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16. A Fuga (PA)


Fic: SEX Hogwarts, uma história Diferente...


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O verão se aproximava e o clima já não parecia mais tão denso. As ondas quebravam na praia com beleza e o mar estava tranqüilo. Havia algo estranho no ar, uma harmonia tranqüilizadora e rara. A luz do sol poente entrava pela janela e iluminava o aposento.

“Eles estão se afastando...” –pensou. “Posso sentir...”

Momentos de luz e paz como aquele eram raros naquele lugar, normalmente sombrio e terrivelmente tenebroso, por isso ele tinha que aproveitar.

“Estão se afastando...”

Sirius Black jamais conseguira sentir felicidade, ou ao menos um fio de prazer desde que fora aprisionado em Azkaban. A cada dia ele sentia mais e mais o terrível poder daqueles seres encapuzados. Eles sugam cada vestígio de alegria, alimentando-se das lembranças mais doces, mas agora, por algum motivo, haviam se afastado da cela de Black.

Sem perder tempo, Sirius começou a resgatar suas memórias. Fechara os olhos, e lembrava de sua adolescência. Ele e seu melhor amigo estavam sozinhos no dormitório, tinham treze anos, e estavam no terceiro ano em Hogwarts. Após três anos de amizade, Sirius já havia trocado várias experiências com seu colega, mas aquela vez fora inesquecível.

Os dois amigos batiam uma punheta para o outro no fim de uma tarde ensolarada. Ambos gemiam baixinho, e cada um segurava o pênis do colega com força. Alguns pêlos já cresciam no púbis em ambos os garotos. De repente a porta se abriu e alguém apareceu à porta. Os dois foram pegos de surpresa, mas não puderam esconder o que faziam. Aluado estava parado na entrada do dormitório, contemplando Pontas e Almofadinhas segurando o membro do outro.

Para a surpresa dos meninos, Aluado acabou entrando para a brincadeira. Os três amigos passaram a tarde descobrindo prazeres e se divertindo. Sirius jamais esquecera a primeira vez em que Lupin se masturbara com ele e Pontas. Depois daquele dia, o trio continuou com as brincadeiras, que ficaram mais sérias e picantes.

Nas férias de Natal, todos haviam viajado, e os colegas permaneceram no castelo. Para o desprazer do trio, Rabicho também ficara em Hogwarts, mas era fácil despistá-lo. Certa noite, Sirius, Pontas e Aluado saíram da Torre da Grifinória e se dirigiram à uma sala de aula vazia para se divertirem, sem que Rabicho pudesse segui-los. Ao trancar a porta, Sirius já tirou a roupa, ficando apenas coberto por sua capa. Pontas e Aluado imitaram-no, ficando apenas com suas capas.

Gemidos abafados e prazer eram o que emanava de cada um naquela sala. Inesperadamente, Lupin deixou de masturbar Sirius, que parou de punhetar Pontas, o qual também interrompeu seus movimentos em Lupin. Aluado decidira deixar a brincadeira mais quente, e propôs algo ousado. Após duvidosas trocas de olhares, o trio estava todo no chão, experimentando o sabor do colega ao lado.

Ao abrir os olhos, a cela fria e sombria voltou a aparecer na frente de Sirius. Anoitecera rapidamente, sem que ele notasse, mergulhado em suas lembranças. Percebeu que estava excitado, e se espantou. Há anos não sabia o que era aquela deliciosa sensação. Tratou de fechar os olhos novamente e trazer mais lembranças à sua mente. Uma linda garota se materializou à sua frente.

Sirius tinha dezesseis anos e estava a sós com a bela moça no salão comunal, vazio àquela hora devido à Festa do Dia das Bruxas. Sirius se aproximou da menina e a beijou ardentemente. Logo tirou toda a roupa e a deitou no sofá próximo à lareira. Ela tinha lindos contornos, seios volumosos e coxas grossas. Estava arrepiada de tesão e se deixou possuir sem resistência. Sirius a agarrara por trás e beijava seu pescoço, tentando penetrá-la com carinho. Logo estavam unidos, Sirius a provocava com mordidas leves nas orelhas, apalpando seus grandes peitos e metendo de leve em sua bunda carnuda e macia.

