BATALHAS E HONRAS
PRÓLOGO
Como começar um conto que não é um conto, mas sim uma história de amizade e comprometimento, de honra e justiça? Um simples era uma vez jamais seria o suficiente. Por isso, num dia muito distante, enquanto neva e anoitece, lhes convidamos a sentarem em torno do calor da lareira, bem acomodados e aconchegados, com uma xícara de chocolate quente nas mãos e, quem sabe, uma manta do século VIII – pertencente ao “nosso” Guerreiro. (Nós temos uma, confiram no final).
A história que desenrolaremos aqui, narra a vida de um reino distante, perdido entre as brumas do passado. O que não o torna menos real.
O Reino de Atalaia fica entre a França e a Espanha, mas alguns estudiosos acreditam que este reino, em verdade, ergue-se entre a Escócia e a Inglaterra, e que de lá era oriundo Uther Pedragon, pai do famoso Rei Arthur.
Até hoje, como há de se esperar, os estudiosos continuam duvidando entre a terra quente e ensolarada e o lugar inóspito e selvagemmente belo.
Isso, é claro, não mudará em nada a história – tecnicamente. Uma história onde a diferença social não impediu, jamais, que a amizade verdadeira florescesse, ou que o amor unisse os mais desiguais.
O reino, na época, era dirigido pelo Rei Ronald I e pela Rainha Luna, a Inesquecível, ambos jovens e belos, cheios de generosidade e misericórdia. Estes sentimentos puros despertavam a ira e a inveja de outros reinos vizinhos, um deles comandado pelo impiedoso Rei Voldemort.
Rei Voldemort era uma criatura estranha com hábitos bizarros e sombrios. Dizia-se, sussurradamente, pelos cantos mais escuros do reino, que ele fora um filho bastardo do Rei Riddle, um sujeitinho arrogante que empobrecera o Reino de Penedo, desperdiçando todos os impostos em festas e orgias. De boca em boca, falava-se também que, para Voldemort assumir sua posição, vendera a alma ao Diabo e matara toda a sua família.
É claro, tudo isso não passavam de boatos que se propagavam com o vento, de reino em reino. Entretanto, aqueles que conheceram o Rei Voldemort, não tinham dúvidas da veracidade desses fatos.
Voldemort possuía um aspecto tenebroso e assustador, o que só contribuía para o aumento de histórias fantasmagóricas que, amplamente difundidas entre os camponeses, se tornavam cada vez mais temidas. Histórias que iam de bizarrices sexuais a hábitos canibais.
Se foi uma época de crendices do oculto, também fora uma época de perseguição e de crenças fanáticas. E, assim, a religião cristã surgia, sufocando antigos ritos e antigas religiões e aumentando os temores às iras da divindade.
Vindos de Roma, padres e frades invadiam os reinos na busca da total catequese dos “pobres” pagãos que lá habitavam. Alguns chegavam cheios de bondade e amor, outros com sede de poder, preenchidos de ambição e cobiça. Rei Voldemort logo percebeu quem seria seu aliado e quem não seria. E, em seu império, começava a ser comum se ver frades ou padres mortos pelos caminhos.
Porém, ainda existiam locais como o Reino de Atalaia, onde os governantes não impediam seu povo de crer no que quisessem. Assim sendo, recebiam todos os representantes de crenças religiosas com o mesmo respeito. A Rainha era católica apostólica Romana, o Rei era descendente de antigos celtas, ainda cultivando as crenças da terra. Mesmo assim, havia harmonia entre eles e uma harmonia, ainda que frágil, entre seu povo de múltiplas crenças.
Como não poderia deixar de ser, Rei Ronald e a Rainha Luna amavam-se profundamente. Quem os conhecia jamais diria que tiveram seu casamento arranjado, antes mesmo do nascimento de Luna. Mas, ao se conhecerem no dia do casamento, eles logo entenderam que se amariam para o resto das vidas.
Este fato com certeza contribuía para a sensação de paz que dominava a todos atalaianos. Isso e o poderio militar.
Como todo o Reino que se preze, Atalaia possuía um fulguroso exército. Comandado, evidentemente, pelo melhor soldado que existia desde os primórdios do reino, o irmão mais novo do rei, o Príncipe Harry.
Assim como a água e o vinho, Ronald e Harry diferenciavam-se em todos os sentidos. Enquanto o Rei tinha um temperamento calmo e complacente, o Príncipe era altivo e beligerante. Ronald possuía cabelos ruivos e olhos azuis muito doces, já Harry tinha revoltos cabelos negros e uns olhos verdes que pareciam perfurar a alma. Mesmo tão diferentes, eles se amavam densamente.
