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12. Treinamento II (revisado)


Fic: Reescrevendo a História


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Os dias se passaram rapidamente e logo chegou o domingo em que seria a primeira noite de lua cheia, Hermione preparou a poção mata-cão para Lupin, mas sem revelar que poção era aquela ou para que servia, dizendo apenas para confiarem nela. Lupin a tomou e antes do anoitecer, foi com Thiago e Sírius para cabana onde passariam a noite.


-Acha que ele vai ficar bem? –Harry pergunta preocupado a Hermione, os dois eram os únicos que ainda estavam acordados, já que os demais resolveram dormir cedo devido ao treinamento no dia seguinte.


-Claro, não se preocupe. –Hermione fala se aproximando e sentando entre as pernas dele, se deixando abraçar.


-Você acha seguro? –Harry pergunta malicioso, a apertando contra si e lhe beijando no rosto e pescoço.


-No momento, eu não me importo. Se alguém ainda estiver acordado, eu oblivio! –Diz satisfeita, estava adorando os carinhos e beijinhos dele.


-Uau! Está rebelde hoje? –Pergunta com um sorriso maroto.


-Quem sabe. –Fala se virando e o beijando.


-Essa informação muito me agrada. Aliás, o que você acha de continuarmos no meu quarto, onde ninguém poderia nos ver? –Propõe sussurrando sedutoramente no em seu ouvido.


-Você vai me levar pro mau caminho. –Murmura o beijando, depois indo rapidamente para dentro da mansão.


-Não aguento mais ter que fingir e ficar longe de você. –Harry sussurra enquanto andavam sorrateiros pelos corredores.


-Eu também não, mas já estou pensando em um jeito da gente começar a namorar, sem dar a entender que eles tiveram algo a ver com isso. –Hermione fala e Harry abre um grande sorriso.


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No dia seguinte pela manhã, Harry, Rony e as meninas estavam fazendo uma sessão de alongamentos perto do lago, cumprindo os exercícios matinais, quando Lupin, Thiago e Sírius surgem do bosque parecendo muito animados.


-Bom Dia! –Harry fala ao vê-los. Anne e Lílian vão correndo abraçar e beijar os namorados, enquanto Lupin vai cumprimentar os outros.


-Mione, que poção incrível foi aquela que você me deu? –Lupin pergunta animado, apesar de parecer abatido e fraco.


-Segredo. –Responde sorrindo cúmplice para Rony e Harry.


-Como assim segredo? Eu preciso saber o que você fez. –Lupin fala mais seriamente, parecendo realmente precisar da fórmula.


-É verdade, Aluado nunca esteve tão calmo antes. –Sírius fala ao chegar com a namorada e os amigos.


-É uma poção que vai ser “inventada” daqui uns anos e por sorte eu consegui me lembrar como fazer. –Hermione fala como se sentisse muito, afinal ela não poderia “roubar” a invenção de alguém.


-Mas não tem problema se você contar pra gente, quer dizer, Aluado precisa disso. –Thiago o defende.


-Não só eu, como todos os lobisomens que existem e não querem atacar pessoas. –Lupin fala tocando em um ponto fraco de Hermione.


-Desculpa cara, Mione pode fazer a poção pra você, mas dar a fórmula a gente não pode. Coisa do futuro, você sabe. –Rony fala antes que Hermione se sensibilizasse com Lupin.


-Mas o que essa poção faz, afinal? –Lílian pergunta curiosa.


-O nome é poção mata-cão, ela faz com que os lobisomens mantenham a consciência humana mesmo depois de transformados. –Harry explica e Lupin confirma.


-Então vocês deveriam publicar a fórmula, nem que seja de jeito anônimo! –Lílian fala como se fosse óbvio.


-Não é tão fácil, seria errado e acredite, essa poção não vai mudar tanto assim a aceitação dos lobisomens pelos bruxos. Sinto muito Remo. –Hermione fala em tom decisivo, apesar de lamentar.


-Certo, então vamos voltar aos treinos, quer dizer, Remo, você pode descansar. –Harry fala vendo que o amigo não teria condições de treinar.


Todos voltam às posições e começam o alongamento que viria antes dos exercícios em si. O grupo estava treinando duro, pois haviam decidido ir à floresta na noite seguinte à última lua cheia e, portanto, deviam estar mais preparados e alertas que nunca.


******************************************************************


O tempo passou mais rápido que imaginavam e na noite combinada o céu estava negro, densas nuvens de chuva se acumulavam sobre o sítio e isso era de certa forma favorável, porque seria mais difícil de vê-los em uma noite tão escura, mas ao mesmo tempo ruim, já que os habitantes da floresta teriam a mesma vantagem. A brisa soprava contra eles, o que trazia a vantagem de não levar seus cheiros para frente, onde não conheceriam o terreno ou onde algum animal poderia espreitá-los.


