Gina não pôde dormir muito naquela noite. Harry despertava continuamente. Em realidade, não era um pouco deliberado de sua parte, mas cada vez que dava a volta, sacudia Gina e a despertava de seu profundo sonho. Gina se movia continuamente para afastar-se dele. Harry tragava imediatamente o espaço até que ocupou quase toda a cama e Gina ficou literalmente pendurando de um lado.
Por fim, conseguiu ser arrastada pelo sonho. Uns poucos minutos depois, Harry lhe tocou o braço. Gina se incorporou bruscamente e soltou um grito de surpresa. Também deu um tremendo susto em Harry. Tinha a espada na mão e já estava saindo da cama para defendê-la antes que se desse conta de que não havia nenhum intruso.
Gina estava aterrorizada por algo. Ainda estava mais dormida que acordada, e finalmente Harry pensou que tinha medo dele. Tinha uma expressão selvagem nos olhos e, quando deixou a espada e se aproximou dela, Gina retrocedeu.
Não lhe permitiria afastá-lo. Tomou pela cintura, detou de costas e a colocou em cima dele. Apanhou-lhe as pernas e as imobilizou entre as próprias e logo começou a tranqüilizá-la lhe esfregando as costas.
Gina se relaxou imediatamente contra ele. Harry deixou escapar um ruidoso bocejo.
-Estava tendo um pesadelo? -perguntou-lhe logo.
Sua voz estava rouca pelo sonho. Gina lamentava terrivelmente havê-lo incomodado.
-Não - respondeu, com um mínimo sussurro-. Volte a dormir. Precisa descansar.
-Me diga o que aconteceu. Por que gritaste?
-Esqueci-o - explicou. Esfregou a face contra Harry e fechou os olhos.
-Esqueceste por que gritaste?
-Não - replicou-. Esqueci-me de que estava casada. Ao me tocar acidental mente... Reagi. Não estou nada acostumada a dormir com um homem.
Harry sorriu na escuridão.
-Não pensei que o estivesse - disse-lhe-. Agora não tem medo, verdade?
-Não, é obvio que não - sussurrou-. Obrigado por preocupar-se tanto.
Senhor, que cortês tinha sido. Era seu marido e o estava tratando como a um estranho. Gina se sentiu torpe... E vulnerável. Decidiu que estava excessivamente cansada. Não tinha podido dormir muito desde que tinha chegado às Highlands e toda aquela comoção não a tinha ajudado.
Não tinha nenhuma intenção de chorar. As lágrimas tomaram por surpresa. Sabia que se estava comportando como uma menina, que era terrivelmente estúpida e emocional, mas não sabia como deter-se.
-Gina? -O polegar dele afastou as lágrimas da bochecha.- Me diga por que está chorando.
-Não havia flores. Harry teria que ter havido flores.
A voz do Gina tinha sido tão suave que Harry não estava seguro de havê-la entendido.
-Flores? -perguntou-. Onde não havia flores?
Esperou a que se explicasse, mas Gina, obstinadamente, permaneceu em silêncio. Deu-lhe um apertão.
-Na capela.
-Que capela?
Ela não o respondeu. Sabia que parecia lastimosa. Aquilo tampouco tinha nenhum sentido para o Harry.
-Estou exausta -acrescentou como desculpa de sua confusa conduta-. Por favor, não te incomode comigo.
-Não estou cansado - replicou. Seguiu lhe massageando as costas enquanto pensava nos estranhos comentários que Gina acabava de fazer. O que queria dizer com isso das flores na capela que não tinham? Não tinha nenhum sentido, mas decidiu que teria que esperar até o dia seguinte para averiguar o que a estava incomodando em realidade.
O doce e quente corpo do Gina logo fez derivar seus pensamentos a outros assuntos. Não podia voltar a tocá-la, não essa noite. Seria muito cedo para ela que necessitava de tempo.
Entretanto, não pôde evitar pensar nisso. Em poucos minutos estava firme e ardendo. Não lhe importou. Morreria antes de lhe fazer algum dano deliberadamente outra vez.
