Capítulo 8- Rumos inesperados
Gina vagava pelo Beco Diagonal. refletindo sobre os acontecimentos, quando um pensamento lhe ocorreu. Já deveriam ser mais de onze horas da manhã, e seus pais não tinham notícias suas desde o dia anterior.
- Droga! Eles devem estar morrendo de preocupação!- repreendeu-se alto o suficiente para que todos que estavam a sua volta a olhassem espantados.
Com um pop, aparatou em frente À Toca. Tentando controlar sua respiração, seguiu até aporta e deu três batidas. Como não houve resposta, tentou abri-la. Não chegou a usar nenhum feitiço, ela estava destrancada. Estranhou o fato, pois desde que se conhecia por gente, sua mãe fazia questão de fechá-la alegando “motivos de segurança”.
- Mãe? Pai? Alguém ai?
- Gina?- uma voz feminina veio de onde a ruiva deduziu ser o seu quarto.
-Eu, mãe. Estou aqui na sala - em questão de segundos, Molly também se encontrava no mesmo cômodo.
- Gina! Você quer me matar de preocupação, menina? – bronqueou a senhora Weasley.
- Não, mãe! De jeito nenhum...
-Então por que sumiu sem dar notícias? Onde estava esse tempo todo? Eu mereço uma explicação!- disse num tom entre o preocupado e o irritado.
A ruivinha sentiu novamente a sensação de aperto no peito. Não poderia contar a verdade para ela, mas a idéia de mentir-lhe era tão desagradável quanto a de dizer toda a verdade.
- Andando por ai... Estava sem o mínimo sono e precisava colocar a minha cabeça no lugar. Com tanta coisa acontecendo, não tenho tempo pra mais nada. Desculpe se preocupei vocês. Não era a intenção. Só queria ficar um pouco sozinha – “o que não é de todo mentira, já que fiquei passeando pelo Beco algum tempo...”, completou mentalmente.
- Tudo bem... Eu entendo. Mas, da próxima vez que for passar a noite fora, avise. Sim?- disse ao abraçar a filha.
- Ta... Mas onde estão os outros? – indagou ao perceber o silêncio que imperava no local.
- No St Mungus. Hoje seu pai foi fazer alguns exames de acompanhamento patra sabermos como está o tumor. Minhas esperanças estão minguando, filha - confessou ao se separar da moça.
- Não se preocupe, daremos um jeito - falou decidida, sentindo o peso do ouro em seu bolso.
-Que jeito? Parece que o universo inteiro está conspirando contra nós. Quando parece que tudo acabará bem, mais uma bomba. Primeiro o você-sabe-quem. Agora o câncer... Não sei se o seu pai vai agüentar, querida.
- Ele vai se curar, eu prometo. Nem que eu tenha que mover céus e terras!- dizendo isso, voltou a abraçar Molly. “O dinheiro não é mais um problema... o difícil vai ser explicar a origem dele”, pensou.
- Querida, você está bem? Parece um pouco preocupada... – comentou ao se afastar dos braços da filha.
- Só estou um pouco cansada agora. Acho que vou para o meu quarto dormir um pouco. Hoje eu não trabalho...
- Vai sim, deve estar exausta...
- Estou sim. A senhora nem imagina quanto... - “nem o porquê”, refletiu.- Quando ele chegarem, me acorda?
- Claro.
Então a pequena Weasley subiu as escadas. Os degraus rangiam. Nunca se importara com este fato; mas, naquele momento, aquele ruído parecia tornar a distância entre a sala e o seu quarto duas vezes maior. Era besteira pensar algo do tipo, mas parecia... Quando chegou ao quarto, tratou de colocar logo o pijama e tirar as cobertas da cama. Por mais que parecesse estranho fazer isso ao meio dia, Gina necessitava de algumas preciosas horas de sono. Um sono renovador, um sono realmente revigorante. Um sono que a fizesse esquecer tudo que acontecera. Queria acordar e achar que fora apenas um sonho maluco, um pesadelo.
