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11. Os novos professores


Fic: O despertar do poder


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Capítulo 11 – Os novos professores

Harry entrou no Grande Salão e foi se sentar com Rony e Hermione, sentindo-se muito nervoso naquela manhã. Preparou para si uma tigela de cereal, mas parecia não conseguir achar muito interesse em sua comida já que começou a brincar com ela distraidamente. Hoje seria a primeira aula de DCAT com Snape como professor.

“Harry, quando você gostaria de recomeçar com as reuniões da A.D.?” Hermione perguntou.

“Bem, eu não sei. Dumbledore me deu permissão, então eu suponho que nós poderíamos começar a qualquer hora.”

“Quer que eu coloque um bilhete no quadro de avisos? Eu acho que a gente pode continuar usando a Sala Precisa como no ano passado.”

“Está bem. Talvez nós devêssemos fazer uma programação, e depois eu poderia ver com a Tonks se os horários estão bons para ela.”

Hermione assumiu uma postura bastante oficial enquanto pegava um calendário todo marcado de sua mochila com uma velocidade espantosa. “Aqui está uma programação que eu fiz. Nós podemos mudá-lo quando os horários do treino de quadribol forem anunciados, claro.”

Harry pegou o planejamento de Hermione. Era duas vezes por semana, sendo uma delas à tarde durante a semana e outra de manhã no fim de semana.

“Isso parece bom... Vou mandá-lo para Tonks depois do café.”

Distraído de seus pensamentos sobre Snape, Harry finalmente começou a comer seu cereal, sentindo-se um pouco mais animado com a expectativa de começar as aulas da A.D. novamente. Ele estava revendo algumas idéias em sua mente para a primeira reunião quando o correio matutino começou a chegar. Como nos dias anteriores ele recebeu uma grande pilha de cartas, as quais Simas e Dino, cumprindo seu dever, recolheram para examinar mais tarde.

“Obrigado”, ele disse com gratidão.

“Sem problemas,” disse Simas. “Elas provavelmente vão começar a parar de chegar em algumas semanas.”

Apenas depois disso Harry percebeu uma pequena desordem acontecendo. Deu uma olhada pela mesa e viu que Gina tinha recebido um pacote embrulhado e bem longo. Tentou agir normalmente e começou a olhar com uma fingida curiosidade para a menina e seu embrulho. Os olhos dela estavam arregalados, olhando para o papel brilhantemente colorido.

“O que é isso, Gina?” Rony perguntou.

“Eu não sei. Fred e Jorge que mandaram”, ela respondeu.

“Erm, talvez você devesse abrir isso lá fora, ou numa sala reforçada, ou algo assim”, disse Rony nervosamente.

Gina riu. “Ah, para com isso Rony. Fred e Jorge são mais inteligentes do que isso. Eles não iriam apenas nos mandar um pacote cheio de gemialidades desse jeito”, ela disse. Depois fez uma pausa e adicionou, “Pelo menos eu não acho que eles iriam...”

“Ah, que seja. Vamos ver o que é isso, eu estou morrendo de curiosidade”, Gina finalmente disse, e começou a rasgar o papel do embrulho com gosto, revelando uma longa caixa.

Ela abriu a caixa e tirou de lá de dentro uma linda vassoura nova. Tinha a cor vermelho-fogo e estava perfeitamente polida. A cauda era tinha um design liso, obviamente feito com extrema atenção nos pequenos detalhes. Na frente tinha uma plaqueta de latão com algo escrito. Gina piscou várias vezes, como se não conseguisse acreditar no que estava segurando.

“Whoa! Essa é uma Greased Lightning Chaser Special?” Rony perguntou boquiaberto.

“Hum, sim”, disse Gina, dando uma olhada na plaqueta de latão sem conseguir acreditar, “er, pelo menos parece ser o que está dizendo aqui.”

Harry, Rony e Hermione tinham se levantado de seus lugares e ido até onde Gina estava.

“Aqui tem um bilhete dos gêmeos”, disse Gina e começou a lê-lo. Depois o leu em voz alta.

Querida maninha,

Com a honra dos Weasleys em jogo, nós não podíamos permitir que você voasse por aí naquele velho pedaço de lixo que você usou no ano passado. Temos que manter as tradições sagradas, certo? E não há tradição mais sagrada do que a Grifinória segurando a Taça de Quadribol no final do ano.

Com amor de seus irmãos,

Fred e Jorge

p.s.: Mesmo estando extremamente tentados a colocar uma pequena surpresinha na vassoura, ela está limpa. Não há sentido em atrasar seu treino, certo?


“Grande Merlin! Aqueles dois me deram uma vassoura? Uma vassoura profissional?” Gina disse, incrédula.

“É uma vassoura linda, Gina. Estou feliz por você”, Hermione disse, sorrindo para a menina.