Harry abraçou a sua pequena e doce esposa e fechou os olhos. Ronald lhe havia dito que caminharia pelos fogos do purgatório por sua Hermione, e Harry recordava que se riu daquela ridícula idéia.
Seu irmão tinha deixado cair todas as defesas. Permitiu-se voltar-se vulnerável. Estava tudo bem preocupar-se com a esposa, mas deixar que uma mulher governasse cada ação de um guerreiro, desejar agradá-la em cada costure tal como Ronald procurava agradar a sua esposa, isso simplesmente não era aceitável na mente de Harry. Nenhuma mulher iria fazer ele correr em círculos. Sabia que nunca poderia permitir-se envolver-se emocionalmente. Interessava-se por Gina, mais do que alguma vez tivesse acreditado, e agora que era sua esposa, permitiria sentir-se contente.
Entretanto que o aconteceria se permitia voltar-se vulnerável. É obvio, estava extremamente agradado de que Gina o amasse. Facilitaria muito mais a adaptação.
Harry não voltou a dormir durante comprido momento. Seguiu pensando em todas as razões lógicas pelas que nunca se permitiria converter-se em um apaixonado adoentado como Ronald e, quando finalmente dormiu, convenceu a si mesmo de que ia pôr distância entre o coração e a mente.
Sonhou com Gina.
Gina dormiu durante quase toda a manhã. Quando finalmente despertou, Harry já tinha abandonado a quarto. Sentia-se rígida e também sensível, e deixou escapar um sonoro gemido inapropriado para uma dama antes de levantar-se da cama.
Não tinha idéia do que se supunha que tinha que fazer agora que era a esposa do chefe. Decidiu que se vestiria e logo procuraria a seu marido para perguntar-lhe
Tinha metido na bolsa o vestido rosa e roupa interior limpa. tomou seu tempo para preparar-se, e quando por fim terminou, fez a cama E dobrou o tartán que Harry tinha deixado sobre o edredom.
O grande salão estava vazio. No centro da mesa havia uma terrina de madeira cheio de maçãs. Uma forma de grosso pão negro estava apoiada contra um flanco da terrina. Gina se serviu uma taça de água e comeu uma das maçãs. Esperava que em qualquer momento aparecesse um criado, mas depois de esperar comprido momento, decidiu que deviam estar todos fora, cumprindo com outros deveres.
Dumbledore lhe atraiu a atenção quando começou a baixar os degraus. Esteve a ponto de chamá-lo e logo se deteve. O líder do conselho não sabia que o estavam observando. A expressão de seu rosto não era cautelosa. Parecia terrivelmente triste e também cansado. Olhou uma vez para trás , moveu a cabeça em um gesto negativo e logo se voltou outra vez para os degraus. O coração de Gina esteve com o ancião. Não conhecia o motivo de tal tristeza e nem sequer estava segura de se devia entremeter-se ou não.
Levava um pequeno cofre nos braços. Deteve-se outra vez a metade de caminho pelas escadas para assegurar-se de que tinha bem sujeita a carga e logo a viu.
Gina sorriu imediatamente.
-bom dia, Dumbledore - disse.
Dumbledore saudou com um gesto da cabeça. Gina pensou que o sorriso era forçado. Correu para a entrada.
-Quer que te ajude a carregar isso?
-Não, moça - respondeu-. Já o tenho agarrado. Sirius e Simas estão tirando o resto de minhas coisas. As do Hagrid também. Vamos tirar nos do meio em seguida.
-Não entendo - disse-. Não estão no meio. O que quer dizer?
-Mudamo-nos do torreão - explicou Dumbledore-. Agora que Harry tem esposa, Hagrid e eu vamos mudar a uma das cabanas do caminho.
-Por quê?
Dumbledore se deteve quando alcançou o último degrau.
- Porque agora Harry está casado - explicou com paciência.
Gina se adiantou até ficar diretamente de frente a ele.
-Estão se mudando porque Harry se casou comigo?
-Acabo de lhe dizer isso não é assim? Quererá sua intimidade Gina.
-Dumbledore, antes que Harry se casasse comigo, lembrança especificamente que você disse que lhe dava seu apoio, que aceitava as bodas.
Dumbledore assentiu.