Às 21h quando acabaram o jantar, subiram para fazer os últimos preparativos, reunindo-se vinte minutos depois na varanda a frente da casa. Todos estavam vestidos de negro, as meninas tinham os cabelos bem presos em um rabo de cavalo, Harry levava uma mochila onde estaria uma caixa para primeiros socorros e frascos de poção, feitos para usarem em caso de emergência como quando perdessem a varinha para o inimigo. Os outros carregavam apenas suas varinhas e vassouras, as quais deixariam na entrada da floresta, não seria bom que eles fossem a pé, principalmente por causa da volta que poderia envolver algum ferido.


-Se todos estiverem prontos, podemos ir. –Harry fala e ninguém se manifesta. –Então todos às suas vassouras.


Assim que Harry dá o comando, Thiago monta em sua vassoura e Lílian monta a sua frente, o mesmo se dá com Sírius e Anne, Rony e Sally montam na vassoura que Anne havia trazido, Lupin monta na dele e Harry e Hermione na vassoura de Harry. Os nove ganham os céus e voam para a orla do lago, onde deixariam as vassouras, pois o caminho era aberto e mais claro que os outros pontos onde poderiam entrar na floresta.


Cerca de dez minutos depois de entrarem na floresta, a escuridão aumentou e os sons ficaram cada vez menos frequentes, ao ponto em que só alguns pássaros eram ouvidos.


-Está muito silencioso, vocês não acham? –Sally comenta não gostando daquilo.


-Nós viemos por isso, não? –Anne fala olhando para os lados, como se esperasse ser atacada a qualquer momento.


-Eu vi algo se mexer. –Thiago fala apontando um arbusto cinco metros a frente.


-Viu o que? –Lupin pergunta erguendo a varinha, mas vendo apenas o arbusto.


-Você está imaginando coisas, Pontas. –Sírius fala em tom divertido.


-Eu não imaginei nada... –Thiago defendia quando um guincho alto é ouvido, assustando todos.


-O arbusto. –Hermione fala direcionando sua varinha, enquanto o arbusto se movia.


Do local, pulou uma criatura, que parecia apavorada e corria rapidamente sem uma perna, passando entre eles e se escondendo na mata de onde haviam vindo.


-O que fez aquilo, com ele? –Lílian pergunta fazendo cara de nojo.


-Aranhas. –Anne fala com cara de nojo, sacudindo a mão, que estava apoiada em uma árvore, por onde várias subiam.


-Acromântulas! –Lily, Hermione e Anne falam juntas ao verem uma aranha de quase meio metro surgir do arbusto, junto com diversas aranhas menores.


-A-a-aranhas! –Rony grita apavorado e sai correndo.


-Rony! –Gritam os amigos acompanhando o ruivo com os olhos.


-Sírius, Anne e Sally, atrás dele. Tragam-no de volta o mais rápido possível. –Hermione fala, enquanto Harry e Lílian fazem uma barreira de fogo entre eles e as aranhas.


-Não acredito que ele saiu correndo e gritando por causa de umas aranhazinhas! –Thiago fala incrédulo.


-Esses são só filhotes. –Lupin fala e no momento seguinte uma aranha de quase dois metros aparece, atirando o garoto contra uma árvore.


-Remo! –Exclamam preocupados.


Harry e Thiago atacam a aranha com o feitiço redutor e um estuporante, mas os dois são rebatidos, enquanto isso Hermione e Lílian verificam se Lupin está bem.


-Deixa que eu levo ele, ajuda os garotos. –Hermione fala para Lílian que assente e se afasta, enquanto Hermione tenta levar o inconsciente Lupin para longe das aranhas.


Nesse momento Harry tenta retardar a aranha maior, enquanto Thiago cuida das menores que não paravam de aparecer. Então em uma fração de segundos, a aranha maior se ergue um pouco e Harry se adianta para atingi-la com um feitiço, mas rapidamente ela abaixa uma das pinças, que acaba por atingir as costas de Lílian, que se atira a frente dele.


-Mãe! –Harry grita ao amparar Lílian nos braços, vendo um enorme rasgo em suas costas, que pingava sangue atraindo as aranhas. Harry percebe isso e tira Lílian dali rapidamente.


-Maldita! –Thiago brada furioso, conjurando uma barra de ferro e correndo na direção da aranha gigante.


Hermione vê e faz um círculo de fogo entorno de algumas árvores e conjura uma maca flutuante para por Lílian e deixa-la perto de Lupin.


-Harry, nós temos que ir devagar, enquanto os outros não voltarem com Rony, temos que aguardá-los aqui. –Avisa Harry, que parecia estar em choque –Então vamos tentar controlar a situação por pelo menos vinte minutos. –Hermione fala isso, mas sem deixar de observar Thiago, o que a permitiu transfigurar a barra de ferro em um escudo, que se desfez com a secreção venenosa lançada pela aranha.


