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1. Expresso de Hogwarts


Fic: A Vida Continua - by Adriana Swan


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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~~~§~~~A Vida Continua~~~§~~~
~~~§~~~ 19 anos depois~~~§~~~


Cap. 01
Expresso de Hogwarts


“E se eu for para Sonserina?”

As palavras puras de Alvo, que continham tão inocente preocupação ainda estavam na mente de Harry mesmo depois de o trem sumir de vista. Tivera um medo parecido quando chegara em Hogwarts. Tudo menos Sonserina! O sorriso brincou nos lábios do menino-que-sobreviveu que agora não era mais um menino. Respirou fundo! Já estava com saudades...

Sua atenção foi desviada por um casal que passava por perto de onde ele, sua esposa e seus fiéis amigos se encontravam. Porém não foi o simples ‘passar’ do casal que chamou a atenção do auror, mas sim a bruxa de cabelos grisalhos e roupas caras que os interceptou.

- Sr. e Sra. Malfoy! Que surpresa vê-los na estação. Não me digam que vieram embarcar o jovem Scorpius para Hogwarts! – a voz de Rita Skeeter continuava fina e irritante durante a velhice e suas matérias cada vez mais sensacionalistas.

Draco Malfoy olhou para a mulher que havia entrado na sua frente com profundo desagrado. Desde o fim da guerra, a jornalista se divertia em perseguir a vida dos que tiveram envolvimentos com as Artes das Trevas, embora que para Draco que havia ido embora da Inglaterra a cerca de cinco anos, aquilo pouco o importava.

- Creio que não é de sua conta Skeeter. – respondeu da forma mais fria possível puxando a esposa pelo braço para saírem dali.

- Realmente não é sr. Malfoy – a jornalista falou com tranqüilidade enquanto o casal a contornava seguindo seu caminho – mas creio que seja da conta de Minerva McGonagal...

- Por que seria? – ele estacou.

- Bem... – ela fingiu refletir – nunca se sabe quando um aluno está sendo treinado para assassinar colegas ou mesmo uma diretora idosa, não é mesmo.

Os olhos cinzas de Malfoy se estreitaram e ele fechou a mão sobre a varinha. Um leve rubor tomou suas faces. Cinco malditos anos vivendo na Bulgária e ele não se livrara deste tipo de acusação.

- Algum problema sr. Malfoy? – Rita puxou um bloco de notas e uma pena-de-repetição-rápida da bolsa – Não gostaria de me dizer por qual motivo está mandando seu filho a Hogwarts, escola na qual o senhor foi o principal responsável pela morte do diretor Alvo Dumbledore?

Harry que tinha certeza que a presença de Skeeter naquela estação não poderia dar em boa coisa, mantinha a varinha na mão desde que vira a jornalista mencionar McGonagal. E como já imaginava, a paciência de Malfoy esgotou fácil e ele fez menção de partir pra cima da repórter. Harry e Hermione fizeram menção de intervir, mas alguém com mãos delicadas conseguiu acalma-lo com o simples gesto de tocar nele.

- Calma Draco. - Falou tranqüilamente.

Pela primeira vez Harry viu a esposa de seu rival de perto. Tinha a pele branca e os cabelos negros. Seus olhos pretos pareciam surreais, como se expressassem coisas muito além de seu entendimento. Se era verdade que os olhos eram o espelho da alma, então a alma daquela mulher era incrivelmente sombria.

- Do que a senhora está falando? – a sra. Malfoy perguntou com a mesma calma que devia usar para perguntar as horas.

A pena se moveu rápido pelo bloco de anotações com a pergunta. Os olhos da repórter brilharam.

- A senhora não pode ter esquecido que seu marido foi um Comensal da morte, ou prefere fingir que a família Malfoy é uma família de bem?

Mione fez um gesto pra Harry indicando que deviam se aproximar naquele momento, pois com a ultima frase o rosto de Draco ficou rubro e se não fosse sua esposa ainda manter a mão segurando seu braço, com certeza ele teria azarado a jornalista.

- Como ousa desrespeitar o nome dos Malfoys? – a sra. Malfoy falou quase num sibilo. Skeeter riu.

- O nome dos Malfoys está na lama a muito tempo...

Draco afastou a mão da esposa com um gesto brusco e ergueu a varinha.

- Como vai, Rita Skeeter? – Harry falou se aproximando com Mione.

A chegada do líder do Aurores junto com a chefe do Departamento de Execução das Leis de Magia, foram o bastante para fazer Malfoy se conter. Devagar e a contra gostou abaixou a varinha. Sua esposa permaneceu calada.

- Vejam só, se não é o grande Harry Potter que eu encontro aqui! – Skeeter deu as costas aos Malfoys para encarar Harry e Mione – Vieram embarcar seus filhos suponho... digam-me, como se sente sob esta nova ameaça de saber que há um filho de um Comensal do alto escalão estudando com os seus anjinhos? Temeroso? Preocupado?