-É verdade.
-Então não pode partir.
Levantou uma sobrancelha ante essa declaração.
-O que tem que ver uma coisa com a outra?
-Se te partir, me vais demonstrar que em realidade não aceita este casamento. Mas se fica...
-Vamos, Gina, não se trata disso. É uma recém casada e merece privacidade. Dois homens velhos só estariam metendo-se no meio.
-Então, não te está partindo porque não deseja viver sob o mesmo teto com uma mulher inglesa?
A preocupação do olhar de Gina era evidente. Dumbledore sacudiu a cabeça com veemência.
-Se assim o sentisse, diria-lhe isso.
Acreditou-lhe. Deixou escapar um suspiro de alívio.
-Onde vivem Horácio e Aberforth? -perguntou logo.
-Com suas esposas.
Dumbledore tentou mover-se e passar por Gina. Ela fechou a passagem. Dumbledore não queria partir e Gina não queria ser a responsável por essa saída forçada. O problema, é obvio, era o orgulho de Dumbledore. Tinha que encontrar uma maneira de salvá-lo e de uma vez sair-se com a sua.
-Quanto faz que vive aqui? -perguntou apressadamente, pensando em mantê-lo ocupado respondendo a suas perguntas até que lhe pudesse ocorrer um plano sensato.
-Quase dez anos. Quando me converti em chefe, mudei-me aqui com minha esposa Morgana. Faleceu faz cinco anos. Passei meus deveres de chefe a Harry faz seis meses e deveria haver me mudado então, mas me atrasei. Estou seguro de que abusei da hospitalidade de Harry.
-E Hagrid? -perguntou Gina quando Dumbledore outra vez tentou passar por um lado-. Quanto faz que vive aqui?
Dumbledore lhe dirigiu um olhar perplexo.
-Faz três anos - respondeu. Mudou-se depois de morrer sua esposa. Gina, este cofre pesa muito. Deixe-me passar.
Uma vez mais tentou ir para as portas. Gina correu diante dele. Apoiou as costas contra as portas e abriu muito os braços.
-Não vou permitir que vá, Dumbledore.
Ficou assombrado ante a audácia dela.
-por que não? -perguntou.
Parecia irritado, mas Gina pensou que em realidade não o estava.
-por que? -repetiu.
-Sim, por que? -perguntou outra vez.
Que Deus a ajudasse, não lhe ocorria nenhuma só razão lógica. Então quase sorriu. Supôs que isso só deixava as razões ilógicas.
-Porque vais ferir meus sentimentos. -Gina notou que se ruborizava. Sentia-se como uma idiota. - Sim, assim é - adicionou com um gesto da cabeça.
-Gina, o que está fazendo, em nome de Deus? -gritou Sirius do patamar. Gina não se atreveu a mover-se das portas quando levantou o olhar para cima. Viu que Hagrid estava de pé junto a Sirius.
-Não vou permitir que nem Dumbledore nem Hagrid partam-gritou.
-por que não? -perguntou Sirius.
-Me vou ficar com eles - gritou a sua vez-. Harry ficou comigo e eu me vou ficar com eles.
Era uma afirmação atroz e totalmente vazia, e Harry a arruinou por completo quando abriu as portas. Gina saiu voando para trás. Seu marido a apanhou entre os braços. Dumbledore deixou cair o cofre e também se estirou para agarrá-la, e de repente Gina se encontrou no meio da resistência dos dois homens. Gina estava ruborizada ante sua estupidez.
-Gina? O que está fazendo? -perguntou Harry.
Estava fazendo uma completa idiota de si mesmo. Não ia dizer isso ao Harry Além disso, estava bastante segura de que ele já sabia.
-Estou tentando fazer com que Dumbledore entre em razão - explicou-. Tanto ele como Hagrid querem mudar-se.
-Não os quer deixar - gritou Sirius. Harry apertou a mão de Gina.
-Se desejam partir, não deveria interferir-lhe disse.
-Você quer que se mudem? -perguntou-lhe.
Voltou-se e o olhou, esperando a resposta. Harry negou com a cabeça. Gina sorriu. Logo se voltou para enfrentar-se a outra vez ao Dumbledore.