Harry, que começou a correr quando viu Hermione transfigurar a barra, alcança Thiago, pulando sobre ele e fazendo os dois escaparem de uma enorme árvore que cai devido ao fogo, e acaba esmagando a aranha.


-Agora ela morreu, não foi? –Thiago pergunta a Harry, que confirma com um aceno.


-Malditos humanos, como ousam perturbar a paz de meu ninho? –Uma acromantula enorme, com quatro metros de envergadura nas patas e oito olhos negros, fala parecendo bem irritada.


-Harry, temos que aguardar. –Hermione fala e rapidamente os dois acenam e começam a lançar feitiços na aranha maior, enquanto Hermione afastava as menores com fogo ou com o feitiço aranha exumae .


******************************************************************


Em outra parte da floresta, Rony se recostava arfante a uma árvore, o pânico já passando. Ele ergue a varinha e acende a ponta com o lumus, mas a paisagem é a mesma de antes, um monte de árvores de vários tipos, alguns arbustos e uma grande escuridão.


-Você é idiota ou que, cara? –Sírius pergunta ao alcançar o ruivo.


-Você quase matou a gente de susto! –Sally fala se aproximando e o olhando severamente.


-Susto? Vocês sabem o tamanho que um bicho daqueles pode alcançar? Já estiveram num ninho? –Rony rebate indignado para os outros três –Pois saibam que eu já estive em um e já vi um adulto daqueles, podem acreditar que é gigantesco! –Fala seriamente, parecendo recuperar o fôlego.


-Podem ter até quatro metros e meio, tem pinças afiadas e lança uma secreção venenosa e mortal. –Anne fala brevemente, explicando sobre o animal em questão. –Mas isso não é motivo pra sair correndo desse jeito, poderia se por em um perigo ainda maior! –O repreende seriamente.


-Maior? Eu não vejo um perigo maior que aquele! –Rony fala decidido e com braços cruzados.


-Qualquer animal perigoso que você enfrentasse sozinho seria mais perigoso que acromantulas em um grupo de mais de oito bruxos. –Sally fala com sobriedade.


-Tem algum bicho aqui. –Sírius fala olhando para um lugar atrás de Rony. –Eu não vi o que era, mas algo bateu contra aquela árvore. –Fala apontando uma árvore enorme a frente deles. Rony olha mais atentamente e gela.


-Testrálios! –Rony fala ao ver cavalos alados negros e de olhos brancos.


-Você pode ver um testrálio? –Anne pergunta espantada.


-Eu já vi muita coisa na minha vida. –Rony responde brevemente e começa a olhar envolta.


-O que é um testrálio? –Sally pergunta em dúvida se realmente queria saber.


-Cavalos alados invisíveis àqueles que nunca viram a morte, extremamente rápidos, dentes muito fortes e muito agressivos. –Anne fala tremendo, pior que aranhas gigantes, só um animal perigoso e invisível.


-Melhor voltarmos pras aranhas, pelo menos elas nós podemos ver! –Sírius fala e parece andar devagar para trás, mas Rony o segura.


-Estamos cercados. –Sussurra um pouco trêmulo.


-E agora? –Anne pergunta ao ruivo, afinal era o único que podia vê-los.


-Ficamos parados e plantamos uma isca. Vamos ter que conjurar algum animal e ficar imóveis, então ao meu sinal todos correremos por aonde viemos. Provavelmente é a direção da fumaça. –Rony instrui e todos concordam baixo.


No instante seguinte, todos conjuram patronos e os fazem correr para onde tinham visto o primeiro testrálio. Na mesma hora, os animais alados atacam os bichos e Rony lança um feitiço que incendeia parte do lugar por onde passariam e, segurando a mão de Sally, começa a correr na direção do paredão de fogo. Sírius e Anne fazem o mesmo e alguns testrálios tentam segui-los, alçando voo.


Uma tempestade começa a cair e os jovens começam a lançar feitiços a esmo para cima, onde os animais deveriam estar, fazendo os cavalos alados terem que desviar constantemente, além de perderem a visibilidade devido a fumaça que vinha dos incêndios que a chuva apagava.


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Thiago, Hermione e Harry já estavam cansados e machucados pelas aranhas, a chuva só os atrapalhava, porque não poderiam mais usar o fogo. Naquele momento, Hermione se aproxima de Thiago enquanto Harry luta contra a aranha maior.


-Temos que sair daqui, então ao meu sinal, use o Luxi , então aproveitamos a cegueira e você carrega Lílian, Harry pega o Remo, e eu vou na retaguarda afastando as que nos seguirem. –Hermione fala e Thiago concorda.


Harry, que não estava ouvindo os outros dois, continua lutando contra a aranha gigantesca e no momento levitava uma árvore e atirava sobre a aranha gigante.


