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4. Uns "Novos Casais"


Fic: Tudo tem seu preço - Quando se quer vingança


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 4

Uns “Novos Casais”




No final da aula de Trato de Criaturas Mágicas Harry a encontra.

-Am... Oi Gina.- diz Harry sem jeito.

-Oi. – Ela guardava seu material e se preparava para voltar ao castelo.

-Eu estou indo à casa de Hagrid quer vir comigo.

-Não posso, prometi a Luna que ajudaria com os deveres de Astronomia. – justificou Gina.

-Ok, - Harry não conseguia disfarça seu desapontamento. - depois a gente se fala.



Harry ainda podia a ver correndo em direção ao castelo, um pouco antes dele bater a porta da cabana do guarda-caças.

-Oi harry, quanto tempo – Hagrid abrira a porta da cabana com animação – Eu tenho uma coisa para mostrar, alguns explosins que acabaram de nascer...

-Hum... Parecem legais. - falou desanimado.



Harry deu um abraço em Hagrid e com um ar preocupado sentou numa cadeira, grande demais para ele.



-O que houve, o que está acontecendo? – Hagrid oferece uma caneca de chá muito quente pra Harry, que narra tudo o que aconteceu com Gina no dia anterior.

-Eu sei, o colégio todo está comentando sobre isso rapaz. – Hagrid quase grunhiu de preocupação

-Eu não sei, Gina está muito diferente de uns tempos pra cá e eu estou com medo.

-Medo de quê?

-Não sei, - Harry sacudiu os ombros - só medo...Por ela.

-Isso está me soando a paixão. – Hagrid insinuou animado, fazendo derramar o seu rum camuflado de chá.

-Não... – Harry começou a gaguejar nervosamente - Eu... Não sei o que é e eu, bem, estou confuso uma...Uma...Garota me beijou.

-Quem? Gina?

-Não,Cho.

-Mas ela não era aquela garota que você gostava?

-Era, quero dizer, é...Eu não sei se ainda gosto.

-Há! Essa juventude maravilhosa e seus romances nem sempre magníficos...- Hagrid rir

-Não ria.


Mesmo assim o guarda-caças continuava a rir e Harry tratou de mudar o assunto e perguntou sobre os explosins que o amigo falara a pouco e todas as dúvidas morreram com o fim daquela conversa anterior.

Pouco depois da aula de Herbologia, Gina foi direto à enfermaria. O lugar parecia deserto se não fosse pela voz insuportável da Parkinson que ecoava pelo ambiente. Gina caminhou rapidamente até o leito de Draco, até que viu a dona da voz andando abraçada com ele, que cambaleava um pouco por causa da dor, Gina fica paralisada com a cena.



-O,Weasley? O que você está fazendo aqui? Não está satisfeita com o que seu namoradinho fez - diz Parkinson com raiva.

-Eu vim ver como ele estava, mas pelo visto está muito bem.- Gina dá meia volta tenta segurar o choro.

-Gina, espere – Draco chamou tentando se desvencilha de Pansy.


Gina parou, sentindo todo seu corpo vibrar com a batida acelerada do seu coração.



-O que você quer com ela Draco? - disse Pansy em tom de desaprovação.

-Acho que não convém a você saber. Nos de licença?



Pansy saiu furiosa. Draco andou até Gina e colocou a mão em seu ombro, a menina se virou. Lágrimas corriam por seu rosto delicado.



- Gina...

Gina olha chorando -O que foi? O que você quer?

-Gin, ela é minha amiga só isso.

-Você às vezes me cansa -diz Gina.

-Quem? Eu?

-É você, você vive reclamando do Harry por tudo, mas quando eu viro as costas você quase beija essa, essa oferecida ai.

-Gina se acalme você vai estragar tudo.

-Não, é você que estraga tudo.



Gina saiu da enfermaria desabalada, sem olha para onde ia, esbarrando nos alunos que a olhavam assustados sem entender, alguns minutos depois percebeu onde realmente estava, como se acordasse de um pesadelo. O grande pórtico da entrada do Salão Principal mostrava as quatro grandes mesas com alguns alunos terminando suas tarefas ou até mesmo conversando tranqüilamente. Era como se nenhum dos fantasmas que assombravam sua vida existisse e por um momento se sentiu segura e confortável ali. No centro da mesa da Grifinória, Harry e Ron conversavam fazendo Mione rir do lado oposto onde eles estavam sentados. Gina caminhou decidida até eles sem notar que Malfoy corria em sua direção.