-É descortês, Dumbledore. - Dumbledore sorriu. Harry estava consternado.
-Não deve lhe falar com um ancião nesse tom - ordenou.
-E eu não devo ferir seus sentimentos - intercedeu Dumbledore com um gesto da cabeça-, Se isso for tão importante para ti, moça, suponho que Hagrid e eu nos poderíamos ficar.
-Obrigado.
Hagrid tinha baixado correndo os degraus. Gina podia ver que estava aliviado. Estava tratando de olhá-la furioso, e fracassava infelizmente.
-É provável que discutamos - anunciou.
Gina assentiu.
-Sim - respondeu.
-Não me vais golpear as minhas costas.
-Não.
Gruniu.
-Que assim seja. Sirius traz outra vez minhas coisas. Fico.
Hagrid se apressou a subir os degraus.
-Tome cuidado com o que faz, moço. Não vou permitir que estrague meu cofre.
Harry tentou levantar ao cofre de Dumbledore. O ancião lhe afastou as mãos.
-Não sou tão velho como para não me poder carregar isso declarou-. Filho, sua esposa é muito nervosa - acrescentou com um tom de voz mais suave-. Jogou-se contra a porta e montou tal escândalo que Hagrid e eu tivemos que ceder.
Finalmente, Harry entendeu exatamente o que tinha acontecido.
-Aprecio sua concessão ao ceder - replicou com tom sério-. A adaptação de Gina vai levar um pouco de tempo, e indubitavelmente vou necessita de ajuda.
Dumbledore assentiu.
-É mandona.
-Sim, é.
-Hagrid e eu podemos trabalhar com esse defeito.
-E eu também - disse Harry.
Dumbledore começou a subir outra vez os degraus.
-Entretanto, não Sei o que vamos fazer com seus tenros sentimentos. Suponho que nenhum de nós vai poder trocar esse defeito.
Gina permaneceu junto a Harry e observou até que Dumbledore desapareceu por uma esquina. Sabia que seu marido tinha o olhar fixo nela. Supôs que em realidade devia lhe oferecer alguma explicação por sua conduta.
Tirou-o da mão e se voltou para olhá-lo.
-Esta é a casa dele tanto como a tua - disse-. Não acreditei que realmente se queriam partir e por isso eu...
-Você o que? -perguntou Harry quando Gina não continuou.
Gina deixou escapar um suspiro e voltou o olhar ao chão.
-Fiz o completo ridículo para obter que ficassem. Foi tudo o que pude pensar para salvar o orgulho dos dois. -Soltou a mão de Harry e tentou afastar-se.- Provavelmente falarão disso durante semanas.
Harry a apanhou quando Gina alcançou o centro do grande salão. Pôs-lhe as mãos sobre os ombros e a fez girar para que o olhasse.
-É muito mais perceptiva que eu - disse.
-Ah, sim?
Assentiu.
-Nunca me tivesse ocorrido que Dumbledore e Hagrid pudessem desejar ficar.
-Há suficiente espaço.
-por que te está ruborizando?
-Estou-o?
-Hoje se sente melhor?
Gina o olhou fixamente aos olhos enquanto pensava na pergunta.
-Ontem à noite não me sentia mal.
-Te machuquei.
-Sim. -Sentiu que o rosto lhe ardia de vergonha. Voltou o olhar ao queixo de Harry.- Hoje me sinto muito melhor. Obrigado por perguntar.
Harry necessitou de toda sua disciplina para não rir dela. Cada vez que Gina estava envergonhada, recorria à extrema cortesia. Tinha notado esse habito durante a viagem e o tinha encontrado muito atrativo. Depois da noite de paixão que tinham compartilhado, também era muito divertido.
-De nada - disse arrastando as palavras.
Levantou-lhe o queixo com um pequeno empurrão e logo se inclinou. Roçou-lhe a boca uma vez e logo outra. Não era suficiente. Aprofundou o beijo e a levantou contra ele.
Gina se esqueceu de sua vergonha e se concentrou em lhe devolver o beijo. Finalmente Harry se afastou. Gina se desabou contra ele.
