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7. Mudanças


Fic: O Segredo do Pentagrama


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 Brian Adams - Everything I Do I Do It For You - Brian Adams





N/A A partir desse capítulo a fic passa a ter outra classificação NC-17. Mudanças tem um pouco mais de ação e cenas quente... Espero que gostem...Agora chega de conversa e vamos ao texto...


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Capítulo 7 – Mudanças

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O vôo foi tenso. Tonks e Lupin por vezes faziam um reconhecimento à frente e atrás do grupo principal, manter aquela comitiva em segredo era crucial para a segurança de todos. Levavam cargas preciosas, jovens bruxos que salvariam o mundo daquele-que-não-se-nomeia.

Durante o vôo Angel teve tempo de pensar no beijo. Apesar de estar voando, ainda podia sentir os lábios dele nos seus. Estava muito confusa, um turbilhão de emoções vinham com a lembrança do momento. O garoto ao seu lado era como uma moeda: tinha duas faces. Uma, a que ele mostrava para todos: frio e mal humorado. A outra, a que ele mostrava só pra ela, aos poucos é claro, chegava a ser carinhoso. Quando estavam sozinhos, mesmo com aquela arrogância toda, ele não era frio. No momento daquele beijo ele foi quente e intenso, mesmo que suas mãos continuassem geladas. A seu lado, Draco tentava, em vão, limpar seus pensamentos. O gosto e o cheiro dela invadiam seus sentidos. Seu autocontrole falhara nas últimas horas. Depois daquele beijo, estava sendo difícil para o loiro pensar racionalmente. Nesse momento seus olhares se encontraram, e havia uma cumplicidade no ar. Algo que não existia ali antes.

Quando aterrissaram era madrugada, Angel já mostrava sinais de exaustão e Draco a amparou quando desceu. Angel olhou curiosamente. Não estavam à frente de nada que se parecesse com uma casa. Mesmo assim, a passagem se abriu e eles entraram. A casa número doze do Largo Grimmauld, localizada no subúrbio de Londres, tinha pertencido à família Black. Alguns de seus antepassados ainda estavam lá, presentes nos quadros mágicos: como a mãe de Sirius, no quadro da parede do corredor, e o bisavô dele, Fineus Nigellus, no quadro do quarto em que Harry e Rony costumavam ficar hospedados durante as férias, quando ainda freqüentavam Hogwarts.

As marcas da família Black também se estendiam à tapeçaria, às porcelanas e à cabeça decepada dos elfos domésticos - que decoravam a parede das escadas. Quando a mansão foi reaberta por Sirius, ele e Molly Weasley se encarregaram de tornar a casa habitável. Enquanto Sirius, sob os protestos de Monstro, tentava tirar todas as marcas possíveis de que sua família havia morado ali, algumas coisas ficaram. A árvore genealógica dos Black na sala de estar, por exemplo. Este mural, aliás, comprova o parentesco dos Black com várias outras famílias bruxas - algumas não muito confiáveis, como os Malfoy.

Para Angel era quase assustador. Sentindo, contudo, a segurança que a mão do seu Dragão lhe dava, já se controlava com facilidade. Arthur Weasley, um dos membros da Ordem da Fênix, recebeu os novos moradores com um sorriso largo no rosto, mas uma ruga de preocupação.

“Os aposentos já foram preparados para vocês, devem estar cansados e com fome. Molly está na cozinha preparando algo para comerem. Venham, vamos nos sentar à mesa.”

Molly Weasley veio da cozinha com um sorriso enorme no rosto e um caldeirão fumegante que flutuava ao seu lado. Abraçou suas crianças e logo achou que estavam anêmicas (para não perder o costume). Deteve-se à frente de Malfoy e Angel.

“Não conheço a moça, mas você será bem vindo nesta casa.” Malfoy não escapou do abraço. Segurou-se para não azarar aquela mulher. Abraços! Como aqueles Gryffindors eram capazes de se abraçarem tanto?

Os presentes disfarçaram o riso, a cena era cômica. Por fim, abraçou também Angel. E os convocou para comer. Tudo aconteceu rápido demais e Malfoy nem teve tempo de pensar em uma ação. A ceia foi rápida, todos estavam cansados. Era uma sopa leve, para esquentar o estomago dos viajantes e prepará-los para um justo descanso. A certa altura Dobby aparatou muito feliz em saber que Harry estava de volta. Levou cada um aos seus aposentos, menos Malfoy, ainda não gostava de ver o loiro por perto. Mas Angel foi outra história, se encantou com ela e passou a tratá-la como tratava Hermione e Ginny, cheio de mimos.