Deitou, mas o sono não veio. Seus pensamentos insistiam em vagar sem rumo e terminar sempre em um loiro de olhos cinzentos. Toda vez que isso acontecia, sentia uma mistura de remorso e um sentimento que não sabia definir, deixando um gosto amargo em sua boca.
- O que foi que eu fiz? O que foi que eu fiz? Como eu pude chegar a esse ponto?- ela se perguntava enquanto secava com as mãos algumas lágrimas que teimavam em cair - E agora? A minha família não pode descobrir isso nunca! Merlin, me ajuda!
Umas duas semanas depois daquela fatídica sexta-feira, Gina ainda não tinha entregado o dinheiro a seu pai. Ela tinha que assistir passiva ao desespero de seus irmãos aumentar. Não poderia chegar com aquela quantia antes do recebimento de seu salário. Seria como pedir para ser descoberta
A ruiva guardara o dinheiro recebido de Malfoy em um fundo falso de seu armário, onde costumava esconder seus diários quando mais nova. Precisava aguardar até o momento certo de usá-lo. Já possuía uma boa desculpa para dar à família. O necessário era esperar até o início do mês seguinte. Só uma semana e pronto!
No entanto, o relógio parecia andar no sentido anti-horário. Sete dias pareciam sete milênios. A ruiva andava inquieta, e isso não passava despercebido.
-Sabe, Ginny... – começou um dos gêmeos, sentando-se no sofá ao lado da caçula.
- Nós estamos preocupados com você - continuou o outro em um tom de implicância. Será que eles não cresciam, não? Eles tinham o quê? Vinte e três anos de idade real e doze de mental? Na maioria das vezes, isso era até legal, mas... Naquele momento, ela desejava ardentemente que eles não agissem como pré-adolescentes.
- O que a senhorita está armando?- complementou, imitando o tom que Molly usava com eles. A resposta foi ácida:
- Quem costuma armar aqui são vocês! Ou eu estou errada?
- Nossa que bom humor!- responderam enquanto saiam da sala, deixando-a em paz.
- Estaria melhor se não fosse por vocês... - sussurrou para si mesma. No fundo, ela sabia que isso era uma mentira, mas era mais fácil tentar se enganar do que encarar a realidade.
A ruivinha encarava o relógio que estava em cima da lareira. Por quê? Por que tinha que acontecer tudo aquilo com ela? Não era justo. Não podia ser. Ela que sempre fora uma boa pessoa não merecia passar por todos aqueles problemas. E por que Malfoy aparecera naquela maldita livraria? Ele não poderia simplesmente ter sumido da vida dela? Não bastavam os anos que ele importunara seu irmão pela condição da família? Ele tinha que complicar ainda mais a sua situação? Parecia que sim.
Era nisso que pensava quando algo, ou melhor, alguém interrompeu seus pensamentos. A última pessoa que ela gostaria de ver naquele momento. Ela representava todos os sonhos que ela tinha perdido. Esse alguém era...
- Harry?- perguntou entre diversas tossidas.
- Desculpa, Gina! Eu não pretendia te sujar! Mas é que você sabe... Eu mais pó de flú é sinônimo de problemas – desculpou- se o rapaz com um belo sorriso no rosto.
- Que você está fazendo aqui? – perguntou desnorteada.
- A sua mãe não disse que eu viria almoçar hoje aqui?
- Não. Quer dizer, ela falou alguma coisa sobre almoço, mas eu não prestei atenção... -respondeu ainda meio perdida.
- Ah...
Um silêncio se instalara no cômodo. Os dois se encaravam sem saber o que dizer até que o moreno balbuciou algo sobre ir falar com os outros. Gina sacudiu a cabeça em concordância, dando a brecha para ele sair. É... Aquele seria um longo dia! Como ela odiava domingos!
