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Visualizando o capítulo:

11. Fraca Luz.


Fic: Lagrimas e Sangue


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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NT/A:
Bem gente depois de quase 4 meses consegui fazer o capitulo 11°, cujo qual teve tres versões, e de ontem para hoje fiz a 4° versão e o engraçado que foi a mesma que acabou sendo escolhida por mim para ser postada. já que ao meu ver as demais não entrava no contexto trabalhado na trama da fic.

obrigada pelo sua força Karin, voce sempre me colocando pilha por tal fic e por essa razão que dedico tal capitulo para voce, sei que o mesmo não pode ser o melhor, mais decido-lhe de coração...

bjão para todos, espero que goste do capitulo!!!
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-Há comensais aqui.
Não esperei mais nada, levantei da cama, estava vestida com uma camisola azul e foi por cima da mesma que me vesti, coloquei uma calça Jeans e um blusão de lã.
-Preciso de uma varinha?-Disse para Ginny amarrando os meus cabelos, a ruiva encarou-me confusa, talvez pensando onde poderia arrumar uma para mim.-tudo bem se não tiver, vamos descer logo.
Mal acabei de dizer tais palavras e a porta do quarto foi aberta, passando pela mesma uma garota um pouco maior que Ginny, que talvez tivesse a mesma idade que a ruiva. Os traços desta era tão familiar para mim, sem falar de seus olhos azul acinzentado.
-Não precisam ficar alarmadas são Snape e Malfoy.
-O que eles fazem aqui?
-Não sei, mas creio que logo sabemos não é verdade? E você mesma poderia ir perguntar ao seu amante Malfoy.- A voz fria daquela menina me enojou, mas a minha fúria pelo que ela disse deixou tal fato de lado, queria dá uma lição nela.
-Você é maluca garota, por que você não cala a boca?
-Como você é teimosa garota, nossa como vocês podem agüentar um ser assim?-Disse ela olhando para Ginny, um sorriso sarcástico surgiu nos lábios dela, dando-lhe uma característica ainda mais semelhante ao um certo loiro.-Surpreendo-me como você conseguiu sobreviver na Bulgária com tamanha arrogância! Não seria mais fácil revelar o que sente por ele?
-Quem você pensa que é para falar assim?
Ginny colocou-se entre nos duas.
-Calma Mione, esta daqui é Anne Witter.-Disse apontando para morena de cabelos cheios.-Ela está nos ajudando com informações muito importantes em relação as Hocruxes, Harry conseguiu achar duas com ajuda dela.-Revelou a ruiva me olhando.
Dei um suspiro profundo segurando toda a minha raiva, e após alguns segundo fitei a morena, aqueles traços estavam me incomodando, ela era tão parecida com eles.
-Witter?-Perguntei sem muita lógica.
-Sim.-Respondeu Anne se afastando de mim e indo se sentar na cama de Ginny.-Algum problema com o meu sobrenome?
-Não, nenhum. Mas você tem algum parentesco com os Malfoys, ou com os Blacks?
A morena me fitou por alguns segundos de maneira dura, mas quando desviou o seu olhar pude ver uma certa magoa em seus olhos azuis.
-Não.-Após responder-me levantou-se e seguiu em direção a porta.-Terá uma reunião por conta da vinda dos dois para cá.-E retirou-se sem mais dizer.
-Desculpe pelo jeito dela...-Vi um olhar confuso da ruiva em minha direção, fazendo-me olha-la intrigada.-Não se lembra que te falei dela na carta que te mandei, já faz sete meses, sem falar que muitas outras mencionei ela e o jeito frio dela, e claro a adoração dela pelo Rony, uma razão por ela não ir muita com a sua cara.-informou a ruiva sorrindo.
-Não recebi carta alguma.
-Impossível Carlota sempre levou as mesmas para você e trazia respostas suas, faz dois meses não recebíamos mais, uma das razões de ficarmos preocupados...Porem antes disso sempre lhe mandamos informações através de Carlota.
Senti um aperto no coração, seria possível aquilo, será que aquela que toda a ordem confiou havia nos traído, e me levado a uma armadilha mortal?
Desviei o meu olhar de Ginny e me dirigi ate a janela.
-O que você exata pensando Mione?
-Em nada Ginny, acho melhor descermos não é?-Disse afim de por um fim naquilo tudo, queria ter certeza antes de falar qualquer coisa, se bem que a verdade era gritante diante dos meus olhos...