A garota gemia levemente, impulsionada pelas investidas do rapaz. A luz da lareira era fraca, mas era visível o suor que cobria os corpos em constante movimento. Apesar do imenso prazer que sentia naquela posição, Sirius resolvera mudar. Retirou seu membro do corpo dela e se sentou numa poltrona. A garota entendeu o que ele queria, e se aproximou com um olhar sedutor. Black a puxou pela cintura e a pegou em seu colo. Ela se sentou no garoto de frente, deixando que ele penetrasse sua vagina. Sirius gemeu de prazer. Seu pau ia entrando vagarosamente por aquele canal, causando uma sensação ardente e delirante. Passou a beijar os seios que estavam à sua frente, chupando cada biquinho com força. Ela gemia alto, inteiramente arrepiada, e começou a cavalgar levemente em Sirius. A cada empurrada, o garoto ficava mais duro. Ao olhar para baixo, vislumbrou aquela vulva entrando e saindo de seu pau. Os grandes lábios pareciam engolir todo o seu membro, dando em Almofadinhas a vontade louca de abocanhar.

Sirius queria mais, então pediu que ela acelerasse seus movimentos. Fechou os olhos e ficou apenas sentindo a deliciosa sensação. Percebeu que ela estava muito molhadinha, o que lubrificava cada investida. Sentia o peso dela sobre seu púbis, sentia seus seios duros em suas mãos. Ela dançava sobre o pênis, pulando feito louca. Sirius percebera que estava para gozar. Um orgasmo potente já ameaçava explodir em sua mente. Ele urrava, apertando os peitos da moça. A cada grito de prazer, uma nova gota de suor. O sofá estava molhado e o salão ecoava gemidos altos. A garota tinha orgasmos e também urrava. Almofadinhas sentia que aquele era o momento. O pênis duríssimo, faltava pouco. Três! Dois! Uma última investida...

Tudo aconteceu muito rápido. Sirius gozou longamente dentro da moça, que também tinha orgasmos. Pontas estava parado ao lado da lareira. Chegara num momento não apropriado. Sirius ficou confuso, numa mistura de susto e gozo, mas começou a beijar a menina, para que ela não tivesse tempo de ver o intruso e assim não houvesse uma situação embaraçosa. Com o pênis ainda dentro dela, Sirius sentia agora o quanto estava suado e molhado de fluídos seus e da companheira. Pontas apenas correu para trás de uma tapeçaria e lá se escondeu. Aquela fora a primeira transa de Black, e seu orgasmo fora presenciado por seu melhor amigo!

Novamente, a cela suja apareceu diante de Sirius, ao abrir seus olhos. Estava muito contente, e excitado, também. Percebeu que seu pênis estava duro e rígido, como nunca estivera nos últimos doze anos. Fazia muito tempo que Sirius não sentia aquilo, pois a presença dos Dementadores afetava a mente e o corpo, e uma ereção na prisão de Azkaban era impossível – até aquele momento.

Sirius enfiou uma mão pelas vestes e começou a se punhetar. Fechou os olhos novamente e outra lembrança veio à sua cabeça. Ele tinha vinte e três anos, seu melhor amigo, Pontas, estava para se casar e ele seria o padrinho de casamento. Naqueles tempos, todos os amigos do futuro casal estavam reunidos, e Sirius começou a se aproximar de uma jovem.

Ele a conhecia pouco, mas sabia que tinham o mesmo sangue. Certa vez, ele a chamou para jantar em sua casa. Tudo acabou do jeito que ele esperava. Roupas pelo chão, velas acesas e cheiro de tesão no ar.

Sirius beijava aquela jovem com firmeza, passando as mãos por seu corpo, que, misteriosamente ficava cada vez mais macio e volumoso a cada apalpada. Black apertava a bunda, e ela agarrava seus cabelos. Penetrou com calma, arrancando um gemido de sua garota, que pareceu ficar mais gostosa. Sirius chupava seu pescoço, e ela montava devagar. Sua vagina parecia mudar de formato a cada sentada. Ora Sirius a sentia profunda, ora ele sentia a vagina pequena e apertadinha. Ele estava gostando daquela sensação, pois sempre era algo diferente.

Ao olhar para sua companheira, Black notou que seu rosto estava mudando, sua boca ficava mais carnuda, seus seios aumentavam. O tesão transformava aquela mulher. Sirius aproveitou para apalpar aqueles peitos, e sentiu cada vez mais prazer. Ela sentava com força, sua vagina mudava, cada vez mais difícil de penetrar, o que provocava o homem, e o levava ao delírio. Com aquela bucetinha apertadinha, seu pau precisava de mais força para entrar, e isso aumentava o estase.

