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4. Uma barraca pra Lá de Boa...


Fic: Harry Potter e o Portal de Etimoden


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E a capa saiu da mochila, Harry fez o mesmo. Eles vestiram as capas, colocaram as mochilas nas costas e colocaram os capuzes, Harry segurou a mão de Hermione fortemente. E juntos ultrapassaram o Véu negro.

Os dois adolescentes aventureiros, estavam agora num pântano totalmente negro. Arbustos queimados e retorcidos, aquela rasteira nevoa branca dando ao lugar um ar fantasmagórico como de um cemitério, o vento lhes cortavam as faces e balançava os arbustos sem vida. Não havia vida naquele lugar, agora ouviam mais alto os sussurros que ouviam do véu, mas agora estavam no centro das vozes. Harry olhou pra trás vendo se ainda existia algum véu, mas nada, havia mais pântano em qualquer direção que olhavam. Olhou para Hermione, esta observava tudo com certo nojo, o lugar cheirava mal. As capas com as quais estavam vestidos eram realmente boas, só se via a silhueta de Hermione, uma imagem negra parecendo uma sombra ambulante. Estavam camuflados, se quisessem se esconder não seria difícil.

- Vejo que estamos numa terra de mortos como eu havia dito. – Concluiu Harry a olhando.

- Acho que não Harry – Começou com ar de prof.Mcgonnagal. – Se fosse uma terra de mortos, haveria mortos de verdade perambulando ou almas. E olhe lá – Apontou para uma colina atrás de Harry e o mesmo olhou. – Dá pra ver o sol de traz da colina, ou seja, devemos estar em uma terra maldita.

- Então vamos rumo ao sol – Diz com um ar sonhador.

Empunharam as varinhas e foram rumo a colina. A colina estava ao longe, mas parecia uma luz no fim do túnel. Ainda escutavam aqueles sussurros malditos, não entendiam o que diziam, deu uma olhada para trás e viu Hermione parada olhando pra água, eles andavam por caminhos estreitos. Ele voltou e Hermione estava vidrada na água. Ele chegou ao seu lado e viu um corpo dentro da água, Hermione olhava nos olhos deste corpo.

- Mione! – Chamou Harry e a garota pareceu não ouvir. – Mione! – Ela não ouviu, Mione deu um passo para dentro da água, afundando seu pé perto do morto. E Harry a puxou. – MIONE! – Gritou preocupado a olhando nos olhos, a garota pareceu despertar de um transe.

Os sussurros passaram a ter vozes reais, a água estava toda inquieta, começava a se mexer misteriosamente. Ele deu uma olhada na água e viu vários mortos de olhos abertos, um deles havia acabado de abri-los quando ele olhou e o garoto se assustou.

- Mione o que aconteceu? – Perguntou preocupado ainda correndo pelos estreitos caminhos de mãos dadas – Eu to com um mau pressentimento.

- Não sei... Quando olhei pra aquele morto ele me induziu a entrar na água, eu não consegui segurar – Respondeu já ofegante por estarem correndo em meios aos arbustos e matos.

Continuaram. A colina parecia um pouco mais perto, eles haviam corrido muito, Harry tropeçara algumas vezes mais não parava o trajeto por nada, ia fazendo curvas e passando por obstáculos até um corpo se levantar da água.

- Inferis! – Gritou ele olhando para a Mione, ela olhava para os lados vendo o mar de corpos se levantarem. – Incêndio! – Disse fortemente derrubando um morto-vivo que entrava em seu caminho.

- Não são Inferis, Inferis são mortos-vivos controlados por magia negra, esses ai tem consciência própria Harry! – Falou explicando e jogando um Incêndio no inferi ao lado que tentava apanhar o seu pé. – Ai Merlim qual é o feitiço mesmo. – E ficou pensativa com a varinha em mãos.

Eles estavam parados, aquele mar de mortos fizeram um circulo em volta deles e estavam indo agilmente na direção deles. Mione soltou uma exclamação como se uma luz a iluminasse do céu.

- Globus Flyre! – Um circulo de fogo saiu da varinha dela e rodeou os dois, era um circulo pequeno, ela colocou um pouco mais de força e ele foi crescendo rapidamente. – Pronto agora vamos. Os que tentarem entrar você ataca.

Começaram a andar pelo caminho estreito, os “Inferis” abriam espaço para a passagem ou ficavam andando atrás deles, esperando que aquele fogo sumisse. Um Inferi lá de trás pulou visando transpassar o Circulo. Ele devia ter alcançado uns 6 metros do chão.