“Temos que sair logo daqui.” –Pensa aflito e vê que a árvore parecia ter quebrado uma das patas da frente da aranha. –“É agora... Vou te pegar desgraçada!” –Harry pensa já correndo até ela e escorregando entre as patas, desviando da secreção. - Sectumsempra -brada acertando o feitiço na aranha, mas tendo uma das pinças cravada em seu ombro direito.


-Thiago! –Hermione grita chamando a atenção do garoto - Luxi -Ela brada junto a Thiago, fazendo um enorme clarão surgir.


-Que droga é essa? –Eles ouvem a voz de Sírius, que assim como os outros devia estar cego pela claridade.


-Corre pro lago! –Thiago fala e todos obedecem.


-Rony, vem aqui, pega o Remo. –Hermione fala e Rony segue a voz dela.


No instante seguinte, todos corriam alucinados na direção do lago, Anne e Sally à frente conduzindo-os com o feitiço dos quatro pontos, seguidas por Thiago que carregava Lílian e Rony que carregava Lupin nos ombros, enquanto Hermione e Harry fechavam o cortejo, lançando feitiços nos testrálios, que insistiam em segui-los.


Quando chegaram ao lago, subiram nas vassouras, dessa vez, Rony carregava Lupin. Já ganhavam os céus e um cavalo alado ainda os perseguia, quando, Harry abraçou fortemente Hermione e fez uma manobra que permitiu que ficasse atrás do testrálio que se dirigia rapidamente na direção deles.


-Cuida da minha vassoura. –Harry fala e pega Hermione de surpresa quando a deixa e pula sobre o animal, tirando sua jaqueta e usando para envolver o pescoço do testrálio, que começou a se sacudir, enquanto Hermione tentava ficar por perto, para caso ele caísse.


Com um gesto de varinha, Harry transfigura a jaqueta em um arreio de metal e tenta segurar o testrálio com o braço bom, enquanto jogava feitiços para acalmar o animal com o braço machucado.


Quando chegam a casa, todos descem das vassouras perto da varanda, enquanto Harry vai com o testrálio até a parte de trás. Todos os seguem, deixando os feridos na varanda.


Ao chegarem lá, veem Harry saindo cambaleante do galpão, onde havia descido do testrálio e prendido o animal de modo seguro, para que não fugisse. Ao ver os amigos, o moreno relaxa e cai no chão, com o rosto na grama molhada pela chuva incessante.


-Harry! –Hermione grita apavorada e aumenta o passo, chegando rapidamente até ele. –Vamos, Harry, fica acordado! –Ordena e observa o ombro que tinha uma ferida estranha, que sangrava abundantemente.


-Eu vou ficar bem, cuida da minha mãe. –Harry fala com dificuldade, lutando para ficar consciente.


-Fica comigo, Harry. –Pede com a voz embargada e o beija brevemente. –Fica comigo, meu amor. –Pede, mas ele desfalece. Ela tenta reanimá-lo com um feitiço, mas nada acontece.


-Ele precisa descansar. –Anne fala para Hermione, foi a única que se aproximou mais.


-Mas esse ferimento, ele perdeu muito sangue. –Hermione fala parecendo confusa.


-Os outros também precisam de cuidado, vamos levá-los pra dentro logo. –Thiago fala e Sírius se aproxima para carregar Harry.


Depois de cuidarem de Lílian, Lupin e Harry, todos foram cuidar dos ferimentos adquiridos e decidiram em comum acordo, trocar um domingo de folga pelo dia seguinte, estavam magicamente esgotados, seus corpos estavam muito debilitados, teriam sorte se conseguissem fazer qualquer treinamento aquela semana. Mas agora tinham certeza que ainda precisavam treinar muito e ganharam uma nova determinação para encarar o treinamento.


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Lílian acordou na manha do dia seguinte, o corte havia sido profundo e ela havia perdido muito sangue, mas felizmente nenhuma vértebra ou nervo fora atingido e ela só precisou ficar em repouso.


Lupin acordou naquele dia a noite, havia machucado feio a cabeça e tido uma contusão leve nas costelas, mas Dumbledore cuidou de tudo ao chegar naquela tarde, depois de receber uma carta de Hermione.


Já Harry teve complicações, um pouco do veneno havia atingido o corte e uma crosta negra havia se formado em torno do ferimento, ele estava com febre alta e havia tido convulsões. Hermione e Thiago ficaram responsáveis por dar a ele algumas poções durante o dia e por trocar os curativos. Ele acordou dois dias depois e parecia bem.


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Harry bate na porta do quarto de Hermione e entra, vendo-a anotando algo num livro grosso de capa negra, mas ela logo o fecha e guarda na gaveta do criado-mudo.


-Oi, como você tem ânimo pra estudar? –Harry pergunta se sentando dolorido na cama, a frente da garota.


-Não estava estudando, só fazendo anotações. Mas e você, o que está fazendo aqui? Ainda tem que ficar em repouso. –Pergunta olhando-o intrigada e severa.


