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8. Segredos


Fic: Mudanças - Atualizada!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os olhos castanhos da mulher percorreram a escuridão, aos poucos, sua pupila dilatou-se permitindo assim que ela pudesse ver melhor o ambiente.
Hermione por fim, esticou o braço afim de acender a luz, porem, dedos finos e frios tocaram a mão da mulher quase que instantaneamente assustando-a pelo movimento repentino, e impedindo-a de iluminar o lugar.
-Não... – a voz rouca e sombria do mestre das porções soou baixa pelo apartamento de Hermione, fazendo os pelos da nuca dela arrepiarem-se – prefiro apagada se não se importa.
A morena nada fez, tão pouco questionou ou discutiu o pedido do homem, apenas aliviou a pressão de sua mão sobre o interruptor, e sentiu os dedos finos aliviarem o aperto sobre sua mão, porem sem solta-lá.
-O... O que... – ela gaguejou quando de súbito, ao dar um passo vacilante e desequilibrado para trás, encontrou o corpo forte de seu ex professor as suas costas – O que o senhor deseja comer?
-Não sinto fome, não se incomode – ele respondeu com a mesma voz de antes, só que dessa vez com um pouco mais de magoa.
Após alguns poucos minutos, Severus, assim como Hermione, começara a se perguntar o por que do homem ainda encontrar-se tão próximo, e com a mão ainda em contato com a pele da mulher. Hermione estremeceu novamente ao finalmente notar a forma possessiva com que o corpo de Severus postava-se atrás do seu. Snape pareceu acordar com o leve tremor da mulher, soltando-lhe a mão finalmente, e afastando-se para sentar-se confortavelmente em um dos belos sofás do apartamento de Hermione.
-Er... – ela finalmente recuperara a fala – Eu vou preparar algo, se o senhor sentir fome basta olhar na geladeira. Severus... – chamou ela notando como o nome dele dito daquela forma tão informal, agora lhe saia bem mais facilmente.
-Sim? – perguntou o homem notando com surpresa a falta de formalidade naquele sussurro que fora a voz de Hermione.
-Desculpe... – foi a única coisa que conseguiu dizer.
Hermione esquivou-se no escuro ate a cozinha com certa urgência, e ao chegar ao aposente, suspirou com certo alivio, notando as pernas um tanto bambas, e o rosto um tanto quente, e de certo, rubro.