Gina assentiu alegremente. Enquanto ela inspecionava sua nova vassoura ainda não conseguindo acreditar, Harry pode ver Hermione olhando-o desconfiada. Ele cautelosamente teve o cuidado de evitar os olhares dela e se juntou a Rony que estava admirando a vassoura. Um grupo de pessoas se juntou ao redor deles.

“Uau! Não tem jeito de nós perdermos agora”, disse Rony com entusiasmo.

Harry podia ver Malfoy do outro lado do salão lançando olhares envenenados para a vassoura. Sorriu, concordando silenciosamente com Rony que quadribol esse ano seria bem interessante. Ele mal podia esperar para voar novamente depois de não poder participar da maior parte da temporada no ano anterior.

Gina colocou a vassoura no centro da mesa para que todo mundo pudesse dar uma olhada nela.

“O que você acha, Harry?” Gina disse quando eles estavam parados um pouco longe da multidão.

“Parabéns! Ela deve ser perfeita para você. Eu li que essas vassouras estão entre as melhores do ranking da última edição de Qual Vassoura para a posição de artilheiro.”

Harry notou que Gina tinha algumas lágrimas nos olhos.

“Me desculpe”, ela disse, limpando-as. “Você provavelmente deve estar pensando que eu sou uma boba.”

“Não, está tudo bem”, disse Harry, um pouco tocado.

“É só que - eu nunca fui dona de nada legal como uma vassoura dessas antes, e eu estava tão preocupada por causa da minha vassoura antiga, eu não sabia se conseguiria entrar no time com ela, e... desculpe de novo. Eu estou falando demais”, ela disse, sorrindo com o rosto molhado.

Harry sorriu de volta para ela. “É uma excelente vassoura. Você merece. Você foi fantástica no ano passado mesmo com a vassoura velha, e esse ano você vai jogar ainda melhor.”

“É mesmo uma boa vassoura, não é?” Ela fez uma pausa, e depois um olhar de curiosidade cruzou seu rosto. “De fato, é uma vassoura muito boa. Digo, eu sabia que Fred e Jorge estavam indo realmente bem, mas não tão bem assim.” Harry quase podia ver as engrenagens girando na cabeça dela, sua linha de raciocínio caminhando para águas muito perigosas.

“Erm,” Harry a interrompeu rapidamente, “então, quando você vai experimentá-la? Nós devíamos ir dar uma volta e ver como ela se sai. Eu posso levar minha Firebolt, e tenho certeza de que Rony quer ver a vassoura em ação também.”

“Isso seria ótimo! Mal posso esperar para experimentá-la. Que tal esta tarde, depois das aulas?”

“Combinado!”

Harry voltou para terminar seu café, sentindo-se muito satisfeito com tudo que tinha acontecido. Estava muito feliz que tivesse decidido fazer aquilo. Olhou novamente para Gina, que estava olhando para sua nova vassoura com orgulho e empolgação enquanto a mostrava para mais estudantes curiosos.

Depois de terminar seu cereal, ele olhou para o lado da mesa em que Gina estava. Viu que ela estava olhando para ele com um olhar muito estranho e sua boca estava ligeiramente aberta. Quando ela o viu olhando de volta, rapidamente fechou a boca e voltou a olhar para seu café da manhã. Ele pôde ver um pouco de rubor no rosto dela.

Ah, não, ela suspeita de alguma coisa, ele pensou, com um frio no estômago, e agora foi ele quem ruborizou um pouco. Tentou desesperadamente forçar seu rosto a voltar ao normal. Em seguida, espiou para o lado dela da mesa coincidentemente no mesmo momento em que ela olhou novamente para ele. Os olhos dela pareceram aumentar de tamanho quando ela viu o rubor no rosto dele, e ela rapidamente olhou para seu prato novamente.

Harry xingou-se baixinho. Bem, ela não tem certeza de nada, pensou enquanto se levantava da mesa. Esperava que ela não fizesse muitas perguntas a Fred e Jorge.

***

Harry, Hermione e Rony entraram na sala de DCAT, que agora tinha mudado para as masmorras. Era uma sala bastante grande, com uma arena de duelos em um dos lados e uma enorme variedade de dispositivos de defesa empilhados de modo organizado em prateleiras. Harry não admitiria, mas estava impressionado. Aparentemente Snape tinha decidido dar uma grande impressão de seu novo cargo; sua sala de poções nunca tinha parecido tão bem armazenada.

Apesar da sala ter sido arrumada para ser usada no ensino de uma matéria diferente, não havia dúvidas de que tinha o dedo de Snape em tudo. Não havia nada lá que não fosse essencial para o ensino da matéria. Até mesmo o palanque parecia ter sido construído para fins utilitários.