XXX

-Qual é o seu plano?
O rapaz de voz suave estava posto na janela, a morena estava sentada na poltrona defronte à lareira, a sala suja e de iluminação fraca, dava ao assunto tratado um certo ar sombrio.
-Simples, porem perigoso tratando-se de você.
Ele deu um suspiro longo, ele já tinha feito muitas burradas, e por essa razão tinha que por um ponto final naquilo tudo não importasse o que isso lhe custaria.
-Não tem importância, pode falar.
-Você terá que garantir que entregará as hocruxes a ele.
O rapaz virou-se bruscamente na direção da morena imaginando se a mesma enlouquecera de vez.
-Como? Esta maluca?
-Não, esse é a única maneira dele lhe ouvir, dele querer você ao seu lado, caso ao contrario ele te matar.
Ele assentiu com a cabeça, a palavra matar dita tão normalmente pela morena deu-lhe calafrios. Neste mesmo momento ambos ouviram um barulho. A garota levantou-se num pulo já com a sua varinha em punho, levanto aos lábios o seu dedo indicador, mostrando para o rapaz que era para ficar em silencio. Assim ele o fez.
A morena em passos lentos e inaudíveis se dirigiu ate o local do barulho, dando de cara com uma mulher, e sem pensar duas vezes conjurou um estupefaça na mesma, fazendo-a cair desmaiada no assoalho de madeira.
O rapaz ao ouvir o baque contra o chão saiu da sala encontrando a morena em pé com sua varinha em punho e o intruso caído ao chão.
-Que diabos ela estava fazendo aqui?
-Acho que encontramos a nossa informante...