Ronald foi um homem voltado para a família. Assim que se tornou Rei e houve a exigência do casamento, ele prontamente a acatou. E, ao conhecer a esposa, seu coração transbordou de felicidade e ternura. Queria viver com ela eternamente e ter muitos filhos.
O Rei tratava seus súditos como pessoas da família, como seus filhos, tios e avós. Por isso o povo o amava muito.
Príncipe Harry não queria formar uma família, não queria uma mulher chorosa pendurada em seu pescoço enquanto ele buscava a glória militar. Ele era teimoso e dono de um caráter racional e frio. Mesmo assim, milhares de jovens casadoiras tentavam conquistar o Príncipe, que além de ser o segundo na sucessão do trono, possuía uma beleza máscula e marcante. Cantavam-se suas conquistas e seus feitos militares ao redor do fogo. Harry, sempre amado por seu trabalho.
A única mulher que Harry tratava com respeito total ou nenhum cinismo era sua cunhada, a Rainha Luna.
A Rainha Luna poderia ser considerada uma criatura quase etérea, de beleza delicada e angelical. Seus cabelos louros reluziam como trigo maduro, seus olhos azuis brilhavam como duas safiras. Harry a respeitava por sua imensa generosidade e porque ela, dentre todas as mulheres, o tratara pela primeira vez como um ser de sentimentos, e não apenas um garanhão premiado. Antes Harry apenas devotava-se ao irmão e ao Reino, depois do casamento de Ronald, devotava-se também à cunhada.
Luna era muito amável, e dividia seu amor entre Ronald, o reino, e sua antiga aia e melhor amiga, Hermione.
Hermione fora uma órfã criada nas cozinhas do castelo dos pais de Luna. De rara inteligência e muito destemida, tinha uma beleza selvagem e atordoante. Seus olhos castanhos brilhavam de sabedoria e seus longos cabelos cacheados mal se viam, sempre bem presos e escondidos por uma touca, como todas as camponesas de respeito usavam. Seu corpo bem feito escondia-se sob camadas e camadas de roupas de tons escuros. Essa era a exigência da mãe de Luna, que temia que a beleza da criada enfeitiçasse os cortesãos mais ilustres de seu reino.
Hermione não se importava com isso, aliás, desprezava o sexo masculino em geral, por dois motivos. Primeiro, a maioria dos homens que conhecera, tentaram ou abusar ou se aproveitar de qualquer forma de sua bondade. Segundo, havia um padre no castelo que vivia querendo que ela se açoitasse em penitência por ser órfã e bela. Como se isso fosse culpa sua!
Aos onze anos, Hermione conhecera um frade franciscano, de olhos bondosos e gestos ternos, e que entendia as artes da cura. Ele lhe provou que nem todos os homens são maus e que havia aqueles em que poderia confiar. No Frade Alvo ela confiava. Desde os onze anos, Hermione ia ter com ele e aprendia tudo o que podia para ser uma boa curandeira. E, aos quinze, quando Luna foi enviada para outro reino para se casar, o frade lhe dissera que ela já era uma curandeira preparada e que deveria seguir sua senhora.
Ao contrário do que Luna esperara, Hermione não fora morar com ela no Castelo. Preferiu viver na aldeia, onde se requisitavam seus dons de cura a todo o momento.
Entretanto, depois de algum tempo, seus dons passaram a ser requisitados também no palácio. Luna estava grávida do primeiro herdeiro do reino, e era uma gravidez perigosa.
Isso, é claro, colocou Rei Voldemort em alerta. Afinal, dominar o Rei Ronald parecia uma tarefa relativamente fácil, pois Ronald era muito bondoso e sempre acreditava no melhor das pessoas. Uma vez que afastasse o Príncipe Harry de seu caminho, poderia dominar todo o Reino de Atalaia e, em seguida, toda a Europa.
O Rei Ronald podia ser bom e misericordioso, mas nunca fora estúpido. Assim que recebeu a notícia da gravidez de sua esposa, chamou o irmão para uma reunião de emergência.
O Príncipe ficou encarregado de viajar por toda a fronteira com o Reino de Penedo. Eles deveriam vigiar Voldemort bem de perto.
Durante todos os meses da gravidez, Hermione esgueirou-se pelas sombras do castelo e atendeu sua amiga do coração em segredo. Apenas o Rei sabia quem era a curandeira misteriosa que atendia a rainha.