Molly mostrou a Draco e Angel o seu quarto e ficaram os três embaraçados por um momento. Sem dizer nada Draco rapidamente puxou Angel pela mão, entrou no quarto e fechou a porta sem dar tempo para a Sra. Weasley contestar. A garota finalmente riu com gosto, agora sozinha com ele no quarto. Draco tratou de colocar um feitiço silenciador nos aposentos, e acabou por achar graça de tudo também, esboçando um pequeno sorriso, o que lhe deu um ar mais humano. Angel foi se recuperando dos risos, tentando ficar séria.

“Desculpe-me. Não pude me conter...”.

“Eu sei, é esse transtorno todo por que estamos passando. Você está cansada, precisa repousar. Por que não toma um banho para relaxar? Deixa que eu cuido de tudo.” Ele a conduziu até uma porta e a abriu, mostrando um banheiro.

Era um banheiro parecido com o de Hogwarts. Ela estava exausta, entrou sob o chuveiro e deixou que a água quente escorresse pelo seu corpo. Tantas coisas passaram pela sua mente... Uma saudade insana bateu no seu peito e pela primeira vez, depois que decidiu aceitar seu novo destino, pensou na sua casa, sua família, seus amigos... Silenciosamente as lágrimas foram descendo pela face e se misturando com a água quente. Deixou seu corpo encostar-se à parede do box e escorregar até o chão, junto com a desolação que a oprimia.

Do lado de fora Draco tomava providencias práticas. Tirou seu malão do bolso fazendo-o voltar ao seu tamanho normal. Providenciou uma camisa de um dos seus pijamas para ela e transfigurou a cama se solteiro numa cama de casal. Sentiu seu peito se apertar. Ainda não entendia como, mas sabia que seu anjo sofria. Então foi até a porta e a entreabriu devagar. Encontrou Angel sentada sob o chuveiro, o jato d’água correndo pelos seus cabelos, abraçada aos seus joelhos.

Rapidamente, entrou no box ficando completamente encharcado e tirou-a dali. Pegou a toalha e a envolveu, tratando-a com delicadeza como a um bebê. Carregou-a no colo até a cama e colocou-a sentada enquanto buscava a roupa que separara para ela. Vestiu-a cuidadosamente, impressionado com os sentimentos que Angel despertara nele. Nunca imaginara que tivesse tanta ternura e desvelo dentro de si, menos ainda que um dia poderia destinar esses sentimentos a alguém. Fez com que ela deitasse e beijou-a na testa, antes de deixá-la para tomar seu banho.

Draco tomou o banho rapidamente e voltou para junto dela na cama. Ela tinha os olhos fechados e parecia dormir. Sua face ainda estava molhada com as lágrimas que teimavam em cair, quando Draco se deitou silenciosamente ao seu lado. Aninhou-se a ele, suas costas encostadas no peito dele, que a acomodou entre seus braços. Apertou-a bem junto de si, sentindo mais uma vez aquele cheiro que embalava suas noites. E assim eles adormeceram.

Estava perdida. Sozinha no meio de barulhos ensurdecedores, gritos, explosões, gemidos de dor. Mas não via realmente onde estava. Não podia ver. Estava cega, não conseguia discernir em que mundo estava, eram tão diferentes, mas ao mesmo tempo tão parecidos, que sem seus olhos não podia diferenciá-los. A angústia em seu peito era cada vez maior, a solidão cada vez mais desesperadora, o cheiro da morte cada vez mais perto... Então não teve mais medo, braços fortes a envolveram, mãos delicadas afagaram seus cabelos, um perfume suave chegou as suas narinas. “Meu anjo...”

O som daquela voz foi tão real que ela despertou. Abriu os olhos e a pele branca do pescoço dele estava diante de si. Respirou fundo, inalando aquele perfume que reconhecia ser o mesmo do seu sonho. Tinha se virado no meio daquele abraço e agora sem perceber estava tocando aquela pele, subindo os dedos pelo colo, pelo queixo, até tocar aqueles lábios. Estremeceu lembrando do toque deles nos seus. Sem que percebesse, foi se aproximando, até encostar sua boca na dele.