-Primeiro te dar os parabéns! Você foi um gênio aproveitando o momento e fazendo o nosso início de namoro! –Harry fala sorridente e se aproximando para beijá-la brevemente.


-Obrigada, mas eu não sei como tive tanta presença de espírito, sem falar que estava morta de preocupação com o senhor. –Diz olhando-o severamente, mas depois sorrindo e o trazendo para junto de si, ajudando-o a deitar e se deitando sobre o peito bom dele.


-Olha que eu agora não saio mais daqui. –Harry fala em tom divertido, pondo a mão do braço machucado sobre a dela e abraçando a cintura da namorada com o braço bom.


-Pois isto foi um convite. Mas o que veio fazer além de me dar os parabéns? Você parecia preocupado. –Pergunta erguendo a cabeça de modo que pudesse olhar para ele.


-Como conversamos aquela noite, me parece que só eu, você, Rony e meu pai estamos em bom nível, os outros ainda estão muito mal. Acha que devemos mudar os treinos? –Harry pergunta para Hermione que parecia pensativa.


-Não, Dumbledore definiu o melhor pra nós, também não temos como dar algum tipo de reforço pros demais, apesar de eu achar que desde a visita a floresta, eles estão se esforçando mais. –Fala analisando a situação.


-Mesmo assim não será o suficiente. Quando sairmos daqui e voltarmos pra Hogwarts, quero que você aplique treinamentos às meninas na sala precisa e vou falar com meu pai para comandar o treinamento dos rapazes em outro horário, creio que só assim poderemos ter alguma chance ao nos formarmos e partimos para a ofensiva. –Harry fala e Hermione assente.


Os dois passam um tempo abraçados pensando em tudo o que disseram, fazendo suas análises de toda a situação e de como o futuro parecia mais perigoso do que poderiam imaginar quando começaram os planos.


-O que você acha que Dumbledore está planejando para que você chame a atenção de Voldemort? –Hermione pergunta a ele que se surpreende.


-Não tenho a mínima ideia. Os sonserinos são muito desconfiados, mesmo com Malfoy tendo se formado, ainda resta Snape para nos atrapalhar, aquele seboso além de ser muito desconfiado, ainda é esperto e duas caras, não dá para confiar. –Harry fala parecendo pessimista.


-Então você acha difícil se infiltrar sem fazer algo que “prove” sua lealdade com a causa? –Hermione pergunta voltando a olhar para ele.


-A cada dia que passa, penso mais nisso e quanto mais penso, mas me convenço de que não haverá outro jeito. –Fala olhando para Hermione, deixando que ela visse a tristeza e o medo em seus olhos.


-Não fica assim, porque tudo que será feito, se reverterá a nosso favor depois. Tenho certeza de que milhares de vidas serão salvas com isso, apesar de não se justificar certos sacrifícios, ao menos é um conforto. Agora não vamos pensar mais nisso, está tarde e é melhor dormirmos. –Fala ao olhar o relógio sobre a cômoda e depois lhe dando um beijo de boa noite.


******************************************************************


Os dias se seguem e Dumbledore os leva para caçar mais uma vez e outras vezes para dar uma volta pela floresta do sítio, além de ensinar Harry a domar o testrálio que ele havia capturado. Eles haviam desenvolvido mais suas habilidades, principalmente Thiago, como Harry e Hermione previram. O relacionamento entre Lílian, Thiago e Harry estava indo muito bem, especialmente depois que Harry entrou nas brincadeiras que os marotos aplicavam nas meninas.


No dia primeiro de setembro, todos foram a King’s Cross como faziam todos os anos para retornar a Hogwarts pelo Expresso de Hogwarts. Assim que chegaram à estação, Harry se separou dos outros e foi procurar a cabine onde estariam os sonserinos, era necessário mais uma vez voltar a atuar.


-Olá, como foram as férias? –Harry pergunta normalmente, ao entrar na cabine onde estavam Snape e Belatriz.


-Um tédio como sempre e as suas, Potter? –Snape pergunta como se o analisasse.


-Muito bem, tediosa é essa escolinha cheia de sangues ruins e mestiços. –Harry fala com ar superior, cruzando os braços e dando um sorrisinho com o canto dos lábios. Belatriz que estava ao lado de Snape suspira, fazendo o estômago de Harry embrulhar.


-Oi, como vai, Potter? –Rodolfo Lestrange entra na cabine e fala com Harry, indo se sentar ao lado de Belatriz, em quem dá um selinho.


-Vou bem. Parabéns aos dois, tenho certeza que foram feitos um pro outro. –Harry fala tentando parecer agradável.


-Obrigado, eu também tenho essa certeza. –Rodolfo fala com ar apaixonado, apesar de Belatriz parecer não concordar com o namorado.


