FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

6. Dança Comigo


Fic: O Mistério de Starta - por Livinha e Pamela Black - Último Capítulo no AR!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Capítulo 6

Dança Comigo



Enfim aquela chatice havia terminado. Ele não havia prestado muita atenção nas palavras do palestrante, mas, mesmo assim, sentia-se entediado. Nunca tivera paciência para esse tipo de coisa. As aulas em Hogwarts só eram toleráveis, pois tinha seus “amigos” para se distrair.

Pelo menos agora poderia beber alguma coisa no jantar. Estava com a garganta seca. Em dúvida se tomava um whisky de fogo ou um cálice de xerez, nem percebeu a aproximação de sua acompanhante, que havia ido ao toalete retocar a maquiagem. Como se fosse ajudar em alguma coisa!

Marcelle Done não era de todo ruim. Mas deixava muito a desejar. Era uma mulher bonita, mas não sabia explorar sua beleza. Tentando ser sexy, vestia-se de forma vulgar e chamativa. Aquele vestido decotado com babados estava lhe dando nos nervos. A garota não tinha conteúdo para conversas interessantes, o que tornava mais difícil manter o bom humor. Daquela maneira, seria bem difícil alongar a noite.

Entrando no salão onde seria o jantar, Draco analisou todo o ambiente. A decoração estava simples demais para seu gosto, poderia ser mais sofisticada e chique, mas não dava para esperar muito do Ministério. Ansiava, pelo menos, que o serviço dos garçons fosse bem feito, ou será que teria que esperar muito para uma bebida?

- Vamos nos sentar – disse Draco para sua acompanhante.

- Na nossa mesa terá alguém importante? – perguntou a moça, animada.

- Se o chefe do Departamento de Cooperação Internacional em Magia é um tipo de pessoa importante pra você, então sim, terá – respondeu mal humorado.

- Ai que ótimo, quem sabe assim não saímos na coluna da Rita Skeeter! – falou excitada.

Se contendo para não falar tudo o que passava em sua cabeça, Draco apenas suspirou e sentou, olhando em volta a procura de um garçom.

xxx


Satisfeita. Foi assim que Syndia saiu da palestra. Claro que muita coisa que havia sido dita já era de seu conhecimento, mas no geral, foi bem produtiva. Agora, ela teria que encarar o jantar.

Olhando para o corredor que levava até o salão onde seria a pequena festa, pensou que seria melhor encarar logo de vez. Caminhou lentamente em direção à grande sala. Passando pela enorme porta de madeira, pode ver o ambiente simples, mas muito bem decorado. Nada de luxo e muita sofisticação, o que tornava o lugar aconchegante.

Avistou Gui próximo de uma mesa e foi ao seu encontro. Certamente ele estava esperando por sua noiva, Fleur, que chegaria para lhe fazer companhia no jantar.

- Gostou da palestra? – perguntou para o ruivo, que estava distraído olhando para porta de entrada.

- Foi interessante, mas você não ficaria surpresa se eu dissesse que não prestei muita atenção não é?

Syndia sorriu.

- Não, eu não ficaria. Mas muita coisa interessante e útil para nosso trabalho foi dita.

- Eu sei, eu escutei todas elas, mas aquela baboseira de segredos e cidades perdidas... Ele acha que somos o quê? Caçadores de tesouros perdidos como o grupo que estamos pesquisando?

- Bom, muita coisa do que ele disse nós já sabíamos, mas, na verdade...

Syndia não conseguiu terminar, Fleur acabava de chegar e já se colocava ao lado do noivo.

- Demorrrrei?

- Não meu amor, a palestra acabou há pouco. Você se lembra da Syndia? – Gui indicou a loira.

- Olá, como vai? – perguntou meio indiferente.

- Bem, obrigada – respondeu Syn educadamente.

- Querrrido, estou com sede, serrrá que conseguimos algo parrra beberrr?

- Claro, vamos para nossa mesa. Syn você vem conosco?

- Ela vai se sentarrr na mesma mesa que nós? – perguntou Fleur com a voz esganiçada.

Gui, meio envergonhado pela atitude a noiva, tentou dizer algo, mas Syndia foi mais rápida.

- Não Gui, vou circular um pouco, nos vemos daqui a pouco. – E sorrindo para Fleur, saiu.

Ainda olhou para o casal, ou melhor, para a feição emburrada de Fleur, antes de decidir deixar isso pra lá. Ela realmente não tinha nada com Gui para a moça ficar com tanto ciúmes. Bem, certo que seu companheiro de trabalho era um rapaz bonito, alegre, e que conseguira dela algo que realmente a espantou. Syndia, sem nem perceber, contara boa parte de sua vida ao rapaz, além de se permitir conhecer por ele.

