estou precisando urgentemente de dicas. Cara, odeio o Fernando e o Fabio. Eles não param de pegar no meu pé. Desde ontem que voltei do passei com o Harry, ai que fofo, sorrio que nem uma trouxa toda vez que me lembro, ele é lindo, fofo, maravilhoso, o ultimo homem, pelo menos pra mim, da face da terra. Gamei. Aff, eu me derretendo de novo.

Bom, voltando ao meu inferno na terra, desde aquela primeira entrada, com chute na canela e tals, meus irmãos tiraram o dia para me encher, sem dar a menos um segundo de trégua. É um vou liga pra papai, vou matar o otário que estava com você, você não tem nem 17 anos. Esse tipo de ameaça mesquinha e sem fundamento. Pêra ai, tenho quase 17, bem, pelo menos terei daqui a 1 mês, 2 dias, e umas muitas horas. E quem são eles pra questionarem com quem ou saio ou deixo de sair. Desde que vejo as namoradas que eles trazem para casa, é um espécime pior que a outra. Não, é bizarro, agora eles se superaram, arrumaram para namorar duas gêmeas, ta, elas não são gêmeas univitelineas como eles, são gêmeas não idênticas, mas mesmo assim é bizarro.

Olha, não adianta sugerirem arma de fogo, pois alem de ser improvável que eu consiga uma, tem também a questão da minha sorte e pontaria, se besta numa dessas quem sai pelo menos sem o dedo pé sou eu. Envenenamento, fora de também, não tem o mínimo de tortura que eles merecem, quero algo que os faça morrer aos pouquinhos para que eu possa apreciar e me vinga com estilo. Credo, to meio mórbida, não?! Mas a culpa é os dois. Quem os mandou semear a florzinha do ódio que estava adormecida em meu coraçãozinho?

Fico bolando planos mirabolantes de morte quando ouço meu celular apitar desesperado. 5 ligações perdidas. Abro o bendito para ver quem queria falar assim comigo tão desesperadamente. Levo um susto quando vejo o nome “Harry lindo” aparecendo no meu visor.

-QUE LINDO, QUE LINDO, QUE LINDO!!! – começo a gritar e pular feliz.

Fico olhando para o celular com o coração nas nuvens, só consigo pensar: ele me ligou.

-Sei que sou lindo, Mione. Agora porque não abre essa porta e vem ter a visão do paraíso, seu irmão lindinho! – droga, lá vem o Fernando pra mais uma sessão tortura.

-Seu imbecil, não abro a porta mesmo! Você vai ver, quem mandou me ameaçar. Vou ficar sem comer até mamãe aparecer, e vou falar que vocês me trancaram no quarto, e não me deram comida nem água enquanto ela estava fora. – a vingança será cruel. Mamãe vai brigar muito com eles.

-Deixa de ser criança. Você pensa que pode mais, não é? Olha, se até o almoço não abrir essa porta, ligo pro papai falando que encontrei você na cama dele, com um carinha cabeludo, com inúmeros piercings em lugares exóticos.

-Nojento, pervertido, idiota... – já falei eu os odeio mais que tudo?

-Lindo, maravilhoso, gostoso e inteligente. – bate na porta e grita – NO ALMOÇO, QUERO VOCÊ AQUI EM BAIXO.

Bom, viu o que falei? Preciso urgentemente de soluções, com o máximo de requintes maléficos possíveis. Saudades de Hitler, Mussoline, Vargas e os homens da ditadura, eles saberiam como me ajudar. Soube nas aulas de historia que eles têm umas armas muito eficientes para esse propósito. Espera ai, se a ditadura acabou em 1988, alguns desses tiozinho devem estar vivos (e tem gente que fala que as aulas de historia são inúteis). Meus pensamentos são interrompidos por uma musiquinha já conhecida... beija , beija , ta calor, ta calor eu não quero só beijar mais também fazer amor.... pego o celular e pasmem, era Harry fazendo sua sexta chamada pro meu celular. Ai to me achando, ou melhor, me procurando.

-Alo?

-Mione?

-Sim...

-Oi, Mione, aqui é o Harry, tudo bem?

-Tudo – bem melhor agora, pensei – e com você?

-Tudo ótimo! – e então, o silencio se fez presente, durante pelo menos um minuto ouvi apenas sua respiração. Ate que sua linda voz, volta a soar em meus ouvidos – er, bem...

-Sim? – vendo que ele vacilava, tentei encorajá-lo.

-Ah, é... bom, você sairia comigo hoje?

-Hoje? – ai isso está indo mais rápido do que eu sonhava, claro que quero sair. Pergunta sem propósito! – acho que sim. Iríamos aonde?

-Tava pensando de ir num barzinho, bem badalado que tem por aqui, o Shippers Bar. O que acha?!

-Adorei a idéia. Soube que bomba.

-Te busco às 20h ok?