Entre acordado e dormindo, ele correspondeu ao beijo. Sentiu seu corpo despertando à medida que ela o beijava, à medida que a língua dela acariciava seus lábios. Seus braços apertando o corpo da garota e as mãos dela entrando pela gola do pijama até sua nuca, sob seus cabelos... Eles sonhavam acordados, estavam continuando sua descoberta do mesmo ponto em que foram interrompidos no quarto das masmorras. As mãos dele acariciaram as costas dela, e foram descendo até chegarem às coxas... Subiram por baixo da camisa... E então despertaram bruscamente. Angel afastou os lábios dos dele e baixou a cabeça, encostando a testa no peito forte, ouvindo o coração acelerado. Draco abriu os olhos, meio desorientado, a voz enrouquecida pelo sono.

“Meu anjo, o que foi...” Viu-a de cabeça baixa, colocou seus dedos sob o queixo dela e levantou seu rosto. Além de estar encantadoramente corada, reparou que seus olhos estavam levemente arregalados, neles podia ver o indício de receio, estavam assustadiços, ariscos. “O que você tem...” Ele perguntou baixinho ao mesmo tempo em que um fio de compreensão o atingia. “Você é... É...?” Os olhos prateados buscavam a confirmação na expressão dela, que abaixou as pálpebras, encabulada.

“Angel... Olha pra mim.” Os olhos dela se ergueram. “Não precisa ter medo e nem vergonha. Não vou forçar nada e me sentirei honrado se você permitir que eu apenas a toque...” Abraçou-a com carinho. “Só quero tocar em você... E ficarei feliz com o que você quiser fazer... Comigo.“ Então a beijou, só beijou. Procurou deixar que ela mostrasse o que queria e quando queria. Deixou-se levar por ela.

O feitiço do vínculo mágico foi se ativando novamente e uma aura azul os envolveu sem que eles percebessem, tornando mais intenso tudo que ia dentro de suas almas...

Ele podia sentir o que ela sentia: a emoção, seu coração batia loucamente acelerado; o receio, a agonia que sentia por não saber o que fazer; o prazer, todas as sensações que a arrepiavam fortemente...

Ela estava entre seus braços e as carícias de suas mãos, suaves e lentas, a acalmavam, a embalavam, faziam com que esquecesse o sentimento contraditório de seu coração e deixava somente o contentamento por senti-lo junto de seu corpo.

Ele podia saber o que ela pensava: que tudo era tão novo e tão inesperado e ela tinha medo do desconhecido; que não sabia o que sentia por ele nem o que ele sentia por ela; que estava tão envolvida que não sabia mais o que estava certo ou errado... Então deixou sua mente livre, para que seus pensamentos chegassem até ela e se sentisse segura... A cama toda brilhava de tanta luz, eles estavam entrando em sintonia...

Look into my eyes

Olha para os meus olhos

You will see, what you mean to me

Tu verás O que significas para mim.

Search your heart , search your soul

Procura no teu coração, procure na tua alma

And when you find me there, you'll search no more

E quando lá me encontrares, não vais procurar mais.

Ela o abraçou, sentindo que as barreiras entre os dois se desvaneciam, colou seu corpo no dele, finalmente o aceitando, concordando, querendo. Os pensamentos dele em sua mente eram seu guia, as mãos dele em seu corpo eram a sua perdição... Lábios nos lábios, beijos lentos, sensuais, a língua dele acariciando a sua, passando sobre os seus lábios convidando a retribuir, ensinando o caminho... Descendo por seu pescoço, bem devagar, brincando com os dentes na sua orelha...

Don't tell me it's not worth trying for

Não me digas que não vale a pena tentar,

You can't tell me it's not worth dying for

Não me podes dizer que não vale a pena morrer por isso

You know it's true, everything I do, I do it for you

Tu sabes que é verdade, tudo que eu faço - eu faço-o por ti.

A mão dele tomou a sua, colocou-a sobre o peito e ela sentiu seu coração. E logo ela sentia em si o ritmo acelerado, assim como o seu. A mão dele sobre a sua, levando seus dedos até os botões do pijama... Sentia a ansiedade dele, e sabia que ele sentia a sua... Os dedos dela foram abrindo os botões e se infiltrando sobre a pele alva, repetindo nele o que fazia com ela, suas vozes se misturando em gemidos suaves...