Eram poucos os que ela deixava transpassar essa linha entre coleguismo e amizade sincera. E tudo isso pelo que viveu em seu passado com os pais, quando era criança. Os preconceitos da sociedade bruxa ainda estavam latentes em sua memória, e com isso, ela sempre pensava cem vezes antes de se envolver com alguém. Por mais simples que fosse essa relação.

Talvez fosse por isso que, pela primeira vez desde que se separara de Karl, ela sentia um vazio estranho. Algo que a vinha perturbando há algum tempo. Ela se encontrava naquele vasto salão, com pessoas sorrindo, conversando e até dançando. Mas nenhuma delas estava como Syndia: sozinha. Para qualquer pessoa que se olhasse, havia um acompanhante. Até para os que já se mostravam altos com a bebida, fosse para acompanhá-los num possível vexame, fosse para impedi-los de cometer um.

Syndia deu uma olhada para sua taça de champanhe, pela metade, e soltou um suspiro.

- Bem - ela disse para si mesma -, se você já decidiu como seria desde que tinha dezessete anos, não pode mostrar-se arrependida agora. - Ela passou os olhos pelo salão novamente, antes de voltar a murmurar: - além disso, quem interessaria a você no meio dessas pessoas velhas demais? - Seu olhar então recaiu num homem que parecia estar fazendo qualquer coisa em vez de dançar - Ou estranha demais.

Deixando todos esses pensamentos de lado, a loira voltou a caminhar pelo salão de festas, cumprimentando alguns conhecidos, desviando-se de outros que ela não estava nem sequer a fim de cumprimentar, e assim por diante. Sabia como lidar em festas desse tipo. O problema era que já estava cansada de todas elas. Sempre as mesmas pessoas metidas demais para se ter uma conversa sem hipocrisia, ou burras demais para sequer saberem iniciar um papo.

Contudo, conseguiu avistar seus companheiros de trabalho, Meg Dikens e Lex Medina. E, pelo visto, a moça conseguira fazer o parceiro usar a roupa decente para a ocasião, como comentara anteriormente. Rapidamente se aproximou de ambos com um sorriso.

- Você não veio com ninguém, Vechten? - perguntou Lex, depois de um tempo de conversa.

- Vim com o Gui Weasley.

- Mas... Ele não veio acompanhado? - Meg estranhou

- Veio com a Fleur, a namorada dele. - “Ou noiva, não sei...” Syndia pegou-se pensando.

- Então você não veio com ele...

- Claro que vim, Meg. Só que não vou ficar lá empatando o namoro dele com a moça, vou? - Syndia retorquiu óbvia, e continuou - E Lex, não precisa ficar batendo esse pé no chão de maneira ritmada, que eu já percebi. Vão dançar vocês dois! Não vou ficar empatando vocês tampouco.

Ela então voltou a caminhar pelo salão, notando um ou outro olhar para si, mas nada que a afetasse. E estava quase no ponto de desistir de ficar naquele lugar - o que certamente renderia numa reprimenda, tanto de sua mãe quanto de Gui -, quando ela viu o bruxo que dera a palestra. Percebeu que ele parecia tão entediado quanto ela, embora parecesse demonstrar o contrário muito bem, e isso lhe pareceu a chance perfeita de conversar.

Aproximou-se devagar, mas sem perder o homem de vista, o qual ainda não havia percebido sua aproximação. E foi exatamente quando outro bruxo afastou-se dele, juntamente de sua acompanhante - a qual Syndia teve a impressão de estar totalmente fora de lugar por causa de suas roupas cheias de babados -, que ela o alcançou.

- Sr. Malcom? - chamou sorrindo levemente.

- Olá - Alexander Malcom respondeu educado, porém com uma feição que não estimulava maiores conversas.

Um pouco receosa, Syndia continuou:

- Gostaria de parabenizar o senhor pela palestra. Eu gostei muito, realmente me ajudou a esclarecer alguns pontos sobre uma investigação que estou fazendo para o banco Gringotes.

- É mesmo? - o homem pareceu vagamente interessado.

- Sim... Eu e meu parceiro estamos pesquisando sobre o Grupo Aziza, o grupo caçador de tesouros antigos...

- Sei quem são. Um bando de mercenários, isso sim.

- Pois é... - Syndia preferiu não perguntar o motivo da raiva do homem pelo grupo. - Ah, mas que cabeça a minha! Nem me apresentei para o senhor, desculpe. Sou Syndia Vechten.

Malcom parou imediatamente de levar sua mão à bandeja de petiscos que o garçom servia ao ouvir o nome de Syndia. No entanto, logo voltou a agir normalmente. A jovem sequer percebeu sua reação. Sem se preocupar que o garçom ainda o esperava se servir, Malcom estendeu a mão à guisa de um cumprimento, beijando a mão da jovem, educada e galantemente.