XXX

Quando abri meus olhos senti uma dor imensa no meu peito, sentia que a cada respiração aquilo piorava, sem falar do frio que invadia o local de maneira assustadora.
Olhei de um lado e vi a minha tia caída desacordada, e perto dela um homem, este tinha a sua varinha apontado na direção dela.
-O que pensa em fazer?-Perguntei calmo.
-A morte dela significara algo para você?-Questionou ele de modo frio.
-Não, mas creio que mata-la não lhe ajudara.-Disse me sentando, sentindo uma dor aguda atravessar-me.
-Pouco me importa, pelo menos será um a menos.
-Quem diria em Snape, lutando do lado dos bonzinhos!
- E você Malfoy apaixonado pela uma sangue ruim.
Nossos sarcasmos nos alfinetavam, era de toda a verdade os dois pontos, porem o mundo gira e tudo que nele também, modificando tudo de seus lugares dando um significado a mais em tudo, e era assim que enxergava tais transformações.
-Não a chame assim.-Disse tentando me levantar voltando ao chão segundos depois.-Você tinha que realmente me aceitar daquela maneira?
-Queria que fosse real.
-Para que? Ele não estava aqui.
-Mas ele poderia chegar.-Disse ele se afastando de Bellatrix indo para um ponto de mais iluminação onde pude ver um brilho sombrio em seus olhos.
-Como ela está?
-Creio que bem, a ordem teve esta tomando conta dela neste momento.
Desviei meu olhar do meu ex-mestre e fitei a minha tia, jurando que a mesma tinha se mexido, porem vendo-a ainda em inconsciente voltei para Snape.
-Acho que é melhor assim, ela longe de mim, talvez estando aqui poderei ajudar a ela e a ordem de merda.
-Seu traidorzinho !Crucius!
Meu grito ecoou no quarto de pedra fria. Apos um pequeno espaço de tempo tentei me lembrar, quando vi Snape avançando, sua varinha em punho de forma firme.
-Sectunsempra!
Bellatrix conseguiu desviar-se facilmente, atingindo Snape em seguida com um feitiço não verbal derrubando ele. Porem o homem logo se levantou, a fúria que ele tinha em seus olhos era surreal.
-Avada...
-Impedimenta!-Empurrou Snape para trás com fúria.-Pensa que ira me matar seu traidor! Quando o Lorde souber você dois estarão mortos.
-Mas ele não ficara sabendo.- Não sei de onde tirei tamanha ousadia, só sei que mal terminei a frase e estava em cima de minha tia, derrubando-a no chão.
-Sai de cima de mim!!!
Segurei o braço dela a fim de que ela não utilizasse a varinha contra mim, porem esta utilizando um feitiço não verbal atingiu Snape no peito, pelo que parecia ela usou um feitiço dele mesmo, o tal Sectunsempra. Cujo qual no passado foi atingido em mim pelo Potter quando ainda era do lado negro.
Rapidamente dei um soco em Bellatrix, e retirei a varinha da mão dela, um sorriso irônico surgiu nos lábios doentio dela.
-Você estará morto logo seu traidor do sangue.
-Não conte muito com isso Lestrange.-Cuspi o nome dela com nojo, tinha em mente apenas um único feitiço, mas definitivamente não queria sujar a minha mão com a morte dela.-Estupefaça.
Ela caiu em câmara lenta, e quando vi que não se mexia mais fui ao encontro de Snape, peguei a varinha dele, e quebrei a de Lestrange.
-Venha comigo Severo, eu tiro você daqui.
Com dificuldade o homem se levantou saímos da cela e seguimos num corredor cheio de dementadores, ergui a varinha de Snape e conjurei um Patrono como nunca tinha feito antes. Um forte o suficiente para afastar todos os dementadores que se encontravam ali.
- A lembrança teve ser muito feliz mesmo hein?-Ironizou Snape enquanto saiamos dali a caminho da saída.
-Pode ter certeza que sim.-Respondi a ele ainda com a imagem de Hermione deitada sobre a minha cama, na mansão Black.
Quando por fim chegamos do lado de fora daquela mansão, olhei perdido para Snape, afinal não fazia idéia para onde tínhamos que aparatar.
-Para onde?
-Para toca.
-Mas...
-Vamos logo.
Quando nossos pés voltaram a tocar o chão, estavam diante de uma casa totalmente torta, deu ate vontade de rir, lembrando-me do tempo de Hogwarts, quando um Malfoy teria a coragem de ir a tal lugar?
-Chame Lupin.-Ouvi a voz fraca de Snape me trazer de volta a realidade, num momento dramático, cujo qual não valia mais de nada o sangue puro que corria em minha veia.
Deitei Snape no gramado e corria ate a porta, surpreendi-me quando a mesma se abriu e três pessoas com varinhas em punhos me receberam.
-É melhor que tenha um bom motivo para está aqui seu traidor.-Ronald Weasley foi o primeiro a falar de forma ‘bem gentil’.
-Tenho, preciso falar com Lupin.-Disse olhando para este, sendo um dos três que veio me receber.
-O que você quer?-A voz de poucos amigos do lobisomem me fez se arrepender em dá ouvidos ao Snape.
-Severo quer falar com você.
Um silencio sufocante seguiu por longos segundos, quando por vim o homem se aproximou de mim.
-Onde?