-Combinadíssimo. Mas olha, não buzina, dá um toc no celular que desço. Meus irmãos estão insuportáveis.

-Se quiser, posso ir falar com eles.

-Não vai adiantar, ele estão de birra comigo.

-Se quer assim. Tchau. Ate noite.

-Tchau!!!

Desligo o telefone e me jogo na cama incrédula. Estou alucinando ou o Harry Potter està dando mole para mim?

Feliz, e de bem com a vida, resolvo ser uma Santa. Pelo menos até as 20horas. Afinal não quero aborrecer meus chatos irmãos, e me arriscar à saída com o gato do ano. Mesmo desconfiados, meus irmãos engolem toda a minha doçura. À noite, aproveito a distração dos dois, que agora atormentam Maythe, minha irmã mais nova, e desço correndo, gritando um tchau e corro em seguida (mais rápido do que qualquer corredor olímpico) até o carro de Harry.

-Oi – digo assim que entro no carro.

-Oi – ele responde abrindo aquele sorriso arrasa quarteirão que só ele tem.

E mais uma vez o silencio se fez. Só que agora com uma trilha musical, Os Paralamas do Sucesso. E foi isso até chegarmos ao Bar.

O Shippers Bar era assim, nada de muito luxo. Basicamente é monte de mesas e cadeiras amontoada num espaço descontraído, com um som ambiente da hora. A galera da escola toda estava lá. Na entrada enxerguei até a Gina com seu namorado. Claro que acenei para ela. Poxa, alem de ser minha amiga, não podia perde a chance de me exibir com o gato do Harry, ainda mais nesses tempos difíceis, onde todos me olham com piedade por acharem que fui trocada pela...aff... nem quero me lembrar. Isso vou me abster do passado e só atrair energias positivas, resumindo me focarei apenas no Harry.

-Gosto daqui – falo sorrindo para ele.

-Também gosto. Lembra-me coisas boas. – diz ele com um ar nostálgico.

Antes que e tivesse a chance e perguntar que coisa eram essas, somos interrompidos pelo garçom. Fizemos nossos pedidos, eu um hambúrguer enorme com coca, ele apenas uns petiscos e uma cerveja. Assim que o empata love, mais conhecido como garçom, saiu, o gato e eu emendamos numa conversa muito cabeça. O que pensamos sobre o aquecimento global e toda essa questão ambiental. Eu sei que pode ser um assunto muito broxante para a maioria, mas caraca estava impressionada, o garoto acima de tudo era intelectual. Definitivamente Afonso Potter era um homem de largar família. Se bem que a situação que eu estava, fugia até esmo com o Christian que de homem mesmo só tinha o nome escrito na identidade. Tudo menos continuar naquela casa com aqueles gêmeos insuportáveis.

A comida chegou, e começamos a comer e a falar de mais papos cabeça. Incrível, mas com Harry consigo falar tudo que penso. Normalmente não saio falando com quem quero compartilhar saliva, sobre aquecimento global, guerra no oriente médio e até mesmo a condição das mulheres na China.

Quer dizer fora à escola e no meu blog, não falo sobre essas questões com ninguém. Acho eu encontrei sim o ovo da minha marmita. Posso até vê nosso futuro, nós dois lutando pelos direitos humanos na América Latina, ao som do hare cristina.

-Hermione e Harry, que casal mais lindo! – interrompe Gina, aproximando-se da nossa mesa.

-Oi Gina. – respondo não muito feliz.

-Oie, formamos um casal lindo mesmo não? – e o fofo pega na minha mão. Já disse que amo ele?

-O mais bonito. – responde ela, com uma pitada de inveja a meu ver.

-Mas e o Clau? Não estava com você?

-Nem me fala daquele desgraçado. Brigamos.

-Porque???

-Meninas, desculpa interromper, mas um amigo meu está ali me chamando. Já volto. – diz Harry se levantando.

-Vai lá. – já disse que a Gina é mestra em ser inconveniente?

Gina, como sempre não reparou nada e continuou falando. Suspiro, afinal, apesar de tudo ela era minha melhor amiga.

-Você acredita que ele deu um piti maestral porque pedir para me acompanhar ao show do Sandy & Junior? – olhei para ela segurando o riso. Claro que eu imaginava. O Clau, lutador de karatê, fã de heavy metal, indo no show desses. Me impressionaria se ele concordasse.

-Mas Gina, brigou toa, porque não vai com a Giu, a Mel, ouvi dizer que elas vão e ainda de vip. Do jeito que você gosta.

-Porque quero ir com o Clau oras. Aff, sempre sou obrigada a acompanhar ele naqueles shows horríveis, com um bando de cara esquisito e mulheres bizarras, e nunca reclamo.

-É verdade. Mas e ai?