Harry estava se sentindo extremamente tenso. Defesa era a matéria dele, e ele sentia como se Snape fosse um invasor. Não sabia como o ano iria correr, tudo que sabia era que os dias em que ele aceitava os abusos e ofensas de Snape tinham acabado.

Estranhamente, o critério de Snape de aceitação de estudantes em sua classe de Defesa Avançada eram menos estrito do que ele requeria para Poções. Ele estava aceitando qualquer nota de Aceitável para cima.

Eles encontraram alguns assentos mais ou menos no meio da sala. A ansiedade de Harry continuou a crescer à medida que mais estudantes chegavam e se sentavam. Já que muito menos alunos participavam das aulas avançadas, a classe incluía estudantes de todas as casas. Harry nunca tinha sido colega de muitas daquelas pessoas, e pode notar que muitos deles estavam olhando para ele com expressões curiosas.

De repente Snape entrou e o silêncio imediatamente tomou conta da sala. Ele tomou seu posto no pódio na frente da sala, dando uma olhada na classe vagarosamente, encarando os alunos. Começou a fazer a chamada com sua tradicional voz baixa, que era perfeitamente audível no profundo silêncio em que a sala se encontrava. Aquilo lembrou a Harry seu primeiro ano em Hogwarts.

“Então. Aqui vocês estarão aprendendo Defesa Contra as Artes das Trevas. Como vocês todos sabem, a - competência - dessa posição tem sido extremamente suspeitável em seus anos anteriores”, disse Snape, enrugando seu nariz como se um cheiro ruim tivesse tomado conta da sala.

O ódio cresceu em Harry ao pensar no Prof. Lupin, que com certeza não era incompetente.

“Apesar disso... Hoje é um novo dia em Hogwarts para este cargo, e eu com toda certeza pretendo colocar o ensino de vocês a toda velocidade. Com os - eventos recentes - em mente, muito do nosso foco estará em habilidades úteis em duelos e combates”, Snape disse e fez uma pausa, deixando que suas palavras penetrassem. “Não é nenhum exagero dizer que suas vidas podem depender de prestar atenção nessas aulas. Eu sugiro que vocês não me desapontem.”

“Alguns de vocês certamente irão precisar de – muito mais trabalho – do que outros”, Snape disse sem rodeios, olhando para Neville. Os sonserinos abafaram seus risos.

“E outros entre vocês sem dúvida tem uma opinião sobre si mesmos melhor do que deveriam”, Snape disse, olhando para Harry enquanto falava. Harry o encarou de volta, se recusando a dar para trás, enquanto ouvia os sonserinos agora rindo abertamente. Snape sustentou o olhar de Harry por vários segundos.

“Potter! Qual é a melhor defesa contra o Feitiço Esmurrante de Cavendish modificado com um giro de varinha de trinta graus?” Snape disse subitamente.

Harry pensou ter visto a mão de Hermione se contorcendo e querendo se levantar no ar, mas ela se segurou. Harry olhou audaciosamente para Snape. “Bem, senhor, existem algumas diferentes teorias sobre esse assunto. O giro de trinta graus na varinha dá ao feitiço poder adicional, mas o movimento extra pode deixar que seu oponente perceba o que você pretende. Watson recomenda usar um Protego com um leve peteleco de varinha. Wilkinson, por outro lado, prefere uma aproximação mais ofensiva onde um encantamento Specula pode refletir e direcionar o feitiço de volta para seu oponente. Os dois têm suas vantagens e desvantagens, claro. O método de Watson é rápido e mais confiável, com uma chance maior de completo desvio. Wilkinson é mais arriscado, mas com a prática apropriada uma pessoa pode mirar e lançar os feitiços de volta com bastante exatidão. Minha opinião pessoal é que o método correto depende das circunstâncias, número de oponentes, terreno de batalha –”

“Já chega!” Snape o cortou e depois sorriu friamente. “Um ponto para a Grifinória. E menos cinco pontos por ficar se mostrando.”

“O quê?!” disse Rony com ultraje. “Seu sebo...”

“Rony!” Hermione o parou.

“Menos outros dez pontos da Grifinória”, disse Snape. Rony parecia querer falar mais. “E não me faça tirar mais quinze, Sr. Weasley.”

Rony cerrou os punhos, fumegando, mas não disse mais nada. Harry recostou-se em sua cadeira, sentindo-se satisfeito. Mesmo a dedução dos pontos não conseguiu abalar seu humor. Ele sabia que devia deixar sua expressão mais neutra e não provocar mais Snape, mas não conseguia evitar. Olhando para a expressão de ódio total na face de Snape, Harry suspeitava que o professor iria achar um jeito de fazer com que ele pagasse por aquilo.

