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21. Enfermaria, Inferno


Fic: Severus - A partir de Agora (Snape/OC) NC17!! - Indicada para o Multifaceted na categoria Dark


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 12          Enfermaria













Capítulo 12          Enfermaria, Inferno e Céu.

 









 




Aparatou o mais perto que pôde na Floresta Proibida.




Conjurou uma maca. Andou depressa em direção a Hogwarts.




Finalmente viu a entrada. Pegou-a em seus braços indiferente ao peso. Murmurou algo.




Seria mais rápido assim pelas escadas.




Já havia passado do horário de recolher. Ele deu graças por não ter de encontrar nenhum estudante.




Foi direto para a ala hospitalar. McGonagall estava vindo em sua direção.




-
        
Severus! Como ela está?




Continuou andando ao seu lado. Observou o rosto pálido de Nina. Ele não parecia muito melhor.




-
        
Viva. - foi sucinto, a voz dura.




McGonagall correu à frente no corredor chamando por Madame Pomfrey.




A bruxa apareceu como se já os estivesse esperando.
 
Severus colocou-a com cuidado numa cama.




Madame Pomfrey examinou-a. Minerva estava com a mão na boca, preocupada.




-
        
Duas costelas quebradas, escoriações, machucados, a perna... - ela se virou - Mas o que aconteceu com essa criança?




Ele endureceu.




-
        
Crucio. Imperius. E mais...
 
- murmurou.




-
        
Não!
 
- Minerva balançou a cabeça consternada.




Madame Pomfrey foi rápida. Adquiriu dois pequenos vidros. Encostou a varinha em seu peito.




-
        
Enervate!




Pretos ansiosos estavam em Nina. Não se desviaram mesmo quando Minerva quase correu até a porta.




-
        
Albus!




Ele ouviu murmúrios. Não se virou. Tinha de ver seus olhos. Ver se ela estava bem.




 




A escuridão estava indo embora. Dor chegando. Não conseguia manter os olhos abertos.




-
        
Ai... - gemeu.




-
        
Tudo bem, criança. - ouviu Madame Pomfrey - Nós cuidaremos de você.




A voz de Dumbledore. Tentou manter os olhos abertos. Carvão atormentado. Fechou-os de novo.




Sentiu que lhe levantavam a cabeça. Tudo doía.




-
        
Beba. - algo gelado em seus lábios - É para a dor. - mais um - E este vai ajudá-la a ficar boa logo.




Ela bebeu devagar.
 
Difícil. Principalmente de respirar.




Madame Pomfrey trabalhava rápido enquanto Severus a segurava.




Murmurou feitiços com sua varinha.




-
        
Amanhã suas costelas e a perna já estarão bem. - falou suavemente - Agora durma.




Ela agradeceu a sugestão. Devia ter havido algo no remédio para a dor. Sentiu-se sonolenta.




Forçou-se a abrir os olhos.




'Severus...'




Ela não o viu.




Suspirou. A pontada nas costas tinha diminuído. Precisava falar com...




-
        
Por favor... - procurou com os olhos - Diretor.
 
- murmurou a custo.




-
        
Estou aqui, Nina. É melhor você dormir.
 
- ouviu a voz calma.




-
        
Eu vou. Depois. - forçou-se a continuar, olhando em azuis - Preciso falar com você... - esperou.




Ele percebeu. Era importante.




-
        
Bem, eu a verei amanhã, Nina. - sorriu Minerva




Depois de lhe dar pequenas batidinhas na mão, foi em direção à porta onde já estava Madame Pomfrey.




-
        
Volto mais tarde para vê-la, não se preocupe. - olhou direto para o diretor, a fisionomia séria - Albus, ela precisa descansar. - advertiu.




-
        
Está certo, Papoulla.




Quando saíram, o diretor sentou-se na cadeira perto da cama. Olhou-a.




-
        
Muito bem.




Ela respirou fundo. Estava cansada. Lutou contra o sono.




-
        
Eu preciso... contar...
 
- lembrou de tudo - Prometa. - piscou - Que vai ajudá-lo. Por favor...