///***///

Sirius continuava a olhar interrogativo para as duas mulheres, suas orbes azuis percorreram os dois rostos atentamente, pode sentir o temor de Bellatrix, e a satisfação de Narcissa.
-Não falávamos de nada – Bellatrix falou com a voz rouca e tremula.
-O que veio fazer aqui Narcissa? – Sirius perguntou seco. Já bastava agüentar Bellatrix por ter-lhe salvo a vida, não agüentaria a prima mais nova também, era muita nostalgia para um dia só.
-Vim ver meu filho... – respondeu a loira despreocupada sorrindo cruel olhando discretamente para a irmã – vai me impedir de vê-lo querido primo?
As narinas de Sirius se contraíram, mostrando sua visível irritação.
-Não, não vou impedi - lá Narcissa, pode ir... – Sirius indicou o caminho ate a casa olhando para a loira sem emoção alguma.
-Obrigado Six...
Narcissa passou pelo primo deslizando a unha “carinhosamente” por seu rosto, gesto que fez Sirius virar-se afim de se livrar do toque dela. A loira continuou seu caminho ate chegar a entrada da casa e desaparecer dentro da mansão Black.
-Depois de tantos anos, ela ainda consegue irrita-lá? – perguntou Sirius sentando-se num banco onde Narcissa estava outrora.
Bellatrix permaneceu calada esfregando levemente os próprios braços em resposta ao frio que a brisa que lhe tocava a pele acabara proporcionando. Os lábios ainda trêmulos da morena abriram-se e fecharam-se diversas vezes, mas ela nada disse.
O silencio estendeu-se durante inúmeros minutos, onde apenas se ouviu o som do vendo uivando entre as poucas arvores mortas do que já fora o jardim daquela casa. Bellatrix virou o rosto para o primo, os lábios finos e rosados se abriram levemente, seus olhos azuis escuros, percorreram as feições de Sirius com atenção.
-Por que me salvou de Azkaban se pretendia me torturar assim? - pouco mais alto que um sussurro, e de certa forma engrolada, como se chorasse, as palavras deixaram a boca de Bellatrix para atingirem os ouvidos de Sirius e chegarem ao próprio peito fazendo seu coração diminuir.
-Não entendo o que você esta dizendo... – disse Sirius sem encara - lá.
A mulher avançou em Sirius puxando-o firmemente pela camisa. Surpreso, Sirius não teve escolha se não levantar-se, para em seguida sentir os lábios de Bellatrix se colarem aos seus de uma maneira incrivelmente delicada.
As mãos finas e frias laçaram-lhe o pescoço, e ele pode sentir o gosto salgado de algumas poucas lagrimas que escorriam pelo rosto dela ate chegarem aos seus lábios. Um formigamento que Sirius pensou nunca mais sentir, começou a subir por seu estomago e terminar em sua cabeça. As mãos de Bellatrix, as mesmas mãos que outrora mataram e torturaram tantas pessoas, agora moviam-se em gestos suaves acariciando amorosamente os cabelos da nuca de Sirius.
Ele teve vontade de sorrir, como antes, quando era apenas um garoto tolo apaixonado pela prima mais velha, sorris como quando era um maroto e seu melhor amigo ainda estava vivo para repreendê-lo sobre suas escolhas, Sirius sentiu uma vontade gostosa de sorrir, e deixar-se levar por aqueles finos lábios rasados mais uma vez. Mas não era mais um maroto inconseqüente, muito menos um garoto impulsivo, a guerra o fizera amadurecer, e assim como fizera antes, tomar a atitude mais consciente.
-Pare Bella – ele pediu segurando-a pelos ombros e afastando-se com delicadeza.
Bellatrix não disse nada, apenas o olhou com suplica e ao encontrar a expressão dura de Sirius livrou-se do toque dele dando-lhe as costas e voltando apressada para seu quarto.
Nostalgia. Era exatamente isso que Bellatrix sentia. Lembrava-se perfeitamente da noite em que Sirius a olhara exatamente da maneira como ela o olhara hoje, ele suplicava para que ela esquecesse os próprios ideais, e se juntasse a ele, como fora tola. O olhar de Sirius para ela aquela noite, tinha sido o mesmo que a mulher usara nele anos atrás. Abandonou o único que demonstrou qualquer sentimento de afeto por ela, trocou o único homem que conseguiu faze - lá sentir-se viva, por ideais que agora descobrira serem falsos.
“O que há com você Bellatrix?”
Uma voz lhe gritava a cabeça enquanto os passos ágeis passavam pela entrada e seguiam em direção as escadas.
“Para onde foi a serva mais leal de Lorde das trevas? O que ouve com a mais pura dos Black? O modelo para todo e qualquer bruxo de sangue-puro”.
A cabeça de Bellatrix balançava negativamente enquanto pé ante pé os degraus da escada eram vencidos a fim de chegar ao corredor de seu quarto.
A verdade, era que aquela Bellatrix, havia lutado duramente com essa, no momento em que duelava com Sirius no ministério. Em sua cabeça, duas vozes ferozes discutiam enquanto a mesma duelava com seu primo, uma lhe sussurrava para matá-lo de vez e se libertar do lado piedoso que só Sirius poderia libertar, o outro lhe gritava para que o salvasse e assim se salvasse das trevas que acabariam por destruí - lá. Embora seu lado negro fosse inquestionavelmente mais forte naquele momento, não sabia como, preferiu salvar seu primo, seu adorado Sirius, e desde então vivia na angustia se ele estava vivo ou morto, se conseguira salva-lo ou não, se ele a perdoaria ou não. Dois de seus temores foram positivamente respondidos, mas Sirius não a perdoara, e jamais descobriria se a dor de viver com sua indiferença, era pior ou não que a dor de viver sem ele.
Os pés de Bellatrix finalmente a levaram ao quarto, sua mão fina girou a maçaneta abrindo a porta e permitindo que a mulher corresse ao refugio de sua cama.