“Hoje”, Snape continuou, “nós vamos começar com feitiços esmurrantes, que são bastante efetivos em duelos e batalhas. Eles podem ser executados rapidamente, podem ser direcionados com extrema exatidão, e podem ser difíceis de serem desviados quando lançados por um duelista habilidoso.”

A expressão de Snape mudou subitamente e seus lábios se curvaram em algo levemente parecido com um sorriso. “Potter!”

Harry sentiu uma pontada de nervosismo. Não gostava nada do olhar que Snape sustentava. Não mesmo.

“Você parece saber tanto sobre a defesa desses feitiços. Talvez você pudesse fazer uma demonstração para o resto da turma”, Snape disse sem percalços. “Por favor, junte-se a mim na área de duelos.”

Harry podia sentir cada olho naquela sala em si enquanto se levantava de sua cadeira e caminhava até o lado da sala onde a arena de duelos estava posicionada. Estava se sentindo extremamente nervoso. Ele mal tinha feito feitiços simples nos últimos tempos, quanto mais praticado feitiços de defesa. Deu uma olhada em volta pra os outros estudantes. Os sonserinos estavam cochichando uns com os outros com sorrisos gigantescos nos rostos. Rony parecia otimista e Hermione parecia aterrorizada, apertando e torcendo suas mãos em seu colo. Ele viu Parvati sentada bem atrás de seu assento com um sorriso bem grande no rosto. Ela aparentemente tinha estado sentada atrás dele todo o tempo e ele não tinha nem percebido.

Olhou novamente para Snape, que tinha uma expressão de puro ódio no rosto. Harry sacou sua varinha. Sabia que precisava se concentrar, mas todos estarem olhando para ele estava fazendo com que se sentisse nervoso e ansioso.

Harry mal tinha levantado sua varinha quando Snape gritou sem nenhum aviso, “Everbero!” Harry ficou chocado ao perceber que Snape tinha usado o giro de varinha, que fazia com que o feitiço ficasse ainda mais poderoso.

“Protego!” Harry gritou, mas era tarde demais. O feitiço o atingiu em cheio no peito, fazendo-o voar pela sala. Ele deslizou no chão duro até parar. Rolou o corpo dolorosamente, e sentiu uma dor profunda e excruciante em um dos lados, o que o fez suspeitar de ter quebrado uma costela.

Os sonserinos estavam rindo pra valer. Quando Harry deu uma espiada em Snape, pode ver um olhar de satisfação em seu rosto.

“Você precisar ir para a Ala Hospitalar, Potter?” Snape perguntou, soando quase divertido.

Apesar de achar que provavelmente precisava, ele nunca admitiria isso para Snape. “Não, eu estou bem”, disse, com os dentes cerrados.

“Volte para o seu lugar então”, disse Snape.

Enquanto Harry caminhava dolorosamente para seu assento, ainda ouvindo os sonserinos rindo dele, Snape disse, “aparentemente fama não é tudo.”

***

“Aquele idiota seboso!” Rony disse, ainda fumegando depois da aula de Defesa. Rony e Hermione estavam ajudando Harry a ir para a Ala Hospitalar depois que Snape os tinha dispensado. O resto da aula tinha sido difícil, já que Snape os tinha separado em duplas e os feito praticar feitiços escudo. Os movimentos de Harry tinham sido bastante restritos, e ele encontrou dificuldade para conseguir bloquear totalmente os feitiços. Cada movimento mais rápido o fazia sentir uma pontada de dor do lado do corpo.

Eles entraram na enfermaria, onde viram Madame Pomfrey sentada em sua mesa. “Bem, Sr. Potter. Não demorou muito pra você vir me visitar aqui esse ano, não é?”

A enfermeira rapidamente curou o osso quebrado e disse que ele deveria permanecer sentado e imóvel por quinze minutos, e depois poderia ir.

“Erm, Harry, talvez você não devesse provocar Snape tanto assim”, disse Hermione nervosamente. Harry a encarou com um olhar ao mesmo tempo irritado e descrente.

Hermione continuou rapidamente. “Não estou dizendo que você tenha feito alguma cosia errada hoje, e Snape definitivamente não devia ter te atingido com um feitiço tão forte como aquele, mas...”

“Mas o quê?” Harry demandou.

“Bem, eu só estou dizendo que talvez você devesse ter um pouco de – cuidado.”

“Eu não vou mais aceitar o que ele faz”, disse Harry com raiva.

“Rony! O que você acha?” Hermione perguntou.

Rony pareceu ter sido pego de surpresa. “Uhm, bem, eu acho que Harry devia lidar com isso do jeito que acha que é melhor”, ele disse, desconfortável. Hermione fechou a cara e o encarou, e Rony desviou o olhar.

Harry suspirou. “Está bem, está bem. Eu vou tentar me controlar. Mas não prometo nada.”

Hermione o fitou com um olhar preocupado, mas decidiu deixar aquilo como estava.