- Estupefaça

Com a pontaria perfeita atingiu o morto que vinha “voando” na direção deles e voltou com a mesma força com que saira. Foram chegando perto da colina, Mione já estava cedendo ao feitiço. Harry acertava alguns Inferis que teimavam transpassar o circulo. Quando chegaram ao pé da colina, os raios do sol estavam fortes e faziam uma barreira, parecia uma divisa de terras, de um lado o mar de inferis e aquela terra negra e morta, e o do outro uma grama macia e um céu azul e límpido. Um Inferi teimou a ir atrás deles, quando ele encontrou com a luz do sol começou a pegar fogo até desaparecer no pó. Mione viu isso e desfez o feitiço, caindo desfalecida nos braços de Harry, desmaiada. Harry a amparou e a carregou no colo até em cima da colina. De lá deu pra avistar a vasta planície verde com uma estradinha de terra mais ao longe. Harry desceu a colina com Hermione nos braços e a deitou na sombra de uma arvore grande. Mexeu na capa dela e pegou o manual da mochila.

- Hmm... Cadê... Barraca... Aqui! – Falou passando os olhos pelo comando - Montar Barraca - Falou pra mochila e logo apontou a varinha para o lugar onde queria a barraca montada.

A mochila se abriu abruptamente e de lá saiu voando os materiais para a barraca. Primeiros os ferros de sustentação, depois o forro que cobria a barraca e por ultimo a barraca emitiu uma luz azul, pronto a barraca estava montada. Pegou Hermione nos braços e entrou na barraca se abaixando. Seu queixo caiu e quase deixou Hermione cair no chão.

Por dentro era tudo muito luxuoso, agora entendia o porquê daquele preço, daria para ele morar ali se quisesse. Entrara numa sala com duas estantes de livros na parte esquerda, que ele percebeu serem os livros que comprara e duas poltronas para a leitura. Mais a direita havia uma mesinha de centro com um sofá atrás dela e de frente para a lareira... Até lareira a barraca tinha, como se fosse a lareira de uma casa mesmo, mais ao fundo no canto havia uma cozinha luxuosa, tinha um caldeirão, fogão a pia e armários onde provavelmente tinha os ingredientes tanto para as poções como temperos para as comidas, tudo era tão arrumadinho. No canto esquerdo havia uma cama de casal, com alguns desenhos dourados, uma mesa de cabeceira e uma suíte ao lado com uma porta. Havia muito espaço na barraca, luzes luxuosas no teto de forro. Tinha um ar extremamente aconchegante, só havia parede separando o banheiro do resto da casa, o resto era tudo junto, mas arrumado de uma forma tão aconchegante, que ele não estranharia se tivesse que morar ali.

Lembrou-se que Hermione ainda estava desfalecida em seus braços, deitou-a na cama, tomando o cuidado de deixá-la confortável. Harry saiu da barraca, olhando aquela planície iluminada por aquele sol, tudo era tão bonito, aquela natureza, o vento cortando-lhe a face delicadamente. Fechou os olhos e respirou fundo, aquele devia ser o paraíso. Mesmo depois de um sufoco daqueles, se sentia feliz, por estar ali, logo encontraria seu padrinho. Virou para a barraca e apontou a varinha para a mesma.

- Delusium

Havia aplicado um feitiço de desilusão na barraca, para que a mesma se camuflasse em meio aquele imenso verde, realmente funcionara. Havia aprendido num livro que leu nas férias sobre feitiços. A Barraca que antes era marrom agora se tornara verde, só se via claramente que era uma barraca se chegasse perto e averiguasse, caso contrario ninguém a perceberia. Entrou novamente naquela “Casa” a fim de acordar Hermione.

- Mione... – Passava a mão levemente pelo seu rosto. – Acorda meu amor. – Sussurrou suavemente no ouvido da garota que abriu os olhos vagarosamente.

- Ah... O que aconteceu Harry? – Disse já se sentando e contemplando aquela magnífica barraca. – Onde agente ta?

- Você salvou agente, mas usou muito poder por isso desmaiou depois que chegamos à colina. – Começou já se sentando na cama e balançando-se querendo testar aquela cama macia. – Essa é a barraca... Valeu a pena ter pagado 400 Galeões... E você tá melhor? – Disse passando a mão por seu rosto.

- Ah to melhor sim, um pouco fraca, mas... – Falou contemplando o lugar e dando um leve sorriso. – Nossa isso aqui é fantástico...