Era incrível a habilidade que ela tinha em dar prazer a seu homem. Sirius decidiu retribuir o favor, deitando-a em sua cama e passando a língua em sua vulva. Fazia movimentos de vaivém nos lábios maiores, e sugava o clitóris, fazendo a garota urrar muito alto. Ele enfiou sua língua bem fundo, e começou a vibrar, girando e babando em sua vagina. Logo sentiu um fluído estranho em sua boca.

Ela agora estava decidida a fazer Sirius gozar de uma maneira inesquecível. Ficou de quatro em cima da cama e mandou que Black a possuísse. Ele a invadiu com força e um pênis roxo e duro de prazer. Socava com astúcia, gemendo alto e suando muito. Ela mudava o formato de sua bunda, uma habilidade incrível, que fez Sirius sentir o maior tesão de toda a sua vida. Ela se lançava nele, gemendo e com os olhos fechados. Seus cabelos estava mais longos, e seu corpo estava delicioso, como Black bem percebeu. Ele nunca havia transado com ninguém daquela maneira. Ela conseguia deixar tudo mais gostoso e prazeroso a cada metida. Sirius estocava aquela bunda deliciosamente farta com rapidez e agilidade. Tudo o que pensava era em explodir em porra dentro dela, preencher cada espaço de seu corpo com seu fluído de prazer. Ele se movia rápido, ela gritava. O momento se aproximava, ele podia sentir. Meteu com todas as forças, uma, duas, três vezes, e enfim gozou litros de esperma, sentindo o maior tesão que jamais sentira. Seus olhos estava virados para cima, ainda podia sentir o prazer do gozo. Ela suava e estava satisfeita. O cansaço caiu sobre os dois, e ambos deitaram e dormiram, o pênis de Sirius ainda penetrado no ânus de sua prima.

Ninfadora Tonks se revelara uma extraordinária mulher. Suas habilidades transmórficas eram simplesmente TUDO o que um homem desejara. Mudar o volume dos seios, bunda, formato da vagina, era magnífico. Naquela noite, primo e prima dormiram infinitamente satisfeitos, muito cansados e suados, porém unidos.

GOZO! Sirius abriu os olhos e viu que seu pênis estava muito próximo de uma ejaculação, que seria a primeira em mais de dez anos! A lembrança da noite com Tonks era uma das melhores de sua vida. Ele sentiu aquela sensação antiga de prazer e tesão. Tudo estava perfeito, logo iria gozar DOZE ANOS de porra acumulada. Mas as coisas estavam boas demais para ser verdade. Sirius batia uma punheta forte, estourando seu pênis, quando foi invadido por um frio que tomou seu corpo e congelou a espinha. Os dementadores sentiram sua felicidade e seu prazer, e voltaram num bando imenso, para se alimentar de cada fio de tesão que nascera em Sirius. Ele sentiu tudo escurecer, seu pau começou a perder a rigidez, murchando rapidamente. Seus pensamentos se perderam, e o tesão sumiu. Seu pau jazia mole em suas mãos. Os dementadores levaram tudo, e não deixaram que Black sentisse a maravilha de gozar.

Após ser lavado de seus bons sentimentos, Sirius voltou àquele antigo estado de espírito: depressivo, muito mais do que triste. Ficou tão abalado que não sobrou nenhuma boa lembrança em sua mente, nada em seu coração. Doze anos sem transar, ou ao menos se masturbar, e agora que estava tão perto de explodir em porra, fora interrompido pelos seres encapuzados. Ele não podia mais ficar ali, ou acabaria enlouquecendo. Ao perceber que os dementadores já não o sentiam mais, Sirius Black pôde passar despercebido pelas grades e fugir da grandiosa Prisão de Azkaban. Agora que ganhara a liberdade, ele rumava para Hogwarts, pois sabia que lá estava aquele que tanto buscava, aquele que causara a sua prisão. Aquele que não merecia viver...



NOTA DO AUTOR: Caros leitores, é com IMENSO PRAZER [prazer!] que lhes apresento O Prisioneiro de Azkaban!!!!! Espero que apreciem esse capítulo de apresentação! Espero que tamanha espera tenha valido a pena! Tenha uma boa leitura, curtam, bom prazer e SectuMsempra!!!

Abraços, SectuMsempra!

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