- Filha de Oren e Lyx Vechten, presumo? - perguntou, com as sobrancelhas franzidas numa curiosidade aparentemente leve, enquanto Syndia retirava sua mão da dele.

- Conhece meus pais?

- Fui ao casamento deles. - Ele finalmente serviu-se, liberando o garçom. - Cerimônia discreta, a dos dois. Não teve muita gente.

- Minha mãe comentou comigo, mesmo.

- O que eu acho uma tremenda besteira, se quer saber.

- Desculpe?

- O fato de não ter comparecido boa parte dos convidados! Uma desfeita com a família de sua mãe, os Goldstein. Seus avós, Shady e Glacière, não mereciam que o casamento de sua única filha fosse tão desprestigiado depois de eles terem feito tanto pela sociedade bruxa.

Syndia sorriu para o homem. Era a primeira vez que ouvia alguém de renome e respeito naquela sociedade bruxa e inglesa defender seus pais.

- Fico agradecida pelas palavras, Sr. Malcom.

- Alexander, querida - o homem disse, sorrindo afetuosamente, e ao ver a moça abrir a boca, no que ele julgou que seria um protesto, completou: - Ou, então, no máximo um Malcom. Sem “senhor”. Afinal de contas, peguei você no colo. Claro que foi apenas uma vez, mas peguei. Nunca vou me esquecer do lindo vestidinho branco de fitinhas rosa que você usava.

Um pouco constrangida, Syndia correspondeu ao sorriso dele. Nunca chamara um homem de sessenta anos pelo primeiro nome, ou topara com alguém que lhe falasse tão intimamente dessa maneira tão direta.

- Bem, vou ficar então com o Malcom.

- Por favor... A propósito, minha querida, como estão seus pais? Faz um bom tempo que não os vejo.

- Ah, meus pais estão ótimos - a moça respondeu sorrindo abertamente. - Não mudaram quase nada, para falar a verdade.

- Isso é bom! Então, posso julgar que Lyx continua uma dama impecável, e Oren, um gentil e, com o perdão da palavra, extravagante yankee.

- Sim, mas, quanto ao ser extravagante, julgo que ele não mudará.

- E foi justamente esse temperamento tão alegre de seu pai que me fez vê-lo com bons olhos. - Malcom serviu-se de champanhe antes de continuar. - Você é muito parecida com sua avó, sabia?

- É verdade?

- Sim... E com Shady também.

Malcom virou o rosto um pouco de lado, analisando a moça. Syndia sentiu-se levemente desconfortável, entretanto, estava gostando da companhia dele. Alexander Malcom, além de ser um homem de inteligência surpreendente, tinha um brilho nos olhos quando a olhava que a fazia querer continuar ali, como se ele fosse o único a quem Syndia conhecesse naquele espaço lotado.

- Bem - ela falou, sorrindo de lado e ainda constrangida. - Alguns dizem que pareço com minha mãe.

- Fisicamente, sim. Lyx também é muito parecida com sua avó. Mas, você... Ah, você já parece ser a personificação de Glacière... Os olhos vivos, a pose altiva... Só que também tão discreta quanto Shady, e os olhos tão penetrantes quanto os dele e que parecem saber esconder muito bem um segredo, quando se deve.

Syndia não conseguiu disfarçar seu constrangimento, que aumentou. Sentindo o rosto esquentar, ela desviou o olhar para sua taça vazia. Malcom falou:

- Ora, me desculpe, minha querida. Eu não devia estar te analisando tão descaradamente. Foi completamente indelicado de minha parte.

- Tudo bem. Eu fico feliz em saber que também pareço com meu avô. Minha mãe não conta muitas coisas sobre ele, apenas de minha avó.

- Não? Mas, por quê?

- Isso eu não sei. Entretanto... - Syndia baixou a voz, e como se estivesse confidenciando uma travessura que gostara de fazer, falou: - eu encontrei algumas coisas dele, como fotografias, uns objetos estranhos e uma espécie de diário.

- Diário? De Shady?

- Pois é... No sótão da casa dos meus pais. - Ela pegou uma taça cheia com o garçom que passava. - Mas, não consegui entender muita coisa. Havia muitos códigos naqueles pergaminhos. Além disso, não acho que eram do meu avô, propriamente dizendo. Parecia papel mais antigo.

- Sei... - O olhar do homem se deteve por um tempo no rosto de Syndia, que olhava para outro lado naquele momento. Somente quando ela voltou a encará-lo, que Alexander Malcom sorriu novamente, ao que a moça retribuiu. - Minha cara, foi muito bom reencontrá-la e, finalmente, vê-la crescida. Tenho certeza de que Shady ficaria orgulhoso em vê-la tão bem e bonita.

- Obrigada.

- Mas eu preciso ir embora. Tenho que encontrar um antigo amigo que também não vejo há anos. Sabe como é... Muitas viagens, grandes descobertas...