- Aham! – Concordou sorrindo e lhe dando um selinho. – Tem uma estrada a uns 500 metros daqui... Que tal começarmos nossa jornada amanha cedo? – Ela afirmou com a cabeça.
- Quantas horas?

- Não sei me deixa ver... – Saiu da barraca e olhou para o céu, que já descia ao oeste dando lugar a algumas estrelas que começavam a aparecer em cima de si. Voltou para dentro. – Deve ser umas 6 horas, o sol já está se pondo... Temos uma noite inteira pela frente o que devíamos fazer até o nascer do sol? – Falou maliciosamente a abraçando.

- Como você mesmo disse, temos a noite toda... – Disse o empurrando e se levantando.

- Bem... Achei que a senhorita estivesse fraca. – Constatou sorrindo.

- Err... Já melhorei... - Disse meio sem jeito.

Foi em direção as estantes e puxou um livro. Harry se indignou com aquilo, não devia ter comprado aqueles livros, Hermione acabara de trocá-lo por um daqueles malditos. Bem não seria uma má idéia, pegar um pra ler. Levantou-se e foi até lá.

- O que está lendo? – Perguntou olhando para a capa e tentando identificar o nome do livro. – Hmm... Feitiços Avançados? – Falou balançando a cabeça negativamente e Hermione o fitava curiosa.

- O que foi? – Perguntou tentando entender o porquê de sua reação

- Achei que fosse ler algo mais interessante... – Andou até as estantes e começou a passar a mão pelos livros procurando o certo, puxou um e mostrou a capa pra ela. – Esse sim é interessante...

- Animagia? – Perguntou surpresa. – Aonde você conseguiu?

- Na floreios ora, onde mais? – Se sentou e abriu a primeira pagina, Hermione estava se roendo por não ter pego aquele livro, e Harry sorriu vitorioso para a garota que não entendeu. – Venha, vamos ler juntos...

Eles se encaminharam para o sofá de dois lugares, Harry acendeu a lareira. Eles se sentaram, Harry colocou os pés na mesinha de centro e lançou um feitiço no livro para que ele ficasse flutuando na frente deles. Ela se aconchegou em seu peito e começaram a ler o livro. Relatava que existiam duas formas de se alcançar a animagia. Uma era através de muito estudo e poções para despertarem o seu estilo animago. A outra era despertar seu animal interior, deixar com que ele saia através da meditação e fúria. Poucos conseguiam usando a segunda alternativa. Decidiram ir pelo segundo método e Harry abriu no capitulo oito que era o ultimo, o livro era grosso, mas a maior parte tratava do primeiro modo.

Este método é o mais difícil e perigoso de todos, e é chamado de Fúria Selvagem. Ele é simples, mas muito desastroso para aqueles que não tem total controle de si mesmo. Tem dois meio de realizá-lo, o primeiro e mais tranqüilo é o da meditação, você tenta liberá-lo através de seu pensamento, fazer com que ele floresça normalmente usando seus sentimentos (pagina 180). O segundo é adquirir um estado de fúria interior e deixar essa fúria se transformar no seu lado selvagem e oculto. Mas alertamos que se você não tiver total controle de si mesmo, perderá o controle, e poderá perder a consciência para sempre, ficando no seu estado natural de fúria.

Você só poderá entrar no estado de “Fúria Selvagem” uma só vez, e só a um jeito para isso. A batalha. Você poderá liberá-lo quando estiver lutando. Se quiser dominar sua animagia através desse método, terá de ser forte mentalmente. Em uma batalha, seus níveis de adrenalina sobem desordenadamente, quando perceber que sua excitação em campo já está no limite, seu corpo treme e sua dor se esvai. Focalize seus pensamentos em toda sua fúria, ódio e dor, deixe que seu instinto te guie e libere todas as portas de sua mente, para que seu oculto se mostre. Tenha certeza de não estar acompanhado, pois se acaso estiver acompanhado, não só seus inimigos sofreram... Quando perceber que se transformou por completo e que seu estado de fúria e seu lado selvagem estão liberados, se focalize em todos seus sentimentos bons e ternos, amor, carinho, ternura. E tente domar seu instinto o trazendo para a razão.


Harry pegou o livro e o fechou num baque. Hermione estava um pouco assustada, com o que o livro sugeria e Harry seguiria com certeza o método da batalha, conhecia bem ele e agora estava um pouco temerosa por ele. Ela iria seguir o método da meditação, seria difícil, porem menos perigoso.

- Não Harry, você não esta pensando em... – Ela o olhava receosa pela resposta.

- Sim... estamos num lugar desconhecido, o que nao faltará serão batalhas – Disse ele sorrindo displicentemente .