Eles não poderiam facilitar, pois havia espiões de outros reinos espreitando, querendo descobrir quem tinha acesso tão íntimo aos soberanos de Atalaia.
Durante oito meses, Hermione manteve-se incógnita.
Durante oito meses, Príncipe Harry vigiou toda a fronteira, organizando as defesas do reino.
Vamos começar, então, a narrar exatamente a partir de aqui. A partir de uma noite sem lua, uma noite de brisas quentes cheias de mistérios. Quando os animais da noite ficaram quietos e os lobos uivaram apenas uma vez.
Quando os espiões se prepararam para a maior invasão que o Reino de Atalaia sofreria em mais de cem anos.
É nesta noite, que se inicia a história.
N/A/TD: Olá... Gente que emoção...*+*... Meus olhinhos cintilam e minha garganta está seca... Também, esta é a maior responsabilidade que já recebi..O.O. Viram o meu nominho lá na capinha??o.O?? A capa não é linda? Cortesia da Jessy, grata amada. Mas voltando ao prólogo, e aí, o que acharam?? Sejam sinceros (mas não muito, para que não fiquemos traumatizadas,kkkkkk)... Garanto que ficaram loucos para saber o que acontecerá quando Harry e Hermione se encontrarem... hehehehe. Uma dica: faíscas... Nada mais, senão minha amiga e sócia me mata e aí não tem continuação nem capítulos... hehehe. A Jan não é ótima??*+*?? Espero que o prólogo seja o que vocês esperavam depois de ler o resumo que estava perfeito,hehehehe (eu não ajudei muito no resumo.. mas não espalhem,kkkkkkkk). Gostaram dos Reis? Gostaram dos Reinos?? Gostaram de tudo??? Hehehehe. Então comentem e ganhem beijos especiais da Jan e beijocas estreladas minhas... é estreladas mesmo. Não se enganem. São beijos recheados de estrelas, hehehehehe. Por enquanto Beijocas hiper estreladas para nossas três primeiras: Pah Potter (que foi a primeira, sorry girls); Jessy Potter e Tati, vocês são todas primeiras...hehehehe. E Beijocas estreladas também para Diany Paula e Nuna Potter. E beijinhos para todos os mudinhos que nos visitaram, mas não deixaram a presença marcada. Comentem e até o próximo capítulo.
PS: Tenho que deixar espaço pra Jan...kkkkkkk, Ela diz que eu comento big.. será??o.O?? Não respondam...kkkkk
N/Jan: Oie! Tudo bom?
Bem, o que eu poderei dizer? Absolutamente nada! Ou quase nada... Eu me resumi a aperfeiçoar esse prólogo bastante essencial pro futuro da fic. Por isso, a Carla merece uma salva... eeeeee Ah, mas vocês sabiam que ela tem um vicio terrível, horrores terrível?? Meuuu, ela passa a vida a escrever “era” para aqui, “era” para acolá, era, era, era, era, era... Credo! Eu precisei de um crucifixo!!! rsrsrsrsrsrs E muita água benta! (afinal, ela é uma MD - mulher diabólica ou mulher do diabo) Pois... agora entendem todas aquelas histórias demoníacas sobre Voldmort... Cuidado com a louca da MD... rsrsrsrsrsrs
E a manta do Guerreiro? Hein? Alguém quer uma? Ah, só existe mesmo uma! Nem mais nem menos. Portanto, podem tirar o cavalinho da chuva que a manta é minha e só minha!!!
E o capítulo 1? Aiii, como eu tô mortinha pra escrever uma parte arrebatadora... Eu vou ser até egoísta e escrever essa parte sozinha!!! ahahahahahaha Mas, pelos Santinhos, essa fic tem super momentos picantes... Minha mente perversa sempre a 100%... Ok, vou parar...
MD pode começar o capítulo 1 que eu acabo a parte final (o melhoooor)... ahahahahahaha
Ok, definitivamente, eu sou uma safadinha e a MD uma diabinha! Oh, que diaba de mulher! Ela que quer matar... horrores!!!!!!!!!
Shiuuuuu Jannn!
Sim, podem dizer, a Jan tá louquinha da vida! “Viste um passarinho verde, foi?” ahahahahah
Beijo especial pra as 5 meninas nº1!
PS: eu que comentei big desta vez, mas vocês entendem, eu tô muito engraçadinha ultimamente...
PS2: aiiii, eu esqueci o que era pra dizer!! Espera aí um bocado... *pensando* Aff, será qu’eu ia mesmo dizer alguma coisa?? Não consigo lembrar!! rsrsrs Bem, vai ter que ficar assim.
Beijos e até mais.
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