FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

12. CAPÍTULO 12


Fic: Tudo por um Beijo - CONCLUÍDA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Já em Montego Bay, na Jamaica, hospedados na suíte presidencial de um hotel muito famoso, Gina e Harry estavam tendo uma lua-de-mel bem incomum. Como a suíte que ocupavam possuía dois quartos, tudo tinha ficado mais fácil diante da situação que viviam. Ela havia se instalado no quarto maior e ele no menor. A primeira noite de casada, Gina passou numa imensa cama de casal, chorando. Pela manhã, decidida a desfrutar das belezas que aquele país possuía, ela se levantou, vestiu um biquíni e foi para a praia. Ao voltar, encontrou Harry trabalhando, sentado em frente ao pequeno computador que havia trazido.
Sem dizer nada, ela foi para o banheiro e ficou por mais de uma hora envolta pela água tépida da banheira. Ao sair do banho, enrolou–se em uma toalha e deitou–se. Por felicidade, Gina dormiu a tarde inteira e, ao acordar, já anoitecia. Ela, então, vestiu uma bermuda florida, uma camiseta branca de algodão, sandálias e, sem se preocupar com maquilagem, se dirigiu até a sala.
– Pensei que tivesse morrido – ele ironizou.
– Não, estava apenas dormindo. Agora vou para o restaurante.
Harry digitou algumas palavras no teclado do computador e perguntou:
– Aceita companhia?
– Para quê?
– Para jantar. Só comi um sanduíche na hora do almoço e estou faminto.
Ela deu um profundo suspiro e disse:
– Prefiro jantar sozinha.
– Tem certeza? – Harry parecia chocado com a resposta dela.
– Absoluta. – Sem dizer mais nada, Gina deixou a suíte e, quando chegou no restaurante, sentou-se a uma mesa próxima à orquestra constituída de seis músicos que, alegres, tocavam músicas muito animadas.
Um garçom se aproximou e Gina fez o pedido: salada verde, peixe grelhado e um drinque à base de rum.
Apesar da tristeza que sentia, aos poucos ela começou a se animar. Os músicos eram muito bons e o ritmo das músicas jamaicanas contagiavam qualquer um.
Após ter terminado de jantar, Gina se levantou e foi para a pista, se unir aos outros hóspedes que dançavam com muita descontração. Mas só se deu conta de que o seu comportamento poderia estar sendo impróprio, quando um homem alto, de olhos bem negros e cabelos castanhos, a segurou pela cintura e a incentivou a acompanhá-lo em alguns passos. Como uma criança que foi pega em flagrante fazendo algo errado, Gina lhe mostrou a aliança que usava na mão esquerda e voltou para a mesa. Cinco minutos mais tarde, após ter pago a conta, ela deixava o restaurante.

Ao entrar na suíte, Gina encontrou Harry jantando sozinho na varanda.
– O que você ficou fazendo durante tanto tempo lá no restaurante? – ele quis saber.
– Dançando... O ritmo jamaicano é fantástico.
– Quer dizer que você estava dançando...
– E há algum mal nisso?
– Bem, se você fosse solteira e não estivesse comprometida com ninguém, não veria o menor problema. Mas você é uma mulher casada.
– Será que sou mesmo?
– É. É, sim.
– Não é fácil de acreditar numa coisa dessa. Está sentindo a falta de Cho, Harry?
– Não quero brigar com você, Gina. E se tivesse o menor interesse em Cho Chang, eu teria me casado com ela.
– Ainda está em tempo. – Morta de ciúme, não se conteve: – Quando chegarmos em Jacobsville podemos pedir o nosso divórcio.
– Por que você não se senta e toma um drinque comigo? – Ele apontou uma garrafa de uísque.
– Não, muito obrigada, não gosto de uísque.
– Por que você não ficou lá no restaurante dançando? – De repente, Harry parecia muito desconfiado.
– Simplesmente porque apareceu um homem que me segurou pela cintura e queria que eu dançasse com ele.
– E você fala isso, assim..., como se fosse a coisa mais natural do mundo?
– Não. Para mim não foi a coisa mais natural do mundo. Tanto é verdade que logo em seguida voltei para a suíte.
– Disse a ele que você era casada? ,
– Bem, Harry Potter, eu apenas mostrei a ele a minha aliança e voltei para a minha mesa. Mas posso lhe assegurar uma coisa: eu não o beijei. E olha que ele era um homem muito bonito.
– Arrependida, sra. Potter?
– Olha aqui, Harry, não me provoque. Apesar do nosso casamento ser apenas de mentirinha, sei me comportar em qualquer tipo de situação.
– Você age como se fosse uma mulher muito experiente, como se soubesse tudo da vida.
– Não sei tudo da vida, mas me esforço para aprender o que for possível.
– A sua vida lá em Nova York deve ter sido muito movimentada.
– Ela foi movimentada o suficiente.
– O suficiente para quê?
– Para que eu me informasse, para que pudesse ver os últimos lançamentos do cinema e inúmeras peças teatrais.
– Quer dizer, então, que a pequena Gina hoje é uma mulher culta.
– Infelizmente, não. Mas garanto que se tivesse continuado por lá, iria aprender muita coisa nova.
Harry ficou em silêncio e depois perguntou, fitando–a com muita atenção:
– Você bebeu algo durante o jantar?
– Apenas um drinque à base de rum.
– Então foi por isso que você saiu feito uma doidivanas pela pista de dança.
– Olha aqui, Harry, não estou nem um pouco a fim de continuar esta conversa com você. Mas antes de me retirar, quero lhe dizer uma coisinha: não fui, não sou e nunca serei uma doidivanas. Tenha uma boa noite de sono. – Sem mais nada dizer, Gina foi para o quarto e se jogou na cama.