- Temerosa devia estar a senhora de nos dirigir a palavra Skeeter. – Hermione foi irredutível – Saia daqui.

- Que é isso meu bem, estou só fazendo o meu trabalho...

- Vá fazer seu trabalho sujo em outro lugar! – Harry falou em tom de alerta.

Skeeter, a contra gosto, preferiu se retirar estrategicamente. Não é bom lutar contra os mais fortes!

- Eu disse que devíamos ter mandado-o para Durmstrang!

- Scorpius fica em Hogwarts Draco!

- Já estávamos na Bulgária! Não devíamos ter voltado...

- Não vou me esconder!

- Não se trata disso...

- Draco! Ele vai ficar bem!

Com isso ela pôs um fim a briga. Só agora o casal notou que havia discutido diante de Mione e Harry e a poucos metros de Rony e Gina que também observavam a cena quietos.

- O que estão olhando? – o trio notou logo que mesmo morando tantos anos no exterior sem se verem, o ódio que alimentavam ainda era igual – não preciso da ajuda de vocês...

- Claro que precisamos Draco! – o rosto de sua esposa porem havia se iluminado enquanto olhava Harry como se o Natal tivesse chegado mais cedo.

- Claro que NÃO precisamos Pan! – falou o marido com impaciência, mas ela não ouviu.

Sorrindo de forma maravilhosa, deu um passo a frente ficando cara a cara com o Eleito.

- Sr. Harry Potter! E esta deve ser a Hermione Granger, atualmente, Hermione Weasley! Aqueles, acredito, são Ronald Weasley e... ah... Ginevra Potter, sua esposa.

- Gina – Harry corrigiu – Gina Weasley Potter.

- Sempre quis conhecê-los! – ela comentou, e seu sorriso era sincero – Meu marido fala muito de vocês...

- Não falo não, Pan – segurou o braço da esposa impaciente – conheceu? Satisfeita? Eu disse que eles não eram grande coisa... Podemos ir agora?

- Harry Potter! – ela ergueu a mão e Harry a apertou diante do olhar incrédulo de Draco – é um prazer enorme conhece-lo! Meu nome é Pandora Malfoy.

***********

Rose e Alvo olhavam pela janelinha do trem ainda se recusando a se afastar do local onde haviam visto seus pais. De cabeça baixa (e com borboletas no estômago) resolveram procurar uma cabine para sentar.

- Já deviam estar sentados! Vocês são muito lerdos!

James aparecera no corredor para guia-los até uma cabine. Em silêncio os dois seguiram o mais velho, prestando atenção em cada detalhe do que estavam vendo. Óbvio que por razões diferentes! Alvo por pura curiosidade e Rose para poder escrever uma carta detalhada a sua mãe contando tudo.
Mas como nenhuma viagem no Expresso de Hogwarts podia ser totalmente desprovida de ação, numa das primeiras cabines que chegaram, viram logo uma movimentação que indicava uma coisa: briga!

Dois garotos do terceiro ano estavam espancando um primeiro anista, que caído no chão da cabine, pouco podia fazer para se defender dos chutes que levava. James ergueu a varinha enquanto os Rose e Alvo, que ainda não sabiam usar feitiços controladamente assistiam horrorizados a cena.

- Ei, dois contra um é covardia sabiam! Ainda mais se este um for vinte centímetros menor e não souber usar magia.

Os garotos pararam de bater no garoto e viraram-se para James.

- Foi mal Potter, estamos saindo.

Quando terminou de falar o terceiro anista ainda se virou pra sua vítima.

- Isso é pra você aprender onde é seu lugar moleque: o chão!

O primeiro garoto se retirou com essas palavras, o segundo, antes de sair, cuspiu no menino que haviam agredido.

- Ei – James interviu – isso é desumano cara!

- Desumano! – o segundo garoto parou na porta olhando para James – desumano é eu ser órfão de pai por causa da família deste filho de uma puta!

Sem mais palavras os garotos saíram pelo corredor de cabeça erguida.

Rose e Alvo entraram na cabine e foram socorrer o menino que ainda no chão, chorava.

- Não me toquem!

Com esforço o garoto ficou de joelhos, limpou o rosto sujo de sangue e cuspe do outro garoto com as costas da mão. Seu corpo inteiro tremia.

- Estamos aqui pra te ajudar – Rose falou, com um sobressalto, reconhecendo o garoto que seu pai dissera para ela não se tornar amiga.

- Eu não pedi sua ajuda pedi!

Sem dizer mais nada, levantou-se e saiu da cabine ainda curvado pela dor.


***************

N.A.:
no próximo capítulo veremos a cerimonia de Seleção, e muuuito mais da nossa Nova Geração!


~~~§~~~ Lara Malfoy~~~§~~~


dúvidas?
dan_notalone@hotmail.com


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