- Mas...

- Sem mais... – Acabando a conversa se levantou e foi pegar alguma coisa para beber na geladeira. – Suco de abóbora? – Ofereceu ele e ela que já se conformara assentiu, ele levou os dois copos até ela que começava a abrir o livro novamente. – Nananinão. – Disse depositando os copos na mesa e retirando o livro da mão dela e colocando na mesinha também. – Chega de estudar. - a beijou levemente e ela se entregara a tentadora provocação do garoto, não mais tão tímido.

*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*~*

Era uma sala aconchegante de uma casa nobre e simples, tinha três sofás e uma poltrona em volta de uma mesa de centro, e uma lareira mais atrás. As paredes eram pintadas de um verde natural, que dava um ar tranqüilo ao local. Parecia uma sala de reunião. Molly Weasley servia um café aos presentes em uma bandeja. Estavam na casa de Dumbledore, os pais de Hermione, Rony e Arthur Weasley sentados nos sofás, Dumbledore estava na poltrona. Molly serviu os cafés e se sentou ao lado de seu marido. Parecia que a “reunião” acabava de começar.

- Dumbledore, você tem alguma idéia de onde eles possam ter ido? – Perguntou a Sra.Weasley visivelmente aflita.

- Sinceramente não. – Falou Dumbledore numa expressão calma e pensativa.

- Hermione nos disse que iriam sair numa jornada e pediu que agente confiasse nela. – Contou a Srta.Granger se manifestando pela primeira vez.

- Deve ser alguma coisa em relação aquele namorado dela, o tal do Harry. – disse com um pouco de rancor pensando na possibilidade de ser culpa do tal Harry. A mulher já havia lhe falado que ele era uma boa pessoa e que Hermione o amava, mas mesmo assim, sua filha foi embora com ele e isso era difícil de engolir.

O QUE? – Exclamou todos menos Dumbledore que não falou nada, mas mostrou-se espantado com a revelação.

- Como assim namorado dela? – Perguntou Rony com ódio na voz, ele amava Hermione e Harry sabia disso. Como ele podia traí-lo dessa maneira!

- Vocês não sabiam? – Começou Sarah um pouco chocada com a reação. – Ela nos apresentou ele antes de irem embora, parece que começaram a namorar quando ela foi passar o fim de semana na casa dele... – Falou aquilo como se fosse a coisa mais normal do mundo.

- Ronald, por favor, se acalme. – Pediu Dumbledore docemente observando a reação do garoto.

- Como você quer que eu me acalme! – Gritou já explodindo. – Meu melhor amigo me traiu da pior forma possível e você me pede pra ficar calmo! – Estava transtornado.

- Ronald Weasley pare com isso agora. – Falou a senhora Weasley irritada com a reação do garoto, mas Dumbledore levantou a mão para que ela o deixasse em paz.

- Acho melhor encerrarmos por hoje. – Disse num gesto final para todos irem embora. E Rony foi relutante ainda transtornado.

“Jornada”, Sarah havia dito isso. Será que eles poderiam? Pensava Dumbledore desconfiando da possibilidade deles terem entrado naquele véu. Todos se retiraram via Flu, e Dumbledore se encontrava sozinho na sacada de sua casa. Era uma vista magnífica, parecia um vilarejo bruxo bem aconchegante, casas bonitas e nobres e uma vista fenomenal de campos no horizonte sob as estrelas que brilhavam intensamente. Fechou os olhos e abriu os braços como se estivesse recebendo ou doando alguma coisa, se concentrou na imagem de Harry. Murmurou duas palavras inaudíveis e uma forte onda de energia atravessou aquele vilarejo. Ele esperou alguns segundos e logo foi jogado com uma força violenta contra a parede da casa. A energia havia voltado, sinal que Harry não se encontrava neste mundo. Com certeza, suas suspeitas se confirmaram, ele havia atravessado aquele véu...

O que Dumbledore iria fazer agora que sua suspeita se confirmara, iria atrás de Harry para buscá-lo ou iria apenas aguardá-lo esperando que ele voltasse a salvo. E Harry na qual sua jornada acabara de começar, quais perigos enfrentaria, quantos sacrifícios teria de fazer para poder trazer seu padrinho de volta? Será que voltariam a salvo?

Continua no próximo capitulo.




Essa batalha foi meio monotona, mais ai, vencer inferis nao eh tao dificil se o ponto fraco deles sao somente o fogo. garanto que a proxima batalha será emocionante, eu estou até empolgado! comentem plx e flws ae!

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