- Ah, sim, claro. Assuntos para se pôr em dia.

- E você não faz idéia de quanto assunto teremos.

- Foi realmente um prazer conversar com o senhor. - Syndia sorriu.

- O prazer foi todo meu, Syndia - o sorriso do homem aumentou, assim como o brilho de seus olhos azuis.

O Sr. Malcom ainda pediu que Syndia mandasse seus cumprimentos aos pais dela, e a moça disse que o faria com prazer. Após se despedirem, ela ficou sozinha novamente naquele salão. Contudo, logo ouviu alguém a chamando.

- Eu não acredito que você estava falando de trabalho com o palestrante! - falou Gui, rolando os olhos.

- Não estava falando de trabalho com o Sr. Malcom! - respondeu indignada, mas sorrindo.

- Sei... E sobre o que vocês tanto falavam?

- Sobre meus pais, meus avós...

- Sério?

- Sério! - ela riu. - Ele é amigo da família, um dos poucos que foi ao casamento dos meus pais.

- Ahm... - Gui então compreendeu. - Por isso que você ficou esse tempo todo conversando com ele. Achou que não fazia parte daquela parte hipócrita, mesquinha e arrogante do restante do salão.

- Mais ou menos isso.

- E eu?

- Você o quê?

- Acha que faço parte dos hipócritas, mesquinhos e arrogantes?

- Bom...

Syndia pareceu analisá-lo, levando a mão ao queixo, no que Gui cruzou os braços numa leve mostragem de irritação.

- Olhe lá o que você vai falar, Vechten! - ameaçou ele.

Porém, ela não se intimidou:

- Às vezes é um pouco arrogante sim. Andando por aí como se fosse o gostosão do pedaço, se mostrando todo com essa pose rebelde. Tem gente que fala que os rebeldes são atraentes... Mas nem tanto, Weasley.

Gui aproximou-se da amiga e lhe apontou o dedo:

- Escute aqui, Vechten. Eu só não te dou o troco, porque não estamos num lugar próprio.

Syndia precisou de todo seu autocontrole para não estourar em risadas ao ver as orelhas de seu amigo inteiramente vermelhas. Talvez fosse o champanhe que a estava deixando daquela maneira extrovertida. Quantas taças havia bebido?

- Você só não me dá o troco, Gui, porque estou completamente certa.

O rapaz ainda abriu a boca para retrucar, mas, em vez disso, a segurou pela mão, arrastando Syndia para a pista de dança.

- O que você está fazendo?

- Vamos dançar.

- Mas, e quanto a Fleur? Não acho que ela gostaria disso, Gui.

- A minha francesa foi ao banheiro. E eu também disse a ela que dançaria com você ao menos uma dança, pois não seria legal que você ficasse feito uma barata tonta por aí.

- Agradeço a atenção...

- Não tem de quê - ele falou num meio sorriso, já girando a moça pela pista de dança.

Syndia riu quando ele a inclinou e voltou a girá-la. Gui não era mau dançarino, pelo contrário. Entretanto, seu jeito extrovertido parecia transformar os passos de dança numa brincadeira. E foi quando a música estava quase no fim, que o sorriso de Syndia sumiu.

- Gui?

- O quê?

- Você não disse que avisou a Fleur de que iríamos dançar?

- Isso mesmo... por quê?

- Então por que ela está vindo pra cá bem irritada?

Eles pararam de dançar automaticamente, na mesma hora em que Fleur parava na frente dos dois.

- Que faites-vous, Gui? (O que você está fazendo, Gui?)

- Fleur, nós só estávamos dançando - Gui respondeu a pergunta da namorada, estranhando aquele tom de voz.

- Danser avec... com ela?!

- Qual o problema de eu dançar com a Syndia? Ela é minha amiga e...

- Pois enton fiq’ dançando com sua amic... Je vais quitter!

- Fleur, não... Fleur! Droga... Com licença, Syn... Fleur!

Se a música não estivesse tão alta, o salão inteiro teria ouvido Gui chamar pela namorada. Com aquilo sendo o ponto alto dos constrangimentos da noite, Syndia caminhou decidida para fora da pista de dança. Não acreditava que fora pivô de uma briga de namorados. Justo ela! Se ao menos tivesse algum amigo para ela conversar, ou ao menos Meg ou Lex para lhe fazer companhia por um curto momento.

Olhou para a porta que dava para a saída, por onde Gui passara atrás de Fleur.

- Ah, Merlin, espero que eles não briguem feio! - murmurou nervosa consigo mesma. - Mas, também, por que você foi inventar de dançar com o namorado de outra mulher, Syndia? Tonta...

Decidida a ir embora, Syndia começou a andar na direção de onde estava guardado seu casaco, porém, mal deu dois passos, alguém colocou um copo com um líquido âmbar bem à sua frente.