Look into your heart , you will find

Olha para o teu coração, vais encontrar,

There's nothing there to hide

Não existe nada lá para esconder.

Take me as I am, take my life

Aceita-me como sou, fica com a minha vida,

I would give it all, I would sacrifice

Eu te entregaria totalmente - eu a sacrificaria.

Ele abriu a camisa dela, desnudando os seios, perfeitos em sua mão, os bicos vermelhos como botões de rosa, perfeitos para sua boca. Seus lábios se fecharam neles, provocando pequenos choques... Que se repetiam em si mesmo. Ele a incentivava a fazer o mesmo, a deixar a mão vagar por seu corpo, repetindo os mesmos movimentos com a boca e com a língua. Seu prazer aumentando o dela e o dela aumentando o seu.

Don't tell me it's not worth fighting for

Não me digas que não vale a pena lutar,

I can't help it, there's nothing I want more

Eu não consigo evitar, não há nada que eu deseje mais.

You know it's true, everything I do, I do it for you

Tu sabes que é verdade, tudo que eu faço, eu faço-o por ti.

Era assustador e também delicioso se sentirem refletidos um no outro. Ele desceu sua mão pelo ventre dela, passou por cima da calcinha, pressionando, afagando, e foi ouvindo o gemido que fez seu corpo todo se arrepiar... Foi assim, que sentiu o toque leve e incerto sobre o seu sexo, o jeitinho dela parar com as outras carícias e esconder seu rosto em seu peito, se concentrando em lhe dar prazer... Essa emoção quase o arrebatou...

There's no love, like your love

Não existe amor, como o teu amor

And no other, could give more love

E nenhuma outra, poderia oferecer mais amor.

There's nowhere, unless you're there

Não existe lugar, a não ser que lá estejas.

All the time, all the way

Todo o tempo, até o fim.

Tomou as mãos dela entre as suas, beijando as palmas, beijando entre os seios, olhando seus olhos, seus dedos afastando o elástico da calcinha... Olhos ardentes, brigando entre o castanho e o verde, dando permissão... Beijos descendo molhados e leves, sobre o estômago, a cintura, o umbigo... Dedos descendo quentes, pelos quadris, pelas coxas, pelos joelhos... Levando consigo a última peça que cobria a sua inocência... O caminho ficando livre para os lábios que brincavam sobre sua pele, sobre seu pêlos e... Quase a deixaram doida, como embriagada, esquecida de tudo, consciente apenas daqueles lábios que roçavam em si, do movimento da língua que dava nós em seu ventre... Até quase não aguentar mais e puxá-lo pelos cabelos.

Look into your heart, babe

Olha para o teu coração, Babe

“Anjo...?” Olhos nos olhos. Os corações se confessavam um ao outro, por que suas vozes não ousariam dizer.

“Sim.” Foi tudo que seu pensamento precisou dizer... Seus olhos se fecharam abandonando seu corpo nas mãos quentes e suaves.

O corpo dele cobriu o dela, se encaixando perfeitamente entre as coxas e os braços dela o apertaram contra si, os beijos intensos sufocando os gemidos. Ele a penetrou, delicadamente, detendo-se diante da barreira natural, forçou a passagem, sentindo suas unhas se enterrar em suas costas. Seus lábios se separaram e ela estremeceu a respiração falhando, arquejante... Então se enroscou nele, suas pernas o enlaçaram...

“Meu Dragão...” Ela gemeu junto a seu ouvido e se forçou contra ele, até senti-lo todo dentro de si. Ficaram parados, ofegantes, se acostumando um ao outro, sentindo as sensações um do outro. Ele se mexeu e ela acompanhou o movimento, um desconforto ardido e doloroso que foi se diluindo em meio do prazer do corpo dele se arremetendo dentro do seu, devagar, constante... Cada um buscando a satisfação do outro, mantendo-se a ponto de cair no abismo de prazer...

Oh, you can't tell me it's not worth trying for

Oh, Não me digas que não vale a pena lutar,

I can't help it, there's nothing I want more

Eu não consigo evitar, não há nada que eu deseje mais.