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Numa das cabines do fundo, estavam Lupin, Sírius, Thiago, Rony e Hermione, que preferiu ficar com eles a ir com as meninas ficar em outra cabine com algumas amigas delas de outras casas. Os cinco conversavam compenetrados quando Pedro entrou animado e parecendo mais gordo e falso que nunca, Rony segurou o braço de Sirius e Lupin, discretamente, abraçou Thiago para que ele não fizesse alguma besteira.


-Oi marotos, oi Hermione! –Ele fala com um sorriso bobo, se sentando ao lado de Rony.


-Oi, Pedro. Como passou as férias? –Lupin responde simpaticamente, enquanto Sirius e Thiago olham para a janela e começam a acenar para as pessoas que ficavam na estação, como desculpa para não olhar o traidor.


-Bem, os chatos dos meus pais me obrigaram a ir em um monte de lugares e festas, mas eu conheci uma garota nova e fiquei com ela durante as férias, pena ela não estudar em Hogwarts. –Lamenta, mas todos perceberam que era falso, provavelmente ele devia estar mentindo ou a garota devia ser horrorosa.


Durante o restante da viagem, conversaram animadamente, tentando esquecer o que Pedro fizera ou faria, com eles. Antes de saírem do sítio, eles haviam decidido primeiro ter certeza de que lado estaria Pedro, no momento, e depois pensariam no que fazer com ele, pois não poderiam culpá-lo sem ter certeza de que ele já estava corrompido.


Quando o trem parou, todos os estudantes começaram a descer e Harry aproveitou a distração dos sonserinos, para procurar alguém especial. Sorriu ao ver os cachos castanhos de Hermione e a puxou pelo braço, fazendo-a girar e depois a beijando.


-Estava morrendo de saudades! –Harry falou com ar apaixonado, não estava mais aguentando escutar a conversa dos sonserinos.


-Eu também, mas não podemos ficar juntos agora. –Hermione falou e fez um gesto como se dissesse, “olhe ao seu redor”, onde os alunos passavam apressados com suas bagagens.


-Sem problemas. –Harry fala e a puxa para as carruagens entrando de propósito na mesma que Rodolfo e Belatriz. –Olá, fui procurar minha garota, vocês se lembram da Hermione, não? –Harry fala voltando a sua postura sonserina.


-Claro, como vai Hermione? –Rodolfo a cumprimenta.


-Bem, obrigada. Oi Belatriz. –Hermione fala sem jeito, não sabia o porquê de Harry ter feito aquilo.


-Eles também estão namorando, não é ótimo? –Harry fala e Hermione força um sorriso.


-Claro, parabéns, formam um lindo casal. –Fala o mais sinceramente que consegue.


Durante o resto da viagem, Harry ignora o casal à frente, se dedicando a abraçar e beijar a namorada, fazendo Belatriz se roer de raiva.


Assim que chegaram à escola, se separaram no salão principal e Harry foi para mesa da Sonserina e Hermione para mesa da Grifinória, sentando-se com os amigos. A seleção foi rápida, não havia muitos alunos e o chapéu foi breve em sua canção, o jantar estava saboroso e todos conversavam empolgados, com exceção de Harry, que se sentia muito deslocado e se limitava a ouvir, fingindo prestar atenção na conversa.


-Agora que já comemos e bebemos, gostaria de pedir alguns minutos da atenção de todos. –Dumbledore fala se pondo de pé, chamando a atenção dos alunos –Gostaria de dar os avisos habituais, dizendo que a floresta que faz parte da nossa propriedade é proibida, assim como Hogsmeade para os alunos do primeiro e segundo anos. Tenho ainda o doloroso dever de informar que este ano não realizaremos a Copa de Quadribol entre as casas.


Harry cuspiu o suco que tomava, Hermione gelou e Rony olhou para Harry como se perguntasse se era o que ele estava pensando que era, uma enormidade de lembranças surgindo em suas cabeças como relâmpagos. Os demais resmungavam e outros reclamavam abertamente. Dumbledore pediu atenção e todos se calaram, voltando novamente a atenção para ele, o trio tremia levemente, seus rostos pálidos.


Isto se deve a um evento que começará em outubro e irá prosseguir durante todo o ano letivo, mobilizando muita energia e muito tempo dos professores, mas eu tenho certeza de que vocês irão apreciá-lo imensamente. Tenho o grande prazer de anunciar que este ano em Hogwarts... –Dumbledore faz um suspense e Harry, Rony e Hermione ao mesmo tempo olham para porta, numa lembrança clara de Moody entrando no salão, mas desta vez não houve interrupção e Dumbledore continuou normalmente. - Terá a honra de sediar um evento muito excitante nos próximos meses, um evento que não é realizado há um século. Tenho o enorme prazer de informar que, este ano, realizaremos um Torneio Tribruxo em Hogwarts.