- Acho que você deveria beber isso para se acalmar.

Ela olhou espantada para seu lado direito, de onde viera a voz. Deparou-se então com um par de olhos a encarando entre divertidos e interessados.

- Como?

- Depois desse vexame, creio que você precisa relaxar. Nada que uma boa dose de whisky de fogo não resolva.

- Foi tão feio assim? - perguntou com uma expressão de desagrado.

- Não foram todos que viram a discussão, mas muitos viram o Weasley sair atrás da moça. E ouviram também.

- Droga.

Syndia odiava vexames. Eles lhe lembravam da época em que ainda era criança, quando alguém falava mal de seu pai. Isso rendia sempre, no mínimo, uma matéria numa revista bruxa de fofocas. Além, claro, dos membros da sociedade bruxa inglesa começarem a falar de sua família. Era sempre assim. “Vocês viram o que aquela menina Vechten fez?”. Ou então: “eu sabia que não daria boa coisa os Goldstein se misturarem com a gentalha de yankees”. Ah, como ela odiava aqueles hipócritas!

- Você está bem?

- Estou, obrigada. - Ela então olhou para o copo que o homem ainda segurava estendido pra ela e, de maneira educada, falou: - Obrigada, mas eu não bebo whisky.

- Bem, um gole sempre me ajuda quando fico nervoso demais.

- Eu prefiro respirar - ela disse com um sorriso nervoso.

- Não quer mesmo?

- Não.

- Então, se não se importa, bebo eu.

O homem então levou o copo à boca e, somente naquela hora, Syndia o reconheceu. Era o mesmo que esbarrara nela no Ministério da Magia, quando fora pesquisar com Gui sobre o grupo Aziza. O mesmo que lhe dissera coisas nada polidas.

- Não sabia que você era tão educado assim - ela falou.

- O quê?

- Bem, pelo visto você não se lembra, não é? - Ela então se virou completamente para encará-lo, pois ainda estava de perfil. - Nós não nos apresentamos, mas meu amigo me disse quem é você. Deixe eu me apresentar: sou a mulher que você esbarrou no Ministério há um tempo, Sr. Malfoy, e que o senhor xingou apenas porque acabou derrubando alguns de seus papéis.

Draco Malfoy franziu o cenho, não sabendo do que ela estava falando. Afinal de contas, ele sequer saía de sua sala segurando montes de papéis. Que dirá esbarrar-se nos outros. Contudo... Agora que ela estava falando, algo vago lhe veio à memória. Ele olhou para a mulher à sua frente e relanceou os olhos rapidamente para sua acompanhante sentada à mesa. Não querendo voltar para aquele lugar, pois a moça era realmente intragável, resolveu tentar a companhia de alguém que, aparentemente, parecia bem mais interessante e, com certeza, melhor vestida.

- Não me lembro ao certo, mas, desde que não a tenha ofendido de maneira indesculpável, peço-lhe que me perdoe.

Syndia ergueu as sobrancelhas. Pelo que Gui havia lhe contado sobre Draco Malfoy, ele era um homem arrogante, sarcástico e nojento. Porém... ele estava lhe pedindo desculpas?

- Tem certeza que quer se desculpar?

- Absoluta - ele disse, lhe sorrindo abertamente. Sorriso que, Syndia reparou, custava a chegar aos olhos cinzas do homem.

- Você quer se desculpar por me chamar de cega, de imbecil e de trouxa?

- Eu te chamei de tudo isso?

- Com certeza - ela riu com sarcasmo. - Embora o termo “trouxa” não tenha me ofendido, como foi seu intento àquele dia.

- Sendo assim, insisto nas desculpas. Talvez eu não estivesse tendo um bom dia.

- Com certeza não.

- Então... Você vai me desculpar?

- Se te faz feliz... Já havia até me esquecido disso - ela falou, olhando pros lados.

- Percebo que esqueceu... - Draco falou com um meio sorriso e depositando o copo numa mesa qualquer. - Tanto é que listou as ofensas que lhe fiz.

- Tenho memória boa, apenas isso.

- Então, mesmo com memória boa, você me desculpou. E que tal se selássemos esse pedido de desculpas?

- Não entendi...

- Mas é isso mesmo. Mostre que realmente tem boa memória, mas tem também um ótimo coração, sendo complacente comigo.

Draco esticou sua mão, pedindo a de Syndia, e ela olhou da mão estendida do rapaz para o rosto dele, incrédula.

- Ainda continuo sem entender - falou, embora soubesse o que ele queria.

- Dance comigo para mostrar que não ficou com raiva de mim.

- Eu não acho que isso seria uma boa coisa! - retorquiu, rindo. Aquele homem era doido. Só podia ser. - Além disso, você nem me conhece para saber se danço bem.