-Ali.-Apontei mais adiante onde o mestre de poções estava caído.
Junto com o lobisomem voltei ao Snape.
-Coração vermelho.-Foi tudo que Snape disse antes de desmaiar, o que parecia para mim uma coisa ilógica, mostrou-se significante ao Lupin, que me pediu ajuda para pegar o homem e ajuda-lo a levar para dentro da toca, dentro da mesma um ambiente aconchegante dava a mim um certo alivio, menos pelo fato de todos estarem ainda com suas varinhas.
Anne a garota que tive o prazer, ou ate mesmo desprazer de conhecer dias atrás, olhou-me com um sorriso de lado subindo em segui a escada que havia perto do hall de entrada.
Segui com Lupin ate uma sala mal decorada, debaixo de olhares raivosos de todos os membros Weasley.
-Molly preciso da sua ajuda aqui.-Chamou Lupin me afastando de Snape.
Os dois começaram a conjurar um feitiço que não fazia idéia de qual era, enquanto eu tentava sair da visão de todos.
-Espero que não esteja pensando em sair daqui.- Virei-me dando de cara com Potter.
-E perder a recepção amistosa de todos vocês.-Disse em tom irônico, vendo um olhar perigoso de Potter em minha direção.
-É melhor você não brincar com fogo.-Desta vez foi weasley que se dirigia a mim.
-Não penso em brincar de fogo, já o fiz demais para uma vida todo.-Respondi-lhe encostando na parede.-Só quero que saibam que não irei fazer nada contra vocês.
-Cala boca Malfoy! Você já fez o bastante!- Os gêmeos juntos bradaram para mim.
Engoli em seco, fitando-os querendo no fundo ir para cima de ambos, mas é lógico que isso seria para mim a minha morte afinal estava na casa deles, cercado de Weasleys e membros de uma ordem suja.
-Avisei para as meninas que não há nada de errado.
A voz de Anne fez-me virar na direção dela, via um brilho raivoso nos olhos dela, o que era de todo normal, pois todas as vezes que a vi o brilho sempre era o mesmo, em especial quando Bellatrix estava junto.
-Como está Snape?-Perguntou ela normalmente se aproximando do sofá onde o mestre de poções estava.
-Ficará bem.-Respondeu-lhe Lupin.
A morena deu um sorriso e depois virou para mim.
-Pensei que você não iria vim.
-Houve um imprevisto.-Percebi que todos ao nosso redor olhávamos intrigados, dei um sorriso para Anne e com a voz irônica disse-lhe.-Era melhor você esclarecer algumas coisas, não?
A menina com seus 17 anos deu uma breve olhada para todos.
-Pedi para que a Ginny e a Granger desçam quando assim elas o fizerem irei explicar o acontecido.-Disse ela para todos.
Palavras essas que mexeu comigo pelo simples fato dela pronunciar o nome Granger.
-Então pode começar.
Ouvir aquela voz foi entorpecente para mim, sentir meus pés perderem o chão, virei em direção a voz, vendo-a tão bem me fez sentir um alivio em meu peito.
-Claro.-Anne deu um suspiro, olhando em direção a Granger de maneira brada, segui o olhar dela, naquele exato momento Weasley se aproximava dela, abraçando-a.-Bem...-A voz da morena me fez desviar o olhar.-Como sabem tenho um certo conhecimento das coisas que acontecem com os comensais, e o motivo disso é Snape, ele dava-me as informações necessárias, e outra pessoa que também me ajudou foi Malfoy. Este levou Granger ate o local para consegui mais informações, já que de certa forma ele fora banido dos comensais. A idéia foi de Snape, conseguimos com isso que Voldemort saísse da mansão, e creio que a segunda parte do plano deu certo, não é?-Disse ela olhando para mim.
A garota entre verdades e mentira estava iludindo a todos, ela tinha um certo jeito especial com eles, isso eu tinha que admitir.
-Acho que sim, já que a mesma teve que ficar nas mãos de Snape, pois ele queria que saísse tudo perfeito e acabou que me atacando.
-Então só saberemos quando ele acordar.
-E que segunda parte era essa?-Olhei em direção ao Potter, vendo não só ele, como também Granger se afastando de Weasley, dando-me um conforto razoável ao meu coração.
-Matar Nagi.
Vi um sorriso surgi nos lábios de Potter.
-Serio? Se ele conseguiu será maravilhoso!-Empolgou-se Potter.
-Sem duvida.
-Mas é quase inacreditável ver Malfoy nisso, e Snape.-Weasley falou de forma venenosa.
-Mas saiba que ele esta do nosso lado Ron.
-Eu acredito que sim, snape me salvou não é mesmo? Sem falar que se não fosse Malfoy lá Bellatrix poderia ter me matado.-Comentou Granger me olhando com ternura, fazendo-me perguntar se ela conseguia se lembrar de algo.
-Mas pode ser tudo uma armação.-Protestou Weasley novamente, fazendo-me odiá-lo a cada segundo.
-Não foi, pelo menos na parte de snape, mas isso me leva a crer que Malfoy também não armou.-Interferiu Lupin.
-E como você pode ter tanta certeza?- sr. Weasley perguntou-lh extremamente curioso.
-Snape falou uma coisa que me leva a pensar dessa forma, Harry preciso falar com você.