***

Harry parou, paralisado de surpresa, na porta da nova sala de Poções, quase fazendo com que Rony e Hermione trombassem com ele. Vagarosamente continuou a andar e entrou, olhando ao redor da sala em choque.

Se a Prof. Melanadray era tão diferente de Snape quanto possível, sua sala também obedecia àquela dinâmica. A luz do sol estava passando pelas janelas, iluminando a sala com um calor agradável, um contraste impressionante com a velha sala de Poções localizada nas masmorras. Até mesmo os frascos de poções nas muito bem estocadas prateleiras pareciam ter um tom mais brilhante. Enquanto a masmorra de Snape tinha apenas o essencial para ensinar combinado com as frias pedras cinzentas das paredes, Melanadray tinha pendurado tapetes quentes e coloridos por toda a sua sala.

Harry distraidamente seguiu Hermione até um assento. Ele estava tão acostumado com a matéria de Poções ser uma experiência cruel que a nova sala quase parecia um sonho surreal. Ele parecia não ser o único a estar pensando isso já que podia ver os outros estudantes olhando em volta com olhares de choque, até mesmo os sonserinos.

Rony falou abafando o riso. “Como eu queria ver a reação de Snape a isso. Posso até imaginá-lo com aquela cara feia apertando os lábios daquele jeito enquanto olha a sala.”

Harry e Hermione riram. “Bem, foi ele quem escolheu a nova professora, então é culpa dele mesmo”, disse Hermione. Ela fitou a sala com um olhar de aprovação no rosto. “Eu gosto de como ficou.”

“É melhor do que a antiga masmorra de Snape, mas é um pouco, er, feminino demais pro meu gosto”, disse Rony, olhando para um tapete rosa-bebê na parede que mostrava uma cena de bebês dragões brincando felizes.

A nova professora entrou na sala e tomou seu lugar na frente da classe. Se ela tinha parecido bonita de longe no Grande Salão na outra noite, estava absolutamente deslumbrante naquele momento. Harry e Rony olharam um para o outro, parecendo estar pensando a mesma coisa. Rony deu uma engasgada quando recebeu um olhar congelante de Hermione.

“Olá todo mundo, eu sou a Professora Melissa Melanadray, e estarei ensinando a vocês a matéria de Poções. É claro, eu sei que muitos de vocês vão sentir falta do Professor Snape como professor dessa matéria, mas eu vou dar o melhor de mim para preencher o lugar dele”, ela disse, sorrindo.

Harry e Rony trocaram mais outro olhar com as sobrancelhas erguidas.

Enquanto ela fazia a chamada, Harry pegou seu livro texto, o qual ia dividir com Rony. Já que Rony não tinha conseguido Ótimo no N.O.M de Poções, não tinha comprado o livro, mas já tinha enviado uma coruja à sua mãe pedindo è ela que compraresse um para ele na próxima vez que fosse ao Beco Diagonal.

“Potter, Harry”, ela chamou, arrancando Harry de seus pensamentos.

“Uh, aqui”, disse Harry.

Ela sorriu amavelmente para ele. “Sim, claro que está”, disse e fez uma marca em frente ao nome dele.

Quando ela começou a aula, Harry se viu nervoso por razões inteiramente diferentes das de quando Snape era seu professor. Tentou prestar atenção, mas continuava a se perguntar exatamente porque ela parecia olhar para ele daquele jeito tão diferente, como se o conhecesse.

Ela terminou as explicações e Harry começou a procurar por seus ingredientes. Era uma poção bastante complicada, exatamente do tipo de coisa que é fácil de dar errado se a pessoa não prestasse total atenção. Ele estava prestes a colocar um certo ingrediente quando a professora apareceu atrás dele.

“Espere aí, Senhor Potter, você quer o pêlo de aranha em conserva”, ela disse.

Harry piscou, um pouco aturdido. A idéia de ter um professor de poções que o ajudasse era ainda mais bizarra do que qualquer coisa que ele já tinha visto.

Ela tocou o ombro dele levemente enquanto se inclinava para pegar um frasco. “Eu acho que é isto que você quer”, ela disse, olhando-o nos olhos e sorrindo. Ele engoliu em seco. Ainda não tinha percebido o quanto os olhos dela eram azuis.

Exceto por aquele pequeno momento, Harry se sentiu como se aquela tivesse sido uma das aulas de poções mais fáceis que ele já tinha tido. Não ter Snape olhando-o com raiva deu a ele uma sensação de liberdade maravilhosa. Ele terminou a poção com um floreio confiante e a colocou em um frasco para nota.

No final da aula, ele caminhou até a frente e colocou sua poção junto das outras. “Ela parece perfeita, Sr. Potter”, ela disse com um grande sorriso para ele. Harry não conseguiu deixar de corar com o elogio.