Na manhã seguinte, ao acordar, Gina sentia enjôo e uma forte dor de cabeça. Sem se mover, ficou na cama se sentindo péssima e morrendo de vergonha de pedir ajuda a Harry.
Alguém bateu na porta.
– Entre – ela mal conseguia articular as palavras.
– Aconteceu alguma coisa? – Harry entrou no quarto, meio ressabiado. – Tive a impressão que ouvi gemidos.
– Estou com dor de cabeça e me sentindo enjoada.
– Foi o drinque que você bebeu. Com certeza, para alguém que não está acostumado a beber, ele era muito forte. Da próxima vez escolha algo mais fraco. Espere um pouco que eu vou pegar um comprimido para você. Quer que eu lhe traga café? .
– Por favor, me traga café puro.
– Tudo bem, vou pedir ao serviço de quarto que traga o café. Quer que eu também peça algo para você comer?
– Nem me fale em comida. Será que se esqueceu que eu lhe disse que também estou enjoada?
Harry saiu do quarto e, quando voltou, trazia um comprimido e um copo d’água.
– Tome o comprimido, Gina. Sua dor de cabeça vai melhorar.
Ela tomou o comprimido e Harry se apressou em ir pedir que lhes trouxessem café.
Cerca de vinte minutos depois, muito bravo com o serviço do hotel que havia demorado para atendê-lo, Harry voltou para o quarto com uma bandeja nas mãos. Mas uma surpresa terrível o esperava: estendida no chão, Gina respirava com muita dificuldade. Apavorado, ele ligou para a enfermaria do hotel. Em poucos minutos o médico entrava e, depois de examiná-la, perguntou:
– O que foi que ela comeu?
– Nesta manhã, absolutamente nada. Só tomou um comprimido há cerca de meia hora.
– E ela é alérgica a algum tipo de medicamento? – O médico tirou da maleta um frasco de remédio, uma seringa e começou a preparar a injeção.
– Isso eu não sei.
– O senhor é o marido dela? – O médico começou a ministrar-lhe a injeção.
– Sou. Mas me diga: que injeção é essa que o senhor está dando a minha esposa?
– Todos os sintomas que ela está apresentando indicam uma reação alérgica. Inclusive esse inchaço que começou no rosto. – O médico terminou de aplicar a injeção e, em seguida, se apressou em ligar para ao hospital pedindo que enviassem uma ambulância.
– É grave, doutor? Ela vai morrer?
– É grave, mas ela não vai morrer. Mesmo assim quero que sua esposa fique em observação no hospital pelo menos até à tarde.

Adorei o comentário de vcs. Mas vamos combinar que a Cho ter ido pro casamento daquele jeito, eu teria desistido na hora, aff ninguém merece. Mas deixando essa assunto de lado vamos comentar sobre esse capitulo, a Gina realmente amadureceu, para ter tomado uma decisão dessa de sair e passear deixando o marido sozinho, ela está abalada sim, mas o que ela fez vai mostrar que ela quer viver, mesmo estando casada.
Bom acho que é só.
Quem ai já escutou Maldita Suerte - Sin bandera y Victor Manuelle?
Essa música é mto linda, tava escutando ela agora pouco, até chorei. Bom quem nunca escutou recomendo vocês escutarem Sin Bandera. É muito bom.
Bom agora vou terminar aqui mesmo
Bjokas gente

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.