 




*******




 




Estava frio no corredor em direção às masmorras.




Ele havia saído assim que viu que ela estava bem.




Não ia conseguir responder nenhuma pergunta essa noite.




Ele murmurou sua senha diante da porta.




Entrou. Atravessou a sala e foi direto ao armário do quarto onde pegou um pequeno vidro azul.




Bebeu dele. Um pouco mais do que deveria.




Foi até a cama. Deitou-se. Fechou os olhos.




Não esta noite. Nada esta noite.




 




******




 




Havia claridade. Ele se virou. O corpo dolorido. Com frio. Ainda com as roupas de ontem.




Então se lembrou. Gemeu.




'Inferno!'






Depois de um tempo, levantou-se devagar. Foi ao banheiro.




Voltou. Tinha tomado um banho. Mudado de roupas.




Foi até o sofá. Vagaroso. Sentou-se. Fechou os olhos. Abriu-os. A lareira.




-
        
Incêndio.




Sentiu que horas haviam se passado quando escutou a batida na porta ao longe.




Suspirou. Ele sabia quem era.




-
        
Entre.




Albus entrou. Atravessou o escritório. Foi até o quarto.




-
        
Bom dia, Severus.




Um resmungo foi a resposta.




-
        
Você não tomou café. Nem almoçou.




Dessa vez não houve nenhuma.




O diretor se sentou.




-
        
Vai me contar o que aconteceu?




Silêncio. Ele esperou.




-
        
O que quer saber Albus?




-
        
Como você está.




Ele olhou aquele que o havia acolhido quando ninguém mais o faria.




-
        
Vivo.




-
        
Você não teve escolha, Severus. - a voz mansa.




Voltou-se para as chamas. Olhando-as. Sem ver.




-
        
Ela contou.




-
        
Sim. Ontem à noite. Estava muito preocupada com você.




'Preocupada comigo!'






Ele levantou num ímpeto. Foi em direção à lareira.




-
        
Não precisava. - disse - Eu verei Lúcius de novo. - rosnou baixo.




Albus viu os ombros rígidos. O corpo imóvel.




-
        
A vingança não é boa conselheira, Severus. - falou vagaroso.




-
        
Não se preocupe. - voz dura - Saberei esperar.




Dumbledore suspirou.




-
        
Não estamos preocupados com seu disfarce. - disse bondoso - Mas com você.




Ele não se voltou. Só o fogo parecia vivo.




Albus sentiu-se muito velho de repente.




Levantou-se.




Pensou que o tempo ajudaria.




'O que mais essa guerra vai exigir de você, Severus?'




Respirou.




-
        
Eu pedi a um elfo que trouxesse algo para você comer.




O diretor olhou o homem à sua frente.




-
        
E Severus... - falou suave - Nina vai sair da enfermaria mais tarde. - a voz calma, triste - Ela estava muito preocupada com você.




Nenhuma resposta.




Ouviu o fogo.




Ele fechou a porta suavemente.




 




****




 




Hermione dirigiu-se à enfermaria. Empurrou a porta devagar.




-
        
Madame Pomfrey - falou baixo - Ela está bem?




-
        
Sim, srtª. Granger. Ela está melhor. Está dormindo e você não deve acordá-la. - murmurou.




-
        
É claro que não vou. Só queria saber como ela está. - estava preocupada - Quando ela vai sair?




-
        
Se estiver melhor, hoje à tarde. - e virou-se dando por encerrada a visita.




Hermione franziu as sobrancelhas. Mas não disse nada.




Fechou a porta. Foi andando devagar.




Estranho... Mesmo o Harry quando tinha ficado sem ossos.




Ou ela, depois do encontro no ministério, em comparação, não tinha ficado tanto tempo assim.




Talvez fosse mais grave do que tivessem contado.




Disseram que ela se perdeu querendo voltar para Hogwarts sozinha. Isso não estava certo.




Mesmo quando fazia compras, sempre ficava com eles.




Era muito estranho. Ela não era tão boba para tentar voltar sozinha. Nunca fora.