-Gina. – Mione sorri para ela – Você está bem?


Gina retribui o sorriso se senta ao lado de Harry e Ron.


-Estou. - ela olha para a porta e Draco está lá em pé com um desesperado. Ela virou o rosto, e com um impulso vingativo olhou para Harry e puxou o rosto dele contra o dela dando um grande beijo, que fez boa parte do salão aplaudir e incentivar.

Draco parecia não acreditar, - “como ela pode fazer uma coisa dessas comigo!” – pensou ele. Seu estômago revirava de raiva ao ver à cena, a vontade que tinha era matar todos que estavam em sua frente, principalmente o Potter.  Draco marchou apressadamente até onde o “novo casal” se beijava e falou a plenos pulmões.



-O que pensa que esta fazendo Potter?



Harry ao ouvir Malfoy sem entender nada tentou se explicar.



-ela que me... - mas como um estalo Harry se deu conta de com quem estava falando e perguntou - desde quando Gina e sua garota Malfoy?



Ron parecia totalmente ofendido e começou a berrar com Gina.



-Desde quando você tem permissão pra namorar essa doninha albina?

-Desde quando você manda nela Weasley?

-desde quando ela é minha irmã caçula, Malfoy


.

Mas antes deles partirem para uma briga, Gina impediu.



-Parem os três. - gritava ela em plenos pulmões ofegando - em primeiro lugar, eu quero que vocês parem de discutir; em segundo lugar me encontrem na sala precisa daqui a 15 minutos. - ao terminar de falar Gina saiu do salão principal pisando duro e bufando de raiva.

Harry ficou sem entender, mas sabia que pelo menos a briga teria valido a pena, só por sentir o gosto de Gina em seus lábios. O único que estava desesperado era Malfoy, que corria atrás dela.



-Virginia, pare!

-Eu já falei, daqui a 15 minutos na sala precisa.




Draco se aproximou e conseguiu agarra Gina pelo braço e da um grande beijo nela bem em frente à mesa da Sonserina toda a escola que já estava alvoroçada por toda aquela confusão, agora dava gritinhos e assombros de desaprovação.



-Era isso que você queria, não é?

-Isso o quê?
– Gina soluçava assustada com a expressão de fúria no roso do garoto.

-Me tirar do sério! – Draco sacudia o braço dela com força parecendo mais desorientado.

-Eu fiquei furiosa com você e a sua amiguinha. – Ironizou Gina.

-Eu sei. – Draco respirou fundo, como se pela primeira vez havia dito o que realmente sentia, ele soltou o braço de Gina e a abraçou pela cintura.

-Te vejo na sala precisa. – Gina o abraçou pelo pescoço e o beijo no rosto, deixando os alunos do salão sem entender nada. Gina saiu para a sala, mas logo Malfoy correu até ela segurando sua mão e caminhando até o corredor da sala precisa.



Gina parecia desnorteada na sala precisa, suas mãos tremulavam, seu rosto deixou de ser rosado e alegre, para estar pálido e preocupado. Draco estava sentado em uma cadeira de espaldar alto, contemplando sua amada andar as voltas pela sala. Até que por um instante ele teve a súbita vontade de agarrá-la e matar a saudades dos lábios dela, mas pareceu que aquele não seria o momento adequado. A porta de madeira grossa da sala precisa se abriu, fazendo entrar Harry, Rony e Mione. Draco se levantou quase em posição de ataque, mas Gina fez menção a se sentar.



- Achei que essa conversa seria apenas com os dois palhaços, e não com a sangue-ruim!

-Ah! Cala a boca Malfoy! Pode ir tirando essa pose de malvado ou você já esqueceu que eu já sei de tudo?
- Mione falou num tom de ameaça.

-Como assim, "você já sabe de tudo"? Você disse que não estava entendendo nada!!! -Rony se aproximou da garota ameaçadoramente, mas ela não pareceu assustada.

-Se eu falasse que sabia, você não me deixaria em paz, então resolvi vir para defender os dois.

-Ah...Harry e eu!
– Ron falou em conclusão.