Almoçaram no quintal, pois estava quente e Molly achava que seria bom para Arthur tomar um pouco de ar fresco. Todos pareciam mais animados naquele dia. Até Gina tivera o humor melhorado, e esse fato não passara despercebido por seus familiares. Pela primeira vez em semanas, ela sorriu. Parecia que a velha Ginny estava de volta.
- Arthur. Arthur... Arthur!- chamava a senhora Weasley.
- Quê?- respondeu o marido, parando de falar com Jorge.
- Eles não fazem um casal lindo?- comentou, apontando para a filha e Potter, que riam de algo que ele falara.
-Ai, querida! Achei que você já tinha superado esse seu sonho de ter Harry como o seu genro.
- Não! Existe alguém melhor para ela? Ele é bem-educado, simpático, ajuizado e é amigo da família! Quer algo melhor do que isso?
- Não, meu amor. Você tem razão, eles fazem um belo casal.
- Então, Gin, já contei tudo que aconteceu comigo nos últimos dois meses! Agora é a sua vez! – disse num tom brincalhão.
- Bem... Eu não tenho nenhuma novidade que você já não sabia- “pelo menos nenhuma que eu possa te contar”, pensou.
- Tem sido muito difícil, não?
-Tem – suspirou.
- Se eu pudesse ao menos ajudar...
- Relaxa, tudo vai dar certo...
- Vai sim... – disse enquanto colocava as mãos no rosto da jovem - Gina, eu sei que esse momento não é o mais apropriado, mas...
Sem terminar a frase, Harry a beijou. Foi um beijo terno, cheio de carinho. Exatamente como ela sempre sonhara. No entanto, faltava alguma coisa. Não havia o frio na barriga que ela sentira ao beijar... “Não! Eu não estou pensando naquele loiro aguado de novo, né?”, pensava enquanto se separava do moreno.
- Bem, o que você acha de sairmos para jantar amanhã?
- Seria ótimo – disse antes de dar um selinho no rapaz.
Já era segunda. Definitivamente, o dia tinha passado rápido, ao contrário das últimas semanas. Parecia que aquele era um novo começo na vida da ruiva. Um frio na barriga insistia em permanecer. Ela não sabia o porquê, mas estava muito ansiosa para o jantar. Deu mais uma checada no espelho antes de descer.
Por mais que tivesse começado a se arrumar com antecedência, estava atrasada. Como sempre. Aquele definitivamente era o seu carma. Quando chegou à sala, lá estava ele. Pelo que pôde perceber, o moreno estava meio nervoso, estalava os dedos sem parar. Gina duvidava que eles ainda fizessem algum barulho.
-Aham – pigarreou, tentando chamar a atenção de Harry ele quase que instantaneamente parou para olhá-la. Quando seus olhos verdes encontraram com os castanhos da ruiva, ele sorriu.
- Você está linda.
- Bem, não é todo o dia que eu saio com um dos melhores apanhadores existentes!- gracejou.
- Uau! Isso tudo é para mim?
- Talvez - respondeu, rindo.
Quando chegaram ao restaurante, a jovem teve de se policiar para não abrir a boca. Era simplesmente o “Panelas Encantadas”, o restaurante mais badalado da Londres bruxa. Tudo naquele lugar era simplesmente perfeito. Desde as cortinas de veludo vermelhas até o lustre de cristal.
- Então?
- Então o quê?- respondeu surpresa.
- O que você achou daqui? Defina em uma palavra! –brincou.
- Ahm... Lindo? – Potter sacudiu a cabeça com se essa não fosse a resposta esperada - Perfeito?
- Agora eu gostei da sua resposta - virando para o homem que estava a frente dele completou- Uma mesa com dois lugares no nome de Harry Potter.
- Shane, por favor, acompanhe o Sr. Potter até a mesa dele.