Yea, I'd fight for you, I'd lie for you

Sim, eu lutaria por ti, eu mentiria por ti,

Walk the wild for you, yeah I'd die for you

Caminharia em perigo por ti, sim, eu morreria por ti

“MEU DRAGÃO!!!” O quarto todo se inundou de luz, selando a última etapa do vínculo mágico... E Draco sentiu em si a emoção do gozo dela e não pode mais segurar o seu, sabendo que ele se refletiria nela. Ficaram parados, unidos, ofegantes, um sentindo o outro, um ouvindo o outro.

You know it's true

Tu sabes que é verdade,

Everything I do

Tudo que eu faço

ooooh
ooooh

I do it for you

eu faço-o por ti

Draco deitou-se ao lado dela, beijando-lhe a tempora... Abraçando-a junto a si, a mão circulando carinhosa sobre o seu ventre.

“Nunca vivi nada tão lindo...” Ele sussurrou junto dos cabelos dela.

“Foi fantástico... Não pensei que fosse assim...” Levantou os olhos para ele, embevecida.

“Obrigado...” Ele sorriu, feliz. “Nunca pensei que pudesse ser assim...”

“Vem comigo.” Ela pegou em sua mão, levantando-se da cama excitada e o puxando com ela.

“Onde...?” Acompanhou-a, entrando no banheiro arrastado pelo entusiasmo dela, que chegou até a banheira e abriu as torneiras.

“Quero fazer uma coisa que eu... Eu...” Pensou no que ia dizer e enrubesceu.

“Você pensou em fazer alguma coisa comigo... Na banheira?” Um sorriso entre carinhoso e malicioso adornou os lábios finos.

“Não! Quer dizer... Sim... É, quer dizer... Eu... Eu sempre sonhei que um dia quando...” Draco olhou jeitinho recatado, o rosto tímido. “Quando eu encontrasse o... Alguém que...” Uma profunda doçura invadiu o coração do loiro. “Eu sempre pensei que seria maravilhoso depois... Depois de... De...” O rosto dela estava cada vez mais vermelho.

“Eu entendi...” Draco a trouxe para junto dele. “Você sonhava em apreciar essa intimidade depois do amor...” Beijou seus lábios docemente. “Em dividir esse momento sublime com alguém...” Levantou-a em seus braços e beijou-lhe candidamente a face. “Alguém especial... Estou feliz por ser esse alguém pra você.” Ele disse entrando na banheira e se sentando com ela em seu colo.

Beijaram-se desligados de que existia qualquer outra coisa ou outro mundo lá fora. Entre beijos e carinhos eles se ensaboaram, se cuidaram, desfrutaram daquele momento perfeito. A banheira se tornou uma extensão da cama, onde eles continuaram a fazer amor apenas através dos toques inocentes do banho. A união entre eles fora tão extraordinária, tão completa que o tempo deixou de fazer sentido entre eles. Foi uma comunhão de beleza esplendorosa, o amor fluía entre eles, olhos nos olhos, enxaguando-se languidamente, boca na boca, enxugando-se afetuosamente. Caminharam juntos de volta à cama, deitando-se de frente um para o outro e abraçados fecharam seus olhos para sonhar.

Angel acordou com um sentimento diferente, muito diferente, tinha o rosto enterrado nos longos cabelos do seu Dragão. Sentia seu perfume envolvente, o que a fez lembrar da noite anterior. Mais que perfeita, sentia-se inteira, completa. Com cuidado saiu sorrateiramente do abraço que a envolvia, seu Loiro com certeza dormiria um pouco mais. Pegou o roupão e cobriu sua nudez. Estava faminta. Deu um jeito nos cabelos, e olhou-se cuidadosamente no espelho. Não estava diferente, mas sentia-se diferente. Na sua mente uma idéia começou a brincar... Café da manhã na cama, sorrisos e beijinhos...Os beijinhos do Dragão são tão doces...

Era muito cedo ainda, o lugar era silencioso e movia-se com cuidado para não acordar ninguém, imaginava dar de cara com alguém naqueles trajes seria embaraçoso. Adentrou a cozinha que estava vazia, mas, com uma explendida mesa de café da manhã já posta. Se a Senhora Weasley me pega aqui não sei onde vou enfiar minha cara, ela já me olhou com uma expressão reprovativa ontem... E nem teve tempo de fazer perguntas... Imagina se tiver tempo...! Estou perdida!