E estava com o professor Lupin. E ainda assim, eles tinham esperado no Três Vassouras.




Talvez ela tivesse se machucado muito antes que o professor Snape pudesse encontrá-la.




'Não.'




Alguma coisa estava errada.
 
Franziu a testa. Muito errada.




Andou mais rápido. Ia encontrar o Harry e o Rony no salão para o almoço.




 




*****




 




Acordou.




Ainda se sentia meio estranha.




A enfermaria estava clara apesar das cortinas. Já devia ser tarde.




-
        
Bom dia, querida.




Virou a cabeça. Viu Minerva sorrindo.




-
        
Bom dia.




-
        
Quer comer alguma coisa?




-
        
Aceitaria um pouco de água primeiro, por favor.




McGonagall dirigiu-se à mesa do outro lado da cama. Colocou água num copo com base de alumínio.




-
        
É melhor que você também coma alguma coisa.




Ela se levantou devagar.




-
        
Eu vou, prometo. Quero sair logo daqui. - disse pegando o copo e bebendo.




Não disse que queria ver Severus. E esquecer o que tinha acontecido.




Ela viu a professora se retesar um pouco.




Acabou de beber a água. Estranhou o silêncio.




-
        
Algum problema?




Minerva pareceu indecisa. Suspirou.




-
        
Nina, Madame Pomfrey acha que você deve ficar até de tarde para... acompanhá-la melhor.




Nina não perdeu a pequena hesitação. Franziu a testa.




-
        
Aconteceu alguma coisa?




-
        
Não querida. Pelo menos não algo ruim. - suspirou de novo olhando pelos óculos, sobrancelhas levantadas - Querida, eu não sei se você já sabe, mas... está grávida. - falou devagar.




Nina parou em choque. Sua respiração faltou.




-
        
Mas...




Demorou.




McGonagall a observava. Preocupada.




Não havia se cuidado. Não tinha pensado que...




Alegria correu solta. Respirou mais rápido. Um filho. Sorriu.




'Severus!'






Ou filha, se corrigiu.




Colocou a mão devagar sobre a barriga. Não mostrava nenhum sinal.




Lembrou-se.




-
        
E está tudo bem? - olhou-a ansiosa.




-
        
Sim, querida. - Minerva olhava-a - Madame Pomfrey quer que você descanse mais um pouco. O que aconteceu ontem podia ter afetado o bebê. Mas ele está bem.




Ela pensou devagar.




-
        
Quem mais sabe? - tentou evitar o rubor.




Minerva suspirou de novo.




-
        
Madame Pomfrey me contou hoje de manhã. Quando perguntei porque você ficaria aqui tanto tempo. E Albus eu acredito.




Ela entendeu. Nada escapava ao diretor. Seu rosto ficou quente com o rubor que ela não conseguiu conter.




Olhou para Minerva.




-
        
Por favor não conte a ninguém.




Ela franziu a testa um pouco.




-
        
É claro que não querida. Mas você sabe - parou - terá que dizer ao pai. - não perguntou quem seria.




Nina abaixou a cabeça e não respondeu.




-
        
Vou ver com Papoulla o que você deve comer. - saiu.




Ficou contente por Minerva entender sua necessidade de estar só.




Sorriu. O sol parecia mais brilhante. Há quanto tempo será que... Perguntaria depois.




Não estava mais sozinha. Mordeu o lábio inferior devagar, contente.




Não importava o que acontecesse. Havia um pedaço dele nela. Imaginação correu solta.




Ele seria um bruxinho? Riu. Provavelmente. Um pequeno bruxo. Saboreou. Poderoso, se puxasse o pai.




Não quis pensar no que Severus diria quando soubesse.




Parou.




Se soubesse. O sorriso se desfez um pouco.




Havia muito a pensar.




E ela ainda precisava vê-lo. Franziu a testa.




 




******




 




Caileach - Só você andou "meio enrolada"?
 
Eu não sou "muito malvada".





                  
Você ainda nem viu o resto!
 