Sem mais uma palavra, ambos seguiram o garçom até uma mesa no canto direito, perto da janela. Ao sentar, a primeira coisa que Gina fez foi dar uma espiadinha pelo vidro. A vista era deslumbrante. De lá, ela podia ver o mar batendo calmamente contra a costa montanhosa. A noite ainda não tinha assumido seu manto negro, ainda estava azul escuro, o que ajudava a dar uma graça especial. O céu estava repleto de estrelas...
- Escolhe uma!
- Uma estrela?
- É, Gina.
- Aquela ali! E você?
- Aquela outra ali – apontou para uma bem distante. Ela sempre foi a minha preferida!
- Isso mostra o quão grifinório você é! Essa é a constelação de leão – uma voz interrompeu a conversa.
- Simas!- exclamou o moreno se levantando para dar um abraço no colega de escola - Quanto tempo! O que tem feito?
- Trabalhado!- respondeu dando um abraço no rapaz antes de cumprimentar Weasley- Nossa, Gina! Você está linda!
-Obrigada! – disse dando um abraço no rapaz.
-Tirou a sorte grande, hein, Harry?- mexeu Finnigan.
-É o que parece. Então, o que faz aqui?
- Esperando a minha mesa vagar.
- Senta aqui com a gente, enquanto espera.
- Gina, eu acho que eu vou aceitar sim.
Os três ficaram algum tempo conversando e relembrando os tempos de colégio. A ruiva já estava na sua segunda taça de vinho quando o assunto surgiu.
- Mas quem você está esperando? – perguntou Harry.
- Bem, vocês sabem que eu, depois de sair de Hogwarts, fui trabalhar em Gringotes, não? – ambos acenaram positivamente com a cabeça- Então, hoje eu sou gerente de uma das contas mais importantes do banco. Tipo, dá tanto trablho tomar conta dela que eu só trabalho com ela.
- VIP?- brincou Weasley.
- Totalmente. Você não tem noção, eu trabalho 25 horas por dia e 8 dias por semana – os três riram do comentário – Bem, não é exatamente assim, mas é quase isso. O Malfoy me dá muito trabalho sabia?
- Você cuida da conta do Lucio?- indagou Harry.
- Não, do Draco.
Ao ouvir esse nome, a ruivinha sentiu como se houvesse uma pedra de gelo no seu estômago. Não era possível! Aquele não era para ser um dia especial? Parecia que ela tinha levado um banho de água fria, que a trouxe de volta à realidade. Todos os seus problemas voltaram com tal intensidade que Gina sentia como se tivesse do atropelada por um caminhão.
A moça não conseguia mais prestar atenção ao que Finnigan falava. As imagens da noite que passara com o loiro invadiam sua cabeça, deixando-a zonza. Tentando a todo custo deixar essas lembranças de lado, Weasley se forçou a ouvir o que o rapaz dizia.
- Ele é meio louco, sabe?
- É o Malfoy, esperava o quê?
- Pô, Harry, o cara trabalha demais! Você não tem noção! Tipo... Vida social? Para quê? Meu trabalho me basta. Ele é mais ou menos assim.
- Uau! Por essa eu não esperava... Ele nunca me pareceu do tipo esforçado. No colégio, ele fazia questão de jogar na cara dos outros que o pai dele tinha isso, que o pai dele tinha aquilo... Nunca pensei que ele fosse se tornar um homem de negócios.
- Pois é. Nem eu. Imagina qual não foi a minha surpresa quando eu descobri que eu era o novo gerente dele? Caramba! No primeiro momento, assumo que morri de medo. Os dois últimos gerentes dele foram demitidos do banco porque ele “achou que eles não fizeram um bom trabalho”! Demitidos... Basta ele abrir a boca para reclamar que o cara está fora.
- Ele fez esses dois serem demitidos? – perguntou Gina, participando pela primeira vez na conversa.
- Sim e não.
- Como assim?
- Ele só pediu para mudar de gerente.
- E isso foi o suficiente para botar essas pessoas na rua? – perguntou incrédula.