- Eu não preciso conhecer você para saber que é uma boa dançarina. Vi você dançando com o Weasley. E garanto que sou melhor dançarino do que ele.

- Dançarino pode até ser... mas modesto...

- Por que não me conhece primeiro, para só depois me julgar? Ou você é do tipo que gosta de fazer julgamento pelo que os outros dizem?

Algo nos olhos dele fez com que Syndia pensasse que aquela pergunta tinha outro sentido, e isso a fez semicerrar os dela.

- Eu não julgo ninguém, Sr. Malfoy. Principalmente pela boca dos outros.

- Ótimo. Então? Concede-me essa dança? - Draco perguntou, esticando, novamente, sua mão para receber a de Syndia.

Ela ergueu as sobrancelhas, não acreditando na pretensão do homem. Ainda pensou um pouco, poderia negar e ir embora, o que realmente era seu desejo, mas... Se fizesse isso, daria razão para ele pensar dela o que quisesse, principalmente que ela realmente julgava os outros pelo que ouvia de boca alheia. Então, resolveu aceitar, decidindo, também, colocar a prova o que Draco Malfoy lhe falara ao dizer que era melhor dançarino que Gui. Além disso... Dançar com um homem bonito daqueles não seria sacrifício algum. E se tivesse um bom papo então... Não seria sacrifício mesmo.

“Mamãe” pensou “isso é pelo que você vive me azucrinando. Você e a Sra. Prescott”.

- Tudo bem. Vou lhe dar uma chance.

- Aprecio a consideração.

Syndia, então, sem se dar conta da mão estendida de Draco, foi até a pista de dança. Somente quando chegou lá que olhou novamente para ele, e se surpreendeu ao vê-lo sorrindo.

Draco não sabia por que insistia tanto, mas, pensava que, se a garota valesse toda aquela insistência, apreciaria muito sua recompensa. Novamente, estendeu sua mão, no que Syndia depositou a dela. Apertou-a levemente e a enlaçou pela cintura, tratando de deixá-la o mais próximo dele possível, enquanto a loira apoiava a mão esquerda no ombro dele.

E foi num segundo apenas; nesse curto espaço de tempo, que aconteceu a coisa mais estranha que Syndia já vivenciara até aquele momento. Sentiu seus ouvidos serem pressionados com se estivesse numa piscina muito funda, uma fisgada como uma corrente elétrica que perpassou a base de sua espinha, o que a fez estremecer. No instante seguinte, a música da banda já preenchia seus ouvidos novamente. Draco sorriu:

- Ao menos uma tensão já se formou entre nós - falou jocoso, recebendo um olhar estranho de Syndia.

Ao contrário de Gui, ela não percebeu se ele realmente era um bom dançarino. Durante alguns segundos, agiu como se fosse um robô dançando com o rapaz, obedecendo aos passos de dança e girando quando sentia que precisava girar. O que fora aquela sensação estranha? Nunca sentira aquilo.

Bem, arrepios e rápidos momentos de surdez não eram algo novo. Ela já se sentira assim quando vira Karl pela primeira vez, mas... Algo também lhe dizia que aquilo não era igual ao arrepio causado pelo ex-namorado. Sem perceber, retirou a mão esquerda do ombro de Draco, levando-a até a base de sua espinha. Contudo, encontrou um obstáculo: a mão do seu parceiro. Isso a fez despertar e encará-lo.

- Fique tranqüila, pois não vou baixar a mão um centímetro que seja - ele falou com um meio sorriso.

- Não... Não é isso, é que... Ah, não importa. - E colocou novamente a mão no ombro dele.

Porém, parecia que as situações estranhas estavam determinadas a rondar Syndia naquela noite. Algo em Draco Malfoy a fazia querer sair correndo dali, ao mesmo tempo em que a fazia querer ficar e senti-lo mais perto. Algo saudoso... mas, que também ela sabia que lhe faria mal. Tentou se concentrar nesse instinto que parecia gritar em sua cabeça, e foi só quando Draco a fez ficar com seus corpos mais juntos que ela conseguiu perceber. Era o perfume dele. O mesmo que o de Karl.

Para ela havia acabado. Não conseguiria mais ficar ali. A noite já fora estranha demais, carregada demais. Sem se importar em parecer grosseira, soltou-se dele.

- Com licença, mas preciso ir embora. - E saiu.

Draco mal teve tempo de ver a barra do vestido dela desaparecer. Porém, sorria. Agora, só faltava descobrir o nome daquela mulher que, ele tinha certeza, só correra para não se render tão facilmente a ele. Entretanto, nomes era algo fácil para ele descobrir. Girou os calcanhares e foi embora. Para ele, a noite também havia terminado ali.

xxx


Ar puro e respirar com calma era tudo que ela precisava naquele momento. Assim que cruzou a porta do salão para o jardim, Syndia respirou profundamente. A noite estava sendo mais agitada do que ela esperava. Primeiro o ataque de ciúmes da noiva de Gui, depois aquele rapaz, que contrariando tudo o que ela já tinha ouvido sobre ele, tinha sido gentil e educado. Sem contar aquela tensão entre os dois quando aceitou dançar com ele. Isso deveria ter acontecido por causa do perfume, aquele perfume que ela não queria sentir nunca mais na vida.