-Gina, deixei um tartán sobre a cama. Supõe-se que deve usá-lo.
-Sim, Harry.
Beijou-a de novo por aceitar com tanta rapidez. Sirius os interrompeu ao gritar o nome de Harry. Também desfrutou da reação de ambos. Gina pegou um salto. Harry o olhou furioso.
-Erin te está esperando para te dar o relatório - anunciou Sirius diretamente detrás deles-. Se já terminaste que machucar a sua esposa, direi que entre.
-Eu também me parto - disse Gina. Harry sacudiu a cabeça.
-Não me diga o que pensa fazer, Gina. Tem que me pedir permissão. Parecia que estava instruindo a um menino. Gina estava profundamente irritada, mas ocultou sua reação porque Sirius estava observando.
-Entendo - sussurrou.
-Onde pretendia ir?
-Buscar o resto de minhas coisas na casa da Hermione.
Decidiu não lhe dar tempo a lhe dar permissão. Estirou-se, beijou-o e logo correu à porta.
-Não vou demorar muito.
-Não - disse Harry-. Vais retornar em dez minutos. Gina. Preciso falar contigo de alguns assuntos importantes.
-Sim, Harry.
Harry observou como partia. Apenas a porta se fechou atrás dela, Sirius começou a rir.
-Que demônios é tão divertido?
-Estava apreciando o fogo nos olhos de sua esposa quando lhe disse que necessitava sua permissão, Harry.
Harry sorriu. Também tinha apreciado essa reação. Aquela mulher indubitavelmente tinha um indomável e selvagem espírito dentro dela.
Então Erin entrou no salão e fez que os pensamentos de Harry se dirigissem para assuntos mais importantes. Mandou Sirius escada acima para ir procurar o Dumbledore para que ouvisse o que Erin tinha que dizer.
Gina começou a baixar a colina com pressa e logo diminuiu o passo. Era um dia glorioso O sol brilhava intensamente e a brisa era na verdade cálida. Tentou concentrar-se na beleza que a rodeava em vez de na maneira altiva com que Harry lhe havia dito que ia ter que obter sua permissão cada vez que desejasse fazer algo. A sério acreditava que deveria obter sua aprovação antes de ir visitar sua querida amiga? Supôs que sim.
Gina sabia que era seu dever combinar com seu marido. Supunha-se que devia obedecer tal como tinha prometido na cerimônia de bodas. Também estava o significativo feito de que seu marido resultava ser o chefe. Decidiu que o casamento ia fazer alguns ajustes em seu pensamento.
Deteve-se a metade de caminho pela colina e recostado contra uma grossa árvore enquanto considerava sua nova posição. Amava Harry e confiava nele por completo. Seria um equívoco desafiá-lo abertamente. Supôs que ia ter que ser paciente, até que Harry alcançasse o ponto em que não encontrasse necessário estar atento a ela cada minuto.
Talvez Hermione pudesse oferecer alguma sugestão. Gina desejava fazer Harry feliz, mas não desejava que a convertesse em uma sirva. Sua amiga levava muito tempo casada, e certamente encontrou-se com um problema similar com o Ronald. Perguntou-se como tinha feito para obter que Ronald escutasse suas opiniões.
Gina se separou da árvore e continuou pelo atalho.
A primeira pedra lhe deu no centro das costas. Gina foi impulsionada para frente e caiu com força sobre os joelhos. Estava tão surpreendida que instintivamente voltou a cabeça para ver de onde tinha vindo a pedra.
Viu o rosto do menino segundos antes de que a segunda pedra a golpeasse. A rocha dentada rasgou a delicada pele diretamente debaixo de seu olho direito. O sangue lhe correu pela bochecha.
Não houve tempo de gritar. A terceira pedra deu no branco no lado esquerdo da cabeça. Gina se desabou ao chão. Se lhe atiraram mais pedras, não as sentiu. A força do golpe na têmpora a tinha feito perder o sentido completamente.
Oieeeeeeeee - olha decidi dividir o cap 11 - por que? por que ele tem 31 apginas e ia demorar muito para mim postar alguma coisa - e como eu ano resisto - ta ai amis um pouquinho
|