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6. Escutar atrás das portas


Fic: Era uma vez um casamento... - Cap 12 on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Disclaimer: As personagens pertencem a JK Rowling.


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Há mesmo muito tempo que não entrava ali e, no entanto, nada tinha mudado no sótão. O sol do fim de tarde entrava pela janela iluminando as pequenas partículas de pó e projectando tons alaranjados sobre duas poltronas usadas, em que algumas das suas antigas bonecas repousavam com sorrisos minuciosamente desenhados. Uma carpete azul e circular preenchia o chão de madeira e um baú com detalhes de folhas largas e espalmadas guardava os vários tesouros da sua mãe. Era por um desses tesouros que Hermione estava novamente ali.

O vestido de noiva da sua mãe iria agora ser o seu. Nunca o tinha visto a não ser em fotografias nem nunca se imaginou a usá-lo. No entanto, iria acontecer totalmente o contrário, não só o iria trajar como que o faria nesse momento. O destino era mesmo irónico, parecia divertir-se a desesperar as suas marionetas.

Estava previsto terminar a segunda fase do casamento em casa de Snape com uma pequena cerimónia realizada por Dumbledore mas os seus pais insistiram para eles fazerem mesmo ali de modo a que também tivessem oportunidade de assistir. Como era filha única não queriam perder por nada do mundo o que estaria prestes a acontecer, para grande desanimo de Snape e até dela mesma. Sinceramente preferia ir para casa do seu professor e terminar aquilo de uma vez por todas do que continuar o dito teatro por mais algumas horas.

Tudo estava a ir por caminhos que ela não fazia a mínima intenção de escolher. Parecia que tinha perdido o livre-arbítrio. As suas palavras tornaram-se mudas e as vozes dos outros mais altas.

-Quem diria! Terás mesmo de usar o meu vestido, não há tempo para nos enfiarmos em lojas até encontrarmos algum suficientemente bonito. Não quero dizer que o meu seja maravilhoso mas é muito melhor do que os que se costumam ver nas montras. Foi feito numa costureira de propósito para mim e agora tu também o vais vestir…

-Mãe, não precisas de estar tão nervosa, não é o teu casamento. – riu Hermione.

Sempre que o nervosismo apertava a sua mãe falava até não poder mais, coisa que tanto ela como o seu pai achavam deveras engraçado.

-Desculpa querida, mas não consigo evitar. Vais casar! Nunca pensei que fosse tão cedo, aliás, nem nos meus sonhos mais mirabolantes tal passou-me pela cabeça. Tens mesmo a certeza que o queres fazer?

Hermione forçou-se a sorrir, porque motivo a sua mãe tinha de tornar tudo mais difícil? Porque a obrigava a voltar a repetir coisas que não queria dizer mais?

-Nunca tive tanta certeza na minha vida. – disse automaticamente. Tinha a certeza que iria se casar com Snape mas era mentira que “queria” fazê-lo.

-Não consigo compreender, és ainda tão nova, terás uma vida inteira pela frente, porquê essa pressa toda?

-Eu amo o Severus e porque motivo esperar mais tempo se o posso fazer agora? Além do mais, ignoras alguns aspectos do mundo no qual vivo e bem… o tempo não é das coisas mais vastas que temos, poderá não haver possibilidade de me juntar a ele no futuro, por mais próximo que seja. – declarou Hermione sem coragem de olhar a sua mãe nos olhos.

Queria tanto contar a verdade e poder se livrar pelo menos da culpa de estar a enganar os seus pais. No entanto, era obrigada a inventar e as mentiras saíam da sua boca demasiado facilmente para o seu gosto. Será que estava a começar a convencer-se a ela própria do que dizia aos seus pais? Um calafrio viajou pela sua pele com a dimensão da ideia e Hermione apressou-se a prender com cadeados bem pesados esse pensamento e a enterrá-lo nas profundezas do seu inconsciente.

Jane não comentou mais nada acerca disso. Aproximou-se do baú, ajoelhou-se e abriu-o. Hermione colocou-se ao lado dela mas em pé e observou o vestido dentro dentro do referido baú.

Era mesmo muito bonito, de cor branca com pequenas flores vermelhas bordadas ao longo do decote que deixava os ombros descobertos. Era simples mas perfeito. Não gostava de roupa demasiado detalhada e agradecia pelo facto da sua mãe também não.

-Vais luzir como a princesa que és. – declarou Jane com um sorriso e depois retirou o vestido e olhou para ele perdida em recordações.