Quando eles saíram da sala, Rony disse, “Wow. Isso foi... diferente.”

“É, eu concordo. E ela parece realmente saber sobre o que está falando!” disse Hermione, empolgada. Diferentemente de Snape, a Prof. Melanadray parecia gostar de quando os alunos faziam perguntas, quanto mais, melhor. Isso era o céu para Hermione, que tinha uma lista aparentemente infinita de perguntas.

“Eu acho que ela está meio afim de você, Harry”, disse Rony, rindo.

Rony imitou a voz dela, falando com um tom ardente e gutural. “Eu acho que isto é o que você quer”, ele disse, piscando seguidas vezes para Harry.

“Cale a boca, Rony”, disse Harry, irritado. “Ela foi legal com todo mundo.”

“Não como ela foi com você”, ele disse.

“Vamos logo pro salão, eu estou com fome”, disse Harry, irritado.

“Boa idéia”, disse Rony. “Nós temos nossa primeira aula de Transfiguração esta tarde, e eu não quero encarar McGonagall com o estômago vazio.”

“Existe qualquer coisa que você queira encarar de estômago vazio, Rony?” disse Hermione.

Rony soltou uma gargalhada. “Bem pensado.”

Aquela tarde eles foram para a aula de Transfiguração Avançada, que como a maioria das classes avançadas, tinha as quatro casas reunidas para a mesma aula. Quando Harry deu uma escaneada na sala, pode ver um garoto magro e baixinho acenando para Hermione. Ela sorriu e caminhou até ele, enquanto ele e Rony se sentavam.

Harry olhou curiosamente para Hermione. “Quem é aquele com quem a Mione está conversando?”

Rony olhou fulminantemente para Joseph. “Ah, um cara da Corvinal que ela encontrou na livraria quando nós fomos comprar nossas coisas da escola”, ele disse, irritado.

“Ahm...” Harry disse vagamente e começou a retirar o material que iria precisar de dentro de sua mochila.

“Não gosto dos olhares daquele ali”, disse Rony, lançando mais um olhar malévolo na direção dos dois.

“Por quê? O que há de errado com ele?” Harry perguntou, levantando a cabeça e dando uma olhada para os dois do outro lado da sala. “Ele parece ser bastante inteligente, na verdade.”

Rony o encarou com um olhar fulminante e Harry disse rapidamente, “Ah, uhm, bem, não tão inteligente, claro. É, você está certo, ele parece um pouco... erm...”

“Exatamente!” disse Rony, assentindo e depois olhando para o menino com desdém. “Todo cuidado é pouco nos dias de hoje, certo?”

“Erm”, disse Harry.

“O grande idiota a convidou para estudar com ele aquele dia na livraria. Ela disse sim para deixá-lo feliz, mas é esperta demais para cair nessa”, disse Rony.

“Erm”, repetiu Harry sem nem perceber, assistindo a uma Hermione interessada no que Joseph estava dizendo.

Apenas então a Prof. McGonagall entrou na sala e Hermione correu para seu lugar ao lado de Rony e Harry.

Enquanto McGonagall dava sua aula, Harry notou Rony lançando olhares rápidos para Hermione, e, em seguida, encarando a parte de trás da cabeça de Joseph. Rony parecia ficar mais e mais inquieto à medida que o tempo passava, até que Harry começou a achar que ia ter que conjurar cordas para amarrá-lo à cadeira. Mas graças à Merlin a aula finalmente acabou e Harry soltou um suspiro de alívio.

Joseph sorriu para Hermione enquanto caminhava para fora da sala, e Hermione sorriu timidamente de volta.

“O que ele queria, mais cedo?” Rony perguntou a Hermione com suspeita, quando eles começaram a arrumar suas coisas.

“Ah, erm”, começou Hermione, corando um pouco. “Ele só queria dar um oi.”

“Demorou bastante tempo para dizer apenas oi”, disse Rony com teimosia.

Hermione pareceu ficar irritada com isso. “Qual é o ponto de tudo isso, Rony?”

Harry pôs as mãos nas têmporas e começou a massageá-las.

“Ele não te chamou para estudar com ele, chamou?” Rony perguntou de forma acusatória.

“E por que isso te interessa, Ronald Weasley?” ela disse, jogando sua mochila no ombro com raiva. Depois começou a caminhar para fora da sala.

“Eu só estou... você vai, não vai? Você vai encontrar com ele depois!” Rony falou para as costas dela. Depois pegou sua própria mochila, com mau humor. “Maluca”, disse enquanto soltava pesadamente o ar dos pulmões.

***

Rony estava sentado sozinho na sala comunal, olhando para sua grande pilha de deveres. Harry estava fora, estudando na biblioteca de Dumbledore, e Hermione tinha saído sem nem falar com ele. Suspirou, se perguntando o que faria a respeito dela.