Perdida nesses pensamentos, Syndia nem notou que Gui Weasley, com um semblante preocupado, se aproximava.

- Syn, o que esta fazendo aqui fora? – perguntou o ruivo, pegando de leve no braço da garota.

- O quê? – Ela se sobressaltou. – Ah, Gui, eu já estou indo embora.

- Embora? Não me diga que você vai embora pelo o que aconteceu com a Fleur? Não tem cabimento Syn, nós vamos conversar quando ela se acalmar e vai ficar tudo bem!

- Fleur? Do que... Olha Gui, eu fiquei mais tempo aqui do que havia planejado, realmente quero ir para casa! Nós nos falamos depois. – Saiu, andando sem direção.

- Syndia. – Gui a segurou pelo braço. – O que você tem? O que aconteceu? Você está agitada...

- Não foi nada, só quero ir embora.

- Não vou deixar você ir embora assim sozinha. Vamos, eu te acompanho.

- Obrigada Gui, mas eu não acho que seja necessário, e nem prudente, não depois do que aconteceu. Você deveria ir para casa também.

- Eu já disse, vou conversar com a Fleur quando ela estiver mais calma. Agora vamos, vou com você até sua casa.

E assim os dois caminharam juntos até a casa de Syndia. A garota, se sentindo mais calma, notou o ar preocupado de Gui, e se sentiu penalizada pelo amigo. Gostava muito do ruivo, ele era um ótimo amigo e não lhe agradava vê-lo tão sério, justo ele que sempre fazia alguma graça para ela sorrir.

- A Fleur ficou bem brava, não é? – perguntou cautelosa.

- Ela se descontrolou, não havia motivo para tanto! – ele respondeu um pouco mal-humorado.

- Ah Gui, ela ficou com ciúmes. Entenda o lado dela.

- Ciúmes? De quem? De você? Ela sabe que somos colegas de trabalho, e amigos além de tudo.

- Têm mulheres que não conseguem entender esse tipo de amizade, Gui.

- Pois ela deveria. A Fleur às vezes me irrita com essas ceninhas. Ela é muito mimada, isso sim!

Syndia não conseguiu conter um sorriso. Ela também achava a noiva do amigo mimada, mas preferia guardar para si suas impressões em relação à francesa.

- Chegamos! – ela disse para o ruivo emburrado.

- Certo. Você vai ficar bem?

- Vou, obrigada Gui. E você, vai ficar bem?

Ele olhou para a amiga com aquela cara de que mataria o primeiro que encontrasse em sua frente.

- Venha, entre. Vou fazer um chá para nós dois, vai ajudar.

- Não quero dar trabalho, Syn.

- Trabalho? Ferver água não dá trabalho, Gui. Vem.

Os dois entraram na casa. E enquanto Syndia ia até a cozinha e colocava água na chaleira, Gui esperava na sala. Ele nunca havia estado ali. Achou a casa da loira bem parecida com ela. Simples, mas bonita. Os móveis pareciam estar geometricamente no lugar, o que combinava exageradamente com a vontade, que ele sabia que ela tinha, de ter as coisas sob controle e ordem.

Ele estava se sentindo bem ali. Sentado no sofá, deu um sorriso de agradecimento quando recebeu das mãos da moça a xícara de chá.

- Sua casa é muito bonita.

- Obrigada – ela disse sentando-se ao lado dele. – Eu gosto daqui. Acho que se parece comigo.

- Se parece mesmo! É olhar os detalhes que dá para ver você neles.

- Que exagero Gui!

- É sério. Se reparar bem, dá para perceber suas manias! – ele disse colocando a xícara em cima da mesa de centro, e assim, desviando de um tapa.

- Não tem graça, Weasley. – Ela também depositou sua xícara na mesa.

Os dois começaram a rir juntos, esquecendo-se das preocupações que os levara ali. Mas, não por muito tempo.

- Gui, converse com calma com a Fleur. Ela está com ciúmes, quando perceber que está exagerando, vai se sentir uma boba!

- Exagerando é pouco, não é Syn? Isso é mais que exagero, é tolice. – E num murmúrio irritado, Gui completou: - Onde já se viu, sentir ciúme de você... - Então, lembrou-se que a amiga igualmente não saíra nada bem do jantar e, embora ela dissesse que não havia acontecido nada, a curiosidade o corroeu. – O que aconteceu para você sair da festa tão agitada?