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Snape olhou outra vez para o relógio e depois novamente para a porta de entrada. Porque Dumbledore demorava tanto? Seria de prepósito? Daquele feiticeiro tudo era possível e quem sabe se ainda não tinha vindo para o fazer estar ali mais tempo do que o necessário? Era o director que iria completar o enlace e, como tal, era indispensável que estivesse presente.

-Como é ensinar… hum… Poções?

Foi arrancado dos seus insultos mentais para com o director e deu um novo gole de licor. O pai da sabe-tudo o tinha servido, alegando ser um dos mais apreciados de toda a Grã-Bretanha. E era bom mas nada como o velho whisky de fogo que espalhava-se pelo corpo como como brisas incandescentes.

-Ensinar Poções seria algo extremamente prazeroso se não tivesse o tipo de estudantes que tenho. Nenhum dos meus alunos consegue sentir a importância e a força de algo que, apesar de não ser apelativo logo no primeiro encontro, é uma das fontes de magia mais antiga e fundamental.

-Até a minha filha? Ela sempre foi muito curiosa, sempre quis descobrir tudo e tem tido notas excelentes. – comentou Declan.

-Hermione… a sua filha realmente demonstra algum interesse e… ela é a única dentro da minha sala que eu tenho a certeza que se interessa, pelo menos o mínimo admitido, pela minha disciplina.

Tinha dito… Tinha dito! Uma coisa era pensar e saber que ela era boa aluna na sua disciplina e outra muito diferente era dizê-lo em voz alta com todas as palavras e sem uma única letra irónica. Queria sair daquela casa com todas as suas forças. Se ficasse ali muito tempo quem saberia o que poderia chegar a dizer.

Declan sorriu provavelmente com orgulho e Snape bufou imperceptivelmente.

-Espero que possa perdoar a minha má educação mas que idade é que o senhor tem?

Snape levantou uma sobrancelha e fitou o homem à sua frente avaliando o que lhe era perguntado. Sabia muito bem a que lugar queria a pergunta chegar.

-Tenho 37 anos, mais vinte do que a sua filha. – seria directo mas cuidadoso.

-Somos quase da mesma idade, o que não posso dizer que não é estranho. Sempre tinha imaginado o meu genro muito mais novo. – sorriu Declan. – Porquê a minha filha que ainda é praticamente uma criança a alguém mais maduro?

-Acho que já tinha respondido a isso. E acredite, a sua filha deixou de ser uma criança à bastante tempo atrás, sempre foi mais madura e responsável do que é normal na idade dela.

-Mas ainda assim não consigo compreender… Ela só tem 16 anos e, por mais madura que seja, ainda não pode percebe a totalidade da dimensão de tudo o que está prestes a realizar e isso preocupa-me como pai. Preocupa-me imenso.

-Pensei que o senhor iria apoiar o meu casamento com a sua filha. – relembrou Snape.

-E vou, se é o que a minha filha quer então aceito o vosso casamento e não mentia quando disse que estaria do lado dela mas isso não me impede de pensar nos dois lados da balança. Continuo a achar que existe demasiadas diferenças em vocês os dois mas respeito o vosso amor e as vossas decisões… apesar de não as entender.

Snape foi poupado de falar o quer que fosse pois nesse momento bateram à porta. Declan levantou-se e foi abri-la.

-Boa tarde, espero que Severus Snape lhe tenha avisado da minha visita. Sou o director da escola onde a sua filha estuda.

-Sim o Sr. Snape comentou. Muito prazer sou Declan Granger, entre.

Do outro lado Albus Dumbledore fez uma pequena vénia com a cabeça e Declan desviou-se para o deixar entrar.

-Tem uma bonita casa. – elogiou Dumbledore.

Passou os olhos por toda a sala até recaírem sobre Snape. Sorriu e Snape desejou pegar fogo aos caramelos de limão. Tinha a sensação de que Dumbledore se estava a divertir com toda aquela situação. Até podia ouvir a voz dele: “Caro Severus, como está a ser o serão com os pais da tua esposa? Ainda continuas a achar que os muggles possuem menos inteligência que os feiticeiros?”

Dumbledore tomou o lugar ao lado do seu espião e voltou a sorrir como se adivinhasse o que estava a pensar Snape nesse momento. E esse facto enfureceu ainda mais o professor de Poções.

-Obrigado. – agradeceu Declan voltando-se a sentar.

Dumbledore manteve uma conversa amigável com Declan e Snape voltou a olhar para o relógio, desta vez e desejar que a sabe-tudo descesse logo para irem embora de uma vez por todas. Já fazia horas que ela e Jane tinha subido com a desculpa de que a sabe-tudo precisava de se arranjar visto ser, no fim de contas, uma cerimónia e um dia especial. Por ele já tudo tinha terminado à horas atrás. Só era necessário fazerem votos, trocarem alianças e que Dumbledore dissesse o encantamento final.