-Não! Malfoy e Gina. Jamais compactuei com a idéia de ficar perseguindo a Gina.-Mione se posicionou ao lado de Gina, abraçando-lhe pelo ombro - Ela já não é mais uma criança, Rony! Acho que só você e o Harry que não vêem isso! - Mione voltou a caminhar pela sala determinada a desabafar - Se você parasse de perseguir sua irmã e olhasse para sua vida, iria descobrir coisas fantásticas, e talvez deixasse a sua irmã viver um pouco. Você não consegue enxergar a verdade na sua frente, como vai entender os sentimentos dessas duas pessoas, que tem universos diferentes. Olhe para si mesmo e você vai ter todas as respostas. -Mione sentiu o rosto queimar, parecia deslocada e saiu desabalada pela porta da sala, deixando todos de boca aberta, Rony sentiu seu estômago afundar e saiu correndo porta afora.


Harry ficou sem saber o que fazer seus sentimentos se confundiam dentro dele, tinha vontade de beijar e abraçar a Gina e ao mesmo tempo tira-la da li para bem longe.



-Fala alguma coisa Harry.

-Alguma coisa Gina?Eu, eu, vou embora depois a gente se fala

-Você não tem nada para falar com ela, ô cicatriz, ou você acha que eu esqueci daquele beijo

-Mas foi Gina...Espera ai, ela me beijou.


-Até parece que você não gostou né? Seu, seu, aproveitador.

-Olha Malfoy, o eu não engoli sua historia com Gina e se tem algum aproveitador aqui esse alguém é você. Ela, ela... É muito nova pra você e se você fizer algum mal a ela vai se arrepender.
-Harry pega a varinha e aponta para o rosto de Malfoy.

-PAREM! Agora! - Gritou Gina - por favor, será que vocês não vêem que não estou bem! Ou que eu estou cansada desta briga de vocês idiota, será que vocês não poderiam ser amigos?



Draco se volta e abraça Gina e a beija apaixonadamente. Draco fala no ouvido de Gina.



-Você viu o que ele falou de mim, mas por você eu relevo, só não me peça para eu ser amigo dele.



Harry nunca tinha visto Malfoy abrir mão de qualquer coisa por ninguém mesmo sendo uma boa briga, ele sentiu pela primeira vez que algo importante estava acontecendo.

No jardim Mione chorava, e de longe Ron a mirava sem ter coragem de chegar perto dela. Mione olha pra traz e diz com os olhos vermelhos e inchados:



-o que foi nunca viu ninguém chorando?

-Você, nunca.

-Então fique sabendo que e por sua causa.




Rony chega um pouco mais perto:



-Por minha causa?

-Por que você não vê?Como você não enxerga?

-E realmente eu fui muito burro! Como eu não percebi que Gina estava namorando o Malfoy.

-Ron. –
Hermione tenta o chamar para a realidade.

-A isso me dá tanta raiva... – Ron chutava o ar com raiva e ignorava o que Mione falava.

-Rony. – Ela continua a chamá-lo um pouco mais alto.

-Só que eu não, vou permitir isso não vou... – Ron ameaça com a varinha balançando no ar.

-Rony.Cala essa...

-Se pelo menos ela tivesse namorando o Harry...

-Rony me escu... – Mione revirava os olhos, sento interrompida mais uma vez por Ron  já perdendo a paciência.

-Mas se fosse com o Harry não era escondido...

-Rony cala essa maldita boca e me escuta
- Mione grita de frente para ele com cara de poucos amigos.

-Tá bom Mione, você me traiu, mas eu te escuto.

-Será que você não me entendeu, você não vê por que eu estava chorando?

-Hááááá eu vejo sim,
- falou Ron acusando Mione - você estava chorando de remorso.

-De quê? –
Mione estava abismada com a falta de tato dele.

-De remorso por não ter me contado a verdade e ter ficado do lado daqueles dois.



Mione se enfureceu, foi até ele deu um empurrão que o derrubou no chão. Ela olhava pra ele estendido ali e se abaixou com certa raiva. Quando Ron já se preparava para alguma azaração extremamente dolorosa, sentiu um peso em seu peito e algo macio pressionar os seu lábio.Um beijo doce e apaixonado invadia sua boca, fazendo um friozinho percorrer sua espinha. Ron tentou aproximar Hermione com um abraço, mas ela se levanta e sai correndo antes que ele pudesse perceber que estava fazendo isso. Ele ainda consegue vê-la correndo, mas continua imóvel tentando manter raciocinar o que teria sido tudo aquilo.


-Garota, vai entender? – Volta a se deitar na grama e a lembrar como foi boa essa briga com Hermione.


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