“O que há de errado comigo?” pensou. O verão tinha passado tão rápido, e ele ainda estava longe de saber como Hermione se sentia a respeito dele. Lembrou-se do que tinha acontecido no lago, tinha sido um momento perfeito. Fechou os punhos e golpeou a si mesmo na cabeça, não pela primeira vez naquele dia.

Estúpido, estúpido, estúpido! ele pensou. Por que ele não fazia alguma coisa então? Devia ter falado com ela e ido direto ao assunto. Mas como você conversa sobre algo como isso? Ele precisava de algum tipo de sinal. Como exatamente esse sinal seria ele não tinha a mínima idéia.

E agora que Krum estava fora, aquele idiota do Joseph estava dentro. Será que Hermione realmente gostava daquele bobo magrelo e baixinho?

Você sabe que Hermione gosta de caras inteligentes, ele pensou, rabugento. Mas eu não consegui oito estúpidos N.O.M.s? Eu não sou um idiota.

Pensar sobre suas notas o fez lembrar de um outro assunto importante em sua vida. Conseguir oito N.O.M.s não tinha apenas sido um choque para ele, mas deveria ter sido um choque também para McGonagall. Ele tinha insinuado para ela em sua reunião sobre carreiras no ano anterior que talvez quisesse se tornar um auror, o que fez com que ela erguesse um pouco as sobrancelhas, mas, cumprindo seu dever, o inteirou sobre o que precisaria fazer. Os resultados de seus N.O.M.s tinham sido bons o suficiente para que ele pudesse entrar em todas as classes de que precisava, particularmente depois que Snape tinha se tornado professor de DCAT.

Tinha pensado muito depois que o resultado dos N.O.M.s chegaram; aquilo o fez se sentir quase como se estivesse tendo uma segunda chance. Ele nunca tinha sido o mais sério dos estudantes, e Hermione tinha tido que pegar no pé dele muitas vezes nos anos anteriores. Mas agora ele tinha uma chance real de se tornar um Auror.

Olhou para o buraco do retrato, se perguntando onde Hermione teria ido. Resmungou enquanto lia mais algumas páginas de seu livro, mas estava achando difícil se concentrar.

Eu aposto que ela foi até a biblioteca com aquele anão, pensou. Estava ficando mais e mais ansioso, e finalmente decidiu que não conseguiria se concentrar nunca a não ser que descobrisse onde ela estava.

Fechou seus livros e subiu até o dormitório para largá-los lá. Depois desceu as escadas da torre e saiu pelo buraco do retrato, sentindo-se irritado apenas em pensar na casa da Corvinal. Bando de idiotas estúpidos e arrogantes, pensou com raiva. Bem, a Luna é legal.

Enfim chegou à porta da biblioteca. Sabia que Hermione normalmente se sentava mais ao fundo onde poderia ficar mais perto dos livros, mas ele não tinha certeza se ela tinha seguido sua rotina. Abriu uma frestinha da porta e espiou.

Viu Hermione sentada na mesa que geralmente usava, com Joseph sentado ao seu lado. Instantaneamente Rony fez uma carranca enquanto observava aos dois. Eles não podiam se sentar cada um de um lado da mesa? pensou, aborrecido.

Bem, Weasley, agora você sabe. Hermione está estudando com ele, pensou. Parte dele estava dizendo a si mesmo que deveria voltar à Torre da Grifinória, mas a outra parte foi mais forte. Ele precisava ver o rosto dela, para saber se ela estava gostando de estar sentada com o nanico idiota.

Parou de novo, com a mão na frente da porta, considerando suas opções. Se Hermione me pegar, vou estar em grandes apuros, pensou nervosamente. De repente ele segurou a porta e a abriu vagarosamente. Espiou ao redor dela e viu que os dois estavam sentados de costas para ele. Havia algumas estantes de livros em que ele podia se esconder e ver o que estava acontecendo.

Só uma espiada rápida e eu vou embora, pensou.

Passou pela porta na pontinha dos pés e a fechou cuidadosamente. A biblioteca estava extremamente vazia a essa hora da noite, mergulhada em um silêncio mortal. Passou em silêncio por Madama Pince, que estava sentada em sua mesa e dificilmente reparou nele passando por ali enquanto revisava uma grande pilha de cartões de saída de livros.

Virou em um dos corredores, agora fora de vista de Hermione e Joseph. Caminhou pelo corredor até chegar à parede do outro lado da biblioteca e depois caminhou ao lado da parede, paralelamente aos dois. Parou no corredor que ficava ao lado da mesa. Aquele era o lugar mais perigoso, onde eles potencialmente poderiam vê-lo pelo canto dos olhos. Rony deu uma espiada; os dois pareciam entretidos em seu trabalho. Dando um largo passo, ele rapidamente passou para o corredor das estantes seguintes.