Uma onda de murmúrios surgiu no salão e novamente a atenção dos alunos se dissipou, Harry tinha o rosto escondido nas mãos, não percebendo o olhar curioso que Snape tinha sobre ele, por outro lado Rony e Hermione, faziam sinal de que não sabiam de nada para os amigos, que não podiam fazer perguntas pela presença de Pedro.


Dumbledore pigarreou e todos se calaram aos poucos e voltaram a olhar para mesa dos professores.


-Bom, alguns de vocês talvez não saibam o que é esse torneio, de modo que espero que aqueles que já sabem me perdoem por dar uma breve explicação, e deixem sua atenção vagar livremente. O Torneio Tribruxo foi criado há uns setecentos anos, como uma competição amistosa entre as três maiores escolas europeias de bruxaria -Hogwarts, Beauxbatons e Durmstrang. Um campeão foi eleito para representar cada escola e os três campeões competiram em três tarefas mágicas. As escolas se revezaram para sediar o torneio a cada cinco anos, e todos concordaram que era uma excelente maneira de estabelecer laços entre os jovens bruxos e bruxas de diferentes nacionalidades, até que a taxa de mortalidade se tornou tão alta que o torneio foi interrompido. Os diretores de Beauxbatons e Durmstrang chegarão com a lista final dos competidores de suas escolas em outubro e a seleção dos campeões será realizada no Dia das Bruxas. Um juiz imparcial decidirá que alunos terão mérito para disputar a Taça Tribruxo, a glória de sua escola e o prêmio individual de mil galeões.
As delegações de Beauxbatons e de Durmstrang permanecerão conosco a maior parte deste ano letivo. Sei que estenderão as suas boas maneiras aos nossos visitantes estrangeiros enquanto estiverem conosco. E agora já está ficando tarde e sei como é importante estarem acordados e descansados para começar as aulas amanhã de manhã. Hora de dormir! Vamos andando!


-Uau, esse prêmio é incrível, aposto que você será o campeão de Hogwarts, Thiago! –Pedro fala no velho tom puxa-saco de sempre.


-Quem sabe, vocês também vão tentar, não vão? –Thiago pergunta para os outros garotos.


-Claro, imagina se eu ia perder uma competição dessas. –Sírius fala animado.


-Eu prefiro torcer por vocês, não acho uma boa pra alguém nas minhas condições. –Lupin fala se referindo a maldição.


-Pois eu não acho uma boa pra ninguém, eu sei muito bem como funciona e acreditem, não quero por nada ficar de cara com um dragão. –Rony fala ainda pálido.


-Pois eu acho um desafio interessante! –Lílian comenta com um sorriso maroto, que faz todos pararem.


-Você não está pensando em participar, não é? –Sally pergunta espantada.


-Claro que estou, porque não tentaria? –Lílian fala animada.


-Você não vai participar coisa nenhuma! É perigoso demais. –Thiago fala em tom autoritário para namorada.


-Você não manda em mim! Se você pode participar, eu também posso. –Fala irredutível.


-Tanto faz, Dumbledore fez esse torneiro sabendo que Harry seria o escolhido. –Hermione fala aproveitando que Pedro se separara do grupo para falar com uma menina.


-Como assim, Hermione? –Anne pergunta desconfiada.


-Quem escolhe o participante é um objeto mágico, que analisa os participantes e o Harry é a pessoa mais preparada de toda a escola. É claro que não custa nada todos nós pormos nossos nomes em apoio a ele, mas eu não imagino nenhum aluno que saiba mais feitiços ou que tenha mais experiência que Harry. –Hermione fala de forma sensata e todos ficam pensativos, mas parecem concordar.


-Então também vai por seu nome? –Anne pergunta a Hermione.


-Claro e não acho que todos devam por, mas não vejo nenhum mal se o quiserem fazer, até porque Dumbledore vai manter tudo controlado. Duvido que algum ministro vá querer ver um aluno morrendo por causa de um torneio.


-Tem razão, mas eu ainda tenho esperança de conseguir participar. –Thiago fala fazendo uma pose de herói.


-Pois eu também, me imaginem recebendo o prêmio e todas as garotas gritando meu nome... Ai! –Sírius geme ao receber uma cotovelada de Anne. Todos apenas ficam parados rindo enquanto uma discussão começa entre o casal.


Na sonserina a notícia surgiu com grande impacto, mas Harry foi até o dormitório em silêncio, ponderando sobre os motivos que levaram Dumbledore a fazer algo do tipo. Já deitado com seu pijama, ouviu alguém chamar seu nome e se virou para ver Snape deitado a seu lado e Rodolfo do outro.


Que visão perfeita, vou dormir entre o corno e o seboso! A vida não poderia ser mais sarcástica comigo! –Pensa respirando fundo e depois atendendo ao chamado de Snape. –O que foi Severo?