-Já está pronta. – anunciou Jane a descer as escadas.

Alguma das suas preces tinham sido ouvidas. Snape levantou-se seguido por Dumbledore e Declan. Este último subiu as escadas beijando a Jane pelo caminho.

-Sra Granger. – cumprimentou Dumbledore.

-Deve ser o director de Hogwarts.

-Vejo que a sua filha a mantém informada.

-Não tanto como eu gostaria… - disse Jane. - Hermione fala muito bem do senhor, diz que é o maior feiticeiro dos nossos tempos.

-Oh, eu não diria isso, existem muitos melhores do que eu mas que ainda não foram descobertos como tal.

Snape que acompanhava a troca de palavras entre o director e a mãe da Gryffindor, desviou os olhos para o cimo da escada a tempo de ver duas figuras a começarem a descer em câmara lenta. A primeira coisa em que pensou foi que nunca tinha visto algo que se assemelhasse mais a um anjo como a rapariga que olhava nesse momento para ele. Toda ela parecia feita de luz aos seus olhos, o vestido que trajava conferia-lhe luminosidade e uma eterna pureza. Só quando se apercebeu a quem os seus pensamentos se referiam é que é que se obrigou a esquecê-los. A sabe-tudo não era um anjo, não era feita de luz nem irradiava luminosidade e pureza.

Snape e Hermione deram as mãos, fizeram votos, trocaram alianças e Dumbledore realizou o feitiço do enlace final.

Hermione sentia o coração mais pesado. Ele dançava uma música de mil orquestras e parecia não haver espaço suficiente dentro de si para isso. O que devia ela fazer agora? Não sabia se seria uma boa ideia fazer o que estava a pensar mesmo se isso reforçasse o seu amor “aparente” por Snape. Fazer ou não fazer? Questão resolvida, o faria.

Encheu os pulmões de todo o ar que conseguiu, olhou para Snape que a observava com uma expressão questionadora, fechou os olhos, esticou-se de maneira a ficar ao mesmo nível do seu professor e juntou os seus lábios com os dele à espera de sentir qualquer espécie de nojo. Mas isso não aconteceu. Todos os problemas afundaram-se no vazio, deixou de pensar e concentrou-se no que estava a sentir. O beijo foi-se aprofundando e Hermione permitiu a língua de Snape de entrar na sua boca e começar uma exploração lenta e suave. Uns braços a rodearam e Hermione desejou ficar assim para todo o sempre. O que não aconteceu pois Snape afastou-se produzindo-lhe uma frustração tão invulgar que esteve a ponto de reclamar em voz alta.

Snape ainda podia sentir uns lábios doces contra os seus e teve de se controlar para não a voltar a agarrar e se perder em outro beijo. Aquilo não estava bem… Ao princípio ficara surpreso mas depois deixou-se levar numa sensação tão forte que o céu e a terra trocaram de lugar.


{*~*~*~*~*~*~*~*~*}


Tinham abandonado a casa dos seus pais à algumas horas e Hermione contemplava, sentada no parapeito da janela, a paisagem ao longe. Não havia falado com Snape desde o beijo, o medo do que o seu professor lhe poderia dizer retirava-lhe toda a coragem. Podia imaginar mil e um comentários sarcásticos e não se sentia suficientemente preparada para os ouvir.

Suspirou e levantou-se. Começava a ficar frio e a noite era oculta por nuvens grossas e negras que ameaçavam largar a chuva a qualquer altura. Só esperava que não trovejasse, sentia um medo irracional de trovões.

Ouviu a campainha tocar e o som de passos no andar de baixo. Quem deveria ser a uma hora daquelas? Saiu do seu quarto, desceu as escadas evitando causar o menor barulho e escondeu-se atrás da porta da sala de estar. Seria bastante estúpido entrar quando a suposta visita era Lucius Malfoy.

Do lugar onde estava conseguia ver Malfoy mas não Snape. O Devorador da Morte, ostentava o mesmo porte altivo e superior de sempre.

-Não me ofereces nada para beber? Onde estão os teus bons modos? –inquiriu Malfoy sentando-se na poltrona em frente à lareira apagada e cruzando as pernas.

Um minuto depois Snape apareceu no seu campo de visão para entregar um cálice com um líquido âmbar a Malfoy e tornar a desaparecer.