-Sim. Ele representa a maior conta de Gringotes na Inglaterra. Aqueles duendes fazem de tudo para mantê-lo como cliente.
- Nossa.
-Pois é... Essa foi a minha cara quando eu descobri que ia trabalhar com ele.
-Mas é tão ruim assim? – perguntou a ruiva.
- Nem. Incrível, né? – comentou rindo.
- Simas, você está febril? –caçoou Harry.
- Não. Sério, é bem tranqüilo até. O único problema é que ele marca reuniões nas horas mais bizarras possíveis. Quem marca uma reunião para segunda-feira 21 horas? Só o Malfoy, né?
Todos riram do comentário. Não que o ele falou tenha sido engraçado, mas a careta que acompanhou a fala era.
- Só você mesmo - falou Potter enquanto recuperava o fôlego.
-Sabe o que é mais incrível? Ele não torra dinheiro!
- Não é possível! Estamos falando da mesma pessoa? – rebateu o outro rapaz.
- Sim...
- Pelo menos você ganha bem para trabalhar com ele, não?
Será que eles não iriam parar com o assunto loiro aguado, não? Era nessas horas que Gina tinha certeza de que grudara chiclete nas barbas de Merlim. Só podia ser! Quando ela finalmente conseguia esquecer aquela criatura...
Com uma expressão que denunciava o seu pouco interesse no assunto, tomou mais um gole do seu vinho tinto.
- Sim, dois mil galeões por mês.
- Uou! Isso é muito dinheiro.
- Fato. Mas o que eu levo um mês inteiro para ganhar, ele sacou outro dia. O que é muito estranho... Nem quis me dizer para que era... Gina? Você está bem?
Em um segundo, ambos olhavam para ela assustados. A ruiva não conseguia parar de tossir, já estava começando a ficar vermelha. Depois de algum tempo, o acesso parou.
- O que houve?
- Nada, Harry, eu só engasguei. Agora, que tal mudarmos de assunto? Chega de sonserinos por hoje, não?
- Claro...
Ficaram mais algum tempo conversando, dessa vez sobre quadribol. Harry contava como fôra a sua última partida, quando uma vez voz interrompeu a narrativa.
- Finnigan, você está atrasado...
Por impulso, Weasley levantou o rosto, procurando pelo dono da voz. Sentiu um frio na espinha quando seus olhos encontraram com aqueles cinza- chumbo... Parecia que por mais inesperado que fosse o rumo seu destino, ele insistia em esbarrar no do dono daqueles olhos...
N/A: Millllllllll desculpas, pessoas! Eu juro que tentei atualizar antes, mas é que sofri um bloqueio mental! Ah!!!! Mas passou! Thanks Merlim! Bem eu vou agradecer a :
Angel Lopez que ainda não desistiu da minha fic! E me mandou uma série de coments. Se dependesse só de vc eu já teria atualizado há tempos. Desculpa mesmo! Eu odeio autores que enrolam, mas a minha vida está uma zona com essa coisa de vestibular :’( De qualquer forma, muito obrigada mesmo... Só assim eu crio forças para escrever até as 2:30h da manhã...
Thaty Seeman, amanditinha, Pandora Malfoy, Aliane Cristina Hatschbach, clã weasley malfoy, .°[Bel Owens]°. Isadora, Helena Malfoy e NINA OLIVER. Acho que não esqueci de ninguém, esqueci? Se esqueci, desculpa novamente. Muito obrigada a tordos que acompanham a fic.
Bem... Não sei seu conseguirei atualizar antes do ano novo... Se não conseguir, só depois do dia 13 de janeiro, ok? (eu volta às aulas dia 2/01/2008 buábuá )
Bem, se eu receber:
Menos 10 coments no dia que eu atualizar... sem nc pelos próximos 2 capítulos (só no 11).
Mais de 10 e menos que 15 ... nc no capítulo 10
Mais de 15 ... NO 9!
Malvada eu, né? Huahuahaua Imagina! Até a próxima! Beijão
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