Syndia desviou o olhar. Não queria falar sobre aquele assunto com o ruivo. Ele já sabia muitas coisas sobre ela, mas nunca entrou em detalhes sobre sua história com Karl. E se fosse contar o principal motivo que a deixara agitada, teria que entrar nesse assunto.

- Não foi nada, Gui, só estava cansada de ficar naquele lugar, cheio de pessoas que eu não conhecia.

- Há quem você quer enganar Syn? Eu conheço você, sei que um bando de gente que você não conhece não te assusta – ele disse compreensivo.

- Eu me sinto uma fraca! - falou de supetão. - É tão ridículo que chega a me irritar.

Ele se aproximou da amiga e pegou sua mão.

- Nada que nos incomode é ridículo. E uma coisa que eu sei, é que você não é fraca... É inteligente e esperta demais para ser fraca.

A loira olhou para o amigo, agradecida. Aquelas palavras a faziam se sentir bem melhor. Deixou de se sentir uma garotinha indefesa, e se lembrou da mulher forte que era. Sorriu para o ruivo à sua frente, que retribuiu o sorriso de forma encantadora.

- Você é forte Syn, corajosa e... - Gui hesitou diante da intensidade daqueles olhos. Olhos onde perpassou uma mágoa antiga, pedindo uma chance de felicidade. - E linda demais também...

E, diante daquela troca mútua de ajuda e carinho, eles fizeram o que parecia ser tão certo naquele momento. Surpreendentemente, se beijaram.



~~~*~~~



N/B: Demoram, demoram, demoram... E, quando aparecem, derrubam todo mundo das cadeiras!!!! Rsrsrsrs... Bom, o tal Malcom sabe mais do que aparenta, eu acho! Hum! Mais mistério! Bom! – Draco esteve, esteve, esteve... Ui Ui Ui! ;D Faltou a cena dos lençóis de seda, mas, tudo bem! Eu tenho paciência! – ENTRETANTO, não muita! Sem tanta demora no próximo capítulo, meninas, ou a chibata vai cantar!!!!!! Kkkkkkkkkk... Sobre esse final... surpreendente, conversaremos mais no decorrer do período! Me aguardem. Beijo de beta! Até o próximo!

N/A: ALELUIA!!! Ei-nos aqui! Demoramos, mas nunca falhamos... o problema é esse dia-a-dia louco e essa mania que temos de trabalhar para pôr comida em casa! (Mas ainda digo que a culpa maior é minha! *Pam*) (Nada que paciência não dê jeito *Livinha*) Porém, entretanto, todavia, no entanto... Esperamos que o capítulo tenha valido a pena, na espera. E que vocês não tenham se assustado muito com os últimos e surpreendentes acontecimentos!

Ai vai as respostas aos reviews... =D


Sônia Sag: Você acha que demoramos, sô? Se sim, é impressão sua! Mas, mudando de assunto....rs Cada coisa em sua hora...Draco enrolado em lençóis, você sendo levada elo ruivo... Não precisa ficar brava, quando isso acontecer, você não vai se decepcionar! Ao menos é o que nossas mentes nada castas acham! hahaha Beijos

Bernardo Cardoso: Be! Você sabe, o Draco tem seus momentos...que já são rotineiros! rs O Harry ta meio perdido mesmo, pobre rapaz! Além de tudo, ele é meio lento...e esse lado lerdinho dele faz ele ser tão charmoso!!!! Esperamos que tenha gostado desse capítulo. Beijos

Bianca Evans: Bianca, demoramos um pouquinho né?! Mas o importante é que o capítulo esta aí e com muitas emoções! Rony e Mione tem um jeito tão Rony e Mione de ser, que ficam fofos em qualquer situação não é?? Imagina só quando o filhinho deles chegar! O Harry não desistiria de pedir a Ginny em casamento, ele só vai se questionar muito, antes de conseguir fazer o pedido. Tomara que você tenha gostado da festa! Obrigada por acompanhar a fic. Beijos

Paty Black: Ah Mana, você acha que só você pode torturar as pessoas terminando os capítulos nas partes mais interessantes??? Não, não, nós também podemos! hahahaha Por falar nisso, gostou do final dessa capítulo??! Rony e Mione são sempre fofos! É mais forte que nós! rs Você vai avisar o Harry que a Gina quer casar?? Vai lá, vai! Beijos Mana!

Jhonatas Tiago Potter: Bem, demos uma trégua na maldição da tortura (e a Sô também, caso você não saiba!) O Harry encontrará o momento de pedir a Gina em casamento, não se desespere. E o Weasley Jr. terá a Mione pra ajudar! rsrs... Obrigada pelos coments, moço!Esperamos que tenha gostado da festa, da Syn/Draco e que a espera tenha valido à pena! Beijos...



Beijos a todos e até o próximo!!

Livinha e Pamela Black

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2023
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.