Esperou por alguns longos segundos por qualquer sinal de que o tinham visto, mas tudo parecia estar tranqüilo. Soltou um riso abafado. Ha! A técnica de espionagem Weasley é infalível!

Caminhou por entre mais algumas estantes e depois virou em um corredor onde podia ver os rostos deles se espiasse por entre os livros. Afastou dois livros de um de seus lados e depois, cuidadosamente, retirou mais alguns de seu outro lado, para que pudesse vê-los. Pôde ver cada um deles trabalhando em algo como uma redação. Hermione não parecia diferente do normal, aliás, para quem não soubesse de nada, parecia que ela estava estudando sozinha.

Ele a observou por alguns minutos e estava prestes colocar os livros novamente no lugar para ir embora quando Joseph começou a falar.

“Eu estou muito feliz de que nós estejamos estudando juntos”, ele começou, com um pouco de timidez.

Pois eu aposto como você está, Rony pensou, sua irritação crescendo a cada segundo. Sentiu uma breve culpa por estar escutando a conversa deles escondido, mas tinha que saber o que Hermione ia dizer.

“É, er, pouco comum que eu estude com alguém que goste tanto disso”, disse Hermione.

Eu gosto de estudar! Rony pensou. Bem, talvez não gostasse nos primeiros anos... Certo, certo, talvez não tanto antes de agora, mas, er, o tanto que eu reclamo não chega nem perto...

“Foi legal discutir aquela composição de Poções com você. Suas redações são sempre tão bem pesquisadas e escritas”, disse Joseph.

“Oh, bem, a sua composição também estava muito bem escrita”, disse Hermione, retribuindo o elogio.

Às vezes eu gosto de discutir as suas composições! Rony pensou. Bem, geralmente quando você checa as minhas respostas, mas...

E então, Joseph pareceu ficar muito nervoso. “Erm, Hermione, eu posso te fazer, bom, uma pergunta pessoal?”

Hermione pareceu ficar muito nervosa também. Os olhos de Rony se estreitaram, e seus punhos começaram a se abrir e fechar sem que ele percebesse.

“Está bem, o que é?” Hermione perguntou.

“Hum, você tem namorado?” Joseph perguntou, olhando para todos os lugares menos para Hermione.

Diga-me que aquele anão não está querendo algo com ela, Rony pensou, furioso. Perguntou-se mentalmente quanta pressão seria necessária para quebrar o pescoço dele em dois.

“Bem”, Hermione disse e fez uma pausa. “Não. Não, eu não tenho.”

Rony sentiu como se alguém acabasse de ter arrancado seu coração de seu peito, o pisoteado, e o enfiado de volta. O rosto de Hermione tinha uma expressão estranha que Rony não conseguiu identificar.

Joseph sorriu levemente. “Quero dizer, eu estava curioso, porque você está sempre andando com Harry Potter e Ronald Weasley.”

“Eles são meus melhores amigos”, disse ela.

Nunca a palavra ‘amigo’ tinha soado tão ruim para Rony.

Joseph assentiu sem jeito. “Hum, então, o que você acha desse parágrafo?” ele disse, enquanto passava sua redação para ela. Hermione parecia extremamente satisfeita de que alguém estivesse pedindo sua opinião enquanto lia a passagem que ele tinha indicado.

Rony cuidadosamente colocou os livros de volta ao lugar nas prateleiras e saiu de mansinho da biblioteca sem que ninguém o visse. Enquanto caminhava pelos corredores em direção à torre da Grifinória, considerou o que tinha acabado de ver. Então Joseph, o Anão pensa que está podendo, não é? ele pensou, com raiva. Vou mostrar à Hermione que ele não é o único que gosta de estudar.



N/A: Ei gente!! Até que enfim consegui terminar esse capítulo! Ufa... Só que como só consegui terminar ele agorinha e vou viajar de novo amanhã, não deu tempo pra ele ser betado.. Quando voltar eu mudo aqui depois.. Ahh e como tb só volto lá pelo dia 10 de jan, o prox cap também deve demorar um pouquinho.. Sorry... =/

Mas voltando ao assunto, finalmente aula de DCAT com o Snape!! E eu tenho que dizer que essas aulas vão ficar cada vez mais interessantes.. xD

Como eu estou mtooo sem tempo agora, não vou responder aos coments não, mas obrigada a todo mundo que comentou!! =]] Continuem assim ein..

E por último (mas com certeza não menos importante..), queria agradecer à Danielle Pereira que fez uma capa pra mim!! =] Thanks!!

E é isso ai... Feliz Natal (um poquinho atrasado neh.. xD) a todos e um excelente ano novo!! Espero que tenham gostado do capítulo! E comentem!! =]]

=***

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