Enquanto os dois saia dali, me perguntava se o que o lobisomem falou era referente ao ‘coração vermelho’ que Snape falara antes de desmaiar.
-Acho que sua pele esta salva agora.
Olhei para a morena que estava na minha frente.
-E porque você omitiu parte da historia?
-Achei que fosse melhor assim, se dissesse tudo teríamos muito que explicar, sem falar que Rony mataria você aqui mesmo.-Finalizou com um sorriso maroto.
-Ele gosta dela não é?-Perguntei a ela olhando os dois que conversavam com outros ruivos.
-Sim e muito por sinal.-Respondeu ela aparentemente magoada.
-Algum problema?
-Nenhum, só que às vezes nos apaixonamos pelas pessoas errada.-Disse simplesmente saindo em saída de perto de mim e indo se juntar a Molly Weasley que ainda cuidava de Snape.
-Acho que posso acreditar nisto tudo.-Desabafou Tonks se aproximando de mim.
-Obrigado.- Agradeci á ela. Era estranho ver minha prima ao meu lado, na verdade era estranho esta na casa dos Weasley na companhia de minha prima.
-Minha mãe ficou feliz por saber que está do nosso lado, ficou decepcionada depois, mas creio que ela voltará a ficar feliz.-Disse ela sorrindo.
Fiquei meio sem graça e agradeci quando a francesa lhe chamado. Após ela sair pude contemplar melhor Hermione, esta estava seria e falava aos sussurros com os Weasleys. Desviei o meu olhar só no momento que ela me olhou, era torturante aquilo tudo para mim. Tive-a tão perto de mim e agora ela nem se lembrava de nada, tudo não passara de uma grande ilusão.
Estava com a mente longe quando senti aquele perfume, e aquela mão macia tocar no meu ombro.
-Sabe Malfoy eu acho que você tem que me explicar algumas coisas.-O olhar firme de Granger deu-me a certeza que o assunto era serio.
-Claro, tem algum lugar onde podemos conversar em paz?
-Tem sim, vem comigo.
Saímos de baixo de olhares reprovadores, em especial daquele pobretão weasel, que parecia está se preparando para me atacar.Quando por fim saímos da sala subimos a escada que fica no Hall de entrada adentrando na primeira porta a direita, onde fica um quarto não muito grande com duas camas de solteiro, e um velho guarda roupa disposto numa das paredes, tudo bem simples e arrumado, tipicamente um quarto daquele lugar chamado toca.
-O que você gostaria de falar comigo?-perguntei sem rodeios.
-Que lembranças são essas que estão tento?
-Que lembranças?-Será que era possível ela se lembrar do que tinha acontecido? Mas como isso poderia acontecer, era quase que impossível.
-Algumas conversas que tivemos, quero dizer não tenho certezas se as mesmas realmente aconteceu...Isso esta muito confuso para mim.
Conseguia ver desespero nos olhos dela, sem duvida ela procurava explicação para tudo que estava acontecendo.Como sempre buscou.
-Olha Granger as coisas são por demais complicada e não quero que saiba das mesmas assim, temos que nos preparar para uma guerra e acho que é melhor que as coisas por hora fiquem assim.-Disse firmemente, era em verdade que as coisas só iriam piorar se tentasse lhe explicar o nosso envolvimento.
-Desculpa-me Malfoy, mas se são lembranças minhas eu tenho direito de saber das mesmas.
-Não tem, pois são minhas também, cujas quais não sei se você irá querer que eu a compartilhe.
-Eu quero.-Disse ela se aproximando de mim.
Naquele instante senti meu corpo pedir pelo dela, num impulso insano puxei ela para perto de mim, sentindo o perfume dela adentrando o meu ser. Levei a minha mão ate os cabelos dela, senti-a gemer baixo em resposta a esse ato, tinha agora a minha deixa.
Inclinei-me e repousei meus lábios sobre os dela, nenhum movimento contraditório aconteceu da parte dela, com isso a envolvi com mais ansiedade e deu-lhe um beijo mais intenso, aumentando o fervor do mesmo aos poucos, sentindo com a minha língua a boca dela.
Hermione levou suas mãos ate o meu cabelo, cariciando o mesmo. Ela me beijava com certo desespero como se a vida dela dependesse daquilo, e acredito que sim, pois a minha alma precisava dela.
O beijo foi perdendo a intensidade aos poucos, nossas respirações levemente arfantes, e nossos lábios vermelhos por causa do contado voraz. Quando nossos olhares se encontraram, vi nitidamente o olhar desordenado de Granger.
-O que foi isso?
-Isso é uma parte da sua memória.-Disse-lhe como se aquilo explicasse tudo, afastando-me em seguida.
-Como assim Malfoy, está maluco? Quando nos beijamos, entre nos dois existe apenas rancor e ódio.
- E por essa razão Granger que não quero lhe dizer o que realmente aconteceu.-Sai dali de dentro sem dizer mais nada, mesmo com meu coração gritando para que continuasse ali, eu me retirei, aquela conversa não nos levaria a nada, porem fiquei confuso, se ela não se lembrava de nada, o que tinha sido aquele beijo tão exaltado?



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