-Sabes porque estou aqui? – era mais uma certeza do que uma pergunta.

-Sim, sei. – afirmou a voz do seu professor. – E não vejo motivo para te dar explicação alguma.

-Ora, somos companheiros à tantos anos, quase família, mereço saber o que aconteceu, não é? Não esperas mesmo que acredite no que os jornais dizem, é completamente absurdo.

Hermione mexeu-se inconfortável, era óbvio o assunto que tratavam.

-Não duvido da tua capacidade para saber que a maioria do que os jornais dizem é apenas ficção mas o Lord já sabe qual a verdadeira razão porque me casei com aquela sangue-de-lama e isso chega.

-Sempre misterioso… Faz parte de alguma missão secreta? – indagou Malfoy enquanto fazia movimentos circulares com o cálice.

-Quem sabe…

-Não sei como convenceste a sangue-de-lama a se casar contigo, é realmente suspeito… no entanto, não digo que não nos traga muitas vantagens.

-Demasiadas Lucius, só te posso dizer que essas vantagens agradaram imenso ao Lord.

-Claro… - anuiu Malfoy numa voz especulativa. – Mesmo assim não sei como alguém pode viver casado com uma Gryffindor de sangue podre. Espero que não acabe por te “contaminar” também, isto é, se não te encontrares já “contaminado”.

-Quanto a isso não te preocupes Lucius, não estou e não me deixo “contaminar” tão facilmente.

-Bem, tenho de ir embora, é tarde, Narcissa está à minha espera e amanhã há muita coisa para se fazer… no Ministério. Fudge precisa da minha ajuda e quem sou eu para a negar?

-Compreendo.

Hermione encolheu-se mais e seguiu com o olhar Snape e Malfoy a caminharem em direcção à porta e só quando esta se fechou após o Devorador da Morte ter saído é que se permitiu relaxar.

-Espero que tenha achado a conversa interessante. – comentou Snape sem se voltar para trás.

Hermione engoliu em seco e encarou as costas do seu professor. Ele sempre soube que ela encontrava-se ali! Pensava ter sido discreta o bastante mas pelo visto isso não foi o suficiente…

-Esqueceu-se que sou um espião? Sou muito cauteloso, não posso me dar ao luxo de alguém descobrir qualquer coisa sobre mim por qualquer discuido.

Snape voltou-se e entrou na sala para se deixar cair em cima da poltrona que à apenas uns minutos tinha servido de acento a Malfoy. Hermione entrou também e sentou-se na poltrona em frente, provavelmente aquela em que Snape esteve sentado.

-Quando Malfoy referiu a palavra “contaminação” não estava só a referir-se ao facto de estar comigo pois não? – indagou pensativamente.

-Não. Malfoy está desconfiado no que se refere à minha verdadeira lealdade. – respondeu Snape monotonamente.

-Mas isso é muito perigoso para si!

-Por enquanto julgo que não. Mesmo se o Lord das Trevas não confiar na minha lealdade para com ele não me eliminará por enquanto. Espera ganhar qualquer coisa com o nosso casamento…

-Hum.

-É melhor ir para a cama, amanhã retornaremos a Hogwarts e a primeira aula é Poções. – aconselhou Snape com um imperceptível sarcasmo.

-Sim.

Hermione estava quase no hall quando o barulho grave de um trovão ecou pelas paredes. Parou de andar, pretificada pelo medo. Sentia-se novamente a criançinha de cinco anos que chegava com o seu ursinho ao quarto dos pais para dormir com eles. Em Hogwarts o medo era menor pois dormia no mesmo dormitório que outras raparigas mas ali, naquela casa já por si sombria sentia-se completamente desamparada.

-O que faz ainda aqui? – perguntou uma voz atrás de si.

-Eu… eu tenho fobia aos trovões professor. – revelou, envergonhada.

Esperou ouvir os risos de Snape pela primeira vez mas eles não chegaram aos seus ouvidos o que a deixou intrigrada.

-Poderá dormir no meu quarto, tenho trabalhos para corrigir por isso ficarei acordado até tarde. – declarou Snape. – Se a luz das chamas da lareira não lhe fizerem confusão impedindo-a de dormir, claro.

Hermione não soube o que pensar. Snape tinha dito mesmo o que acabava de ouvir?


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Não me matem! Além do pouco tempo disponivel as musas inspiradores andam esgotadas e, como tal, tornasse mais complicado escrever… Perdoem esta pobre alma pelo novo atraso=P

Quero agradeçer-vos imenso pelos comentários!! Fico sempre muito feliz quando os leio =)


Beijinhos***

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