-E ai que terminei. Se ele não pode aceitar nem a Sandy, nem o Junior, é porque não serve para mim. –diz ela dramática. Segurei o riso, não via o porquê daquilo tudo. Mas aquela era Gina, sem tirar nem por, com seus exageros e dramas. Querendo sempre levar a vida como uma novela mexicana.

Harry volta à mesa e olha para Gina preocupado.

-Ela ta bem? – e aponta para Gina, que abaixara a cabeça e começara a chorar em silencio.

-Tranqüilo, ta sim.

-Olha, uns amigos meus me chamaram para ir numa festa na casa o Jorge. Vamos?

Quase disse sim, mas ao olhar para Gina, meu coração pesou, e recusei a oferta.

-Entendo.Vou indo, você quer que antes te deixe em casa?

-Não pode deixar. Viro-me depois. Tenho ainda muito que conversar com essa cabeça dura.

-Boa sorte ai. – Harry ia pegando dinheiro pra pagar a conta toda, eu, como mulher moderna, recusei, e ele a contragosto pagou só sua parte.

-Quer comer algo Gina?

-Quero. – ela levanta a cabeça na hora.- um x-tudo, mais um milk shake de chocolate.

Peço o lanche. Assim que ele chega, Gina traça, ao som dos meus conselhos. Ela chora, come, e depois de um bom tempo como conselheira sentimental consigo uma resposta de minha paciente.

-Ok, Mione. Vou pensar. Mais hoje não quero mais falar dele. Muito menos com ele.

-Tudo bem sua boba, mas vamos indo. – chamo o garçom para pagar a conta. E uma surpresa, ela não tinha dinheiro e as coisas dela tinham dado uma fortuna, somadas com a minha, o resgate de um rei.

Juntei todo o meu dinheiro e paguei. Sobrou umas miseras moedas.

-Desculpa Mione, esqueci que não trago dinheiro quando saio com o Clau. Afinal é sempre ele mesmo que paga a conta. – suspiro, que coisa mais século passado.

Saímos do bar, indo em direção ao ponto de táxi. Tínhamos já decidido que a Gina ia dormir lá em casa, para servi de álibi aos meus irmãos. Quando lembro de um pequeno detalhe.

-Gina, como iremos pagar o táxi?

-Nem pensei nisso? E se tentarmos negociar com o motorista, talvez ele aceite esperar a gente pegar dinheiro na sua casa.

-Será que eles aceitam?

-Acho que sim – respondeu sem muita convicção.

Fomos andando, andando e andando. O raí do ponto de táxi alem de ser longe pacas, era numa esquina muito escura e sinistra. Para nossa sorte um táxi estava encostado no meio fio, com um motorista dormindo dentro. Bato no vidro, e depois de um tempo consigo acordar o homem. Inclino-me para falar com ele.

-Será que senhor poderia... – sinto um tapa na bunda – que porra é essa Gina? – grito fula da vida.

-Ei, ei... – ouço alguém num carro à frente gritar, olho para um lado para o outro e aponto para mim – você mesmo. GOSTOSA!

-Onde estamos Gina? – olho para ela assustada.

-Acho que isso é um ponto de piranha. Acho que te confundiram com uma daquelas – e aponta uma mulher vestida muito vulgarmente, que inclinada conversava com um cara dentro do carro.

-Jesus. Moço, você precisa levar a gente. Olha, em casa te pago, juro! Mamãe me mata se sonhar que sou piranha, digo, que eu fui confundido com uma. Fico de castigo sem sair de casa até meus 50 anos se ela descobrir que andei num lugar desses.

-E com razão. Essas jovens de hoje... Entrem o carro. – entramos rapidamente.

E então, voltamos para a casa. No táxi fomos quase evangelizadas pelo taxista, que nos contava sobre o apocalipse e recomendava mais decoro de nossa parte, dizendo que os prazeres do mundo era passageiro e que só levavam a degradação da alma. Fiquei calada, não queria questionar ninguém, só amaldiçoava em silencio, enquanto Gina debatia animadamente com o motorista sobre vida após a morte e outras questões espirituais.



***
N/A.: Ai está mais uma aventura da Mione. Demorei um pouco posi fiquei viajando por vários dias. Mas ai está. Espero que gostem.

- recadinho para as leitoras.
~* Teresa, ela é uma sofredora, seus irmãos ultrapassam aos ciúmes normais mais para encher o saco, por sentir, mais ai que reside a graça entre a briga de irmãos. É o Harry é um fofo aqui, porem não sei até quando consiguirei escrever esse shipper, mas se está bem assim, vou contnuar. Espero que goste dessa nova aventura. Beijos.

~* julia pinheiro lira, pode deixar que eu continuo sim, espero que goste desse novo cap. Beijos.

~* Alais du Mas, que bom que você está se divertindo. Ah, e já coloquei sua fic nos meus favoritos, assim que sobrar um tempinho começo a ler. Beijos.

~* Horchid, aqui está o próximo capitulo, espero que ria muito com ele. Beijo.

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