(Nina com cara de sonserina). E obrigada por me indicar pra Malú.




Quê isso? Eu ganhei de Whole again? Num posso acreditar! É uma das minhas favoritas!!

Eu a indico como umas das cinco melhores. Eu a coloquei em histórias preferidas no fanfic!

Muito obrigada. Tô até tremendo. Vou ter que me esforçar muito mais.




Elizabete Ferreira - "Bem, quando é que você escreve os restantes capítulos?"
  
Nina: Logo.





                                  
"Quero saber a continuação."
  
Nina: Eu também!!




Sobre Lupin: Ai!

(Nina comendo unhas) Tem certeza de que não quer reconsiderar?!




Se me mandar feitiço como é que eu vou terminar a fic?!!
  
Rsrs




Viviane Azevedo - Obrigada Viviane. Duas horas?! Puxa! Vou tentar não demorar a postar.





                               
Já tenho até o cap. 13A pronto.
 
Só falta "revisões", tá?




 




Bárbara - Valeu! Eu adoooro receber comentários.  




"Em primeiro lugar, a sua fic é maravilhosa, cada vez que eu acabo um capítulo, fico morrendo pelo próximo!" Nina: Ok. Não morra. Se não como é que vc vai continuar lendo.




"Amo o snape também e sempre procuro fics sobre ele, mas com a qualidade da sua é difícil achar."




Nina: UAU! Brigada!
 





"A história da Nina (oops, vou confundir vocês duas)" Nina: Pode!! Por favor! Faça isso! rs rs rs rs




"...o modo como ela chega a Hogwarts foi fantástico. O comportamento do Snape também está super coerente com o personagem da J.K. ... infelizmente, ele é rude, irônico... e apaixonante."




Nina: Ai,ai. Você está completamente certa.




"Pelo que vejo, você já tem mais da fic pronta (pelos cometários no final dela) e mal posso esperar para ler!!!" Nina: Tem "esqueletos" de capítulos até o 20-A. Prontos só até o 13-A.




"Tenho uma amiga que também lê a sua fic. Na verdade, nós lemos juntas, cada uma no seu computador, comentando cada passagem dos capítulos."
 
Nina: Oh, que legal!




"(Oh, my! A Nina está grávida, não???" Nina: Estááááááá!




"Foi um grande momento quando eu e essa minha amiga chegamos a essa conclusão!)" 




"Gosto muito do Lupin também, é uma pena que ele tenha que sofrer, mas... aí encontro uma semelhança entre a sua fic e a minha." Qual? Qual? Me conta, vai. Não faz suspense. Tô curiosa! Fiquei doida pra ler.




Nina: Aviso que nossa amiga posta no três vassouras. Eu li. Leiam.




"Continuarei lendo a sua fic com avidez. Não demore a postar, isso mata seus leitores de curiosidade!!!"




Nina: Depende dos reviews. hehehehe




 




Gente! Vocês viram as CAPAS? No meu site!! Tão lindas! Obrigada a quem mandou. Vou continuar colocando as que chegarem. E pra quem ainda não sabe: www.geocities.yahoo.com.br/ananinasnape





 





Fênix (Portugal) - Eu te agradeço. Eu alterei o que você mandou. Mas estava com problemas no micro e não tenho certeza de ter colocado em todos os lugares. Os do fanfic estão ok. Mas eu acho que o do meu site tá melhor. E lá sempre tem um cap. a mais. Valeu a força.




 




Lino Jordan - Estou surpresa e ruborizada ao saber que "homens" também lêem minha fic!!




E parabéns! O que você escreve também é muuuito bom!!
 
Me mande o endereço e ponho aqui.









LiSnape - Obrigada, você é a minha mais fiel revisora. Não vou esquecer disso, tá?








Sett - Como sempre... Sem palavras!






Ah! Tem novidades!




Uma professora de inglês de uma universidade gostou da fic a está usando numa tese para mestrado!

Pode?!! Nina cantando que nem boba. E muito, muito feliz.




 




AnaNinaSnape@yahoo.com.br




 




 






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