-Vai se inscrever no torneio? –Pergunta o observando, Harry sabia que queriam testá-lo.


-Vou ganhar esse torneio. –Harry fala com um sorriso confiante e da forma mais natural que consegue.


-Não acha que está confiante demais, Potter? –Rodolfo pergunta de forma quase agressiva, Harry podia ver que o sonserino ainda queria competir com ele, mesmo já tendo Belatriz.


-Apenas aguardem, que o resto eu mostro nas horas certas, aliás, vão pensando numa frase pra dizer enquanto torcem por mim. –Fala com empáfia, tirando os óculos e se deitando. –Boa noite, senhores, amanhã começa o meu ano vitorioso. –Fala antes de fechar os olhos, agradecendo por ter convivido tanto tempo com Draco Malfoy.


******************************************************************


Na manhã seguinte, a agitação entre os alunos era grande e já circulava, secretamente, apostas no campeão de Hogwarts. A primeira aula foi a de história da magia e, como sempre, ninguém prestou atenção, aviõezinhos de papel voavam para todos os lados e às vezes se chocavam. No fim da aula, Harry se apressou e alcançou Hermione, levando-a para um corredor menos movimentado.


-Estava com saudade! –Harry fala e logo depois a beija, não deixando que ela falasse.


-Harry, não temos tempo, aula de herbologia nas estufas... –Fala em seu tom responsável, mas ele a cala com outro beijo.


-Sem sermões. Agora me diz, como estão todos com o torneio? –Pergunta curioso, mas preocupado.


-No começo nos assustamos, mas depois Thiago e Sírius ficaram animados, já disseram que vão tentar, Rony não quis saber, disse que não quer ficar frente a frente com um dragão, já Remo preferiu a prudência, Lily ficou encantada com o desafio e tem o apoio das meninas contra Thiago que não quer que ela se inscreva. –Hermione fala rapidamente, mas para ao notar a expressão de Harry.


-Minha mãe vai o que? –Pergunta incrédulo.


-Relaxa Harry, eu também vou me inscrever... –Ele ia a interromper, mas ela o impediu e continuou –Mas duvido que algum de nós seja escolhido, Dumbledore armou isso tudo porque sabia que o torneio poria seu nome entre os maiores bruxos da Europa, chamando a atenção de Voldemort, além do que você dentre todos os alunos é o que tem mais experiência em combate, além de saber muitos feitiços e ser muito poderoso, não haveria porque o Cálice de Fogo não o escolher. –Hermione expõe seu ponto de vista e Harry para pensando naquilo.


-Eu também já havia pensado nisso, mas pensei que talvez ele fizesse algo como o Moody, você sabe. –Harry fala em tom cúmplice.


-Não, Dumbledore jamais iria trapacear! –Hermione discorda indignada com a suspeita. –Agora vamos senão nos atrasaremos! –Fala o puxando.


-Ok, mas depois das aulas não poderemos nos ver. –Harry fala e Hermione para já nas escadas. –Slughorn me chamou na sala dele pra falar sei lá o que. –Harry fala em tom tedioso.


-Isso é bom, ele pode te ajudar com os sonserinos. –Hermione fala já voltando a andar.


-Mas que ele é um chato, isso é! –Harry resmunga chateado.


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Mais tarde, Harry vai à sala de Slughorn, o professor de poções e diretor da casa da Sonserina. Bate na porta e entra ao ouvir a permissão do diretor.


-O senhor me chamou? –Harry pergunta se aproximando da mesa.


-Sim, sente-se, Harry. –Fala simpaticamente, apontando a cadeira à frente.


-E qual o motivo dessa reunião? –Harry pergunta sendo bem direto.


-Bom, eu, assim como os diretores das outras casas, fiz uma análise dos alunos aptos a participar do Torneio Tribruxo e cheguei a conclusão de que você era o mais indicado da Sonserina. Ano passado se destacou em DCAT, feitiços e transfiguração, matérias essenciais em duelo. –Fala gentilmente, parecendo sondá-lo. –Por isso, eu quero que você me diga, o que acha do torneio.


-Eu acho muito interessante e vou participar, na verdade, não me importa quem vai participar das outras escolas, eu tenho certeza que vou vencer esse torneio, professor Slughorn. –Fala simplesmente, como se dissesse que comeu torta de abóbora no almoço.


-Ah, bom... –Slughorn fala desconcertado, tinha sido pego de surpresa por aquilo. –Você tem alguma dúvida ou pergunta sobre o torneio? Eu posso ajudá-lo. –Fala prestativo e até empolgado.


-Não, eu já sei tudo que preciso e vou vencer muito facilmente. –Fala do mesmo modo, deixando Slughorn sem ação. –Posso ir? –Pergunta respeitosamente.


-Sim, claro. Er... Descanse bem, se concentre nos estudos e acredite que terá todo o meu apoio. –Incentiva Harry, que já saía da sala.

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