Olhava pela cozinha em busca de uma bandeja. Uma virada brusca e deu de cara com Hermione. Ruborizou-se imediatamente, não estava em seus planos encontrar ninguém. Ficou muito embaraçada.

“Bom dia Angel!”

“Bom dia Hermione!”

“O que faz fora da cama tão cedo? Malfoy te expulsou?”

“Não... Er... Bem, eu... É que... Pensei...”

Hermione sorriu, entendendo o constrangimento da garota que a essa hora tinha o rosto da cor dos cabelos Weasley.

“Vamos lá querida, o que tem em mente?”

“Ah!... Queria levar o café da manhã para variar, ele sempre faz isso por nós. Hoje... Bem hoje queria agradá-lo um pouco.”

“Ele mereceu?”

“Com certeza!”

“A noite deve ter sido ótima, vamos ter que estuporar esse impostor que está no quarto se fingindo de Malfoy. Ninguém em sã consciência se sente grata a Malfoy a ponto de levar café na cama para ele!”

“Ah! Hermione, dá um desconto.”

“Você despertou o ser humano que ainda existia nele. Vamos logo com isso antes que a Senhora Weasley volte.”

Hermione ajudou Angel a fazer uma bela bandeja transfigurou até uma margarida num vaso solitário. Ambas olharam a enorme bandeja ricamente organizada com a melhor louça dos Black. Entreolharam-se e sorriram.

“Digna de um Malfoy!” Hermione não pode deixar de dizer.

As garotas riram. Na verdade estavam se divertindo, Malfoy mostrava seu lado humano depois que Angel chegara, mas, azararia qualquer um que insinuasse isso.

“Obrigada pela ajuda.”

“Vai logo. Em poucos minutos essa cozinha será invadida por cabelos vermelhos famintos!”

Mione acompanhou-a até a porta do quarto e a abriu devagar para que Angel entrasse. Colocou só a mão para dentro do quarto e transfigurou uma toalha muito bonita para a mesa. Fechou a porta e riu baixinho.

No quarto Angel colocou a bandeja sobre a mesa e se aproximou da cama. Seu dragão dormia tranquilo. Tinha até um arremedo de sorriso no rosto. Lembrou das palavras de Severus: viver bem. Se isso era viver bem, então estava no caminho certo pela primeira vez em anos e estava feliz. Tirou uma mecha que cobria a face do garoto. Depositou pequenos e delicados beijos em sua face até chegar em seus lábios. Quando os encontrou foi recebida com muita doçura, Draco a envolveu em seus braços, a puxou para si e a estreitou junto ao seu corpo quente. Permaneceram tateando-se por um tempo. Dedos atrevidos desamarraram seu roupão, beijos doces e intensos novamente percorreram sua nudez. Nao foi muito difícil para que os corpos se incendiassem. Olhos nos olhos, eles se amaram e se perderam novamente.

“Onde estava?” sua boca ainda sobre os lábios dela.

“Na cozinha providenciando nosso café da manhã...”

“Vou trouxe o meu café?” O espanto ficou evidente, tanto no rosto quanto na voz.

“Sim. Algum problema? Pensei que fosse gostar...”

Angel baixou a cabeça corando levemente, Draco se aproximou, pegou suas mãos, encantado.

“Só os elfos domésticos fizeram isso por mim. Amei sua atitude. Sinto-me acalentado pelo gesto!”

Draco levantou o rosto do seu anjo e depositou um delicado beijo. Levantou-se e trouxe a bandeja para a cama. Desfrutar do café com sua dama do outono, tinha um gosto de felicidade. Felicidade, amor, seria aquilo que estava sentindo? Malfoy não sabia. Apenas sabia que se sentia muito bem naquela manhã, e isso bastava.


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N/A: Quero agradecer a rev da Carol Lee. Carolzinha, muito obrigada pelo incentivo, eu estou curtindo muito publicar aqui, amei o seu recadinho! Valeu!!!

A todos que leram e não deixaram seus recadinhos e continuam tímidos, agradeço também e espero que estejam gostando.

E não poderia esquecer nunca da Samie que me inspira a cada capítulo.
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Música do cap. Bryan Adans - Everything I Do -
video postado no meu Multiply : confiram é lindo! http://isabelledelacour.multiply.com/video/item/5/Bryan_Adams_-_Everything_I_Do_Legendado

Jinhos da Isabelle!!!!!!!!!

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