///***///

-Onde pensa que vai Malfoy? – Harry perguntou ao ver o loiro atravessar a sala em direção a porta de saída.
-Vou ver minha mãe Potter – respondeu seco – o elfo veio me avisar que ela veio me ver. Por que? Estou proibido de vê-lá também? Não acha realmente que minha mãe tentara me matar certo? – perguntou sarcástico com um sorriso zombeteiro muito comum nos lábios loiros.
Harry revirou os olhos, ate quando Merlin o obrigaria a cuidar daquela doninha mal agradecida?
O moreno suspirou paciente e fez um gesto, abanando a mão em sinal de que Draco seguisse o seu caminho.
O loiro riu desdenhoso e seguiu ate o escritório, perto do qual pode admirar a tapeçaria com a arvore genealógica da família Black. Lá estava seu nome, logo abaixo de sua mãe e seu pai.
-Uma pena que seu pai não tenha me deixado por Black em seu nome...
O loiro ouviu uma voz familiar as suas costas, bem como alguém se aproximando.
-Sempre me disseram que um Black não pede permissão – observou Draco sem tirar os olhos da tapeçaria.
-Quando você nasceu eu já era uma Malfoy meu querido – Narcissa depositou a contra gosto um beijo simples no rosto do filho, que podia-se observar de longe, o aceitou também a contra gosto – Diga-me, como você esta?
-Não tenho do que me queixar, poderia estar em Azkaban certo? – respondeu dando de ombros e olhando a mãe sem emoção.
Mal terminara de responder, Draco sentiu uma mão acerta-lhe o rosto com força, e logo em seguida sua bochecha queimar.
-Como pode depor contra seu pai?! – a voz de Narcissa estrondou pela casa.
Draco a olhava surpreso, com uma das mãos sobre o local atingido.
-Desgraçou toda a nossa família!! – ela continuou avançando no garoto com uma fúria que ele nunca vira antes.
Os olhos azuis de Draco encontraram os mesmos olhos azuis que a mãe sustentava. Um misto de emoções concentrou-se naquela troca de olhares, fúria, desprezo, confusão, tristeza, e ódio.
-Nossa família já estava desgraçada! – bufou Draco avançando na mãe, de forma que ela que tivesse que recuar – sinto muito Narcissa, mas não sou do tipo que fica do lado perdedor, muito menos que paga pelos erros dos outros!!
Draco tinha virado-se para ir embora e deixar a mãe falando sozinha, mas antes de dar o primeiro passo, a loira o puxou fortemente para que voltasse a olha-lá.
-Traiu sua família Draco, e isso terá conseqüências – ameaçou.
-Quais? – Draco riu-se debochado – Lucio vai para a prisão e a menos que queira que eu a jogue num asilo “mamãe” eu seria um pouco mais carinhosa... – um sorriso cruel formou-se no rosto do loiro, e sentiu o gosto da vitória quando viu assombro nos olhos de Narcissa – isso mesmo... A senhora não esqueceu-se do documento que papai assinou para mim não é? Eu tenho total poder sobre todos os negócios e toda a fortuna da família Malfoy.
-Sua cobra! – esbravejou Narcissa cheia de ódio.
-Devo tudo a educação recebida mamãe querida – alfinetou ainda ostentando o sorriso.
Narcissa olhou pasma para o filho mais uma vez. Sentia um misto de horror e ódio.
A loira deu as costas furiosa seguindo para a saída da casa. Se o filho achava que acabaria assim, estava muito enganado.


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bom ai esta, obrigado aqueles q nao desistiram da fic apesar da minha irresponsabilidade
e desculpe aqueles q estavam impacientes, eu espero que gostem desse cap.
e como sempre, duvidas, sugestoes, reclamaçoes e elogios, sao mtoo bem vindos nos comentarios.

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